Gestão do Conhecimento
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‘Os Moocs ajudam a melhorar o ensino tradicional’

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Para o professor de Stanford, cursos online são ferramenta para melhorar a qualidade das aulas presenciais.

Qual o lado bom e o ruim do ensino em massa pela internet? O ponto positivo é que a internet permite compartilhar o conhecimento. Meu primeiro vídeo teve 100 mil visualizações. Antes eu ensinava para classes de no máximo 400 alunos. Ou seja, demoraria 250 anos para atingir esse número. O ponto negativo é que é muito trabalhoso criar conteúdo.

Qual o interesse dos professores por esse tipo de ensino? A maioria é entusiasta. Os Moocs (Cursos Online Abertos e Massivos) são uma forma de melhorar o ensino tradicional, porque o aluno pode assistir à aula online e ir para a classe preparado para discussões mais profundas. Perguntam-me por que alguém investiria para se formar em uma universidade se pode assistir à aula de graça. A resposta é que os alunos não vão à universidade por causa da aula, mas em razão das discussões e interações.

Qual é o desempenho dos alunos dos cursos? É complicado medir. Muitos se inscrevem em uma aula, assistem religiosamente a todos os vídeos, mas não entregam nenhum exercício. Por isso consideramos que ele não completou o curso. Só 7% terminam com sucesso. Mas, se o aluno faz o primeiro exercício, aumenta em 42% a chance de fazer os demais. O bom é que os Moocs são uma oportunidade para as pessoas experimentarem outras áreas sem risco.

A credibilidade desses cursos é questionada. Como o mercado vê os Moocs nos EUA? Há dois anos, havia essa preocupação, mas isso mudou porque as melhores universidades do mundo estão oferecendo seus melhores cursos.

Os Moocs substituem o ensino tradicional? Pense no seu professor favorito. Por que gostava dele? Quando penso no meu, a resposta é que ele era generoso respondendo às minhas perguntas. Não acho que ele pode ser substituído pelo computador. O que fazemos é usar a tecnologia para livrar o professor do trabalho repetitivo para gastar o tempo com outras coisas importantes. Odiaria que Moocs atrapalhassem a relação entre os alunos e professores.

 


Via Luciano Sathler
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Pela web, uma revolução na educação

Pela web, uma revolução na educação | Gestão do Conhecimento | Scoop.it

Foi para aprofundar o conhecimento em legislação e comércio internacional que o estudante de Contabilidade Nicolas Sousa decidiu explorar uma nova forma de aprendizado que tem atraído cada vez mais brasileiros na internet. Sites que reúnem cursos online gratuitos - como o Coursera, Udemy, EdX, Udacity e o brasileiro Veduca - estão expandindo a oferta de cursos de renomadas universidades não apenas do Brasil, mas principalmente dos Estados Unidos e da Europa.

O curso escolhido por Nicolas Sousa (A legislação da União Europeia: Uma Introdução) é dado por um professor de Direito da Universidade de Leiden, na Holanda. "Trabalho em uma gestora de fundos de investimento e achei interessante aprender mais sobre legislação, comércio e finanças, além de praticar o inglês", diz Sousa, que estuda na USP.

As aulas são dadas no Coursera, um dos sites pioneiros na área. Segundo o fundador, Andrew Ng, em abril o Brasil era o quarto país em número de usuários (4% do total). "Houve um crescimento de 167% na quantidade de brasileiros nos últimos seis meses", disse ele ao Link (leia entrevista abaixo).

A presença do País também é percebida por outros. "Os brasileiros são a terceira maior demografia de cursos online, mostrando um grande apetite por conteúdo educacional", disse Amin Saberi, cofundador do NovoEd, plataforma que reúne aulas da Universidade Stanford, principal instituição do Vale do Silício.

É para atender a esta demanda por uma educação de qualidade que surgem também no Brasil sites especializados nos chamados Moocs (sigla em inglês para "cursos online abertos e massivos").


Via Luciano Sathler
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Conhecimento, Saber e Ciência « Cursos « FGV Online

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O FGV Online, membro do OCWC, oferece Cursos Gratuitos abertos a todos,
sem pré-requisitos, e em diferentes áreas de conhecimento. Conheça nossos cursos. (RT @FGV: Gosta de estudar?
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Repositório Institucional da ENAP

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Esta é a versão preliminar da interface do Repositório Institucional da ENAP. Em desenvolvimento com a ferramenta DSpace.

 

Claudia Cristina Muller

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Universidades online: é hora de os professores aderirem à revolução

Universidades online: é hora de os professores aderirem à revolução | Gestão do Conhecimento | Scoop.it

Novo modelo de educação universitária a distância não tem barreiras de raça, cor, gênero ou riqueza, e pode ser acessado com um clique.

Os últimos séculos testemunharam revoluções em virtualmente todas as áreas: saúde, transporte, comunicações e genômica são apenas algumas delas. Mas não na educação. Isto é, até agora, com o advento do Moocs ("massive open online courses", ou cursos em massa online abertos).

Os Moocs estão transformando a educação em qualidade e em escala, igualmente. Como presidente da edX, único provedor de Moocs sem fins lucrativos, tenho o privilégio de fazer parte dessa revolução. É o momento mais excitante na educação em muitas décadas.

Uma maneira como o ensino à distância mudou a educação foi na ampliação do acesso. O Moocs torna a educação sem fronteiras, cega para gênero, raça, classe e conta bancária. Até agora, a educação de qualidade -- e em certos casos qualquer educação superior -- foi privilégio de poucos. O Moocs mudou isso. Qualquer pessoa com uma conexão à Internet pode ter acesso. Ouvimos milhares de estudantes, muitos em países em desenvolvimento, dizerem como são gratos por essa educação.

O ensino à distância também está melhorando a qualidade da educação. O ensino online promove o aprendizado ativo, em que o aluno assiste a vídeos e se envolve em exercícios interativos. Na edX, nossa equipe se concentrou em capturar esse elemento do aprendizado online através de uma interface inovadora. O Moocs e o aprendizado online também permitem um feedback instantâneo por meio de exercícios com notas automáticas, aprendizado em ritmo pessoal, devido à capacidade de pausar ou retroceder os vídeos, aprendizado por pares em fóruns de discussão online e a aplicação de mecanismos de jogos em laboratórios virtuais.

Mas por que essa transformação está acontecendo agora? Uma confluência de fatores contribuiu para causar a tempestade perfeita para o aprendizado. Enquanto há mais de uma década Eric Grimson e Tomás Lozano-Pérez experimentavam no MIT (Massachusetts Institute of Technology, nos EUA)  com vídeos "intercalados" de exercícios online, em um modelo de aula invertido -- em que a preleção se torna a lição de casa e o tempo em classe é para a prática --, foram necessárias redes de distribuição de vídeo e conteúdo, nuvens de computação e redes sociais para produzir o ambiente certo para apoiar o enorme número de matrículas em todo o mundo que vemos no ensino à distância.

A antiga maneira de afunilar um pequeno número de estudantes privilegiados ou afortunados para a educação superior tradicional vai desaparecer. O Moocs está democratizando a educação. Vimos adolescentes que não tinham altos boletins educacionais obterem notas perfeitas em cursos online exigentes. Alguns agora estão tendo a oportunidade de seguir a educação superior. Por meio dos cursos à distância, mais pessoas talentosas no mundo podem participar de um aprendizado excelente.

Não acredito que a educação online possa substituir uma experiência em faculdade, mas os dias das velhas formas de ensino estão contados. Os estudantes sempre foram críticos das grandes salas de aulas em que eles apenas escutam, e o resultado é a queda da frequência a essas aulas. Mas hoje vemos que há um profundo valor educacional no aprendizado interativo, tanto online quanto em sala de aula. Faculdades e universidades começam a usar o ensino à distância para fazer cursos mistos, em que vídeos online substituem preleções e o tempo em classe é passado e interagido com o professor, equipe docente e outros alunos. Os cursos mistos podem gerar bons resultados.

No último outono a Universidade Estadual de San Jose usou material da edX em cursos. A porcentagem de alunos que tiveram de repetir o curso caiu de 41% para 9%. Então, quantas pessoas estamos atingindo? Ficamos surpresos com a reação a nosso curso piloto no início de 2012, sobre circuitos e eletrônica -- 155 mil alunos de 162 países se inscreveram. Isso enviou um claro sinal de que o mundo estava pronto para a educação online e faminto por conhecimento. Hoje temos um milhão de alunos de 192 países. Entregar conhecimento para populações que de outro modo são excluídas é apenas uma parte do que os provedores de ensino à distância fazem para mudar a educação. Outra é a pesquisa.

A edX e universidades parceiras estão usando os dados que coletamos durante todo um curso para pesquisar como os estudantes aprendem de modo mais eficaz, e então aplicamos esse conhecimento ao aprendizado online e ao ensino no campus tradicional. Em MIT e Harvard, os pesquisadores David Pritchard, Lori Breslow e Andrew Ho têm estudado como as pessoas aprendem. Pritchard computa que os dados somente do primeiro curso protótipo -- um de meus colegas e eu ensinamos circuitos e eletrônica -- são surpreendentes e encheriam 110 mil livros. Nós registramos cada clique, 230 milhões deles.

Usando os dados que reunimos, descobrimos que mais da metade de nossos alunos na aula de circuitos e eletrônica começavam a trabalhar em sua tarefa de casa antes de assistir às palestras em vídeo. Parece que os estudantes ficam mais entusiasmados com o aprendizado quando tentam solucionar um problema. Nesses cursos, agora estamos examinando se os professores devem passar tarefas de casa antes da palestra, em vez de depois.

Outra maneira como a tecnologia promoveu essas mudanças revolucionárias na educação foi no uso da inteligência artificial para ajudar os professores a avaliar o trabalho dos alunos com eficácia. No mês passado revelamos nosso instrumento de avaliação experimental, que combina avaliação de inteligência artificial, avaliação de colegas e autoavaliação, para fornecer aos professores ferramentas para dar notas a questões abertas em um ambiente de grande escala. Também pilotamos tecnologia de regimentos em nossa plataforma, que é uma maneira de os instrutores dividirem os grandes fóruns de discussão em grupos menores e mais íntimos.

Fazemos parte de um movimento que busca modificar a face da educação. Em abril anunciamos que toda a nossa plataforma de aprendizado seria lançada como fonte aberta em 1º de junho, e que a Universidade Stanford, juntamente com Berkeley, MIT, Harvard e outras, começaria a colaborar conosco para continuar melhorando a plataforma. Esperamos com antecipação que universidades e desenvolvedores de toda parte aperfeiçoem a plataforma que movimenta nossos cursos edX.

Eu adoro ensinar. Adoro ensinar em uma universidade e adoro ensinar qualquer pessoa que deseja aprender. Tudo o que eu sabia sobre o aprendizado (e portanto o ensino) é um alvo móvel agora. Sou como uma criança em uma doceira quando penso no que nossa pesquisa vai mostrar. Espero me surpreender. Lao Tsu disse: "Se você não mudar de direção, poderá acabar no lugar para onde rumou". Está na hora de os professores repensarem seus métodos de aprendizado. Convido a todos para esta viagem recompensadora.

Leia mais em www.guardian.co.uk

 


Via Luciano Sathler
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“Cinco críticas ao movimento REA” | Diálogos sobre TIC & Educação

O principal objetivo do movimento REA é promover “a disponibilização de acesso às oportunidades de aprendizagem para aqueles que não sejam capazes de obtê-los de outras formas” (DOWNES, 2011). Nesse sentido, o ...
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Novo número da revista IRRODL – dedicado a REA | Diálogos ...

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