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Rockstar continua a remendar Grand Theft Auto Online

Marcado por problemas de lançamento, Grand Theft Auto Online (a fatia multiplayer deGrand Theft Auto V) continua a ser consertado pela equipe da Rockstar Games. Na última sexta-feira (primeiro de novembro) a empresa divulgou que espera poder oferecer a primeira parte de seu pacote de estímulo financeiro a partir da próxima semana, logo após o lançamento de um novo patch para o game.

“Atualmente, esperamos que a próxima atualização (1.05) relacionada aos problemas de perda de progresso de alguns jogadores seja lançada em algum momento da semana que vem”, afirmou o estúdio em um comunicado oficial. Assim que esse processo for concluído, a companhia vai disponibilizar a primeira de duas parcelas de 250 mil GTA$ oferecidas a todos que fizeram o login no título durante o mês de outubro.

Além disso, a empresa também vai ofertar o DLC gratuito Beach Bum Pack, que adiciona novas missões, veículos e armas ao modo online do jogo. Vale notar que essas mudanças também influenciam na aventura single-player, dando mais alternativas a quem pretende iniciar a história principal agora.

Segundo a Take-Two Interactive, até o momento já foram vendidas 29 milhões de cópias de Grand Theft Auto V, prova do quanto é importante que a Rockstar conserte rapidamente os problemas de seu modo online. E você, está ansioso para continuar explorando o universo de GTA Online ou já desistiu de jogar o game após os problemas testemunhados em seu lançamento?

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Blizzard registra marca Warlords of Draenor na Nova Zelândia

Blizzard registra marca Warlords of Draenor na Nova Zelândia | Game World | Scoop.it

Sem nenhum alarde, a Activision Blizzard registrou na última sexta-feira (primeiro de novembro) o direito de uso sobre a marca “Warlords of Draenor” no território da Nova Zelândia. Com isso, a empresa ganha os direitos de usar o nome no desenvolvimento de jogos de computador, serviços de entretenimento e conteúdos online, entre outras opções.

Embora isso não signifique necessariamente que a empresa está desenvolvendo um novo jogo, o mero uso da palavra Draenor deve chamar a atenção dos fãs de Warcraft. Essa palavra dava nome ao domínio habitado pela raça dos orcs que foi destruído após o shaman Ner’zhul abrir diversos portais em busca de mundos a ser conquistados.

Até o momento, somente um único fragmento desse mundo continua intacto, sendo conhecido como “Outland”. Dito isso, cabe aos fãs da empresa tentar desvendar ao que a marca se relaciona: minhas apostas são uma nova expansão para World of WarCraft ou algum MOBA estrelado por figuras conhecidas da franquia.

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Dead Rising 3: aplicativo para SmartGlass permite comunicação com NPCs

A Capcom Vancouver detalhou recentemente um entre vários aplicativos para o SmartGlass que devem aumentar o nível de interação com o universo apocalíptico de Dead Rising 3. O app em questão permitirá que você se comunique com personagens-chave do jogo, a fim de conquistar missões exclusivas — as quais, por sua vez, trazem também prêmios exclusivos, incluindo vários códigos de acesso.

Mas deve haver também outros aplicativos disponíveis para o aparelho — assim como toques e papeis de parede, a fim de tornar a experiência toda mais verossímil. Entre as demais possibilidades, a Capcom fala de feeds com notícias fictícias, mapas, dicas e rastreamento de missões. O seu SmartGlass também deve servir para pedir ajuda a sobreviventes já salvos e para encontrar refúgios próximos.

Dead Rising 3 deve acompanhar o lançamento do Xbox One no dia 22 de novembro.

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Análise: BF4

Chegou Battlefield 4, a aguardada continuação da série de tiro em primeira pessoa (FPS) da DICE que rivaliza com Call of Duty o posto de melhor franquia de guerra da atualidade. Dois anos depois de Battlefield 3, a sequência chega gerando bastante expectativa, que é superada em alguns aspectos, mas não em outros.

A DICE prometeu uma campanha mais profunda, digamos assim, corrigindo um problema que persegue a série já há alguns títulos: o de não conseguir causar no modo single player o mesmo impacto que apresenta no modo multiplayer.

Além disso, novidades visuais, cenários maiores e mais exploráveis e o retorno do modo Commander (ou Comandante, caso você jogue BF4 em português) também foram elementos que fazia deste um dos lançamentos mais aguardados do ano. Mas será que tudo isso foi capaz de sustentar o jogo? Confira agora o que nós achamos deste jogão.

APROVADOBem-vindo à guerra

Se ação é o que se espera de um jogo de tiro em primeira pessoa, Battlefield 4 é perfeito, pois não deixa a desejar nesse aspecto. Apesar de não trazer uma extensa lista de novidades quanto a armas e veículos, há sim mudanças sensíveis nesse sentido e você está diante de um prato-cheio de adrenalina. Guerra no ar, na terra, na água e até debaixo de tempestades (de areia, de neve ou de água mesmo).

O trabalho em equipe no modo campanha se torna ainda mais preciso e essencial para o sucesso de suas empreitadas, favorecendo o ambiente de guerra. O novo modo “atacar” faz com que o seu personagem, que sempre lidera o bando, indique aos aliados a posição dos inimigos. A partir daí, a saraivada de bala de sua equipe parte em direção aos adversários de forma organizada.

Mapas exploráveis, cenários destrutíveis

A série Battlefield é marcada por oferecer cenários enormes aos jogadores, e isso foi amplificado em BF4. O jogo apresenta mapas vastos e que mesmo no modo campanha podem ser bem explorados, especialmente durante uma batalha.

Quando o conflito se dá em campo aberto, é possível tomar diversas rotas diferentes, passar por meio a construções em pedaços ou sair em disparada em campo aberto. Qualquer caminho pode levar você ao seu objetivo e isso garante a possibilidade de várias estratégias de jogo estarem certas, reduzindo parcialmente a linearidade da jogatina.

 

 

Além disso tudo, as novas chances de interação com o cenário, que se tornam mais destrutíveis também na campanha, mas especialmente no multiplayer, dão um toque ainda mais insano ao jogo. Em Battlefield 4 não há local seguro, pois aquele escolhido como abrigo pode vir abaixo pela ação dos outros jogadores.

Não somente por ser divertido, mas esse fato merece destaque também por incentivar o dinamismo, evitando que você permaneça escondido por muito tempo no mesmo lugar — e a mesma coisa para os seus inimigos —, pois ele pode vir abaixo literalmente.

Cenários dinâmicos

O dinamismo de BF4 está não somente no fato dos cenários serem grandes e destrutíveis, mas também nas possibilidades de que eles sejas alterados a qualquer momento. Esse recurso é chamado oficialmente de Levolution e sem dúvida é um dos pontos mais interessantes do game.

Tornados, inundação com água de uma represa que acabou, arranha-céus que vêm abaixo e soterram aliados e inimigos com os seus escombros, e até mesmo um navio que invade a costa acidentalmente, tudo isso pode reconfigurar o ambiente de jogo e exigir uma nova estratégia de luta.

Multiplayer mais desafiador

Além de mais divertido, jogar online contra dezenas de outros jogadores está também mais desafiador. Um dos motivos disso tudo é o modo Obliteração, em que os jogadores disputam uma bomba para explodir alvos adversários, e também os novos mapas, como a Ferrovia Golmud, que coloca um ponto de controle em um trem se movendo pelo cenário.

A combinação dos novos detalhes de BF4, como Levolution, novo modo de jogo, novas armas e o modo Comandante, intensificam a experiência online com o título. Você chega a ficar cansado com tanta possibilidade de tensão e adrenalina presentes por aqui.

 

 

Visual estonteante

Se o trabalho já foi bem feito em BF3, em Battlefield 4 ele conseguiu ser aprimorado. O visual aqui é incrível, com belíssimos cenários e efeitos de campo impressionantes. O realismo com que os raios de sol incidem na poeira levantada por uma destruição é absurdo, tornando a experiência de jogo primorosa do ponto de vista gráfico.

Falando a nossa língua

Não é de hoje que desenvolvedores tomam ciência do quanto o mercado brasileiro é valioso e justamente por isso vêm investindo em dublagem para as edições nacionais de muitos lançamentos. Battlefield 4 é um desses casos, e mais, é um dos casos em que a dublagem é muito bem-feita.

Os atores Dan Strubach e André Ramiro emprestam suas vozes a dois dos principais personagens do game, que sempre acompanham o protagonista. Destaque especial para Ramiro, cujas falas muitas vezes lembram a de seu emblemático personagem André Matias, de “Tropa de Elite” e “Tropa de Elite 2”.

REPROVADOCampanha ainda é coadjuvante

A DICE prometeu uma campanha mais profunda, mas não é o que se vê em BF4. Obviamente, ela não é ruim e nem invalida a experiência geral do jogo, mas fica claro que este não é o prato principal do cardápio — que continua sendo o multiplayer. A história segue um clichê de jogos de guerra, com missões secretas, insubordinação, traição e redenção.

Enfim, não foi dessa vez que BF trouxe um enredo denso ou mesmo reflexivo sobre uma guerra. Não há dilemas morais e nem mesmo personagens profundos, com personalidades marcantes que são exaltadas.

Fonte da imagem: Divulgação

É lógico que esse fato se repete na maioria dos jogos de guerra, mas dá para dizer que a campanha não está à altura de uma série como Battlefield e serve mais como um grande tutorial para o multiplayer.

Inteligência nem sempre combina com destruição

A inteligência artificial de Battlefield 4 não é ruim, passando longe disso na maior parte do tempo. Mas algumas coisas deixam a desejar e são evidenciadas pela alta capacidade de destruição do cenário.

Um bom exemplo é o seguinte: um soldado inimigo está programado para se esconder atrás de uma pilastra ou no canto de uma parede, mas você destruiu o esconderijo. Nesse caso, em vez de procurar outro abrigo, o inimigo vai para o local e se esconde atrás de algo que não existe mais, ficando totalmente exposto aos seus disparos.

Você é o alvo

Quando você está em uma batalha no modo campanha, os inimigos sabem quem é você. Isso aumenta o desafio de jogo, mas prejudica o realismo, pois você se torna alvo da grande maioria dos adversários, deixando seus aliados praticamente intocados onde quer que estejam (a pé ou embarcados em algum veículo).

Muitos podem dizer que isso é bom, afinal, não alivia o jogador — e provavelmente este não é um problema grave se você escolhe o modo de jogo “Fácil” —, mas é uma falha evidente e que não combina com todo o cuidado com que Battlefield foi desenvolvido.

Fonte da imagem: DivulgaçãoClasses sem limites

Este é outro ponto negativo que pode ser visto como positivo por muita gente. Em Battlefield 4, você permanece com as tradicionais quatro classes de personagem à sua disposição (Assalto, Engenheiro, Suporte e Batedor), mas agora elas não apresentam tantos limites como antes.

Isso quer dizer que a quantidade de armas e equipamentos à disposição para cada classe está maior, permitindo assim que elas se tornem mais iguais entre si. Em suma, é fácil deixar uma classe mais parecida com outra, pois o que as define de fato é o tipo de arma e os dispositivos equipados, não tanto o nome dado a ela.

Partindo desse princípio, dá para dizer que a separação das classes pode se tornar irrelevante para os jogadores com maiores níveis, visto que eles já terão adquirido gadgets e armamentos suficientes em uma delas para se equiparar às outras.

VALE A PENA?


Respondendo rapidamente à pergunta acima: sim, afinal, isto é Battlefield. Há falhas, algumas desanimadoras, como o enredo fraco que deixa a campanha pouco empolgante, mas nada que realmente tire o brilho do jogo. As novidades também não são tão grandes assim, permitindo-nos arriscar que Battlefield 4 seria a soma deBad Company 2 com BF3.

Isso não é essencialmente ruim, afinal, a “junção” dos games é feita de forma muito competente, oferecendo ao jogador uma versão aprimorada tanto da experiência visual de Battlefield 3 quanto da destrutibilidade de Bad Company 2. Dá para somar também a presença de alguns detalhes inéditos que fazem a diferença e contribuem para uma jogatina divertida e dinâmica, com tudo o que um bom jogo de guerra deve ter.

Mas, de fato, não há uma lista vasta de itens novos e nem nada realmente revolucionário — até porque o próprio modo Comandante, um dos apelos da DICE para BF4, não é algo inédito na franquia. Em suma, dá para dizer que o jogo apresentou evolução, mas foi um passo curto, o que não tira o brilho da série e nem vai decepcionar qualquer pessoa que goste de um grande FPS.

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GameStop holandesa lista Titanfall e mostra imagem da caixa do game

GameStop holandesa lista Titanfall e mostra imagem da caixa do game | Game World | Scoop.it

Que o hype em torno de Titanfall é grande não há dúvidas. O game é uma das promessas a entrarem no seleto acervo de exclusivos da Microsoft, pois será lançado unicamente para o Xbox 360, o vindouro Xbox One e o PC.

Para saciar um pouquinho a ansiedade dos fãs, a loja GameStop da Holanda acaba de listar em seu site o game na relação de pré-vendas. O curioso é que a imagem da capa aparece na ficha do produto, sendo que ainda não houve uma divulgação em caráter oficial. Ainda não se sabe se a arte é legítima ou se haverá alguma alteração até o lançamento. Confira:

Fonte da imagem: Reprodução/GameStop

O game aparece por € 69,99 nas versões de Xbox One e Xbox 360 e € 59,99 no game para PC.

Curtiu? Titanfall será lançado para as duas plataformas da Microsoft e o PC. O game da Respawn Entertainment está programado para o começo de 2014.

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Naughty Dog revela imagem com final alternativo para The Last of Us

Naughty Dog revela imagem com final alternativo para The Last of Us | Game World | Scoop.it

Antecipando a participação que o diretor criativo Neil Druckmann e o diretor Bruce Straley, responsáveis por The Last of Us, vão ter na PAX Prime, a Naughty Dog liberou uma imagem com um final alternativo para o jogo. Na arte, é possível ver que, em um mundo paralelo no qual Joel definitivamente não conseguiu cumprir sua missão.

Durante a PAX Prime, Druckmann e Straley vão explicar como convenceram os outros membros da empresa a investir na ideia do jogo. Além disso, eles pretendem mostrar mais detalhes sobre o processo de produção do game, incluindo detalhes sobre os elementos que foram modificados em relação às ideais originais que eles possuíam.

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Ubisoft detalha como será a jogabilidade nos tempos atuais de AC4: Black Flag

Na semana passada, a Ubisoft mostrou um pouco da ambientação dos tempos atuais que teremos em Assassin’s Creed IV: Black Flag. No entanto, as imagens não revelavam muita coisa e serviram para deixar os fãs ainda mais curiosos. E eis que as primeiras explicações finalmente começam a surgir.

Em seu blog oficial, a empresa detalhou um pouco desse contexto afirmando que, apesar de um novo protagonista, teremos um arco inédito que deve mostrar as consequências da decisão de Desmond. Prova disso é que o mundo ainda permanece o mesmo, uma vez que Juno ainda não está forte o suficiente para fazer qualquer transformação.

Além disso, a empresa explicou que os jogadores poderão entrar e sair do Animus a qualquer momento e que, fora da realidade virtual controlada pela máquina, controlaremos um é um rapaz que acabou de entrar na Abstergo e que, por isso, ainda não conhece todos os seus segredos, algo que deve acontecer aos poucos à medida que se aprofunda nas memórias de Edward Kenway. A Ubisoft ainda frisou que nem todos na empresa são templários e que somente os altos cargos são ocupados por membros da Ordem. Porém, isso não significa que não vamos encontrar ninguém entre os corredores do escritório de Quebec no qual o jogo se passa.


E como o protagonista — que provavelmente não vai falar nada fora do Animus — é totalmente neutro na guerra entre assassinos e templários, isso significa que não teremos combates nos tempos atuais. De acordo com o estúdio, esses momentos servirão para que você explore a Abstergo e conheça um pouco de sua história e ambição, explorando seu prédio, ouvindo conversas alheias e invadindo seus sistemas.

Isso cria uma ligação bem direta com aquilo que vimos em Assassin’s Creed III: Liberation, em que as memórias de Aveline eram comercializadas como um game e alguém hackeava o jogo para expor a verdade. Desse modo, podemos esperar mais puzzles do gênero — como os glyphes e clusters — em AC4.


E para quem está curioso para saber se teremos alguma referência a Desmond em Black Flag, a Ubisoft explicou que o Subject 17 vai voltar, mesmo que de maneira indireta. Além dele, outros rostos conhecidos podem retornar, embora nenhum nome tenha sido citado.

Por fim, a explicação da companhia afirma que a tecnologia dos templários em relação ao Animus evoluiu bastante em relação àquilo que conhecíamos. Enquanto os jogos anteriores apresentavam uma adaptação feita pelos assassinos a partir de um projeto roubado da Abstergo, a companhia de fachada evoluiu tanto que seus servidores armazenam até mesmo memórias genéticas, o que permite que você acesse as lembranças de outros indivíduos. Só resta saber como isso vai funcionar dentro da jogabilidade.

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Assassin’s Creed tem um final, mas ainda há bastante espaço para novos games

Com uma franquia que ganhou tantos títulos em um espaço relativamente curto de tempo, é de se imaginar que Assassin’s Creed é uma daquelas franquias que jamais terá um fim. Mas, segundo Ashraf Ismail, o diretor do game, em entrevista ao Eurogamer, isso não é verdade: “nós temos uma ideia de onde o final é, qual é o final.”, declarou.

Isso não quer dizer que a franquia esteja perto do fim. De acordo com ele, Assassin’s Creed deve seguir com lançamentos anuais – dependendo do que os fãs quiserem, a Ubisoft dará mais espaço para novos títulos se encaixarem dentro do arco principal da trama.

“Nós temos múltiplos times de desenvolvimento, e nós temos a equipe da marca que está no topo e é preenchida por escritores e designers que se preocupam com o arco geral da série. Então há um arco geral, e cada iteração tem seu lugar dentro disso”. Além disso, a Ubisoft dá um espaço de dois anos para os títulos principais da franquia ganharam um acabamento extra.

Ter várias equipes trabalhando em Assassin’s Creeds diferentes acabou se mostrando extremamente vantajoso para a série, segundo Ismail. Isso porque graças a esse fator, é possível inserir dicas e eventos que acabam sendo importantes apenas nos capítulos futuros da série. “Por exemplo, no AC4 nós temos Edward, que foi semeado em AC3. Mas há muito mais coisas no nosso game que está indicando outras possibilidades”, explicou ele.

Outra vantagem é que ideias boas, mas difíceis de implementar, podem simplesmente ser deixaras para títulos seguintes. É o caso da mecânica de abordar um navio adversário que surgiu em AC3, mas só conseguiu ser inserida com sucesso em AC4.

Já um modo multiplayer para barcos, se tornou um grande problema: “nós tivemos prótipos realmente legais, mas fazê-los funcionar e balancear os sistemas – o balanço do naval é complicado –, fazer isso em um multiplayer... nós simplesmente não pudemos nesta iteração”. Admitiu ele. Ao menos sabemos que teremos algo assim em um próximo título, com sorte.

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Franquia Rage não acabou, afirma diretor da id Software

Franquia Rage não acabou, afirma diretor da id Software | Game World | Scoop.it

Quando foi anunciado, Rage foi visto como uma grande aposta da id Software no mundo dos jogos de tiro em primeira pessoa. Mas em meio às críticas da imprensa e às baixas vendas, rumores indicavam que uma sequência do título havia sido cancelada. Tal informação parece ser verdadeira, segundo fala de Tim Willits, co-fundador da desenvolvedora, durante a QuakeCon 2013.

Ele afirma que a franquia Rage não acabou, mas não possui nenhum jogo sendo desenvolvido no momento. Apesar disso, o legado da série continua vivo já que ela foi a responsável por muitos avanços na id Tech 5, o motor gráfico que está sendo usado para os jogos de tiro da Bethesda na nova geração de consoles. É o caso do novo Wolfenstein, por exemplo.

Willits afirma que a tecnologia é robusta e bastante versátil, funcionando em diversos tipos de dispositivos. O foco maior é o PlayStation 4 e Xbox One, mas ela poderia muito bem marcar presença também nos video games atuais, bem como ser utilizada em games de outros gêneros.

Por fim, o diretor da id diz ter muito orgulho das “coisas diferentes” que foram realizadas em Rage e conta que o universo do game foi construído de forma a ser facilmente expansível. Sendo assim, por mais que nada esteja em produção neste exato momento, nada impede um retorno à saga no futuro.

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Splinter Cell: Blacklist Wii U: funções exclusivas e ausência de coop

Splinter Cell: Blacklist Wii U: funções exclusivas e ausência de coop | Game World | Scoop.it

A Ubisoft deu uma notícia inusitada sobre a versão Wii U de Splinter Cell: Blacklist. O título, que chega às lojas no final do mês, conta com um modo cooperativo online, mas estranhamente, ficou sem a opção para quem gosta de jogar com tela dividida. O produtor Liu Jun explica que a ausência se deu para que todas as edições para consoles pudessem ser lançadas ao mesmo tempo.

Para compensar, porém, o game vem com uma série de funções de controle que são exclusivas do aparelho da Nintendo. Em um game que tem grande foco nos gadgets e engenhocas tecnológicas, nada melhor do que uma segunda tela sensível ao toque para permitir um controle mais intuitivo da jogabilidade.

Segundo Jun, o gamepad serve quase que como uma extensão natural de Blacklist. O microfone do controle será usado para o chat de voz nos modos online, enquanto o display do joystick imitará o OPSAT de Sam Fisher. A tela onde o herói controla todos os seus equipamentos também estará nas mãos do jogador.

Tudo isso, é claro, além das funções padrão do Wii U, como a possibilidade de jogar sem o uso de um televisor e os gráficos em alta definição. Segundo a Ubisoft, uma das grandes parceiras da Nintendo na nova plataforma, não houve tratamento diferente de uma edição para a outra. Todas são semelhantes e contarão com os mesmos conteúdos extras, lançados posteriormente.

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Avanço das plataformas fará multiplayer se tornar rico e profundo, diz Ubisoft

Avanço das plataformas fará multiplayer se tornar rico e profundo, diz Ubisoft | Game World | Scoop.it

Jade Raymond, diretora da Ubisoft Toronto e grande nome por traz de franquias comoAssassin's Creed e Splinter Cell, acredita que o modo multiplayer vai competir cada vez mais com a campanha principal a partir da próxima geração. Para ela, isso se deve a um investimento cada vez maior em captura de movimentos e inteligência artificial.

Ela aponta um esforço cada vez maior das empresas em criar contextos e narrativas também para os extras online, com mundo populosos e cheios de vida. Mas pondera que os avanços aqui não devem ser exclusivamente técnicos e também precisam existir na forma como o jogador interage com esse mundo online.

Raymond aponta Splinter Cell: Blacklist como um expoente desse movimento ainda na atual geração. Para criar o modo cooperativo do título, a empresa investiu em sistemas de inteligência artificial e movimentos fieis para o companheiro, mesmo quando se está jogando sozinho. Todos se parecem com gente de verdade e não robôs controlados por um computador.

 

Raymond acredita que, para muita gente, o modo online de jogos de tiro pode ser uma experiência intimidadora, uma vez que nem todos são grandes jogadores. Sendo assim, uma boa parcela do público acaba nem mesmo experimentando tais modalidades, movidos por uma ideia primordial de que apenas os fortes sobrevivem nas arenas virtuais.

A executiva aponta um problema nesse tipo de abordagem. Como no multiplayer estamos sempre jogando com ou contra outras pessoas, muito da experiência acaba dependendo da habilidade de cada um. E para ela, isso precisa acabar.

Splinter Cell: Blacklist chega ao mercado no final do mês para PC, PlayStation 3, Wii U e Xbox 360.

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Ouvir consumidores foi um erro da Microsoft, afirma pioneiro dos MMOs

Para o veterano dos MMOs Jesse Schell, a notícia de que a Microsoft voltou atrás quando às políticas de jogos digitais do Xbox One foi um erro, motivado por uma empresa e público incapazes de mudar e seguir em frente. Ele se junta ao coro de David Darling, fundador da Codemasters, que também criticou a empresa na semana passada.

Na visão do designer, a Microsoft estava tentando dar aos jogadores o equivalente ao Steam para consoles, mas o próprio público não é capaz de enxergar isso. Foi daí que vieram todas as reações negativas às políticas de DRM do Xbox One, que resultaram em proclamações de uma vitória da Sony durante a E3 e na modificação completa na abordagem da fabricante em relação a seu novo video game.

Schell vai além, afirmando que ouvir única e exclusivamente aos consumidores vai contra a cultura da inovação, que consiste em apresentar às pessoas novas tendências antes mesmo que elas saibam se as querem ou não. É justamente por isso que muitas companhias parecem fadadas ao fracasso quando apresentam um produto revolucionário e prosperam caso o material seja realmente de qualidade.

O outro lado da moeda também procede. Companhias que se mantêm fazendo a mesma coisa por anos e anos falham quando a tecnologia evolui. Na tentativa de fugir das críticas de seus “fieis consumidores”, elas acabam cometendo justamente o erro que, mais tarde, fará com que sua base de fãs os abandone.

Para Schell, o único motivo pelo qual a Valve conseguiu criar o Steam e ter tanto sucesso com ele foi a inexistência de um modelo semelhante no passado. Caso algo assim existisse, o designer afirma com certeza que os fãs criticariam as novidades apresentadas pela empresa e acabariam matando o serviço antes mesmo de sua criação.

Consumidores querem algo exatamente igual ao antigo, mas completamente diferente, conclui o designer. Ele indica que a única maneira de atingir essa equação é criar um produto alternativo, algo que muitas empresas são hesitantes em fazer. E esse tipo de pensamento, afirma, acaba propiciando a entrada de novas empresas no mercado, que fazem coisas que ninguém mais é capaz.

No fim das contas, pode não ser de tudo ruim. E você, acredita que as mudanças efetuadas pela Microsoft foram um erro ou acredita piamente que os discos e distribuição física de jogos continuarão sendo a tônica que leva o mercado para a frente?

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Só veremos o próximo jogo da desenvolvedora de Journey daqui a dois anos

Só veremos o próximo jogo da desenvolvedora de Journey daqui a dois anos | Game World | Scoop.it

É difícil definir Journey ao encará-lo como um game. O jogo da thatgamecompany é uma verdadeira experiência diferente de qualquer obra que tenhamos experimentado antes. E os que estiverem contando os dias para conferir o próximo trabalho da desenvolvedora vão ter que esperar mais, pois seu próximo jogo será lançado só daqui a dois anos.

A boa notícia é que, bem, existe um game, há um projeto em andamento. Segundo Jenova Chen, co-fundador da thagamecompany, o novo título é uma “iniciativa arriscada” e será multiplataforma. Os temas do game serão semelhantes àquilo que vimos no catálogo da desenvolvedora, que, além de Journey, inclui os sucessos Flower e flOw, todos exclusivos para o PS3 e PS Vita (flOw tem uma versão para PC também).

Assim como Journey, o título poderá ser jogado em campanha solo ou com outros jogadores, que poderão novamente se comunicar sem proferir ou escrever qualquer palavra. A forma pela qual ocorrerá a comunicação ainda não foi definida pela companhia. O que se sabe, contudo, é que será possível curtir o game ao lado de outro jogador, na mesma sala. E essa foi uma das prioridades de Chen.

“Muitas pessoas nos perguntaram por que Journey não permitia jogar com os amigos ou a família, mas isso acabaria com o propósito do jogo. No entanto, para um game ser totalmente acessível a crianças e adultos, homens e mulheres, o novo título tem de permitir que os jogadores curtam com as pessoas que amam”, declarou o executivo.

Resta torcer para que os dois anos compensem e que a thatgamecompany entregue outra bela experiência a nós.

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Warner Bros. pede desculpas pelos bugs de Batman: Arkham Origins

Após o lançamento de Batman: Arkham Origins, muitos jogadores ficaram decepcionados pelo estado instável do título, situação que impediu que alguns consumidores avançassem na aventura. Ciente dos problemas que ocorreram, a Warner Bros. divulgou um comunicado no qual pede desculpas pelo ocorrido e promete uma correção rápida para o problema.

“Nosso time está correndo contra o relógio para analisar, validar e corrigir os problemas que têm sido reportados. A partir disso, identificamos três situações que estão sendo corrigidas com prioridade e que estamos listando abaixo. Para arrumá-las, esperamos disponibilizar uma atualização de software que será disponibiliza dentro da próxima semana”, explicou um gerente de comunidade da empresa.

Entre os principais problemas enfrentados pelos jogadores está a “queda infinita” testemunhada em alguns momentos, a impossibilidade de continuar a história e o fato de o modo FreeFlow Focus não ser desbloqueado após o terceiro ranking da opção “Shadow Vigilante” ser desbloqueado.

Segundo a companhia, correções para esses problemas já foram disponibilizados para a versão do game disponível no Steam e os patchs que estão sendo criados no momento se referem às adaptações para consoles. “Fiquem assegurados que continuamos a monitorar todos os canais para detectar problemas testemunhados pelos jogadores e vamos lançar atualizações adicionais conforme elas se tornam disponíveis”, prometeu a Warner Bros.

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Thief: novo trailer apresenta o “empregador” de Garrett, Basso

A Eidos-Montreal e a Square Enix parecem realmente empenhadas em provar que as primeiras impressões deixadas pelo reboot de Thiefem alguns fãs mais calejados não devem ser tomadas pela totalidade do jogo. De fato, a fim de reforçar a qualidade da reinvenção da série, a dupla acaba de colocar o primeiro de uma série de vídeos “estilizados” que devem contar a história do mundo convulsionado do game pela ótica de seus personagens desventurados.

No primeiro trailer, Basso, o “mais próximo que Garrett chega de ter um amigo”, expõe as mazelas da cidade fictícia sob o domínio insidioso do barão Northcrest e de uma doença misteriosa conhecida apenas como “The Gloom”. Basso era, ele próprio, um ladrão, embora hoje se limite a utilizar sua vasta rede de conexões para arrumar “trabalhos” para Garrett.

O renascido Thief deve chegar às prateleiras no dia 25 de fevereiro de 2014, com lançamentos previstos para PC, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 e Xbox One.

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Megan Fox é a estrela do novo trailer de Call of Duty: Ghosts

A Activision divulgou na tarde de hoje um trailer promocional do game Call of Duty: Ghosts, que chega às lojas no próximo dia 5 de novembro. O vídeo "Epic Night Out" se passa na cidade de Las Vegas e revela ainda outras localidades improváveis como o espaço.

Entretanto, a grande atração da produção é a participação da atriz Megan Fox,  Call of Duty: Ghosts será lançado na próxima semana para Wii U, Xbox 360, PlayStation 3 e PC. Versões para Xbox One e PlayStation 4 serão liberadas após o lançamento dos consoles.

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Análise Assassin's Creed IV: Black Flag

O vasto mar do Caribe se abre à sua frente. O sol queima a pele de seu rosto, evidenciando as cicatrizes que você colecionou a cada batalha vencida. O navio desliza rapidamente sobre as ondas, impulsionado pelos ventos que vêm do Atlântico. A tripulação a bordo comemora, ri, bebe e pragueja, fazendo com que as vozes exaltadas se confundam com o ranger das vigas que sustentam a embarcação. Estamos no século 18 e isso significa que essas águas não são seguras para ninguém — exceto, é claro, se você for um maldito pirata.

Portanto, esqueça os sonhos renascentistas de Ezio ou o idealismo de Connor: em Assassin’s Creed IV, as coisas são um pouco mais diretas e menos romantizadas. Estamos falando de lobos do mar, de bandidos que velejam sob uma bandeira negra em busca de uma única coisa: ouro. Tesouros que se escondem em grandes embarcações, esperando para serem saqueados. E é aí que Edward Kenway entra na história.

Só que a entrada do corsário ao rol de protagonistas vai muito além do rosto que estampa a caixa. Além das melhorias óbvias na jogabilidade, Black Flag ajuda a expandir a mitologia criada pela Ubisoft ao mostrar quem nem só de bons moços vive o Credo dos Assassinos. Enquanto os heróis anteriores lutavam por uma ideia ou um sonho, o novo personagem prefere valorizar muito mais os prazeres da vida pirata do que defender uma causa — por mais que isso seja deixar de lado o cerne da franquia.

 

APROVADO

20 mil léguas submarinas

O desafio de toda série anual é trazer novidades significativas a seus lançamentos — algo que nem todo mundo consegue fazer. E por mais que muita gente torça o nariz para a periodicidade que a Ubisoft deu a Assassin’s Creed, a verdade é que ela consegue fazer isso sem deixar a franquia cair no incômodo mais do mesmo. E Black Flag mostra como isso é possível.


O novo game traz tudo aquilo que funcionou nos jogos anteriores e corrige as falhas apresentadas por eles. Por mais que ele não traga um salto de inovação semelhante ao que vimos na transição de AC: Revelations para AC3, Black Flag consegue melhorar — e muito — praticamente tudo na mecânica de combate e exploração. Em comparação a seus antecessores, AC4 é muito mais refinado e prático.

O maior exemplo disso é o próprio sistema de navegação, que está muito mais simples e acessível do que o visto no último jogo. Navegar pelos mares deixa de ser um pequeno extra e passa a ser parte fundamental do novo jogo, já que você quase passa mais tempo em seu barco do que sobre a terra firme. E para que isso fosse possível, algumas mudanças básicas foram feitas para facilitar a transição.

O primeiro ponto é que o controle do navio foi facilitado. Além de poder navegar a velocidades bem maiores — deixando as viagens menos maçantes —, o uso dos canhões também foi reformulado para tornar os combates mais dinâmicos. Em AC4: Black Flag, não é mais necessário deixar seu navio lado a lado com o inimigo para causar dano, já que os disparos podem ser feitos a partir de qualquer ângulo.

Pode parecer uma mudança simples, mas isso faz muita diferença em sua vida pirata. A facilidade para trocar o tipo de munição e a liberdade de atacar por diferentes frentes tornam tudo bem mais ágil, já que você não precisa perder tempo manobrando a embarcação.


Por outro lado, essa alteração é compensada por um aumento na quantidade e no tipo de navios inimigos. A variedade de embarcações é bem grande e algumas vão dar muita dor de cabeça para o capitão assassino — principalmente quando sua cabeça é posta a prêmio e caçadores de recompensas começam a caçá-lo. É possível analisar o poder de fogo e o tipo de carga que cada oponente carrega a partir de sua luneta, o que ajuda na hora de decidir se você deve ou não entrar naquela batalha.

Outra novidade bem interessante oferecida pela Ubisoft neste novo Assassin’s Creed é que Edward não está mais preso ao timão, o que significa que você tem liberdade total para deixar o controle a algum encarregado e ir cuidar de outras tarefas no navio — ou simplesmente se jogar em alto mar.

Esse pequeno detalhe abre o leque de possibilidades em um nível incrível. Primeiramente, as opções de exploração expandem consideravelmente. Como você pode aportar em qualquer lugar, isso significa que o assassino pode parar em alto mar para conferir que segredos se escondem naquela pequena ilha, partir em caçada a tubarões e baleias ou mergulhar em busca de tesouros naufragados.

Mais do que isso, após uma batalha naval, você pode simplesmente invadir e saquear o navio inimigo, o que pode ser feito tanto para aumentar suas provisões quanto ampliar o tamanho de sua frota — algo que todos esperavam ver em AC3 e que, infelizmente, ficou de fora.

Pirata e explorador

Contudo, a possibilidade de entrar e sair do navio a qualquer momento não é o único incentivo a explorar o mundo de Assassin's Creed IV. Na verdade, praticamente tudo pode ser visto como um convite para que você pare por alguns instantes a fim de descobrir o que há em cada área do mapa.

Primeiramente, temos a parte gráfica. O jogo está muito bonito, sobretudo em sua arte. Se, em AC3, tudo era muito cinzento, Black Flag surpreende ao ir no sentido oposto e apresentar um mundo bastante colorido e bem iluminado, fazendo com que tudo salte aos seus olhos. Isso já é perceptível quando Edward está em alto mar — as águas caribenhas são de cair o queixo —, mas fica ainda mais evidente quando ele aporta em alguma ilha ou vilarejo.

A quantidade de detalhes em cada área é impressionante e, por mais que os consoles atuais sofram um pouco para dar conta do recado, o trabalho da Ubisoft na parte visual está impressionante.

E como já é típico da série, Assassin's Creed IV traz um excelente trabalho na hora de recriar a arquitetura, os costumes e outros elementos da época. Essa ambientação ajuda a tornar a imersão naquele contexto ainda mais profunda, pois há uma série de referências históricas a cada novo local visitado.

As plantações de cana-de-açúcar que podem servir de esconderijo para Edward durante as perseguições, o comércio de escravos nas áreas portuárias e até mesmo o encontro de diferentes culturas e povos em uma "terra de ninguém" dominada por piratas podem ser facilmente identificados. É engraçado andar por uma taverna e ver personagens xingando alguém em espanhol e ver outra pessoa retrucando em inglês, mostrando o quão diverso era o clima naquele período. Só é uma pena que parte disso se perca durante a dublagem.

Outro ponto interessante de imersão que também favorece a exploração do cenário é a questão geográfica. A Ubisoft pesquisou a flora e a fauna da região para que o jogador pudesse usar isso a seu favor. Tanto que, ao chegar a um novo território, ele já consegue ver que animais se escondem ali.


E isso é bastante útil, pois o sistema de caça foi estimulado em AC4. Emprestando uma das ideias mais divertidas de Far Cry 3, Edward Kenway pode caçar alguns bichos para coletar materiais que vão ser úteis na hora de confeccionar novos equipamentos. É algo simples, direto e que melhora muito aquilo que foi introduzido no game anterior.  

Isso sem falar, é claro, das dezenas de missões paralelas espalhadas pelo enorme mapa e de uma infinidade de colecionáveis que vão consumir horas e horas de jogatina.

Entrando em combate

Em relação ao sistema de combates, Assassin's Creed IV não inova muito, mantendo o estilo mais ágil e simplificado que vimos anteriormente. A diferença é que, desta vez, você tem novas opções ao seu arsenal.

Enquanto Connor estava sempre acompanhado de sua inseparável machadinha, seu avô é um homem mais prático. Além das icônicas Hidden Blades, Edward Kenway vai à luta com duas espadas e quatro pistolas, que garantem variedade durante os confrontos. Lembra-se de como era chato recarregar a munição de sua arma após um disparo? Pois, ao usar quatro delas, o herói fica menos dependente desse incômodo processo — sem falar que ele fica muito mais estiloso.

Outra novidade interessante é a adição da zarabatana, que, apesar de não ser algo inédito na série — a arma é herança de AC3: Liberation e o próprio Ezio já conseguia realizar efeitos de envenenamento semelhantes —, consegue trazer alguns elementos estratégicos que podem ser úteis à sua abordagem.

Trazendo respostas

Depois daquela palhaçada que foi o final de Assassin's Creed 3, todos queriam saber como Black Flag daria continuidade aos acontecimentos dos tempos modernos, principalmente com Edward Kenway sendo mais um dos antepassados de Desmond Miles. E, apesar de algumas decisões de design bem questionáveis, a solução encontrada agrada.

Em AC4, assumimos o papel de um funcionário da fictícia Abstergo Entertainment, uma produtora de jogos comandada por templários que vende a memória genética de assassinos como brinquedo, e que vai descobrindo a verdade sobre seu empregador aos poucos. E, à medida que ele mergulha nesses segredos corporativos, mais detalhes sobre o fim de Desmond e o futuro da humanidade são apresentados.

O destaque aqui fica por conta da metalinguagem. A Ubisoft decidiu brincar com essa ideia e fazer com que a Abstergo fizesse várias relações a fatos reais, incluindo à própria desenvolvedora. Tanto que eles mesmos tratam Assassin's Creed como uma franquia de games, com pôsteres e livros espalhados por todos os cantos. Há até mesmo menções aos trailers lançados e a AC3:Liberation — sem falar do vindouro Watch Dogs.

Essas pequenas piadas servem como um incentivo para explorar os prédios atuais em busca de segredos, embora todo o restante desta parte do jogo seja sofrível.

Multiplayer do seu jeito

Em Assassin’s Creed IV: Black Flag, a Ubisoft optou por não mexer na estrutura de seu multiplayer, mantendo os mesmos modos e estrutura do jogo anterior. No entanto, isso não significa que ela não trouxe nenhuma novidade às partidas online.

Com o modo Oficina de Jogo, você pode editar os parâmetros da partida, alterando as regras de pontuação ao adicionar e remover algumas exigências. Por mais que isso não altere o funcionamento do jogo, as mudanças podem criar dinâmicas completamente variadas de acordo com as suas escolhas.

É possível proibir o uso de determinadas armas e habilidades ou fazer com que apenas às mortes à distância sejam consideradas válidas. Além de dar muito mais liberdade ao jogador de definir como ele quer jogar, isso ainda obriga os competidores a reformularem suas estratégias para cada situação.

 

REPROVADOUm herói menos memorável

Por ser um assassino um pouco diferente de Ezio e Connor, Edward Kenway se torna uma adição bastante interessante ao rol de protagonistas da série. No entanto, ao mesmo tempo em que é muito legal vermos um personagem menos heroico e que leva o lema de “tudo é permitido” ao pé da letra, isso acaba deixando de lado muito daquilo que é a base da série.

De todos os assassinos apresentados até agora, a história de Edward é a menos envolvente. É divertido acompanhar suas desventuras, mas porque a temática pirata chama a atenção. A parcela “assassina” é pouco trabalhada e a falta de uma causa torna suas ações vazias. É uma constante corrida por ouro que pode animar no início, mas que cansa rapidamente.

Isso tudo torna o enredo de Assassin’s Creed IV: Black Flag o mais raso de todos. Enquanto os demais jogos tinham um foco bem maior na luta do Credo contra os Templários, esse conflito milenar é colocado quase em segundo plano por aqui. O foco ainda é a atividade corsária, criando um afastamento da temática central da série que destoa bastante daquilo que os fãs esperavam.

O maior exemplo disso é que Kenway se torna um assassino por acaso e começa a se relacionar com os outros a partir de seus próprios interesses. E por mais que isso sirva para mostrar a evolução de como um simples bandido dos mares se transformou em um “herói invisível” da História, esse processo de transformação é lento e cansativo.

Sofrimento moderno

Apesar de a exploração da Abstergo Entertainment trazer muitas respostas para a série, ela é incrivelmente chata, lenta e cansativa. Lembra-se de como era horrível controlar Desmond em Assassin’s Creed: Revelations? Pois a perspectiva em primeira pessoa está de volta, para a tristeza de todos.

E isso apenas contribui para a falta de identificação e interesse no que está acontecendo. Por mais que você fique curioso para descobrir que segredos os Templários escondem em seus escritórios, a péssima mecânica nos faz pensar duas vezes antes de procurar notas ocultas e computadores para serem invadidos.

Mais do que isso, a falta de um rosto, nome ou qualquer outro tipo de elemento que ajude na construção de um vínculo faz com que seja impossível criar empatia ou interesse com os acontecimentos modernos. Isso torna tudo muito mecânico e pouco chamativo, fazendo com que você não tenha a menor vontade de sair do Animus.

Adições questionáveis

 Por mais que Assassin’s Creed IV seja, em sua grande maioria, um refinamento daquilo que vimos nos jogos anteriores, isso não significa que algumas dessas mudanças tenham funcionado tão bem quanto a produtora esperava.

O maior exemplo disso é o sistema de marcação de alvos. A característica foi trazida diretamente de Splinter Cell e, por mais que ela seja realmente bem útil durante algumas missões, a habilidade de Sam Fisher não se encaixa tão bem no mundo dos assassinos.

Ao ativar o recuso, os pontos de interesse podem ser visualizados através de paredes e qualquer outro tipo de obstáculo. Isso ajuda muito quando você precisa acompanhar alguém na surdina e manter contato visual para não ser dessincronizado. O problema é que não há nenhuma diferenciação quando o inimigo está atrás de uma barreira ou claramente à sua frente. É praticamente impossível fazer a distinção.

Isso fica ainda pior quando você precisa fazer um assassinato aéreo. Afinal, o alvo está em seu raio de alcance ou ele está dentro de alguma construção? Difícil dizer, o que pode arruinar toda sua estratégia e acabar com a missão.

A seleção de equipamentos também sofreu reajustes e ficou um pouco mais confusa em Black Flag. A roda de armamentos foi substituída por duas barras que podem ser acessadas pelo D-Pad. E por mais que isso dê um dinamismo maior à escolha, já que não é preciso parar a ação para definir o que usar, isso torna as coisas menos precisas, já que você perde muito mais tempo procurando o objeto desejado.

VALE A PENA?

Assassin’s Creed IV: Black Flag é um daqueles complicados casos em que o game consegue ser muito bom tecnicamente, melhorando muitos aspectos de seus antecessores, mas que não traz o mesmo charme. É como se, apesar de cumprir todos os requisitos básicos para se fazer um bom jogo, ele esquecesse de sua alma.

E boa parte dessa falta de “carisma” da sequência está no próprio enredo. AC4 se distancia demais daquilo que seus antecessores trouxeram à mitologia da série, colocando a história dos assassinos quase em segundo plano para valorizar a temática pirata. Ele ainda é divertido e vai consumir horas e mais horas de sua vida, mas não com o mesmo engajamento de outrora.

Contrariando todas as expectativas, a Ubisoft conseguiu trazer um jogo que é muito superior aos anteriores, mas na parte técnica. As melhorias no sistema de navegação e exploração são ótimas, mas não o suficiente para superar os jogos anteriores. Enquanto a história de AC3 era quase uma épica, Assassin’s Creed IV: Black Flag se apresenta praticamente como um clássico da Sessão da Tarde: divertido mas simples, descompromissado e fácil de esquecer.

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Square Enix divulga resultados obtidos em seu primeiro trimestre fiscal

A Square Enix apresentou seus resultados financeiros obtidos durante o período de três meses findado no dia 30 junho em relatório divulgado hoje (06) pela PR Newswire. O prejuízo líquido reportado pela companhia foi de 493 milhões de ienes – no ano passado e nesse mesmo período, a empresa contava com perdas na casa dos 2.1 bilhões de ienes.

Apesar da notável redução em seus resultados negativos (cerca de 75%), a empresa continua ainda no vermelho. O principal motivo atribuído à atual marca da Square Enix foi o desempenho truncado de seus negócios no segmento dos consoles – cerca de 1.6 bilhões de ienes foram gastos com os projetos encabeçados pela companhia no respectivo setor.

O conteúdo digital desenvolvido para navegadores e para plataformas móveis, contudo, tem conquistado fatias cada vez mais largas do mercado (confira aqui o que a companhia tem a dizer sobre o assunto). Ainda assim, a receita gerada pela empresa neste ano foi de quase 24.1 bilhões de ienes – uma queda de praticamente 33% em relação a 2012.

Mesmo reportando resultados não tão otimistas, a empresa não pretende interromper nenhum de seus projetos, uma vez que a reestruturação de seus métodos de negócios pode fazer com aSquare Enix volte a ser uma empresa lucrativa.

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Segundo produtor, Bayonetta 2 será muito melhor que o primeiro jogo

A Platinum Games é bastante conhecida por trabalhar em inúmeros projetos no passado (como MadWorld, Vanquish e Infinite Space), porém o esperado título Bayonetta 2 é a primeira sequência oficial do estúdio. O game exclusivo de Wii U tem se mostrado bastante promissor aos olhos do público, gerando muitas expectativas e comparações com o jogo anterior.

Apesar da pressão que sempre existe em fazer continuações, o produtor Atsushi Inaba disse que recebe o desafio de fazer um jogo melhor do que o antecessor de muito bom grado. Em reportagem da revista Game Master, Inaba disse: "Pensando bem, essa é a primeira sequência em que estamos trabalhando. E nós estamos felizes por termos a oportunidade de criar qualquer jogo, mas... Nós aceitamos o desafio de superar o primeiro game".

Bayonetta 2 será lançado no Wii U somente em 2014.

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Epic Games pode estar trabalhando em Infinity Blade 3

Epic Games pode estar trabalhando em Infinity Blade 3 | Game World | Scoop.it

O sucesso de Infinity Blade 2 parece ter comovido a Epic Games mais do que muita gente imaginava.

Se a sequência chamada de Infinity Blade: Dungeons foi cancelada, pelo menos os motivos reais que levaram o estúdio a tomar essa atitude provavelmente vão ser comemorados pelos fãs do título.

Isso porque uma notícia no site Kotaku traz um rumor bem mais interessante. De acordo com a página, a Epic Games está trabalhando em um Infinity Blade 3. A descoberta teria sido feita por meio de um canal um tanto diferente, mas que já rendeu diversos “furos de reportagem” no mundo da tecnologia: o LinkedIn.

O perfil de um testador sênior dentro da Chair, empresa que está por trás do desenvolvimento do jogo (e que funciona em conjunto com a Epic Games), teria postado em sua conta o trabalho com o título Infinity Blade 3, para iPhone, como um dos seus projetos em andamento. Será que se trata de um erro de digitação ou ele acabou, “sem querer”, entregando a chegada de uma continuação?

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"Hitman Absolution" é jogo gratuito para assinantes PS Plus em agosto

O game de ação furtiva "Hitman Absolution" estará disponível para download gratuito para os assinantes do serviço PlayStation Plus norte-americano, a partir de amanhã (6).

Nas semanas seguintes, entrarão para o catálogo também os jogos "Bit.Trip Runner 2" e "Zen Pinball 2: Star Wars Pinball", ambos para PlayStation 3. Já o PS Vita receberá "Darkstalkers Chronicle: The Chaos Tower" (PSP) e "Machinarium".

Durante o mês de agosto, os assinantes PS Plus terão também descontos em diversos jogos de Rayman, o mascote da Ubisoft. "Rayman Origins", para PS Vita, por exemplo, sairá por US$ 6,75 para os usuários do serviço.

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Betrayer, da mesma equipe de F.E.A.R., é anunciado e promete ser "tenso"

O shooter “artesanal” Betrayer acaba de ser anunciado e já tem data de lançamento: 14 de agosto. A boa notícia é que os desenvolvedores que atuaram em F.E.A.R. e No One Lives Forever fazem parte da equipe por trás do game.

Betrayer é um trabalho dos estúdios Blackpowder Games com uma proposta visualmente diferente. Trata-se de um shooter com temperos artesanais: o game é monocromático e retrata a Virgínia colonial.

A história se passa em 1604 e se baseia no oeste americano daquele período. Os inimigos são soldados mortos-vivos que emergiram de um misterioso acampamento britânico. Para compreender a montagem da trama, os jogadores podem procurar por artefatos espalhados pelo vasto mundo em preto e branco. Os objetos de interesse ficam realçados na cor vermelha – alguém aí se lembrou de Sin City? – para facilitar a navegação e orientação dos jogadores.

A arsenal à disposição traz mosquetes, arco e flecha e machados que podem ser atirados, entre outras opções. À medida que o jogador desbrava novos ambientes, encontra mais armas.

O CEO da desenvolvedora, Larry Paolicelli, falou sobre os diferenciais desse visual pitoresco. “Quando quisemos dar cor [ao projeto], perdemos a tensão. Perdemos a sensação de se estar naquele mundo. Fizemos testes e mostramos as duas versões às pessoas, mas todos gostaram mais do game em preto e branco por causa da tensão, do senso de mistério”, disse o executivo.

O ar misterioso de Betrayer vai assombrar o Steam a partir de 14 de agosto por US$ 15,00. Por enquanto, portanto, o game é exclusivo para PC.

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Sites da Crytek saem do ar e dados de usuários podem estar em risco

Sites da Crytek saem do ar e dados de usuários podem estar em risco | Game World | Scoop.it

Os sites da desenvolvedora de Crysis estão em crise. Trocadilhos e rimas à parte, quatro sites daCrytek estão fora do ar devido a “atividades suspeitas”: Crytek.com, Mycryengine.com,Crydev.net e MyCrysis.com.

Ao clicar em qualquer um dos links anteriores, o internauta é direcionado a uma página com os seguintes dizeres (traduzidos em português aqui): “Recentemente ficamos cientes de atividades suspeitas relacionadas a alguns sites da Crytek e agimos rapidamente para deixá-los fora do ar por razões de segurança. Agradecemos a sua paciência e esperamos que os sites voltem a operar normalmente em breve”.

Os outros sites da desenvolvedora, como o Crysis.com, não foram afetados e operam normalmente.

Até o momento desta notícia, os sites permanecem fora do ar. A Crytek admitiu e investiga a possibilidade de vazamento das informações de usuários. “Embora seja incerto que o incidente fez com que endereços de e-mail e senhas de usuários foram copiados e decodificados, é possível que aqueles com cadastro nesses sites tenham tido seus dados pessoais copiados”, declarou a desenvolvedora.

A Crytek enviou um e-mail a todos os usuários cadastrados nos sites que estão fora do ar sugerindo que alterem a senha quando as páginas estiverem operando normalmente.

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Skyrim abocanha prêmio de melhor jogo desta geração

A Bethesda Softworks deve estar muito feliz por colher mais uma glória referente ao seu RPG The Elder Scrolls V: Skyrim. Desta vez, o título foi o vencedor de uma enorme enquete realizada pelo braço britânico da rede online Amazon, a qual queria saber “Qual foi o melhor jogo desta geração?”.

A épica continuação de Oblivion conseguiu ficar a frente de nomes extremamente ovacionados, como o exclusivo The Last of Us, Uncharted 2 e o incrível Red Dead Redemption (da Rockstar Games). E tem mais nomes maravilhosos que participaram da enquete: Fallout 3, Grand Theft Auto IV, BioShock e Portal 2!

Bom, já que falamos em tantos nomes de títulos bons, aqui vão mais alguns que nos fazem ter orgulho de sermos proprietários de Xbox 360, Nintendo Wii, Playstation 3 e/ou de computadores com as configurações necessárias: Super Mario Galaxy, Call of Duty 4: Modern Warfare,Mass Effect 2, Batman: Arkham City, Far Cry 3, BioShock Infinite, The Walking Dead eMetal Gear Solid 4:Guns of the Patriots.

Vale sempre lembrar que Skyrim foi lançado no cabalístico dia 11/11/11 e, agora que você se dá conta, que já faz quase dois anos que o game está por aí. O próximo membro da família de RPGs da Bethesda será The Elder Scrolls Online e o título deve ser lançado em algum momento do ano que vem, com versões para PC, PlayStation 4 e Xbox One.

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Tablets e smartphones não serão usados em Battlefield 4 para PS3 e Xbox 360

Tablets e smartphones não serão usados em Battlefield 4 para PS3 e Xbox 360 | Game World | Scoop.it

No final de julho, a Electronic Arts anunciou a função Battlescreen, que vai integrar tablets e smartphones como uma segunda tela aos modos online de Battlefield 4. Essa novidade, porém, estará disponível somente para quem for jogar o game no PC, PlayStation 4 ou Xbox One.

O produtor Jesper Nielsen não deu muitos detalhes sobre a ausência, explicando apenas que a rede social Battlelog tem seu uso completamente baseado na internet e que, assim, seria possível adicionar funções mais rapidamente e de maneira mais fácil. Isso, porém, não se encaixa na arquitetura atual, que geraria um grande trabalho para que a novidade pudesse ser aplicada.

Entre as funções do Battlescreen estão o minimapa, a criação de estratégias de combate e a montagem de kits e loadouts mesmo quando não se está jogando. Além disso, é possível acompanhar rankings online, escolher novos modos e entrar e sair de partidas a partir dos dispositivos móveis, com as alterações se refletindo na jogatina.

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