Educação Prazerosa
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Educação No Século XXI.

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A marca do tempo em que vivemos é a competitividade e ela não permite mais ao cidadão, para garantir seu emprego ou renda, ter um currículo restrito às disciplinas convencionais. O analfabetismo funcional, segundo a Fundação Paulo Montenegro – ou seja, a dificuldade que 75% da população brasileira tem de “compreender e interpretar elementos usuais da sociedade letrada” é ainda um dos maiores problemas do Brasil.

A conclusão é óbvia, o pouco acesso a uma boa educação – que só tem uma minoria da população – é o responsável pela concentração de renda e o atraso na economia. No Pará, por exemplo, é indispensável que os investimentos sejam maciços no campo, na educação voltada para a indústria pesqueira, pois temos uma costa fantástica; a metalurgia, siderurgia, agricultura, turismo ecológico e tudo que esteja relacionado ao meio ambiente, pois estamos na Amazônia. A necessidade é urgente em formar mão de obra qualificada para ocupar todos os espaços. Nas maiores cidades, o setor de serviços precisa ser pensado, porque hoje é grande a demanda por profissionais qualificados, principalmente pelas empresas estrangeiras que aqui investem. Além de todas as dificuldades que enfrenta a Educação, ainda sobram os analfabetos, que hoje representam 10% da população brasileira. No campo, a taxa sobe para 23%, segundo o Observatório da Equidade, órgão do governo federal. Os analfabetos – os que não sabem ler ou escrever – são os indivíduos mais excluídos de um país. O analfabetismo é vergonhoso tanto para os governos quanto para os cidadãos. Essa talvez seja a tarefa número um de um Brasil que deseja ser moderno e integrado na comunidade internacional.

Eu acredito que no Pará, é hora de se pensar no interior. Não que as grandes cidades não necessitem de atenção. Mas, a extensão territorial do estado tem que deixar de ser um problema para milhões de jovens, que deixam suas famílias, costumes e amigos e vem estudar na capítal. Essa urgência de investimentos na educação dos municípios é a saída para o progresso de todo o Pará. Impossível pensar que apenas Belém conduza o nosso desenvolvimento, quando no interior estão nossas melhores reservas e vocações. E as escolas tem que ser profissionalizantes, para que o jovem, antes de ingressar na universidade, já tenha uma profissão. Por outro lado, as universidades tem que ofertar cursos comprometidos com a nossa vocação econômica. Em meus governos, além de criar a Universidade do Estado, instalei nove pólos universitários por todo o interior. Meu governo participou da interiorização da Universidade Federal do Pará. Inaugurei quatro escolas profissionalizantes, sem contar a desapropriação do Seminário Pio X, em Marituba, que foi transformado na Escola Agrotécnica Juscelino Kubitschek, abandonada nos governos que me seguiram, apenas para apagar a memória do meu tempo.

Enfim, é hora de fazermos uma leitura desse novo cenário e nos prepararmos para uma revolução educacional que privilegie os setores econômico e social. E isso é uma responsabilidade também do setor privado, que deve ser um forte aliado do governo na formação da sociedade futura, na qual as escolas tem que ser dotadas com estruturas compatíveis ao século que vivemos.

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Educação Ambiental.

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A educação ambiental é processo permanente, no qual os indivíduos tomam consciência do seu meio ambiente e adquirem conhecimentos, valores, habilidades, experiências e determinação que os tornam aptos a agir – individual e coletivamente – e resolver problemas ambientais presentes e futuros (Ministério do Meio Ambiente e da Amazônia Legal & IBAMA, 1993).
A Educação Ambiental exerce um papel fundamental na formação da consciência ecológica, e deve abranger a população em todos os segmentos da sociedade, pois pequenas ações do cotidiano da população, até mesmo de grandes centros urbanos, influenciam e podem comprometer a qualidade ambiental. Esta consciência ecológica é construída a partir da informação e de questionamentos sobre os problemas ambientais, como a poluição da água e do ar, o desmatamento e a extinção de espécies, o efeito estufa, a utilização de agrotóxicos e a produção excessiva de lixo pelas populações.
A Educação Ambiental é trabalhada da seguinte forma:

Elaboração e execução de projetos; Palestras e cursos; Apresentação em feiras, congressos e seminários; Organização de eventos; Treinamento nas áreas de atuação.

Nosso foco são funcionários e colaboradores de empresas de pequeno e grande porte, construindo um processo de conscientização e mudança de comportamento, para o resgate de valores em relação à conservação ambiental e conseqüente melhoria da qualidade de vida dos envolvidos e da sociedade como um todo.

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Educação Indígena Sendo Dirigida Pelo MEC.

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Tomara que o MEC ajude realmente nesse quesito!  Mas tenho cá  minhas dúvidas …Observo lá com o povo Paiter Suruí com quem tenho trabalhado, a dificuldade que é editar um livro deles, com as histórias deles! Precisamos pedir apoio ao IPHAN para que isso acontecesse  mas isso passou por outros meios, e não pelo MEC, né? Que simplesmente ignora essa ação… Provavelmente vão chegar com um material pronto para os Surui usarem em sala de aula que vai ficar abandonado em algum canto nas aldeias como vi vários… Cada povo tem lá suas especificidades e demandas diferentes… Eles é que tem que fazer esse material. Eles deviam é disponibilizar verbas para projetos feitos pelos próprios indígenas ao invés de querer direcionar o que mal conhecem…

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Educação tecnológica

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Educação Tecnológica é uma modalidade de educação que é exercida por instituições, como o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - os antigos Cefet, ou SENAI no Brasil, e também de maneira difusa através da propagação de conhecimentos, técnicas e instrumentos tecnológicos.

No sentido meramente escolar, em muitos países do mundo ocidental incluindo o Brasil e Portugal, a Educação Tecnológica é um componente curricular no ensino fundamental e médio (ensinos básico esecundário em Portugal), destinada à criatividade na área tecnológica.

No sentido filosófico e epistemológico, a educação tecnológica pode ser diferenciada da educação técnica ou profissional. A educação técnica, ou profissional, procura a transposição de conhecimentos de um indivíduo ao outro visando o ajustamento ao trabalho e aos modos de produção. Neste sentido, a educação tecnológica pode ser conceituada como o ajustamento do indivíduo ao período histórico no qual vive, não somente no sentido de proporcionar-lhe conhecimentos para utilizar os instrumentos e as tecnologias existentes, mas também de posicionar-se e entendê-las de forma crítica.

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