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O quase-mercado escolar

O quase-mercado escolar | EDUCAÇÃO EM NOSSO PAÍS | Scoop.it

Conheça depoimentos de funcionários de escolas públicas sobre o processo de seleção nas unidades públicas de ensino.

A pesquisa Processos velados de seleção e evitação de alunos em escolas públicas, do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), indica que escolas de "boa reputação" conseguem, por meio de práticas veladas, selecionar os alunos que entram e, principalmente, que vão permanecer na unidade, como mostra a reportagem "Em busca dos melhores".
Os mecanismos são variados. Um deles, por exemplo, é a consulta ao histórico do aluno no momento de um pedido de vaga. Ao tentar escolher seus alunos, as escolas visam a manutenção do que consideram um bom ambiente escolar.

O estudo conduzido pelo Cenpec entrevistou funcionários que trabalham em escolas públicas e que estão diretamente envolvidos no processo de matrícula: secretários, agentes escolares e auxiliares técnicos de educação. Confira, abaixo, alguns desses depoimentos.

"Em algumas escolas nós sabemos que, se o aluno é da escola X, [dizem:] eu não tenho vaga, mas se é da escola Y, eu ainda aceito. Então, tem ainda alguma coisa nisso, em relação ao pseudo-desempenho desse aluno"

"A gente diz assim: ''não fica esperando, porque pode não aparecer a vaga, vai ser muito difícil de aparecer vaga, porque está superlotado''. A gente já fala assim para a pessoa não ficar com aquela esperança, e aí já orienta:  ''olha, vai a tal escola, vai a tal outra'' e aí a pessoa não fica presa naquela esperança de conseguir vaga na escola"


Via Luciano Sathler
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Um abismo digital em sala de aula

Um abismo digital em sala de aula | EDUCAÇÃO EM NOSSO PAÍS | Scoop.it
Pesquisa mostra que três em cada quatro adolescentes navegam na internet.

 

Mas 40% dizem que professores não usam a web na escola


Publicação: 28/09/2012 16:07 Atualização: 28/09/2012 16:26

Rafael, de 13 anos, é quem salva a avó Maely, de 67, quando ela tem problemas para abrir e-mails ou navegar na internet pelo smartphone. "Essa geração é muito esperta", diz ela

Nascidos na era da tecnologia, as crianças e os adolescentes estão ligados nas novidades e funcionalidades das quatro principais telas que os cercam: da televisão, do telefone celular, do computador e do videogame. Tudo conectado em tempo real pela internet e que faz parte da rotina de uma garotada que já não consegue, sequer, desligar o telefone durante a aula. Mesmo sem ter computador em casa, 75% dos adolescentes com idade entre 10 e 18 anos, navegam na internet. Entre as crianças de 6 a 9 anos, o índice é 47%. Quando se trata de educação, 40% dos jovens dizem que os professores não usam a internet em sala de aula. Para especialistas, existe uma lacuna que precisa ser preenchida por educadores e alunos.

 

Esses números, apurados pela pesquisa Gerações Interativas Brasil — Crianças e Jovens diante das Telas, feita pela Fundação Telefônica Vivo (ligada à operadora de telefonia), e divulgada ontem, soam como um alerta, segundo a especialista em inclusão digital e professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) Amaralina Miranda de Souza. Ela explica que o resultado reflete uma mudança de mentalidade de uma geração para outra, provocada pelos avanços da tecnologia. Mas ressalva que os passos estão lentos. “Fica claro que existe a necessidade de formar professores capacitados para usar esses instrumentos”, frisa.


Via Arca do Planeta
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Nível socioeconômico influencia nota de escola no Enem - EXAME.com

Nível socioeconômico influencia nota de escola no Enem - EXAME.com | EDUCAÇÃO EM NOSSO PAÍS | Scoop.it
Renda da família e escolaridade dos pais explicam 80% da média das escolas no Exame Nacional do Ensino Médio

 

“O ranking atual serve mais para as elites do que para o governo e a sociedade, pois as escolas melhor colocadas são aquelas cujos alunos tiveram as melhores notas. Mas se a escola recebe no ensino médio um aluno bom cuja nota da prova também foi boa, significa que ela manteve a qualidade do aluno ao longo do período. Entretanto, quando a escola recebe um aluno péssimo, mas que na prova do Enem consegue um resultado mediano, significa que ela conseguiu melhorar o aluno ao longo dos anos, fato que atualmente não é considerado no ranking”, diz o pesquisador, que leciona Biologia para o ensino médio.


Via Arca do Planeta
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FELIZ DIA DOS PROFESSORES

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Boa tarde, amigos modernos. Hoje, comemoramos o Dia dos Professor e relembramos a importância dessa profissão para a formação de crianças e adultos.

Via Editora Moderna
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Semana do Livro e da Leitura começa na próxima segunda-feira

Semana do Livro e da Leitura começa na próxima segunda-feira | EDUCAÇÃO EM NOSSO PAÍS | Scoop.it

Na próxima segunda-feira, dia 22, tem início a Semana do Livro e da Leitura, evento promovido pela Prefeitura de Atibaia. Alunos da rede municipal de ensino e professores poderão participar de uma série de atividades no Parque Edmundo Zanoni. O evento segue até o dia 31 de outubro, com a realização de coquetel de abertura, palestra, entrega de livros, visitação aos estandes das escolas para apreciação dos trabalhos realizados durante o ano letivo, apresentações teatrais e outros espaços temáticos que despertarão o imaginário e o encantamento de crianças e adultos.e informações e notícias sobre a cidade de Atibaia...


Via Editora Moderna
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Cerca de 3,5 milhões de pessoas estudam a distância no Brasil

O número de alunos que aderem à educação a distância tem aumentado nos últimos anos. Ao todo, 3,5 milhões de estudantes optaram por esse tipo de ensino, de acordo com dados do Censo EAD.BR 2011.

A flexibilidade dessa metodologia, aliada às inovações tecnológicas e, principalmente, ao aumento da qualidade dessa modalidade, tem levado muitas pessoas a escolherem este modelo de estudo.

Os matriculados em cursos livres representaram 77,2% do total de alunos em 2011, alcançando 2,7 milhões de usuários. Sexto no ranking da economia mundial, o Brasil está muito distante das outras potências quando o assunto é educação, ocupando apenas a 88ª posição numa lista de 127 países, de acordo com dados da Unesco. O 46ª lugar  no Índice de Competitividade Mundial 2012, realizado pela International Institute for Management Development (IMD), também revela a necessidade de capacitação dos profissionais brasileiros e sinaliza que este é um mercado em franco crescimento.


Via Luciano Sathler
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Professora cria "remédio" antibullying em escola de São Paulo

Professora cria "remédio" antibullying em escola de São Paulo | EDUCAÇÃO EM NOSSO PAÍS | Scoop.it
Quando adolescente, a professora Deyse da Silva Sobrino media 1,72 metro e pesava 45 kg. A garota alta e magra sofria quando era chamada pelos colegas de pau de catar balão e vareta de bilhar.

 

Na época, o termo bullying ainda não existia, mas a prática de criar apelidos maldosos e agredir de forma física ou verbal já fazia parte do cotidiano das escolas.
Atualmente, Deyse tem 60 anos e três formações: biologia, pedagogia e direito. Ela dá aulas há 42 anos e tenta passar aos seus alunos ensinamentos que vão além da informática que ministra na Escola Municipal de Ensino Fundamental José Bonifácio, localizada na zona leste, periferia da capital paulista. "Isso o bullying nunca me afetou. Eu estava bem comigo mesma. É isso que tento passar ao aluno, que se sinta bem com ele mesmo".
Andresson Silva, 13 anos, estudante do 8º ano, seguiu o conselho da professora Deyse. O menino tem um grau de deficiência visual e, por usar óculos, recebia apelidos maldosos dos outros meninos. "Era muito ruim. Todo dia chegavam com uma brincadeira de maldade. Eles me pegavam, jogavam no chão, empurravam, me batiam, xingavam. Pegavam meus óculos e jogavam no chão. Eu não suportava a pressão". Ele conta que tem poucos amigos e sofreu bullying desde os 5 anos de idade. Por medo, Andresson evitava o assunto com os pais, mas encontrou apoio na professora que já viveu o mesmo problema.
"O aluno vêm me contar seus segredos e não conto a ninguém. Se ele confiou em mim, por que vou contar para os outros? Esse relacionamento de professor e aluno é a base. Se não tiver isso, não há diálogo, não existe amizade", disse a professora.
Mas a grande mudança para Andresson e os outros alunos, que têm entre 5 e 17 anos, veio em 2010, quando Deyse decidiu tomar uma atitude contra o bullying em toda a escola. Ela distribuiu um questionário anônimo para uma parte dos estudantes (309 alunos) contendo perguntas como: você já sofreu bullying? Já praticou? Já viu alguém praticando?
O resultado surpreendeu a professora, que leciona na José Bonifácio há 15 anos: 70% dos alunos já presenciaram a prática, 44,5% já foram vítimas, 38,5% admitiram ter praticado bullying alguma vez na vida e 9,7% praticam constantemente. Os ambientes escolares onde o bullying esteve mais presente foram o pátio e a sala de aula.
Para reverter essa situação, a professora criou um medicamento fictício com a ajuda dos alunos, chamado Sitocol. Sob o slogan "Tomou o Sitocol hoje?", o remédio tem uma bula, escrita de forma coletiva entre os alunos. "Ele age no organismo produzindo consciência, modificando a maneira de agir das pessoas, o sentimento. Se usado em excesso, o Sitocol vai fazer rir muito e ter muita felicidade", destacou a professora.
Com a campanha, a redução da prática do bullying na escola foi considerável. Em média, 700 alunos têm recebido, por ano, as orientações da professora Deyse, distribuídas por 21 turmas. Ela planeja reaplicar o questionário entre os alunos no próximo ano, mas relata que a melhora na atitude deles pode ser vista pelos corredores da instituição. "Antes, quando a gente subia a escadaria eu via os alunos grandes pegando os pequenos pelos braços e arrastando pelo corredor, com ar de poderosos. O outro esperneava de vergonha. E eu mandava soltar. Mas isso era frequente".
A professora presenciava também outras situações humilhantes vividas por vítimas de bullying. Certa vez, um aluno jogou o conteúdo da mochila de um colega no pátio da escola. Os alunos que passavam naquele momento ajudavam a chutar os pertences, que se espalharam pelo chão. Deyse ajudou a vítima a recolher todo o material. "Eu não me conformava com essas coisas. Resolvi fazer esse trabalho tendo em vista essas ocorrências, que me deixavam desesperada", conta.
A aluna Pamela da Silva Bonfim, 11 anos, do 6º ano, que antes ouvia xingamentos e até apanhava, conta que agora vive de outra forma. "Antes, eu ia para a minha cama, começava a chorar. Agora esses apelidos não influenciam em nada. Eles me chamavam de baixinha e tenho esse apelido até hoje, mas não me importo".
Ao ser apelidada de "sem dente", a estudante Ana Paula Prazeres de Ornelas, 11 anos, do 6º ano, mostrou confiança ao enfrentar situação parecida. "Desde o ano passado, começaram a me chamar de sem dente. Eu falo para as pessoas que me xingam que isso não me incomoda, que não vou ficar sofrendo por causa delas. Eles dizem que fazem isso por diversão, mas não acho que seja divertido fazer as outras pessoas sofrerem", afirma a aluna.


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Senado aprova limite de alunos por turmas do ensino público; pré-escola terá 25 crianças

Senado aprova limite de alunos por turmas do ensino público; pré-escola terá 25 crianças | EDUCAÇÃO EM NOSSO PAÍS | Scoop.it

As turmas de pré-escola e do 1º e do 2º ano do ensino fundamental da rede pública deverão ter no máximo 25 alunos. No caso das demais séries dessa etapa e do ensino médio, o limite é de 35 estudantes. A restrição está prevista em projeto de lei aprovado hoje (16), em caráter terminativo, pela Comissão de Educação do Senado.

O texto, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9.394/1996), agora será analisado na Câmara dos Deputados. O autor do projeto, Humberto Costa (PT-PE), destacou que o elevado número de alunos por turma impede o acompanhamento e o aprendizado de cada estudante da rede pública.

Pelo texto aprovado na comissão, uma vez aprovada pelo Congresso e sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, a nova lei entrará em vigor em 1º de janeiro do ano subsequente ao da publicação no Diário Oficial da União.


Via Luciano Sathler
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