Educação a distância
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Rede Bibliotecas Escolares: Encontro "TIC@Portugal' 2013"

Rede Bibliotecas Escolares: Encontro "TIC@Portugal' 2013" | Educação a distância | Scoop.it
É uma iniciativa da Associação EDUCOM/APTE (Associação Portuguesa de Telemática Educativa), através do seu Centro de Competência TIC - EDUCOM (...) que tem como objetivo refletir sobre as práticas do uso das TIC ...
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Encontro propõe debate sobre futuro da EaD

Encontro propõe debate sobre futuro da EaD | Educação a distância | Scoop.it

Jornada Ead e o Futuro da Arte, dia 6/4, mostra como games, tablets e smartphones viram a sala de aula “de ponta a cabeça

Flipped classroom, Moocs, games, dispositivos móveis. A educação e a tecnologia parecem estar cada vez mais caminhando juntas. Mas professores e gestores estão preparados ou até mesmo atualizados para se apropriar dos recursos tecnológicos para melhorar o ensino? Para debater como tudo isso está virando a “sala de aula de ponta a cabeça”, acontece no dia 6 de abril, em São Paulo, a Jornada EaD e o Futuro da Arte, evento que vai reunir especialistas no uso de tecnologias na educação e em ensino à distância. Entre os palestrantes estão João Mattar, especialista em tecnologias educacionais e EaD, Andrea Filatro, professora do Senai, que vai abordar o design na educação e André Genesini, pesquisador do Centro Universitário Senac, que vai tratar sobre o sala de aula invertida. Em sua terceira edição, o evento – que é pago – é voltado para professores, estudantes, profissionais na área de informática, gestores ou qualquer pessoa interessada pelo tema.


Via Luciano Sathler
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Programas de prevenção à Aids vão ampliar cursos por EAD

Programas de prevenção à Aids vão ampliar cursos por EAD | Educação a distância | Scoop.it

Técnicos de programas de prevenção à Aids defendem ampliação de cursos por educação a distância

Durante o encontro que aconteceu entre os dias 10 e 11 de abril em São Paulo, do Fórum Estadual de Dirigentes de DST/Aids do Estado de São Paulo, foram discutidas as novas estratégias para educação a distância (EAD) dos profissionais de saúde e a atualização do plano estratégico no que diz respeito ao monitoramento das ações e à transmissão vertical do HIV e sífilis.

Tânia Maria Clemente, coordenadora do Programa Municipal de DST/Aids de Bragança, foi uma das técnicas que defendeu a capacitação por meio da EAD. Segundo ela, "existe uma dificuldade muito grande para os profissionais de saúde saírem de suas áreas de atendimento".


Via Luciano Sathler
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Plataforma oferece videoaulas gratuitas para vestibulandos

Plataforma oferece videoaulas gratuitas para vestibulandos | Educação a distância | Scoop.it

Bah, será que o pessoal vai aceitar?”. Essa foi uma das primeiras indagações feitas pelo gaúcho Eduardo de Lima e Silva, antes de idealizar a Aulalivre.net, startup de videoaulas gratuitas com conteúdos de revisão para vestibular e Enem, além de apostilas e bancos de provas. O medo em relação ao estranhamento do sotaque gaúcho das aulas on-line gravados pelos professores foi vencido. O resultado: em apenas seis meses a iniciativa já contabiliza 40 mil usuários na plataforma e mais 1 milhão de visualizações no Youtube. Com mais de 100 videoaulas de 11 disciplinas no ar.

Atualmente, a plataforma tem média de 100 mil visitas/mês. Entretanto, os maiores consumidores das aulas on-line não são os gaúchos, que ocupam o sexto lugar em número de acesso às aulas, à frente estão Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. “Viemos de uma cultura histórica com a visão de que a educação é apenas papel do Estado. Só que esse Estado, independentemente de partido e de qualquer coisa, sempre deixou lacunas fortes. Hoje vemos uma sociedade civil se mexendo para correr atrás disso”, afirma Silva.


Via Luciano Sathler
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Agnolin defende EAD e diz que impedir inclusão da modalidade no Fies é retrocesso

Agnolin defende EAD e diz que impedir inclusão da modalidade no Fies é retrocesso | Educação a distância | Scoop.it

A Câmara dos Deputados recebe durante esta terça-feira, 11, alunos, professores, especialistas, além de parlamentares e autoridades ligadas à Educação no 9º Seminário Nacional sobre Educação a Distância. Presidente da Frente Parlamentar da Educação Profissional e Ensino a Distância da Casa, o deputado federal Ângelo Agnolin (PDT-TO), voltou a defender a extensão do Fies para alunos do EAD e a criticar a Portaria do MEC (portaria n°1 de 22 de janeiro de 2010) que impede o financiamento da modalidade por meio do programa.
Respaldado pelos próprios alunos, Agnolin disse que “a decisão do MEC caminha na contramão do empenho do Governo em democratizar o ensino” e representa “um retrocesso para a educação brasileira”. “Hoje cerca de 20%, dos quase sete milhões de universitários no país estudam a distância em cursos reconhecidos pelo MEC. O ENADE (Exame Nacional de Desenvolvimento de Estudante) tem números que demonstram média de notas dos alunos de EAD superiores à dos alunos do ensino convencional. Não se pode torcer o nariz para os números”, exaltou o deputado.
O presidente da Associação Brasileira de Educação à Distância (ABED), professor Dr. Frederic Michael Litto, reconheceu os avanços na educação a distância do Brasil, citou como exemplo a disponibilização de material pedagógico digital pelo MEC, mas disse ser necessário avançar no que diz respeito ao processo pedagógico do país e acabar com o preconceito que impera sobre os alunos de EAD, “As futuras gerações deverão ser encorajadas a enfrentar os novos modelos pedagógicos”, defendeu o professor.


Via Luciano Sathler
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Claro investe em plataforma de e-learning para ampliar receita

Claro investe em plataforma de e-learning para ampliar receita | Educação a distância | Scoop.it

Empresa está lançando nova oferta de M-Learning com cursos a distância que podem ser feitos em aparelhos móveis

A Claro aposta no uso crescente da mobilidade como plataforma de aprendizado e está ampliando seu portfólio de serviços de M-Learning com o portal Ideias Cursos, um serviço diferenciado de cursos em diversas áreas de conhecimento desenvolvido em parceria com o Titans Group.

O Titans Group é responsável pela integração de serviços educacionais para todas as operações do Grupo América Móvil. Entre os cursos disponíveis estão: Finanças Pessoais; Reforma Ortográfica; Português com Sérgio Nogueira; Velas Artesanais; Vendas; Internet, Culinária Básica e Culinária com a Ofélia. Atualmente a Claro já disponibiliza o Claro Línguas, para práticas da língua inglesa, e o serviço Concursos Públicos, com aulas voltadas aos “concurseiros” que querem participar de concursos públicos em níveis federal, estadual ou municipal.

Quer testar? A empresa promete para o lançamento seis cursos totalmente gratuitos - entre eles Finanças Pessoais, Culinária Básica e Reforma Ortográfica. Os demais cursos terão custo de R$2,99 por semana, com renovação automática.


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Plataforma reúne módulos de escolas de fora e locais

Plataforma reúne módulos de escolas de fora e locais | Educação a distância | Scoop.it

Veduca ampliará atuação e deve emitir certificado

Uma iniciativa que pode contribuir para a disseminação dos Moocs no Brasil é  o Veduca, site que reúne diversos módulos de instituições nacionais e  internacionais (legendadas em português), nos moldes do Coursera. A plataforma,  lançada em março de 2011, já foi visitada por mais de 1,5 milhão de usuários da  internet e pretende ampliar o serviço no segundo semestre. O objetivo é levar o  Veduca para estudantes da América Latina e emitir certificação de conclusão.

O site reúne módulos de Moocs já existentes em universidades como Harvard,  MIT, Columbia, NYU, Stanford, UCLA e, mais recentemente, da USP, Unicamp e  Unesp. O Veduca recebeu um aporte inicial de R$ 1,5 milhão, bancado por um  investidor anjo e três fundos de investimento internacionais- Macmillan Digital  Education, 500 e Mountain Partners.

A iniciativa ainda não é rentável, mas o negócio é promissor, segundo Carlos  Souza, sócio e idealizador do Veduca. Embora os cursos sejam sempre gratuitos, a  empresa está negociando uma parceria para emissão de certificados, validados  pelo Ministério da Educação (MEC). "Estamos fechando acordo com uma instituição  que fará essa intermediação das emissões. Um grupo privado nos cederá salas de  aula onde serão realizadas provas.

O estudante assiste à aula on-line e gratuitamente, mas terá a opção de pagar  para ter o documento comprobatório", explica. Será possível, por exemplo, ver  uma videoaula de direito de Harvard, legendada no site do Veduca, e realizar uma  prova aplicada por uma universidade brasileira parceira. No fim, a pessoa poderá  ter um certificado dessa instituição local, atestando que adquiriu conhecimentos  naquela área.

O Veduca também quer oferecer sua infraestrutura para instituições que querem  ingressar nos Moocs. "Podemos alugar o estúdio, a tecnologia, o especialista que  opera as máquinas e que edita o material", afirma Souza.


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Plataforma permitirá ‘diagramação’ de aulas on-line

Plataforma permitirá ‘diagramação’ de aulas on-line | Educação a distância | Scoop.it

No Cacho.la professores vão montar seus conteúdos on-line e poderão compartilhá-los de forma gratuita ou paga

Um clique para acessar ao Google, outro para o Wikipedia. Mais um para assistir a vídeos no Youtube e outro para visitar blogs, Twitter e Facebook. Com tantos conteúdos espalhados por diferentes endereços na web, parece ser um sonho encontrar e compartilhar aquilo que seja relevante. Ou mais além, encontrar uma curadoria de todo esse conteúdo, em uma ordem que faça lógica para o aprendizado. Com isso na cabeça, um trio de jovens decidiu criar a Cacho.la, uma plataforma gratuita que permitirá ao usuário agrupar conteúdos on-line para criar aulas que podem ser gratuitas ou remuneradas. O site entra no ar no dia 1o de agosto.

Na Cacho.la, o professor monte suas próprias aulas numa espécie de quadro branco pré-moldado. Lá, a partir de blocos, ele pode aumentar ou diminuir o tamanho de um vídeo e, simultaneamente, agregar outras ferramentas de áudio, podcast, gráficos, PDF etc. “Começaram a surgir diferentes plataformas, geralmente mais centradas nas videoaulas, porém, a internet é plural. Para que limitar seu uso somente ao vídeo, quando há uma infinidade de recursos que podem ser usados ao mesmo tempo”, afirma Thiago Capelo, 24, cofundador da plataforma ao lado dos amigos Rafael Oli, 24, e Raphael Cruzeiro, 25.


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Plataforma vai muito além do formato videoaula

Plataforma vai muito além do formato videoaula | Educação a distância | Scoop.it

É fácil perder-se entre a enorme oferta de videoaulas disponível na internet e, por melhores que sejam os cursos, o desafio inicial é entender a lógica dos sites que os oferecem. Depois de ouvir falar sobre o Coursera, decidi explorá-lo. Feito o cadastro, você vê uma lista de cursos à disposição – na semana passada eram 389. Um me chamou a atenção, sobre história da internet, e fiz a inscrição, gratuita.

A surpresa foi descobrir que no Coursera, assim como em outros sites, as aulas têm duração definida (cinco semanas, dez semanas). E, para garantir o certificado de conclusão, é preciso seguir as atividades dentro dos prazos. A aula que eu escolhi já estava na terceira ou quarta semana. Assisti a dois vídeos até descobrir que não poderia mais receber o certificado, o que foi desanimador. Decidi procurar outra opção, para acompanhar desde o começo.

Cada curso tem uma página própria, com vídeos de duração entre 3 a 20 minutos. Para cada semana há até dez vídeos que, somados aos materiais extras, exigem dedicação constante. Muitos não conseguem acompanhar. Aos poucos, porém, reservei um horário para assistir aos vídeos e peguei o ritmo.

Há também formas de interação entre os alunos, em fóruns e redes sociais. Para mim, essas atividades pareceram sem graça, mas alunos mais participativos organizam até encontros para estudar.

A experiência tem sido muito boa. O curso é realmente interessante e tem uma abordagem didática, apesar de um pouco superficial, mas acho que a ideia é que o aluno procure mais sobre o que lhe interessa. De qualquer forma, as aulas mostraram que é possível aprender dessa maneira, com ou sem certificado, e me incentivaram a buscar outras disciplinas. Já são cinco na lista.


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MEC fala de mais investimento e mudanças para a EaD no país - CEN

MEC fala de mais investimento e mudanças para a EaD no país - CEN | Educação a distância | Scoop.it
MEC Há pelo menos quatro frentes do governo federal pensando mudanças que vão alterar a estrutura e o marco legal da educação a distância no Brasil. O objetivo é atingir as metas de ampliação da comunidade universitária aproveitando ...
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Congresso em junho vai focar "EAD sem fronteiras"

O X Congresso Brasileiro de Educação Superior a Distância (Esud), que acontecerá este ano em Belém (PA) de 11 a 13 de junho, já abriu inscrições. O evento será no campus da Universidade Federal do Pará. O tema deste ano é "EaD rompendo fronteiras" e pela primeira vez o evento receberá trabalhos em português e em espanhol.

O envio de propostas para mini-cursos está aberto até 04 de março. As propostas de trabalhos científicos podem ser enviadas até 25 de março. Serão recebidos apenas trabalhos completos, com no mínimo 10 e no máximo 15 páginas

As áreas temáticas serão as seguintes: Internacionalização e internalização da EAD; Concepções e Práticas Pedagógicas em EAD; Recursos educacionais para EAD ; Inovações tecnológicas para EAD; Avaliação em EAD. Mais informações em: http://www.esud2013.com.br.


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Conselho Federal de Serviço Social condenado por desenvolver material preconceituoso contra a EAD

Conselho Federal de Serviço Social condenado por desenvolver material preconceituoso contra a EAD | Educação a distância | Scoop.it

CFESS veiculava campanha preconceituosa em rádios e na internet contra a EAD 

O juiz federal Raul Mariano Junior, titular da 8ª Vara da Subseção Judiciária de Campinas, interior de São Paulo, condenou o Conselho Federal de Serviço Social a pagar R$ 100 mil por danos morais e multa diária de R$ 5 mil caso o material  preconceituoso contra o ensino a distância não seja definitivamente recolhido.

A ação foi promovida pela ANATED - Associação Nacional dos Tutores da Educação a Distância, que saiu em defesa de tutores e alunos que estavam sendo ridicularizados com a campanha promovida pelo órgão de classe.


Via Luciano Sathler
Claudia Moema's insight:

Excelente decisão!

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Plataforma mede desempenho de alunos com game

Plataforma mede desempenho de alunos com game | Educação a distância | Scoop.it

Zeppelin Game Studio permite que professor acompanhe dificuldades dos estudantes por meio da aplicação de jogos de história

Foi durante o ensino fundamental que Leandro Santos descobriu que a causa para sua dificuldade de aprendizado era a dislexia. Por conta disso, ele precisou, muitas vezes, procurar outros meios para compreender o conteúdo que era dado em sala de aula. Passado algum tempo, percebeu que outros estudantes tinham a mesma dificuldade e, o melhor de tudo, muitos deles tinham mais facilidade de aprender por meio dos games. Foi aí que veio a ideia de criar a Zeppelin Game Studio, que une jogo educativo, dados sobre o aprendizado e desempenho de cada estudante e, claro, seu gosto por rock (o nome é inspirado na banda Led Zeppelin). “Nossa proposta é auxiliar, acrescentar e não mudar de vez. O ensino e a educação não mudam, mas a forma de aprendizado é perfeitamente mutável”, afirma André Bayma, cofundador da plataforma.

O Questão de Escolha é o primeiro jogo desenvolvido pela equipe que apresentou seu projeto durante o Transformar 2013. Ainda em fase de desenvolvimento, ele já tem sido usado em duas escolas de São Luís, no Maranhão, mas outras instituições já estão em negociação para implementar o programa. Mesmo no começo, a equipe não deixa de ter ideias e fazer planos. Até março do ano que vem, pretendem desenvolver outros jogos que englobem o conteúdo de todos os anos no ensino fundamental.


Via Luciano Sathler
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Plataforma foca no aprendizado em rede

Plataforma foca no aprendizado em rede | Educação a distância | Scoop.it

Aprendizado Coletivo incentiva a interação entre os alunos e oferece mais de 1.100 videoaulas de seis disciplinas

Lançada em novembro de 2012, a plataforma tem uma uma versão gratuita e outra paga. Entre as ferramentas abertas estão as videoaulas de física, matemática, química, biologia, geografia e história, dividas em 37 subdivisões de conteúdo. Todas essas aulas, que têm cinco minutos em média, foram elaboradas por professores parceiros. Em cada uma delas, os estudantes podem deixar suas dúvidas a respeito do tema, que serão encaminhadas ao responsável para que ele mesmo responda.

Para Diego Dias, fundador da Aprendizagem Coletiva, uma das funções mais importantes da plataforma está justamente no compartilhamento do conhecimento. Na primeira página há uma linha do tempo como de uma rede social. Nela, o usuário pode recomendar livros, textos, postar suas dúvidas, receber comentários e, se for o caso, ir até o chat para discutir o conteúdo com outro estudante. “Esse aspecto social é uma das coisas mais importantes, essa troca de conhecimento, afinal, é ela que enriquece ambas as pessoas, tanto quem dá, como quem recebe”, afirma Diego. Os picos de acesso, comentários e compartilhamentos no site acontecem entre sábados e terças-feiras, quando o número de usuários chega a triplicar.

A plataforma também disponibliza simulados que informam a resposta certa ao aluno e, em alguns casos, apresenta a resolução. Todas as questões realizadas geram estatísticas que permitem que o aluno saiba se suas dúvidas são pontuais ou se, de fato, o problema era muito difícil. “O aluno também pode deixar um comentário nas questões para que outro usuário ou até mesmo um professor tire suas dúvidas”, explica Diego.


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Mito ou verdade: Especialistas esclarecem 11 dúvidas sobre EAD

Mito ou verdade: Especialistas esclarecem 11 dúvidas sobre EAD | Educação a distância | Scoop.it

1. O ensino a distância ameaça o emprego do professor

MITO: Este profissional é essencial para verificar o aprendizado a distância do aluno. O computador não vai substituí-lo. Na opinião de Pulino, o professor de EAD consegue até acompanhar melhor o desempenho dos alunos. Isso é feito por meio de atividades próprias dos cursos a distância, como fóruns de discussão, testes online e atividades extras, que são em quantidade maior que nos cursos presenciais.

2. A avaliação do EAD apresenta falhas porque algumas tarefas, como testes de múltipla escolha, são corrigidas automaticamente por um sistema, e não pelo professor

MITO: O EAD permite uma maior personalização no ensino que a educação presencial porque o aluno recebe orientação individualizada, diz Pulino. Ele acredita que o professor tradicional não tem condições para comentar uma prova e dar retorno de rendimento para cada um de seus alunos em apenas 50 minutos de aula. "Já no EAD, o aluno tem a supervisão do professor e de tutores. Além disso, os testes de múltipla escolha não são o único meio de avaliação. O tutor de EAD acompanha regularmente os avanços do aluno no curso, e interfere quando ele não faz exercícios, não participa de fóruns ou não dá retorno", comenta Pulino.

3. Cursos idealizados e formatados somente com videoaulas são ruins

VERDADE: Apesar de exemplos bem-sucedidos de tutoriais e aulas em vídeos, como a Khan Academy para os alunos da educação básica, cursos mais complexos perdem qualidade se forem dados apenas com a exposição de vídeos e animações que explicam o conteúdo escolar. "O melhor formato é aquele baseado em "comunidades de aprendizagem", com interação entre alunos e com professores", diz Pulino.

4. Não dá para comparar curso a distância com curso presencial porque são duas metodologias de ensino completamente diferentes

VERDADE:  "Podemos comparar a aprendizagem (domínio de uma competência, uma habilidade ou um conhecimento), mas não a forma pela qual ela foi adquirida, que pode ser presencial, a distância ou mista", diz Xanthopoylos. "O que podemos afirmar é que a internet, e principalmente a chegada da Web 2.0 com as redes sociais, trouxe uma nova dimensão de comunicação que permitiu alavancar nossa vida pessoal e profissional e a formação escolar. Esse fenômeno é irreversível e tem revolucionado os processos pedagógicos, sem prejuízo nos resultados da aprendizagem quando comparados com os métodos tradicionais."

5. O desempenho de um estudante de EAD pode ser falsificado porque existe a possibilidade dele colar nas provas ou colocar outra pessoa para fazer o seu trabalho

VERDADE EM PARTE: "Se o aluno fizer a avaliação pelo computador, sem controle ou acompanhamento, é óbvio que poderá falsificar um exame. Por isso que, em cursos certificados ou diplomados no EAD, as provas são realizadas em polos de forma presencial e com monitoramento e controle, como exige o MEC (Ministério da Educação)", lembra Xanthopoylos. De acordo com ele, a cola só ocorrerá se o sistema de controle for falho, o que vale tanto para os cursos EAD quanto para os presenciais.

6. Alguns professores de cursos presenciais e o mercado de trabalho têm preconceito contra o EAD

VERDADE: "Hoje vale essa máxima. O preconceito parte da ignorância, da falta de conhecimento de como funciona o EAD. Não há outra explicação", comenta Pulino. "Por sorte, há professores do método presencial que procuram ferramentas online para melhorar o ensino", diz. A coordenadora adjunta da Universidade Aberta do Brasil da UFSC acrescenta: "Os professores que vêm trabalhar com ensino a distância acabam mudando a tática pedagógica que era adotada em sala de aula porque percebem que o mesmo material não funciona no EAD. O ensino a distância não tem lugar para improvisação, as atividades são pontuais."

7. O ensino a distância é para quem interrompeu os estudos e não concluiu um curso superior

EM PARTE: "Hoje o grande lance do ensino a distância é a possibilidade dada à universidade pública e à privada de sair de sua esfera e atingir municípios distantes e menores que jamais terão uma instituição de ensino superior de qualidade. Ainda existe o preconceito contra a aprendizagem remota, mas isso está cedendo e a média de idade dos alunos, entre 30 e 40 anos, tende a baixar no futuro", opina Cerny.

8. O aluno de EAD pode ficar desmotivado a estudar por não ter professores em cima dele

MITO: "Em muitos casos, ter um professor em cima da gente é pior. A motivação do aluno vem da integração com outros alunos. Eles podem estudar e tirar dúvidas sozinho ou em grupo. Além disso, há os polos presenciais da graduação a distância. É lá que o aluno presta contas se estudou ou não aos tutores, que são formados na área de conhecimento do curso e que esclarecem e checam os pontos da matéria que os alunos não assimilaram", explica Cerny.

9. Há muita distração para quem estuda em um computador

MITO: Um bom curso de EAD é estruturado com estratégias e atividades que prendem a atenção do estudante, e não o contrário, comenta Cerny. "É claro que um desvio, como para as redes sociais, pode ocorrer com muita facilidade. Mas se o aluno não cumprir o que é exigido, o tutor intervém. Se o aluno não faz uma atividade, o tutor entra em contato. Há muitas técnicas de ensino para manter a atenção dos alunos nos estudos", diz Cerny.

10. O ensino a distância é para alunos que não têm tempo e querem tirar um diploma sem muito trabalho

MITO: "O ensino a distância proposto por instituições de ensino competentes pode requerer muito mais trabalho do que em uma sala de aula presencial. Para que você assimile o conhecimento, tem de se programar, ter disciplina, assumir o compromisso de estudar com autonomia, gerenciando seus horários. Para aqueles que entram em um curso qualificado, saibam que terão de trabalhar bastante para obter o diploma", fala Guibert.

11. Preciso de um computador muito bom para acompanhar um curso de EAD

MITO: O nível de conhecimento em informática é básico, e o computador precisa ter configurações mínimas com um navegador de internet, pacote Office ou similar (BrOffice), programas para abrir arquivos em PDF e rodar vídeos, além de uma conexão de internet a partir de 500kbps para assistir a videoaulas sem pausas e interrupções. Todos os computadores mais recentes vêm com essas funções, mas, caso haja dúvidas, a instituição de ensino dá orientações ao aluno.


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O TED tenta se transformar em uma plataforma educacional

O TED tenta se transformar em uma plataforma educacional | Educação a distância | Scoop.it

Com um certo atraso, quero te dar uma dica: no final de abril, o TED lançou um site só com conteúdo educacional. Para quem já está acostumado com as palestras cheias de insights do TED, a frase anterior pode soar estranha. Afinal, as centenas de vídeos são, de uma forma ou outra, educativos nos mais diferentes ramos do conhecimento, do cérebro humano ao humor. Mas o TEDEd é mais que um apanhado de grande ideias: é uma plataforma de lições, organizadas e produzidas por professores.

Quer ter uma mostra? Dá uma olhada no vídeo acima sobre átomos. Ou este sobre evolução. Ou a investigação sobre a vida do plâncton. Note a animação, o texto usado para explicar, a narração. É conteúdo profissional – e é por isto que você pode indicar animadores ou educadores. A lição não termina no vídeo: há também textos mais profundos e questões de múltiplas escolha ou dissertativas. O TED especializou como um repositório cada vez mais interessante de conhecimento e inovações.


Via Luciano Sathler
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XIV – Encontro TIC – Tecnologia com valor acrescentado | Crianças ...

XIV – Encontro TIC – Tecnologia com valor acrescentado | Crianças ... | Educação a distância | Scoop.it
Desde a sua fundação, em 1998, que o Centro de Competência “Entre Mar e Serra” (CCEMS) promove anualmente encontros para apresentar, refletir e partilhar práticas de utilização das TIC em contexto educativo, ...
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