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Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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O Brasil deve eleger a capacitação em Ciência, Tecnologia e Inovação como uma de suas prioridades 

O Brasil deve eleger a capacitação em Ciência, Tecnologia e Inovação como uma de suas prioridades  | Inovação Educacional | Scoop.it

Por Luciano Sathler

O desenvolvimento de competências para ciência, tecnologia e inovação (CTI) é algo fundamental. Mais: é urgente e deve ser priorizado para a transformação da realidade socioeconômica brasileira.

Durante meus estudos de mestrado e doutorado, tive o privilégio de conviver com pesquisadores que, à sua profunda erudição e elevado rigor científico, somavam uma visão instigante de mundo, que mobilizava estudantes a refletirem sobre si mesmos e sobre a sociedade.

Um desses mestres foi o economista Ladislau Dowbor, cuja história de vida se soma a uma vastidão de conhecimentos e profícua produção científica – características que o permitem ser reconhecido internacionalmente. Seu foco principal? Enfrentar a pobreza e combater a desigualdade. Via de regra, Ladislau não é considerado simpatizante das políticas defendidas pelo Banco Mundial e outros órgãos multilaterais. Mas sempre teve abertura intelectual o suficiente para analisar os dados publicados por essas instituições – seja para refutar, criticar ou demonstrar fatos que saltavam aos olhos.

Na mesma linha crítica do mestre Ladislau, quero refletir sobre uma de 2008, escrita por autores designados pelo Banco Mundial, com o título “Science, technology, and innovation: capacity building for sustainable growth and poverty reduction”. Na data em escrevo está disponível para download aqui.

O trabalho advém do Fórum Global de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizado em fevereiro de 2007, nos Estados Unidos. O objetivo foi discutir estratégias, programas e políticas para ampliar a capacidade científica, tecnológica e de inovação nos países empobrecidos, para promover o crescimento sustentável e, consequentemente, a redução da pobreza. Vejamos alguns tópicos:

  • Redução de pobreza e caminhos para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis promulgados pela ONU – Para que consigam aplicar Ciência, Tecnologia e Inovação na resolução de seus problemas, as comunidades locais devem ser participantes ativas no processo de desenvolvimento – e não meramente destinatários passivos da tecnologia desenvolvida por outros povos. O empreendedorismo e as habilidades de marketing também são importantes. Mas sem a capacidade de desenvolver soluções tecnologicamente superiores ou inovadoras, ambas serão competências que não garantirão sucesso na construção das capacidades produtivas dos países.
  • Ampliação do valor agregado aos recursos naturais exportados – Embora possa parecer paradoxal num primeiro momento, muitos economistas consideram a oferta abundante recursos naturais como um potencial problema. O raciocínio sugere que a abundância desacelera o crescimento e dificulta a diversificação econômica. É preciso escapar desse ciclo vicioso. Para isso, os países têm que desenvolver competências adequadas de CTI para que as organizações locais tenham a capacidade de produzir e exportar mais bens e serviços de maior intensidade tecnológica. Fundamental é que cientistas, empreendedores e demais trabalhadores estejam aptos para executar tarefas mais complexas, que pedem melhor formação e espaço para a criatividade.
  • Atualização tecnológica e captura da vantagem do retardatário – Os países empobrecidos são, atualmente, os retardatários tecnológicos – uma desvantagem frente aos países ricos no que diz respeito à capacidade em CTI. Porém, isso não significa uma condenação permanente que empurre as nações pobres para trás. É possível diminuir o fosso e recuperar terreno se houver aprendizagem, convertendo o atraso em vantagem. Por exemplo: os retardatários não têm que inventar a maioria das tecnologias de produção ou processos a serem adotados. Nem precisam começar com a tecnologia mais antiga e trilhar o mesmo histórico de progressão que os países mais ricos seguiram. É possível saltar e mover-se diretamente para as tecnologias mais avançadas. Essa rápida progressão tecnológica pede o desenvolvimento interno da capacidade de encontrar tecnologias existentes, adaptá-las para uso local e incorporá-las ao processo produtivo. É o que a China tem feito nas últimas décadas.
  • O papel da Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) – Já existem muitas tecnologias que podem colaborar para reduzir a pobreza, agregar valor às exportações e atualizar a proficiência tecnológica da população em nações empobrecidas. É comum que muitas estejam com seu uso difundido nos países ricos. Portanto, uma das primeiras tarefas no desenvolvimento da CTI deve ser voltada ao uso e adaptação das tecnologias existentes. Para a maioria, isso requer o desenvolvimento de competências técnicas e profissionais no campo das ciências, tecnologias, engenharias, artes e matemática – conhecido pela sigla em inglês Steam. Não significa a ideia de que nenhum papel há para P&D nas fronteiras do conhecimento. Mas somente que os dois tipos de esforços devem estar previstos nas políticas públicas e iniciativas privadas de inovação.

Dentre as conclusões principais do Fórum, destaco:

O Ensino Fundamental de boa qualidade é essencial, mas não suficiente. Nenhum país terá condição de melhorar suas condições socioeconômicas se não cuidar da qualidade e inclusão no Ensino Médio e na Educação Superior. O pensamento que defende serem os salários baixos um diferencial competitivo não se sustenta diante da crescente automação dos trabalhos manuais e repetitivos.

A centralidade das mulheres para a redução da pobreza exige que o combate à Desigualdade de Gênero seja priorizado nas estratégias para o desenvolvimento das competências para CTI.

Desenvolver competências para CTI é muito mais do que focar apenas em tecnologias de ponta. As necessidades locais em países empobrecidos pedem um olhar também para as questões mais básicas, tais como saneamento básico, economia ambiental, doenças tropicais, desnutrição e combate à violência. Soluções intensivas de tecnologia concebidas ou adaptadas para temas como esses têm elevado potencial de gerar maior prosperidade e competitividade.

DIMENSÕES DA CAPACITAÇÃO EM CTI

O infográfico a seguir apresenta quatro dimensões necessárias à capacidade para a CTI: pessoas competentes; empreendedorismo, organizações e ecossistema de inovação. Confira no infográfico acima.

Mesmo que um país empobrecido aumente drasticamente o tamanho, a qualidade e seu esforço de pesquisa, é improvável que o sistema local de P&D gere mais do que uma pequena fração do total de conhecimento necessário para mudar a matriz socioeconômica. Portanto, a maioria do conhecimento que qualquer nação vai precisar será produzido por outros.

Como resultado, o desenvolvimento da capacidade de identificar, localizar, adquirir, adaptar e adotar esse conhecimento existente deve ser um componente indispensável da capacidade em CTI.

E a capacidade de produzir e usar novos conhecimentos por meio de P&D? Bem, ela implica na capacidade de conduzir a pesquisa básica de alto nível, sozinhos ou em parceria com os principais institutos globais de P&D. Ou ser capaz de encontrar novas maneiras de resolver problemas locais como, por exemplo, sistemas de filtragem de nanotecnologia para fornecer água potável ou biogás como alternativa energética.

O Brasil deve eleger a capacitação em CTI como uma de suas prioridades. Não há outro caminho, a não ser mudar a forma como são administrados os sistemas de educação, para incorporar também nestes a inovação – na gestão, nas parcerias, nas metodologias, nos conteúdos, nos espaços e nas relações.

Publicado originalmente por Desafios da Educação, em 28 de março de 2018.

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Educação STEM promove inovação inclusiva

Educação STEM promove inovação inclusiva | Inovação Educacional | Scoop.it

Por Luciano Sathler

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) percebeu há alguns anos essa necessidade de investir na Educação Básica para fomentar a inovação. Em 2010, seu Centro de Pesquisa e Inovação Educacional realizou uma pesquisa-ação para desenvolver inovações para a educação STEM – acrônimo em inglês para as competências em Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática.
O projeto foi batizado de A Iniciativa Catalizadora. Consistia em uma rede com financiamento para 50 projetos de 15 países, especialmente para a Educação Fundamental 2 e ao Ensino Médio. A iniciativa motivou a colaboração internacional para ampliar, acelerar e sustentar a inovação em seis consórcios temáticos. Além de recursos em dinheiro, os beneficiados recebiam capacitação e orientação individualizada.
O princípio adotado foi que ideias e inovação podem fluir da união de pessoas de diferentes origens, regiões e campos do conhecimento. Ou seja: para avançar no sentido da inovação, fomentando fluxos de conhecimento e aprendizagem entre pares, os supervisores de políticas públicas, gestores e educadores devem promover a colaboração, inclusive em nível internacional.

Veja na íntegra em https://desafiosdaeducacao.com.br/educacao-stem-promove-inovacao-inclusiva/ 

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Report: Models for online, open, flexible and technology enhanced higher education

Report: Models for online, open, flexible and technology enhanced higher education | Inovação Educacional | Scoop.it

he final report from the ICDE initiated study on delivery models for online, open, flexible and technology enhanced education across the globe is now publicly released and available for download. The study was launched through an open webinar 25 April, chaired by the ICDE President Belinda Tynan. The research team from Fibs and Open University of UK presented their main findings and one of the partner institutions for the study, Hamdan Bin Mohammed Smart University from Dubai, gave their insights to the value of the study from an higher education institutional perspective. Link to video recording from the webinar.
The study has investigated 69 full cases from higher education institutions in all regions of the world, covering more than 30 different countries. The research group has identified six typologies of what is called the “OOFAT model” to which the cases have been aligned. ICDE believe that the study will be useful for higher education leaders, policy makers, companies and other stakeholders engaged in higher education. The report includes a step-by-step guide which may be used to review your institution’s current or future OOFAT strategy, and is supplemented by an indexed database of the 69 cases.
The report finds that most higher education providers are just at the beginning of developing comprehensive strategies for harnessing digitalization. That makes this study and its findings well-timed, and ICDE hope it will engage educational actors for further development and adoption of online, open, flexible and technology enhanced study provisions across the globe. 

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Canal Cederj reúne recursos abertos para estudar e ensinar

Canal Cederj reúne recursos abertos para estudar e ensinar | Inovação Educacional | Scoop.it

O Canal Cederj é um projeto da Fundação Cecierj que tem o objetivo de reunir todos os recursos de aprendizagem desenvolvidos por sua equipe e utilizados nos cursos da Fundação Cecierj em seus vários níveis: graduação, pré-vestibular, extensão e divulgação científica. São diversos vídeos, animações, textos e documentos de todas as áreas do conhecimento que foram produzidos e aprovados por professores de reconhecida competência para você consultar e utilizar gratuitamente, servindo para você estudar ou preparar aulas.

Pioneira em investir na consolidação da Educação a Distância de qualidade como uma ferramenta socializadora, a Fundação Cecierj inova mais uma vez ao lançar o Canal Cederj ( <https://canalcederj.cecierj.edu.br/>
canalcederj.cecierj.edu.br). Mais do que um site, o Canal Cederj é um ambiente virtual pensado em todos aqueles que querem estudar num país de dimensões continentais como o Brasil e têm dificuldades de mobilidade aos grandes centro urbanos, onde estão concentrados os cursos presenciais, ou não tem tempo, por necessidade de trabalhar. 

Além disso, o Canal também tem uma área voltada aos professores interessados em melhorar seu próprio desempenho em sala de aula e estão à procura de meios de ensinar um conteúdo de qualidade de forma mais dinâmica. Todo o
material está disponibilizado em PDF, vídeos e animações e para acessá-lo não é necessário cadastro prévio. O conteúdo é totalmente gratuito.

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Somos Educação adquire escola Santi, em São Paulo

Somos Educação adquire escola Santi, em São Paulo | Inovação Educacional | Scoop.it
A empresa afirmou que a negociação faz parte do processo de expansão do grupo e "visa garantir a perpetuidade do projeto da Santi"
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Inovação e qualidade no ensino superior: o papel fulcral da educação a distância

Inovação e qualidade no ensino superior: o papel fulcral da educação a distância | Inovação Educacional | Scoop.it

Um país que está a responder, de forma robusta, à necessidade de modernização das universidades é a Alemanha, com a “Iniciativa de Excelência” visando a criação de universidades de elite globais. Trata-se de um programa de financiamento pelo qual as universidades são desafiadas pelo poder político a definirem as suas áreas de força e o modo como pretendem tornar-se de referência global. Visa-se aumentar a competição e a diversificação do sistema universitário alemão, assim como que as universidades voltem a ser centrais na produção científica.
Esta estratégia, consensualizada pelos principais partidos alemães, ultrapassa o preconceito ideológico de que o que é das elites não é de todos, pretendendo aproveitar todo o potencial intelectual dos alemães, assim como dos estrangeiros que queiram estudar ou investigar na Alemanha, designadamente por via da educação a distância. Quase todas as universidades alemãs são públicas e financiadas de modo equivalente pelos seus estados de origem, mas não fazem parte da “primeira liga” das universidades globais, por três razões: a base de recrutamento é regional; não podem selecionar os estudantes; e não podem cobrar propinas. Para além do envolvimento do governo federal e do significativo reforço de verbas, o programa aposta na autonomia das universidades, para que sejam inovadoras.
Entre nós, o programa “Portugal 2020” pretende aumentar a transferência de conhecimento científico das universidades para as empresas e a sociedade, assim como estimular a sua internacionalização e capacidade inovadora. A questão está em saber como fazê-lo. Em 1969, num artigo publicado na revista Análise Social, Miller Guerra e Sedas Nunes, refletindo sobre a crise da Universidade portuguesa, defenderam a necessidade de uma reconversão estrutural desta que passasse pela garantia de autonomia e uma efetiva dotação de meios. Nos anos seguintes, Veiga Simão criou novas e mais modernas universidades, mas não as dotou de autonomia, o que só aconteceu após o 25 de Abril.
Ora, a autonomia das universidades em Portugal praticamente desapareceu, nomeadamente em matéria administrativa e financeira, por força do “garrote” das finanças e de tutelas enfraquecidas.
Para que as universidades públicas tenham projetos de qualidade, diferenciados e competitivos à escala global, é preciso levar a sua autonomia a sério, com o comprometimento dos órgãos de soberania e um financiamento adequado.
Como professores da Universidade Aberta, que este ano celebra o seu 30.º aniversário e sempre apostou na qualidade e na inovação, entendemos ser chegada a hora de se realizar em Portugal um debate sério sobre o papel do ensino digital como ensino de todos e para todos. Não por acaso as universidades de topo mundiais e as novas universidades de elite alemãs apostam todas na oferta de cursos online, porque sabem que essa é uma forma de modernização e de aumento da sua eficiência social. Também Portugal precisa de ter uma oferta de referência mundial e inclusiva em educação a distância, pelo que é necessário consensualizar uma estratégia no Parlamento que seja apoiada pelos demais órgãos de soberania. Essa estratégia deverá centrar-se na qualidade e inovação dos serviços prestados, de acordo com critérios que referiremos em próximo artigo, certos de que este debate tem de ocorrer e de ter consequências.

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Ensino superior conquista a terceira idade

Com mais participação no mercado de trabalho e melhores condições de vida, os idosos começam a ocupar as universidades.

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Insumos para cálculo do Conceito Enade e IDD já estão disponíveis para conferência das IES

Os insumos usados no cálculo do Conceito Enade e do Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD) estão disponíveis para conferência das Instituições de Educação Superior a partir desta quarta-feira, 20 de junho. Os dados são disponibilizados, de forma restrita, no Sistema e-MEC, para os Procuradores Educacionais Institucionais (PI). O prazo para manifestação sobre qualquer desacordo tem a duração de dez dias corridos e terminará em 29 de junho. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgará o resultado final do Conceito Enade e do IDD a partir de 31 de agosto de 2018.
Separados por curso de graduação, os insumos são referentes a estudantes concluintes inscritos e participantes com resultados no Enade 2017 válidos para fins de avaliação; desempenho médio obtido por estudantes concluintes no Enade 2017 nas questões de Formação Geral e nas questões do Componente Específico da prova; e estudantes concluintes participantes do Enade 2017 com nota do Enem considerada no cálculo do IDD.
Em outubro serão divulgados os insumos de dois outros Indicadores de Qualidade da Educação Superior: o Conceito Preliminar de Cursos (CPC) e o Índice Geral de Cursos (IGC). A divulgação final desses indicadores será a partir de 30 de novembro. Após a divulgação os resultados passam a ser considerados estatísticas oficiais da educação superior.

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CPOM: Mais burocracia e custos do Estado para barrar o empreendedorismo

CPOM: Mais burocracia e custos do Estado para barrar o empreendedorismo | Inovação Educacional | Scoop.it

Empreender no Brasil não é mesmo para amadores. Um bom exemplo de legislação que tem criado muitas dificuldades aos empreendedores, especialmente de novos negócios é o CPOM, sigla para Cadastro de Prestadores de Outros Municípios.
Ele foi criado em função da guerra fiscal entre prefeituras, que cobram o imposto sobre serviço, ISS, a fim de evitar que empresas mudem sua sede fiscal para uma cidade com imposto mais baixo, mesmo sem ter ali a sede real de suas atividades. Assim, sempre que uma empresa prestar serviços fora de sua cidade de registro, seu cliente pode ser obrigado por lei municipal a reter o ISS também do município onde o serviço está sendo prestado. Ou seja: o prestador paga o imposto duas vezes, na cidade sede e na cidade de prestação do serviço. Para fugir dessa bi-tributação, o prestador deve ser registrar no CPOM na cidade de seu cliente.
O problema aqui é que prestadores devem realizar o cadastro em cada cidade onde prestam serviços. Imagine no caso de startups, que prestam serviços por meio da tecnologia, para clientes espalhados por diversos municípios do Brasil. A empresa é obrigada a realizar e administrar inúmeros cadastros nos CPOMs de diversas cidades.

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A nova geração de investidores-anjo do Brasil

A nova geração de investidores-anjo do Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it
Número de pessoas que apostam em empresas em estágio inicial no País já chega a 7 mil,segundo a Anjos do Brasil
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Por dentro do Vivo Transformação Digital, o escritório de inovação da Vivo

Por dentro do Vivo Transformação Digital, o escritório de inovação da Vivo | Inovação Educacional | Scoop.it

O Vivo Digital Labs é um centro localizado dentro do prédio da Vivo em São Paulo, pensado para fomentar a mentalidade de startups e inovação digital dentro da empresa.
O Vivo Digital Labs é um centro localizado dentro do prédio da Vivo em São Paulo, na avenida Chucri Zaidan. O local foi pensado para fomentar a mentalidade de startups e inovação digital dentro da empresa. Quem apresentou os novos escritórios, inaugurados no segundo semestre de 2016, foi Lucas Robertto Batista, Head do Vivo Digital Labs. Ele ficou encarregado de explicar a função de cada um dos 12 “squads“, nome dado aos setores do escritório. Este, populado por um misto entre funcionários internos e parceiros da Vivo.
Lab UX – A sala de experiência do usuário
Esta é a sala onde o time da Vivo faz testes de usabilidade com usuários convidados. É tudo feito com gravação de imagens e reações do entrevistado, com um time analisando as imagens em uma outra sala – atrás de uma janela/espelho – e anotando os resultados das experiências.

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Sesi - SP abre Processo Seletivo para Professores. Salário pode variar de R$ 4.759,93 a R$ 5.377,66

Sesi - SP abre Processo Seletivo para Professores. Salário pode variar de R$ 4.759,93 a R$ 5.377,66 | Inovação Educacional | Scoop.it

Os interessados em participar da seleção devem se inscrever até o dia 6 de julho de 2017, pelo site igdrh.selecao.net.br, mas para concluí-la lembre-se de realizar o pagamento de uma taxa de R$ 29,50. Os concorrentes serão avaliados por meio de Prova Teórica, que versará sobre língua portuguesa e conhecimentos pedagógicos, Comprovação dos Requisitos e Entrevista. Veja o edital nº 001/2017

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Em uma década, polos de violência no Brasil migram das capitais para cidades de médio porte

Em uma década, polos de violência no Brasil migram das capitais para cidades de médio porte | Inovação Educacional | Scoop.it

O que ocorreu com a cidade fluminense reflete bem a mudança na dinâmica nacional dos homicídios nos últimos anos. Os dados mostram a consolidação da migração da violência das capitais e grandes metrópoles para centros urbanos de médio porte.
Segundo o Atlas da Violência 2018, divulgado na sexta-feira (15) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2016 (último com dados disponíveis no DataSUS), as capitais saíram da liderança do ranking de mortes violentas.

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Artificial Intelligence Index

We curate the latest data and trends on artificial intelligence in one place.

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Technology in higher education: opportunities for bridging divides

Universities in all regions of the world are providing online access to millions of students that would not have been included in quality higher education if left without the online opportunity.  Examples are University of Maryland University College, USA, UNISA in South Africa, Open University, UK, Universitas Terbukas, Indonesia, to mention a few.  Some started as online universities, like Open University Catalunya, Spain, the first online university in 1995. In the US, almost 40% of students take at least one course online. 
In Brazil, most federal universities collaborate under the umbrella of the ministry for Health, to provide continued education for almost 3 million health professionals. This would not be possible without an online approach.  One of the main findings in a European funded project, IDEAL (Impact of Distance Education on Adult Learning), coordinated by ICDE (UNESCO Institute for Lifelong Learning, 2015), was that online education as the main mode of distance education fulfilled most adult learners’ requirements for more flexible learning opportunities.

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Governo brasileiro lança programa de incentivo que contará com mais de R$1,5 bilhão de investimento

Governo brasileiro lança programa de incentivo que contará com mais de R$1,5 bilhão de investimento | Inovação Educacional | Scoop.it
O Governo  brasileiro, por meio da FINEP, Financiadora de Estudos e Projetos, lançou na última terça-feira, 19 de junho, um programa de incentivo para o setor de Internet das Coisas no Brasil e, consequentemente, para aplicações que envolvem DLT aplicado em IoT. A “Ação de Fomento à Internet das Coisas e Demais Tecnologias Habilitadoras da Indústria 4.0” prevê o investimento de R$1.5 bilhão para financiar programas nesta área, com recursos da própria Finep e da Funttel (Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Comunicações).
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Núcleo de Inovação conhece novas plataformas do Ministério da Educação

O Núcleo de Inovação, vinculado à Associação Comercial e Empresarial de Toledo (Acit), que busca por fomento ao desenvolvimento regional, recebeu na manhã de terça-feira (19) uma palestra sobre duas novas plataformas do Portal do Ministério da Educação (MEC).
O integrante do Centro de Computação Cientifica e Software Livre (C3SL) e professor do curso de Licenciatura em Computação, da Universidade Federal do Paraná, campus Palotina, Jéfer Benedett Dörr, falou sobre a plataforma Integrada de Recursos Educacionais Digitais MEC, que permite aos professores da rede pública acesso a vídeos e animações destinados à educação e, ainda sobre o Linux Educacional, projeto que incentiva o melhor aproveitamento dos ambientes de informática nas escolas.
Ele conta que a Universidade colabora na divulgação dos portais e testes das plataformas. “São projetos em desenvolvimento que devem ser lançados oficialmente pelo Ministério da Educação em breve.”

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Quero Educação investe em startup dos EUA

Quero Educação investe em startup dos EUA | Inovação Educacional | Scoop.it
A Quero Educação, empresa de São José dos Campos que desenvolve soluções para conectar alunos e instituições de ensino, foi uma das 20 participantes em um aporte de US$ 4 milhões na Lambda School,  uma startup do Vale do Silício com uma abordagem diferente de financiamento de educação.
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Diferença Entre Faculdade EAD e Semipresencial

Diferença Entre Faculdade EAD e Semipresencial | Inovação Educacional | Scoop.it
EaD e semipresencial são modalidades de cursos de Ensino Superior que utilizam a internet como meio para transmitir o conhecimento dos professores para os alunos. O EaD (sigla para cursos de Educação a Distância) concentra a maior parte das atividades no modo online e exige a presença dos alunos apenas para atividades ou provas esporádicas, uma vez por trimestre, semestralmente ou até mesmo só para a apresentação do trabalho de conclusão do curso. Já a modalidade semipresencial mescla atividades presenciais e a distância e exigem uma frequência maior do aluno em relação ao EaD, podendo ter aulas presenciais uma ou mais vezes por semana.
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SiSU do segundo semestre perde quase metade dos inscritos em um ano

SiSU do segundo semestre perde quase metade dos inscritos em um ano | Inovação Educacional | Scoop.it

O SiSU 2018/2 registrou 976.765 inscrições feitas por 508.486 candidatos, contra 1.797.386 inscrições de 935.550 estudantes no SiSU 2017/2. O número de inscrições é maior que de inscritos porque cada candidato pode escolher até dois cursos.
Entre as edições do segundo semestre, a quantidade de inscritos no SiSU 2018/2 só não é menor que as duas primeiras, em 2010 e 2011. O recorde é do SiSU 2014/2, quando 1,2 milhão de candidatos realizaram 2,3 milhões de inscrições.

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O Brasil precisa de uma inovação

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'A' inovação que precisamos é cuidar da educação no longo prazo, como um desafio nacional, do Estado. E não de partidos ou mandatos
06/06/2018 | 11h50
Num lugar que precisa de tanto, dizer que precisamos de “uma” inovação parece brincadeira. Inovação, segundo Drucker, é a mudança de comportamento de agentes, no mercado, como fornecedores e consumidores de qualquer coisa. Mercado não só o de rapadura a contratos futuros, mas de tudo, inclusive ideias. Porém, quando consideram-se as necessidades de um dos lugares mais desiguais da Terra, nossa terra demanda, acima de todas, uma inovação.
Gilberto Freyre considerava o tempo tríbio: uma interseção do presente, de fragmentos do passado e de projeções do futuro, tudo ao mesmo tempo, agora. Assim são nossas vidas e o tempo das organizações e sociedade. O agora é uma máquina de consumir possíveis futuros, no presente, transformando-os em passado, imediatamente. O filtro do agora é estreito, são poucos os futuros que se tornam presente e, depois, história. Somos conscientes dessa realidade, face à nossa impermanência.
Na política, tal percepção se torna realidade trágica. Considere a magnitude e complexidade do nosso território, população e seus problemas e pense quantos podem ser resolvidos em um mandato. Um destes problemas é alfabetização. Em 2016, a Ação Educativa e o Instituto Paulo Montenegro mostraram que só 8% dos brasileiros tinha “domínio de habilidades para compreender e interpretar textos em situações usuais e resolver problemas envolvendo múltiplas etapas, operações e informações.”
Ou seja: mais de 90% dos brasileiros não consegue ler um manual e usá-lo, na prática, para resolver um problema. Será que tal nível de (in)competência afeta a produtividade brasileira que, hoje, é a mesma dos anos 1960, enquanto a da China cresceu três vezes no período? Estamos nos últimos lugares do Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes (Pisa, na sigla em inglês), sem evolução, e a China acima dos EUA em matemática e ciências. Aí tem.
Aí tem “a” inovação que o Brasil precisa. E não é o velho – e atual – “precisamos melhorar a qualidade e universalidade da nossa educação”. Isso todos sabem – e poucos fazem. “A” inovação que precisamos é cuidar da educação no longo prazo, como um desafio nacional, do Estado. E não de partidos ou mandatos.
Enquanto oscilarmos entre teorias, práticas e testes, nunca chegaremos a Portugal, que está acima dos EUA no Pisa. É possível e não exige recursos que não temos. Mas é preciso dedicação que nunca tivemos, pois a educação nunca foi tratada como problema que veio do passado e que, para estar resolvida no futuro, precisa de energia no presente. Agora e sempre.

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No Vale do Silício, robôs já entregam sua comida

No Vale do Silício, robôs já entregam sua comida | Inovação Educacional | Scoop.it
Serviços de delivery com robôs autônomos viram ‘febre’ em campus de universidades e empresas na Califórnia
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As startups querem mudar o campo

As startups querem mudar o campo | Inovação Educacional | Scoop.it
Setor agrícola perde apenas para serviços financeiros na hora de o empreendedor decidir quais mercados sua empresa irá atender
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Google e Facebook lançam especialização em marketing digital com conteúdo em português

Google e Facebook lançam especialização em marketing digital com conteúdo em português | Inovação Educacional | Scoop.it

Programa é realizado em parceria com a Udacity, do Vale do Silício e já está totalmente traduzido

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A humanidade dividida ao meio pela tecnologia

A humanidade dividida ao meio pela tecnologia | Inovação Educacional | Scoop.it

Pessoas com conexão à internet obtêm uma imensidão de vantagens

Os dados das quase três centenas de páginas da edição de 2018 permitem concluir que só vai aumentar a já imensa distância entre as duas metades da humanidade: a que está conectada à internet e a que não está.
Os de fora têm cada vez mais dificuldade para entrar. O crescimento da rede desacelerou bruscamente, até porque há muita confusão sobre quem deveria pagar a expansão. “Tem sido mais difícil crescer após ultrapassada a penetração de 50% do mercado”, diz Meeker. Decorrência disso, 2017 foi o primeiro ano em que não aumentou o número de smartphones levados ao mercado.
Quem está dentro tem uma vida cada vez mais digital e obtém uma imensidão de vantagens. Um exemplo é o mercado de trabalho. Meeker perfila-se ao lado dos que acreditam que a tecnologia tem impacto benéfico. Argumenta além da questão quantitativa: diz que a internet facilita trabalhar como freelancer e que tais profissionais mantêm ritmo de aprendizado mais acelerado, além de poderem escolher quando e onde querem trabalhar —como ocorre com os motoristas da Uber.
No caso dos dados, o ouro digital, existe um paradoxo da privacidade. As pessoas não querem ver suas informações exploradas, mas o uso delas aumenta sua satisfação. Não só isso: os dados abrem caminho para reduzir custos como os com saúde.
O mundo de oportunidades discutidas por Meeker, vale lembrar, aplica-se apenas a metade dos humanos. Ela passa ao largo do aspecto da cidadania, mas não é difícil derivar até ele discussões como as que levanta, começando pelo acesso à informação. A bola de neve contra os mais pobres ficou ainda mais brutal, e os incentivos para detê-la não estão sendo suficientes.

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Comida mundial está na mão de poucos, e agricultor fica pobre, diz estudo

Comida mundial está na mão de poucos, e agricultor fica pobre, diz estudo | Inovação Educacional | Scoop.it

A concentração do mercado de alimentos nas mãos de poucas empresas está esmagando os rendimentos dos pequenos produtores rurais e trabalhadores do campo no mundo todo. Há casos em que a renda dos lavradores é tão baixa que eles chegam a passar fome. Ao mesmo tempo, os ganhos das gigantes do setor engordam.
É o que diz um estudo da ONG britânica Oxfam divulgado nesta quarta-feira (20).

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