Inovação Educacional
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Suporte sofisticado

Suporte sofisticado | Inovação Educacional | Scoop.it

A novidade é que esses escritórios, além de ajudarem na compra de insumos e na prestação de contas, começam a oferecer novos serviços. Alguns se dedicam a prospectar oportunidades de financiamento em editais e chamadas de propostas, ajudando os pesquisadores também a levantar recursos. Outros dão suporte não só para os projetos, mas também para os bolsistas. “Esses escritórios estão se disseminando e alguns já fornecem um apoio bastante sofisticado”, diz Marcia Regina Napoli, responsável pela Gerência de Apoio, Informação e Comunicação (Gaic) da Diretoria Administrativa da FAPESP, que coordena o programa desde 2010.
Um exemplo é o Escritório de Apoio Institucional ao Pesquisador do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, que mantém dois funcionários trabalhando tanto no suporte a quem pretende submeter um projeto de pesquisa a agências quanto na fase posterior à obtenção dos recursos, auxiliando na compra dos insumos, prestação de contas e até mesmo ajudando a publicar os resultados em revistas científicas. Vinculado ao Hospital Israelita Albert Einstein, o instituto dispõe de laboratórios organizados em core facilities, um biotério acreditado pela Association for Assessment and Acreditation of Laboratory Animal Care Internacional (AAALAC) e um centro de pesquisa clínica onde são realizados estudos científicos por 23 pesquisadores contratados, 42 docentes do programa de pós-graduação acadêmica e mais de 200 médicos de seu corpo clínico envolvidos em pesquisa. Desde sua criação, em meados de 2012, o escritório já ajudou a submeter 67 projetos de pesquisa. A taxa de aprovação de projetos submetidos chega a 61% do total – e a captação de recursos oriundos de agências de fomento cresceu 323% entre 2012 e 2013.

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O Brasil deve eleger a capacitação em Ciência, Tecnologia e Inovação como uma de suas prioridades 

O Brasil deve eleger a capacitação em Ciência, Tecnologia e Inovação como uma de suas prioridades  | Inovação Educacional | Scoop.it

Por Luciano Sathler

O desenvolvimento de competências para ciência, tecnologia e inovação (CTI) é algo fundamental. Mais: é urgente e deve ser priorizado para a transformação da realidade socioeconômica brasileira.

Durante meus estudos de mestrado e doutorado, tive o privilégio de conviver com pesquisadores que, à sua profunda erudição e elevado rigor científico, somavam uma visão instigante de mundo, que mobilizava estudantes a refletirem sobre si mesmos e sobre a sociedade.

Um desses mestres foi o economista Ladislau Dowbor, cuja história de vida se soma a uma vastidão de conhecimentos e profícua produção científica – características que o permitem ser reconhecido internacionalmente. Seu foco principal? Enfrentar a pobreza e combater a desigualdade. Via de regra, Ladislau não é considerado simpatizante das políticas defendidas pelo Banco Mundial e outros órgãos multilaterais. Mas sempre teve abertura intelectual o suficiente para analisar os dados publicados por essas instituições – seja para refutar, criticar ou demonstrar fatos que saltavam aos olhos.

Na mesma linha crítica do mestre Ladislau, quero refletir sobre uma de 2008, escrita por autores designados pelo Banco Mundial, com o título “Science, technology, and innovation: capacity building for sustainable growth and poverty reduction”. Na data em escrevo está disponível para download aqui.

O trabalho advém do Fórum Global de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizado em fevereiro de 2007, nos Estados Unidos. O objetivo foi discutir estratégias, programas e políticas para ampliar a capacidade científica, tecnológica e de inovação nos países empobrecidos, para promover o crescimento sustentável e, consequentemente, a redução da pobreza. Vejamos alguns tópicos:

  • Redução de pobreza e caminhos para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis promulgados pela ONU – Para que consigam aplicar Ciência, Tecnologia e Inovação na resolução de seus problemas, as comunidades locais devem ser participantes ativas no processo de desenvolvimento – e não meramente destinatários passivos da tecnologia desenvolvida por outros povos. O empreendedorismo e as habilidades de marketing também são importantes. Mas sem a capacidade de desenvolver soluções tecnologicamente superiores ou inovadoras, ambas serão competências que não garantirão sucesso na construção das capacidades produtivas dos países.
  • Ampliação do valor agregado aos recursos naturais exportados – Embora possa parecer paradoxal num primeiro momento, muitos economistas consideram a oferta abundante recursos naturais como um potencial problema. O raciocínio sugere que a abundância desacelera o crescimento e dificulta a diversificação econômica. É preciso escapar desse ciclo vicioso. Para isso, os países têm que desenvolver competências adequadas de CTI para que as organizações locais tenham a capacidade de produzir e exportar mais bens e serviços de maior intensidade tecnológica. Fundamental é que cientistas, empreendedores e demais trabalhadores estejam aptos para executar tarefas mais complexas, que pedem melhor formação e espaço para a criatividade.
  • Atualização tecnológica e captura da vantagem do retardatário – Os países empobrecidos são, atualmente, os retardatários tecnológicos – uma desvantagem frente aos países ricos no que diz respeito à capacidade em CTI. Porém, isso não significa uma condenação permanente que empurre as nações pobres para trás. É possível diminuir o fosso e recuperar terreno se houver aprendizagem, convertendo o atraso em vantagem. Por exemplo: os retardatários não têm que inventar a maioria das tecnologias de produção ou processos a serem adotados. Nem precisam começar com a tecnologia mais antiga e trilhar o mesmo histórico de progressão que os países mais ricos seguiram. É possível saltar e mover-se diretamente para as tecnologias mais avançadas. Essa rápida progressão tecnológica pede o desenvolvimento interno da capacidade de encontrar tecnologias existentes, adaptá-las para uso local e incorporá-las ao processo produtivo. É o que a China tem feito nas últimas décadas.
  • O papel da Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) – Já existem muitas tecnologias que podem colaborar para reduzir a pobreza, agregar valor às exportações e atualizar a proficiência tecnológica da população em nações empobrecidas. É comum que muitas estejam com seu uso difundido nos países ricos. Portanto, uma das primeiras tarefas no desenvolvimento da CTI deve ser voltada ao uso e adaptação das tecnologias existentes. Para a maioria, isso requer o desenvolvimento de competências técnicas e profissionais no campo das ciências, tecnologias, engenharias, artes e matemática – conhecido pela sigla em inglês Steam. Não significa a ideia de que nenhum papel há para P&D nas fronteiras do conhecimento. Mas somente que os dois tipos de esforços devem estar previstos nas políticas públicas e iniciativas privadas de inovação.

Dentre as conclusões principais do Fórum, destaco:

O Ensino Fundamental de boa qualidade é essencial, mas não suficiente. Nenhum país terá condição de melhorar suas condições socioeconômicas se não cuidar da qualidade e inclusão no Ensino Médio e na Educação Superior. O pensamento que defende serem os salários baixos um diferencial competitivo não se sustenta diante da crescente automação dos trabalhos manuais e repetitivos.

A centralidade das mulheres para a redução da pobreza exige que o combate à Desigualdade de Gênero seja priorizado nas estratégias para o desenvolvimento das competências para CTI.

Desenvolver competências para CTI é muito mais do que focar apenas em tecnologias de ponta. As necessidades locais em países empobrecidos pedem um olhar também para as questões mais básicas, tais como saneamento básico, economia ambiental, doenças tropicais, desnutrição e combate à violência. Soluções intensivas de tecnologia concebidas ou adaptadas para temas como esses têm elevado potencial de gerar maior prosperidade e competitividade.

DIMENSÕES DA CAPACITAÇÃO EM CTI

O infográfico a seguir apresenta quatro dimensões necessárias à capacidade para a CTI: pessoas competentes; empreendedorismo, organizações e ecossistema de inovação. Confira no infográfico acima.

Mesmo que um país empobrecido aumente drasticamente o tamanho, a qualidade e seu esforço de pesquisa, é improvável que o sistema local de P&D gere mais do que uma pequena fração do total de conhecimento necessário para mudar a matriz socioeconômica. Portanto, a maioria do conhecimento que qualquer nação vai precisar será produzido por outros.

Como resultado, o desenvolvimento da capacidade de identificar, localizar, adquirir, adaptar e adotar esse conhecimento existente deve ser um componente indispensável da capacidade em CTI.

E a capacidade de produzir e usar novos conhecimentos por meio de P&D? Bem, ela implica na capacidade de conduzir a pesquisa básica de alto nível, sozinhos ou em parceria com os principais institutos globais de P&D. Ou ser capaz de encontrar novas maneiras de resolver problemas locais como, por exemplo, sistemas de filtragem de nanotecnologia para fornecer água potável ou biogás como alternativa energética.

O Brasil deve eleger a capacitação em CTI como uma de suas prioridades. Não há outro caminho, a não ser mudar a forma como são administrados os sistemas de educação, para incorporar também nestes a inovação – na gestão, nas parcerias, nas metodologias, nos conteúdos, nos espaços e nas relações.

Publicado originalmente por Desafios da Educação, em 28 de março de 2018.

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USP oferece curso de história do Brasil de graça e online

USP oferece curso de história do Brasil de graça e online | Inovação Educacional | Scoop.it

Conhecer a história de um país é fundamental para entender como as sociedades se organizaram e chegaram até o momento presente, auxiliando a compreender os problemas que persistem e a buscar alternativas para solucioná-los.
Criada em 2009, a Univesp TV é um canal de televisão que produz e veicula conteúdo acadêmico ligado à USP, Unicamp, Unesp e Univesp, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo.
A Univesp TV conta também com um canal no Youtube que, além de transmitir ao vivo o que passa na televisão, reúne várias playlists com professores universitários dando aulas sobre os temas que dominam.

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‘Laboratória’ forma programadoras que refinanciam o programa depois de empregadas

‘Laboratória’ forma programadoras que refinanciam o programa depois de empregadas | Inovação Educacional | Scoop.it

A Laboratoria está inovando ao priorizar a formação de mulheres programadoras, que ao lado de uma comunidade latino-americana de alunas desta organização social, vão transformar o perfil do mercado.
Os encontros acontecem durante seis meses, de segunda a sexta-feira no Ibmec, em São Paulo. São cinco horas de aula por dia, garantindo o preparo necessário para a atuação enquanto programadora front-end, com salário médio na casa de 2,5 mil reais.
O modelo foi traçado para atingir o maior número de pessoas possível. Sobretudo as em condições sociais de maior vulnerabilidade. Então, foi criado um sistema no qual o curso é bancado pela organização até que as alunas estejam empregadas e recebam o primeiro salário. É um projeto de refinanciamento, que prevê a contribuição de ex-alunas com 10% do salário líquido durante 24 meses.

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App brasileiro (e gratuito) permite que cegos leiam textos impressos

App brasileiro (e gratuito) permite que cegos leiam textos impressos | Inovação Educacional | Scoop.it

Um novo aplicativo desenvolvido no Brasil promete auxiliar a vida de pessoas que possuem problemas de visão. Batizado de EyeFy, o aplicativo utiliza técnicas avançadas de inteligência artificial e aprendizado de máquina para reconhecer textos e efetuar a leitura deles em voz alta, o que permite maior autonomia não só para pessoas com problemas de visão, como também para aquelas não alfabetizadas.
De acordo com Jonathan Santos, criador do aplicativo, a principal motivação para o desenvolvimento do app foi a chegada ao Brasil de um sistema que, a partir de uma câmera acoplada na armação do óculos, faz a leitura de textos e identificação de objetos para pessoas cegas ou com baixa visão. O problema é o preço disso: ao pesquisar sobre, Santos descobriu que o sistema custava R$ 19 mil para ser instalado. Isso fez com que Jonathan criasse um aplicativo que atua de forma parecida a esse sistema, mas de forma mais inclusiva. Por isso, Jonathan garante que o EyeFy será para sempre um aplicativo gratuito, sem propagandas, e que não necessita de uma conexão com a internet para funcionar.

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Continência, 'inspeção de cabelo' e tutoria de PMs: a rotina em uma escola com regras e disciplina militares

Continência, 'inspeção de cabelo' e tutoria de PMs: a rotina em uma escola com regras e disciplina militares | Inovação Educacional | Scoop.it

A Escola Altair da Costa Lima não é um colégio militar, onde a prática é comum, mas é uma das primeiras instituições de ensino a receber o modelo batizado de Vetor Disciplinar, resultado de um acordo de cooperação técnica entre a Polícia Militar da Bahia e prefeituras que enxergam no método de disciplina da PM um caminho para melhorar os resultados de suas unidades de ensino básico.
Trata-se de um modelo diferente dos Colégios da Polícia Militar (CPM). Na Bahia, existem atualmente 15 CPMs e, pela legislação vigente, esse número só pode chegar a 17. No caso do Vetor, as escolas seguem geridas pelas prefeituras e recebem policiais militares da reserva para atuar no âmbito disciplinar. Neste caso, o custo para implantação do modelo fica a cargo dos municípios.
O tema está na pauta também da disputa eleitoral. O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) afirma, em seu plano de governo, que em até dois anos todas as capitais do país teriam pelo menos um colégio militar.

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Governo deu condição para o PCC crescer, diz sociólogo

Governo deu condição para o PCC crescer, diz sociólogo | Inovação Educacional | Scoop.it

O sociólogo Gabriel Feltran, professor da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) e autor de “Irmãos - Uma História do PCC” (Companhia das Letras) é o convidado do podcast Ilustríssima Conversa da semana.
A conversa com Walter Porto, repórter da Ilustríssima, abordou a estrutura, a economia e a ideologia da facção criminosa e o sistema de justiça paralela que vigora entre seus integrantes.

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Apesar do investimento, carro autônomo ainda é futurismo

Apesar do investimento, carro autônomo ainda é futurismo | Inovação Educacional | Scoop.it

Nos dois últimos anos, Elon Musk, o presidente-executivo da Tesla, planejou, e em seguida abandonou, um sistema de veículos autônomos para viagens de costa a costa nos Estados Unidos. Já a previsão de John Zimmer, presidente-executivo da Lyft, que em 2016 apostou que os carros autônomos "praticamente poriam fim" à propriedade particular de veículos já em 2025, parece quase ridícula agora.
Existem muitos motivos para que o setor de veículos autônomos subitamente esteja se vendo no "fosso da desilusão", e o principal deles é a tecnologia.
Ainda não sabemos como criar um motorista computadorizado capaz de apresentar desempenho tão bom quanto, ou melhor que, o desempenho humano, em todas as condições.
Ao que parece, a capacidade humana de criar modelos mentais não é algo que a inteligência artificial disponível atualmente seja capaz de aprender, não importa que volume de dados lhe seja fornecido. Mesmo que cheguemos a dispor da tecnologia necessária, ainda assim teríamos de lidar com os imprevisíveis seres humanos, em seus carros, bicicletas, scooters, e a pé.

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Brasil criou uma geração de jovens que questiona a política, dizem especialistas

Brasil criou uma geração de jovens que questiona a política, dizem especialistas | Inovação Educacional | Scoop.it

Desde 2013, o Brasil vive um período social turbulento porque os cidadãos passaram a questionar a política, avaliam os professores Oscar Vilhena, diretor do curso de Direito da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP), e Luciana Yeung, coordenadora dos cursos de graduação do Insper. Em entrevista ao UM BRASIL, Vilhena diz que o comportamento dos jovens de hoje é fruto dos direitos estabelecidos pela última Constituição Federal.
“Começamos a ver a abertura desse olho do furacão em 2013, quando a garotada foi para a rua. Todo o pacto que fizemos em 1988 criou uma nova geração de brasileiros que acredita que tem direitos.”
Para Yeung, esse movimento se choca diretamente com a crítica de que até pouco tempo o brasileiro não se interessava por política. “Agora temos o voto, a organização das ruas e mais uma coisa nova que é a tecnologia. O espaço digital tem se tornado muito importante para uma participação maior das pessoas [na política]”, diz a doutora em economia.

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O conceito de accountability, por João Cordeiro

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O autor e consultor João Cordeiro explica o conceito de accountability durante entrevista ao UM BRASIL.
Especialista no assunto, ele afirma que a palavra de origem inglesa não tem uma tradução perfeita, mas pode ser entendida como uma virtude que faz com que as pessoas assumam o papel de protagonista na resolução de problemas, aumentando o nível de responsabilidade na vida pessoal e no trabalho.
“Accountability não convive com corrupção, não conversa com ‘dar um jeitinho’, não se sente bem em colocar a culpa nos outros”, avalia.

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Entrevistados analisam ineficiência do Estado

Entrevistados analisam ineficiência do Estado | Inovação Educacional | Scoop.it

A ineficiência na administração do Estado brasileiro acarreta uma série de dificuldades econômicas e sociais ao País. Ao gastar mal e investir pouco, a ampliação da capacidade produtiva é afetada.
Para o diretor de Pesquisa Econômica para a América Latina do Goldman Sachs, Alberto Ramos, esse modelo impede o crescimento do potencial nacional no longo prazo. Em entrevista ao UM BRASIL, ele afirma que o País tem um Estado grande por causa da alta carga tributária e do volume de gastos do setor público. Além disso, os serviços oferecidos à população são de baixa qualidade.

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Especialistas debatem perfis dos líderes do setor público

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Os órgãos públicos precisam manter uma boa administração para serem eficientes. Para tanto, é preciso saber planejar, elaborar e gerenciar projetos públicos. A execução dessas atividades exige preparação dos líderes, que devem ter uma formação específica, além de perfil para a realização das tarefas.
Para a diretora-executiva e cofundadora do Vetor Brasil, Joice Toyota, para transformar o setor público, esse profissional não deve se limitar a apenas apresentar um planejamento, mas também se envolver dentro da esfera governamental. “Precisamos de uma rede de líderes comprometidos e bem formados para termos um impacto positivo no Brasil”, diz a engenheira pela USP, com MBA e mestrado em Educação pela Universidade Stanford.

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Especialistas debatem desafios da segurança pública

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O tema “segurança pública” gera discussões sobre qual seria a melhor maneira para resolver os desafios e aumentar o bem-estar da população. Mesmo sem uma fórmula única, especialistas buscam métodos que solucionem problemas como a insegurança e a violência.
Em entrevista ao UM BRASIL, a diretora-executiva e cofundadora do Instituto Igarapé, Ilona Szabó, afirma que a segurança pública é um bem coletivo e que sem ela não há desenvolvimento. Ela enfatiza que devemos refletir sobre o fato de que estaremos seguros quando todos estiverem.
“É uma boa oportunidade de pautar um debate baseado no que funciona, em fatos e evidências, em experiências bem-sucedidas tanto nacionais quanto internacionais e tentar tornar esse assunto tão nobre quanto os outros direitos sociais”, diz.

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O dilema dos pais 

Mas por mais que se tenha medo de não entender nada do projeto pedagógico – e ache que vai ser enrolado com nomes como construtivismo, sociointeracionismo, Piaget e Montessori – o mais importante é questionar sobre isso. Perguntas eficientes podem ser sobre quais atividades são feitas ao longo do dia com o bebê, se há contação de histórias, música, brinquedos pedagógicos, interação com outras crianças. Não dá para esquecer de quem cuidará do novo aluno: a pessoa precisa ser formada em ensino superior, condição que garante que ela saiba estimulá-lo em diferentes aspectos (físico, motor, linguístico, afetivo e cognitivo). E, ainda, cada professor deve cuidar de poucas crianças (menos de 8) nessa etapa.

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Dados, análise e tecnologia para uma sociedade livre de achismos

Dados, análise e tecnologia para uma sociedade livre de achismos | Inovação Educacional | Scoop.it
A bem da verdade, este não é um cenário difícil de ser alcançado, e a tecnologia é o caminho para isso. Em um exemplo bem prático, podemos usar a cultura de dados para ter uma maior transparência ao lidar com problemas de nossa cidade, algo que está mais próximo de nós. Podemos cobrar das organizações públicas a divulgação de dados abertos (Open Data) atualizados, de fácil acesso e obtenção pelas empresas e pessoas que busquem utilizá-los, possibilitando assim, a entrega de uma maior informação aos nossos cidadãos.
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Eles não largaram tudo: 5 histórias de empreendedorismo real e algumas lições de vida

Eles não largaram tudo: 5 histórias de empreendedorismo real e algumas lições de vida | Inovação Educacional | Scoop.it
Empreendedorismo é palavra da moda e, como tudo que se torna popular, a realidade ao redor do esforço que de fato é empreender em um negócio novo e inovador acaba diluída por impressões e promessas que muitas vezes não condizem com a realidade. Quando se pensa em empreendedorismo, imagina-se comumente uma vida lúdica de aventuras empresariais, em que uma boa ideia e o trabalho devido transformam uma realidade burocrática, desinteressante ou mesmo de pouco dinheiro em um sonho próspero e excitante – e essa pode sim ser a verdade para o empreendedor. Mas antes disso acontecer, muitos tropeços, dificuldades, erros e, acima de tudo, muito trabalho precisa necessariamente se dar.
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Os jovens, esses infelizes - Luiz Felipe Pondé

Os jovens, esses infelizes - Luiz Felipe Pondé | Inovação Educacional | Scoop.it
Arriscaria dizer que as escolas estão entre as instituições mais perdidas no mundo
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Períodos de crise são oportunidades para aprimorar educação

Períodos de crise são oportunidades para aprimorar educação | Inovação Educacional | Scoop.it

Períodos de crises política e econômica se transformam em uma oportunidade para que os problemas no sistema educacional sejam discutidos. Esse debate leva à melhoria da educação na medida em que são definidas suas prioridades.
Em encontro promovido pelo UM BRASIL, o matemático e ex-ministro da Educação português Nuno Crato deu como exemplo a reforma feita em Portugal em meio à grande crise econômica que atingiu a Europa entre 2011 e 2015. Como consequência, o abandono escolar baixou de 25% para em 3,7% no período e as taxas de reprovação caíram. “Nós pudemos ajudar os professores a serem exigentes com seus alunos. Estabelecemos metas mais avançadas e tentamos ter bons manuais escolares”, lembra.

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Pais dão nota que vale pontos no colégio

Pais dão nota que vale pontos no colégio | Inovação Educacional | Scoop.it
Para incentivar melhor comportamento dos alunos em casa, o Colégio Brasil Objetivo, em Interlagos, propõe que os pais avaliem os filhos. Por meio de um questionário bimestral de 30 perguntas, o responsável anota se o filho tem arrumado a cama, feito a lição de casa e escovado os dentes. Ao final, é dada uma nota e, se o jovem cumpriu todas as obrigações no lar, o estudante pode ganhar até dois pontos na composição da nota.
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Robôs farão mais tarefas que os humanos em 2025, aponta estudo 

Robôs farão mais tarefas que os humanos em 2025, aponta estudo  | Inovação Educacional | Scoop.it

Em 2025 os robôs cumprirão 52% das tarefas profissionais correntes, afirma um estudo do Fórum Econômico Mundial.
A "revolução", no entanto, criará 58 milhões de novos empregos líquidos durante os próximos cinco anos, destaca o documento.
"Em 2025, mais da metade de todas as tarefas realizadas nos locais de trabalho serão feitas por máquinas, contra 29% atualmente", afirmam os pesquisadores da fundação com sede em Genebra, conhecida por organizar a cada ano o Fórum de Davos.

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Revista “PB” lança edição especial em parceria com UM BRASIL

Revista “PB” lança edição especial em parceria com UM BRASIL | Inovação Educacional | Scoop.it

A plataforma UM BRASIL e a revista Problemas Brasileiros, editada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), se uniram para lançar uma edição extra da publicação, com mais de 20 artigos de nomes de variadas esferas do conhecimento, a fim de debater a agenda que o Brasil precisa assumir para reverter o quadro de incapacidade administrativa.
Entre eles, está o artigo sobre Reforma da Previdência, no qual o economista e pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe) e do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), Paulo Tafner, explica como a proposta pode garantir direitos a todos e trazer sustentabilidade financeira.
Além disso, os copresidentes do Conselho de Economia, Sociologia e Política da FecomercioSP, Paulo Delgado e Antonio Lanzana, abordam qual o perfil do presidente que fará a diferença para o País diante da crise prolongada na relação entre as instituições e os desafios para a modernização e a retomada do desenvolvimento, respectivamente.

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Claudio Abramo debate corrupção, ideologias e corrida presidencial

Claudio Abramo debate corrupção, ideologias e corrida presidencial | Inovação Educacional | Scoop.it

Claudio Weber Abramo, diretor-executivo da ONG Transparência Brasil, fala sobre corrupção, ideologias e corrida presidencial, em entrevista ao UM BRASIL.
“Ele aponta que quase 60% dos deputados federais e senadores têm problemas com a Justiça. E são crimes graves como compra de votos e peculato”, afirma.

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UM BRASIL debate reformas estruturais essenciais ao País

UM BRASIL debate reformas estruturais essenciais ao País | Inovação Educacional | Scoop.it

Com um ano eleitoral repleto de incertezas, a população brasileira tem começado a discutir e se atentar às necessidades mais urgentes do Brasil para os próximos anos, como as reformas estruturais para um novo ambiente político-econômico no País.
O tema sempre foi motivo frequente de análises no UM BRASIL, em que diversos especialistas defendem a importância de mudanças nas áreas previdenciária, tributária e política, entre outras.
O economista e pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe) e do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), Paulo Tafner, lembra que o próximo presidente da República terá de fazer a Reforma da Previdência Social ou, então, dar calote na dívida para financiar o Tesouro Nacional.

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Entrevistados falam sobre como tecnologia pode melhorar gestão pública

Entrevistados falam sobre como tecnologia pode melhorar gestão pública | Inovação Educacional | Scoop.it

Fundamental para os desenvolvimentos econômico e social do País, uma boa gestão pública envolve gasto equilibrado dos recursos financeiros e aprimoramento constante dos serviços. Esses fatores poderiam ser melhorados se o setor público se apropriasse de determinadas tecnologias e ideias desenvolvidas e experimentadas no setor privado.
“Quando vemos que no setor privado há uma tecnologia que está sendo muito bem empregada, é o momento de assumir o risco. Se há algo comprovado de que está funcionando bem, é hora de trazer e empregar de uma maneira gradativa, usar um projeto-piloto para demonstrar, mostrar a eficácia, e, aos poucos, isso se torna uma diretriz”, diz o analista de infraestrutura do Ministério do Planejamento, Willian Bueno e Silva, em debate promovido pelo UM BRASIL em parceria com a Columbia Global Centers.
A mestre em Engenharia de Transportes e em Gestão Pública, Rafaela Dias Romero, afirma que, enquanto no setor privado a eficiência está associada a aumento de lucros, no setor público existe uma preocupação com a qualidade de vida do cidadão. “Tem de entregar o melhor de acordo com o recurso que se tem. O setor público deve sempre buscar realizar uma gestão eficiente.”

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Especialistas analisam as mudanças no mercado de trabalho

Especialistas analisam as mudanças no mercado de trabalho | Inovação Educacional | Scoop.it

O número de brasileiros que desistiram de procurar emprego no País chegou a 4,8 milhões de pessoas no segundo trimestre deste ano, considerado o maior contingente de “desalentados” desde 2012, conforme os dados divulgados neste mês pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Entre as principais razões definidas pelo instituto, estão: não conseguir trabalho adequado; não ter experiência ou qualificação; ser considerado muito jovem ou idoso; e a não existência de trabalho no local em que residia. Ainda segundo a pesquisa do IBGE, falta trabalho para 27,6 milhões de brasileiros.
Esses resultados mostram a necessidade de algumas mudanças em relação ao emprego no País, já abordadas por especialistas entrevistados pelo UM BRASIL.

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TV PUC-Rio: Práticas inovadoras no ensino superior

Professores discutiram o das novas tecnologias pelos jovens e a necessidade de ressignificar o ambiente de sala de aula durante o III Seminário de Práticas Inovadoras no Ensino Superior. O debate foi promovido pela Coordenação Central de Educação a Distância.

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Conselhos de saúde estão em guerra com o ensino a distância

Conselhos de saúde estão em guerra com o ensino a distância | Inovação Educacional | Scoop.it

“O Ensino a Distância, por sua flexibilidade, capacidade de abrangência e suas formas diversificadas de disseminação do conhecimento, tem sido uma modalidade atraente no mundo inteiro, especialmente para aqueles que pleiteiam superar suas dificuldades históricas de acesso ao ensino formal, ou desejam novos estudos frente aos desafios dos tempos atuais”, explica o Ministério da Educação, em nota, ao Metrópoles.
Apesar da justificativa nobre de facilitar o acesso à educação a quem mora longe dos grandes centros ou não possui recursos para arcar com uma faculdade presencial, o Decreto nº 9.057 é recheado de polêmicas, principalmente no que tange aos cursos da área de saúde. As graduações de biomedicina, medicina veterinária, enfermagem, farmácia, fonoaudiologia, fisioterapia, biologia, terapia ocupacional, educação física, nutrição e serviço social estão, oficialmente, no olho do furacão.
Cursos de enfermagem têm até salas fantasmas, aponta Cofen
Os conselhos federais das profissões e o Conselho Nacional de Saúde (CNS) seguem em pé de guerra com o ensino a distância. “Somos contrários, pois não tivemos comprovação de que os alunos terão condições de aprendizagem suficientes para garantir assistência à população. No Conselho Federal de Enfermagem, temos certeza de que o indivíduo formado a distância não vai ter qualidade de formação, não vai conseguir passar em um concurso público”, pontua a coordenadora nacional da Operação EaD do Cofen, Dorisdaia Humerez.
A preocupação do Cofen é recorrente: apesar de boa parcela das graduações de saúde a distância ter uma parte presencial, as várias entidades acreditam que, ao distanciar o aluno do paciente, da “beira do leito”, do “olho no olho”, o ensino fica prejudicado. Não seriam desenvolvidos o trabalho em equipe, a relação com o doente e o entendimento de como funciona, na prática, o Sistema Único de Saúde (SUS). “Você colocaria a sua mãe nas mãos de um profissional formado a distância?”, questiona Dorisdaia.
Em 2015, o Conselho Federal de Enfermagem fez uma pesquisa reunindo forças para visitar os 70 polos presenciais de cursos de enfermagem no Brasil (o número está desatualizado e, hoje, já passa de 7.800 localidades). O conselho encontrou lugares que não eram minimamente adequados à formação de um profissional. “Não tinham biblioteca, laboratório, e, muitas vezes, o endereço dava em um fundo de padaria, em um posto de gasolina”, conta a coordenadora. O Cofen se organiza para mais uma varredura em 2019.
“É um processo muito superficial e inseguro”, avalia Douglas Vinícius Reis Pereira, representante da direção executiva nacional dos estudantes de medicina e coordenador adjunto da comissão de recursos humanos do CNS. “O MEC visita a sede do curso, não as unidades. São 690 mil vagas autorizadas para a área da saúde, vivemos em uma luta incansável para sensibilizar a sociedade do risco representado pela EAD. Além de não ser possível adquirir algumas competências a distância, outro questionamento é quem são essas instituições oferecendo as aulas”, diz.

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