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Como a conexão 5G mudará o mundo

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A conexão 5G permitirá a existência de um mundo de cidades inteligentes e interconectadas, cirurgias realizadas à distância, com o uso de robôs e a imersão na internet das coisas (IoT, na sigla em inglês), ou seja, a interconexão digital de todos os nossos objetos cotidianos.

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O Brasil deve eleger a capacitação em Ciência, Tecnologia e Inovação como uma de suas prioridades 

O Brasil deve eleger a capacitação em Ciência, Tecnologia e Inovação como uma de suas prioridades  | Inovação Educacional | Scoop.it

Por Luciano Sathler

O desenvolvimento de competências para ciência, tecnologia e inovação (CTI) é algo fundamental. Mais: é urgente e deve ser priorizado para a transformação da realidade socioeconômica brasileira.

Durante meus estudos de mestrado e doutorado, tive o privilégio de conviver com pesquisadores que, à sua profunda erudição e elevado rigor científico, somavam uma visão instigante de mundo, que mobilizava estudantes a refletirem sobre si mesmos e sobre a sociedade.

Um desses mestres foi o economista Ladislau Dowbor, cuja história de vida se soma a uma vastidão de conhecimentos e profícua produção científica – características que o permitem ser reconhecido internacionalmente. Seu foco principal? Enfrentar a pobreza e combater a desigualdade. Via de regra, Ladislau não é considerado simpatizante das políticas defendidas pelo Banco Mundial e outros órgãos multilaterais. Mas sempre teve abertura intelectual o suficiente para analisar os dados publicados por essas instituições – seja para refutar, criticar ou demonstrar fatos que saltavam aos olhos.

Na mesma linha crítica do mestre Ladislau, quero refletir sobre uma de 2008, escrita por autores designados pelo Banco Mundial, com o título “Science, technology, and innovation: capacity building for sustainable growth and poverty reduction”. Na data em escrevo está disponível para download aqui.

O trabalho advém do Fórum Global de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizado em fevereiro de 2007, nos Estados Unidos. O objetivo foi discutir estratégias, programas e políticas para ampliar a capacidade científica, tecnológica e de inovação nos países empobrecidos, para promover o crescimento sustentável e, consequentemente, a redução da pobreza. Vejamos alguns tópicos:

  • Redução de pobreza e caminhos para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis promulgados pela ONU – Para que consigam aplicar Ciência, Tecnologia e Inovação na resolução de seus problemas, as comunidades locais devem ser participantes ativas no processo de desenvolvimento – e não meramente destinatários passivos da tecnologia desenvolvida por outros povos. O empreendedorismo e as habilidades de marketing também são importantes. Mas sem a capacidade de desenvolver soluções tecnologicamente superiores ou inovadoras, ambas serão competências que não garantirão sucesso na construção das capacidades produtivas dos países.
  • Ampliação do valor agregado aos recursos naturais exportados – Embora possa parecer paradoxal num primeiro momento, muitos economistas consideram a oferta abundante recursos naturais como um potencial problema. O raciocínio sugere que a abundância desacelera o crescimento e dificulta a diversificação econômica. É preciso escapar desse ciclo vicioso. Para isso, os países têm que desenvolver competências adequadas de CTI para que as organizações locais tenham a capacidade de produzir e exportar mais bens e serviços de maior intensidade tecnológica. Fundamental é que cientistas, empreendedores e demais trabalhadores estejam aptos para executar tarefas mais complexas, que pedem melhor formação e espaço para a criatividade.
  • Atualização tecnológica e captura da vantagem do retardatário – Os países empobrecidos são, atualmente, os retardatários tecnológicos – uma desvantagem frente aos países ricos no que diz respeito à capacidade em CTI. Porém, isso não significa uma condenação permanente que empurre as nações pobres para trás. É possível diminuir o fosso e recuperar terreno se houver aprendizagem, convertendo o atraso em vantagem. Por exemplo: os retardatários não têm que inventar a maioria das tecnologias de produção ou processos a serem adotados. Nem precisam começar com a tecnologia mais antiga e trilhar o mesmo histórico de progressão que os países mais ricos seguiram. É possível saltar e mover-se diretamente para as tecnologias mais avançadas. Essa rápida progressão tecnológica pede o desenvolvimento interno da capacidade de encontrar tecnologias existentes, adaptá-las para uso local e incorporá-las ao processo produtivo. É o que a China tem feito nas últimas décadas.
  • O papel da Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) – Já existem muitas tecnologias que podem colaborar para reduzir a pobreza, agregar valor às exportações e atualizar a proficiência tecnológica da população em nações empobrecidas. É comum que muitas estejam com seu uso difundido nos países ricos. Portanto, uma das primeiras tarefas no desenvolvimento da CTI deve ser voltada ao uso e adaptação das tecnologias existentes. Para a maioria, isso requer o desenvolvimento de competências técnicas e profissionais no campo das ciências, tecnologias, engenharias, artes e matemática – conhecido pela sigla em inglês Steam. Não significa a ideia de que nenhum papel há para P&D nas fronteiras do conhecimento. Mas somente que os dois tipos de esforços devem estar previstos nas políticas públicas e iniciativas privadas de inovação.

Dentre as conclusões principais do Fórum, destaco:

O Ensino Fundamental de boa qualidade é essencial, mas não suficiente. Nenhum país terá condição de melhorar suas condições socioeconômicas se não cuidar da qualidade e inclusão no Ensino Médio e na Educação Superior. O pensamento que defende serem os salários baixos um diferencial competitivo não se sustenta diante da crescente automação dos trabalhos manuais e repetitivos.

A centralidade das mulheres para a redução da pobreza exige que o combate à Desigualdade de Gênero seja priorizado nas estratégias para o desenvolvimento das competências para CTI.

Desenvolver competências para CTI é muito mais do que focar apenas em tecnologias de ponta. As necessidades locais em países empobrecidos pedem um olhar também para as questões mais básicas, tais como saneamento básico, economia ambiental, doenças tropicais, desnutrição e combate à violência. Soluções intensivas de tecnologia concebidas ou adaptadas para temas como esses têm elevado potencial de gerar maior prosperidade e competitividade.

DIMENSÕES DA CAPACITAÇÃO EM CTI

O infográfico a seguir apresenta quatro dimensões necessárias à capacidade para a CTI: pessoas competentes; empreendedorismo, organizações e ecossistema de inovação. Confira no infográfico acima.

Mesmo que um país empobrecido aumente drasticamente o tamanho, a qualidade e seu esforço de pesquisa, é improvável que o sistema local de P&D gere mais do que uma pequena fração do total de conhecimento necessário para mudar a matriz socioeconômica. Portanto, a maioria do conhecimento que qualquer nação vai precisar será produzido por outros.

Como resultado, o desenvolvimento da capacidade de identificar, localizar, adquirir, adaptar e adotar esse conhecimento existente deve ser um componente indispensável da capacidade em CTI.

E a capacidade de produzir e usar novos conhecimentos por meio de P&D? Bem, ela implica na capacidade de conduzir a pesquisa básica de alto nível, sozinhos ou em parceria com os principais institutos globais de P&D. Ou ser capaz de encontrar novas maneiras de resolver problemas locais como, por exemplo, sistemas de filtragem de nanotecnologia para fornecer água potável ou biogás como alternativa energética.

O Brasil deve eleger a capacitação em CTI como uma de suas prioridades. Não há outro caminho, a não ser mudar a forma como são administrados os sistemas de educação, para incorporar também nestes a inovação – na gestão, nas parcerias, nas metodologias, nos conteúdos, nos espaços e nas relações.

Publicado originalmente por Desafios da Educação, em 28 de março de 2018.

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Em ambiente competitivo, startups brasileiras usam tecnologia para impulsionar negócios

Em ambiente competitivo, startups brasileiras usam tecnologia para impulsionar negócios | Inovação Educacional | Scoop.it

Uma pesquisa da 100 Open Startups já revelou que a quantidade de contratos firmados entre grandes empresas e startups aumentou 194% entre julho de 2016 e julho de 2017, comparado com o mesmo período entre 2015 e 2016. Em 2017, os investimentos nessas jovens empresas foram superiores a R$ 851 milhões.

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Educação precisa impulsionar a tecnologia de forma responsável

Educação precisa impulsionar a tecnologia de forma responsável | Inovação Educacional | Scoop.it

A educadora Christine Ortiz, ex-reitora da escola de pós-graduação do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e fundadora da Station1, considerada a universidade do futuro, participou hoje (10/08), em SP, do 2º Seminário O Futuro do Ensino Superior, promovido pelo Semesp.
Para Christine Ortiz, educadores e gestores precisam responder à questão: “Como o ensino superior pode contribuir e promover o desenvolvimento e a igualdade da sociedade? O equilíbrio entre impulsionar a inovação, a tecnologia, os quadros éticos e legais permite considerar as consequências e benefícios para a sociedade. O contrário, somente com o avanço da tecnologia, pode aumentar as desigualdades”
“Nos EUA, por exemplo, os estudantes que vêm de famílias no quartil de renda mais alta têm 8 vezes mais chances de conseguir um  bacharelado do que estudantes do quartil de renda mais baixa, e essa diferença está crescendo”, citou Ortiz.
“A ciência e a tecnologia são condutores para as tendências paradoxais do século 21. Na Station1, estamos construindo uma jornada em busca de espaços de aprendizagem inclusivos na educação de ciências exatas. Desempenhamos o nosso papel crítico de pensar como estamos ensinado os jovens e respondendo aos desafios atuais. É preciso equidade no ensino superior e também na ética, ciência e tecnologia”, afirmou a fundadora da Station1.

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Estes engenheiros são mais procurados agora. E a carreira em longo prazo?

Estes engenheiros são mais procurados agora. E a carreira em longo prazo? | Inovação Educacional | Scoop.it

Mas, a boa notícia é que a área industrial está voltando a recrutar engenheiros e técnicos, depois de anos em marcha lenta. “A partir de 2015, as áreas industriais foram muito afetadas, com menos projetos e menos vendas a queda no número de posições foi grande”, diz.
Três anos depois, os sinais de crescimento nas contratações de engenheiros vêm dos setores automotivo e químico. De acordo com Trindade, em 2018 ele recrutou mais profissionais para o setor automotivo do que em todo o ano passado.
“A indústria automotiva está retomando e há toda uma cadeia de fornecedores que tem o mercado movimentado por ela. A área química, uma das últimas a sofrer com a crise, retoma com mais força por ser base para boa parte das indústrias”, explica o executivo.

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Blockchain Essentials – A 25-Year Reflection Through the Internet and Digital Age

Blockchain Essentials – A 25-Year Reflection Through the Internet and Digital Age | Inovação Educacional | Scoop.it

During the mid-1990s, the world of education was introduced to the Internet. The early World-Wide-Web browsers for the Internet were Mosaic and Netscape. Most educators were focused on discussing the potential impact of the Internet, computer-based training (CBT) and object-oriented learning. More specifically, people confused their understanding of what the Internet, World Wide Web, browser, Mosaic, Netscape, and HTML were all about. They were interchanging terminology, and the learning curve was steep.  
This same state of confusion exists as the world prepares for Internet 3.0: bitcoin, cryptocurrency, blockchain, machine learning, deep learning and artificial intelligence. As I prepared an introduction to blockchain for a few Oklahoma senators and university presidents, I was greatly encouraged to hear their reactions. They quickly knew that the next generation of data, information and media will come through a more sophisticated platform known as blockchain. Keep in mind that they came to this conclusion once someone disassembled most of the confusion. The presentation can be viewed here.

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Chamada de apoio à Inovação em Manufatura Avançada Coordenação de Comunicação Social do CNPq

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), e com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), lança chamada pública do Programa para Concessão de Bônus Tecnológicos e Bolsas para Inovação em Manufatura Avançada.
O objetivo é apoiar projetos de pesquisas, desenvolvimento e inovação para soluções em produtos, processos e serviços para manufatura avançada, realizados por micro e pequenas empresas (MPE), em parceria com médias e grandes empresas (Empresas Parceiras/Âncora). O apoio será por meio da concessão de Bônus Tecnológico conjugado com bolsas para capacitação e desenvolvimento tecnológico.
As propostas devem estar vinculadas a uma ou mais áreas estratégicas tecnológicas, aplicáveis à Manufatura Avançada, conforme o Plano de CT&I para Manufatura Avançada no Brasil. Ao todos, serão destinados R$ 2 milhões para apoiar os projetos.
O prazo para submissão de propostas é até dia 2 de outubro de 2018. Acesse aqui para obter as informações completas da seleção.

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Desemprego Afeta Mais Os Profissionais Sem Diploma De Faculdade

Desemprego Afeta Mais Os Profissionais Sem Diploma De Faculdade | Inovação Educacional | Scoop.it

Profissionais com Ensino Superior sofrem menos os efeitos da crise”, afirma Rodrigo Capelato, diretor-executivo do Semesp, entidade que representa as mantenedoras do Ensino Superior.
A conclusão foi tirada a partir dos resultados do Índice de Empregabilidade do Ensino Superior, estudo produzido pela Assessoria Econômica do Semesp. “Nos três primeiros meses do ano, o saldo de empregos das pessoas com Ensino Superior foi positivo em cerca de 100 mil novos postos de trabalho com carteira assinada. O profissional qualificado é um pouco mais blindado à crise”, conclui Capelato.

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‘Tudo o que a gente faz envolve informática’, diz advogado

‘Tudo o que a gente faz envolve informática’, diz advogado | Inovação Educacional | Scoop.it
Para Renato Opice Blum, profissional ainda não vem preparado para as demandas do Direito Digital
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Arte e cultura se juntam à tradição jurídica

Arte e cultura se juntam à tradição jurídica | Inovação Educacional | Scoop.it

Faculdades de Direito buscam novas abordagens para se adaptar ao século 21. Essas instituições inovadoras procuram inserir outros profissionais à tradição jurídica, com um conteúdo cada vez mais especializado e ligado às artes. Aulas clássicas, como Direito Romano e Tributário, perdem espaço para aulas de teatro. Especializações conquistam estudantes com cursos mais práticos para atender a demandas individuais de um mercado de trabalho dinâmico.
Uma dessas novidades é o Direito de Moda (Fashion Law), que aproveita o bom momento da indústria de moda brasileira. No País, o setor têxtil faturou R$ 144 bilhões em 2017, ante R$ 137 bilhões do ano anterior, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit). Para 2018, a Abit espera que o total chegue a R$ 152 bilhões. Nesse cenário, surgem cursos de extensão e especializações para advogados atuarem em demandas relacionadas à moda. Inspirada em uma pós-graduação norte, a Faculdade Santa Marcelina, que mantém um tradicional curso de graduação em Desenho de Moda, abriu as portas à pós em Fashion Law.

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O USO DE METODOLOGIAS ATIVAS COM TIC: uma estratégia colaborativa para o processo de ensino aprendizagem

O presente artigo busca discutir as potencialidades que o uso de Metodologias Ativas (MA) junto as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) podem contribuir quando aplicadas ao processo de ensino e aprendizagem. A proposta é evidenciar a relevância da formação e aperfeiçoamento dos docentes em nível superior para o uso de Metodologias Ativas, bem como das TIC, de forma que compreendam o papel de facilitador na construção do conhecimento pelo estudante. Ressalta ainda o processo histórico do quanto o docente tem necessitado superar desafios e viver novos paradigmas na educação, sendo neste momento demandado a compreender e desenvolver a sua prática com uma geração conectada, conhecedora de diversas fontes do saber desconsiderando o professor como única fonte. Neste contexto, este estudo apresenta o perfil de um docente contemporâneo, relatando o uso de algumas Metodologias Ativas, descrevendo a Gamificação, Peer Instruction e o Estudo de Caso Integrado como exemplos aplicados. Estas Metodologias vêm agregar valor no processo de construção de conhecimento por parte do estudante quando utiliza como recurso pedagógico ferramentas tecnológicas presentes na prática social do mesmo. Sendo assim, não só pelo uso das ferramentas, mas pela condução de uma metodologia que parte do conhecimento prévio do aluno, as Metodologias Ativas podem promover aprendizagem significativa e contribuem de forma efetiva e coerente com a formação da geração conectada e atual dos estudantes.
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Grupos de ensino seguem sofrendo com crise e fim do Fies

Grupos de ensino seguem sofrendo com crise e fim do Fies | Inovação Educacional | Scoop.it

Com as formaturas dos estudantes que mais gozaram do financiamento do governo federal, aumentou, no corpo discente da Kroton e das demais universidades, a proporção de alunos que pagam mensalidades mais baratas – as instituições precisaram dar descontos para seguir atraindo interessados nos seus cursos depois que o crédito ficou mais difícil.
Além disso, neste ano, as universidades estão elevando suas provisões para calotes, porque quem não tem o financiamento está mais propenso a atrasar as mensalidades. Em tempos de economia apática, esse efeito é potencializado. O Produto Interno Bruto do País (PIB) subiu 1,2% no primeiro trimestre deste ano, último dado disponível. O desemprego está em 12,9%.

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Políticas para promover la culminación de la educación media en América Latina y el Caribe. Lecciones desde México y Chile

Políticas para promover la culminación de la educación media en América Latina y el Caribe. Lecciones desde México y Chile | Inovação Educacional | Scoop.it

En América Latina y el Caribe cada vez más estudiantes inician la educación media, pero muchos de ellos no la completan y en consecuencia nunca se gradúan. A pesar de que 90 % de los niños de la región concluye la primaria y comienza la educación secundaria, solo el 59 % completa la secundaria superior (UNESCO, 2017). Frecuentemente, muchos jóvenes no se sienten apoyados en sus escuelas, no aprenden lo suficiente y no visualizan como la educación que reciben los prepara para el futuro. Fuera de las escuelas, el embarazo adolescente y altos niveles de pobreza continúan siendo obstáculos importantes para que los jóvenes logren transitar con éxito la educación media. Estos obstáculos afectan la permanencia de los jóvenes en las escuelas, lo cual conlleva significativas implicaciones para el resto de sus vidas: los jóvenes que no culminan la escuela secundaria suelen tener menores ingresos, tienen menores probabilidades de conseguir y mantener un trabajo, a la vez que son más propensos a consumir sustancias ilícitas o a involucrarse en actividades delictivas. Visto desde una perspectiva macro, la desvinculación escolar temprana tiene importantes implicaciones a corto y mediano plazo, ya que afecta la generación de una fuerza de trabajo productiva, que cuente con el acervo de competencias necesario para impulsar y sostener el crecimiento económico de la región. El estudio Políticas para promover la culminación de la educación media en América Latina y el Caribe explora las causas de la desvinculación escolar, e investiga las políticas específicas que han funcionado en Chile y México para mantener estudiando a jóvenes en condición de riesgo y vulnerabilidad. Particularmente, el estudio busca entender las diferentes razones por las cuales hombres y mujeres abandonan la escuela y si las intervenciones para prevenir la desvinculación escolar son sensibles a esas diferencias.

http://scioteca.caf.com/handle/123456789/1246 

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Maioria dos secretários de Educação tem até dois anos de experiência

Em 2017, 61% dos secretários de Educação do país tinham até dois anos de experiência em gestão municipal, o que demonstra que eles assumiram o cargo junto com o prefeito nas eleições de 2016.
O estudo realizado pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) foi apresentado durante o 7º Fórum Nacional Extraordinário de Educação realizado em Olinda (PE).
“Houve uma mudança de 80% dos secretários de educação. Desse total, 61% nunca havia atuado em gestão municipal. Esse foi o principal fator que a gente argumentou junto ao MEC [Ministério da Educação] sobre a necessidade de uma formação para esses gestores”, explica Alessio Costa, presidente da Undime.
Durante a abertura do fórum, na última terça-feira (14), o ministro da Educação, Rossieli Soares, anunciou o lançamento de um programa voltado aos gestores municipais. Composto de três etapas, o programa Gestão para a Educação Municipal (GEM) oferece aperfeiçoamento, especialização lato sensu em gestão da educação pública e mestrado profissional em gestão da educação municipal.
“É uma ideia de preparação continuada. Os melhores colocados ao final do curso podem chegar ao mestrado bancado pelo Ministério da Educação”, afirmou o ministro.

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Como o parque tecnológico TECNOPUC, em Porto Alegre, trabalha para criar mil startups em dez anos

Como o parque tecnológico TECNOPUC, em Porto Alegre, trabalha para criar mil startups em dez anos | Inovação Educacional | Scoop.it

Antes que você se pergunte por que as demais PUCs no país não têm a mesma estrutura, saiba que as Pontifícias Universidades Católicas são independentes em sua estrutura e gestão e que, não necessariamente, seguem a mesma congregação. Elas têm o título concedido pelo Vaticano e são mantidas por diferentes correntes e filosofias. Por exemplo, a PUC-Rio é jesuíta, as PUCRS e PUCPR são maristas.
O TECNOPUC surgiu como uma visão de Norberto Rauch, reitor da PUCRS, entre 1978 e 2003, motivado por uma ação do governo municipal: o Programa Porto Alegre Tecnópole (PAT). Era o final dos anos 1990 e o reitor já havia idealizado a campanha “Mil para o ano 2000”, que incentivou e promoveu a formação de mil mestres e doutores dentro da universidade, em uma época em que isso não era obrigatório. “Ele defendia que a PUCRS, como instituição privada sem fins lucrativos, poderia ter muitos desafios futuros se não pensasse em projetos que colocassem a universidade em um nível diferente”, diz Rafael.
Pouco depois, houve a oportunidade de adquirir, por meio de uma licitação pública, o terreno ao lado do campus da universidade, que pertencia ao Exército Brasileiro. Como não havia clareza do que fariam no terreno, criou-se um grupo de estudos. Foi decidido que seguiriam um caminho similar ao Porto Digital em Recife e ao Parque Tecnológico da UFRJ. “Na época, queríamos atrair empresas para, de alguma forma, fazer projetos em parceira e contribuir com a sustentabilidade da pós-graduação. Acabamos criando um grande ecossistema de inovação.”
Rafael conta também que o parque está vinculado à Superintendência de Inovação e Desenvolvimento da Universidade, ligada diretamente à reitoria da PUCRS. Portanto, ele e a equipe de 40 pessoas gerenciam o ambiente e os projetos, mas a gestão financeira é feita pela pró-reitoria administrativo-financeira da universidade.
Esta é, aliás, uma das razões pelas quais Rafael não pode precisar o orçamento do TECNOPUC. “Além de gerenciarmos muitos projetos, com formatos diversos, ainda há os projetos pessoais dos pesquisadores, para os quais eles captam recursos como pessoa física, em agências de fomento como CNPq e FAPERGS. Eu diria que, em média, são 30 milhões de reais por ano.”
As fontes de receita direta do parque são duas: cobrança de aluguel (51 reais o metro quadrado) e de condomínio das empresas ali instaladas, o que ajuda na manutenção da estrutura; e recursos advindos da interação com as empresas em projetos. Rafael diz que 25% da receita vem de aluguel e 75% das parcerias com empresas e órgãos de fomento. Só a Globo.com, por exemplo, tem uma área de 500 metros quadrados ali.
AGORA, O DESAFIO É GESTAR MIL NEGÓCIOS
Quando Rafael assumiu o parque não houve ruptura de modelo e, sim, continuidade. A novidade da gestão ficou por conta da reorganização administrativa do parque, que substituiu as estruturas lineares e hierárquicas e opera, desde abril de 2018, em uma rede de sete nodos: Orquestração, Gestão de Infraestrutura, Prospecção e Negociação de Projetos, Gerência de Projetos, Impacto Social, CriaLab e Tecnopuc Startups.
Cada nodo tem um líder e trabalha de forma autônoma, articulada, com responsabilidade e empoderamento. Rafael usou sua expertise como professor PhD em Ciências da Computação e especialista em Gestão de Ambientes de Inovação pela Anprotec e INNOPOLIS Foundation (ligada ao Ministério da Ciência da Coreia do Sul) para liderar a implantação do novo modelo, desenvolvido ao longo de 2017, durante o processo de planejamento estratégico da área de inovação da PUCRS. “Nós diminuímos níveis de decisão para fazer com que a estrutura ficasse mais ágil, leve, rápida, transparente e orgânica”, diz. O TECNOPUC está entre os dez finalistas do programa Inspiring Solutions, promovido pela Associação Internacional de Parques Tecnológicos e Áreas de Inovação –IASP, com esse case.
É preciso dizer que há ótimos pesquisadores sem gana alguma de empreender — e que há empreendedores visionários sem aptidão para pesquisa. No TECNOPUC, às vezes, há um casamento de interesses:
“Para pesquisadores sem perfil de empreender, mas que são inventores de altíssima qualidade, a universidade tem políticas que regulam o ganho de royalties”
O mais recente desafio a que Rafael e sua equipe se propuseram e que marca os 15 anos do parque é um projeto de escalar o surgimento de mil startups em dez anos. O sonho é que boa parte dessas startups surjam do próprio ambiente acadêmico da universidade. Como desde 2015, há no TECNOPUC uma aceleradora, um coworking e processos de incubação, nada impede que um empreendedor de fora da PUC-RS se candidate a abraçar esse convite e ajude o grupo a chegar a essa marca.

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2018 NMC Horizon Report

2018 NMC Horizon Report | Inovação Educacional | Scoop.it
For more than a decade, EDUCAUSE has partnered with the New Media Consortium (NMC) to publish the annual Horizon Report - Higher Education Edition. Earlier this year, EDUCAUSE acquired the rights to the NMC Horizon project, which identifies and describes the higher education trends, challenges, and developments in educational technology likely to have an impact on learning, teaching, and creative inquiry. EDUCAUSE is publishing this 15th edition to both honor and work actively with the NMC’s Horizon legacy.
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Como o Polo Automotivo Fiat está se preparando para transformar o carro do futuro

Como o Polo Automotivo Fiat está se preparando para transformar o carro do futuro | Inovação Educacional | Scoop.it

“O carro que o jovem quer é isto”, diz o presidente da FCA para a América Latina, Antonio Filosa, mostrando o celular em posição horizontal na sua mão. “Um smartphone sobre rodas”. A metáfora não é exagero. Tecnologias que vão transformar o carro do futuro já mobilizam os times de Engenharia do Polo Automotivo Fiat, em Betim (MG), que nesses 42 anos de existência consolidou a tradição de lançar inovações e tem sido reconhecido por isso (como você vê aqui e aqui).
Muitas respostas para o desenvolvimento de novas soluções passam pelos desafios da conectividade. “Não se trata apenas de buscar inovações no motor, transmissões e carroceria”, diz o diretor de Portfólio, Pesquisa e Inteligência Competitiva da FCA para a América Latina, Breno Kamei. De acordo com o executivo, a conectividade aponta tendências que colocam o carro não apenas como um meio de transporte, mas como uma plataforma de negócios. “Como parte dos investimentos destinados à América Latina, estamos desenvolvendo uma nova família de infotainment e uma plataforma de conectividade. O automóvel não dependerá mais do celular para estabelecer uma conexão com a nuvem”, explica.

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LinkedIn lança ferramenta de cursos online com aulas em português

LinkedIn lança ferramenta de cursos online com aulas em português | Inovação Educacional | Scoop.it

Funcionário mais antigo da rede social no Brasil, Milton Beck deu entrevista exclusiva para EXAME para falar sobre o novo passo da plataforma no país: o LinkedIn Learning.
A ferramenta já está disponível em cinco idiomas, tem mais de 15 mil cursos globais e agora passa a oferecer também formações online para os usuários brasileiros que quiserem atualizar habilidades e impulsionar suas carreiras.
Em primeiro momento, serão 82 cursos em português. Em um ano, eles esperam disponibilizar 200. Os assuntos e habilidades são variados, mas ao concluir um curso, seu certificado ficará no seu perfil.

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Why Higher Ed Should Do More with Blockchain Tech

When Oral Roberts University hosted the one-day event, "Blockchain Essentials in Education," all attendees received a blockchain-based certificate from the Tulsa university verifying their participation. Perhaps nothing else could have illustrated the potential of blockchain technology more appropriately.
As CIO Michael Mathews, the event's organizer, explained, blockchain will be as important to transforming education as the internet was. He said he believes those colleges and universities that jump on the secure public ledger concept early enough and begin testing it out will be the ones who could see the biggest benefits.

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Learning analytics: o poder dos dados na instituição de ensino superior

Learning analytics: o poder dos dados na instituição de ensino superior | Inovação Educacional | Scoop.it

O gerenciamento massivo de dados permite às instituições de ensino superior (IES) conhecer melhor os hábitos, as preferências e o desempenho de estudantes e professores. Esse levantamento dá o subsídio necessário para a empresa rever métodos de aprendizagem, otimizar avaliações e decisões corporativas.
No caso da Lewis & Clark, o learning analytics disponível na plataforma Blackboard possibilitou a criação de um painel de desempenho e soluções. Com a ferramenta, foi possível que a IES identificasse quantos estudantes deixaram de acessar o sistema – um dos principais sinais de evasão. A partir disso, a empresa refez sua estratégia institucional (leia o caso completo neste link). Em apenas três semestres, a instituição aumentou em 17% o índice de retenção e incrementou mais de US$ 700 mil em receita.

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‘Fiz meu TCC sobre memes’, diz jovem formada em Direito

‘Fiz meu TCC sobre memes’, diz jovem formada em Direito | Inovação Educacional | Scoop.it
Maria Eugênia Lacerda cursou Direito na FGV-SP e é especialista em Direito Digital
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Robôs podem ler processos e até escrever petições 

Robôs podem ler processos e até escrever petições  | Inovação Educacional | Scoop.it
Tecnologia ajuda advogado a perceber tendências e se tornar mais competitivo
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Direito na era da proteção de dados

Direito na era da proteção de dados | Inovação Educacional | Scoop.it
Tendo esse cenário no horizonte, em 2019 a faculdade de Direito da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP) irá incluir na graduação uma disciplina sobre proteção de dados, tema sob o guarda-chuva do Direito Digital, área que trata de questões relacionadas à informática e à internet. É um setor bastante interdisciplinar e pode misturar, por exemplo, questões constitucionais, trabalhistas, empresariais, penais ou autorais. Nesse leque, crimes cibernéticos, criptomoedas e privacidade são os temas mais quentes.
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Vem aí uma “Netflix para os remédios”

Vem aí uma “Netflix para os remédios” | Inovação Educacional | Scoop.it
Cinco anos depois de vender a rede de farmácias Onofre para a varejista americana CVS por 750 milhões de reais, os irmãos Marcos e Ricardo Arede preparam seu retorno ao mercado farmacêutico. Eles lançam até o fim do ano uma espécie de “Netflix para os remédios”. Os clientes da nova empresa — que ainda não tem nome — pagarão cerca de 20 reais por mês numa assinatura e, em troca, comprarão medicamentos a preço de custo. Ou seja, até 90% mais baratos do que nas redes tradicionais. Os Arede já receberam o sinal verde de algumas das maiores farmacêuticas em operação no país — segundo EXAME apurou, entre as fabricantes já confirmadas estão Pfizer e Cimed.
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What if AI is coming for jobs faster than we thought?

What if AI is coming for jobs faster than we thought? | Inovação Educacional | Scoop.it

The general consensus on whether robots will take jobs wholesale remains mixed but is trending towards resignation. The optimists believe that, as with the Industrial Revolution and the Agricultural Revolution, the technological improvements that will come from the dawning era of artificial intelligence and its offshoot in modern robotics will create more new jobs than they destroy.
But until now, those conversations have held that the robots and AI will replace human jobs at some point in the future. The fears of the Sin City servers may, however, be a glimpse into the wisdom of the crowds and, looking at some of the more recent developments in artificial intelligence and robotics, their fears may be more than justified. What if, in fact, the robots and AI have already started coming for jobs and this is happening not due to simple automation but because these systems are rapidly attaining capabilities and skills once presumed to be defensible by humans?
In fact, the pool of things that "AI Can't Do" appears to be steadily shrinking. These are still fairly narrow tasks. But what if we have an outsized view of human capabilities and even modest improvements to current AI neural networks will start to attack and win over supposedly "AI-Proof" capabilities?

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Abandono escolar: as lições do Chile e México

O Banco de Desenvolvimento da América Latina acaba de divulgar neste último dia 15 de agosto um documento que traz interessantes lições para lidar com o problema do abandono escolar. Divulgado em sua versão original em espanhol, o estudo “Políticas para promover la culminación de la educación media em América Latina y el Caribe” analisa diversas intervenções realizadas nos últimos anos no Chile e no México.
Dentre os vários temas abordados, três aspectos chamam a atenção. O primeiro deles é a continuidade, consistência e pluralidade de meios que os dois países vêm desenvolvendo para lidar com o grave problema da deserção escolar. O segundo são os desafios e a resiliência que o fenômeno apresenta: as causas são múltiplas e variadas, não existe uma solução única ou fórmula mágica. O terceiro é o cuidado em rever a literatura científica sobre o tema para calibrar e focar as intervenções.

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Ser deputado é 10 vezes mais fácil que passar em Medicina na USP

Ser deputado é 10 vezes mais fácil que passar em Medicina na USP | Inovação Educacional | Scoop.it
Em uma comparação direta e simplista, é possível notar que, enquanto há 13 candidatos disputando por uma vaga como deputado federal nas eleições deste ano, 135 estudantes lutaram por cada vaga na sala desse curso da USP
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