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Piso salarial dos professores dobra em 2015

Piso salarial dos professores dobra em 2015 | Inovação Educacional | Scoop.it

O piso salarial nacional dos professores deve dobrar de valor em 2015. Esta é a orientação repassada pelo governo ao relator do projeto de lei que obriga a destinação de, no mínimo, 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação, senador José Pimentel (PT-CE). O projeto já foi aprovado pela Câmara e deve ser confirmado pelos senadores com a garantia de que os recursos dos royalties do petróleo do pré-sal serão a fonte deste custo. Com o aumento de 5% para 10% do piso em educação, o investimento no setor vai passar de R$ 200 bilhões para R$ 400 bilhões. O piso nacional dos professores passará dos atuais R$ 1.451 mensais para pelo menos R$ 3 mil em 2015. O novo piso seria previsto no segundo Plano Nacional da Educação que está sendo concluído para ser implantado até 2020.

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O Brasil deve eleger a capacitação em Ciência, Tecnologia e Inovação como uma de suas prioridades 

O Brasil deve eleger a capacitação em Ciência, Tecnologia e Inovação como uma de suas prioridades  | Inovação Educacional | Scoop.it

Por Luciano Sathler

O desenvolvimento de competências para ciência, tecnologia e inovação (CTI) é algo fundamental. Mais: é urgente e deve ser priorizado para a transformação da realidade socioeconômica brasileira.

Durante meus estudos de mestrado e doutorado, tive o privilégio de conviver com pesquisadores que, à sua profunda erudição e elevado rigor científico, somavam uma visão instigante de mundo, que mobilizava estudantes a refletirem sobre si mesmos e sobre a sociedade.

Um desses mestres foi o economista Ladislau Dowbor, cuja história de vida se soma a uma vastidão de conhecimentos e profícua produção científica – características que o permitem ser reconhecido internacionalmente. Seu foco principal? Enfrentar a pobreza e combater a desigualdade. Via de regra, Ladislau não é considerado simpatizante das políticas defendidas pelo Banco Mundial e outros órgãos multilaterais. Mas sempre teve abertura intelectual o suficiente para analisar os dados publicados por essas instituições – seja para refutar, criticar ou demonstrar fatos que saltavam aos olhos.

Na mesma linha crítica do mestre Ladislau, quero refletir sobre uma de 2008, escrita por autores designados pelo Banco Mundial, com o título “Science, technology, and innovation: capacity building for sustainable growth and poverty reduction”. Na data em escrevo está disponível para download aqui.

O trabalho advém do Fórum Global de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizado em fevereiro de 2007, nos Estados Unidos. O objetivo foi discutir estratégias, programas e políticas para ampliar a capacidade científica, tecnológica e de inovação nos países empobrecidos, para promover o crescimento sustentável e, consequentemente, a redução da pobreza. Vejamos alguns tópicos:

  • Redução de pobreza e caminhos para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis promulgados pela ONU – Para que consigam aplicar Ciência, Tecnologia e Inovação na resolução de seus problemas, as comunidades locais devem ser participantes ativas no processo de desenvolvimento – e não meramente destinatários passivos da tecnologia desenvolvida por outros povos. O empreendedorismo e as habilidades de marketing também são importantes. Mas sem a capacidade de desenvolver soluções tecnologicamente superiores ou inovadoras, ambas serão competências que não garantirão sucesso na construção das capacidades produtivas dos países.
  • Ampliação do valor agregado aos recursos naturais exportados – Embora possa parecer paradoxal num primeiro momento, muitos economistas consideram a oferta abundante recursos naturais como um potencial problema. O raciocínio sugere que a abundância desacelera o crescimento e dificulta a diversificação econômica. É preciso escapar desse ciclo vicioso. Para isso, os países têm que desenvolver competências adequadas de CTI para que as organizações locais tenham a capacidade de produzir e exportar mais bens e serviços de maior intensidade tecnológica. Fundamental é que cientistas, empreendedores e demais trabalhadores estejam aptos para executar tarefas mais complexas, que pedem melhor formação e espaço para a criatividade.
  • Atualização tecnológica e captura da vantagem do retardatário – Os países empobrecidos são, atualmente, os retardatários tecnológicos – uma desvantagem frente aos países ricos no que diz respeito à capacidade em CTI. Porém, isso não significa uma condenação permanente que empurre as nações pobres para trás. É possível diminuir o fosso e recuperar terreno se houver aprendizagem, convertendo o atraso em vantagem. Por exemplo: os retardatários não têm que inventar a maioria das tecnologias de produção ou processos a serem adotados. Nem precisam começar com a tecnologia mais antiga e trilhar o mesmo histórico de progressão que os países mais ricos seguiram. É possível saltar e mover-se diretamente para as tecnologias mais avançadas. Essa rápida progressão tecnológica pede o desenvolvimento interno da capacidade de encontrar tecnologias existentes, adaptá-las para uso local e incorporá-las ao processo produtivo. É o que a China tem feito nas últimas décadas.
  • O papel da Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) – Já existem muitas tecnologias que podem colaborar para reduzir a pobreza, agregar valor às exportações e atualizar a proficiência tecnológica da população em nações empobrecidas. É comum que muitas estejam com seu uso difundido nos países ricos. Portanto, uma das primeiras tarefas no desenvolvimento da CTI deve ser voltada ao uso e adaptação das tecnologias existentes. Para a maioria, isso requer o desenvolvimento de competências técnicas e profissionais no campo das ciências, tecnologias, engenharias, artes e matemática – conhecido pela sigla em inglês Steam. Não significa a ideia de que nenhum papel há para P&D nas fronteiras do conhecimento. Mas somente que os dois tipos de esforços devem estar previstos nas políticas públicas e iniciativas privadas de inovação.

Dentre as conclusões principais do Fórum, destaco:

O Ensino Fundamental de boa qualidade é essencial, mas não suficiente. Nenhum país terá condição de melhorar suas condições socioeconômicas se não cuidar da qualidade e inclusão no Ensino Médio e na Educação Superior. O pensamento que defende serem os salários baixos um diferencial competitivo não se sustenta diante da crescente automação dos trabalhos manuais e repetitivos.

A centralidade das mulheres para a redução da pobreza exige que o combate à Desigualdade de Gênero seja priorizado nas estratégias para o desenvolvimento das competências para CTI.

Desenvolver competências para CTI é muito mais do que focar apenas em tecnologias de ponta. As necessidades locais em países empobrecidos pedem um olhar também para as questões mais básicas, tais como saneamento básico, economia ambiental, doenças tropicais, desnutrição e combate à violência. Soluções intensivas de tecnologia concebidas ou adaptadas para temas como esses têm elevado potencial de gerar maior prosperidade e competitividade.

DIMENSÕES DA CAPACITAÇÃO EM CTI

O infográfico a seguir apresenta quatro dimensões necessárias à capacidade para a CTI: pessoas competentes; empreendedorismo, organizações e ecossistema de inovação. Confira no infográfico acima.

Mesmo que um país empobrecido aumente drasticamente o tamanho, a qualidade e seu esforço de pesquisa, é improvável que o sistema local de P&D gere mais do que uma pequena fração do total de conhecimento necessário para mudar a matriz socioeconômica. Portanto, a maioria do conhecimento que qualquer nação vai precisar será produzido por outros.

Como resultado, o desenvolvimento da capacidade de identificar, localizar, adquirir, adaptar e adotar esse conhecimento existente deve ser um componente indispensável da capacidade em CTI.

E a capacidade de produzir e usar novos conhecimentos por meio de P&D? Bem, ela implica na capacidade de conduzir a pesquisa básica de alto nível, sozinhos ou em parceria com os principais institutos globais de P&D. Ou ser capaz de encontrar novas maneiras de resolver problemas locais como, por exemplo, sistemas de filtragem de nanotecnologia para fornecer água potável ou biogás como alternativa energética.

O Brasil deve eleger a capacitação em CTI como uma de suas prioridades. Não há outro caminho, a não ser mudar a forma como são administrados os sistemas de educação, para incorporar também nestes a inovação – na gestão, nas parcerias, nas metodologias, nos conteúdos, nos espaços e nas relações.

Publicado originalmente por Desafios da Educação, em 28 de março de 2018.

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Plataforma dá acesso à produção intelectual da USP desde 1985

Plataforma dá acesso à produção intelectual da USP desde 1985 | Inovação Educacional | Scoop.it
Ferramenta indica caminho para material ainda não digitalizado; é possível encontrar até teses de 1914 da Poli
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Mensurar resultados de treinamento é tão importante quanto investir em qualificação

Alexandre Slivnik, especialista em gestão de pessoas, com especialização em Harvard - Graduate Schoool of Education , diretor da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD) explica que somente através das respostas desses questionamentos, será possível identificar quais os pontos principais a serem desenvolvidos no negócio. "O desenrolar desse planejamento deve ser feito diariamente, através do treinamento formal em uma sala de aula ou, até mesmo, no dia a dia no próprio ambiente de trabalho. O ponto principal é estar em constante evolução", defende Slivnik.
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Caminhos a serem seguidos pelo Brasil na educação

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A Educação pode ser um importante indutor de igualdade, de um Brasil mais justo. Resta saber qual o caminho o País vai escolher trilhar
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Descubra qual é a missão do profissional de educação física

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Esta edição do Bate-papo Ponto Com discute a missão do profissional de Educação Física. A atividade completa 20 anos de regulamentação neste ano. Atualmente, a profissão de professor de educação física vive um dilema: blogueiros, pessoas comuns e aplicativos tentam substituir a orientação de um especialista.
Esta edição aborda também o aumento da demanda de fiscalização dos órgãos competentes, devido à criação de boxes de “Crossfit” e da prática de diversas atividades ao ar livre, além de destacar a importância de realizar exercício físico com o acompanhamento de um profissional de educação física.
O Bate-papo Ponto Com conta com as participações do professor de educação física, apresentador do programa “Ginástica” veiculado na Rádio MEC e representante do Conselho Federal de Educação Física, Wagner Gomes; da profissional de Educação Física e especialista em Geriatria e Gerontologia, Girlene Pessoa; da supervisora de fiscalização do Conselho Regional de Educação Física da Primeira Região, Giovanna Pereira; e do educador físico e responsável pelo box de “Crossfit W87”, Bruno Freire.

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Inteligência artificial vira "professor particular" e ajuda estudantes

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O profissional autônomo Kennedy Sophia Junior, 33 anos, é pós-graduado em três cursos presenciais, mas curte mesmo o professor do seu novo curso à distância. O mestre se chama Paul e não trata-se de um estrangeiro morando em São Paulo. Na verdade, nem gente o professor é. 
Turbinado pela plataforma Watson da IBM, Paul é uma inteligência artificial que cumpre o papel de um professor 24 horas por dia, respondendo às dúvidas dos alunos e identificando a melhor forma de aprendizado com base na personalidade de cada um - uma onda já encontrada em algumas escolas do Brasil. 
Relatórios sobre alunos
O Paul gera três relatórios sobre o aluno: traços de personalidade, que consideram introversão e extroversão, por exemplo; melhor método de aprendizagem; e grau de conhecimento sobre o tema, que pode ajudar a pular algumas etapas – algo que não é possível em uma sala de aula.
Após mapear o perfil do aluno, o professor sugere métodos de aprendizagem em vídeos, textos, infográficos ou outros aspectos que possam ajudá-lo a captar mais informações. "Criamos um algoritmo próprio que identifica a melhor forma de aprendizado de acordo com o perfil da pessoa", explica Adriano Mussa, diretor acadêmico e de inteligência artificial na escola de negócios Saint Paul, casa do professor Paul.
Caso a inteligência artificial não consiga solucionar a dúvida no momento, um professor é notificado para que a ferramenta seja "atualizada".
"A grande diferença é que o Paul usa computação cognitiva, não é chatbot e nem pesquisa de informações, como os auxiliares de smartphones, Siri ou Google Assistante", afirma o diretor de tecnologia da Stefanini Scala, Filipe Cotait.
Se o curso tem matemática financeira e o aluno já estudou ou já trabalha com isso, o Paul orienta que ele avance o tema. No entanto, todo o conteúdo programático será avaliado. "A primeira reação dos professores foi de medo e desconfiança. No entanto, hoje temos um grupo que não têm outra função que não seja treinar o Paul", afirma Mussa.
Professor continua no processo
A escola garante que o Paul não trouxe "clima de competição" aos professores. "Eles têm uma nova atribuição, que é ensinar a inteligência artificial. Há questões novas o tempo inteiro, novas dúvidas que precisam ser respondidas. O professor não só ensina, mas estuda continuamente e por isso o Paul precisa se transformar sempre", explica.
O primeiro curso a ter contato com o Paul foi Contabilidade, seguido de Inovação e Criatividade. Nesse momento, os alunos de Administração e Demonstrativos Financeiros começam a conhecer a novidade. Com isso, é esperado que mais de 20 mil alunos sejam atendidos. A meta da escola é estender para mais de 100 cursos em três anos.
 "A tecnologia tem mais sucesso quando empodera o professor para fazer as mesmas coisas, mas de forma mais eficiente", diz Claudio Sassaki, cofundador da Geekie, plataforma de inteligência artificial voltada para a educação. 
Horizonte é promissor
A inteligência artificial tem revolucionado diversos setores, incluindo a educação, justamente por decifrar processos, muitas vezes, imperceptíveis sob a perspectiva humana. "A grande oportunidade é poder cruzar dados diversos e criar conclusões assertivas", afirma o consultor de tecnologia e inovação do sistema de ensino Poliedro, Massayuki Yamamoto.
Ele explica que, no passado, as escolas se preocupavam em ensinar conteúdos para o aluno. Hoje, as informações estão disponíveis na internet, até mais atualizadas. "O papel do professor é ensinar ao aluno como aprender. Sala de aula invertida é fazer com que o aluno comece a buscar o aprendizado", acrescenta.
Por meio da computação cognitiva, o professor consegue identificar não só que o aluno não acertou uma questão, mas a razão do erro, e sugerir soluções. "Dá informações sobre o que o estudante pensa e como orientá-lo melhor na jornada do aprendizado", afirma o especialista do Poliedro.
Ajuda com o Enem
A Geekie colocou no mercado duas plataformas com inteligência artificial: uma para alunos que queiram se preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e outra para as escolas. 
A primeira identifica o perfil do estudante, conteúdo a ser aprendido e disponibilidade de horários para traçar um cronograma de estudos personalizado. A segunda visa a automatizar o trabalho de professores, em substituição ao material didático tradicional. 
"O professor manda uma tarefa via plataforma, o aluno responde e automaticamente já é possível identificar o que ele aprendeu ou não. Eu crio um plano de reforço personalizado, com base no que ele precisa aprender. Não é necessário esperar uma prova para testar os conhecimentos", explica Sassaki.
Para medir a eficácia, eles compararam o desempenho de um grupo de alunos que estudava em métodos tradicionais e outro que tinha acesso a conteúdo e metodologia personalizada pela plataforma. "O ganho de eficiência foi cinco vezes maior do que com plano de estudo genérico para todos", afirma.
Robô ensina crianças a falarem inglês
Na rede de ensino de idiomas Minds, Vicente Queiroz, franqueado de Fortaleza (CE) desenvolveu um robô do tamanho médio de uma criança de seis anos, que fala inglês, anda e conversa com os alunos - tudo turbinado por inteligência artificial. 
O empresário estudou engenharia e conseguiu colocar o diploma em prática dando vida ao robô, batizado de Bloog. "Apoiamos com um aporte financeiro e o protótipo foi criado. Ainda não conseguimos colocar o androide em todas as mais de 500 salas da categoria Kids, que temos na rede, porque ele está sendo aprimorado", explica a executiva-chefe da Minds, Leiza Oliveira.
"A criação foi colocada em teste na unidade do Ceará e os rendimentos dos alunos aumentaram em 35%. Muitos conseguiram mudar mais rápido de nível no curso. O robô ajuda os professores a coordenar a sala e até aconselhar a turma a ficar em silêncio nos momentos importantes", explica.
Chegar na escola pública é desafio
Ainda presente majoritariamente em escolas particulares, o grande desafio da inteligência artificial no Brasil, na visão do executivo, é alcançar o aluno da rede pública. "O mecanismo para escolas públicas comprarem material didático é um limitador para inovação e soluções tecnológicas", Sassaki.
Além disso, há questões mais básicas que também precisam ser resolvidas. Na visão do gerente de pesquisa e consultoria de consumer devices da IDC Brasil, Reinaldo Sakis, as escolas brasileiras precisam recuar algumas casas no tabuleiro antes de testemunhar a inteligência artificial se tornar um professor integral.
"Para ter acesso, precisa ter um meio. Ainda há muitas escolas sem o computador adequado que dê acesso a isso e, quando têm, falta a banda larga", diz.

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O Impacto do Projeto Jovem de Futuro sobre a Aprendizagem em Escolas Públicas - Em Debate

O Impacto do Projeto Jovem de Futuro sobre a Aprendizagem em Escolas Públicas - Em Debate | Inovação Educacional | Scoop.it
Em artigo, publicado no âmbito do Seminário “Caminhos para a Qualidade da Educação Pública: impactos e evidências”, realizado em 2016 pelo Instituto Unibanco, Ricardo Paes de Barros et al apresentam os resultados da avaliação de impacto do Programa Jovem de Futuro e explicam o método utilizado, propondo uma reflexão sobre o quão elevado é o efeito do referido programa.
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Caminhos para a qualidade da educação pública: impactos e evidências

Caminhos para a qualidade da educação pública: impactos e evidências | Inovação Educacional | Scoop.it
O livro reúne artigos de gestores e pesquisadores participantes do seminário internacional "Caminhos para a qualidade da Educação pública: impactos e evidências", realizado em 2016 pelo Instituto Unibanco. Dividida em cinco partes, a publicação aborda a coleta e o uso de evidências sob distintas perspectivas, passando pela gestão em educação, produção de conhecimento e análise de impacto, além de se aprofundar em algumas experiências nacionais e internacionais na educação pública.
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EEB Visconde do Rio Branco - Sustentabilidade - Luz, Câmera e Gestão

EEB Visconde do Rio Branco - Sustentabilidade - Luz, Câmera e Gestão | Inovação Educacional | Scoop.it
Edgard Bistulfi Junior, gestor da EEB Visconde do Rio Branco (Imbituba-SC), dá depoimento em vídeo que aborda prática que adotou para trabalhar a questão da sustentabilidade e da relação com a comunidade escolar.
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Mesa "Gestão escolar: experiências em debate" do “Seminário Internacional Caminhos para a Qualidade da Educação Pública: Gestão Escolar”

RESUMO
“Seminário Internacional Caminhos para a Qualidade da Educação Pública: Gestão Escolar”, realizado nos dias 02 e 03 de setembro de 2015, em São Paulo (SP). Mediada por Vinicius Mota, a mesa contou com a participação de Barry McGaw (Austrália), Manuel Palácios (Brasil), Mary Jean Gallagher (Canadá) e Michael Wilshaw (Reino Unido).
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Flexibilização curricular na escola: o olhar de diretores e professores

Flexibilização curricular na escola: o olhar de diretores e professores | Inovação Educacional | Scoop.it
Video da mesa "Flexibilização curricular na escola: o olhar de diretores e professores", parte do Seminário Internacional Desafios Curriculares do Ensino Médio: flexibilização e Implementação, realizado nos dias 21 e 22 de junho de 2017, em São Paulo. Contou com a participação de Alberto Machado Vieira, André Luís dos Santos Barroso, Bruno Santoro e Wandré Guilherme de Campos Lisboa, com coordenação de Anna Penido, do Instituto Inspirare.
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As práticas discursivas do Banco Mundial: políticas educacionais na América Latina e no Caribe

As práticas discursivas do Banco Mundial: políticas educacionais na América Latina e no Caribe | Inovação Educacional | Scoop.it
O artigo analisa as práticas discursivas nas quais a publicação “Professores Excelentes: Como melhorar a aprendizagem dos estudantes na América Latina e no Caribe” se insere. De autoria de Barbara Bruns, Javier Luque e outros colaboradores, o livro aborda o desempenho dos professores da Educação Básica na América Latina e no Caribe e, como decorrência, busca compartilhar as políticas de formação docente que estão sendo implementadas nesses locais.
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Maria Helena Guimarães - Entrevista com ex-Ministros de Educação

Maria Helena Guimarães - Entrevista com ex-Ministros de Educação | Inovação Educacional | Scoop.it
O projeto Entrevista com ex-Ministros de Educação entrevista Maria Helena Guimarães, sobre a gestão do ex-ministro Paulo Renato Souza, que ficou no cargo de janeiro de 1995 até janeiro de 2003. Maria Helena fez parte do ministério de Paulo Renato, falecido em 2011, e relatou os principais desafios e ações elaboradas e implementadas naquela gestão.
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Brasil teria que reduzir desigualdades para ir à Copa por critérios educacionais

Brasil teria que reduzir desigualdades para ir à Copa por critérios educacionais | Inovação Educacional | Scoop.it

Em junho de 2016, além da preocupação com os rumos da política nacional, havia a desconfiança de que a seleção tinha risco de ficar fora da Copa do Mundo pela primeira vez. O que aconteceu depois disso é história. Tite assume como técnico, o time alcança uma série de vitórias e parte para a Rússia em busca do hexacampeonato. Mas se as eliminatórias da Copa tivessem como critério a qualidade da educação, esse percurso seria dessa forma? Provavelmente não.
Em parceria com o Porvir, reunimos os principais dados educacionais (investimento em educação, resultados de aprendizagem, número de crianças e adolescentes fora da escola, taxa de escolarização, média de escolaridade da população, taxa de matrícula no ensino superior e alfabetização) de países que disputaram uma vaga na Copa de 2018 pela Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol). E, diferentemente do desempenho em campo, quando o assunto é educação a tabela de classificação dos países sul-americanos assume outra ordem.
Nesse torneio ficcional, quem levaria a melhor seria o Chile, que em campo conquistou apenas 26 pontos e ficou fora do Mundial da Rússia. Com melhores indicadores em relação ao percentual da população com 25 anos ou mais que chegou ao ensino médio, média de escolaridade da população e taxa bruta de matrícula no ensino superior, o país se destaca entre os vizinhos da América do Sul. Entre os classificados, também estariam Uruguai e Argentina.
Já o Brasil, que sob o comando de Tite impôs 10 pontos de vantagem para o segundo, (Uruguai) na tabela real, no levantamento feito pelo Iede fica em situação complicada, em uma disputa acirrada pelo 4º lugar, ao lado de Colômbia, Peru e Venezuela. Qualquer deslize seria capaz de deixar nossa seleção em quinto na tabela, o que obrigaria uma disputa da repescagem com a seleção vencedora da disputa da Oceania, no caso a Nova Zelândia, que apresenta índices educacionais ainda mais relevantes que nossos rivais sul-americanos.
Segundo Claudia Costin, professora visitante de Harvard e ex-diretora de educação do Banco Mundial, a posição brasileira inferior em relação a rivais históricos no futebol está associada à implantação tardia de políticas públicas por aqui.
“O Brasil foi o último país do continente a universalizar o acesso ao ensino primário, o fundamental I. Só concluímos essa tarefa na segunda metade dos anos 1990 e pagamos um certo preço por isso”, explica Claudia.
Para efeito de comparação, ela também lembra que, no final dos 1960, o país tinha apenas 40% de suas crianças nesta etapa de ensino e ainda dispunha de um exame de seleção para ingresso na etapa seguinte. “Isso impedia crianças mais pobres de chegar ao fundamental 2, o que não acontecia em outros países”.
A disputa pelo quarto lugar na tabela de classificação para a Copa da Educação não seria fácil. Contra a seleção peruana, o Brasil perderia para os indicadores de inclusão na escola (taxa líquida para o ensino fundamental e médio), média de anos de estudo, população alfabetizada e percentual da população que chegou ao ensino médio (não necessariamente concluiu). No entanto, levaria vantagem se fosse considerada a alta taxa de abandono nos anos iniciais do ensino fundamental do rival (9,5%). Na edição de 2015 do Pisa (prova internacional para alunos de 15 anos), a seleção brasileira também segue na frente, com melhor desempenho em leitura, ciências e matemática, mas perde para resolução colaborativa de problemas.
Como a Venezuela não participar do Pisa e nem do TERCE (Terceiro Exame Regional Comparativo e Explicativo), administrado pela OREALC-UNESCO, em Santiago, em 2013, uma comparação com esse rival seria bastante difícil. A seleção lanterninha na classificação das eliminatórias passaria o Brasil nos indicadores que medem alfabetização da população com 15 anos ou mais e o percentual da população com 25 anos ou mais que chegou ao ensino médio. Por lá, foram 68.9%, atrás apenas do Chile com 76,5%. Em contrapartida, desde 2012, o país que vive uma severa crise econômica e política vê o aumento do número de crianças fora da escola: 218,437 (2012), 244,940 (2013), 255,486 (2014), 279,414 (2015), 387,517 (2016). As taxas líquidas de matrícula também trazem desvantagem contra o Brasil: de 91,6%, em 2011, ela caiu para 86,7%, em 2016.
Com a Colômbia, a seleção brasileira teria uma disputa acirrada pelo quarto lugar na tabela. Apesar de baixo, o país teve um desempenho um pouco superior nas quatro áreas do Pisa. No exame do TERCE, em alguns itens segue em vantagem, como por exemplo leitura para o 6º ano, mas em outros, como matemática para o 3º ano, fica atrás. Em relação à inclusão na educação infantil e o acesso ao ensino superior o país também tem grandes desafios, além de se destacar com a menor média de anos de estudo da região (7,6 anos).
Afinal, se os critérios fossem educacionais, o Brasil iria ou não para a Copa do Mundo? A resposta não é óbvia e depende do indicador avaliado. Veja algumas simulações:

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What will the university be like in 2040, according to Georgia Tech

What will the university be like in 2040, according to Georgia Tech | Inovação Educacional | Scoop.it

Futurists, journalists, academics and others, describe the future of universities as an educational ecosystem with interactions in person and at a distance, with shared resources among universities, with the predominance of artificial intelligence, among other predictions. The Georgia Institute of Technology shares its evolution plan towards the year 2040 –it could describe the direction of the universities of the future.
The report called "Deliberate Innovation, Lifetime Education" tries to establish the foundations of the innovation of the Georgia Tech through five initiatives; actions that are already starting and long-term projects that require sustained research and practice.

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Mercado chinês vai acelerar a educação de empreendedorismo e negócios no Brasil

A parceria com a CNS e com o Beijing B&R International Co-incubation traz para a Academia PME uma nova perspectiva educacional. A partir do segundo semestre de 2018 a plataforma online de educação de empreendedorismo e negócios trará também aulas com estudos de casos de empresas chinesas.
A China acelerou sua economia aplicando diferentes técnicas de negócios e conceitos passíveis de serem aprendidos e replicados no cenário global. Uma excelente oportunidade para os alunos da Academia PME aprenderem novas competências e se prepararem para um futuro onde o Brasil desenvolva ainda mais as relações diplomáticas e comerciais com a potência asiática, complementa Iglá Generoso.

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Eng, Adobe e Google for Education promovem Transformação Digital em Educação para Municípios

As marcas sinérgicas Google for Education, Adobe e ENG, mostrarão o passo a passo que Secretarias de Educação de todo o país podem adotar para que resultados já pareçam em curtíssimo espaço de tempo (menos de 6 meses), sempre a custos baixos.

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Universidades federais têm menos de 1% de intercambistas estrangeiros

Universidades federais têm menos de 1% de intercambistas estrangeiros | Inovação Educacional | Scoop.it

Aposta para tornar o ambiente acadêmico mais internacionalizado, a entrada de estudantes de fora do país em universidades públicas ainda é pequena. O número de estrangeiros em instituições federais do país representa menos de 1% da quantidade total de alunos nas universidades. É o que aponta levantamento feito pelo jornal "O Estado de S. Paulo" com base em questionários enviados às instituições por meio da Lei de Acesso à Informação.
O jornal reuniu dados de 22 das 63 universidades federais, de todas as regiões do país, sobre alunos que vieram estudar por meio de algum programa ou parceria. Também questionou as paulistas Universidade de São Paulo (USP), Estadual de Campinas (Unicamp) e Estadual Paulista (Unesp) - que não respondeu ao pedido.

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Após sair da faculdade, recém-formados enfrentam desemprego e subemprego

Após sair da faculdade, recém-formados enfrentam desemprego e subemprego | Inovação Educacional | Scoop.it
Durante o ensino superior, conciliar estágio e estudos, tirar boas notas, entregar o TCC parecem desafios muito grandes. Só que, depois da formatura, aparece um obstáculo muito maior (e que se agiganta com a crise e o desemprego): ingressar no mercado de trabalho
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Pesquisa sobre financiamento da educação no Brasil: Cenário das principais receitas brasileiras

Pesquisa sobre financiamento da educação no Brasil: Cenário das principais receitas brasileiras | Inovação Educacional | Scoop.it
O Consed, em parceria com o Instituto Unibanco, publica a Pesquisa sobre Financiamento da Educação no Brasil – Cenário das principais receitas brasileiras. Este estudo identifica os principais impostos do Sistema Tributário Nacional em termos de volume de recursos arrecadados e analisa sua evolução nos últimos 24 meses.
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EEEP Emmanuel Oliveira de Arruda Coelho - Motivação - Luz, Câmera e Gestão

EEEP Emmanuel Oliveira de Arruda Coelho - Motivação - Luz, Câmera e Gestão | Inovação Educacional | Scoop.it
Paulo Henrique de Araújo Setubal, estudante da EEEP Emmanuel Oliveira de Arruda Coelho, descreve prática realizada em sua escola para elevar a motivação dos demais alunos para superação das desigualdades e dificuldades na aprendizagem.
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EEB Jurema Cavallazzi - Gestão Participativa - Luz, Câmera e Gestão

EEB Jurema Cavallazzi - Gestão Participativa - Luz, Câmera e Gestão | Inovação Educacional | Scoop.it
EEB Jurema Cavallazzi – Gestão Participativa
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Mesa "Gestão escolar: experiências em debate" do “Seminário Internacional Caminhos para a Qualidade da Educação Pública: Gestão Escolar”

RESUMO
“Seminário Internacional Caminhos para a Qualidade da Educação Pública: Gestão Escolar”, realizado nos dias 02 e 03 de setembro de 2015, em São Paulo (SP). Mediada por Vinicius Mota, a mesa contou com a participação de Barry McGaw (Austrália), Manuel Palácios (Brasil), Mary Jean Gallagher (Canadá) e Michael Wilshaw (Reino Unido).
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Conversa com Daniel Hernandez

Conversa com Daniel Hernandez | Inovação Educacional | Scoop.it
Daniel Hernandez, responsável pela coordenação setorial de desenvolvimento acadêmico da Educação Média Superior na Secretaria de Educação Pública do México, comenta a reforma educacional e curricular ocorrida em seu país, relacionando-a à reforma pretendida no Brasil. Daniel foi palestrante no Seminário Internacional Desafios Curriculares do Ensino Médio: flexibilização e implementação, realizado pelo Instituto Unibanco em junho de 2017.
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Fernando Haddad - Entrevista com ex-Ministros da Educação

Fernando Haddad - Entrevista com ex-Ministros da Educação | Inovação Educacional | Scoop.it
Fernando Haddad, ministro da Educação nos governos Lula, conta em entrevista sobre sua chegada ao MEC, os principais desafios, ações, contribuições e pontos críticos de sua gestão.
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Eduardo Portella - Entrevista com ex-Ministros de Educação

Eduardo Portella - Entrevista com ex-Ministros de Educação | Inovação Educacional | Scoop.it
No terceiro episódio da websérie de Entrevistas com ex-Ministros da Educação do Brasil, o entrevistado foi Eduardo Portella, que ocupou a cadeira entre março de 1979 e novembro de 1980, durante o governo de João Figueiredo. O ex-ministro narra os desafios em sua gestão, marcada por tensões no processo de redemocratização do país. Gravada em 2016, a entrevista é a última concedida por Portella antes do seu falecimento ocorrido em 2 de maio de 2017.
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