Inovação Educacional
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Vale usa curso de qualificação como porta de entrada para a empresa

Vale usa curso de qualificação como porta de entrada para a empresa | Inovação Educacional | Scoop.it

A grande procura por profissionais qualificados está modificando as estratégias de contratação. Em busca de mão de obra, algumas empresas já estão oferecendo cursos de especialização para ter funcionários com boa formação. Esse é o caso da Vale, que desde 2008, oferece o Programa de Especialização Profissional para engenheiros e geólogos que querem obter mais conhecimento na área de mineração e iniciar sua carreira na companhia.

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Demanda por cursos técnicos

Marcelo Neri para a Folha de São Paulo, 22/04/2012

 

Gestores e pesquisadores têm o hábito de basear decisões e sugestões de política pública seguindo uma perspectiva de oferta e não de demanda. Mas o derradeiro teste da política pública se dá na sua aceitação, ou não, pela respectiva clientela final.Por exemplo, quando perguntamos aos pequenos empresários qual a natureza da maior dificuldade percebida do negócio, tais como deficiência de tecnologias, infraestrutura, formalização, crédito, mão de obra qualificada, entre outras, a resposta mais frequente é "nenhuma das alternativas acima", mas "a falta de clientes ou o excesso de concorrência no mercado".

 

Proporção semelhante é encontrada em pesquisas que perguntam ao jovem, de 15 a 17 anos, por que não está na escola regular: 67% das respostas abrangem elementos de demanda como a falta de interesse ou renda. Antes de um Gosplan (política de economia planejada da União Soviética) de educação profissional, é preciso ouvir a demanda do trabalho e do capital. Não basta ter no papel um bom plano de educação profissional que atenda as prioridades produtivas vislumbradas para a nação; acima de tudo, antes ele tem de atender as aspirações dos trabalhadores e das empresas. A demanda por educação profissional é muito mais complexa do que a da escola regular.

O menu profissionalizante inclui cursos de qualificação profissional, técnico de ensino médio e graduação tecnológica numa miríade de temas que vão da informática à saúde, passando por cursos de estética e de gestão, entre outros.

 

Nessa selva de cursos em diferentes níveis e temas ofertados por diversos atores, é fácil se perder no caminho. Essa é a lição de uma pesquisa realizada pelo CPS/FGV para o Senai (www.fgv.br/cps/senai) sobre as razões da demanda pelos cursos profissionalizantes. Uma linha de investigação pouco explorada é composta de perguntas aos jovens sem educação profissional quanto à falta de motivações: seria a ausência de interesse, necessidade imediata de geração de renda ou os baixos retornos prospectivos percebidos por eles?

 

Essas questões encontram respostas naqueles sem curso profissionalizante. A falta de demanda é a razão majoritária para não fazer cursos profissionalizantes, que se divide por sua vez em dois tipos básicos: ausência de interesse intrínseco (68,8%) e falta de condições financeiras (14,17%), que é motivo de demanda, mas poderia ser enfrentado com a oferta de bolsas de estudo profissionalizantes, como nas tentativas de atrelá-las ao Bolsa Família, na criação de um Fies ou de um ProUni do ensino técnico.

Os demais motivos alegados são residuais (6,57%) ou a falta de oferta (10,47%). As motivações de oferta, por sua vez, se dividem em falta de escola na região (8,64%), ausência de curso desejado na escola existente (1,4%) e falta de vagas nos cursos existentes.

 

Nada menos que 83% das razões apresentadas pelos sem educação profissional se referem à falta de demanda e não de oferta. Isto é, os cursos oferecidos não encontram correspondência nem no mercado de trabalho nem no interesse dos alunos -69% daqueles sem educação profissional apontam falta de interesse nos programas oferecidos e não falta de cursos. A perda de interesse, por sinal, também é a razão apresentada por 55% dos que abandonaram as aulas. Somente 8% abandonam, mostrando que o gargalo maior está em atrair -e não em manter- o jovem.

A falta de interesse das empresas em contratar, por sua vez, explica 31% da não colocação no mercado na opinião dos egressos desses cursos. Esse desinteresse reflete a inadequação dos cursos às necessidades das pessoas e às especificidades do mercado, como a oferta de um curso de datilografia quando as pessoas querem um de informática.

 

Esse seria o lado Gosplan de não olhar para o que as pessoas físicas e as empresas, que formam o mercado de trabalho, querem. Outro ponto é que falta informação da população sobre os impactos do curso. Por exemplo, o técnico médio alavanca o salário em 14% para cima do que se obtém com o médio regular.

 

MARCELO NERI, 49, é economista-chefe do Centro de Políticas Sociais e professor da EPGE, na FGV, e autor de "Microcrédito, o Mistério Nordestino e o Grameem Brasileiro" (editora da FGV) e "A Nova Classe Média" (editora Saraiva).

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Quase 70% dos brasileiros sem educação profissional não querem estudar

Quase 70% dos brasileiros sem educação profissional não querem estudar | Inovação Educacional | Scoop.it

Nada menos do que 69% dos brasileiros com mais de 10 anos e sem educação profissional não quer incrementar o currículo. A falta de interesse é o motivo número um para a evasão escolar. Especialistas no tema apontam que falta atratividade e não oferta de cursos. Mas será que isso significa que o brasileiro não quer estudar?

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LOJAS RENNER: Em busca de mão-de-obra qualificada, cia investe em educação

Para solucionar o problema da falta de mão-de-obra qualificada, que tem atingido as varejistas em expansão, a Lojas Renner criou o programa Escola de Costura Renner. Com investimento inicial de R$ 500 mil, o programa é uma parceria com fornecedores e escolas especializadas. "Nosso grande desafio este ano é multiplicar o modelo de parceria entre o fornecedor, organização social e escola técnica. Mas nada impede que outros se envolvam", explica Jair Kievel, diretor-executivo do Instituto Lojas Renner, em entrevista à Agência Leia.

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Engenheiros trocam pós-graduação por curso de qualificação profissional

Engenheiros trocam pós-graduação por curso de qualificação profissional | Inovação Educacional | Scoop.it

O aquecimento do mercado de engenharia tem levado muita gente que está fazendo faculdade ou já se formou a deixar de lado a sequência acadêmica com pós-graduação (mestrado e doutorado) a buscar uma vaga nos cursos gratuitos de qualificação profissional. Além do conhecimento geral da profissão proporcionado pelas universidades, engenheiros formados e futuros engenheiros fazem cursos voltados para a prática exigida pelo mercado.

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Qualificação é a aposta do setor industrial para futuro

O setor industrial passa por escassez de mão de obra. O emprego na área caiu 0,3% em janeiro sobre dezembro e 0,5% em relação ao mesmo mês de 2011, segundo o IBGE. Mas as vagas são oferecidas aos montes. Para se ter ideia, só para indústria da construção civil, instituições como Faetec e Seconci-Rio têm mais de 22.500 vagas de qualificação em todo Estado do Rio, este ano.

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