Inovação Educacional
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Inovação Educacional
Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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¿Qué son los Laboratorios de Innovación Pública?

¿Qué son los Laboratorios de Innovación Pública? | Inovação Educacional | Scoop.it

En los últimos años, y en algunos casos impulsados de la mano de las políticas de gobierno abierto, en distintos países han surgido nuevas instituciones dentro de las administraciones gubernamentales: los laboratorios de innovación pública.
Los laboratorios son espacios para experimentar con nuevas formas de generar valor público, modernizar la relación con la ciudadanía, aportar nuevos canales de participación y colaboración. A la vez, funcionan como un sistema de apoyo transversal para la gestión de la innovación en otras áreas del Gobierno.
Sus estructuras y alcances están aún en desarrollo como analizan, entre otros, Ramírez Aluja, Bonina. Sin embargo, podemos identificar en los casos existentes una combinación de liderazgo político, recursos y alianzas claves que permitieron su surgimiento en diferentes ciudades y países.
Exploremos entonces, siguiendo el análisis de Acevedo y Dassen, algunas de las características comunes de los laboratorios que nos permitirán entender mejor su composición y potencial:

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Grupo japonês compra Embraco

Grupo japonês compra Embraco | Inovação Educacional | Scoop.it

A empresa japonesa Nidec Corporation fechou um acordo para comprar a fabricante brasileira de compressores para refrigeradores Embraco, pertencente à multinacional norte-americana Whirlpool.
Compra da Brasil Kirin pela Heineken deve afetar ganho de companhia holandesa em 2018
UE falará com Brasil e EUA sobre caso da Embraco na Itália
Como FGV, Insper, Dom Cabral, Saint Paul e FIA estão transformando a educação executiva
Venezuela lança sua moeda digital, o petro
A operação é avaliada em US$ 1,08 bilhão e não inclui a filial da Embraco em Riva presso Chieri, no noroeste da Itália, que quase foi fechada no início deste ano e emprega cerca de 500 funcionários. Segundo comunicado dos dois grupos envolvidos nas tratativas, a unidade está sujeita a um "acordo separado com as autoridades e sindicatos locais".

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Veículos autônomos: KPMG divulga ranking dos países mais preparados

Veículos autônomos: KPMG divulga ranking dos países mais preparados | Inovação Educacional | Scoop.it

O índice avalia cada país de acordo com quatro pilares fundamentais para a capacidade de um país de adotar e integrar veículos autônomos. Dentre eles, o Brasil teve sua melhor posição na aceitação do consumidor (14º), seguindo por tecnologia e inovação (18º), infraestrutura (19º) e política e legislação (20º). Esses pilares são compostos de algumas variáveis que refletem a ampla gama de fatores que impacta a prontidão de um país para o uso de veículos autônomos, incluindo a disponibilidade de pontos de carregamento de veículos elétricos, as atividades de pesquisa e desenvolvimento, a disposição da população para adotar tecnologias e o ambiente regulatório. 
“Em termos de regulação, ainda não observamos discussões sobre o tema no Brasil, entretanto, o novo programa automotivo do governo, o ‘Rota 2030 ‘, poderá incluir alguns tópicos relacionados a veículos autônomos. Atualmente, as principais discussões estão ocorrendo em fóruns e eventos relacionados aos setores automotivo e de telecomunicações. Ainda não há um planejamento específico do governo em torno da introdução do veículo autônomo no mercado brasileiro”, analisa o Sócio da Área de Infraestrutura da KPMG no Brasil, Mauricio Endo.

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Thyssenkrupp lança no Brasil solução baseada em Inteligência Artificial

Thyssenkrupp lança no Brasil solução baseada em Inteligência Artificial | Inovação Educacional | Scoop.it

O Brasil experimentará uma grande mudança na mobilidade urbana com MAX, primeira solução de manutenção preditiva para elevadores do mundo, lançamento da thyssenkrupp.
Baseada em soluções de inteligência artificial e Internet das Coisas (IoT) da plataforma de nuvem Microsoft Azure, MAX pode reduzir pela metade o tempo atual que os elevadores ficam fora de operação, aumentando significativamente a disponibilidade dos equipamentos e a eficiência de transporte nas grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro. O serviço também amplia as alternativas e a comunicação com os técnicos de manutenção, a partir do uso do HoloLens, dispositivo de realidade mista da Microsoft.

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Essa estranha carreira chamada docência universitária

Essa estranha carreira chamada docência universitária | Inovação Educacional | Scoop.it

Em vez de ir direto ao assunto aviso primeiro que o título é emprestado de Jacques Derrida [I], que não tem mais nada a ver com o que segue (embora haja algo de desconstrução aqui), mas o tema é exatamente sobre algo que podemos chamar de estranho e está no centro de uma instituição, que, portanto, também é estranha: a universidade.
Quase milenar, a universidade, um lugar “onde a investigação poderia desenvolver-se de forma independente de qualquer outro poder” (apresentação da universidade de Bolonha em seu sítio na web), desenvolveu-se segundo diversos modelos, passando a mesclar esses modelos, adaptando-os, bem como suas misturas, em diferentes países e tempos históricos. Para quem quiser uma referência breve a essa complexidade, cuja discussão aqui necessitaria de dezenas de milhares de caracteres, recomendo uma palestra de Flávio Ferreira proferida nos rincões limeirenses: “O que é universidade? Uma leitura a partir dos modelos clássicos da universidade moderna e de interpretações sobre a universidade brasileira”. [II] De um modo geral, para o paradigmático reitor da Universidade da Califórnia, Clark Kerr, a universidade aspiraria a ser “tão confusa quanto possível, pelo bem da preservação do incômodo equilíbrio social”. Se não é possível aqui destrinchar os meandros dessa complexidade e sua confusão, posso ao menos apresentar evidências empíricas dela, evidências que são naturalizadas no cotidiano das universidades: as carreiras docentes.
Começando com um exemplo simples: um general é um general, seja aqui, nos Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha ou Rússia. Pouco afeito ao tema, bastou-me assistir a filmes realizados nesses lugares para ver que em todos eles o general manda no coronel, que manda no major, que manda no capitão e assim por diante. Carreira e hierarquia claras, incluindo uma nomenclatura homogênea sem falsos cognatos. E as carreiras civis, a docência, em particular? Houve uma tentativa curiosa de traduzir a simplicidade militar para a sociedade civil, a Tabela de Patentes de “Pedro, o Grande”, czar da Rússia, proclamada em 1722 e que vigorou até a revolução de 1917. Existe uma tradução para o português [III] e lá podemos consultar que um “Professor de academia” ou “Doutor de qualquer faculdade ingressado no Serviço Público” era uma patente de 9ª classe, equivalente a um capitão no exército. Já um presidente de Colégio (reitor?), equivalia a um major-general, patente de 4ª classe. Essa tabela de patentes foi se modificando ao longo dos séculos XVII e XIX, mas não as encontrei para verificar se diferentes níveis de docentes foram incluídos nas equivalências com patentes entre as 4ª e a 9ª classes.
Deixando de lado essa curiosidade histórica, percorrer as “tabelas de patentes docentes” contemporâneas de diferentes países gera certa apreensão. Nos Estados Unidos temos, em ordem decrescente de hierarquia, o “full professor”, o “associate professor” e o “assistant professor” numa carreira marcada pela busca da efetivação (o “tenure”). Além disso, também temos “research associate”, “lecturer” e “instructor”, que estão fora do “tenure” e, muitas vezes com hierarquias próprias[iv]. Sobram ainda outras categorias, como o “adjunt professor”, à qual voltarei mais à frente.
No Reino Unido é mais complicado com diferentes carreiras em diferentes universidades [V]: “professor”, “reader”, “senior lecturer” e “lecturer”, que, segundo a Wikipédia, equivaleria ao “assistant professor” nas universidades estadunidenses. Em Oxford, no entanto, é diferente, lá se eliminou o nível “reader” e intoduziu-se o “associate professor”, que não é a mesma coisa que o título com o mesmo nome nos Estados Unidos, que equivaleria ao “senior lecturer” britânico.  Além dessa, existem ainda outras duas carreiras: “research career pathway” e “teaching career pathway”.
Indo para a França, nota-se uma terceira estrutura da carreira docente por lá, com hierarquias de postos efetivados (tenured) e não efetivados. Entre os efetivados o “Professeur des universités” está à frente do “Maître de conférences”, que precisa fazer a “habilitation” para orientar doutorados e com isso se candidatar ao nível acima. Essa habilitação não existe nos EUA nem no RU, mas existe na Alemanha, que apresenta ainda outro tipo de carreira, que é ainda mais complicada, apesar da reforma recente [VI]. Mas o caso mais peculiar é o “Privatdozent”, que seria (mas não é) o nosso livre-docente. A “habilitation” na França e na Alemanha equivale ao nosso concurso de livre-docência, que só existe no Brasil nas universidades estaduais paulistas, tendo praticamente desaparecido nas universidades federais.
São necessárias ainda algumas peças para compor o quebra-cabeças ou, pelo menos, uma quadrilha. A carreira universitária nas universidades estaduais paulistas tinha a seguinte hierarquia (a partir do doutorado) até o ano 2000: professores assistente doutor, livre-docente, adjunto e titular. Neste século passou a ser: professores doutor, associado e titular. Desapareceu o livre-docente, mas para ser associado precisa ter o título de livre-docente. Nas federais a ordem é: adjunto, associado e titular. O adjunto das federais não tem nada a ver com os antigos adjuntos das paulistas, que não tem nada a ver com os adjuntos nos Estados Unidos e o associado não precisa da livre-docência.
O título de livre-docência tem sua origem na Alemanha, é o tal do Privatdozent por lá, e sua história no Brasil pode ser conferida em um manifesto em sua defesa  [VII]. Mas o que é um Privatdozent hoje na Alemanha? Autor de uma segunda tese (pós-doutorado) que se habilita para a carreira acadêmica, mas hoje, por aquelas bandas, a segunda tese perde para os doutores e pós-doutores com maior número de artigos sem a habilitation, seguindo uma tendência mundial. No entanto, o Privatdozent tem que dar aulas e orientar em universidades para não perder o título e muitas vezes não é pago para isso. Para se sustentar, quando não for pesquisador em alguma instituição de pesquisa com permissão para se associar dessa forma a uma universidade, tem que ter um emprego de meio período, como garçons ou garçonetes, por exemplo. Artigos que esmiúçam essa situação são frequentes na imprensa alemã. Só em Berlim são milhares e parece que o sistema de ensino superior não funcionaria sem eles. É o professor adjunto nos Estados Unidos e parecido com o nosso Professor Colaborador Voluntário, que aqui, porém, não está associado a nenhum título.
Então vejamos: o que era adjunto nas universidades paulistas passou a ser associado, como nas federais. O adjunto nas federais não tem nada a ver com o adjunto nas estadunidenses, que tem algo a ver com o “privatdozent” na Alemanha, que não tem nada a ver com o associado no Brasil, que na Inglaterra seria talvez “senior lecturer” (dependendo da universidade), mas na França não seria nem “professeur des universités, nem “maître de conférences” sem a “habilitation”. Lembra a Quadrilha de Carlos Drummond de Andrade.
Enquanto o poema do grande poeta é bom, a paródia do parágrafo acima não representa algo bom nem ruim, construções históricas são o que são. Docentes de universidades com carreiras diferentes quando colaboram entre si não precisam de uma “tabela de conversão de patentes”, os ritos dos colégios invisíveis das ciências são outros. E essas particularidades e peculiaridades, quando comparamos países ou mesmo instituições dentro de um país, talvez façam parte da confusão necessária, quando Clark Kerr a enunciou há 40 anos ou mais. No entanto, de lá para cá, as universidades que eram consideradas organizações únicas, diferentes das outras, passaram a enfrentar a tendência de transformá-las em organizações como essas outras, eficientes, bem geridas, “accountable”. No artigo, cujo título é “Universidades são organizações específicas?" [VIII], a autora responde ao final que sim, e a diversidade de carreiras docentes engendradas mundo a fora apresentada aqui é um exemplo disso. Práticas de gestão são bem-vindas, mas seus promotores precisam entender essa confusão que continua, lembrando que a universidade é um lugar “onde a investigação deve [IX] desenvolver-se de forma independente de qualquer outro poder”.  Talvez uma universidade possa até ser comparada a outra instituição: um bom restaurante. Uma coisa é gerenciar o estoque, folha de pagamento ou o caixa. Outra coisa é conceber os pratos, executá-los e servi-los de forma agradável ao público. Um bom restaurante começa pelo cardápio e não pela gestão de comandas.

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Tecnologias no mercado: Unicamp chega a 100 contratos com empresas em 2017

Tecnologias no mercado: Unicamp chega a 100 contratos com empresas em 2017 | Inovação Educacional | Scoop.it

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) fechou o ano de 2017 com 100 contratos vigentes de licenciamento de tecnologia para empresas. Os acordos firmados dizem respeito à autorização de uso e exploração comercial dessas tecnologias, nascidas no meio acadêmico, mediante o pagamento de royalties – que no ano passado, significaram a entrada de R$ 1.349.038,00 nos cofres da universidade. Os números constam no Relatório de Atividades da Agência de Inovação, divulgado hoje.
Ao todo, 153 patentes encontram-se hoje licenciadas para empresas. O número é maior do que o número de contratos firmados, uma vez que um mesmo contrato pode contemplar mais de uma tecnologia. Hoje, a Unicamp possui em seu portfólio: 1.121 patentes vigentes e 223 softwares.
“A Unicamp tem um compromisso muito claro que é o de devolver à sociedade o investimento que nela é feito. Ao passo que as pesquisas acadêmicas geram tecnologias de ponta, que despertam o interesse de empresas para testá-las em escala industrial e transformá-las em produto; temos a certeza de que o nosso compromisso tem se concretizado, expandindo o impacto da universidade para além do ensino”, afirma o reitor da universidade, Professor Marcelo Knobel.
Além dos licenciamentos, a Universidade também trabalha em cooperação com a indústria em projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Em 2017, a Unicamp fechou 49 convênios dessa natureza com empresas. Os investimentos em pesquisa totalizam R$ 64.101.444,52. A unidade que mais fechou esse tipo de parceria no ano passado foi o Cepetro (Centro de Estudo de Petróleo), com 15 convênios.
“A Agência de Inovação é o interlocutor desses dois mundos, acadêmico e empresarial. E o que vemos, com o passar do tempo, é que essa relação tem se fortalecido. Há um aumento, de ambas as partes, na procura pela Inova Unicamp para firmar essas parcerias”, avalia o diretor-executivo da Inova Unicamp, professor Newton Frateschi. “Por parte das empresas, observa-se uma maior consciência de que a presença da pesquisa de excelência na universidade gera um ambiente riquíssimo tanto para a formação dos recursos humanos que vão inovar nas empresas como também para constituir um berço ativo de criação de novas tecnologias para a inovação aberta. E por parte dos docentes e pesquisadores, além dos ganhos com essa interação, há uma preocupação cada vez maior em proteger essas tecnologias, com o potencial futuro de licenciá-las ou até mesmo de empreender”, conclui Frateschi.
Exemplo dessa trajetória de inovação é a Agricef, empresa-filha da Unicamp fundada em 2005, a partir da tese de doutorado de Domingos Guilherme Cerri, sob a orientação do professor Paulo Sérgio Graziano Magalhães, da Feagri (Faculdade de Engenharia Agrícola).
“Comecei meu doutorado na Unicamp no ano de 2002. O professor Paulo Sérgio Graziano Magalhães tinha um projeto, ainda em estágio muito inicial, na área de agricultura de precisão na cultura da cana-de-açúcar e me deu esse tema como tese”, relembra o ex-aluno.
De 2002 a 2005, ano em que concluiu o doutorado, Cerri trabalhou ativamente na construção do primeiro protótipo do projeto e que culminou, ao final, no depósito de uma patente no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). À época, esse ainda não era um equipamento comercial. Mesmo assim, a Enalta, empresa de automação agrícola, se interessou pela tecnologia. Vale ressaltar que, nesse momento, a Agricef ainda não era nascida.
“Com o interesse da Enalta pela tecnologia, fomos atrás de desenvolvê-la mais e conseguimos um PIPE Fase II, da Fapesp. Eu estava como pesquisador colaborador na Unicamp e comecei a trabalhar em colaboração com a empresa no desenvolvimento desse projeto”, afirma Cerri.
A Enalta tinha expertise em eletrônica, mas esse era um projeto que também necessitava de um desenvolvimento robusto em mecânica. “Foi aí que eu e meus sócios decidimos abrir a Agricef, em 2005. Foi quando entramos na Incamp (Incubadora de Empresas de Base Tecnológica da Unicamp) para passar pelo processo de incubação”, conta.
Nesse trabalho a muitas mãos, originou-se a tecnologia: “Sistema de Monitoramento de Produtividade da Cana-de-açúcar”, que foi objeto do contrato de licenciamento firmado no ano passado entre a Unicamp e a Agricef.
O sistema desenvolvido utiliza células de carga como instrumento de determinação do fluxo da matéria-prima colhida e é capaz de medir a quantidade de cana que passa pela esteira antes de ser lançada ao veículo de transbordo. Estes dados, juntamente com as informações obtidas por um GPS instalado na colhedora, permitem a elaboração de um mapa digital que representa a superfície de produção para a área colhida.
“As variações de produtividade podem ser grandes dentro de um mesmo talhão. Enquanto algumas regiões produzem de 10 a 20 toneladas, outras chegam a 120, 150 toneladas por hectare. Esse mapeamento feito pelo sistema permite que o agricultor possa visitar as áreas de baixa produtividade e identificar se há problemas localizados, como a necessidade de drenagem de água, existência de plantas daninhas ou pragas, deficiência nutricional do solo, entre outros. A partir do direcionamento do produtor, permitimos uma ação mais certeira e o consequente aumento na produtividade ou redução dos custos de produção”, revela Cerri.
O operador da máquina também pode colaborar com a inserção de mais dados no sistema, à medida em que ele constata alguma adversidade na plantação durante a colheita.
Além do Brasil, a tecnologia também está sendo usada na Colômbia. Cerca de 40 máquinas já estão em operação no país vizinho. “Como o território de lá é mais limitado para expandir a cultura, eles já estavam há mais tempo focados em aumentar a produtividade por hectare. Aqui no Brasil, esse foi um pensamento que demorou mais a se consolidar, mas que vem ganhando força e ressaltando a importância de tecnologias voltadas à agricultura de precisão”, finaliza Cerri.

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Finalmente, consegui inverter a sala :‑D

De fato, posso dizer que as mudanças foram acontecendo aos poucos. Algumas anos atrás, iniciei o uso sistemático de ambientes de aprendizagem (AVA) nas aulas de graduação que ministro. Até compartilhei com colegas um roteiro passo-a-passo de como preparar e configurar esses ambientes.
Há umas duas semanas, eu estava na sala e percebi que progressivamente eu fui deixando de explicar os conteúdos em sala de aula. Três anos atrás eu passava a aula toda expondo o conteúdo e pedindo para os alunos fazerem as atividades em casa. Se tivessem dúvidas poderiam usar os ambientes para formular perguntas. Dois anos atrás eu passava metade da aula correndo para explicar o conteúdo. Um ano atrás eu ainda usava 15 minutos das aulas explicando o que fazer.
Este semestre eu mesmo tomei um susto quando percebi que poderia passar todas as orientações pelo AVA uma semana antes, ficar à disposição para esclarecer antes da aula. Durante as aulas, apenas as alunas e os alunos falam, expondo os resultados do trabalho.

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Transumanismo: os super-humanos

Transumanismo: os super-humanos | Inovação Educacional | Scoop.it
Conceito irá impactar campo da medicina, da estética e até do Direto. Mas precisamos discutir e estudar a respeito
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Quanto a Kroton paga a professores e demais funcionários? Veja salários

Quanto a Kroton paga a professores e demais funcionários? Veja salários | Inovação Educacional | Scoop.it

“Gestores operacionais e nada resolutivos. Focam muito em achar o culpado e não resolvem os problemas. Empresa que estimula muito o lado competitivo dos colaboradores, o que torna alguns ambientes de trabalhos não sadios”, escreveu o profissional, em avaliação publicada há pouco mais de 10 dias.
A estrutura de trabalho, a equipe e os treinamentos oferecidos são elogios que se repetem. Do lado das críticas, a falta de oportunidade de carreira parece ser uma fraqueza da Kroton, como empregadora, segundo as percepções divulgadas pelos funcionários e ex-funcionários.
Um roteirista e um analista administrativo são exemplos de profissionais que reclamam de pouca chance de crescimento. “Acredito que a empresa se preocupa excessivamente com o seu crescimento e por diversas vezes se esquece de que este não existiria sem os seus funcionários. Existem diversas áreas em que é possível se desenvolver e conseguir promoções de acordo com as suas entregas, no entanto, em outras, isso só é possível caso alguém do time saia e/ou tenha indicação”, escreveu o analista, que deixou a empresa em 2017.
Se a oportunidade de carreira é o item mais mal avaliado entre os componentes de satisfação profissional, a política de remuneração é a que tem a nota mais alta.

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Indústria 4.0: a Política Industrial no Japão face à Quarta Revolução Industrial

Indústria 4.0: a Política Industrial no Japão face à Quarta Revolução Industrial | Inovação Educacional | Scoop.it
Este estudo se insere no conjunto de trabalhos que o IEDI tem divulgado a respeito da Indústria 4.0, que inclui, entre outros, as Cartas IEDI n. 797  “Indústria 4.0: Desafios e Oportunidades para o Brasil” de 21/07/17, n. 803 “Indústria 4.0: O Futuro da Indústria” de 01/09/17, n. 807 “Indústria 4.0: A Política Industrial da Alemanha para o Futuro” de 29/9/17, n. 820 “Indústria 4.0: O Plano Estratégico da Manufatura Avançada nos EUA” de 11/12/17 e n. 823 “Indústria 4.0: Políticas e estratégias nacionais face à nova revolução produtiva” de 29/12/17, n. 827 “Indústria 4.0: A iniciativa Made in China 2025” de 26/01/18 e n. 831 “A Coreia do Sul e a Indústria do Futuro” de 16/02/2018.
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Aceleração das economias avançadas e perspectivas para o crescimento global em 2018 - Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial

Aceleração das economias avançadas e perspectivas para o crescimento global em 2018 - Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial | Inovação Educacional | Scoop.it

Além do patamar de crescimento, outra diferença entre os dois grupos de economias diz respeito à maior assimetria entre as taxas de expansão das principais regiões emergentes do que nos países avançados. Espera-se, porém, que essa assimetria diminua em 2018 e, sobretudo, em 2019. A Ásia emergente e em desenvolvimento seguirá como a principal responsável pelo ritmo de expansão das economias emergentes, ancorada no dinamismo das economias chinesa e indiana. As perspectivas favoráveis refletem, igualmente, a retomada das economias exportadoras de commodities no ano passado, que deve ganhar impulso em 2018 num contexto de recuperação dos preços desses produtos que sofreram deflação no biênio 2015-16. 

Baixe o texto na íntegra no site

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CDO: Por que é importante ter um chief digital officer

CDO: Por que é importante ter um chief digital officer | Inovação Educacional | Scoop.it

Ele é o executivo responsável por liderar a transformação digital das empresas. A cada dia, tem sido mais requisitado por companhias de diversos segmentos, como indústria, tecnologia, varejo e instituições financeiras.
O chief digital officer (CDO) tem aparecido frequentemente na lista das profissões do futuro. De acordo com o Gartner, 90% das empresas do mundo vão caminhar para a transformação digital até 2019.
Embora relativamente nova no mercado, a posição demanda sólida experiência do profissional, na medida em que requer conhecimento e visão de negócios, além, obviamente, da expertise em tecnologia e marketing digital.
O trabalho do CDO permite que tecnologias como big data, internet das coisas, mobilidade e inteligência artificial e metodologias e conceitos como design thinking, design sprint, Scrum, DevOps e MVP sejam adotados para melhorar o desempenho e eficiência da companhia, alcançado e garantindo resultados melhores numa maior velocidade.

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Contic: ‘Brasil precisa estar preparado para a revolução digital’

Contic: ‘Brasil precisa estar preparado para a revolução digital’ | Inovação Educacional | Scoop.it

A Confederação Nacional da Tecnologia da Informação e Comunicação (Contic) foi criada em outubro do ano passado, a partir da união da Federação Brasileira de Telecomunicações (Febratel), da Federação Nacional das Empresas de Informática (Fenainfo) e da Federação Nacional de Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática (Feninfra).
Vivien Suruagy, presidente da Contic, destaca a importância da tecnologia para garantir a competitividade e o crescimento da economia brasileira.
“A função precípua da confederação é, primeiro, dar estabilidade para empresas e pessoas nos setores de informática e telecomunicações”, disse Vivien. “E, segundo, promover, com os pés no chão e de uma forma bem sólida, a revolução digital no país.”
A executiva destacou que os países desenvolvidos buscam a liderança em áreas como inteligência artificial e robótica, e o Brasil não pode ficar para trás.
“Também temos o 5G (telefonia móvel de quinta geração) chegando por aí e temos de estar preparados para enfrentar essa revolução tecnológica, que fará com que sejamos mais eficientes”, afirmou.

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Pela primeira vez, streaming gera a maior receita da indústria fonográfica

Pela primeira vez, streaming gera a maior receita da indústria fonográfica | Inovação Educacional | Scoop.it

Acho que o Brasil tem sido um gigante adormecido por anos e acho que o próximo grande hit da América Latina a estourar globalmente virá do Brasil”, afirma Jesús López, CEO da Universal Music na América Latina e Península Ibérica, no Global Music Report 2018, divulgado nesta terça-feira (24).
A visão otimista do executivo se escora nos resultados que o país obteve em 2017 e que figuram no relatório da IFPI (Federação Internacional da Indústria Fonográfica), principal raio-x do setor.
De acordo com o levantamento, o Brasil se recuperou de uma retração de 3% em 2016 com um crescimento de 17,9% em 2017, quando faturou R$ 943,6 milhões (US$ 295,8 mi). O país lidera o setor latino-americano e é o nono mercado de música do mundo.
A indústria global, por sua vez, cresceu 8,1% e faturou R$ 55,2 bilhões (US$ 17,3 bi), marcando um crescimento pelo terceiro ano consecutivo, após uma década em queda.
O maior responsável pelo progresso foi, segundo a IFPI, o streaming, que, pela primeira vez na história, se torna a maior fonte de receita do mercado fonográfico, representando sozinho 38,4% do faturamento total do setor.
Fazendo a modalidade vingar estão, de um lado, 176 milhões de usuários, do Brasil à China. Do outro, artistas como o cantor britânico Ed Sheeran, o hitmaker mais reproduzido em todo o mundo.
O sucesso do músico tem no Brasil uma exceção. Entre os 50 artistas mais reproduzidos no streaming no país, 45 são brasileiros, como o DJ Alok, MCs e duplas sertanejas.
No total, plataformas como Spotify, Apple Music e Deezer geraram R$ 21 bi (US$ 6,6 bi) no mundo todo em 2017.
"O streaming continua sendo o maior condutor de toda a receita da música gravada, apesar do fato de que sua penetração ainda é relativamente baixa pelo mundo”, disse Hans-Holger Albrecht, CEO da Deezer, em um comunicado.
Para Paulo Rosa, presidente da Pró-Música Brasil, o potencial de crescimento dessa modalidade é enorme.
"Se você levar em conta que a gente tem em torno de 5 milhões de assinantes de streaming no Brasil, em um universo de 180 milhões de smartphones, para não falar de tablets e computadores, ainda existe um mercado a ser explorado”, disse à Folha.
Apesar do crescimento, a receita do setor global ainda corresponde a 68,4% da faturada em 1999, o auge da indústria fonográfica. Segundo uma projeção da Goldman Sachs divulgada em  2017, a indústria deve se recuperar até 2030.
Rosa, porém, diz que prefere se ater aos dados atuais, já que o mercado muda a cada dia com novas tecnologias. “Voltar aos níveis de 1999 é totalmente possível, mas depende do que acontecer no próximos anos. Qualquer aposta envolve um pouco de especulação, de futurologia.”
Até que se reestabeleça como nos tempos áureos, a indústria se articula contra a violação de direitos autorais, por melhores remunerações e aposta em experiências com realidade virtual e aumentada.
"Eles ainda não são propriamente uma realidade”, diz Rosa. “Mas é uma possibilidade, você pode ter um produto com o qual você se coloca ou é colocado dentro de um estúdio ou no palco de um show.”

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Qualidade na Educação Superior a Distância no Brasil: Onde Estamos, para Onde Vamos? | Bielschowsky

Qualidade na Educação Superior a Distância no Brasil: Onde Estamos, para Onde Vamos? | Bielschowsky | Inovação Educacional | Scoop.it
A educação superior a distância no Brasil tinha, em 2004, cerca de 60 mil alunos matriculados; cresceu rapidamente e atingiu em 2016 a marca de 1,5 milhão de matrículas, oferecendo importante colaboração para o desenvolvimento do país. Nesse contexto, mais do que nunca, é necessário analisar como se processou esse crescimento e prospectar o futuro, com vista a seu aprimoramento. Foi pesquisado o perfil da oferta atual dos cursos de EaD e comparado com os presenciais. Em 2016 eram 206 Instituições de Ensino Superior (IES) oferecendo EaD, com desempenho médio, medido pelo Enade, equivalente ao dos cursos presenciais. Desse total, apenas cinco IES detinham 58% das matrículas, em sua maioria com cursos com conceito abaixo do patamar de 1,5 nos exames de 2015 e 2016. Isso significa que, na prática, a maioria dos alunos de EaD está frequentando cursos mal avaliados segundo o critério do Enade. Um fato contraditório e alarmente é que essas mesmas IES têm, de maneira geral, resultados do Enade para seus cursos presenciais superiores àqueles obtidos em seus cursos em EaD, indicando que não tratam as duas modalidades com o mesmo critério de responsabilidade. Finalizamos este artigo com a análise do conceito provisório do curso (CPC) e considerando a necessidade de implantar algumas medidas visando ao aprimoramento da oferta na área de Educação a Distância.
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BMW Group inaugura Campus de Direção Autônoma na Alemanha

BMW Group inaugura Campus de Direção Autônoma na Alemanha | Inovação Educacional | Scoop.it

Anunciado pelo BMW Group, em dezembro de 2016, o Campus de Direção Autônoma de Unterschleissheim, erguido em apenas 15 meses, abriga 23 mil metros quadrados de área construída capaz de acomodar cerca de 1.800 funcionários e aproximadamente 500 veículos de teste. Ao longo dos últimos anos, o BMW Group vem apresentando soluções essenciais necessárias para o desenvolvimento de veículos altamente automatizados, totalmente automatizados e de condução autônoma.
 Um Centro de Processamento de Dados, situado a cerca de dois quilômetros de distância do campus de Unterschleissheim, é responsável por processar de forma rápida as informações geradas pelos veículos de teste e disponibilizá-las para validação, simulação e em forma de algoritmos para o aprendizado de máquinas complexas. Equipados com sensores de direção autônoma, esses veículos coletam cerca de 16 terabytes de dados durante um dia de trabalho, enquanto um veículo equipado com tecnologia de sensores para condução totalmente automatizada acumula cerca de 40 terabytes de dados por dia.

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B. GROB do Brasil lança segunda geração de máquina

B. GROB do Brasil lança segunda geração de máquina | Inovação Educacional | Scoop.it

Dentre as inovações apresentadas, destaca-se o lançamento da segunda geração do centro de usinagem universal G350. Por meio de seu conceito de máquina único, os centros de usinagem universais 5 eixos oferecem possibilidades quase ilimitadas para o fresamento de peças de vários materiais de diferentes segmentos da indústria. Seja para o segmento aeroespacial, de engenharia mecânica, moldes e matrizes, automotivo ou tecnologia médica, as máquinas universais GROB são projetadas para atender as diferentes exigências dos setores industriais
A atualização da G350, lançada recentemente na Alemanha, chega ao Brasil marcando o que há de mais inovador em ganho de produtividade, facilidade de manuseio, precisão e design compacto. A indústria não ganha apenas mais espaço na fábrica – o comprimento da nova máquina reduziu de 2.450mm para 2.000mm – como também maior capacidade de armazenamento de ferramentas no magazine (de 40 para 60) e ganho de produtividade com a redução do tempo de cavaco a cavaco de 4 para 2,7 segundos. Além disso, o operador consegue acessar a porta da área de trabalho, o painel de comando CNC e a porta de acesso ao magazine de ferramentas no mesmo lado da máquina, evitando grandes deslocamentos e trazendo mais praticidade à operação.
Novas tecnologias e soluções integradas
Alinhada ao futuro e às novas tendências do mercado automotivo, a GROB-WERKE tem se preparado para acompanhar as mudanças no mercado automotivo e principalmente as transformações da indústria em relação à manufatura avançada e processos conectados. A B. GROB do Brasil apresenta na FEIMEC 2018 suas ações de novas tecnologias, onde o visitante poderá conferir as melhorias e avanços que a empresa tem adotado mundialmente para se adequar à indústria do futuro.

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A Voith e a Franka Emika estabelecem uma parceria estratégica

A Voith e a Franka Emika estabelecem uma parceria estratégica | Inovação Educacional | Scoop.it

O grupo tecnológico Voith e a empresa de robótica Franka Emika, de Munique, iniciaram uma parceria estratégica. A parceria inclui a fundação de uma nova empresa comum com o nome Voith Robotics – A Voith and Franka Emika Company. Esta companhia, com sede em Munique, pretende se tornar futuramente uma fornecedora global de sistemas para a automatização orientada para a robótica na era digital. A Voith Robotics deverá fornecer não só robôs de construção leves e adaptáveis da Franka Emika, como soluções de software, aplicativos, serviços e consultoria de processos para clientes globais de vários setores e mercados.
Parte da parceria estratégica inclui também uma coparticipação financeira direta da Voith na Franka Emika, que visa reiterar a orientação estratégica e de longo prazo da colaboração entre as duas empresas. O novo presidente da diretoria da Voith Robotics, que será operacionalizado pela Voith, é Martin Scherrer, antigo membro da diretoria da Voith Paper.

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O que é a Somos Educação, comprada por R$ 4,6 bi

O que é a Somos Educação, comprada por R$ 4,6 bi | Inovação Educacional | Scoop.it

A empresa abriu capital em julho de 2011 e, em fevereiro de 2015, teve a totalidade da participação da Abrilpar, pertencente à família Civita, vendida à Tarpon Investimentos. A participação do grupo de mídia representava, à época, 40,6% do capital da companhia.
Hoje, a Somos é o principal grupo de educação básica do Brasil. A empresa é dona de marcas como Anglo, Centro Educacional Sigma, Colégios Ph, Maxi e Motivo, além da escola de idiomas Red Baloon entre outras.
A companhia possui 3.624 escolas e um total de 1,8 milhão de professores (incluindo escolas próprias, parceiras e o ensino público).
O presidente da Somos, Fernando Shayer, afirma que a intenção com a venda da companhia é integrar o maior grupo de educação do mundo. “Trata-se de mais um passo importante na história de crescimento da empresa. A vocação da Somos sempre foi a de apoiar o maior número possível de alunos e educadores em todo Brasil, em todos os segmentos e faixas de renda.”

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Olin Names Mimi Onuoha First "Creative-in-Reference" as Part of Initiative to Better Integrate Arts and Humanities with STEM Education | Olin College

Brooklyn-based artist and researcher Mimi Onuoha has been named the first “Creative-in-Reference” at Olin College, a position established as part of a multi-step $900,000 grant from the Andrew W. Mellon Foundation designed to better integrate the arts and humanities within a STEM education.
Onuoha’s work examines the implications of data collection and computational categorization. In a society exposed to an overwhelming amount of data every day, Onuoha chooses to explore the information we don’t have access to or choose to ignore. She uses code, writing, interventions and objects to examine the ways in which people are represented and classified.
“The Creative-in-Reference position at Olin represents an incredible opportunity. It is as much about creating interdisciplinary engagements with sociotechnical systems as it is about considering the perspective and latitude that an arts-based approach can bring to such work. I’m extremely excited about the opportunity to contribute to this commitment with and within the Olin community,” said Onuoha.

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Data mining confirms that culture makes cities richer

Data mining confirms that culture makes cities richer | Inovação Educacional | Scoop.it
Photos shared on Flickr turn out to provide valuable insights into the way cultural activities stimulate urban development, say researchers.
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A Indústria em 2017: crescimento difundido e liderado pelos setores de maior intensidade tecnológica

A Indústria em 2017: crescimento difundido e liderado pelos setores de maior intensidade tecnológica | Inovação Educacional | Scoop.it

A indústria voltou a crescer em 2017, dando um primeiro e ainda modesto passo para reaver toda a produção perdida nos três anos anteriores de aguda crise. A reação foi relativamente difundida entre os diferentes ramos industriais, muito embora tenham sido poucos (notadamente o ramo automobilístico) os responsáveis por fazer com que o setor como um todo tenha atingido o ritmo de crescimento de 2,5% no ano.
O dinamismo da indústria de transformação ficou um pouco abaixo da performance da indústria geral ao registrar em termos físicos alta de 2,2%. Esta Carta IEDI mostra as particularidades do desempenho manufatureiro no ano passado a partir do grupamento de seus ramos em quatro faixas de intensidade tecnológica, segundo a metodologia desenvolvida pela OCDE.

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Indústria 4.0: a Indústria do Futuro e a iniciativa Nova França Industrial

Indústria 4.0: a Indústria do Futuro e a iniciativa Nova França Industrial | Inovação Educacional | Scoop.it
O trabalho faz parte de uma série de estudos realizados pelo IEDI sobre experiências internacionais a respeito da indústria 4.0, que inclui a Alemanha (Carta n. 807 “Indústria 4.0: A Política Industrial da Alemanha para o Futuro” de 29/9/17), EUA (Carta n. 820 “Indústria 4.0: O Plano Estratégico da Manufatura Avançada nos EUA” de 11/12/17), China (Carta n. 827 “Indústria 4.0: A iniciativa Made in China 2025” de 26/01/18), Coreia do Sul (Carta n. 831 “A Coreia do Sul e a Indústria do Futuro” de 16/02/18) e Japão (Carta n. 838 “Indústria 4.0: a Política Industrial no Japão face à Quarta Revolução Industrial” de 16/03/18), entre outros trabalhos, inclusive sobre o Brasil (Carta n. 797 “Indústria 4.0: Desafios e Oportunidades para o Brasil” de 21/07/17 e n. 803 “Indústria 4.0: O Futuro da Indústria” de 01/09/17)
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Mundo automatizado demanda um novo modelo educacional

Mundo automatizado demanda um novo modelo educacional | Inovação Educacional | Scoop.it

Apesar da retórica de parte da mídia sobre a ameaça da globalização aos empregos, de maneira geral, especialistas acreditam que o ritmo incansável da automação também ameaça tornar obsoletos muitos trabalhos bem estabelecidos.
Enquanto a automação compromete o trabalho físico previsível, a coleta e o processamento de dados aumentam a necessidade de outras habilidades.
A aplicação do conhecimento para tomar decisões se tornará cada vez mais importante, juntamente com o gerenciamento de pessoas, a colaboração e a criatividade.
O papel da educação
Educadores possuem um papel crucial em preparar os futuros profissionais com pensamento crítico e habilidades de conhecimento aplicado para corresponder às demandas desse novo mercado de trabalho.
Mas, enquanto há uma maioria que se move para um aprendizado mais flexível e independente, o ensino tradicional, repetitivo e o conhecimento teórico ainda são priorizados por muitas instituições.
Ao invés de encorajar o desenvolvimento de habilidades estreitas que, definitivamente, poderão ser comoditizadas, a educação deve encorajar o desenvolvimento para produzir profissionais com um mindset variado, que se adaptam e são multiqualificados.
Priorizar o aprendizado prático é uma significativa mudança pedagógica para o ensino tradicional e é compreensível que essa mudança possa ser encarada com ressalva pelas escolas tradicionais.
Novo modelo educacional
Esse tipo de reorientação requer uma grande transformação pedagógica que acredita na habilidade dos estudantes em aprender de forma independente e, ainda evita a “decoreba” – modelo tradicional das salas de aula.
Empoderado, confiante e autodirecionado, o aluno que for capaz de adquirir, questionar e contextualizar a informação será um profissional adaptável e influente porque terá as habilidades de pensamento crítico e de investigação necessárias nesse novo modelo de mercado.
Talvez, inversamente, também haja uma colaboração muito maior, incluindo vínculos mais estreitos com a indústria e a adaptabilidade que aparecem com o compartilhamento de ideias e o conhecimento de fontes variadas.
Essa mudança fundamental exige um novo método de entrega, tornando a tecnologia não mais um luxo, mas uma necessidade importante para oferecer novas habilidades e prioridades.
A essência da tecnologia
Provavelmente não é surpresa que, enquanto todos os níveis de educação se beneficiam das tecnologias, são as universidades que lideram o caminho na adoção de tecnologia.
Pesquisa realizada pela Instructure mostrou que 34% das universidades brasileiras utilizam tecnologia na sala de aula – 9% mais do que no ensino médio. E 81% das universidades permitem colaboração online com outros alunos.
Universidades usam tecnologias de apoio à aprendizagem para proporcionar um ambiente colaborativo e autodirigido, onde os estudantes são capazes de desenvolver novas habilidades, aplicar conhecimento, obter melhores resultados e até mesmo estabelecer vínculos com o mercado de trabalho.
Crucialmente, a tecnologia bem implementada – adotada numa instituição – pode influenciar não apenas no que aprendemos, mas como aprendemos.
Os sistemas de aprendizagem on-line podem ajudar a desenvolver habilidades de pensamento crítico e facilitar a aplicação do conhecimento, tornando a educação uma experiência muito mais prática e tangível.
Admirável mundo novo
Um mercado de trabalho digital e automatizado apresenta oportunidades significativas, permitindo que aqueles que abraçam modelos de negócios digitais sejam mais inovadores, mais rápidos e mais competitivos, mas ainda há um trabalho importante a ser feito para ajudar as pessoas potencialmente alheias às mudanças tecnológicas.
Hoje, os jovens começam a jornada de trabalho em um mercado desconhecido e de mudanças rápidas.
Ao perceber que as instituições empresariais já conduzem uma abordagem baseada na qualificação da educação, as instituições acadêmicas podem aprender como fazer essas mudanças fundamentais de ensino e aprendizagem, apoiando a próxima geração no sucesso da carreira.

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Inovação e agilidade andam juntas na era da velocidade

Inovação e agilidade andam juntas na era da velocidade | Inovação Educacional | Scoop.it

Vejamos o exemplo da Tesla, fabricante de carros elétricos americana, fundada pelo inovador Elon Musk. Com ele, podemos entender um pouco mais do que significa ter velocidade no processo de inovar.
Musk recebeu um tuíte que dizia: “@elonmusk the San Mateo supercharger is always full with idiots who leave their Tesla for hours even if already charged” (“os supercarregadores de San Mateo estão sempre cheios com os idiotas que deixam seu Tesla por horas, mesmo que já estejam carregados”, em tradução livre).
Em poucos minutos, o CEO da Tesla respondeu da seguinte forma: “You’re right, this is becoming an issue. Supercharger spots are meant for charging, not parking. Will take action” (“você está certo, isso está se tornando um problema. Os supercarregadores são para carregar, não para estacionar. Tomaremos providências”, em tradução livre).

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