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Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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O Brasil deve eleger a capacitação em Ciência, Tecnologia e Inovação como uma de suas prioridades 

O Brasil deve eleger a capacitação em Ciência, Tecnologia e Inovação como uma de suas prioridades  | Inovação Educacional | Scoop.it

Por Luciano Sathler

O desenvolvimento de competências para ciência, tecnologia e inovação (CTI) é algo fundamental. Mais: é urgente e deve ser priorizado para a transformação da realidade socioeconômica brasileira.

Durante meus estudos de mestrado e doutorado, tive o privilégio de conviver com pesquisadores que, à sua profunda erudição e elevado rigor científico, somavam uma visão instigante de mundo, que mobilizava estudantes a refletirem sobre si mesmos e sobre a sociedade.

Um desses mestres foi o economista Ladislau Dowbor, cuja história de vida se soma a uma vastidão de conhecimentos e profícua produção científica – características que o permitem ser reconhecido internacionalmente. Seu foco principal? Enfrentar a pobreza e combater a desigualdade. Via de regra, Ladislau não é considerado simpatizante das políticas defendidas pelo Banco Mundial e outros órgãos multilaterais. Mas sempre teve abertura intelectual o suficiente para analisar os dados publicados por essas instituições – seja para refutar, criticar ou demonstrar fatos que saltavam aos olhos.

Na mesma linha crítica do mestre Ladislau, quero refletir sobre uma de 2008, escrita por autores designados pelo Banco Mundial, com o título “Science, technology, and innovation: capacity building for sustainable growth and poverty reduction”. Na data em escrevo está disponível para download aqui.

O trabalho advém do Fórum Global de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizado em fevereiro de 2007, nos Estados Unidos. O objetivo foi discutir estratégias, programas e políticas para ampliar a capacidade científica, tecnológica e de inovação nos países empobrecidos, para promover o crescimento sustentável e, consequentemente, a redução da pobreza. Vejamos alguns tópicos:

  • Redução de pobreza e caminhos para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis promulgados pela ONU – Para que consigam aplicar Ciência, Tecnologia e Inovação na resolução de seus problemas, as comunidades locais devem ser participantes ativas no processo de desenvolvimento – e não meramente destinatários passivos da tecnologia desenvolvida por outros povos. O empreendedorismo e as habilidades de marketing também são importantes. Mas sem a capacidade de desenvolver soluções tecnologicamente superiores ou inovadoras, ambas serão competências que não garantirão sucesso na construção das capacidades produtivas dos países.
  • Ampliação do valor agregado aos recursos naturais exportados – Embora possa parecer paradoxal num primeiro momento, muitos economistas consideram a oferta abundante recursos naturais como um potencial problema. O raciocínio sugere que a abundância desacelera o crescimento e dificulta a diversificação econômica. É preciso escapar desse ciclo vicioso. Para isso, os países têm que desenvolver competências adequadas de CTI para que as organizações locais tenham a capacidade de produzir e exportar mais bens e serviços de maior intensidade tecnológica. Fundamental é que cientistas, empreendedores e demais trabalhadores estejam aptos para executar tarefas mais complexas, que pedem melhor formação e espaço para a criatividade.
  • Atualização tecnológica e captura da vantagem do retardatário – Os países empobrecidos são, atualmente, os retardatários tecnológicos – uma desvantagem frente aos países ricos no que diz respeito à capacidade em CTI. Porém, isso não significa uma condenação permanente que empurre as nações pobres para trás. É possível diminuir o fosso e recuperar terreno se houver aprendizagem, convertendo o atraso em vantagem. Por exemplo: os retardatários não têm que inventar a maioria das tecnologias de produção ou processos a serem adotados. Nem precisam começar com a tecnologia mais antiga e trilhar o mesmo histórico de progressão que os países mais ricos seguiram. É possível saltar e mover-se diretamente para as tecnologias mais avançadas. Essa rápida progressão tecnológica pede o desenvolvimento interno da capacidade de encontrar tecnologias existentes, adaptá-las para uso local e incorporá-las ao processo produtivo. É o que a China tem feito nas últimas décadas.
  • O papel da Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) – Já existem muitas tecnologias que podem colaborar para reduzir a pobreza, agregar valor às exportações e atualizar a proficiência tecnológica da população em nações empobrecidas. É comum que muitas estejam com seu uso difundido nos países ricos. Portanto, uma das primeiras tarefas no desenvolvimento da CTI deve ser voltada ao uso e adaptação das tecnologias existentes. Para a maioria, isso requer o desenvolvimento de competências técnicas e profissionais no campo das ciências, tecnologias, engenharias, artes e matemática – conhecido pela sigla em inglês Steam. Não significa a ideia de que nenhum papel há para P&D nas fronteiras do conhecimento. Mas somente que os dois tipos de esforços devem estar previstos nas políticas públicas e iniciativas privadas de inovação.

Dentre as conclusões principais do Fórum, destaco:

O Ensino Fundamental de boa qualidade é essencial, mas não suficiente. Nenhum país terá condição de melhorar suas condições socioeconômicas se não cuidar da qualidade e inclusão no Ensino Médio e na Educação Superior. O pensamento que defende serem os salários baixos um diferencial competitivo não se sustenta diante da crescente automação dos trabalhos manuais e repetitivos.

A centralidade das mulheres para a redução da pobreza exige que o combate à Desigualdade de Gênero seja priorizado nas estratégias para o desenvolvimento das competências para CTI.

Desenvolver competências para CTI é muito mais do que focar apenas em tecnologias de ponta. As necessidades locais em países empobrecidos pedem um olhar também para as questões mais básicas, tais como saneamento básico, economia ambiental, doenças tropicais, desnutrição e combate à violência. Soluções intensivas de tecnologia concebidas ou adaptadas para temas como esses têm elevado potencial de gerar maior prosperidade e competitividade.

DIMENSÕES DA CAPACITAÇÃO EM CTI

O infográfico a seguir apresenta quatro dimensões necessárias à capacidade para a CTI: pessoas competentes; empreendedorismo, organizações e ecossistema de inovação. Confira no infográfico acima.

Mesmo que um país empobrecido aumente drasticamente o tamanho, a qualidade e seu esforço de pesquisa, é improvável que o sistema local de P&D gere mais do que uma pequena fração do total de conhecimento necessário para mudar a matriz socioeconômica. Portanto, a maioria do conhecimento que qualquer nação vai precisar será produzido por outros.

Como resultado, o desenvolvimento da capacidade de identificar, localizar, adquirir, adaptar e adotar esse conhecimento existente deve ser um componente indispensável da capacidade em CTI.

E a capacidade de produzir e usar novos conhecimentos por meio de P&D? Bem, ela implica na capacidade de conduzir a pesquisa básica de alto nível, sozinhos ou em parceria com os principais institutos globais de P&D. Ou ser capaz de encontrar novas maneiras de resolver problemas locais como, por exemplo, sistemas de filtragem de nanotecnologia para fornecer água potável ou biogás como alternativa energética.

O Brasil deve eleger a capacitação em CTI como uma de suas prioridades. Não há outro caminho, a não ser mudar a forma como são administrados os sistemas de educação, para incorporar também nestes a inovação – na gestão, nas parcerias, nas metodologias, nos conteúdos, nos espaços e nas relações.

Publicado originalmente por Desafios da Educação, em 28 de março de 2018.

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Sinopses Estatísticas da Educação Superior – Graduação - INEP

A Sinopse Estatística da Educação Superior vem sendo produzida pelo Inep desde 1995. Essa publicação, disponível para download, corresponde a um conjunto de tabelas organizadas por tema – sendo também possível consultar as informações divididas por municípios. Os dados apresentados fazem referência a instituições, recursos humanos, cursos de graduação presenciais, processos seletivos, matrícula, concluintes, cursos de graduação a distancia, cursos sequenciais presenciais e a distância, além das instituições federais, com base nos resultados do Censo da Educação Superior.
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Ensino a distância provocou uma revolução e veio para ficar

Ensino a distância provocou uma revolução e veio para ficar | Inovação Educacional | Scoop.it
O Ensino a Distância (EaD) surgiu para dar oportunidade de estudo aos que não conseguem cumprir a jornada de aula presencial, na maioria das vezes por trabalharem nesse período. Além da flexibilidade de horário, os cursos são mais baratos, já que não contam com a presença física do professor.
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Cenário da educação básica no Brasil é alarmante, aponta Ideb

Cenário da educação básica no Brasil é alarmante, aponta Ideb | Inovação Educacional | Scoop.it

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), foi divulgado ontem, 3 de setembro, pelo ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O país não atingiu as metas nos anos finais do ensino fundamental e ensino médio.
Os resultados com os estudantes dos anos iniciais (1° ao 5° ano) do ensino fundamental foram os únicos em que as metas ficaram acima do planejado, atingindo 5,8. Nenhum estado atingiu a meta no ensino médio, o projetado era 4,7 e foi alcançado 3,8.
A especialista em educação no Itaú Social, Juliana de Souza Yade, enxerga os dados do Ideb como negativo e explica que educar é pensar na aprendizagem dos alunos. “Quando nós olhamos para os resultados – que são alarmantes – eles devem também gerar uma possibilidade de a gente fazer uma revisão das políticas educacionais. É ter os resultados dessas avaliações como ferramenta para subsidiar as tomadas de decisões”.
A forma como a educação é empregada e enxergada precisa ser alterada para o cenário mudar, é o que acredita Yade, que é também doutora em Educação. “É um modelo de política educacional que pouco conversa com os territórios onde se dá a educação; que tem uma infraestrutura das unidades escolares que estão cada vez mais degradantes. Então, é olhar para um sistema todo que de fato os professores façam parte desse sistema”.

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Transtorno da dependência por jogos digitais chega à OMS

Transtorno da dependência por jogos digitais chega à OMS | Inovação Educacional | Scoop.it
Organização Mundial da Saúde está prestes a incluir na classificação internacional das doenças. Especialistas divergem entre si sobre a notícia
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Brasil no caminho da inovação: quanto falta para termos nosso próprio Vale do Silício?

Brasil no caminho da inovação: quanto falta para termos nosso próprio Vale do Silício? | Inovação Educacional | Scoop.it

Mencionada por Leipnitz, a diferença no nível de investimentos é apontada por Roberto Bigonha, diretor-presidente do parque tecnológico de Belo Horizonte, o BH-TEC, como principal ponto de discrepância entre os polos brasileiros e o Vale do Silício.
“A diferença é a quantidade de recursos financeiros. O modelo de funcionamento é o mesmo. A universidade faz pesquisa, e sua preocupação sobre a aplicação imediata daquilo é secundária, porque há o benefício do avanço do conhecimento científico. Mas quando há possibilidade de aplicação imediata, a ideia de inovação, junta-se a pesquisa com o empreendedor e há um resultado com relevância social de curto prazo. Esse é o modelo em todo o mundo”, destaca.

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Investimento de pessoas físicas em startups cresce 16% em 2017 e se aproxima de R$ 1 bilhão

O investimento-anjo, feito por pessoas físicas em startups, cresceu foi responsável por levar R$ 984 milhões às companhias novatas de tecnologia brasileiras.
O dado, que aponta um avanço de 16% ano ano, foi divulgado nesta quarta (22) pela Anjos do Brasil, organização sem fins lucrativos que reúne esses investidores.
Em 2016, o o crescimento foi de 9%.
Também houve aumento de 16% na quantidade de investidores que fazem esse tipo de aplicação.
Segundo a Anjos do Brasil, são 7.615 investidores do tipo no Brasil.  Em média, cada um investe por ano R$ 129 mil.

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Pesquisa TIC Kids Online Brasil 2017 - Cresce número de crianças e adolescentes que buscam notícias na Internet, aponta Cetic.br

Pesquisa TIC Kids Online Brasil 2017 - Cresce número de crianças e adolescentes que buscam notícias na Internet, aponta Cetic.br | Inovação Educacional | Scoop.it

Pesquisa TIC Kids Online Brasil 2017 passou a investigar o uso da rede em atividades de cidadania e engajamento entre crianças e jovens de 9 a 17 anos
A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2017, divulgada nesta terça-feira (18) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), aponta um crescimento relevante no consumo de notícias on-line por crianças e adolescentes brasileiros de 9 a 17 anos: 51% dos jovens conectados leem e/ou assistem a notícias pela Internet. Em 2013 essa proporção era de apenas 34%.
Quanto a práticas realizadas por crianças e adolescentes na Internet, mantém-se a predominância de atividades ligadas à comunicação e ao entretenimento, entre elas: enviar mensagens instantâneas (79%), assistir a vídeos on-line (77%), ouvir música na Internet (75%) e usar redes sociais (73%). Segundo a pesquisa, outra atividade comum é pesquisar na Internet, seja para trabalhos escolares (76%), seja por curiosidade ou vontade própria (64%). "Embora as práticas de comunicação e entretenimento continuem predominantes entre a população jovem, a Internet oferece inúmeras outras oportunidades de desenvolvimento para a cidadania e engajamento", destaca Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.
De maneira inédita, a TIC Kids Online aponta que 40% das crianças e adolescentes conectados usam a Internet para conversar com pessoas de outras cidades, países e culturas, 36% delas participam de páginas ou grupos na Internet sobre assuntos de interesse, 28% buscam informações sobre saúde e 22% sobre o que acontece na sua comunidade. Além disso, 12% das crianças e adolescentes conectados conversam na Internet sobre política ou problemas da cidade ou país, e 4% participam de campanhas ou protestos na rede.

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Como funciona o sistema de vouchers na educação?

Como funciona o sistema de vouchers na educação? | Inovação Educacional | Scoop.it

Neste mês, em entrevista à GloboNews, Paulo Guedes, assessor econômico do Partido Social Liberal (PSL), do presidenciável Jair Bolsonaro, se mostrou favorável ao critério de escolha propiciado pelo vale. “Quem pode pagar deve pagar. E quem não pode pagar deve ter o ‘voucher educação’, sim.”
Na visão do professor Bruno Souza, doutorando em ciência política pela Unicamp, as propostas dos presidenciáveis, no que diz respeito à educação, têm servido mais como elemento discursivo. “Elas são, em sua grande maioria, mais numerologia do que pragmatismo. Embora apareça nos discursos de todos os candidatos a necessidade de melhorias na área da educação, isso tem servido mais como elemento discursivo do que programa de governo no sentido de tornar as medidas propostas práticas reais no sistema de ensino. Apoiado por vários liberais (mas que não é consensual dentre as diferentes vertentes deles), os vouchers viriam no sentido de possibilitar o acesso a uma educação de melhor qualidade do que a percebida hoje pela população ao olhar para a realidade da escola pública”, explica.

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A fraude científica

Em particular, teria o bipedismo surgido antes ou concomitantemente à grande expansão cerebral observada na linhagem humana? O bipedismo, ou seja, o caminhar ereto, em posição vertical, usando membros traseiros, é uma característica essencial da evolução humana.  As vantagens evolutivas podem estar ligadas à melhor mobilidade nas savanas, à termorregulação e à capacidade de carregar água, alimentos e membros da prole. Além disso, ao deixar as mãos livres, o bipedismo pode ter sido crucial para a capacidade de criar, transportar e utilizar ferramentas.
Não é surpreendente que o cérebro estivesse no centro das atenções, pois este órgão “nobre” é responsável pelos traços mais admiradas da humanidade:  pensamento abstrato, linguagem, arte, tecnologia, cultura etc.  E é altamente custoso, consumindo cerca de 20% do orçamento energético, mais que qualquer outro órgão do corpo. Nossa espécie tem um alto quociente de encefalização: o cérebro humano é três vezes maior que o esperado para um primata de tamanho equivalente. Atualmente especula-se que a expansão cerebral esteja ligada a alterações da dieta ou à grande demanda social da espécie humana (“hipótese do cérebro social”).

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Unicamp: número de estudantes da rede pública matriculados em medicina salta de 15% para 81% em 4 anos 

Unicamp: número de estudantes da rede pública matriculados em medicina salta de 15% para 81% em 4 anos  | Inovação Educacional | Scoop.it
Coordenadora do curso de graduação da Faculdade de Ciências Médicas afirma que mudanças adotadas no sistema de bonificação do vestibular desde 2016 estão atreladas à mudança.
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Salário inicial pago aos professores brasileiros é um dos piores do mundo, aponta OCDE

Salário inicial pago aos professores brasileiros é um dos piores do mundo, aponta OCDE | Inovação Educacional | Scoop.it

O futuro de um país será sempre equivalente a como tal país trata seus professores. Sendo essa máxima verdadeira, estamos em péssimos lençóis: uma pesquisa realizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) apontou que, entre os 40 países ou sub-regiões que formam o órgão, o Brasil é o país que pior remunera seus professores.
Intitulado “Education at a Glance” (Um Olhar sobre a Educação, em tradução livre), o estudo mostrou que, partindo do salário inicial mínimo pago em cada etapa do ciclo educacional, os professores são os que menos recebem em todas, com exceção da educação infantil.

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Mieza, um benchmarking de escola para a revolução digital

Mieza, um benchmarking de escola para a revolução digital | Inovação Educacional | Scoop.it

Uma escola ideal para o nosso tempo – pois averígua uma formação por competência utilizando como meios o estudo de conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais – foi construída em 343 a.C. Ficava nas colinas de Mieza, na Macedônia, e tinha como principal professor Aristóteles e como alunos Alexandre, o Grande e outros generais.
Mieza foi o local onde a mente de Alexandre foi preparada para investigar dados concretos, padrões subjetivos e procurá-los entre as mais diversas fontes para chegar a uma solução. Havia uma humildade que Aristóteles deve ter procurado inculcar em Alexandre e seus colegas, referindo-se à inexistência de uma resposta perfeita para todos os problemas. Eles eram preparados para acreditar que o mundo com o qual iriam interagir como administradores, governadores, generais. Era um complexo de sentimentos, pontos de vistas, hipóteses e pré-conceitos formatados.
Aristóteles sabia que ensinar Alexandre a agir de improviso poderia significa a diferença entre o fracasso e o sucesso, entre a vida e a morte. Assim, soterrava seu pupilo de dados e situações para ver como ele encarava, adaptava, resolvia um problema com base numa série de dados desconexos, muitas vezes conflitantes. Ele aprendia a pensar no nexo entre os dados. Nos aspectos frágeis da lógica de um argumento. Nas informações que estavam faltando – mesmo já quase afogado em informações de toda espécie.

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Entidades criticam mudanças na grade de Engenharia

A comunidade acadêmica e científica, representada por 15 entidades nacionais, se manifestou preocupada com a proposta de novas diretrizes curriculares para as graduações de Engenharia. A consulta pública para discutir as novas regras, elaboradas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) terminou na segunda-feira, 17 - entre as mudanças criticadas está a retirada de dispositivos que estabeleciam a carga horária mínima dos conteúdos e disciplinas a serem trabalhados pelos cursos.

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Baixa ocupação de vagas remanescentes revelada pelo Censo da Educação Superior inspira nova política do MEC para as universidades federais

Baixa ocupação de vagas remanescentes revelada pelo Censo da Educação Superior inspira nova política do MEC para as universidades federais | Inovação Educacional | Scoop.it

A Educação Superior brasileira ofertou, só em 2017, mais de 10,7 milhões de vagas em cursos de graduação. Dessas, 73% eram vagas novas e foram bem aproveitadas na rede federal: mais de 90% das vagas novas oferecidas em cursos de graduação nas universidades sob gestão do Governo Federal foram preenchidas. As salas cheias de estudantes dos primeiros períodos, entretanto, nem sempre se mantêm. O Censo da Educação Superior 2017 revelou 99 mil vagas remanescentes, que somadas às de outros anos chegam a 2,8 milhões de oportunidades. Entretanto, 70% dessas vagas remanescentes não foram preenchidas, impedindo que um grande universo de estudantes frequente uma universidade federal sem qualquer custo extra ao Governo.
O cenário revelado pelo Censo da Educação Superior, que teve seus resultados divulgados nesta quinta-feira, 20 de setembro, em coletiva de imprensa no Ministério da Educação, será enfrentado pelo Governo Federal de forma inédita. Para a ocupação dessas vagas remanescentes em cursos de graduação em instituições públicas e gratuitas de educação superior, o MEC anunciou o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) Transferência. “Estas vagas ociosas representam um verdadeiro desperdício de dinheiro público, que vem sendo acumuladas há anos. Com certeza, temos muitos estudantes que sonham em estudar em uma universidade pública, mesmo tendo algum tipo de bolsa ou financiamento em instituição privada”, destacou o ministro da Educação Rossieli Soares, durante a coletiva.
A alta taxa de desistência nos cursos de graduação, principalmente em cursos de licenciatura, é uma das causas da ampliação de vagas remanescentes. Outro fenômeno está diretamente relacionado ao formato do Sistema de Seleção Unificada, que permite ao participante do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) encontrar o curso possível com a nota alcançada, mesmo que em uma unidade da federação distante de sua residência. O que por um lado promove o acesso, por outro pode estar aumentando o abandono dos cursos quando o mesmo estudante consegue uma opção que considera mais adequada. Dos 329 mil ingressantes em instituições federais, um quinto fez o Enem novamente, mesmo já estando matriculado. “Essa é uma evidência de que esses alunos buscam mudar de curso ou instituição, fenômeno que potencializa a desistência do curso e a criação de mais vagas remanescentes”, analisa Carlos Eduardo Moreno Sampaio, diretor de Estatísticas Educacionais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Para a presidente do Inep, Maria Inês Fini, é essa a missão do Instituto: permitir que as evidências que produz - por meio dos levantamentos estatísticos, exames e avaliações - revelem problemas, mas também oportunidades de enfrentamento. Só políticas públicas sérias, construídas à luz de informações de confiança como as produzidas pelo Censo da Educação Superior serão capazes de acelerar o ritmo e a direção da expansão da educação superior”, afirmou.
Esses e outros dados do Censo da Educação Superior estão disponíveis no Portal do Inep para consulta de gestores públicos da educação e das IES. De forma inédita, os resultados do Censo foram disponibilizados em um mesmo momento e de forma conjunta. Os interessados poderão consultar a Sinopse Estatística e os Microdados desde já, e não apenas o resultado geral do Brasil. Se a Sinopse permite ver a realidade de cada município brasileiro, os microdados permitem o cruzamento de variáveis.
Rede – Todos os anos o Censo revela um retrato da educação superior brasileira. O numero de vagas e de ingressastes, o volume de matrículas, quantas pessoas estão realmente concluindo as graduações, e o perfil dos docentes se destacam. O Brasil tinha, em 2017, data de apuração dos dados do levantamento estatístico, 2.448 IES, 35.380 cursos, 8,2 milhões de alunos matriculados em cursos de graduação. Ingressaram na Educação Superior 3,2 milhões de brasileiros e 1,1 milhão concluiu e obteve o diploma. Existem 340 mil docentes em exercício.
Tecnológicos – Após dois anos de queda, o número de matrículas em cursos tecnológicos aumentou 5,6% em 2017, fenômeno ocasionado, principalmente, pela variação positiva registrada na modalidade EAD. No período de 2007 a 2017 o número de matrículas em cursos de graduação tecnológicos cresceu mais de 140%. Oito em cada 10 alunos de cursos tecnológicos frequentam a rede privada e mais da metade dos ingressantes estuda a distância. A rede pública tem pouco mais de 160 mil alunos. Com uma participação de 51,7%, os governos estaduais dividem com a união (46,7%) o atendimento desses alunos. Diferente da rede privada, na rede pública, a maior parte dos alunos estuda em cursos presenciais.
Licenciatura – Hoje 1.589.440 alunos frequentam cursos de licenciatura no Brasil, o que representa 19,3% do total de alunos na educação superior de graduação. Em 2017, a matrícula na modalidade a distância manteve sua tendência de crescimento, enquanto a modalidade presencial tem praticamente o mesmo número de alunos de 10 anos atrás. O aluno típico dos cursos de licenciatura é do sexo feminino e estuda em uma universidade privada. Mais de 80% dos estudantes de licenciatura de instituições públicas frequentam cursos presenciais. Na rede privada, prevalecem os cursos a distância, com quase 65% dos alunos. A menor procura pelos cursos de licenciatura tem impacto direto na educação básica, pois faltam professores.
Privadas x Públicas – As IES privadas seguem em expansão, tendo o numero de ingressantes aumentado 7,3%. Dos total de 3,2 milhões de novos alunos de 2017, 81,7% ingressaram em instituições privadas. A rede privada já conta com mais de 6,2 milhões de alunos, o que garante uma participação superior a 75% do sistema de educação superior, ou seja, de cada quatro estudantes de graduação, três frequentam uma instituição privada. Já a rede federal está presente em 838 municípios brasileiros, por meio de campi com cursos presenciais. Nas universidades estão matriculados mais de 1,1 milhão de alunos. Em dez anos, a rede federal mais que dobrou de tamanho.
Presencial X EAD – Em 2007, a modalidade a distância representava 7% das matrículas de graduação. Nos últimos 10 anos, a educação a distância vem aumentando sua participação na educação superior. Em 2017, o aumento foi de 17,6% e a EAD já atende mais de 1,7 milhão de alunos, o que representa uma participação de 21,2% dos alunos de graduação no país. A modalidade presencial apresenta o segundo ano de queda no número de matrículas. Os mais novos dados do Censo revelam que um de cada três estudantes está fazendo graduação na modalidade a distância. Em dez anos o crescimento dos ingressantes em EAD foi de 226%, contra 19% da modalidade presencial. A tendência segue nas matriculas, que caíram 0,4% nos cursos presenciais enquanto cresceram 17,6% na educação a distancia.
Inclusão – Há uma certa estabilidade na distribuição da matrícula entre os graus acadêmicos, nos últimos três anos: 69% bacharelado, 19% licenciatura e 12% em cursos tecnológicos. Nos últimos 10 anos, entretanto, o número de alunos em cursos de licenciatura cresceu apenas 49,7%, enquanto o número de alunos de cursos tecnológicos cresceu 141%. No mesmo período, os cursos de bacharelado cresceram 65,6%. Em licenciatura, 70% dos estudantes são mulheres. Elas são maioria ingere os ingressos, matriculados e concluintes. A remuneraras média, entretanto, segue menor que a dois homens. Já o número de matrículas de alunos com deficiência transtornos globais dia desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação chegou a 38 mil em 2017, maior patamar na série histórica.
Docentes – O número de docentes em tempo integral aumentou 81%, nos últimos dez anos, na rede pública. A participação de docentes com doutorado, tanto na pública quanto na privada segue crescendo. Em 2017, docentes com mestrado e doutorado já representavam 61%. A maioria dos docentes de cursos  presencias é composta por doutores. Na EAD, a maior parte é de mestres. Nos cursos presenciais, 85,9% dos docentes possuem mestrado ou doutorado, Nos curso EAD esse percentual é de 88,3%.

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A educação a distância é inevitável

A educação a distância é inevitável | Inovação Educacional | Scoop.it
Apesar da baixa avaliação dos cursos e da mercantilização, o ensino a distância deve se firmar como modelo de ensino compatível com a renda e com o comportamento da população jovem do país e redefinir o conceito de universidade. A avaliação é do titular da Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (SESu/MEC), Paulo Barone. Graduado em Física e em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), mestre e doutor em Física pela Universidade Estadual de Campinas, Barone é professor associado da UFJF, pesquisador na área de Física, especialista em Estrutura Eletrônica de Moléculas Bioativas e de Nanodispositivos, e conselheiro da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação desde 2004. De passagem pelo estado para a inauguração do Campus 3 da Feevale, em Campo Bom, Barone conversou com o Extra Classe sobre os problemas da EaD, a falta de efetividade dos sistemas de regulação e avaliação de cursos adotados pelo MEC e o impacto das políticas públicas para o ingresso, permanência e conclusão de curso pelas classes mais pobres na educação superior.

Extra Classe – Como o senhor avalia o crescimento da EaD no país, com oferta de cursos de baixo custo, baixa qualidade e avaliações abaixo da média?
Paulo Barone – O volume de estudantes nas maiores provedoras de educação a distância é muito grande: 80% estão concentrados em cinco provedoras. Um cálculo aproximado de notas médias indica nas dez maiores provedoras as notas são baixas. Isso não é um fenômeno recente, ele vem se desenhando há pelo menos cinco anos. Esses dois fatores mostram uma concentração grande associada a uma qualidade que pode ser contestada. Entre os dez maiores, três têm notas médias acima de 3,0, as outras seriam abaixo disso. O fato é que, independentemente de custo, a EaD irá progredir, isso é inevitável, e a razão é que esse padrão de atenção aos estudantes dialoga mais com eles do que o nosso padrão antigo. Eu falo até por experiência própria, não como profissional, mas como pai. É uma coisa que me parece muito clara, a forma como os estudantes consomem o mundo, o relacionamento, o entretenimento. É uma forma muito mais próxima desses padrões do que dos mais antigos, mais tradicionais com os quais nós estamos habituados. Me parece que num país em que a cultura acadêmica é incipiente como o Brasil isso vai crescer de forma inevitável. Isso é uma avaliação, baseada em opiniões e em alguns indicadores, não posso prever o futuro, mas projetar com base em evidências. Há dois tipos de instituições que olham pra isso. As que gostariam de acompanhar essas mudanças culturais no mundo e, portanto, se adaptar a elas e alcançar melhor os alunos, falar a linguagem que eles falam. E outras instituições cujo interesse é de fato queda de custos.
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Plataforma digital colaborativa promete transformar e inovar a educação

Plataforma digital colaborativa promete transformar e inovar a educação | Inovação Educacional | Scoop.it

Diante de tantas transformações sociais, principalmente com a chegada da era digital, a educação – base e alicerce da sociedade – continua imersa aos métodos tradicionais, porém, aos poucos começa a mergulhar nesse universo cheio de inovações.
A plataforma recém divulgada Movimento de Inovação na Educação chega como mais uma promessa em prol desse movimento de conectar, só que além disso, busca também integrar as redes – escolas, profissionais, ativistas e iniciativas sociais- para que de fato a educação brasileira alcance a sonhada transformação.

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Seriado Merlí relaciona ciências humanas e sociais como introdução à vida

Seriado Merlí relaciona ciências humanas e sociais como introdução à vida | Inovação Educacional | Scoop.it
A popularidade da série levou à publicação de livros (como A filosofia de Merlí, publicado no Brasil pela Faro Editorial) e levou Renato Janine Ribeiro, ex-ministro da Educação no início do segundo mandato de Dilma Rousseff, a organizar dois cursos na Casa do Saber, em São Paulo, a partir da trama de alguns episódios. Professor titular de Ética e Filosofia da Universidade de São Paulo e professor visitante da Universidade Federal de São Paulo, autor do recém-publicado A pátria educadora em colapso (Três Estrelas), ele considera Merlí exemplar para o ensino de filosofia “de uma maneira útil”.
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Finep amplia programa para startups e quer investir até R$ 60 milhões em um ano–

A Finep, agência do governo responsável por investimentos em inovação, ampliou seu programa de apoio a startups.
Nesta terça (3), a agência lançou o edital para a segunda edição do Finep Startup, que vai selecionar novas empresas para receber até R$ 1 milhão em investimentos. Agora, o orçamento para investimentos anual  é de R$ 60 milhões, em vez dos R$ 50 milhões da edição anterior.
Poderão ser apoiadas até 60 companhias, em vez das 50 da última seleção. A escolha das startups acontece em duas etapas, a primeira no segundo semestre e a segunda em 2019.
São candidatas a receber os recursos companhias que faturam até R$ 4,8 milhões por ano e que já possuem produto inovador no mercado. A ideia da agência é suprir lacuna no mercado, que já oferece investimento-anjo (de pessoas s´físicas) ao redor de R$ 100 mil para negócios incipientes  e valores acima de R$ 1 milhão para companhias mais maduras.

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Startup brasileira especializada em reconhecimento facial recebe R$ 5 milhões em investimento

Startup brasileira especializada em reconhecimento facial recebe R$ 5 milhões em investimento | Inovação Educacional | Scoop.it

A FullFace, uma startup que desenvolve tecnologia para reconhecimento facial a partir de imagens, recebeu R$ 5 milhões em investimento do fundo Primatec.
A tecnologia da empresa, criada em 2012, é usada principalmente para autenticação de identidade em serviços online. A companhia aérea Gol, por exemplo, adota a tecnologia para permitir check-in a partir de “selfies” em seu aplicativo.
Danny Kabiljo, sócio da startup, diz que serviços de biometria que permitam confirmação de identidade ganharão mercado com o avanço da economia digital.
Para atender a essa demanda, ele espera ampliar a equipe das atuais 7 pessoas para 25 até o final do ano.

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Servidor transferido pode ir para universidade pública se inexistir particular, diz STF

Servidor transferido pode ir para universidade pública se inexistir particular, diz STF | Inovação Educacional | Scoop.it

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quarta (19) que servidores públicos que cursam ensino superior em instituição privada que forem transferidos de cidade poderão ser matriculados em universidade pública na nova localidade, caso não haja ali o mesmo curso em instituição privada.
O mesmo vale para filhos de servidores que tenham mudado de cidade com os pais.

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Finep e FAPESP lançam edital de R$ 30 milhões voltado a apoio à pesquisa para inovação

Finep e FAPESP lançam edital de R$ 30 milhões voltado a apoio à pesquisa para inovação | Inovação Educacional | Scoop.it

Acaba de ser lançado edital que dá continuidade à colaboração entre a Finep e a FAPESP, com o objetivo de executar o contrato de transferência de recursos destinados à subvenção econômica nº 0107077500, decorrente da Chamada Pública MCTIC/FINEP – PAPPE SUBVENÇÃO – 02/2006. Ao todo, são da ordem de R$ 30 milhões de reais, sendo 100% com recursos da Finep. Estes recursos podem não ser inteiramente executados em razão da análise de mérito das propostas apresentadas.
A iniciativa visa ao desenvolvimento por empresas paulistas de produtos, processos e serviços inovadores, com o desenvolvimento das áreas consideradas estratégicas nas políticas públicas federais e estimular a ampliação e o adensamento das atividades de pesquisa para inovação no universo empresarial de São Paulo.
O edital oferece este apoio à atividade de pesquisa científica e/ou tecnológica para empresas que tenham conduzido pesquisas no passado que resultaram em novas tecnologias, processos, ou produtos inovadores no âmbito de projetos financiados pelo PIPE Fase 1, Fase 2 ou em projetos equivalentes conduzidos com recursos próprios ou de outras fontes. Portanto, esta chamada, de Fase 3, contemplará propostas que pretendam desenvolver processos e serviços inovadores para que os produtos resultantes das pesquisas anteriores possam ser efetivamente inseridos no mercado.
No mínimo, 40% dos recursos alocados serão disponibilizados para empresas com faturamento até R$ 4,8 mi. Será feita a redistribuição de recursos no caso de não haver demanda qualificada para este porte de empresa. O prazo para entrega de propostas é até o dia 29/10. Veja todos os detalhes.

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Assista ao vivo o Iº Encontro CAPES de Ciência Aberta

Assista ao vivo o Iº Encontro CAPES de Ciência Aberta | Inovação Educacional | Scoop.it

As palestras do 1º Encontro CAPES de Ciência Aberta – Repositórios Digitais, serão transmitidas ao vivo. O evento acontece nesta terça-feira e quarta-feira, 18 e 19.
O encontro irá discutir o acesso aberto a conteúdo científico, divulgação e avaliação de produção intelectual da pós-graduação, além de ferramentas de repositórios. Participarão especialistas nacionais e internacionais.
Durante os dois dias, serão apresentadas experiências práticas de repositórios de algumas instituições.
Assista através do endereço abaixo: 
https://www.youtube.com/watch?v=0Tk1U9wFgFY

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Lei do Bem promoveu R$ 10 bilhões de investimentos em pesquisa e inovação em 2017

Lei do Bem promoveu R$ 10 bilhões de investimentos em pesquisa e inovação em 2017 | Inovação Educacional | Scoop.it

A Lei do Bem (Lei nº 11.196/2005) promoveu investimentos da ordem de R$ 10 bilhões em atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação em 2017. Esse foi o valor total informado pelas quase 1,5 mil empresas que submeteram projetos ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Para terem direito aos benefícios fiscais previstos na legislação, os mais de 10 mil projetos ainda serão avaliados por consultores especialistas, responsáveis por verificar o cumprimento de todos os requisitos exigidos.
O objetivo da Lei do Bem é incentivar as atividades de pesquisa e inovação tecnológica por meio da concepção de novos produtos, serviços ou processos, bem como agregar novas funcionalidades ou características aos já existentes. Segundo o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Maximiliano Martinhão, trata-se do principal instrumento de estímulo à inovação nas empresas brasileiras, beneficiando todos os setores da economia.
“Ao conceder vantagens fiscais às empresas que realizam atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação, a lei potencializa a competitividade interna e externa, estimula a criação de empregos muito especializados e reduz os riscos inerentes às estratégias de inovação”, avalia.

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Chegou a vez do LinkedIn investir em ensino a distância no Brasil

Chegou a vez do LinkedIn investir em ensino a distância no Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it

Segundo Milton Beck, diretor geral da empresa para a América Latina, o LinkedIn Learning começa no Brasil oferecendo 82 cursos com foco em soft skills. São competências como melhor forma de enfrentar conversas difíceis, estabelecer empatia em reuniões e enfrentar adversidades, explicou.
Daqui um ano, a empresa espera chegar a 200 opções de cursos. “É uma tendência mundial. No online, temos os melhores professores com uma boa curadoria e cursos mais baratos, que [podem ser feitos] a qualquer hora, com toda flexibilidade”, explicou Beck, em entrevista ao portal da revista Exame.

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Como encontrar a trilha de aprendizagem ideal para sua IES

Como encontrar a trilha de aprendizagem ideal para sua IES | Inovação Educacional | Scoop.it

Apesar de oxigenar o paradigma educacional, a trilha de aprendizagem deve respeitar as particularidades de cada instituição de ensino superior (IES). Não existe uma fórmula pronta; o modelo precisa ser elaborado na prática. “É um constante planejar, experimentar, avaliar e aperfeiçoar”, explica Gilson Castadelli, coordenador do Núcleo Tecnológico de Educação Aberta das Faculdades Integradas de Ourinhos (NTEA-FIO), no interior de São Paulo.
Mestre em tecnologia da informação e comunicação na formação em educação a distância, além de especialista em metodologias ativas de aprendizagem, Castadelli conversou com o Desafios da Educação sobre o assunto. A seguir, confira os principais trechos da entrevista.
Qual a importância do desenvolvimento de competências no mercado atual?
O conceito de competência se refere à capacidade de mobilizar recursos para abordar e resolver uma situação complexa. Isso se torna cada vez mais importante nos dias de hoje. Vivemos em um cenário de inovação constante e de elevado grau de incerteza, com inovações científicas e tecnológicas que não podem ser encaradas a partir de questionamentos simplistas. Esse ineditismo exige um conjunto de novos atributos a serem desenvolvidos pelo indivíduo.

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