Inovação Educacional
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Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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Educação Aberta e Flexível, um caminho sem volta

Educação Aberta e Flexível, um caminho sem volta | Inovação Educacional | Scoop.it

Estadão. EDU

12 Dezembro 2017,  por Luciano Sathler*
A Educação a Distância (EaD) é um fenômeno alinhado à luta por uma sociedade mais justa e menos desigual, onde o maior número possível de pessoas possa estudar e ampliar o leque de oportunidades para avançar na vida.
A EaD leva a novas práticas que vão ao encontro da aprendizagem em um mundo saturado de informação. O que é criado, replicado, alterado e divulgado hoje nos meios de comunicação massivos e na internet chegou a níveis inéditos em termos de quantidade, velocidade e variedade.
Essa realidade afeta a percepção humana, que não lida bem com a linearidade estabelecida por currículos que não valorizam a personalização das relações de ensino-aprendizagem e não incorporam as possibilidades trazidas pelas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)
Em sua atual fase, a EaD também pode colaborar com o desenvolvimento das chamadas competências digitais, essenciais para promover a capacidade de utilizar as TIC de maneira crítica, criativa, autônoma e sem se enredar nas mentiras ou cair na manipulação.
Apesar de a EaD ser praticada há séculos em várias parte do mundo, salta aos olhos o seu crescimento no Brasil em anos recentes. O número de matrículas em cursos de graduação a distância aproximou-se de 1,5 milhão, em 2016, o que correspondia a 18,6% dos oito milhões de universitários no país.
De acordo com a pesquisa TIC Domicílios 2016, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mais de dezesseis milhões de pessoas participaram de cursos a distância naquele ano. Os resultados demonstram também que cerca de 80 milhões de brasileiros realizou atividades ou pesquisas escolares e 72 milhões estudaram por conta própria utilizando a internet.
A Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED) verificou, em seu censo de 2016, o montante de 2,9 milhões de alunos que participaram de cursos livres corporativos e não corporativos. Trata-se de uma análise qualitativa mais aprofundada sobre a EaD, que se encontra disponível gratuitamente online.
Há uma nítida convergência entre o crescimento da EaD e a disseminação TIC. Temos mais computadores, tablets, celulares, usuários, maior acesso à banda larga e volume exponencialmente crescente de informação disponível no universo digital. Redução nos preços de hardwares e softwares, aumento na capacidade de processamento e memória, nas nuvens ou em máquinas domésticas e no trabalho.
Aproxima-se a “digitalização de tudo”, que aumenta o potencial de indivíduos e organizações que saibam se inserir nesse universo. Ao mesmo tempo, há uma série de impactos negativos e riscos de desigualdades ainda maiores que levem à concentração de poder militar, econômico, político e simbólico.
Há novas profissões surgindo e previsões alarmistas sobre o desaparecimento de muitas outras ocupações, a serem eliminadas ou substituídas pela automação. Também cresce a quantidade de empregos e trabalhos que exigem mais competências e habilidades digitais, especialmente devido a grandes mudanças nas profissões existentes, que incorporam as TIC em seu cotidiano.
Nos países empobrecidos – eufemisticamente chamados ‘em desenvolvimento’ – aumenta a demanda por Educação Superior de boa qualidade e mais acessível. As salas de aula são cada vez mais frequentadas por estudantes com um novo perfil, ou seja: idade maior que 25 anos, primeiro da família a frequentar uma universidade, trabalhador de tempo integral, que sustenta dependentes econômicos e não completou o Ensino Médio na idade considerada normal.
Pelas próprias condições de vida, esses estudantes tendem a preferir mais possibilidades de aprendizagem a distância, especialmente mediadas online. Também as novas gerações, que cresceram em contato com tablets e celulares, não suportam mais as aulas exclusivamente no modelo tradicional. Observa-se que os cursos presenciais passam a incluir metodologias EaD em suas práticas didático-pedagógicas, numa tendência chamada ‘educação híbrida’.
Em breve, será difícil identificar a modalidade de uma oferta educacional, pois em todo caso as TIC permitirão maior flexibilidade de tempo e espaço nos quais os alunos vão estudar e interagir.
A tendência é a educação aberta e flexível, com uma presença permanente na vida das pessoas, pois ninguém mais pode deixar de estudar.
A EaD ainda faz levantar a sobrancelha dos mais céticos. Porém, ao longo de seus 24 anos de existência, a ABED constata que a qualidade dos cursos está diretamente relacionada à qualidade da instituição ofertante. Isso vale para o ensino presencial e a distância.
Esse alinhamento se confirma pelos resultados do Enade, exame que é aplicado igualmente para alunos de cursos de Graduação a distância e presenciais.
Apresentamos, a seguir, uma figura que ilustra, de forma sintética, o que é ser bem-sucedido na EaD e quais os fatores que influenciam o maior ou menor sucesso em um curso a distância.
A educação de qualidade é a tarefa principal e primordial para qualquer governante ou, simplesmente, cidadão. A EaD permite alcançar novos patamares educacionais com escalabilidade e maior agilidade. 

* Luciano Sathler é Diretor da Associação Brasileira de Educação a Distância e Reitor do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix.

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O maior programa de estímulo à inovação | Revista Pesquisa Fapesp

Plataforma pioneira de apoio a empresas de base tecnológica do Brasil, o Programa Inovação em Pequenas Empresas (Pipe), da FAPESP, está completando 20 anos de existência. Nesse período, houve 1.921 auxílios contratados, e também 2.959 bolsas concedidas, vinculadas a esses auxílios. Foram contemplados projetos de quase 1.200 micro, pequenas e médias empresas do estado de São Paulo, totalizando cerca de R$ 400 milhões em desembolsos. Criado com o objetivo de estimular a inovação tecnológica e contribuir para a valorização da pesquisa na empresa, o Pipe tem apoiado empreendedores que desejam transformar conhecimento em novos produtos ou serviços. Com frequência, fomenta a inovação em um momento crucial para o negócio: o seu nascimento.
“O Pipe combina inovação tecnológica e meritocracia, e se tornou o maior programa de apoio a startups do Brasil”, declarou José Goldemberg, presidente da FAPESP, na cerimônia que comemorou as duas décadas do Pipe, em 30 de junho deste ano. “É um programa que, na prática, criou um grande aquário no qual os investidores querem pescar, como disseram os técnicos do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] que nos visitaram recentemente.”

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A fonte de inspiração | Revista Pesquisa Fapesp

A fonte de inspiração | Revista Pesquisa Fapesp | Inovação Educacional | Scoop.it

Por volta de 163 mil projetos de pesquisa contemplados, mais de 7 mil pedidos de patente solicitados, perto de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 135 bilhões) investidos em pequenos negócios de base tecnológica e milhares de empregos criados nas 52 mil empresas beneficiadas. Este é o balanço dos 35 anos de existência do Small Business Innovation Research (SBIR), o programa de apoio à inovação tecnológica em empresas de pequeno porte criado pelo Congresso dos Estados Unidos no início dos anos 1980. Considerado a maior iniciativa do gênero no mundo, o SBIR foi a fonte de inspiração para o programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe) da FAPESP, implementado em 1997.
A fabricante de processadores Qualcomm, a empresa de segurança cibernética Symantec, a desenvolvedora de robôs iRobot e a indústria de turbinas hidráulicas Natel Energy – todas elas companhias com atuação global – são exemplos de negócios que iniciaram suas atividades com recursos do SBIR. Cerca de 2.800 empresas são agraciadas anualmente com recursos do programa, que teve como origem um marco legal, a Lei de Desenvolvimento da Inovação em Pequenos Negócios (Small Business Innovation Development Act – Public Law 97-129), aprovada pelos congressistas norte-americanos em 1982.
Inspirado em um projeto-piloto de fomento à inovação implementado na Fundação Nacional de Ciências dos Estados Unidos (NSF) na década de 1970, o SBIR surgiu com a missão de dar suporte à excelência científica e à inovação tecnológica por meio do investimento de recursos federais em projetos relevantes para a sociedade norte-americana. A ideia era investir na inovação dentro das empresas a fim de fortalecer a economia.
Quatro objetivos foram estabelecidos pelos idealizadores do programa: estimular a inovação tecnológica no país; atender às necessidades federais de pesquisa e desenvolvimento (P&D); fomentar e encorajar a participação em inovação e empreendedorismo de mulheres e cidadãos em condições de desvantagem socioeconômica; e incrementar a comercialização de inovações nascidas no setor privado com financiamento federal em P&D.

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Mudanças Operacionais no FIES 2018

Conheça também as mudanças legislativas do FIES 2018, com o vídeo gravado pelo Diretor Jurídico do Semesp, Dr. José Roberto Covac, no link: https://youtu.be/ADT3Ps7IlwQ
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The secret to lifelong success is lifelong learning

The secret to lifelong success is lifelong learning | Inovação Educacional | Scoop.it

“In my whole life, I have known no wise people (over a broad subject matter area) who didn’t read all the time — none. Zero.” — Charlie Munger, Self-made billionaire & Warren Buffett’s longtime business partner
Why did the busiest person in the world, former president Barack Obama, read an hour a day while in office?
Why has the best investor in history, Warren Buffett, invested 80% of his time in reading and thinking throughout his career?
Why has the world’s richest person, Bill Gates, read a book a week during his career? And why has he taken a yearly two-week reading vacation throughout his entire career?
Why do the world’s smartest and busiest people find one hour a day for deliberate learning (the 5-hour rule), while others make excuses about how busy they are?
What do they see that others don’t?

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Inscrições abertas para o “Curso Geral de Propriedade Intelectual à Distância”

Inscrições abertas para o “Curso Geral de Propriedade Intelectual à Distância” | Inovação Educacional | Scoop.it
Estão abertas, até 2 de fevereiro ou enquanto houver vagas disponíveis,  inscrições para o CURSO GERAL DE PROPRIEDADE INTELECTUAL À DISTÂNCIA – DL 101P BR, oferecido pelo INPI em parceria com a OMPI (Organização Mundial de Propriedade Intelectual). O curso é GRATUITO, possui carga horária de 75 h/a e apresenta uma visão geral sobre diversos temas relativos à propriedade intelectual.

Mais informações e inscrições pelo site do INPI.
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Universidades apostam em ensino à distância

A modalidade de ensino à distância (EAD) desponta como locomotiva para puxar a expansão da oferta de vagas e do número de alunos matriculados no ensino superior no Brasil. O Ministério da Educação regulamentou a modalidade em maio do ano passado, facilitando a abertura de novos polos de EAD, num esforço para cumprir metas do Plano Nacional de Educação. Para as instituições de ensino privadas, o segmento cresce a taxas superiores às registradas pelo ensino presencial — em matrículas e tíquete médio — enquanto consome menos investimento.
O número de matrículas de alunos no ensino superior chegou a 4,24 milhões em 2015, dado mais recente, sendo 1,39 milhão em cursos de graduação à distância, ou 32,8%, segundo dados Inep. Deste segundo grupo, 1,27 milhão estão em cursos de EAD de instituições privadas, diz a consultoria Hoper Educação.

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Instituído o Dia Nacional da Educação a Distância

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DOU

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“Por que a sua escola deveria ter uma biblioteca?”

“Por que a sua escola deveria ter uma biblioteca?” | Inovação Educacional | Scoop.it

A resposta poderia começar com uma explicação bem direta: porque está na lei Nº 12.244, promulgada em 2010. Mas a legislação para bibliotecas escolares é apenas o fim de uma longa história por trás do direito ao livro. É preciso, sobretudo, compreender o direito à arte, à cultura e à informação que as bibliotecas proporcionam e o papel da escola nesse cenário.
Apesar de sermos um País democrático, há pouca democracia no acesso a espaços culturais, muitas vezes reservados a grupos sociais com maior poder aquisitivo ou onde a mobilidade seja mais fácil, como nos grandes centros urbanos. Segundo dados do IBGE de 2015, poucas cidades brasileiras dispõem de museus (37%), teatros (23,4%) ou cinemas (10,5%).

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Desistências e desligamentos aumentam nas universidades brasileiras

Desistências e desligamentos aumentam nas universidades brasileiras | Inovação Educacional | Scoop.it
Número de vagas ociosas cresce 36% em cinco anos. Alunos desistentes ou desligados pela instituição comandam alta na evasão, que coincide com incertezas nos programas de crédito
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Mais da metade da população adulta de Minas estudou apenas até o fundamental

Mais da metade da população adulta de Minas estudou apenas até o fundamental | Inovação Educacional | Scoop.it
Pesquisa aponta que 54,5% da população de Minas com 25 anos de idade ou mais estudou apenas até o ensino fundamental. Estado convive ainda com 1,06 milhão de analfabetos
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Inep comemora 81 anos de contribuição à educação brasileira

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) comemora 81 anos de fundação neste sábado, 13. Criado em 1937, no Rio de Janeiro, o Instituto tem sua trajetória marcada por um relevante e reconhecido papel no desenvolvimento do sistema educacional brasileiro. Ao longo de seus 81 anos, o Inep superou desafios em diversos contextos históricos e sociais, assumindo importantes funções em cada época.
Em janeiro de 2017, o Inep iniciou as celebrações pelos seus 80 anos de fundação, e 20 anos de sua conversão em autarquia federal. O ano foi marcado pelas duas celebrações, que seguem até meados de 2018. Foi também um ano de aprimoramento das Avaliações da Educação Básica e da Educação Superior, de consolidação de metodologias dos censos educacionais, de reconhecimento de suas publicações.
As celebrações pelas oito décadas do Inep foram marcadas por uma série de mudanças para aprimoramento e adequação dos instrumentos que aferem a qualidade da educação básica brasileira e subsidiam políticas públicas, com impactos no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja).

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IPCC: Mudança climática afeta várias partes do Brasil

Declaração é de co-autor do 5º Relatório de avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Norte, nordeste e sudeste brasileiro sofrem com secas. Ouça a matéria da Rádio ONU em português.
Saiba mais em http://bit.ly/1Egsc4x e http://bit.ly/1Egs7xQ

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Precursor de mudanças | Revista Pesquisa Fapesp

Precursor de mudanças | Revista Pesquisa Fapesp | Inovação Educacional | Scoop.it
Instrumentos para estimular a inovação em empresas que se tornaram referência no país nos últimos anos foram criados e testados de forma pioneira pelo programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe), na FAPESP, há 20 anos. O principal desses instrumentos é a concessão de subvenção econômica a empresas inovadoras, um recurso bastante utilizado em países desenvolvidos que prevê o compartilhamento dos custos e do risco em atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) entre governo e setor empresarial. “O Pipe foi um marco porque, pela primeira vez no país, viabilizou-se o investimento de recursos públicos não reembolsáveis em empresas inovadoras – dinheiro a fundo perdido, como se diz erroneamente, já que é um investimento que tem grande impacto econômico e social”, explica o físico José Fernando Perez, que era diretor científico da FAPESP quando o programa foi lançado. “Acredito que essa contribuição tenha sido muito importante para uma mudança cultural que ocorreu no país em relação ao papel do governo no estímulo à inovação.”
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Pesquisa Inovativa na Pequena Empresa – 20 anos do Pipe 

Pesquisa Inovativa na Pequena Empresa – 20 anos do Pipe  | Inovação Educacional | Scoop.it

Em dezembro de 1997 a FAPESP anunciou, em cerimônia com a presença do governador Mario Covas, a primeira fornada de 30 projetos selecionados no programa Pipe (Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas). O Pipe FAPESP foi, quando criado, um programa completamente original no ambiente de financiamento à pesquisa no Brasil, oferecendo recursos para pesquisadores vinculados a pequenas empresas no estado de São Paulo – e não a universidades ou institutos – para apoiar atividades de pesquisa em ciência e tecnologia realizadas dentro da empresa e que contribuíssem para aumentar sua competitividade. O ponto era que a empresa devia ser um dos lugares da pesquisa, tanto ou até mais que universidades e institutos.
O então diretor científico, José Fernando Perez, e sua equipe demonstraram, como de hábito, enorme capacidade e determinação para formular o programa e colocá-lo em execução de forma extremamente bem-sucedida. Ao criar o programa, a FAPESP explicitou entre seus objetivos: “aumento da competitividade da empresa e estimular a criação de ‘cultura de inovação permanente’”. Neste suplemento especial de Pesquisa FAPESP essa história é contada, especialmente como a ideia do programa surgiu graças à inserção internacional do professor Alcir Monticelli (ver reportagem), falecido em 2001, que, à época, era professor titular na Faculdade de Engenharia Elétrica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Vinte anos depois o Pipe FAPESP continua apoiando a pesquisa em pequenas empresas mais vigorosamente do que nunca, graças à solidez institucional da FAPESP e ao fato de o governo estadual ter (1) mantido uma política fiscal prudente, que garante o necessário equilíbrio orçamentário e, ao mesmo tempo, (2) continuar apoiando a Fundação conforme estipula o artigo 271 da Constituição paulista: “O estado destinará o mínimo de um por cento de sua receita tributária à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, como renda de sua privativa administração, para aplicação em desenvolvimento científico e tecnológico”.
Os resultados do Pipe têm sido determinantes para o desenvolvimento científico, tecnológico, econômico e social de São Paulo. Uma avaliação do programa realizada em 2009 por pesquisadores do Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp identificou, entre outras realizações, que nas empresas com projetos apoiados:
• houve aumento de 29% na quantidade de empregos;
• houve aumento de 60% na quantidade de empregados com graduação completa;
• houve aumento de 91% na quantidade de empregados com doutorado completo;
• para cada R$ 1 aplicado pela FAPESP a empresa mobilizou (de seus recursos, de seu faturamento ou de outras fontes) R$ 10,50.

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Presidente sanciona lei que cria Dia Nacional do Ensino a Distância

Presidente sanciona lei que cria Dia Nacional do Ensino a Distância | Inovação Educacional | Scoop.it

O presidente da República, Michel Temer, sancionou a Lei 13.620 que institui a data de 27 de novembro como o Dia Nacional de Educação a Distância. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da última segunda-feira, 15.
Com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de ensino superior no país, o Ministério da Educação publicou, em junho do ano passado, uma portaria que amplia a oferta de cursos superiores na modalidade a distância, melhora a qualidade da atuação regulatória do MEC na área, aperfeiçoando procedimentos, desburocratizando fluxos e reduzindo o tempo de análise e o estoque de processos.
As instituições de ensino superior (IES) podem se credenciar para cursos de educação a distância (EaD) sem o credenciamento para cursos presenciais. Com isso, as instituições poderão oferecer exclusivamente cursos EaD, na graduação e na pós-graduação lato sensu, ou atuar também na modalidade presencial.
O intuito é ajudar o país a atingir a Meta 12 do Plano Nacional de Educação (PNE), que determina a elevação da taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida em 33% da população de 18 a 24 anos. Na mesma linha, as IES públicas ficam automaticamente credenciadas para oferta EaD, devendo ser recredenciadas pelo MEC em até cinco anos após a oferta do primeiro curso EaD.
Para garantir segurança e qualidade, a oferta de cursos EaD requer autorização prévia do MEC para seu funcionamento, exceto para as instituições de ensino superior que possuem autonomia, e que todas as instituições devem manter cursos de graduação em funcionamento, não sendo permitida a oferta somente de pós-graduação lato sensu.
Outra inovação que a portaria trouxe foi a criação de polos de educação a distância pelas próprias instituições já credenciadas para esta modalidade de ensino. O documento detalhou ainda a quantidade de polos que as instituições poderão criar, baseado no conceito institucional (CI) mais recente da instituição.
As instituições de ensino superior que possuem CI 3 podem criar até 50 polos por ano, as com CI 4 podem criar 150 e as com CI 5 podem criar até 250 polos por ano. Elas também podem optar por continuar atuando somente na sede. Essa medida permite a ampliação da oferta por meio de polos EaD pelas IES já credenciadas, já que antes do Decreto recentemente publicado os processos de credenciamento de polos eram analisados pelo MEC, com tempo de análise bastante prolongado.
Visitas in loco – As avaliações in loco realizadas pelo MEC passaram a se concentrar na sede das instituições e não mais nos polos. Entretanto, na visita, os avaliadores verificam se a estrutura da IES atende aos cursos propostos, bem como à quantidade de estudantes a serem atendidos na sede da instituição e nos polos. Para os cursos, as Diretrizes Curriculares Nacionais continuam sendo referência, inclusive para verificar os momentos presenciais obrigatórios e outras especificidades de cada área.
Cursos sem atividades presenciais passaram a ser permitidos, mas exigem autorização prévia do MEC e visita de avaliação in loco, mesmo para as IES com autonomia.

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Sophia, a robô que parece humana - mas diz não querer se passar por uma

Sophia, a robô que parece humana - mas diz não querer se passar por uma | Inovação Educacional | Scoop.it
Nesta série, os jornalistas da BBC te ajudam a aprender e praticar inglês com uma das notícias mais interessantes da semana. Assista ao vídeo e acompanhe o vocabulário.
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'Evito as redes sociais pela mesma razão que evito as drogas', diz o criador da realidade virtual

'Evito as redes sociais pela mesma razão que evito as drogas', diz o criador da realidade virtual | Inovação Educacional | Scoop.it

Jaron Lanier é uma das vozes mais respeitadas do mundo tecnológico. Um visionário, ele ajudou a criar nosso futuro digital e cunhou o termo realidade virtual, nos idos dos anos 1980. Além de ser um filósofo da internet, Lanier é um músico clássico, que tem uma coleção de mais de mil instrumentos.
A despeito do visual alternativo - com longos dreads nos cabelos que lembram o estilo rastafari - e de se comportar como um hippie, Lanier nunca usou drogas. Nem quando era amigo de Timothy Leary, o pioneiro do alucinógeno sintético LSD. Leary o chamava de "grupo de controle", por sua rejeição a químicos.
Lanier é autor de vários livros sobre o impacto da tecnologia nos indivíduos e no comportamento coletivo. Neste mês, lançou The Dawn of the New Eveything ("O Despertar de Todas as Novas Coisas", em tradução livre).
O título se refere ao momento em que o autor colocou, pela primeira vez, um desses capacetes que nos levam ao mundo da realidade virtual - momento que descreve como "transformador" e como a "abertura de um novo plano de experiência".
Ele foi um dos primeiros a desenvolver produtos voltados à realidade virtual, no final dos anos 1980 e início dos anos 1990.
Mas, embora seja um dos protagonistas da história do Vale do Silício, é um crítico dos valores propagados por empresas como o Facebook e o Google, além de dizer que evita as redes sociais.
"Evito as redes pela mesma razão que evito as drogas - sinto que podem me fazer mal," diz.

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Em fábrica da Fiat, operários e exoesqueletos

Em fábrica da Fiat, operários e exoesqueletos | Inovação Educacional | Scoop.it

Prestes a completar 42 anos, a fábrica da Fiat em Betim (MG) avança na corrida para se enquadrar no conceito da indústria 4.0. Entre vários processos adotados, introduziu na linha de montagem exoesqueletos que, acoplados ao corpo do funcionário reduzem o desgaste físico e ajudam a melhorar a produtividade.
Inédita na América Latina, a solução foi introduzida no fim de 2017. Quem exerce funções que podem prejudicar músculos das pernas, braços, ombros e coluna usa a vestimenta robótica que absorve peso e esforço, reduzindo o cansaço.
O exoesqueleto, mais conhecido por seu uso em deficientes físicos, também é utilizado em fábricas da Nissan no Japão e da Audi na Alemanha. A Ford testa seu uso em duas unidades nos Estados Unidos. A Fiat tem 16 conjuntos em Betim e já encomendou mais. Os equipamentos são importados da Suíça e dos EUA e custam US$ 14 mil cada.

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“A educação me salvou”

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A professora Diva Guimarães, de 77 anos, causou comoção na plateia da Flip com um testemunho sobre racismo
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Iniciativas de empreendedores impulsionam educação a distância

Iniciativas de empreendedores impulsionam educação a distância | Inovação Educacional | Scoop.it
Empresários e estudantes são exemplos de que, além de contribuírem para tornar mais dinâmico o processo de aprendizagem, são uma boa oportunidade de empreendedorismo
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Um em cada quatro internautas brasileiros fez graduação online

Um em cada quatro internautas brasileiros fez graduação online | Inovação Educacional | Scoop.it

Uma pesquisa online, nacional, realizada no CONECTAi Express, apurou que 44% dos entrevistados já fizeram algum curso online, sendo que a maioria realizou cursos livres (55%). Mas, o que chama atenção no levantamento, é que 35% realizaram graduação ou pós-graduação à distância, sendo 24% cursos de graduação e 11% de pós-graduação.
Um dos cursos mais procurado é o de idiomas, com 19%, superando inclusive o Técnico, com 16%.
O estudo aponta também que os cursos a distância são mais comuns entres os internautas das regiões Norte e Centro-Oeste e das classes A e B. A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas em junho de 2017 por meio do CONECTAi Express, pesquisa trimestral, online, multiclientes, com cobertura nacional.

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Mudança organizacional: uma viagem sem fim

Mudança organizacional: uma viagem sem fim | Inovação Educacional | Scoop.it

A mudança pode ser uma faca de dois gumes, extremamente bem-vinda por uns e duramente combatida por outros. Historicamente, as mudanças radicais cobram um alto preço, mas os efeitos em longo prazo podem ser profundos. A libertação da Índia do domínio britânico, o movimento de Direitos Civis na América e a abolição do Apartheid na África do Sul vieram depois de uma resistência sangrenta e só tiveram sucesso por causa da liderança exemplar de visionários como Mahatma Gandhi, Martin Luther King e Nelson Mandela.
As mudanças positivas na mão de obra e no mercado de trabalho também tiveram um preço, depois de décadas de esforços para mudar a legislação e melhorar as condições de trabalho e os salários para homens e mulheres no mundo todo. Essas mudanças cruciais na sociedade são um processo contínuo, que demanda alterações profundas e duradouras de mentalidade, atitude e comportamento.
A mudança é indiscutível
A coisa não é muito diferente quando falamos de mudança organizacional. No fim das contas, trata-se de sobrevivência. No frenético ambiente comercial atual, as empresas devem abraçar a mudança ou perderão sua margem competitiva e não atenderão às necessidades de uma base cada vez maior de clientes.
Hoje, a mudança é dirigida por muitos fatores: economia, tecnologia e digitalização do negócio, necessidades e expectativas do cliente e novas oportunidades de crescimento resultantes da inovação. As empresas que se mantêm bem-sucedidas e relevantes por décadas, e até por séculos, são as que entendem que prever o futuro é criá-lo. E isso significa motivar e inspirar os colaboradores a mudarem, mesmo que às vezes o processo seja doloroso ou difícil.
Em um mundo em constante turbulência, a indústria química tem sido bastante afetada por forças perturbadoras. Considerando um cenário de mudanças climáticas, reduzidos recursos naturais, preocupações ambientais e o papel da tecnologia em todos os aspectos da indústria, de engenharia genética ao impacto da Internet das Coisas e Indústria 4.0, as empresas químicas estão sob pressão para mudar, e mudar rápido.
Programa de Excelência para a América do Sul (SAEP)
A BASF existe há 150 anos e está presente na América do Sul há 107 anos. A empresa está perfeitamente ciente das mudanças cíclicas e dos desafios econômicos na região. Os objetivos em longo prazo continuam os mesmos e o papel dos produtos químicos está se tornando mais importante em nossa sociedade atual e futura. A BASF investiu pesado em unidades produtivas e infraestrutura no Brasil, reforçando nossa crença no potencial da região e em sua importância para o negócio global da BASF. Por exemplo, nosso investimento de 500 milhões de euros no Complexo Acrílico no Brasil, para produzir ácido acrílico e polímeros superabsorventes para os mercados local e global, é o maior investimento feito pela empresa até hoje na América Latina. Também adquirimos a Global Chemetall, inclusive sua fábrica em Jundiaí, com um investimento de 2,8 bilhões de euros. A aquisição dessa líder de tecnologia altamente inovadora em tratamento de superfície ajudou a BASF a se consolidar ainda mais na liderança do mercado de tinta automotiva.
Porém, nenhum desses investimentos vai gerar frutos se as pessoas não assumirem um compromisso com a jornada. Em 2014 já estava claro que seria necessária uma cuidadosa gestão de mudança para enfrentar os desafios que estavam por vir. O maior desafio era criar uma mudança de paradigma no fluxo de ideias na empresa. Percebemos que as pessoas não compram o que fazemos: elas compram porque fazemos! Por que investimos na Global Chemetall? Investimos porque um melhor tratamento da superfície de metais é melhor para o meio ambiente. Devemos ajudar os colaboradores a criarem um vínculo emocional com nosso propósito e entenderem seu papel em nossa longa jornada de crescimento. Queremos crescer de forma sustentável e responsável, e cada pessoa na empresa contribui com essa meta.
Para ajudar os líderes e colaboradores a criarem e orientarem esses vínculos, lançamos o Programa de Excelência para a América do Sul (SAEP) para alcançar a excelência em quatro categorias: Marketing e Vendas, Excelência em Operações, Excelência em Funções e Estrutura Organizacional.
A meta era ter uma estrutura organizacional mais enxuta, com menos níveis hierárquicos e menor extensão de controle e, ao mesmo tempo, economizar custos funcionais e operacionais.
Criamos o Programa de Excelência para a América do Sul (SAEP) com base em dois pilares: eficiência que busca reduzir a complexidade e melhorar os processos internos para economizar custos, e eficácia em relação ao impacto em nossa percepção de cliente e de mercado.
Desde o início ficou claro que, para ter sucesso, seria necessário o envolvimento de todos os colaboradores, em todos os níveis da organização.
Foi criado um programa que aborda cinco linhas de pensamento: Foco no cliente, Atitude de dono, Espírito de equipe, Pessoas e excelência na execução.
Vivendo os cinco comportamentos
As equipes de comunicação e gestão da mudança trabalharam lado a lado para conduzir a mudança cultural com programas dedicados para líderes, colaboradores e trabalhadores da produção. Eventos, almoços, vídeos, webcasts, boletins informativos e redes de agente de mudança – todos fizeram parte da equação.
Uma iniciativa popular foi o programa “Lunch and Learn”, um grande fórum de interação e demonstração do espírito de equipe. Nesse programa, os colaboradores de todos os níveis da empresa inscreveram-se para participar das conversas com líderes para trocar ideias e discutir novas formas de fazer o trabalho.
Outro programa popular para sustentar a cultura de excelência é o “Eu + Líder”. Os colaboradores podem participar anonimamente dessa pesquisa de liderança para identificar e reconhecer líderes, além de dar feedback sobre os líderes que eles acham que estão fazendo a coisa certa. A taxa de participação em toda a empresa foi de 75% e, trabalhando com grupos focais, criamos uma versão melhorada da pesquisa para 2017, que inclui um foco ainda maior na gerência.
Programas como esse permitiram incorporar a excelência ao DNA da empresa. Qualquer colaborador pode se tornar um agente de mudança e um embaixador da excelência com foco no cliente, enquanto qualquer líder pode gerenciar e apoiar suas equipes para que realizem as metas e alcancem os resultados.
A mudança na mentalidade pode começar com algumas perguntas muito simples. Pense nas seguintes situações:
Foi uma longa semana no escritório. São 18 horas de uma sexta-feira. Você está saindo para jantar e passar um merecido tempo com sua família. O telefone toca. Você atende, mesmo sabendo muito bem que pode ser um cliente com um problema, ou você vai embora?
Ou imagine que você é um funcionário da fábrica e seu turno acabou. Você está quase saindo e percebe que um tanque no chão de fábrica está vazio. Você vai embora ou para e enche o tanque, mesmo que isso signifique sair 20 minutos mais tarde?
Uma pergunta dessas, que nos faz pensar, pode levar à autorreflexão e a alguma mudança. Mas é preciso mais para mudar a mentalidade de equipes inteiras, espalhadas em várias fábricas, chãos de fábrica, laboratórios, escritórios, centros de distribuição e outros lugares.
Passando a mensagem
É preciso um grupo de heróis para fazer a mudança acontecer. Os heróis podem ser encontrados em toda a empresa, do chão de fábrica à equipe de gerência. As histórias sobre heróis e modelos podem inspirar as pessoas a mudarem seu comportamento. Por isso a equipe de comunicação introduziu o divisor de águas da BASF, uma equipe fictícia que tem sua história contada no formato de quadrinhos.
A cada episódio, esse grupo deve tomar decisões e assumir a responsabilidade por manter o equipamento, cumprir prazos e garantir a qualidade do produto, trabalhando como uma equipe.
Alguns podem achar que usar quadrinhos nas comunicações corporativas pode ser um risco, mas há muitos benefícios. O poder dos quadrinhos já foi testado. O leitor não precisa de palavras para entender a história e as imagens podem transmitir as emoções mais profundas da forma mais simples. As imagens também podem apresentar um contexto que todos podem interpretar com uma simples olhada, sem necessidade de longas explicações ou descrições. Os quadrinhos são uma linguagem universal que todos entendem instintivamente. Tem forma melhor de abordar questões sensíveis e ensinar lições sem apontar o dedo?
A recompensa
Esse método inovador de comunicação usado com os operários, por exemplo, tem ajudado as pessoas a conscientemente assumirem a propriedade de suas ações. Na realidade, depois de apenas um ano, os resultados do Programa de Excelência para a América do Sul são incríveis, como por exemplo:
•   Com a iniciativa Housekeeping fechamos o ano com o menor nível histórico de itens em atraso de 2,6% superando a meta de 5%no início do programa.
•   Os projetos de Excelência em Marketing e Vendas entregaram resultados muito positivos em margem de contribuição consolidada os negócios.
•   Com a Campanha de vendas, boa parte da força de vendas superou suas metas.
•   O time de Customer Care melhorou a confiabilidade das entregas na região atingindo 91%, com aumento acumulado de 11% no ano de 2016.
•   Excelência em operações os resultados acumulados em 2016 da gestão eficiente de materiais, energia e resíduos foram extremamente positivos para a empresa trazendo economia na ordem de milhões de euros.
•   NA área de Compras o ganho acumulado advindo da negociação de contratos de serviços e materiais superou a meta.
Liderando a mudança
Os gerentes também têm um papel importante. Carlos Roberto Ferreira é responsável pela produção da marca de tintas Suvinil, liderando uma equipe de 120 pessoas.
Segundo ele, “o trabalho em equipe faz toda a diferença para alcançar resultados”. “Incentivo minha equipe a pensar em seus planos de desenvolvimento como um legado pessoal. O reconhecimento não se resume a um aumento de salário ou uma promoção, que só podem ser dados periodicamente. O reconhecimento tem a ver com trazer seu pessoal para as reuniões de liderança e gerência, onde eles podem ser elogiados pessoalmente por um trabalho bem feito, estabelecer em conjunto as metas, ou assumir responsabilidade por mais ações. As pessoas que os superiores na organização reconhecem, fora da equipe, estão mais aptas a assumir desafios maiores com mais segurança. Agora mesmo, estamos implementando a Gestão Enxuta para aumentar a capacidade e a produtividade, sem precisar de investimentos adicionais”.
Perpetuum mobile
A gestão de mudança tem a ver com um fluxo constante. Trata-se de pessoas em movimento constante para se melhorarem cada vez mais e, então, melhorar a forma como o negócio é feito.
Uma boa gestão de mudança requer uma combinação de fatores hard, que são fáceis de medir, como tempo para finalização, pessoas envolvidas e metas alcançadas, com fatores soft, como cultura, liderança e motivação, que são difíceis de mapear e medir.
O céu é o limite
Em dois anos do Programa de Excelência para a América do Sul, aprendemos algumas lições. Criar a mudança em uma empresa tão grande e bem estabelecida quanto a BASF é como manobrar um transatlântico. Todos precisam estar alinhados e totalmente focados, e estamos chegando lá quando todos lutamos pela excelência.
Por exemplo, desde a nossa decisão de embarcar nessa jornada de mudança em janeiro de 2015, realizamos duas grandes proezas: não só sobrevivemos à crise financeira e política na região, mas também conseguimos criar a cultura da excelência. Como resultado direto de nossos esforços, a BASF hoje é a segunda melhor empresa para se trabalhar no setor químico na região.
O Relatório Anual de 2016 da BASF confirma que o SAEP tem tido um impacto considerável. Além de nosso próprio Prêmio de Excelência, a BASF ganhou diversos prêmios na América do Sul, de 150 Melhores Empresas para se Trabalhar a América Latina Verde, de Inovação de Valor a Ética nos Negócios. Esse sucesso não seria possível sem líderes dedicados e colaboradores envolvidos em todos os níveis do negócio. Com a cultura de excelência e empoderamento, a equipe sul-americana da BASF amadureceu e se tornou um grupo unido e ambicioso de colaboradores confiantes e comprometidos.

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Pedagogia é o curso preferido na Univesp

Pedagogia é o curso preferido na Univesp | Inovação Educacional | Scoop.it

Pedagogia é o curso com maior número de inscritos no vestibular da Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo). Na RPT (Região do Polo Têxtil) são 6,5 candidatos por vaga. Na soma dos quatro cursos oferecidos na região, a taxa cai para 4,6. A prova será realizada neste domingo, às 14 horas. Cada inscrito vai fazer o exame na cidade onde está localizado o polo de seu curso de primeira opção.
Segundo dados da Univesp, 1.299 se inscreveram para Pedagogia na RPT, sendo 368 em Americana, 556 em Hortolândia, 136 em Santa Bárbara d’Oeste e 239 em Sumaré. Em cada uma das quatro cidades, foram abertas 50 vagas.

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Gestores recebem orientação sobre Ensino Médio Inovador

Gestores recebem orientação sobre Ensino Médio Inovador | Inovação Educacional | Scoop.it

Professores, diretores, coordenadores pedagógicos e técnicos das Diretorias Regionais das 14 unidades escolares que aderiram ao Programa Ensino Médio Inovador - ProEMI se reuniram na manhã desta quarta-feira, 10, para receberem as orientações pedagógicas e financeira acerca da implementação do programa. O encontro aconteceu no auditório da Diretoria de Educação de Aracaju (DEA).
Na oportunidade, houve a apresentação do documento elaborado pelos técnicos da Secretaria de Estado da Educação (Seed), que consta as orientações pedagógicas para o Programa Ensino Médio Inovador na Rede Estadual de Sergipe.

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Observatório Clima e Saúde ganha destaque em publicações na OMS e na COP23

Observatório Clima e Saúde ganha destaque em publicações na OMS e na COP23 | Inovação Educacional | Scoop.it

Dados recentes da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que até 2030, “as consequências das mudanças climáticas provocarão gastos com saúde de até US$ 4 bilhões por ano”. Além disso, mais de 250 mil mortes por ano estão previstas entre 2030 e 2050, devido a desnutrição, malária, diarreia e estresse provocado pelo calor intenso, agravados por problemas de infraestrutura como falta de saneamento básico, desabastecimento e não tratamento da água, por exemplo.
Em um evento - Diálogos Estratégicos sobre Mudanças Climáticas – que reuniu representantes da OMS, Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Fiocruz, Ministério da Saúde, ONU Mulheres e ONU Meio Ambiente, no início de dezembro de 2017, a oficial sênior da ONU Meio Ambiente, Regina Cavini, alertou que esses problemas “agravam os desdobramentos das transformações do clima e seus impactos sobre a saúde, a exemplo do que ocorreu com as recentes epidemias de dengue, zika e chikungunya”.
Diante de números tão alarmantes, o papel do Observatório Nacional do Clima e Saúde, do Laboratório de Informação e Saúde (LIS), do Icict/Fiocruz, torna-se crucial e foi reconhecido tanto na COP23, como pela UNESCO e OMS. Lançado em 2008, o Observatório tem parcerias com o Datasus, IBGE, Ibama, Ministério do Meio Ambiente, secretarias estaduais e municipais de Saúde, e instituições de ensino federais e estaduais, além de integrar a Rede Brasileira de Pesquisas Sobre Mudanças Climáticas Globais (Rede-Clima), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)/Ministério da Ciência e Tecnologia.

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