E.Portefólio Gonçalo Costa
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A Evolução da Comunicação

A Evolução da Comunicação | E.Portefólio Gonçalo Costa | Scoop.it

 

   A evolução da comunicação começou desde o inicio dos tempos, com a criação do homem, pois estes tinham que comunicar no início por pequenos sons e gestos. Desde a idade da pedra os nossos antepassados comunicavam, mas com grandes barreiras mesmo com essas dificuldades eles o faziam, através de pinturas rupestres que serviam para comunicar entre eles mas também para relatarem o seu dia a dia. Mas com o avançar dos tempo tudo evolui e assim foi, começaram a ter a necessidade de falar não só por falarem mas sim para puderem exprimir, os seus sentimentos, desejos, pensamentos, opiniões. Podemos comparar com o aparecimento do dinheiro que facilitou o mercado pois cada coisa começou a ter um valor, facilitando o mercado pois as coisas deixaram de serem trocada.

  A comunicação esteve sempre e esta em evolução, com o avançar dos tempos as comunicações utilizadas evoluíram, pois cada vez mais começou a ser necessário comunicarem de um sitio para o outro.

   Nos primórdios utilizavam-se os sinais de fumo, mas era preciso algo mais que se pode-se transmitir para mais longe. A invenção do Telégrafo foi um começo para comunicação mais longínqua. Com o avançar dos anos pareceu outras invenções como a máquina de escrever, o telefone, o telemóvel , a internet, o que nos facilitava e facilita a comunicação para cada parte do mundo. E com estas invenções comeram a aparecer outras como por exemplo o aparecimento de jornais, este davam a conhecer a todos as notícias sobre o nosso país e não só.

  Os livros ferramenta importante na compreensão do abstrato e na estimulação do cérebro, pois ajudavam e ajudam as pessoas que os leiam a imaginar aquilo que leiam e a puderem não só compreender e como a interpretarem. Com a invenção da internet ficou tudo mais facilitado, ou seja, hoje em dia com o chat, facebook, redes sociais um mundo tão grande tornou em alto tão pequeno, pois cada vez as pessoas tão mais perto mesmo estando bastante longe. Deste modo, ajudou as pessoas de qualquer país a comunicarem umas com as outras mas também na transmissão de conhecimentos, de culturas, de conhecimentos e costumes. O mundo assim tornou-se mais globalizado. 

     Com a chegada da internet trouxe coisas positivas como negativas, por outras palavra quer dizer que por um lado é um ótimo instrumento de pesquisa e de comunicação, mas por outro lado tudo isto também esta à mão de crianças, não só os conteúdes próprios como outros conteúdos menos próprios, por exemplo o chat que são bastaste perigoso para menores. A internet também é um vicio bastante grande diga-mos assim pois há pessoas que passam dias e dias em frente do computador fazendo assim com que as pessoas fiquem mais solitárias. O futuro será assim, em que as pessoas estão tão habituadas a comunicar por internet e o telemóvel que não são capazes de comunicar pessoalmente.

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Laura Chagas's comment, December 7, 2011 5:32 AM
Gonçalo, fez uma boa reflexão, mas deverá rever a pontuação, os parágrafos e especialmente a ortografia.
Continue o bom trabalho!
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Questões Éticas

Questões Éticas | E.Portefólio Gonçalo Costa | Scoop.it

Direitos do Autor não são necessariamente o mesmo que copyright em inglês (ou o aportuguesamento lexicamente aceite copirraite). O sistema anglo-saxão do copyright difere do de direito de autor. Os nomes respectivos já nos dão conta da diferença: de um lado, tem-se um direito à cópia, copyright ou direito de reprodução, do outro, um direito de autor; neste, o foco está na pessoa do direito, o autor; naquele, no objeto do direito (a obra) e na prerrogativa patrimonial de se poder copiar. Deve perceber as diferenças entre o direito autoral de origem romano-germânica, com base no sistema continental europeu do chamado Sistema romano-germânico e o sistema anglo-americano do copyright baseado no Common Law, havendo por característica diferencial, o fato de que o Direito Autoral tem por escopo fundamental a proteção do criador e ao contrário o copyright protege a obra em si, ou seja o produto, dando ênfase à vertente económica, à exploração patrimonial das obras através do direito de reprodução. No efetuamento do direito de reprodução, o titular dos direitos autorais poderá colocar à disposição do público a obra, na forma, local e pelo tempo que desejar, a título oneroso ou gratuito. Plágio é o acto de copiar uma parte ou integralidade de uma obra de outra pessoa (seja de quem natureza for) e apresentá-la como se fosse sua sem apresentar a fonte original. Pode ser um texto, uma fotografia, uma música ou pintura. Para se evitar uma acusação de plágio deve ser indicar o autor cada vez que usa um trabalho que não é seu. Se for um trabalho académico, deve seguir as regras de citação biográfica. Devemos respeitar o que é dos outro,s e sempre que usamos o que não é nosso seja para que natureza devemos respeitar o autor. Pois plágio é um crime!

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Referências Bibliográficas

Os elementos primários numa referência bibliográfica são normalmente os mesmos, para todos os tipos de documentação e para todos os estilos de citação, embora a ordem pela qual são apresentados possa variar conforme o estilo adoptado. Estes elementos incluem:

- nome do autor,

- data da publicação,

- título,

- nº da edição,

- editora,

- local da publicação,

- volume,

- páginas da obra ou páginas relativas à publicação referenciada.

 

Livro:

Último nome do autor, Primeira inicial. (Ano da publicação). Título do livro. Informação adicional. Nº da edição, Editora. Cidade da publicação.

 

Artigo em Revista Periódica:

Último nome do autor, Primeira inicial. (Ano da publicação). Título do artigo. Título do Periódico, Volume: 1ª página-última página.

 

Artigo em Livro de Actas de um Congresso (Proceedings):

Último nome do autor, Primeira inicial. (Ano da publicação). Título do artigo. Em: Título do Livro de Actas ou Proceedings. Local e data da Conferência, Organização que publica o

Livro de Actas, Local da Publicação. 1ª página-última página.

 

Artigo publicado numa colectânea de artigos com um Editor responsável:

Último nome do autor, Primeira inicial. (Ano da publicação). Título do artigo. Em: Iniciais, Último nome dos editores (eds.), Nome da Colectânea, Editora. Cidade da publicação.

 

Fonte: http://www.apastyle.org

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Artigo Científico e Relatório

Um artigo científico é um trabalho técnico-científico e constitui um instrumento de difusão de conhecimentos científicos a um determinado público. Tem de expressar o pensamento pessoal ou argumentação de quem o elabora, apoiado em autores conceituados, com quem se concorda, discorda ou se tem divergência parcial. Pode resultar de investigações experimentais originais, de estudos de caso, de defesa de uma opinião, de trabalhos de revisão bibliográfica, de análise ou de atualização a partir de novas descobertas e informações.
Um artigo técnico apresenta-se como um instrumento de transmissão de conhecimentos do âmbito da técnica. Tem por finalidade comunicar resultados de pesquisas e ideias; clarificar ideias e assuntos; provar teorias ou confirmar hipóteses; contribuir para a produtividade (qualitativa e quantitativa); servir de medida em decisões; contribuir para o progresso científico e técnico; favorecer o intercâmbio científico; ...
Um artigo científico ou técnico deve ser estruturado de forma coerente, obedecendo a uma sequencialização articulada entre as partes; tem necessidade de estar alicerçado em critérios de validação científica; deve apresentar conceitos precisos; implica que as afirmações sejam sustentadas e interrelacionadas, tendo como suporte um referencial teórico consistente. Em muitos artigos é importante a explicitação crítica das origens das informações e das fontes. A linguagem, dentro da especificidade científica ou técnica, deve ser coerente, objetiva, precisa, clara e correta.

Um relatório é uma exposição escrita, minuciosa e circunstanciada relativa a um assunto ou facto ocorrido. O objetivo de um relatório é comunicar uma atividade desenvolvida ou ainda em desenvolvimento durante uma missão. Deve fornecer o relato permanente de um estudo ou de uma pesquisa e a informação necessária, que deve ser global e coerente, capaz de permitir tomadas corretas de decisões.
Um relatório é composto de elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais. Os elementos pré-textuais são todos os que precedem a Introdução propriamente dita, como a Capa, a Folha de Rosto, os Agradecimentos, o Sumário, o Índice, o Resumo. Os elementos textuais são os que constituem o Corpo central do trabalho: Introdução, Desenvolvimento e Conclusões
Nos relatórios científicos deve usar-se uma linguagem simples, clara, objetiva e precisa, para que transpareça a clareza do raciocínio. Embora se deseje curto e conciso, convém incluir sempre a informação indispensável, podendo recorrer a quadros, a gráficos ou a ilustrações. As informações não podem basear-se em opiniões ou especulações, mas devem ser provadas. Além disso, nada deve ficar implícito.

Na área de Qualidade Alimentar o relatório é um instrumento muito utilizado, pois este exprime análises, pesquisas, factos decorrido. Serve como método de controlo, por exemplo de um estudo de produto para ser comercializado. O relatório também serve para podermos expressar os nosso conhecimentos e experiencias, neste momento ainda em fase de aulas irmos certamente ter de fazer vários para disciplinas como química, análise de laboratório, este pequenos relatórios digamos assim será a forma de aprendermos para podermos mais tarde utilizar com técnicos de qualidade alimentar.

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História da Ortografia do Português

Cronologia das reformas ortográficas da língua portuguesa.

Séc XVI até séc. XX - Em Portugal e no Brasil a escrita praticada era de cariz etimológico (a raiz latina ou grega determinava a forma de escrita das palavras com maior preponderância).

1885 – Até esta altura a grafia é essencialmente etimológica. Nesta data publica-se as Bases da Ortografia Portuguesa, de Gonçalves Viana

1907 – A Academia Brasileira de Letras começa a simplificar a escrita nas suas publicações.

1910 – Implantação da República em Portugal – é nomeada uma Comissão para estabelecer uma ortografia simplificada e uniforme a ser usada nas publicações oficiais e no ensino.

1911 – Primeira Reforma Ortográfica – tentativa de uniformizar e simplificar a escrita, mas que não foi extensiva ao Brasil.

1915 – A Academia Brasileira de Letras resolve harmonizar a sua ortografia com a portuguesa.

1919 – A Academia Brasileira de Letras revoga a sua resolução de 1915.

1924 – A Academia de Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras começam a procurar uma grafia comum.

1929 – A Academia Brasileira de Letras altera as regras de escrita.

1931 – É aprovado o primeiro Acordo Ortográfico entre o Brasil e Portugal, que visa suprimir as diferenças, unificar e simplificar a língua portuguesa. Contudo, este acordo não é posto em prática.

1938 – São sanadas algumas dúvidas quanto à acentuação de palavras.

1943 – É redigido o Formulário Ortográfico de 1943, na primeira Convenção Ortográfica entre Brasil e Portugal.

1945 – Um novo Acordo Ortográfico torna-se lei em Portugal, mas não no Brasil, por não ter sido ratificado pelo Governo; os brasileiros continuam a regular-se pela ortografia do Vocabulário de 1943.

1971 – São promulgadas alterações no Brasil, reduzindo as divergências ortográficas com Portugal.

1973 – São promulgadas alterações em Portugal, reduzindo as divergências ortográficas com o Brasil.

1975 – A Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras elaboram novo projeto de acordo, que não é aprovado oficialmente.

1986 – O presidente do Brasil, José Sarney promove um encontro dos então sete países de língua oficial portuguesa - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe -, no Rio de Janeiro. É apresentado o Memorando Sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. O Acordo Ortográfico de 1986, que resulta deste encontro, é amplamente discutido e contestado pela comunidade linguística, nunca chegando a ser aprovado.

1990 – A Academia das Ciências de Lisboa convoca novo encontro, juntando uma Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. As duas Academias elaboram a base do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. O documento entraria em vigor, de acordo com o seu artigo 3º, no dia "1 de Janeiro de 1994, após depositados todos os instrumentos de ratificação de todos os Estados junto do Governo português".

1995 – O Acordo Ortográfico de 1990 é apenas ratificado por Portugal, Brasil e Cabo Verde, embora o texto previsse a sua implementação em toda a Lusofonia no início de 1994.

1996 – O Acordo Ortográfico é apenas ratificado por Portugal, Brasil, e Cabo Verde.

1998 – Na cidade da Praia é assinado o Protocolo Modificativo do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, retirando-se do texto a data de implementação. Mantém-se a condição de que todos os membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) devem ratificar as normas propostas no Acordo Ortográfico de 1990 para que este seja implementado

2002 – Timor-Leste torna-se independente e passa a fazer parte da CPLP.

2004 – Os ministros da Educação dos vários países da CPLP reúnem-se em Fortaleza, no Brasil, para a aprovação do Segundo Protocolo Modificativo ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Fica assim determinado que basta a ratificação de três membros para que o Acordo Ortográfico possa entrar em vigor e Timor-Leste passa a integrar a CPLP.

2006 – Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe ratificam o documento, possibilitando a entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990.

2008 – O Acordo Ortográfico de 1990 é aprovado por Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Brasil e Portugal, sendo esperada a sua implementação no início de 2010.

2009 – Entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990 no Brasil e em Portugal. Além de Portugal e do Brasil, também São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Timor-Leste e Guiné-Bissau já ratificaram o Segundo Protocolo Modificativo do Acordo Ortográfico de 1990, embora estes últimos não o tenham ainda aplicado. Fica apenas a faltar a ratificação de Angola e Moçambique.

 

Fonte:http://www.portaldalinguaportuguesa.org

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Sinais de Pontuação

A meu ver a pontuação/sinais de pontuação servem, antes de mais, para marcar o ritmo de um texto, para dar vida à palavra numa frase. Isto depende muito de cada pessoa e do seu estado de espírito momentâneo, compreende-se que as variações sejam inúmeras, tanto no que respeita à escrita como à sua interpretação. Apesar de tanta flexibilidade, o emprego dos sinais de pontuação não pode, nem deve, ser arbitrário, esquecendo aquela que é a real função desses sinais: auxiliar a leitura e a clareza do discurso escrito.

Há um certo número de sinais de pontuação.

Tais são:

1.º Ponto final (.);

2.º Vírgula ou coma (,);

3.º Ponto e vírgula (;);

4.º Dois pontos (:);

5.º Ponto de interrogação (?);

6.º Ponto de exclamação ou admiração (!);

7.º Reticências (...);

8.º Travessão (—);

9.º Parênteses ( );

10.º Aspas (« »);

11.º Traço de união, ou hífen (-);

12.º Letra maiúscula (A, B, C...);

13.º Parágrafo (§);

14.º Chaveta ou chave { };

15.º Alínea a), b).

 

Em anexo encontra-se um vidio sobre os sinais de pontuação e a sua forma de utilização:

 

http://www.youtube.com/watch?v=GVTRVEZCYtA

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Texto Para Trabalhar a Pontuação

Esse texto já circula na internet há muito tempo. Pode ser usado como exemplo em aulas sobre pontuação ou uso dos sinais diacríticos.

 

Um homem muito rico estava extremamente doente, agonizando. Pediu papel e caneta e escreveu, sem pontuação alguma, as seguintes palavras:

 

'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres. '

Não ressistiu e se foi antes de fazer a pontuação. Ficou o dilema, quem herdaria a fortuna? Eram quatro concorrentes.

 

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

 

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o texto:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

 

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga aconta do padeiro. Nada dou aos pobres.

 

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga aconta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

 

Moral da história: A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação. É isso faz toda a diferença...

 

(recebi por e-mail sem autoria)

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Teatro de Revista

Teatro de Revista | E.Portefólio Gonçalo Costa | Scoop.it

  O teatro de revista surgiu em Paris, França, em finais do século XVIII, quando apareceu, inserido no vaudeville, um género de espetáculo chamado "revue de fin d'année" (revista de fim de ano). O objetivo deste tipo de espetáculo era recordar e criticar os acontecimentos mais marcantes do ano que findava através de sketches onde havia canto, dança e declamação. Este tipo de teatro surgiu para fazer frente ao monopólio do teatro estatal francês.
  Com o passar do tempo, essa revista do ano começou a adquirir tons mais humorísticos, fazendo do espetáculo uma comédia com recurso frequente a piadas brejeiras. O alvo das piadas era a burguesia e a sociedade capitalista. Tornou-se muito popular nos bairros operários e no Teatro de Bouffes Parisiens e cativava artistas como Charles Baudelaire, Van Gogh e Toulouse Lautrec.
  O teatro de revista chegou a Portugal em meados do século XIX, estimando-se que a primeira "revista" tenha sido estreada em 1850, em Lisboa. Este género de teatro acabou por se tornar num dos mais populares do país durante mais de cem anos. O humor misturado com a música, a cor e a fantasia cativaram o público português. A atriz Ivone Silva, falecida em 1987, foi uma das grandes artistas do género.
  O teatro de revista em Portugal criou duas figuras obrigatórias, o compadre e a comadre.  Enquanto ela tinha de ser elegante e bonita, ele devia ser cómico e popular.
  No século XX, o Parque Mayer, em Lisboa, tornou-se na sede do teatro de revista, mesmo durante os tempos da ditadura em que havia censura.
Por lá, nomeadamente nos teatros ABC, Maria Vitória e Variedades, passaram peças como Às de Espadas (1926), Sempre em Pé (1938), Alto Lá Com o Charuto! (1945), O Melhor do Mundo (1948), E Viva o Velho! (1965), Ena, Já Fala (1969), Uma no Cravo, Outra na Ditadura (1974) e Direita, Volver! (1978).
  Para além de Portugal e França, o teatro de revista também se tornou muito popular, ainda no século XIX, na Itália, na Alemanha e no Brasil.
  As suas origens mais remotas podem ser encontradas em espetáculos satíricos da Grécia Antiga. Contudo, no século XV, a Igreja Católica impôs novas regras e os espetáculos mais populares perderam o seu espaço. Os espetáculos burlescos apenas apareciam no Carnaval e nas festas rurais e pastoris. Já nesta época, este tipo de espetáculos servia para pôr em causa, através do humor, as classes dominantes.

 

Fonte: http://www.infopedia.pt

 

Em anexo pode se visionar uma reportagem sobre o Grupo de Gente Gira do qual eu faço parte:

 

http://www.youtube.com/watch?v=S9bxplIULdw  

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Laura Chagas's comment, December 15, 2011 10:04 AM
Muito bem, boa integração de conteúdos.
Não se esqueça, no entanto, de referir que este era o tema da sua exposição oral, avaliar a sua prestação e a dos colegas em geral, aludir à importância da comunicação verbal e não verbal no dia-a-dia, mas particularmente no âmbito de uma equipa de controlo de qualidade alimentar.
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CV, Candidatura Espontânea, Carta de Apresentação, Entrevista de Emprego

CV, Candidatura Espontânea, Carta de Apresentação, Entrevista de Emprego | E.Portefólio Gonçalo Costa | Scoop.it

O curriculum vitæ, também abreviado para CV ou apenas currículo é um documento de tipo histórico, que relata a trajetória educacional e/ou académica e as experiências profissionais de uma pessoa, como forma de demonstrar suas habilidades e competências. De um modo geral o curriculum vitae tem como objetivo fornecer o perfil da pessoa para um empregador, podendo também ser usado como instrumento de apoio em situações académicas. O curriculum vitae é uma síntese de qualificações e aptidões, na qual o candidato a alguma vaga de emprego descreve as experiências profissionais, formação acadêmica, e dados pessoais para contato. Ainda é a forma que muitas empresas usam para preencher vagas de emprego.

A candidatura espontânea, nos mostra o nosso interesse que temos pela empresa respectiva/trabalhar. Ao mesmo tempo, demonstra que não somos perguisos e que queremos ser ativo a nível profissional.

A carta de apresentação, tem que estar feita numa folha limpa e sem erros gramaticais para que à entidade patronal tenha facilidade em ler e ver que estamos interessados.

A entrevista de emprego que e ponto elevadíssimo de todas acima mencionadas, tendo em vista à nossa presença, demonstrando a nossa comunicação verbal e não-verbal.

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Ensino Doméstico

Ensino Doméstico | E.Portefólio Gonçalo Costa | Scoop.it

  Em Portugal a legislação permite o ensino doméstico, mas essa opção é desconhecida da quase totalidade da população, e o próprio Ministério da Educação não tem nenhum estudo ou estatísticas sobre o assunto. No ano letivo 2006/2007 apenas quatro crianças, de três famílias diferentes, estão recebendo ensino doméstico.

  Os alunos domésticos devem realizar exames de equivalência à frequência dos 2.ª e 3.ª anos, após o 4.º e o 6.º ano respectivamente. Após o 9.º ano os alunos domésticos deverão inscrever-se para os exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática tal como os restantes alunos que concluem o 9.º ano. A única diferença é que os alunos das escolas são inscritos pelas próprias escolas, enquanto os alunos domésticos deverão ser inscritos pelos seus pais-tutores.

 

 

Fonte: http://escolaemcasa.blogspot.com

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Laura Chagas's comment, December 13, 2011 10:34 AM
Comentário pertinente!
Falta referir, no entanto, o balanço do debate em sessão, a autoavaliação da sua prestação e da turma em geral.
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Debate sobre o Ensino Doméstico

Debate sobre o Ensino Doméstico | E.Portefólio Gonçalo Costa | Scoop.it

Na minha opinião, tive uma boa prestação no debate, porque soube defender a minha posição, de forma clara e coesa. Sou contra a Educação em Casa.
A meu ver, o aspeto mais importante neste caso, é garantir que as crianças
recebem um educação decente à qual têm direito e quem tem estes

recursos, experiência e competência é o Estado. Pois se um pai for deficiente

na prestação do processo educacional?
Acredito firmemente que a educação oferecida pelo Estado é, por natureza, muito menos sujeito a cometer erros. Em comparação aos pais ou tutores em casa. São as instalações de um edifício escolar que oferecem uma atmosfera que estimula a aprendizagem, ao contrario das casa, estas por exemplo são muito improváveis de conter laboratórios, instalações desportivas. A interação com os outros, colegas, é um elemento fundamental para o desenvolvimento de uma criança, a escola é um edifício muito bem equipado em que é preciso trabalhar e atingir metas, sendo obrigado a enfrentar problemas, tais como viver ao lado de uma crianças que pode se não gostar, ou vir de origens diferentes, é claramente melhor crescer em ambiente escolar.
A educação escolar é mais do que aulas académicas; é educar a pessoa inteira, ou
seja, é educar para a vida, para um sociedade que irá em breve entrar. Na sessão foi realizado este debate, havendo um lado a favor deste caso e outro contra. De um modo geral a prestação de todos o formandos sobre o assunto foi ótima, pois todos participaram de formas positiva dando a sua opinião. Destacaram-se alguns que foram os mais ativos, por outras palavras foram estes que intervieram mais sobre o tema e conseguiram responder a certas perguntas.
Para concluir, é também de louvar aqueles que tiveram uma prestação contrária à sua
opinião. Estes fizeram um papel representativo muito bem, souberam defender uma posição que lhe foi sujeita mesmo não sendo a sua.

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Laura Chagas's comment, December 15, 2011 10:02 AM
Muito bem, Gonçalo, boa reflexão!
Procure rever, só, a pontuação do texto. Por exemplo, as frases "Acredito firmemente que a educação oferecida pelo Estado é, por natureza, muito menos sujeito a cometer erros. Em comparação aos pais ou tutores em casa" veiculam só uma ideia, pelo que deverá usar uma vírgula em vez de um ponto.
Continuação de bom trabalho!
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Etapas do Processo de Escrita, Coesão e Conetores

Etapas do Processo de Escrita, Coesão e Conetores | E.Portefólio Gonçalo Costa | Scoop.it

Para redigir-mos um texto é importante pesarmos e pouco, e de forma despreocupada escrevermos as nossas ideias, intenções ou pensamentos de modo a planificarmos a sua estrutura escrita. Esta fase será a base do nosso texto pois é a partir daqui que ele irá ganhar uma estrutura clara e coesa. Depois devemos começar a dar intenção as ideias registada, organizando-as logicamente. Uma vez concluído devemos lê-lo e relê-lo para se poder detectar erro ou imperfeições, podemos partilhar o texto com colegas, professores com o objectivo de se recolher opiniões, tendo em vista o seu aperfeiçoamento.

 

A Coesão Textual é um conceito importante para uma melhor compreensão do texto e para a melhor escrita de trabalhos de redacção. A coesão trata basicamente das articulações gramaticais existentes entre as palavras, as orações e frases para garantir uma boa sequencia das ideias. A coerência, por sua vez, aborda a relação lógica entre ideias, situações ou acontecimentos, apoiando-se, por vezes, em ideias formais, de natureza gramatical ou lexical, e no conhecimento compartilhado entre os utilizadores da língua. Pode-se dizer que o conceito de coerência está ligado ao conteúdo, ou seja, está no sentido constituído pelo leitor.

 

Os conectores ou elementos de coesão são partículas que ligam duas orações ou partes de um texto, ou seja, são todas as palavras ou expressões que são usadas para estabelecer ligações.

Os conectores são chamados de elementos coesivos, pois, estabelece uma sequência de diferentes ideias de um texto, fazendo com que o texto não se torne coerente.
De um modo geral a função atribuída aos conectores é unir termos de uma frase ou frase, estes tem um papel importantíssimo um vez que os conectores têm a ligação entre frase, e parágrafo.
A má utilização dos conectores num texto pode alterar a intenção das ideias, anulação delas e até torná-lo incompreensível

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Novo Acordo Ortográfico

No eu entender concordo que é necessário haver evolução da escrita, porque de outra forma ainda estaríamos a falar com um português arcaico e, a verdade, é que com os tempos a língua se tem vindo a tornar mais informal e prática, facilitando a comunicação e evoluindo a par com a sociedade e estilo de vida. Contudo, temos que ser féis às nossas raízes. A Língua Portuguesa é nossa! É símbolo da nossa nação e daquilo que já fomos, porque sim Portugal já teve um papel muito importante a nível mundial.

Para além disso, não vejo a necessidade de algumas mudanças gramaticais. Como por exemplo a mudança de Pará – Para, acho completamente desnecessário e ainda nos vai dar muitas dores de cabeça. Pode ser que seja só nos primeiros anos.

 

Em anexo encontra-se um video sobre este assunto para melhor se comprender:

 

http://www.youtube.com/watch?v=GgdFC6rHjqA&feature=related

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Exposição Oral

Exposição Oral | E.Portefólio Gonçalo Costa | Scoop.it

Na minha opinião individual, acho que estive um boa prestação, estava um pouco nervoso, não por não saber o tema do qual falei, mas sim por ter feito uma pesquisa mais aprofundada de modo a poder dar mais a conhecer ao meus colegas sobre o assunto.

A meu ver auto avalio-me com uma boa prestação, pois penso que a respeito da comunicação não-verbal, mostrei um a vontade enfrente da turma, por outras palavra, tive uma boa postura de corpo, olhava para todo os formandos, utilizeis os gestos, sorri. A respeito da comunicação verbal coloquei bem a minha voz de modo a que tos me pudessem ouvir, dei ênfase á partes mais importantes da apresentação, mostrei que dominava o assunto, na articulação das palavras é que tive alguns problemas na pronunciação e aqui mostrei algum nervosismo.

Em geral a turma a meu ver, esteve ao nível de bons oradores, notou-se algum nervosismo o que é natural, alguns exprimiram-se melhor do que outros, pois alguns são tímidos e outros extrovertidos, o que torna a tarefa mais fácil do que outros, visto que, a vontade enfrente à plateia/turma é diferente. Mas a nível geral a mensagem digamos assim foi transmitida, os assuntos mais variados e bastante interessante, foram o leque que para meu ver, cativou a turma a estar atenta e motivada a escutar os colegas. No âmbito de um equipa de Qualidade Alimentar estes dois tipo de comunicação são grande factores, pois estes ajuda-nos bastante, ou seja,um profissional desta área deve ser a nível da comunicação verbal ter um bom desempenho linguístico de forma clara, deve articular bem as palavras, entoa-las, para poder expressar as suas ideias pensamento em forma de fala. Na comunicação não-verbal este deve ter uma boa postura, ter atenção as expressões faciais, ao traje, tempo. Um técnico de Qualidade irá ter de ter bem presente estes dois tipos de comunicação, pois terá de os usar frequentemente quer numa avaliação, num trabalho em equipa, numa visita quer interior ou exterior, em apresentações de qualquer forma oral ou escrita.

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Comunicação Verbal e Não-Verbal

Comunicação é o processo de troca de informações entre um emissor e um receptor.
Quando falamos com alguém, lemos um livro ou revista, estamos utilizando a palavra como código. Esse tipo de linguagem é conhecido como linguagem verbal, sendo a palavra escrita ou falada, a forma pela qual nos comunicamos. Certamente, essa é a linguagem mais comum no nosso dia-a-dia. Quando alguém escreve um texto, por exemplo, está usando a linguagem verbal, ou seja, está transmitindo informações através das palavras.

 A outra forma de comunicação, que não é feita nem por sinais verbais nem pela escrita, é a linguagem não-verbal. Nesse caso, o código a ser utilizado é a simbologia. A linguagem não-verbal também é constituída por gestos, tom de voz, postura corporal, etc. Para serem autênticas, a comunicação verbal e a não-verbal deveriam estar sempre sincronizadas no mesma pessoa.

Muitas vezes, a comunicação verbal e a não-verbal estão em desacordo, pois muitas vezes falamos uma coisa, mas estamos expressando outra. A comunicação verbal e não-verbal é muito importante para um individuo, pois esta está sempre presente.

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Visão Global de TCOE

Visão Global de TCOE | E.Portefólio Gonçalo Costa | Scoop.it

Chegou ao fim o modulo da disciplina de TCOE, foi muito intenso por um lado mas por outro bastante produtivo. De um modo geral correm muito bem todas as sessões, eu particularmente gostei da sessão do debate, pois este foi bastante produtivo e motivante, tive pena de não termos voltado a repetir.

Não tenho aspetos negativos a apresentar, estou contente com tudo em geral, todos os temas foram bastante interessantes e bem expostos. Deu para podermos conhecer tema que não conhecíamos e para rever outros que vão ser bem precisos para o curso, bem como para a nossa vida profissional.

O e. Portefólio confesso que ao inicio não achei muita piada, por estar habituado ao modo mais tradicional. Foi bastante interessante e educativo, a ideia das repleções também não gostei muito por um lado, mas por outro fez-me bem pois obrigou me a exercitar mais a mente de forma critica, e obrigando também a exercitar a escrita.

Acho que estamos todos de “parabéns”, pois acabamos a primeira disciplina com sucesso pois a meu ver, todos se esforçaram.

E para concluir arranjei um tópico para resumir todo o e. Portefólio e as aulas: “insiste, insiste e Reflete, Reflete…”

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