Diferença entre Jornalismo e outras formas de comunicação
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Diferença entre Jornalismo e outras formas de comunicação
Pretende-se realçar as caraterísticas do jornalismo de hoje em dia em comparação com os novos media, por exemplo, a internet.
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Jornalismo Online

Jornalismo Online | Diferença entre Jornalismo e outras formas de comunicação | Scoop.it

"A internet não só tem este carácter dinâmico, como consegue disponibilizar uma novidade fundamental: a combinação de três diferentes suportes num só meio, texto, som e imagem. Com o fim da barreira espácio-temporal, quebrada pelas novas tecnologias, é possível aceder-se a informação proveniente de todos os cantos do mundo, actualizada praticamente ao segundo ou até mesmo em directo, o que representa igualmente um grande desafio para os media tradicionais: “que papel desempenhar, quando as novas tecnologias disponibilizam mais em menos tempo?”."

 

Por outro lado, importa referir que "É fundamental lembrar que a maioria da população mundial não tem acesso às novas tecnologias e que há muitos hábitos que não se perdem de um dia para o outro, como ler o jornal. É igualmente importante salientar que, em geral, o consumo dos utilizadores da internet tende mais para quantidade e para a rapidez do que para a a análise ou leitura de longos artigos e reportagens, dado que facilmente estes se perdem na vastidão de informação e de links do mundo virtual."


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"A concorrência dos jornais em papel gratuitos"

"A concorrência dos jornais em papel gratuitos" | Diferença entre Jornalismo e outras formas de comunicação | Scoop.it

Estes jornais gratuitos, estrategicamente posicionados nos locais de transportes públicos, onde podemos encontrar maiores concentrações de pessoas, levam a uma maior procura destes conteúdos. Sendo assim, fazem concorrência aos novos media que são também gratuitos.

 

O jornal "O Metro" foi criado com base nos "Man made the city, but now the city is shaping man. Rapid urbanisation in conjunction with the effects of globalisation give rise to a global class of citizens who share a mindset and a set of values related to urban living. We call this the Metropolitan mindset."

 

"O fenómeno dos jornais gratuitos começa a assumir importância ainda durante a década de 90 e sobretudo na entrada no novo milénio mormente com o surgimento na
Imprensa nacional dos jornais “Jornal da Região” (1996), e mais tarde o “Destak” (2001), aos quais se juntaram ainda o “Dica da Semana” (2002) e a
versão portuguesa do “Metro” (2005). Deste lote de publicações são fundamentalmente os jornais “Destak” e “Metro” que apresentam maior impacto
mediático, não só pelas suas características enquanto jornais generalistas e concorrentes à Imprensa diária, mas também pela difusão que têm vindo a ganhar ao nível do mercado. Na realidade, o seu sucesso motivou e impulsionou, em parte, o aparecimento de novos jornais gratuitos. (...) Este fenómeno poderá marcar uma era nova ao nível da Imprensa sobretudo se levarmos em linha de conta o crescimento exponencial que estes jornais têm conhecido nos últimos anos em Portugal (à semelhança do que se sucede um pouco por todo o mundo), bem como os sucessivos aparecimentos de novos diários e semanários gratuitos, sinais por si só indicativos de que a Imprensa gratuita tenderá a crescer ainda mais no futuro."

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"Jornais em formato online versus jornais em papel"

"Jornais em formato online versus jornais em papel" | Diferença entre Jornalismo e outras formas de comunicação | Scoop.it

 

"Assim sendo, e apesar de ser notória (de 2008 para 2010) a quebra no número de inquiridos que apenas lêem jornais em papel, a percentagem de inquiridos que utilizam o suporte tradicional supera ainda claramente o registado para o suporte online."

Embora surjam constantemente novas formas de comunicação, os leitores preferem os media tradicionais, em oposição a teorias do desaparecimento destes últimos. Mesmo assim, estes dados são mais "antigos" e atualmente se note uma maior adesão aos novos meios.

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"Os desafios do jornalista profissional"

"Os desafios do jornalista profissional" | Diferença entre Jornalismo e outras formas de comunicação | Scoop.it

"Quando interrogados sobre o papel que hoje é atribuído ao Jornalista, a maioria dos inquiridos considera ser a opção “Transmissor de Acontecimentos” aquela que melhor define o objectivo último da profissão. Ainda assim, muitos são os que consideram tratar-se de um Intérprete da Realidade (29,3%). Em menor número estão aqueles que associam o papel de Jornalista como porta-voz do cidadão comum ou à defesa de causas consideradas justas."

 

 

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"Taxas de utilização da Internet nos diferentes escalões etários"

"Taxas de utilização da Internet nos diferentes escalões etários" | Diferença entre Jornalismo e outras formas de comunicação | Scoop.it

As taxas elevadas de utilização da Internet contribuem para uma maior adesão aos novos media, uma vez que o consumidor destes conteúdos prefere ter acesso à informação em tempo real e neste formato.

 

"Comecemos a análise pela taxa de utilização de Internet em Portugal. Os dados do estudo revelam que cerca de 41% dos inquiridos são utilizadores1 de Internet. Não obstante, é imperativo desvelar algumas nuances no interior destes sublinhando que 4% do total revelaram uma utilização parcial. A saber, 1% do total dos inquiridos que afirma utilizar apenas as funções de e-mail e 3% que navega na Internet mas não possui conta de e-mail. Ficamos assim com uma taxa de utilização da população portuguesa balizada entre os 37% e 41%.

Por outro lado os indicadores demonstram que mais de metade (52%) dos portugueses
nunca utilizaram a Internet. Para além destes, 3% dos inquiridos teve contacto com esta realidade apenas de forma indirecta e mediada, ou seja, recorrendo à ajuda de terceiros. Acrescente-se ainda a estes proxy-users, a parcela de inquiridos que afirmaram ter utilizado a Internet apenas uma vez e com o intuito de experimentar, que representa 4%."

 

Importa informar também sobre a influência da idade na procura dos novos media ou dos meios tradicionais.

 

"A análise dos dados permite verificar que a variável idade explica, em muito, a utilização de Internet. Se no escalão etário acima dos 64 anos encontramos apenas 5% de utilizadores, no grupo etário mais jovem, dos 15 aos 24 anos, encontramos uma taxa de penetração de Internet substancialmente superior, na ordem dos 81%. Se avançarmos no escalão etário, chegando aos jovens adultos, entre os 25 e 34 anos, vemos que no interior deste grupo a taxa é de 60%. Já nas idades entre os 35 e os 44 anos observa-se que 46% são utilizadores de internet, e nos 45 aos 44 temos 30%, e entre os indivíduos com idades entre os 55 e os 64 anos apenas 19%.
Vemos assim que quanto mais jovem, maior será a probabilidade de se ser utilizador da
Internet. Acrescente-se ainda um pequeno lembrete metodológico, alertando para a
ausência de inquiridos com idades inferiores a 15 anos na amostra. Introdução essa que iria, certamente, engrossar o volume de utilizadores de Internet."

 

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"Jornais Online"

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"“O aparecimento dos jornais on-line” – O contexto de emergência das
novas Tecnologias de Informação e Comunicação em todo o mundo e
ascensão da Internet, irá proporcionar o aparecimento do jornal on-line. Com
essa mudança assistimos na década de 90 a uma transformação da realidade
do sector da Imprensa em Portugal. Nessa altura os jornais começam a
disponibilizar informação via on-line passando mais tarde a disponibilizar na
íntegra as suas edições do dia, naquilo que se pode designar a transição do
papel para o “pixel”. O primeiro jornal a colocar a sua edição via on-line foi o
“Jornal de Notícias” (1995), seguindo-se “Público” e “Diário de Notícias” (igualmente em 1995). No entanto, o expoente máximo desta transformação acontece com o surgimento dos jornais exclusivamente em formato electrónico.
As fontes pesquisadas, apontam para o “Setúbal na Rede” como pioneiro no
contexto da Imprensa nacional no âmbito deste tipo de jornal."

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"Necessita o jornalista de hoje de formação académica superior?"

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Desta forma pretendemos avaliar a mudança de valores da sociedade no que diz respeito à aceitação dos novos media em confronto com os media tradicionais.

Consideramos assim este fator uma das maiores diferenças entre o jornalismo e os outros media, que se encontram em crescimento.

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"Ideias para os «novos jornais»"

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1. Os novos "jornalistas"

"O jornal não é só feito por jornalistas. O jornal espelha o ar do seu tempo, um tempo onde o número de protagonistas que relatam a realidade aumenta."

O jornalista cibernauta não necessita de licença profissional de jornalismo. Pode fazer publicações em blogues, sem se encontrar no contexto restrito que os jornais (media) implicam.

 

2. Facilidade de acesso à informação

"Se algo não for facilmente acessível ao leitor, ele encontrará forma de o obter em qualquer outro lado e de qualquer outro modo."

O leitor tem autonomia para escolher os conteúdos que vão ao encontro dos seus gostos e necessidades.

 

3. Novo formato e aproveitamento das funcionalidades da internet

"Os jornais são feitos de todos os materiais e suportes tecnológicos que possam transportar signos e projectar o seu valor informacional. A articulação entre palavra escrita e fotografia, infografia, vídeo, ou som, tem sido acelerada pelo elemento digital."

 

4. A evolução dos media tradicionais

"Os jornais não produzem para uma só audiência estática no espaço e imutável. Um segmento crescente da audiência habita simultaneamente vários contextos físicos e virtuais (redes sociais e blogues), é móvel no espaço (movimenta-se, viaja) e evolui com as tendências (é crítica, aprende). É para a soma das "velhas" e "novas" audiência(s) que se produzem e distribuem conteúdos dos "jornais"."

 

 

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