Vamos fazer de conta que um acidente nuclear aconteça enquanto eu estou escrevendo esse post..

 

Quais sites, perfis, redes sociais ou portais você irá acessar para ter notícias confiáveis ou relevantes sobre o evento? Fotos? Onde buscar fotos sobre o país onde a tragédia está ocorrendo? Depoimentos, vídeos, detalhes sórdidos?

 

Sempre elegemos pessoas e canais que nos dizem o que devemos ver, ou ver primeiro. Ainda bem. Seria muito difícil filtrar tantos bits sozinho. Os especialistas no assunto compartilham as informações que pretendemos encontrar, enquanto os sites e aplicativos são os meios que nos permitem chegar lá.

 

O mais importante buscador do mundo, está o tempo todo nos ajudando a eleger e destacar os dados que nos interessam, tornando-se uma forma de curador da internet.

As redes sociais também se tornaram curadorias coletivas, onde as informações mais compartilhadas são consideradas as mais importantes.

 

Os Professores são os mais antigos curadores da informação. Atualmente dividem espaço com personalidades da web que filtram pelo twitter o que é relevante.

Pierre Lévy – Escolher as fontes de informação e não misturar plataformas/canais com fontes. Pessoas, instituições, grupos, etc, são as fontes de conhecimento. E o meio utilizado para transmitir este conhecimento é a plataforma ou o canal.


Quais critérios um curador da informação deve ter ao eleger um conteúdo para divulgação na rede? Quais são os grandes curadores da informação que devemos escolher para nos passar informações sobre acidentes nucleares ou o endereço da padaria?

 

Quando as perguntas são muitas e nem o Google salva, a resposta é: Blogue-as. Blogue as perguntas. Portanto aqui estamos! Periodicamente discutindo informação, conteúdo, cibercultura, comportamento e curadoria digital.