Collaborative Economy
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Collaborative consumption: sharing is profitable (and sustainable)

Collaborative consumption: sharing is profitable (and sustainable) | Collaborative Economy | Scoop.it
Welcome, presentation and closing: Juanjo Rodríguez (Lic&MBA 97), President of the ESADE Alumni Marketing Club Speakers: Antonin Leonard, Founder of OuiShare. "El consumo colaborativo y la economía colaborativa" ...

Via OuiShareRIO
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Taxis Go Communal: Bandwagon Brings Taxi Sharing to NYC

Taxis Go Communal: Bandwagon Brings Taxi Sharing to NYC | Collaborative Economy | Scoop.it
With a palpable enthusiasm for collaboration, David Mahfouda is plotting a new future for taxi transportation in New York City—one that’s more cost-effective, efficient, and sociable.

Via jean lievens
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The Collaborative Economy Can Help Save the Planet - Silicon Hills News

The Collaborative Economy Can Help Save the Planet - Silicon Hills News | Collaborative Economy | Scoop.it
The world is getting hotter.
In fact, it’s supposed to rise 11 degrees fahrenheit over land by the 2060s if we don’t meet our goals to reduce carbon impact, said Robin Chase, founder of Buzzcar, a peer-to-peer car sharing service and co-founder and former CEO of Zipcar, a car sharing service.

Via jean lievens
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How The Sharing Economy Is Changing My Life - Dot Complicated

How The Sharing Economy Is Changing My Life - Dot Complicated | Collaborative Economy | Scoop.it
There are a few reasons why I am super interested in the emerging collaborative economy and I’d like to share how my life and sense of community have greatly improved through it over the past 12 months.

Via jean lievens
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The Sharing Economy meets the Internet of Things

The Sharing Economy meets the Internet of Things | Collaborative Economy | Scoop.it

Noise over what has been called Collaborative Consumption – and elsewhere The Sharing Economy – has been increasing in volume for some months now. Kickstarter, a crowdfunding business that exists to let people from anywhere in the world donate to singular projects, is a great example of this new philosophy. The company has played roles in funding films, games consoles and civic projects like the construction of bridges. Zeitgeist has made use of sites likes AirBnB and Housetrip to stay in lovely, very affordable apartments in places like Paris and New York. These diverse businesses aren’t necessarily united in a single cause to drive the sharing economy, but they are all trying to make use of what some economies, particularly in the West, excel at producing:surplus.


Via jean lievens
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When #Sharing Doesn't Make Sense in the Sharing Economy @ Weeder

In the ideal vision of the “sharing economy,” people own less stuff, while the stuff they do own gets used far more, thanks to hyper-efficient marketplaces that use mobile technology to share all this stuff with the rest of the world.


Via jean lievens
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How Capitalism And Regulation Will Reshape The Sharing Economy

How Capitalism And Regulation Will Reshape The Sharing Economy | Collaborative Economy | Scoop.it

CIO Network Insights and ideas for technology leaders. Written by Mike Jones, CEO of Science, a technology studio in Los Angeles. Every story about the sharing economy starts the same way. An individual constrained by the limits and demands of a job has found a way to make an easy living, thanks to [Airbnb, Dogvacay, SnapGoods]. You fill in the blank.


Via jean lievens
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Prepare-se para viver em um mundo copyleft

Prepare-se para viver em um mundo copyleft | Collaborative Economy | Scoop.it

As dinâmicas de código aberto estão contagiando o mundo analógico. Matéria da Revista Select trata do assunto e cita casos em que as teorias criadas por Richard Stallman para os códigos de programação foram adaptadas para cidades, bairros, ruas e praças. A ideia é simples: 


"0: Liberdade para executar a cidade seja qual for nosso propósito.
1: Liberdade para estudar o funcionamento da cidade e adapta-lo às suas necessidades – o acesso ao código-fonte é um pré-requisito para isso.
2: Liberdade para redistribuir cópias e assim ajudar ao seu próximo.
3: Liberdade para melhorar a cidade e depois publicar para o bem de toda a comunidade."

 

"Uma cidade copyleft é uma praça aberta, participativa, cujo código-fonte está escrito coletivamente (projeto Wikiplaza). A cidade copyleft é um espaço urbano gerido e melhorado em rede (projeto Esta Es Una Plaza). A cidade copyleft é um conjunto compartilhado de dados abertos sobre os orçamentos de cada bairro (projeto Mon Quartier). Ou uma plataforma como PortoAlegre.cc que procura informação compartilhada e processos colaborativos."

Leia mais, aqui: http://www.select.art.br/article/reportagens%20e%20artigos/cidades-copyleft?page=unic

 

No Rio de Janeiro, um grupo de pessoas resolveu adotar a praça São Salvador e aplicar o conceito de open source para organizar os eventos e iniciativas da comunidade que frequenta o espaço. No Facebook, a comunidade Wikipraça é o ponto de encontro dos envolvidos com o projeto e centro de discussão de outros projetos.  https://www.facebook.com/pages/Wikipra%C3%A7a/339491899482601?ref=ts&fref=ts e http://wikipraca.wordpress.com/.

 


UM PAÍS


Se uma cidade open source é difícil de imaginar, que dirá um país. O alemão Stephen Kovats quer utilizar tecnologias de código aberto e o conceito de transparência e cultura livre para construir a primeira nação de código aberto do mundo, o Sudão do Sul, país criado em 2011 após mais de 50 anos de guerra civil. A capital, Juba, seria o modelo. O projeto ainda está começando. Você pode ler mais sobre o assunto aqui: http://blogs.estadao.com.br/link/o-pais-open-source/


Gabriela Agustini escreve, em seu blog, que "um dos focos da discussão sobre Juba é pensar modelos de sustentabilidade econômica, com base em uma economia colaborativa. A criação de comunidades rurais, de moedas alternativas estão no horizonte, assim como foco em microfinanciamento, empréstimos peer to peer (entre pares). Tudo isso faria parte de um “Open Source Monetary System”, que permitiria um crescimento do país mais sólido e igualitário." Veja mais aqui: http://gabiagustini.tumblr.com/post/37400087976/osjuba-e-a-construcao-de-uma-cidade-open-source



 

UMA PESSOA


Já o cineasta neozelandês Sam Muirhead quer passar um ano seguindo o princípio open source em tudo o que precisa para viver, diz o Link, do jornal O Estado de S.Paulo.  “Não vou mais comprar nada patenteado e vou buscar alternativas para substituir as coisas que já tenho.” O projeto deu a largada em agosto de 2012. Veja abaixo uma pequena listas de itens que ele já conseguiu substituir: 

Pão: “Não há patentes envolvidas na produção de pão. Eu tento assar meu próprio pão na maior parte do tempo. Se eu encontrar uma padaria que encoraja o compartilhamento de suas receitas, vou comprar pão ali”

Roupas: “Você ficaria surpresa se soubesse o quanto da cultura de remix está presente na moda”, explica Sam. Ele está aprendendo a costurar e descobriu uma iniciativa que hackeia máquinas de costura para criar e compartilhar projetos de roupa livremente, de maneira semelhante ao mecanismo de uma impressora 3D

Restaurantes: Sam tenta frequentar lugares que se adequem ao projeto – restaurantes que divulgam as receitas e bares com cervejas artesanais. “Berlim torna isso mais fácil, especialmente em Kreuzberg (o bairro em que ele vive), que tem uma cultura de independência política e de criação”, diz.

Saúde: Os remédios genéricos são a alternativa para ele – a indústria farmacêutica é toda baseada em patentes. “Peço ao médico a receita da versão genérica”, diz Sam.

Higiene: Sam aprendeu a fazer sua pasta de dente e seu sabão em pó em casa. E ele continua comprando papel higiênico – uma invenção cuja licença, aliás, já está em domínio público.

Para ler a entrevista completa com Sam, clique aqui: http://blogs.estadao.com.br/link/a-vida-sem-patentes/

 


Via redação Transversais
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Você já ouviu falar em economia criativa?, via Endeavor Mag

Você já ouviu falar em economia criativa?, via Endeavor Mag | Collaborative Economy | Scoop.it

Startups são geralmente associadas ao mercado digital. Mas você sabia que também é possível criar um negócio em um contexto totalmente diferente? Moda, artes e cinema, por exemplo, são áreas que guardam inúmeras oportunidades. Tradicionalmente presentes no nosso dia-a-dia, elas agora fazem parte do universo das startups, através da economia criativa.

 

Estabelecido sobre oito pilares – arquitetura, design, artes, moda, cinema, audiovisual, literatura e artes cênicas –, segundo o conceito original do inglês John Howkins, este nicho pode ser definido como uma forma de transformar criatividade em resultado e, mais que isso, de pensar as relações em comunidade. É um novo olhar sobre o empreendedorismo, que pede multidisciplinaridade por parte do empreendedor, atenção a novas profissões e tem a economia colaborativa como seu carro-chefe.


Via ProjectHub
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Dados sobre a economia colaborativa nos EUA (infográfico feito ...

Dados sobre a economia colaborativa nos EUA (infográfico feito ... | Collaborative Economy | Scoop.it
Infográfico criado pela SunRun e Haris Interactive apresentando novos dados sobre a economia colaborativa.
Justgotaxi's insight:

US collaborative economy.

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One Step Back for the Sharing Economy - Techonomy

One Step Back for the Sharing Economy - Techonomy | Collaborative Economy | Scoop.it
In a setback for the sharing economy, the Office of the New York Attorney General has issued a subpoena demanding data about all Airbnb hosts in New York.

Via jean lievens
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Share, Co-Create, Disrupt: A Snapshot of the Collaborative Economy

The traditional narrative of amassing material goods and personal ownership is changing. Driven by economics, a desire for experiences, the dematerialization of (#SuperBowl is coming to NYC, & many residents are turning @Airbnb hosts.

Via jean lievens
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#Airbnb’s Woes Show How Far the #Sharing Economy Has Come | TIME.com

#Airbnb’s Woes Show How Far the #Sharing Economy Has Come | TIME.com | Collaborative Economy | Scoop.it

Sharing economy companies have an obvious incentive to make peace. Operating under the threat of fines, lawsuits and shutdown is not exactly a good long-term strategy or a magnet for investment. Earlier this year, Lyft happened to take $60 million in funding while Airbnb took $120 million. Venture capitalists that put up that kind of money surely want any uncertainty resolved. Many sharing economy companies have had to nimbly react to potential scandals, including Airbnb which created a $1 million guarantee against property damage after one incident garnered widespread attention.

 




Via jean lievens
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Euro Freelancers Launch the European Sharing Economy Coalition - Euro Freelancers

Euro Freelancers Launch the European Sharing Economy Coalition - Euro Freelancers | Collaborative Economy | Scoop.it
The European Sharing Economy Coalition is the first network to forge a unified voice, advocating for a truly functioning European Sharing Economy.

Via jean lievens
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Miles and Reece's curator insight, February 12, 2015 9:11 PM

This sounds like the idea will either work very well. Or it will not work at all. And im guessing that because this was from 2 years ago and never heard anything about it it did not work well

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Sharing Economy: Collaborative Consumption

Sharing Economy: Collaborative Consumption | Collaborative Economy | Scoop.it
By Ward Plunet | peer-to-peer, crowdfunding, coworking, 3D printing, new economy, society 3.0 (RT @peers: Awesome new @Flipboard magazine!

Via jean lievens
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Yes, OuiShare now speaks Spanish! | Megafounder Blog

Yes, OuiShare now speaks Spanish! | Megafounder Blog | Collaborative Economy | Scoop.it
OuiShare is “una comunidad creativa para la economía colaborativa” – so if you speak Spanish and would like to contribute with content or translations of your favourite articles, do not hesitate to visit “Contribuir en OuiShare” ...

Via OuiShareRIO
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Is the sharing economy set for a fall? | DZone

Is the sharing economy set for a fall? | DZone | Collaborative Economy | Scoop.it

The last few years have seen a huge rise in the fortunes and popularity of peer to peer websites, which allow individuals to buy, or rent, products from one another.  At the head of the queue lauding this new economy was Jeremiah Owyang via his report into what he called the collaborative economy.


Via jean lievens
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Economia colaborativa:Especial - Economia - Macro Economia - Economia & Negócios.

Economia colaborativa:Especial - Economia - Macro Economia - Economia & Negócios. | Collaborative Economy | Scoop.it

"O meio digital e, sobretudo, a internet têm estimulado releituras de conceitos considerados pilares da economia. (...) 'Isso está constituindo outra economia e talvez até uma nova era' (William Brian Arthur, do INET).

"A cultura de compartilhar provavelmente não seria possível sem as facilidades oferecidas pela rede. É por meio da ferramenta que esse movimento da economia está se desenvolvendo e colocando em xeque, por exemplo, a forma tradicional de obter lucro. Hoje, uma companhia pode ganhar de outras maneiras, além da venda. O empresário pode transformar o aluguel e a troca em negócios rentáveis ou lançar um projeto na internet que será financiado por doações.

Em uma relação colaborativa, é possível faturar mesmo que produtos e serviços sejam gratuitos para o consumidor final. O financiamento (e o lucro), nesse caso, é provido por outras fontes. (...)

O consumo também deixou de ser representado apenas pela compra, e o conceito de posse está sendo questionado. Poupar, trocar e tomar emprestado se apresentam como outras possibilidades, muito estimuladas por meio da rede. Algumas pessoas deixam de pagar para ter e passam a desembolsar dinheiro para acessar um serviço ou utilizar alguma ferramenta só pelo tempo necessário, como no uso compartilhado de carros.

(...) o compartilhamento só é viável porque há uma multidão de colaboradores que interage e se encarrega dessa releitura. O crowd (multidão, em inglês) se impôs, apesar dos limites econômicos e financeiros fixados por grandes companhias, e se tornou mais ativo. Boa parte dessa multidão é jovem. 'A nova geração está chocando todos os processos de negócios', afirma Gil Giardelli, professor do Centro de Inovação e Criatividade da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

A velocidade com que os países se adaptam a essas mudanças é variável. As economias em desenvolvimento, apesar de enfrentarem mais obstáculos para colocar inovações em prática, têm grande potencial para desenvolver essas iniciativas. A economista Dora Kaufman, do Centro de Pesquisa em Redes Digitais da Universidade de São Paulo (USP), vê necessidade de reinventar os modelos de empresa, concorrência e consumo, pois os atuais não respondem aos novos desafios. "Talvez o Brasil tenha uma posição privilegiada em relação a outros países, em função da forte presença nas redes digitais."

Por outro lado, a dificuldade em mexer na estrutura corporativa tradicional do Brasil impede que o poder da tecnologia seja exercido a pleno vapor. Giardelli entende que o País está atrasado e falta desenvolver um espírito empreendedor e inovador para transformar criatividade em inovação. 'Estamos engatinhando nesse processo. É preciso que o usuário veja a internet como um meio para ter novas ideias e executá-las', diz.

(...) Além do lucro, a competitividade é outro conceito afetado pela influência da internet nos negócios. A convivência com diversas possibilidades de consumo interfere na maneira como as empresas mapeiam a concorrência. Grandes companhias podem ter de competir, por exemplo,"

Leia na íntegra em Etadão l Economia & Negócios  http://economia.estadao.com.br/especiais/economia-colaborativa,207234.htm

 


Via Pá Ugalde
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Entendendo a Economia Colaborativa | Blog da Lecom

Entendendo a Economia Colaborativa | Blog da Lecom | Collaborative Economy | Scoop.it
Neste espaço do Blog da Lecom procuramos sempre trazer algum recurso (gratuito) que nos ajude, de alguma forma, no nosso trabalho e na nossa presença digital. Essas Utilidades da Internet podem vir sob várias formas: ...
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Economia colaborativa | Co_labore

Economia colaborativa | Co_labore | Collaborative Economy | Scoop.it
O meio digital e, sobretudo, a internet têm estimulado releituras de conceitos considerados pilares da economia. Modelos de negócios consagrados no século passado são cada vez mais adaptados a um cenário em que ...
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