Ciência, Arte e Cultura.
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Os potências brasileiros Vencedores do NOBEL, que não foram.

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André Sanguinette's insight:

Conheça agora a seleção de craques que quase fizeram gol, mas bateram com a bola na trave.

1. Cesar Lattes

Sabe aquele gol que o juiz não marcou porque não viu a bola? Essa parece ser a única explicação para Cesar Lattes (1924-) não ter ganho o prêmio de Física de 1950. O brasileiro comprovou experimentalmente a existência da partícula subatômica méson pi e quem levou o prêmio foi o britânico Cecil Powell, que ajudou na redação do estudo.

2. Carlos Drummond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) não queria saber do jogo. Quando, em 1967, seu tradutor para o sueco pediu todas as suas traduções disponíveis, ele não quis colaborar. O pedido havia partido do comitê do Nobel de Literatura, mas não agradou ao mineiro. Ele dizia, em suas crônicas no Jornal do Brasil, que o merecedor era o amigo Jorge Amado.

3. Celso Furtado
O paraibano Celso Furtado (nascido em 1920) era a nossa esperança para a partida que ocorreu no dia 10 de dezembro de 2004. Ele concorria ao prêmio de Economia. Apesar de a cartolagem do Nobel privilegiar economistas matemáticos, Furtado tinha chances, pois o indiano Amartya Sen, que também estudava o desenvolvimento econômico, foi premiado em 1998.

4. Jorge Amado

O baiano Jorge Amado (1912-2001) ofereceu perigo de gol até os últimos minutos do segundo tempo. Mas acabou partindo antes que o prêmio chegasse. O momento em que esteve mais próximo do Nobel de Literatura foi em 1967, logo após o sucesso de Dona Flor e seus Dois Maridos. Nesse ano, perdeu para o guatemalteco Miguel Angel Astúrias.

5. Mario Schenberg

Mario Schenberg (1916-1990) foi o nosso Pelé da física teórica. Formulou, com George Gamow, o processo Urca, que explica a perda de energia nas supernovas comparando-a ao sumiço da grana nos cassinos da Urca (RJ). Schenberg trabalhou com os monstros sagrados Enrico Fermi e Wolfgang Pauli e sempre esteve na boca da área do Nobel.

6. Maurício Rocha e Silva

O bioquímico carioca Maurício Rocha e Silva (1910-1983) fez uma grande jogada na briga pelo Nobel de Medicina. Ele descobriu a bradicinina, substância importante para a controle da pressão arterial, em pesquisa com o veneno da cobra jararaca. Infelizmente, os olheiros da academia não prestaram muita atenção no lance de Maurício.

7. Sérgio Henrique Ferreira

O bioquímico paulista Sérgio Henrique Ferreira (1934-) é um jogador criativo e que não sai da área. Recebeu o passe de Rocha e Silva e desenvolveu a jogada, ajudando na criação de drogas a partir da bradicinina. Fez tabelinha com o britânico John Vane, num lance que valeu o Nobel de Medicina em 1982. Mas a cartolagem premiou só o gringo.

8. Jorge de Lima

O alagoano Jorge de Lima (1893-1953) foi um talento reconhecido em 1947 por um olheiro do Nobel. Impressionado com a obra do poeta, Artur Lunkvist convenceu a academia a dar o Nobel de Literatura a ele no ano de 1958, já que havia uma lista de autores para ganhar antes. Infelizmente, Jorge morreu em 1953. E o Nobel só premia vivos.

9. Otto Gottlieb

O único craque a disputar o Nobel de Química foi Otto Gottlieb (1920-), em 2001. Otto nasceu na República Tcheca e se naturalizou brasileiro. Nada mais natural para o cientista que, de tão apaixonado pelas nossas plantas, inventou um índice para medir a biodiversidade de ecossistemas como a Floresta Amazônica e a Mata Atlântica.

10. Carlos Chagas

Carlos Chagas (1878-1934) foi quem mais chutou a gol no time. Chegou a ser indicado quatro vezes em Medicina. O problema era que, no começo do século, a academia apitava pelos europeus e americanos. Só isso explica o fato de o primeiro e único cientista até hoje a identificar todo o ciclo de uma doença (o mal de Chagas) não ter sido premiado.

11. Dom Paulo Evaristo Arns
Dom Paulo Evaristo Arns (1921-) foi um dos defensores da camisa canarinho na disputa pelo Nobel da Paz. Ele concorreu em 1990, mas teve que encarar o megacraque Dalai Lama, que ficou com o título. Dom Hélder Câmara, Zilda Arns, o sociólogo Betinho e até o presidente Lula também deram a sua contribuição para emplacar na categoria.

Texto de Daniel Lagares
Fonte: SBPC

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OBSERVATÓRIO CULTURAL TORRE MALAKOFF. #educaçãorecife

OBSERVATÓRIO CULTURAL TORRE MALAKOFF.  #educaçãorecife | Ciência, Arte e Cultura. | Scoop.it
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OBSERVATÓRIO CULTURAL TORRE MALAKOFF. 

  A partir de domingo, dia 7 de Abril a torre Malakoff estará aberta ao público para realização de observações astronômicas com telescópios e palestras. EAD-UFRPE e Céu de Pernambuco promovendo a divulgação científica em nossa cidade.

Os monitores que estão la para promover a cultura em ciência, apresentando alguns dos mais bonitos objetos de estudo, de todas as ciências, o Universo, São estudantes de Física da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e integrantes   do grupo de astronomia amadora Céu de Pernambuco. 
São Eles: André Luiz Mendonça (UFRPE - Física)
                   Plícida Maria Arcoverde (UFRPE - Física)
                   Filipe Vieira (UFRPE - Física)
                   Everaldo Junior (UFRPE - História), entre outros.

Estão todos convidados. Nesse período estamos apresentando, o belo planeta Júpiter e suas luas galileana, Algumas constelações e a nossa Lua que não pode faltar.
                                         Todos os Domingos das 16:00 ás 20:00 horas. http://fisicamente.weebly.com/index.html
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Nicolau Copérnico, revolucionário da astronomia, morreu há 470 anos

Nicolau Copérnico, revolucionário da astronomia, morreu há 470 anos | Ciência, Arte e Cultura. | Scoop.it
Em 24 de maio de 1543 morreu Nicolau Copérnico, que descreveu o sistema heliocêntrico, segundo o qual o Sol é o centro do sistema solar e a sucessão de dias e...
André Sanguinette's insight:

Nossa pequena homenagem ao mestre Nicolau Copérnico pelo 470º ano de sua morte, um dos pais da ciência moderna que inspirou e contribuiu para o desenvolvimento da mente humana.

Quando o astrônomo polonês começava a mostrar a beleza da física celeste o nosso país estava sendo degradado pelos portugueses a mais de 50 anos.

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A MENINA QUE ODIAVA LIVROS

A Menina Que Odiava Livros

Via Edilson D. Santos, Sandra V. Barbosa
André Sanguinette's insight:

A animação educativa no desenvolvimento
pessoal e social de futuros formadores:
uma abordagem centrada na prática teatral

 

Maria José dos Santos Cunha
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Portugal

 

Resumo

 

Neste artigo procuramos focalizar, a partir de um trabalho realizado em
contexto extra-curricular com formandos das Licenciaturas de Educação de
Infância e de Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico, o papel de um objecto
de estudo ainda pouco explorado num contexto de formação inicial, o da
animação educativa aliada a práticas teatrais, descrevendo de forma sintética
o processo que a ele conduziu, apresentando os resultados e apreciando os
seus valores.

 

E para mim, por exemplo, traz lembranças ótimas, e devo suspeitar que pra muitos amigos que como eu tiveram uma infância em um tempo que os valores eram outros. 

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André Sanguinette's comment, April 30, 2013 11:49 PM
Lembrou-me de minha infância, obrigado pela recordação, passava a maior parte do dia assistindo desenho animados como esses. muito bom...
Sandra V. Barbosa's comment, May 1, 2013 1:41 AM
André Sanguinette, obrigada pelo comentário e ampliação do tema.
Edilson D. Santos's comment, May 1, 2013 9:35 AM
Penso que as crianças tem muito a nos ensinar. Meus netos e netas estão sempre me ensinando.