ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE
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Portal Corporativo da Chesf

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Chamada Pública para geração em energia eólica e solar 
Empresa cadastra interessados em formar parcerias, na modalidade consórcio

Rogerio P Assis's insight:

A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) está cadastrando interessados em formar parcerias, na modalidade de consórcio, em empreendimentos de geração eólica e geração solar (fotovoltaica e heliotérmica), para participação nos Leilões ANEEL e, em caso de êxito no certame, constituir Sociedade de Propósito Específico – SPE, bem como visando à comercialização no Ambiente de Contratação Livre, ACL.

Informações adicionais encontram-se disponibilizadas nos links abaixo, onde os interessados poderão obter os Procedimentos para a Seleção e os Formulários de Cadastramento específicos.

 

Contatos poderão ser feitos pelo e-mail: eolica-solar@chesf.gov.br

Ressalte-se que os formulários de cadastramento devem ser enviados para o e-mail acima citado, considerando os seguintes prazos:

 

Participação Leilão A-3/2013: até as 18h00 (dezoito horas), horário de Brasília, do dia 30.09.2013.

Participação Leilão A-5/2013: até as 18h00 (dezoito horas), horário de Brasília, do dia 30.10.2013.

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Para falar sério

Para falar sério | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
Enquanto a produção industrial segue patinando, sem força para dar o impulso que só ela é capaz para arrastar a economia em geral, com a inflação e as contas externas em ordem, o governo e um pedaço d ...
Rogerio P Assis's insight:
Enquanto a produção industrial segue patinando, sem força para dar o impulso que só ela é capaz para arrastar a economia em geral, com a inflação e as contas externas em ordem, o governo e um pedaço do empresariado se agarram aos programas de inovação tecnológica como elixir universal para atender todos os problemas devidos à perda de produtividade do grosso das cadeias produtivas brasileiras. Em tese, é isso, o que pressupõe educação de qualidade e um quadro macroeconômico propício ao investimento. Na prática, há muito mais, a começar por dois fatores cruciais e pouco considerados: primeiro, o espírito empreendedor e a vontade de arriscar, atributos raros na cultura empresarial do país; segundo, um ambiente de competição que torne a ocupação de nacos do mercado um evento sempre efêmero, caso a empresa se descuide de inovar e surpreender o consumidor. Sem tais premissas, não há inovação em lugar algum no mundo. Para que gastar dinheiro para fazer algo superior, se há comprador para a produção corrente? Os mercados superprotegidos contra a novidade externa, não por acaso, são aqueles em que os produtos estão uma a duas gerações atrasados em relação às economias mais competitivas, além de terem os preços mais elevados. Não é só por culpa de custos altos de produção, sejam impostos, salários, insumos e logística. Isso vale tanto para carros como para máquinas e equipamentos. Sem diferenciais de qualidade e de tecnologia, a indústria alemã (com o euro estruturalmente valorizado em relação à maioria das moedas e o nível do salário-hora na manufatura seis vezes maior que no Brasil, ou 15 vezes, comparado ao da China) não faria da Alemanha a quarta potência industrial no mundo e terceira na lista dos exportadores. A concorrência é que sacode os acomodados, semeando a "vocação" do desenvolvimento tecnológico. É também esse senso de sobrevivência o que induz o capital e o trabalho a atuar junto em grandes questões, não em lados opostos. Na Alemanha, depois da grande crise de 2008, surgiram vários pactos de preservação de emprego, com participação no lucro e redução temporária de salário. Foi repetição do que se fez antes da introdução do euro, compensando descompassos cambiais. Inovação de provetaCada país tem um modelo peculiar para se manter competitivo. O que não há é inovação de proveta, em que dinheiro público supre a falta de conhecimento acumulado e de coesão social pelo desenvolvimento, transformando acomodados em campeões tecnológicos. Nem na China é assim, com economia planificada. Lá até estatais competem entre si.A inovação de ruptura, além disso, é pouco comum. Normal é que ela se dê mais em termos de processos, com adições de valor nas cadeias produtivas, casos típicos do Japão e da Alemanha. Na Coreia do Sul, último exemplo de país miserável do pós-guerra a ascender ao clube dos desenvolvidos, e na China, também. Mas o desenvolvimento chinês tende a levar a economia mais perto do modelo de inovação dos EUA. Startups criam maisQuanto mais haja subvenção da pesquisa primária, em universidades e laboratórios públicos, maior o avanço tecnológico. A pesquisa com motivação militar diferencia os EUA, mas é a destinação dada a tais conhecimentos o que é transformador. De tempos em tempos avaliam-se as inovações que não têm ou deixaram de ter relevância estratégia, tipo internet, liberando-as a centros privados, de empresas ou não. Esse é um fator competitivo poderoso das empresas dos EUA. Não há reembolso do eventual ganho privado da inovação custeada com fundo fiscal. O mais frequente, porém, é que empresas emergentes, as tais startups, cheguem à frente das grandes. Lá, aqui, onde for, grandes empresas tendem a defender as posições e maximizar retornos. Muitas desaparecem por isso. Os startups são postos avançados na fronteira tecnológica. Algumas, como a Apple, viram gigantes. Outras aparecem e são compradas pelas maiores. Mas a roda da inovação não para. Competição = inovaçãoO traço afim aos modelos de inovação é a existência de firma local (sem o que não há o que incentivar) ou, como na China, políticas de indução da multinacional a abrir centros de pesquisa no país para conceber bens originais. É o modelo pensado pelo BNDES e implantado pela Petrobras para a pesquisa aplicada ao pré-sal, que trouxe para o Rio laboratórios da BP e da GE, por exemplo. E que mais? Definir o modelo de inovação. A experiência alemã e chinesa parece mais viável. Além disso, tem de haver concorrência, com aumento de exportação e importação, e apoiar só o que vale a pena. Não é toda indústria nem qualquer tipo de inovação. E se deve cuidar muito bem dos startups. Trata-se, enfim, de fundir a política industrial à de inovação e de relações comerciais externas. Hoje, nenhuma se fala. É tudo modelo FoxconnAs grandes discussões se perdem, muitas vezes, pela confusão entre os conceitos. Industrialização, por exemplo, significa produção. Já inovação é sinônimo de desenvolvimento. O primeiro caso é o modelo Foxconn, montadora de Taiwan que fabrica por encomenda aparelhos da Apple, entre outros, com fábricas na China, EUA, Brasil. Ela faz o iPad, o iPhone, o Playstation, PCs da Dell e da HP, sem criar nada. A indústria brasileira, nacional e estrangeira, com exceções, como Embraer, Natura, Petrobras, Alpargatas, é tipo Foxconn: faz, e bem, o que outros desenvolvem. É um modelo que não inova. Outra coisa é inovar a linha de produção. A indústria alemã, japonesa e coreana faz assim muito bem, inclusive gerando patentes. Se há um programa de inovação, no mínimo se deve esperar mais que o modelo Foxconn. A Mobilização Empresarial pela Inovação, da Confederação Nacional da Indústria, vai nessa direção. Mas o caminho continua tortuoso.
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Firjan: indústria gastaria mais R$ 1,5 bi com nova forma de cobrança de energia - Monitor Mercantil

Firjan: indústria gastaria mais R$ 1,5 bi com nova forma de cobrança de energia - Monitor Mercantil | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
Rogerio P Assis's insight:

Se o Sistema de Bandeiras Tarifárias, novo mecanismo de cobrança de energia elétrica, já estivesse em vigor no ano passado, o gasto da indústria brasileira com as tarifas adicionais de energia teria sido de quase R$ 1,5 bilhão, sendo R$ 400 milhões só com tributos. O cálculo faz parte do estudo “O impacto da adoção do Sistema de Bandeiras Tarifárias para a competitividade da indústria brasileira”, que a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) divulgou ontem.

Para diminuir o impacto do custo de energia no bolso dos consumidores, tanto residenciais quanto industriais, a Firjan defende a isenção dos tributos ICMS, PIS e Cofins sobre a tarifa adicional que será cobrada na conta de luz com o acionamento das bandeiras. A nova forma de cobrança começa a valer em janeiro do ano que vem para os consumidores do mercado cativo, ou seja, para todos os usuários residenciais e 99,5% dos estabelecimentos industriais do país.

- Embora o custo de energia para a indústria no Brasil tenha sido reduzido em cerca de 20% no início de 2013, o patamar alcançado não foi suficiente para garantir a competitividade da indústria. Os reajustes que já estão ocorrendo ao longo deste ano somados à incorporação do Sistema de Bandeiras no ano que vem, trarão novamente o custo de energia a patamares muito preocupantes - ressalta o gerente de Competitividade Industrial e Investimentos da Firjan, Cristiano Prado.

O novo mecanismo de cobrança vai substituir o sistema em vigor atualmente, que estabelece tarifas diferenciadas para o período úmido e seco. O Sistema de Bandeiras Tarifárias terá uma tarifa-base, que será a mesma ao longo do ano, com valores adicionais que serão cobrados na conta de luz de acordo com as condições de geração de eletricidade de cada região do Brasil, o que dependerá de fatores como o nível do reservatório das hidrelétricas e previsão de chuvas.

O sistema vai sinalizar por meio de bandeiras se o custo da geração de energia está sendo considerado baixo, médio ou alto. A bandeira será verde se o custo de geração for de até R$ 100 por MWh, sem tarifa adicional na conta de luz; Bandeira amarela se custar entre R$ 100 e 200, com acréscimo de R$ 15 na tarifa, e Bandeira vermelha quando o custo de geração de energia for superior a R$ 200, com acréscimo de R$ 30 por MWh na tarifa.

Como a cobrança dos impostos ICMS, PIS e Cofins vai incidir também sobre o valor adicional, a bandeira amarela custará na prática ao consumidor residencial e industrial R$ 20,88 por MWh (15 R$/MWh da bandeira e 5,88 R$/MWh dos tributos), enquanto o acionamento da bandeira vermelha custará R$ 41,76 por MWh (30 R$/MWh da bandeira e 11,76 R$/MWh dos tributos). 



Caso o sistema já estivesse valendo no 1° semestre de 2013, a indústria brasileira teria desembolsado quase R$ 360 milhões só com tributos sobre o adicional da bandeira vermelha, que teria sido sinalizada de janeiro a junho, isso sem considerar os adicionais tarifários. “Por isso a isenção dos tributos sobre o aditivo da tarifa é fundamental para diminuir o peso que o novo sistema de cobrança trará em perda de competitividade para a indústria”, frisa Prado.

Ao simular qual seria o comportamento das bandeiras entre 2005 e 2012, o estudo da Firjan concluiu que, em média, sete meses por ano seriam de bandeira verde e cinco meses de bandeira amarela. Nesse cenário, a conta de energia para o consumidor industrial teria sofrido um aumento de 3%, tendo como base uma tarifa média de 317,54 R$/MWh, calculada a partir das tarifas estabelecidas por 27 distribuidoras do país no ano passado.

Considerando apenas 2012, ano de poucas chuvas, o estudo revelou que cinco meses seriam de bandeira amarela; quatro de vermelha e apenas três de bandeira verde. Isso teria acarretado um aumento de mais de 7% na conta de energia da indústria, tendo como base uma tarifa média de 331,75 R$/MWh. Caso o sistema já estivesse em vigor no ano passado, a indústria teria desembolsado quase R$ 1,5 bilhão a mais com o acionamento das bandeiras amarela e vermelha, sendo que mais de R$ 400 milhões corresponderiam à incidência de tributos.

Como a sinalização da bandeira será informada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o pagamento funcionará como uma espécie de adiantamento, já que só será possível verificar qual a bandeira que realmente entrou em vigor no mês seguinte, a Firjan defende ainda o reembolso do adicional caso a bandeira sinalizada não se confirmar.

Como ações de médio prazo, a Federação reforça questões como a importância de analisar o custo-benefício de uma matriz energética concentrada em usinas a fio d’água, com menor capacidade de regularização, considerando o custo de complementação das termelétricas.

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Indústria do Brasil pretende se aproximar do Paraguai

Indústria do Brasil pretende se aproximar do Paraguai | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
Um estudo da Fiesp apontou que para os empresários do setor têxtil brasileiro, sai mais caro produzir no Paraguai do que importar produtos acabados da China
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A Fiesp indicou à Agência Efe que prepara uma missão de 150 empresários para viajar em outubro ao Paraguai e se reunir com representantes do Governo e do setor privado do país.

 

A patronal, além disso, organiza um encontro em São Paulo para 4 de novembro entre empresários de ambos os países e no qual espera-se a presença do presidente do Paraguai, Horacio Cartes.

 

O Governo de Cartes quer dar prioridade à industrialização do país, com melhor proveito dos recursos de eletricidade, e mantendo o Brasil como um dos principais destinos de sua produção.

 

'O Paraguai pode ser complemento industrial do Brasil, sobretudo no que tem a ver com mão de obra e uso intensivo de energia', declarou ao jornal 'Valor Econômico' o vice-ministro paraguaio de Indústria, Óscar Stark.

 

Para 24 de setembro, está prevista a inauguração dos 348 quilômetros da nova linha de transmissão, que custou US$ 550 milhões e contou com o financiamento do Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focen).

 

Segundo Stark, essa infraestrutura permitirá que seu país 'dobre o uso' de energia, pois na atualidade consome apenas 20% dos 54 milhões de megawatts que produz e passará a consumir vinte milhões de megawatts nos próximos sete anos, enquanto continuará exportando o excedente ao Brasil e Argentina.

 

'Temos tempo para equilibrar isso', apontou Stark. 

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Nem a alta do dólar inverte o déficit da indústria

Nem a alta do dólar inverte o déficit da indústria | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
A escalada do dólar não deve impedir que o déficit da balança comercial de produtos industrializados atinja a casa dos US$ 100 bilhões em 2013 - o...
Rogerio P Assis's insight:

A escalada do dólar não deve impedir que o déficit da balança comercial de produtos industrializados atinja a casa dos US$ 100 bilhões em 2013 - o pior desempenho do setor de manufatura desde o ano 2000. A crise internacional, a perda de competitividade dos produtos brasileiros e o aumento das importações de manufaturados prejudicaram a indústria brasileira que tem registrado crescimento pífio nos últimos três anos.

 

O Brasil perdeu vantagem competitiva em relação a outros países que ganharam espaço no mercado externo em produtos intensivos e em pesquisa e desenvolvimento. Na outra ponta, o Brasil aumentou as importações de produtos acabados, que ficaram mais baratos lá fora por conta do aumento da capacidade ociosa em muitas nações e pelo dólar barato durante um período prolongado.

 

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostram que o déficit comercial de produtos manufaturados é de US$ 103,6 bilhões no acumulado dos últimos 12 meses, encerrados em julho. Nos sete primeiros meses deste ano, o saldo está negativo em US$ 64,3 bilhões, enquanto que no mesmo período do ano passado era de US$ 54,8 bilhões. A balança de manufaturados passou a ser deficitária em 2007, mas piorou depois do auge da crise nos Estados Unidos em 2009. O saldo ficou negativo em US$ 94,1 bilhões no ano passado.

 

Longe do recorde

 

As exportações de produtos acabados nunca mais superaram o recorde de 2008, de US$ 92,6 bilhões, apesar de terem dado sinais de recuperação em 2011. As exportações de itens industrializados somaram US$ 50,6 bilhões de janeiro a julho deste ano, patamar muito próximo aos sete primeiros meses de 2012. No acumulado em 12 meses, totalizaram US$ 90,5 bilhões.

 

Os dados deste ano ainda foram reforçados com a exportação contábil de uma plataforma de petróleo - na prática, o equipamento não foi vendido ao exterior. As vendas que mais cresceram foram de automóveis e etanol ao mesmo tempo em que caíram as de óleos combustíveis, aviões e laminados planos. As importações de manufaturados saltaram de US$ 105,6 bilhões de janeiro a julho de 2012 para US$ 115 bilhões no mesmo período de 2013.

 

Os números acumulados em 12 meses são de importações de US$ 194,1 bilhões, quase US$ 10 bilhões a mais que as compras destes produtos no mercado externo em 2012. As compras de bens de capital, máquinas e equipamentos atrelados a investimentos, subiram 8,9% e de bens de consumo, 5,2%.

 

Para a equipe econômica é normal o processo de recuperação das importações em função da retomada do crescimento econômico e dos investimentos no Brasil. Por outro lado, o governo espera que a valorização do dólar, sentida nos últimos meses, volte a impulsionar as exportações de manufaturados. O governo afirma que não há espaço fiscal para novos estímulos. Até mesmo o Reintegra, criado para dar competitividade à indústria, termina no final deste ano. Este programa devolve às empresas 3% do valor exportado em manufaturados.

 

Uma fonte da equipe econômica argumenta que a desoneração da folha de salários das empresas também dará ganho de competitividade às exportações brasileiras. O governo ainda espera que a indústria tenha redução de custo na compra de insumos importados com a queda na alíquota do Imposto de Importação para 100 produtos a partir de outubro. Outra aposta é que a recuperação da economia dos Estados Unidos amplie as vendas de produtos industrializados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Confiança da Indústria volta a cair e atinge menor nível desde 2009

Confiança da Indústria volta a cair e atinge menor nível desde 2009 | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
São Paulo - O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas, recuou 0,6% em agosto sobre julho, ao atingir 99 pontos ante 99,6.
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São Paulo - O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas, recuou 0,6% em agosto sobre julho, ao atingir 99 pontos ante 99,6. Foi o menor nível desde julho de 2009 (95,7 pontos). Sobre o levantamento anterior, o recuo foi menos intenso. Entre junho e julho, o índice havia caído 4%.

 

Essa queda entre julho e agosto foi influenciada, principalmente, pelo Índice da Situação Atual (ISA) que ficou 1,1% abaixo da última medição com 99,5 pontos, o mais baixo desde julho de 2009 (96,7). O Índice de Expectativas (IE) teve pequena variação negativa de 0,1% e 98,5 pontos, resultado avaliado pelos economistas da FGV como estável, após cinco quedas consecutivas.

 

Na avaliação deles, o resultado da pesquisa Sondagem da Indústria de Transformação mostra que o ritmo de atividade no setor está lento e com expectativas entre neutras e de moderado pessimismo. Uma das sinalizações é o nível de estoques, que diminuiu 3,8%, alcançando 93,1 pontos, marca abaixo da média de 95,9.

 

Para 9,4% dos empresários consultados, o nível de estoques está excessivo, taxa maior do que a apurada em julho, quando 7,7% fizeram  a mesma avaliação. A parcela dos que consideraram o nível de estoques insuficiente passou de 4,5 para 2,5%.

 

No período, também houve queda de 0,5% no indicador de emprego, com 104,6 pontos, o menor desde junho de 2009 (98). Ao serem consultados sobre o que esperam para os próximos três meses, 17% dos empresários acenaram com a possibilidade de ampliar as contratações, proporção melhor em comparação a junho, quando 16% fizeram tal indicação.

 

No entanto, cresceu também a parcela dos que preveem corte de pessoal, passando de 10,9% para 12,4%. Quanto ao Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) houve queda de 0,2 ponto percentual, ao atingir 84,2%.

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A pirâmide da Automação Industrial › Automação Industrial

A pirâmide da Automação Industrial › Automação Industrial | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
Conheça a pirâmide da automação industrial, um diagrama que representa os diferentes níveis de controle em automação, desde os equipamentos de campo.
Rogerio P Assis's insight:

Nível 1 – Aquisição de Dados e Controle Manual: O primeiro nível é majoritariamente composto por dispositivos de campo. Atuadores, sensores, transmissores e outros componentes presentes na planta compõem este nível.

 

Nível 2 – Controle Individual: O segundo nível compreende equipamentos que realizam o controle automatizado das atividades da planta. Aqui se encontram CLP’s (Controlador Lógico Programável), SDCD’s (Sistema Digital de Controle Distribuído) e relés.

 

Nível 3 – Controle de Célula, Supervisão e Otimização do Processo: O terceiro nível destina-se a supervisão dos processos executados por uma determinada célula de trabalho em uma planta. Na maioria dos casos, também obtém suporte de um banco de dados com todas as informações relativas ao processo.

 

Nível 4 – Controle Fabril Total, Produção e Programação: O quarto nível é responsável pela parte de programação e também do planejamento da produção. Auxilia tanto no controle quanto também na logística de suprimentos. Podemos encontrar o termo Gerenciamento da Planta para este nível.

 

Nível 5 – Planejamento Estratégico e Gerenciamento Corporativo: O quinto e último nível da pirâmide da automação industrial se encarrega da administração dos recursos da empresa. Neste nível encontram-se softwares para gestão de venda, gestão financeira e BI (Business Intelligence) para ajudar na tomada de decisões que afetam a empresa como um todo.

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Portal RR4

Portal RR4 | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
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Levantamento reúne informações da indústria de transformação e do processo de perda da participação industrial no PIB ao longo dos anos

O Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp/Ciesp compilou dados sobre a indústria brasileira, sua participação no Produto Interno Bruto (PIB) e na geração de empregos formais do país, além de sua distribuição entre os setores industriais e por porte, e elaborou o “Panorama da Indústria de Transformação Brasileira”.

 

Dentre as informações do trabalho, encontra-se a evolução da participação da indústria de transformação no PIB que, em 2012, foi de 13,3% mas que, na década de 1980, chegou a mais de 25%. A indústria total, por sua vez, constituída por transformação, indústria extrativa mineral e pelos serviços industriais de utilidade pública participou com cerca de 20% do PIB no ano passado.

 

Para construir o documento, o Depecon utilizou dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), do Ministério do Trabalho e Emprego, além de informações da própria Fiesp/Ciesp, a partir de dados compilados em 39 diretorias regionais do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Ciesp.

 

O Panorama visa a responder as questões básicas da indústria brasileira e paulista e fornecer as informações de forma direta e unificada a todos os públicos.

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RS terá investimentos de R$ 250 milhões para fábrica de caminhões | Portal Vitrine

RS terá investimentos de R$ 250 milhões para fábrica de caminhões | Portal Vitrine | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
A indústria do Rio Grande do Sul ganhará impulso com a recuperação do projeto para instalar uma nova montadora de caminhões no Estado. A fabricante Fo...
Rogerio P Assis's insight:

A indústria do Rio Grande do Sul ganhará impulso com a recuperação do projeto  para instalar uma nova montadora de caminhões no Estado. A fabricante Foton Motors Group, da China, deverá anunciar a instalação da primeira planta industrial do grupo, com investimento de R$ 250 milhões, às 14h desta terça-feira no Palácio Piratini, com o governador Tarso Genro e dirigentes da montadora. 

O complexo deverá ser erguido no município de Guaíba, Região Metropolitana. Tarso chega nesta manhã do Rio de Janeiro, onde no BNDES se reuniu com o presidente da instituição, Luciano Coutinho, para tratar do tema. A Foton pretende inaugurar a planta, sua primeira no país, em 2015. O BNDES deve financiar cerca de 80% do investimento. A capacidadede produção inicial é prevista em até 20 mil unidades/ano. Atualmente, a empresa importa para o Brasil os modelos Aumark 3,50 AK, Aumark 6,50 AK e Aumark 8,50 AK, que deverão ser fabricados na montadora gaúcha. Para 2018, a capacidade deverá ser expandida para 50 mil unidades/ano.

Quando esteve em negociação pela última vez no RS, a Foton planejava instalar a fábrica em uma área de cerca de 1,5 milhão de metros quadrados. Seriam gerados, aproximadamente, 400 empregos diretos. Fundada em 1996, a montadora é a maior fabricante de caminhões da China. Fica sediada em Pequim. A sua produção anual é de 750 mil unidades, exportadas para mais de 90 países. Depois de oito meses de negociações, os executivos da Foton chegaram a comunicar, em maio passado, desistência pelo Rio Grande do Sul e assinatura de contrato com o governo do Rio de Janeiro, mas isso foi revertido. 

Ao jornal Correio do Povo, o vice-presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Luiz Carlos Paraguassu, afirmou em julho que a falta de agilidade do Estado em dar continuidade ao projeto era uma dos motivos da retirada da montadora chinesa.  O governo do Estado, agora, comemora a confirmação do empreendimento, que era disputado também pelo estado de São Paulo. No Brasil a produção de caminhões apresentou queda de 40% em 2012, mas neste ano está em recuperação. 

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Governo define investimento em pesquisa, desenvolvimento e engenharia do Inovar-Auto

Governo define investimento em pesquisa, desenvolvimento e engenharia do Inovar-Auto | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
Portaria prevê leque amplo de aportes e inclui dispositivos de segurança
Rogerio P Assis's insight:

O governo finalmente regulamentou como e onde deverão ser feitos os investimentos obrigatórios em pesquisa, desenvolvimento e engenharia previstos pelo Inovar-Auto, a política industrial voltada ao setor automotivo baixada pelo Decreto 7.819 de outubro de 2012. Na terça-feira, 13, foi publicada no Diário Oficial da União a Portaria 772, que estabelece os critérios desses investimentos, para que possam ser computados para fins de cumprimento das exigências do regime automotivo. 

A portaria foi editada em conjunto pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O texto estabelece um amplo leque de possibilidades sobre os investimentos obrigatórios para atender o Inovar-Auto e assim ficar livre de sobretaxação do IPI.

 

As montadoras poderão aportar recursos desde pesquisa básica ou aplicada, para desenvolver novos sistemas, produtos e processos inovadores, como também será possível investir em desenvolvimento experimental, que pode partir de conhecimentos pré-existentes, que pode servir para criar novidades ou aperfeiçoar o que já existe.

 

Com isso, os fabricantes de veículos, em tese, podem continuar fazendo o que sempre fizeram: trazer tecnologia das matrizes e adaptá-la ao mercado local, o que de certa forma tira do Inovar-Auto a intenção original de incentivar o desenvolvimento tecnológico dentro do próprio País. 

Também foi dada às montadoras a possibilidade de incluir dentro das metas de investimento do Inovar-Auto o desenvolvimento de dispositivos de segurança veicular ativa e passiva, desde que sejam incorporados aos veículos até julho de 2017 (ano final do regime) e sejam avanços além do que prevê a legislação – por exemplo, não entram nessa regra ABS e airbags, que já são exigidos pela lei e serão obrigatórios em todos os veículos vendidos no Brasil a partir de 2014.

 

Caso não seja um desenvolvimento feito no País, os dispêndios para adaptar equipamentos já desenvolvidos poderão ser computados em outra conta, a dos aportes obrigatórios em engenharia. 


Na conta dos aportes mínimos exigidos em atividades de engenharia, tecnologia industrial básica e capacitação de fornecedores, poderá ser computado o desenvolvimento de novos veículos e de seus fornecedores de componentes, bem como os investimentos em maquinário, ferramental, processos de produção, certificação de produtos, treinamento de pessoal e construção de laboratórios. Ou seja, nada muito além do que já fazem os fabricantes instalados no País.

Não ficou claro como serão os investimentos das montadoras em capacitação de fornecedores. A portaria publicada na terça-feira deixa isso para depois, a ser regulamentado em portaria do MDIC. 

Todos os investimentos obrigatórios do Inovar-Auto poderão ser feitos diretamente pelo fabricante de veículos, por intermédio de fornecedor contratado ou, ainda, por instituição de pesquisa contratada, como universidades, institutos ou empresas especializadas. Também poderão ser feitos aportes no Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), que deverá distribuir os recursos a instituições como, por exemplo, o Inmetro.

 

A propriedade intelectual e patente dos desenvolvimentos terceirizados poderá ser dividida entre a empresa financiadora e o órgão de pesquisa contratado.

O Inovar-Auto prevê para as empresas habilitadas no regime investimento mínimo em pesquisa e desenvolvimento de 0,15% do faturamento bruto em 2013, porcentual que sobe para 0,3% em 2014 e vai a 0,5% em 2015, 2016 e 2017.

 

Nesse mesmo intervalo de tempo, os aportes em engenharia, tecnologia industrial básica e capacitação de fornecedores devem ser de 0,5% das vendas neste primeiro ano do regime, 0,75% no próximo ano e de 1% ao ano nos três anos seguintes.

Com a publicação da Portaria 772, as montadoras não têm mais desculpas para começar a cumprir com os investimentos mínimos exigidos pelo Inovar-Auto.

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Brasil precisa de mais técnicos para fiscalizar práticas desleais no comércio - Home - iG

Brasil precisa de mais técnicos para fiscalizar práticas desleais no comércio - Home - iG | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
Ministério cria nova legislação para combater a prática, mas o principal problema ainda está longe de ser sanado
Rogerio P Assis's insight:

Com a implementação da nova legislação antidumping, o Brasil dá um passo signifcativo para atualizar sua defesa comercial. No entanto, muito ainda está por fazer, dizem especialistas. O principal problema, que afeta prazos e qualidade das investigações, demora a ser resolvido: a quantidade de técnicos do departamento de Defesa Comercial (Decom).

 

Em 2012, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) realizou um concurso para contratar novos técnicos. Ao final de fevereiro, um grupo de 48 concursados passou a integrar o contingente. Agora, o Decom possui 65 técnicos. “Julgamos esse número suficiente para a demanda”, diz um interlocutor do Ministério. O entendimento do setor, entretanto, é outro.

 

O pequeno contingente, embora tenha quase quadruplicado seu número este ano, ainda é o principal ponto de insatisfação da indústria. Esperava-se que o quadro de técnicos crescesse para mais de 100. “Isso faz parte da evolução técnica do Decom; da agenda de defesa da indústria”, diz Carla Junqueira, presidente da Comissão de Estudos de Comércio Internacional do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP).

 

Para Carlos Buch Pastoriza, diretor da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o Brasil está indefeso, se comparado a outros países. “Enquanto temos pouco mais de 50 técnicos, nos Estados Unidos são mais de 5 mil”, ilustra. A desproporção cria até brincadeiras entre os principais especialistas no tema. José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) diz que, enquanto nos Estados Unidos são 10 técnicos para analisar um processo, no Brasil acontece o inverso: apenas um técnico para cada 10 solicitações.

 

A necessidade de contratação de mais técnicos se fez premente com o desequilíbrio provocado pelo câmbio desde 2010. Muitos produtos, principalmente de origem asiática, entraram no país com um custo bem inferior ao nacional. Houve uma corrida para tentar barrar sua entrada. No entanto, o dumping só pode ser comprovado se o preço do produto exportado for inferior ao seu valor no mercado interno. Os pedidos, em sua maioria, apenas tomaram tempo do Decom e foram arquivados.

 

Desde 2010, foram abertos no Decom 150 pedidos de investigação. Em somente 54 casos foi determinado o uso de alguma medida para proteger a indústria nacional. Os pedidos restantes terminaram sem a aplicação de sanções, não foram aceitos ou ainda não estão concluídos.


“O país sofreu muito, mas na maioria dos casos não era dumping. Era apenas o câmbio que desequilibrava a balança comercial. Os pedidos cresceram e o órgão não conseguia mais atender a todos”, conta Castro.

Na última semana, o Mdic atendeu mais um pedido dos fabricantes brasileiros. Por meio de um decreto, renovou toda a legislação sobre o processo de investigação e sanções antidumping. A antiga datava de 1995, ano de conclusão da Rodada do Uruguai, na qual a Organização Mundial do Comércio (OMC) definiu as regras para o combate ao dumping.

 

Entre os destaques das novas regras, a regulamentação das sanções retroativas, a antecipação da aplicação de direitos e a celeridade do processo. Além disso, diversos trâmites burocráticos foram explicados e trouxeram segurança jurídica aos processos.

 

Assim, caso seja confirmada a prática de dumping por alguma empresa ou país, a sanção deve acontecer em 12 meses, no máximo. Antes do decreto, esse prazo poderia chegar a 17 meses. Já a aplicação de direitos pode iniciar em 120 dias, antes mesmo de concluído o processo de investigação.

 

“Isso nos coloca em um patamar semelhante a Estados Unidos e União Europeia”, diz Cesar de Lucca, tributarista do escritório SABZ Advogados. Segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria, os processos demoram em média 273 dias para serem concluídos na União Europeia e 227 dias nos EUA.

 

“O Brasil já estava sofrendo muitas críticas, nossa legislação era insuficiente”

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Petro deve reverter prejuízo com lucro de R$ 4,7 bi, mas números virão fracos

Petro deve reverter prejuízo com lucro de R$ 4,7 bi, mas números virão fracos | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
Segundo analistas, valorização do dólar deve ter impacto maior que alta do preço de combustível
Rogerio P Assis's insight:

Petro deve reverter prejuízo com lucro de R$ 4,7 bi, mas números virão fracos - InfoMoney 


Veja mais em: 

http://www.infomoney.com.br/petrobras/noticia/2903410/petro-deve-reverter-prejuizo-com-lucro-mas-numeros-virao-fracos

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Empresa do setor de óleo e gás vai investir US$ 70 milhões em unidade no Rio

Empresa do setor de óleo e gás vai investir US$ 70 milhões em unidade no Rio | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
economia
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Empresa americana Oil States, que atua no setor de petróleo e gás, irá instalar fábrica em Santa Cruz, na zona oeste da capital fluminense, com investimentos de US$ 70 milhões.

 

A unidade ocupará uma área de 126 mil metros quadrados no Distrito Industrial da Codin (Companhia de Desenvolvimento Industrial), em Santa Cruz, e vai gerar 500 empregos diretos e 1,5 mil indiretos. A empresa se beneficiará da proximidade com o Arco Metropolitano, para distribuir sua produção, que começará em 2016.

 

No país, são previstos investimentos de cerca de US$ 100 bilhões até 2020 em equipamentos submarinos. A Secretaria de Desenvolvimento Econômico dispõe de mecanismos de atração de negócios. Entre eles estão a concessão de incentivos; a disponibilização de áreas para novos empreendimentos; infraestrutura, através da Codin; capacitação de mão de obra especializada, em parceria com a Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro); e a oferta de financiamentos, por meio da AgeRio (Agência de Fomento do Estado).

 

Diversos eventos e reuniões têm ocorrido para a modelagem do cluster do setor no estado. Além de ter participado da Underwater Technology Conference (UTC) 2013, em Bergen, na Noruega, e da OTC 2013, em Houston, nos Estados Unidos, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico tem recebido diplomatas de países-referência e coordenado encontros com empresas do setor.

 

Outra iniciativa foi uma reunião, na Petrobras, com cerca de 15 representantes das principais empresas fabricantes de equipamentos e fornecedores.

 

“No Estado do Rio Janeiro, atualmente, temos em carteira diversas empresas fabricantes de equipamentos do setor de óleo e gás em implantação, somando mais de R$ 1,6 bilhão em investimentos e que irão gerar cerca de 1,6 mil empregos diretos. Além disso, já identificamos gargalos na cadeia de fornecimento e estamos trabalhando para atração de negócios nestas áreas”, disse o subsecretário de Energia, Logística e Desenvolvimento Industrial,

 

Marcelo Vertis.

 

Foto: www.rj.gov.br

 

Fonte: Ag. rio de Notícias 

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Honda inaugura centro tecnológico de R$ 20 milhões | CIMM | CIMM

Honda inaugura centro tecnológico de R$ 20 milhões | CIMM | CIMM | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
Empresas, Produtos e serviços, Mercado MM, Oportunidades de negócios, Tecnologia, Usinagem, Conformação mecânica, Metalúrgia, Novas tecnologias
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Com um investimento de R$ 20 milhões, a Moto Honda da Amazônia inaugurou na quarta-feira (18), em Manaus, seu Centro de Desenvolvimento e Tecnologia (CDT).

 

A estrutura tem 4,2 mil metros quadrados de área e deve empregar 200 dos 10 mil funcionários que a fabricante tem na capital do Amazonas. No acumulado desde o início das atividades da empresa no Brasil (em 1971), os investimentos em pesquisa e desenvolvimento ultrapassam R$ 200 milhões.  

 

Segundo a Honda, o CDT é um polo multidisciplinar com integração de todos os departamentos responsáveis pelo desenvolvimento de novas técnicas, processos e produtos Honda.

 

Com sua inauguração foi implantado o conceito One Floor, já utilizado pela matriz japonesa e que prevê maior proximidade das áreas envolvidas nas operações industriais para acelerar tomadas de decisão.  

 

A equipe de engenheiros e técnicos da empresa tem sido capacitada por treinamentos e intercâmbios no Brasil e no exterior. Foi firmado ainda com um convênio de cooperação técnica para a capacitação de funcionários com a Universidade do Estado do Amazonas, a fim de garantir a formação e atualização dos profissionais. 

 

Fazem parte da nova estrutura: 

 

- estações Catia, que operam o sistema de análise DPM (Data Proto Model). Nele, a moto é desenvolvida, avaliada e aprimorada em simulações digitais que reproduzem montagens e testes com a mesma precisão que se teria com as peças reais, porém com muito mais rapidez; 

 

 - laboratórios de controle de qualidade com equipamentos de ponta, destinados a avaliação de materiais, produtos e processos.

 

Destaque para o processo MEV (Microscópio Eletrônico de Varredura), o analisador de elementos químicos ICP e o analisador “Thermo Weather” para testes de intemperismo, únicos em Manaus; 

 

 - modernização do laboratório de emissões de motocicletas; - laboratório de durabilidade de emissões, que simula o uso da motocicleta em testes rigorosos para assegurar que o produto mantenha baixos índices de emissões ao longo do seu tempo de uso; 

 

- laboratório de resistência/extensometria, que simula os esforços aplicados aos componentes durante o uso da motocicleta; 

 

- campo de provas, com pistas capazes de simular a utilização das motos nas mais variadas condições de uso encontradas pelas estradas do Brasil.

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Armando defende maior integração entre escola e indústria - Blog de Jamildo

Armando defende maior integração entre escola e indústria - Blog de Jamildo | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
O mundo da Política de Pernambuco, Brasil e do mundo - Blog de Jamildo
Rogerio P Assis's insight:

Durante encontro internacional, que reuniu no município de Ipojuca cientistas do grupo de países emergentes chamado BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o senador Armando Monteiro (PTB) fez a defesa enfática da integração escola-indústria no Brasil para que a economia nacional possa enfrentar em melhores condições o acirramento da competição em escala global. Ao lado do senador Cristovam Buarque (DF), Armando participou do 11° Congresso Brasileiro de Inteligência Computacional.

O senador pernambucano lembrou que a força de trabalho no Brasil ainda tem baixa escolaridade, o que afeta diretamente o desempenho de setores que exigem novos perfis profissionais.

"Aproximadamente 20% do contingente de trabalhadores do Brasil não concluiu o ensino básico, 45% não concluiu o ensino médio. Este é o paradoxo. Nós temos novos perfis profissionais que são requeridos pelo impacto das transformações que ocorrem no ambiente de trabalho e pela incorporação das novas tecnologias. Ao mesmo tempo, constatamos que há um nível de escolaridade muito abaixo do que precisaríamos".

Armando também alertou existir uma profunda desconexão no País entre o ensino médio e a formação profissional. “Pouco mais de 5% dos alunos que estão no ensino médio no Brasil fazem ao mesmo tempo algum aprendizado na área de educação profissional. Quando em países como Alemanha e Japão este percentual chega a alcançar 50%”. Para Armando, o Brasil precisa implementar um modelo onde também “se aprende na empresa e não apenas no ambiente da escola convencional”.

O parlamentar usou como exemplo de iniciativa bem sucedida na área de valorização do capital humano e integração entre a empresa e o ambiente acadêmico o caso das Baterias Moura, no município de Belo Jardim, Agreste de Pernambuco.

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ANÁLISE-Indústria brasileira ainda não sente efeito positivo do câmbio | Negócios | Reuters

ANÁLISE-Indústria brasileira ainda não sente efeito positivo do câmbio | Negócios | Reuters | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
Alberto Alerigi Jr.SÃO PAULO, 5 Set (Reuters) - A desvalorização do real ante o dólar dos últimos meses está sendo comemorada com cautela pelo empresariado brasileiro que disputa mercado no Brasil e no...
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SÃO PAULO, 5 Set (Reuters) - A desvalorização do real ante o dólar dos últimos meses está sendo comemorada com cautela pelo empresariado brasileiro que disputa mercado no Brasil e no exterior, e indústrias de vários setores se mostram reticentes em alterar suas estratégias para aproveitar o movimento cambial.

 

Empresários e executivos de setores que vão de brinquedos a veículos afirmam que os efeitos da desvalorização cambial devem se tornar positivos no médio a longo prazos, mas por ora estão focados em mitigar a alta dos custos de insumos importados por meio do repasse para os preços ou redução de margens.

 

A situação tem causado atrasos na definição de investimentos para os próximos anos e no fechamento de encomendas com fornecedores, contribuindo para desacelerar a economia neste final de ano e início do próximo.

 

Além disso, o desejado ganho de competitividade que um real mais fraco pode dar aos produtos brasileiros no exterior em parte está sendo anulado pela desvalorização das moedas de outros países emergentes em relação ao dólar.

 

A moeda norte-americana, que até abril era cotada na casa dos 2 reais, avançou nos últimos meses para cerca de 2,35 reais, patamar que deve ser mantido até o fim do ano, segundo pesquisa Focus do Banco Central com economistas.

 

"Essa movimentação muito brusca causa num primeiro momento clima de incerteza em nós e nos nossos clientes no exterior, onde estão enfrentando variações de 10 a 12 por cento (de suas moedas locais contra o dólar) nos últimos três a quatro meses", disse Ricardo Portolan, gerente de operações comerciais para o mercado externo da fabricante de ônibus Marcopolo, uma das maiores exportadoras do Brasil.

 

Segundo ele, a Marcopolo tem tentado buscar mais negócios em mercados cujas moedas não sofreram desvalorização acentuada nos últimos meses, mas esses países estão mais concentrados no Oriente Médio e África, regiões que enfrentam tensões geopolíticas exacerbadas pela crise no Egito e na Síria.

 

"Índia, Turquia e África do Sul tiveram variações do dólar praticamente na mesma proporção do Brasil", disse Portolan. "Alguns clientes comentaram que estão preferindo aguardar um pouco antes de fechar uma compra. Não chega a ser significativo agora, mas está ocorrendo", acrescentou.  

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Vale é a empresa brasileira mais internacionalizada; confira ranking

Vale é a empresa brasileira mais internacionalizada; confira ranking | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
Fundação Dom Cabral divulga ranking das empresas com maior número de unidades no exterior. Companhia de minério atua em 31 países
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Nacionalização: a indústria brasileira pode e tem interesse

Nacionalização: a indústria brasileira pode e tem interesse | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
O índice de nacionalização de componentes é um tema em evidência em vários setores, principalmente aqueles que exigem grandes investimentos em atualização tecnológica, como ferroviário, energia eólica, automotivo e petróleo e gás, por exemplo.
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O índice de nacionalização de componentes é um tema em evidência em vários setores, principalmente aqueles que exigem grandes investimentos em atualização tecnológica, como ferroviário, energia eólica, automotivo e petróleo e gás, por exemplo. Hoje, apenas produtos fabricados no país e com índice de nacionalização mínimo de 60% são passíveis de ser financiados pelo cartão BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Social)?.

 

O governo, por meio do BNDES e programas como Inovar-Auto — Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores — utiliza várias medidas e incentivos para que as empresas produzam seus equipamentos dentro do Brasil. O objetivo é gerar empregos e movimentar a indústria local.

 

Vemos, porém, que na prática as empresas que estão participando destes programas têm dificuldades para desenvolver os produtos nacionalmente, até mesmo por desconhecerem a capacidade da indústria brasileira. E o que muitos não sabem é que a indústria nacional está ávida para desenvolver novos produtos e aplicações com alta tecnologia e valor agregado, mas tem como obstáculo a necessidade imediata de atender os prazos de contratos já fechados.

 

Um exemplo é a indústria ferroviária. As obras de mobilidade urbana, como expansão de metrôs e monotrilho, estão sendo rápidas por conta das licitações que já estão em andamento. Entretanto, devido ao prazo exíguo para as primeiras entregas, a solução é importar componentes massivamente. Com isso, tanto a indústria nacional como o país perdem oportunidades de se desenvolverem.

 

A Alcoa, por exemplo, é uma empresa multinacional que desenvolve produtos de classe mundial e eventualmente transfere um determinado processo de outro país para a subsidiária brasileira. Algumas empresas desconhecem que isso é possível e muitas vezes se surpreendem com a capacidade de atender suas necessidades dentro do próprio país. De certa forma, não sentem segurança de que a indústria nacional pode fornecer, desenvolver ou até mesmo importar uma solução nova.

 

Neste cenário, um dos caminhos para atingir o índice de nacionalização e colaborar com o crescimento da indústria é encontrar parceiros que viabilizem este processo, desde os estágios iniciais dos projetos. Por exemplo, se uma empresa precisasse nacionalizar determinado item em alumínio, a Alcoa poderia desenvolver o material, fornecer o produto e ainda agregar serviços, como um processo de usinagem diferenciado. Ou seja, é possível utilizar a expertise nacional e contribuir com a indústria do país, facilitando o trabalho do cliente ao avançar na nacionalização de equipamentos e peças.

 

Se as empresas continuarem importando e lutando para baixar o índice de nacionalização, a indústria brasileira se tornará cada vez menos competitiva e, em um efeito cascata, o governo se verá obrigado a aumentar a alíquota de importação de alguns produtos.

 

Para uma indústria e mercado fortes, é importante que as companhias comecem a trazer suas aplicações para o Brasil, diminuindo a demanda por importações de itens que podem ser produzidos nacionalmente. Essa iniciativa representaria um grande passo, pois a maioria das empresas ainda está perdendo oportunidades de desenvolver seus produtos em território nacional com vantagens competitivas.

 

*Anderson Oba é gerente de Marketing de Extrudados da Alcoa para América Latina & Caribe.

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Curso gratuito de programação em C › Automação Industrial

Curso gratuito de programação em C › Automação Industrial | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
Aprenda gratuitamente como programar na linguagem C, do básico ao avançado, através das aulas e exemplos publicados através da nossa dica.
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Conteúdo Programático

O conteúdo do curso de programação em C online se divide em:

Conceitos Básicos: criando e compilando o primeiro programa em C, buffer, sistema binário, valores e operadores lógicos;Teste Condicional e Controle de Fluxo: fazendo testes e comparações, operadores de incremento e laços while e for;Funções em C: argumentos e parâmetros de funções, comando return, variáveis locais e funções recursivas;Estrutura de dados (Vetores/Arrays): inicializando vetores, usando constantes, matrizes em C e passagens por referência;Ponteiros (apontadores): como declarar, inicializar e usar ponteiros, variáveis apontadas e operações matemáticas com ponteiros;Strings e Caracteres: lendo e escrevendo strings e criação de bibliotecas;Estrutura de dados (Structs): como declarar uma struct, como acessar, ler e escrever em elementos de uma struct e como enviar e passar uma struct para funções;Alocação Dinâmica de Memória: função malloc() e como alocar memória em C;Jogos em C: código completo e comentado dos jogos Batalha Naval e Jogo da Velha em C;
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Abiquim apura novo salto de importações em julho

Abiquim apura novo salto de importações em julho | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
O ritmo das importações de produtos químicos continua acelerado. De acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Química...
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O ritmo das importações de produtos químicos continua acelerado. De acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) nesta terça-feira, as compras externas atingiram US$ 4,063 bilhões em julho, montante 17,6% superior ao de igual mês do ano passado. Em sete meses do ano, as importações somam US$ 26,1 bilhões, acréscimo de 14,1% em relação ao mesmo intervalo de 2012.

 

As exportações, por sua vez, somaram US$ 1,249 bilhão em julho, com alta de 3,1% sobre um ano atrás. Entre janeiro e julho, as vendas externas somaram US$ 8,3 bilhões, queda de 3,9% antes os sete primeiros meses de 2012.

 

O déficit comercial da indústria química brasileira em 2013 chega a US$ 17,8 bilhões, dos quais US$ 2,8 bilhões apenas no mês passado. No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em julho, o saldo negativo na balança comercial do setor atingiu US$ 31,7 bilhões, novo recorde para o período.

 

"Temos visto novos recordes do déficit comercial em produtos químicos sendo seguidamente registrados. Nesse contexto, é fundamental que as medidas previstas na Agenda Setorial do Conselho de Competitividade da Química sejam implementadas e possibilitem à indústria retomar investimentos e ampliar a utilização da capacidade instalada no País", destacou em nota a diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim, Denise Naranjo.

 

Volume

 

Em volume, as importações brasileiras cresceram 22,8% entre janeiro e julho, para 20,363 milhões de toneladas. As exportações tiveram alta de apenas 0,8% e somaram 7,990 milhões de toneladas. O déficit comercial supera 12 milhões de toneladas, incremento de 42,9% na comparação com os sete primeiros meses do ano passado.

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Recurso externo na indústria recua 47% neste ano - Diário do Grande ABC

Recurso externo na indústria recua 47% neste ano - Diário do Grande ABC | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
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O ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) para a indústria caiu 47% neste ano. Entre janeiro e maio, o setor recebeu US$ 5,8 bilhões, abaixo dos US$ 10,9 bilhões no mesmo período de 2012. Os dados são do Banco Central e foram compilados pela Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e Globalização Econômica (Sobeet).

 

A queda dos recursos para a indústria supera o recuo total de IED para a economia brasileira, que caiu 23% no mesmo período, de US$ 21,7 bilhões para US$ 16,7 bilhões. O setor de serviços foi o único a apresentar crescimento no período, alta de 6% (de US$ 7,5 bilhões para US$ 8 bilhões). A agropecuária teve queda de 7% (de US$ 3 bilhões para US$ 2,8 bilhões).

 

"Estamos surfando numa onda negativa de investimento para o setor industrial no mundo e o Brasilnão é uma exceção. Há vários fatores contra nós, como perda de dinamismo, redução do consumo e da renda real por causa da inflação mais alta", afirmou Luís Afonso Lima, presidente da Sobeet. As principais quedas na indústria são verificadas nos setores de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-79%), metalurgia (-75%) e produtos químicos (-55%).

 

A indústria também vem perdendo participação do IED. Até maio, 35% dos investimentos fora para o setor - é o número mais baixo desde 2008, quando a fatia industrial foi de 32%.

 

Com um cenário internacional menos amigável, ficou evidente a perda de competitividade da indústria brasileira, com um encarecimento da produção. Isso ajuda a afastar novos investimentos e abre caminho para a importação.

"Essa relação deve mudar com o real mais desvalorizado este ano. A competitividade melhora, mas, para o consumidor, o mercado vai diminuir de tamanho", disse José Ricardo Roriz Coelho, diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp. "Para a indústria, a alta do dólar pode trazer mais impactos positivos do que negativos."

 

Concessões podem reanimar investidores


As concessões previstas pelo governo podem melhorar o ânimo dos investidores. Para Flávio Castelo Branco, gerente executivo de política econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), no curto prazo, as concessões podem trazer um ânimo para a cadeia produtiva, e, no médio prazo, são indispensáveis para reduzir os gargalos da logística brasileira. "As concessões podem gerar um ambiente de encorajamento e confiança do setor", disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Jornal O Serrano

Jornal O Serrano | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
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Com o objetivo de apresentar os trabalhos de atração de investimentos e conhecer o potencial de cada município, a Investe São Paulo, Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade, realizou nesta quinta-feira, 08 de agosto, o 15º Encontro com Prefeituras Paulistas. O evento contou com a participação do prefeito de Mogi Mirim, Luis Gustavo Antunes Stupp, além de representantes das cidades de Avaré, Barretos, Cachoeira Paulista, Corumbataí, Cotia, Pereiras, Pirassununga e Santa Isabel. 


O secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Rodrigo Garcia, enfatizou a importância das prefeituras terem uma relação próxima com a Investe SP para manter o cadastro de informações municipais atualizadas no banco de dados da agência. “Eventos como esse são importantes para que as prefeituras entendam que têm o Governo do Estado como parceiro”, disse. 


Durante a abertura do encontro, o gerente geral de Relações Institucionais e Internacionais da Investe São Paulo, Wilson Soares, ressaltou a importância do atendimento e das informações fornecidas ao empreendedor. "Quando o empresário estrangeiro nos procura para investir no Estado, ele quer um município que lhe ofereça as melhores condições. Por isso, essa aproximação da Investe SP com as prefeituras é fundamental para apontarmos as potencialidades de cada região e garantirmos o investimento", destacou. 


Em seguida, o diretor da agência de fomento paulista - Desenvolve SP, Júlio Themes, falou sobre as linhas de financiamento do Governo do Estado. “Nosso papel é atual como um BNDES a nível estadual, estabelecendo linhas de crédito que colaborem para o desenvolvimento de municípios e empresas de pequeno e médio porte”, explicou. Themes também explicou que o atendimento da agência é realizado à distância, por meio de acesso ao site www.desenvolvesp.com.br.


Durante a primeira parte do seminário, o gerente Internacional, Luis Arbex, apresentou o passo a passo do trabalho da Investe SP no apoio aos municípios e as principais ações que devem ser tomadas por prefeituras para atrair e atender bem o investidor. 


A apresentação também lembrou que o município pode, junto à Câmara Municipal, e sempre dentro do que a legislação permite criar políticas de incentivo fiscal. 


Arbex ressaltou ainda que são as informações providas pelos municípios que baseiam as listas enviadas aos investidores que utilizam a assessoria da Investe São Paulo. A partir de uma lista de demandas e pré-requisitos, os profissionais da área de projetos da agência fazem listas de cidades que podem atender suas necessidades, levando-os inclusive para visitas a terrenos. Assim, quanto mais informação a Investe SP tiver sobre uma cidade, maior a chance de que ela seja incluída nas opções que o investidor leva em conta ao decidir onde instalar seu empreendimento. 


Na segunda parte do evento, as prefeituras tiveram a oportunidade de expor seus municípios e suas vocações para a atração de investimentos. Foram apresentadas atividades econômicas de maior destaque, polos industriais, estruturas de apoio ao empresário, universidades, centros tecnológicos, leis de incentivos fiscais e outras características. 

 

Município de Mogi Mirim 


Mogi Mirim, também conhecida como “Cidade Simpatia”, tem a qualidade de vida de cidade pequena e infraestrutura de cidade grande: a 30 minutos de Campinas, possui localização privilegiada a 60 km do aeroporto de Viracopos, o maior em movimentação de cargas da América Latina. 


O aeroporto local, com uma pista de 1.500 m, está pronto para receber investimentos nos próximos anos e já faz parte do atual plano diretor. Recentemente foi criada dentro da estrutura administrativa a gerência municipal para gestão do mesmo. 


Geograficamente estamos em um dos pontos mais estratégicos do país, entre os eixos SP, RJ, BH, ligados pelas melhores rodovias do país. 

Possui também uma rede hoteleira para atender com comodidade quem vem à cidade, seja a turismo de negócios ou de lazer. 


As opções para moradia não param de crescer, com contínuas construções de loteamentos residenciais e condomínios de médio e alto padrão. Até o pentacampeão Rivaldo, presidente do nosso Sapão da mogiana, escolheu Mogi Mirim para investir e morar. 


A sustentabilidade se destaca com projetos de coleta seletiva, campanhas de conscientização e o tratamento de esgoto que em breve abrangerá 100% da rede. 


Primeira colocada entre as cidades da microrregião da baixa mogiana em desenvolvimento humano, Mogi Mirim é a 100ª  entre 5.565 municípios do Brasil. 


A cidade conta com mão de obra especializada formada pela Fatec, que oferece cursos gratuitos de Mecânica de Precisão, Mecânica Modalidade de Projetos e Análise e Desenvolvimento de Sistemas, sendo que o Governo do Estado acabou de firmar novo convênio para ampliação dos cursos e construção do 3º bloco da Faculdade de Tecnologia de Mogi Mirim. 

Outra formadora de mão de obra é a Escola Técnica Estadual Pedro Ferreira Alves, que forma profissionais nos cursos de: Administração, Automação Industrial, Contabilidade, Enfermagem, Informática para Internet, Logística, Mecânica, Mecatrônica e Meio Ambiente. 


São dois Distritos Industriais beneficiados pelo Gás natural, fibra óptica, água de qualidade e uma logística natural privilegiada onde grande variedade de empresas voltadas para o mercado interno, exportadoras e importadoras priorizam o valor agregado do produto tornando-o competitivo em qualquer parte do mundo. 


O agronegócio também é muito importante em nossa economia e somando-se a mais de 200 indústrias e a um setor de serviços dinâmico e diversificado que dão à nossa população uma ótima condição de empregabilidade. 


A atual administração criou a Gerência de Desenvolvimento Econômico, pasta dedicada exclusivamente a empreendedores, dando a eles atendimento especializado e respostas rápidas em tudo aquilo que o poder público pode fazer em prol da geração de emprego e renda. 

Este ano a Câmara também aprovou a lei do Poupatempo do Empreendedor, uma parceria entre a Prefeitura, a ACIMM (Associação Comercial e Industrial de Mogi Mirim) e o SEBRAE. Será literalmente a casa do empreendedor, com toda estrutura de serviços necessários para empresas de todos os portes. 


Praticamente pronto para funcionar o Data Center do Itaú. Com investimentos de mais de R$ 10 bilhões, será o maior Centro Tecnológico da América Latina e um dos maiores do mundo. 

A In Vitro, líder mundial em produção de embriões e clonagem animal, também tem sua matriz localizada em Mogi Mirim. 


Eaton, Sabó, Balestro, Mars, Marangoni, Forusi, Ambev, Tenneco são algumas das marcas instaladas na cidade. 


Hoje, ainda contamos com um parque industrial de mais de 1 milhão de metros quadrados de área disponível e incentivos fiscais que facilitam a instalação de novas empresas. 


Por tudo isso é fácil escolher Mogi Mirim para se viver e investir.

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Produção no Brasil é uma das mais caras do mundo

Produção no Brasil é uma das mais caras do mundo | ASSIS - INDUSTRIAS DE BASE | Scoop.it
Logística e infraestrutura de transportes são os maiores vilões, colocando o País atrás da China
Rogerio P Assis's insight:

As condições lastimáveis da infraestrutura de transportes e as dificuldades logísticas enfrentadas pela indústria no Brasil foram o tema central da palestra de Ricardo Pazzianotto, sócio-diretor da PricewaterhouseCoopers, noWorkshop Indústria Automobilística Planejamento 2014, organizado por Automotive Business em São Paulo na segunda-feira, 5.


No painel "Lições sobre a infraestrutura", o executivo apresentou panorama de produção global de automóveis, esperada para 106 milhões em 2019, com contribuição de 86% vinda dos países emergentes em tal desempenho. A maior preocupação é sobre como, e se, o Brasil vai conseguir resolver os problemas causados por anos de descaso com a infraestrutura, principalmente no modal ferroviário, para garantir sua cota neste volume de produção.

“O Brasil tem perspectiva de produzir 4,7 milhões de unidades em 2019, equivalente a 6% da produção global para aquele ano. Mas sem resolvermos alguns entraves, não teremos competitividade para evoluirmos muito além desse número.”

Ademais, o Brasil faz parte de um grupo com forte concorrência, com capacidade produtiva semelhante, mas sem o mesmo ônus. A começar pela China, que em 2019 deve produzir 27,3 milhões de veículos, o que significa 42% de participação no crescimento global da indústria automobilística. Com, no entanto, um custo de produção por unidade 63% menor do que no Brasil. Parte dessa enorme diferença é ditada pelo peso da logística no custo de produção. “Enquanto no resto do mundo a média é de no máximo 10%, aqui está entre 15% e 17%.”

Esses números constam de pesquisa realizada a cada dois anos pelo Banco Mundial, Logistics Performance Index (LPI), que visa a parametrizar informações de 155 países para efeito de comparação de competitividade. São indicadores como eficiência alfandegária, condições de infraestrutura e meios de transporte, estrutura e preços de exportações, qualidade e eficiência logística, acompanhamento e rastreabilidade das cargas, e prazos – ou melhor, a capacidade de cumpri-los. No ranking, o Brasil aparece em 45º, atrás da China, e à frente de Índia, México, Argentina e Rússia – e, assim mesmo, não em todos os aspectos elencados.

Não por outro motivo, a região Ásia-Pacífico, na qual incluem-se China e Índia, dentre outros, lidera o crescimento na produção de veículos até 2019 com 60,8% de participação global, seguida por América do Norte com 11,3%, União Europeia com 10,9% e América do Sul, 9,1%.

Em pesquisa global paralela para comparar a logística especificamente na produção de automóveis entre alguns países e regiões, a PwC avaliou as operações sob perspectiva inbound (recebimento de insumos e componentes para produção) e outbound (distribuição dos veículos para a venda). Além de custo de frete, o levantamento considerou a localização das plantas, dos fornecedores, modelo logístico de inbound adotado e modal escolhido.


Em ambos os casos o Brasil foi um dos piores colocados, onde os custos, em particular com infraestrutura ou mal dimensionada ou simplesmente sem condições operacionais, são altíssimos. “Temos questões que pesam muito nessa condição, como a superlotação dos portos e infraestrutura rodoviária deficitária, esta que responde pelo maior fluxo de mercadorias em nosso País.”

Mas Pazzianotto vislumbra um cenário melhor em um futuro não muito distante calcado, principalmente, nos planos do governo federal de privatizar as estruturas de transporte, cujo aporte está estimado em R$ 222 bilhões. O que ainda é pouco, ele reitera, diante de uma necessidade de R$ 190 bilhões somente para o modal rodoviário.

Para os próximos dez anos Pazzianotto acredita na recuperação lenta, mas plena, da indústria automobilística. No caso dos países desenvolvidos, onde as indústrias tendem a enfrentar maior ociosidade muito devido ao baixo consumo, a busca será por novos mercados. E, nisso, os países em desenvolvimento devem ter papel preponderante.

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Atualização #53 – Conheça as novas indústrias do DAIA

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Midia News | Conselho aprova 23 projetos para financiamentos

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Mais de R$ 600 milhões de intenções de investimentos para Mato Grosso foram aprovados na 41ª Reunião Extraordinária do Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (Cedem), na tarde desta terça-feira (30), na Secretaria de Estado de Indústria,...
Rogerio P Assis's insight:

Mais de R$ 600 milhões de intenções de investimentos para Mato Grosso foram aprovados na 41ª Reunião Extraordinária do Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (Cedem), na tarde desta terça-feira (30), na Secretaria de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme-MT).

O dinheiro irá criar 2.000 empregos diretos. Os investimentos serão gerados por 23 projetos que pleitearam recursos do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), do Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Fundeic) e incentivos fiscais por meio do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial do Estado de Mato Grosso (Prodeic).

Dos 23 projetos aprovados, 12 solicitaram recursos do FCO Empresarial com a expectativa de investimento de aproximadamente R$ 47 milhões e 1.830 empregos. Seis consultas prévias foram aprovadas para enquadramento ao Fundeic, com cerca de R$ 747 mil em investimento.

De acordo com o secretario da Sicme, Alan Zanatta, a procura pelo Fundeic no ano de 2013 está maior em relação a 2012. “Isso é um reflexo do projeto Sicme Itinerante, que contribui de forma positiva para o desenvolvimento dos municípios mais distantes da Capital”.

Na oportunidade cinco cartas consultas tiveram seus enquadramentos acatados para o pleito no Prodeic, com quase R$ 18 milhões em investimentos, e seis vistorias, processo que comprova o andamento do projeto da carta consulta, também foram aprovadas pelo Cedem.

Durante a reunião os conselheiros também aprovaram 13 cartas consultas para o Porto Seco, 58 para o Fundo Partilhado de Investimentos Sociais (Fupis) e oito reserva de área para o Distrito Industrial de Cuiabá.

O Cedem, vinculado a Sicme-MT, é formado por 19 representantes, entre secretarias de Estado, instituições da sociedade civil organizada e Banco do Brasil e tem a responsabilidade de estudar, propor e opinar sobre as diretrizes e estratégias de desenvolvimento dos setores da indústria, do comércio, da mineração e energia do estado.

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