Necessidades especiais x Educação inclusiva
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Uma família presente e participativa: por Rosana Glat

Uma família presente e participativa: por Rosana Glat | Necessidades especiais x Educação inclusiva | Scoop.it

Apresenta-se aqui uma reflexão sobre o impacto que causa em uma família

a presença de um filho com necessidades especiais, e a importância de um

trabalho de fortalecimento e flexibilização da dinâmica familiar para a promoção do

desenvolvimento global e inclusão social desse indivíduo.

O homem é um ser social por natureza, necessitando para sua

sobrevivência física e emocional de estar integrado e participando da vida

comunitária de um grupo. É a partir das normas, valores e representações do

grupo social ao qual pertence, que a pessoa desenvolve sua personalidade, autoimagem,

e maneira de ser no mundo (Glat, 1989; 1995).

E a família, como grupo social primário, desempenha uma função formativa

e determinativa no desenvolvimento cognitivo-afetivo do indivíduo e no modo

como este se situa e interage na sociedade, mesmo em idade adulta. É através da

identificação com os primeiros “outros significativos” --- mãe, pai e demais

membros da família -- e das reações destes ao seu comportamento que a criança

tem seu primeiro contato com o mundo e aprende a desenvolver os papéis e

atitudes essenciais para seu processo de socialização.

Fonte: http://www.eduinclusivapesq-uerj.pro.br/livros_artigos/pdf/familia.pdf

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PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - Educação Especial

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO - Educação Especial | Necessidades especiais x Educação inclusiva | Scoop.it

A Constituição Federal estabelece o direito de as pessoas com necessidades especiais

receberem educação preferencialmente na rede regular de ensino (art. 208, III). A diretriz

atual é a da plena integração dessas pessoas em todas as áreas da sociedade. Trata-se,

portanto, de duas questões - o direito à educação, comum a todas as pessoas, e o direito

de receber essa educação sempre que possível junto com as demais pessoas nas

escolas "regulares".

A legislação, no entanto...

Fonte: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/plano1.pdf

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Portadores de necessidades especiais: 10% da população mundial

Portadores de necessidades especiais: 10% da população mundial | Necessidades especiais x Educação inclusiva | Scoop.it

A Constituição Federal estabelece o direito de as pessoas com necessidades especiais receberem educação preferencialmente na rede regular de ensino (art. 208, IIl). A diretriz atual é a da plena integração dessas pessoas em todas as áreas da sociedade. Trata-se, portanto, de duas questões - o direito à educação, comum a todas as pessoas, e o direito de receber essa educação sempre que possível junto com as demais pessoas nas escolas "regulares". A legislação, no entanto, é sábia em determinar preferência para essa modalidade de atendimento educacional, ressalvando os casos de excepcional idade em que as necessidades do educando exigem outras formas de atendimento. As políticas recentes do setor têm indicado três situações possíveis para a organização do atendimento: participação nas classes comuns, de recursos, sala especial e escola especial. Todas as possibilidades têm por objetivo a oferta de educação de qualidade. Diante dessa política, como está a educação especial brasileira? O conhecimento da realidade é ainda bastante precário, porque não dispomos de estatísticas completas nem sobre o número de pessoas com necessidades especiais nem sobre o atendimento. Somente a partir do ano 2000 o Censo Demográfico fornecerá dados mais precisos, que permitirão análises mais profundas da realidade.

A Organização Mundial de Saúde estima que em torno de 10% da população têm necessidades especiais. Essas podem ser de diversas ordens - visuais, auditivas, físicas, mentais, múltiplas, distúrbios de conduta e também superdotação ou altas habilidades. Se essa estimativa se aplicar também no Brasil, teremos cerca de 15 milhões de pessoas com necessidades especiais. Os números de matrícula nos estabelecimentos escolares são tão baixos que não permitem qualquer confronto com aquele contingente. Em 1998, havia 293.403 alunos, distribuídos da seguinte forma: 58% com problemas mentais; 13,8%, com deficiências múltiplas; 12%, com problemas de audição; 3,1% de visão; 4,5%, com problemas físicos; 2,4%, de conduta. Apenas 0,3% com altas habilidades ou eram superdotados e 5,9% recebiam "outro tipo de atendimento" (Sinopse Estatística da Educação Básica/Censo Escolar 1998, do MEC/INEP). Dos 5.507 Municípios brasileiros educação especial em 1998. As diferenças regionais são grandes. No Nordeste, a ausência dessas 78,3% dos Municípios, destacando-se Rio Grande do Norte com apenas 9,6% dos seus Municípios apresentando dados de atendimento. Na região Sul, 58.1% dos Municípios ofereciam educação especial, sendo o Paraná o de mais alto percentual (83,2%).

No Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul tinha atendimento em 76,6% dos seus Municípios. Espírito Santo é o Estado com o mais alto percentual de Municípios que oferecem educação especial (83,1 %). Entre as esferas administrativas, 48.20t dos estabelecimentos de educação especial em 1998 eram estaduais; 26,8%, municipais; 24,8%, particulares e 0.2%; federais. Como os estabelecimentos são de diferentes tamanhos, as matrículas apresentam alguma variação nessa distribuição: 53,1 % são da iniciativa privada; 31,3%, estaduais; 15,2%, municipais e 0,3%, federais. Nota-se que o atendimento particular, nele incluído o oferecido por entidades filantrópicas, é responsável por quase metade de toda a educação especial no País. Dadas as discrepâncias regionais e a insignificante atuação federal, há necessidade de uma atuação mais incisiva da União nessa área. Segundo dados de 1998, apenas 14% desses estabelecimentos possuíam instalação sanitária para alunos com necessidades especiais, que atendiam a 31% das matrículas.

A região Norte é a menos servida nesse particular, pois o percentual dos estabelecimentos com aquele requisito baixa para 6%. Os dados não informam sobre outras facilidades como rampas e corrimãos. A eliminação das barreiras arquitetônicas nas escolas é uma condição importante para a integração dessas pessoas no ensino regular, constituindo uma meta necessária na década da educação. Outro elemento fundamental é o material didático-pedagógico adequado, conforme as necessidades específicas dos alunos. Inexistência, insuficiência, inadequação e precariedades podem ser constatadas em muitos centros de atendimento a essa clientela. Em relação à qualificação dos profissionais de magistério, a situação é bastante boa: apenas 3,2% dos professores (melhor dito, das funções docentes), em 1998, possuíam o ensino fundamental, completo ou incompleto, como formação máxima. Eram formados em nível médio 51% e, em nível superior, 45,7%. Os sistemas de ensino costumam oferecer cursos de preparação para os professores que atuam em escolas especiais, por isso 73% deles fizeram curso específico.

Mas, considerando a diretriz da integração, ou seja, de que, sempre que possível, as crianças, jovens e adultos especiais sejam atendidos em escolas regulares, a necessidade de preparação do corpo docente, e do corpo técnico e administrativo das escolas aumenta enormemente. Em princípio, todos os professores deveriam ter conhecimento da educação de alunos especiais. Observando as modalidades de atendimento educacional, segundo os dados de 1997, predominam as "classes especiais", nas quais estão 38% das turmas atendidas, 13,7% delas estão em "salas de recursos" e 12,2% em "oficinas pedagógicas". Apenas 5% das turmas estão em "classes comuns com apoio pedagógico" e 6% são de "educação precoce". Em "outras modalidades" são atendidas 25% das turmas de educação especial. Comparando o atendimento público com o particular, verifica-se que este dá preferência à educação precoce, a oficinas pedagógicas e a outras modalidades não especificadas no Informe, enquanto aquele dá prioridade às classes especiais e classes comuns com apoio pedagógico. As informações de 1998 estabelecem outra classificação, chamando a atenção que 62% do atendimento registrado estão localizados em escolas especializadas, o que reflete a necessidade de um compromisso maior da escola comum com o atendimento do aluno especial.

O atendimento por nível de ensino, em 1998, apresenta o seguinte quadro: 87.607 crianças na educação infantil 132.685, no ensino fundamental 1.705, no ensino médio; 7.258 na educação de jovens e adultos. São informados como "outros" 64.148 atendimentos. Não há dados sobre o atendimento do aluno com necessidades especiais na educação superior. O particular está muito à frente na educação infantil especial (64%) e o estadual, nos níveis - fundamental e médio (52 e 49%, respectivamente), mas o municipal vem crescendo sensivelmente no atendimento em nível fundamental. As tendências recentes dos sistemas de ensino são as seguintes: integração/inclusão do aluno com necessidades especiais no sistema regular de ensino e, se isto não for possível em função das necessidades do educando, realizar o atendimento em classes e escolas especializadas; ampliação do regulamento das escolas especiais para prestarem apoio e orientação aos programas de integração, além do atendimento específico; melhoria da qualificação dos professores do ensino fundamental para essa clientela: expansão da oferta dos cursos de formação/especialização pelas universidades e escolas normais. Apesar do crescimento das matrículas, o déficit é muito grande e constitui um desafio imenso para os sistemas de ensino, pois diversas ações devem ser realizadas ao mesmo tempo.

Entre elas, destacam-se a sensibilização dos demais alunos e da comunidade em geral para a integração, as adaptações curriculares, a qualificação dos professores para o atendimento nas escolas regulares e a especialização dos professores no atendimento nas novas escolas especiais, produção de livros e materiais pedagógicos adequados para as diferentes necessidades, adaptação das escolas para que os alunos especiais possam nelas transitar, oferta de transporte escolar adaptado, etc. Mas o grande avanço que a década da educação deveria produzir será a construção de uma escola inclusiva, que garanta o atendimento à diversidade humana.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 900 cursos online com certificado
http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/15048/diagnostico-das-diretrizes-e-metas-para-a-educacao-especial#ixzz2A9ab3Vr1

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Como lidar com alunos com necessidades especiais?

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Primeiro, os pais é que devem informar o problema. O professor não deve diagnosticar o aluno ou sequer, levantar suspeita. Porém, às vezes, é possível identificar uma dificuldade com que um aluno lida com certas coisas na sala de aula, e, como pedagogos, vamos ter que encontrar soluções pedagógicas. Uma pergunta possível para os pais seria: “E na escola, como anda o trabalho do aluno?”

Além disso, diante do diagnóstico um professor deve, acima de tudo, procurar também ajuda profissional, validada pela instituição onde trabalha. Alguns pais, inclusive, podem não saber com lidar com um diagnóstico que muitas vezes parece sentenciar o aluno ao fracasso. A inclusão só será possível mediante um diálogo franco e aberto entre pais e escola, e suporte intenso da instituição de ensino ao professor. Também devemos ter muita paciência e compreensão, e sempre experimentar novas técnicas.

Fonte: http://breltchat.wordpress.com/2012/04/30/como-lidar-com-alunos-com-necessidades-especiais-um-resumo-do-chat-do-dia-2604/

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Como identificar alunos com necessidades especiais

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“Portadores de Necessidades Especiais” são pessoas que apresentam limitações importantes em seu desenvolvimento caracterizando um diagnóstico específico. São classificados como tal segundo o Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais (DSM-IV) ou ainda outros manuais de diagnóstico para determinados transtornos do desenvolvimento. A busca (sem objetivos claros e consistentes) por um diagnóstico específico pode, muitas vezes, reforçar ainda mais o processo de exclusão dos PNEs (Portadores de Necessidades Especiais). Considerados, por uma parcela da população, “anormais” ou deficitários, são discriminados permanecendo à margem de uma sociedade preconceituosa e extremamente competitiva. Fonte: http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2009/07/portadores-de-necessidades-especiais/comment-page-1/

 

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