A informática na educação
21 views | +0 today
Follow
A informática na educação
Novas tecnologias auxiliam a educação
Your new post is loading...
Your new post is loading...
Rescooped by Michele Possignolo from Inovação Educacional
Scoop.it!

Educadores vencem dificuldades e transformam processo de ensino

Educadores vencem dificuldades e transformam processo de ensino | A informática na educação | Scoop.it

De calça vermelha, tênis preto de cadarços também vermelhos e camisa xadrez, o professor Wagner Júnior chama a atenção pelo visual despojado. Ele dava aulas de história geral em escolas públicas do Distrito Federal (DF) e ajudou a mudar a história de seus alunos. Com muitas ideias, conseguiu uma câmera e passou a desenvolver projetos de educação usando ferramentas da comunicação.Um deles é o Programa Parabólica, que funciona no Centro de Ensino Médio 1 (CEM 1) de Sobradinho, cidade do DF. As produções, que abordam temas ligados à juventude, como educação, drogas, saúde e sistema de cotas em universidades, são exibidas na internet ou transmitidas pela TV Cidade Livre, de Brasília, parceira do projeto. As pautas são discutidas semanalmente por um grupo de alunos e ex-alunos da escola, que se reúne no local onde antes funcionava um depósito da unidade. Hoje, o pequeno cômodo, chamado de QG, sigla de quartel-general, tem porta grafitada, pufes coloridos e o entra e sai de quem está sempre em atividade.

São histórias assim, de educadores que vencem as dificuldades do dia a dia e transformam o processo de ensino em uma experiência democrática, criativa e bem-sucedida que a Agência Brasil conta hoje (15), no Dia do Professor.

Com o entusiasmo típico dos jovens, Wagner Júnior diz que decidiu trocar as salas de aula tradicionais, com mesas, cadeiras e quadro-negro, por ambientes menos formais e mais coloridos após perceber que o conteúdo de suas lições não despertava o interesse dos alunos. A inquietação diante do que via levou o professor a projetar nova prática pedagógica.


Via Luciano Sathler
more...
No comment yet.
Rescooped by Michele Possignolo from Inovação Educacional
Scoop.it!

Exercício de futuro

Quando se deu o início da popularização dos computadores, no começo de 1990, os gestores das instituições de ensino hão de lembrar do contorcionismo financeiro que se precisou fazer para montar laboratórios de informática, licenciar software e criar soluções digitais de ensino. Na época, não havia um especialista que contestasse a importância dos computadores no meio universitário. Uma década depois, o boom dos notebooks e, logo depois, dos netbooks (menores e mais portáteis que seus antecessores) fizeram instituições reverem seus planos em relação às novas plataformas digitais. Agora, mais uma vez, a criação e disseminação dos tablets, dispositivos ainda mais portáteis e adequados ao uso educacional, quebra a cabeça de gestores a respeito da sua implantação e uso nas instituições de ensino superior. Na opinião de Silvio Oliveira, pesquisador de mídias digitais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), tentar prever qual será o próximo gadget a reunir material didático é uma tarefa inglória, mas as instituições de ensino que criarem soluções capazes de se adaptar a qualquer novo hardware que apareça devem levar vantagem sobre as demais. “Hoje, todo o mercado discute como o iPad poderá ser aproveitado na sala de aula e já há uma indústria de aplicativos educacionais para explorar as possibilidades desse tablet”, reflete Oliveira. Ele lembra, no entanto, que em poucos anos o dispositivo da Apple pode perder sua hegemonia no segmento dos tablets para um sistema operacional mais aberto, como o Android. “Ou simplesmente deixar de existir porque vão inventar algum novo dispositivo mais eficiente, como um computador de baixo custo que pode projetar imagens na mesa ou na parede ou ainda um gadget com tela dobrável que possa ser guardado dentro da carteira”, sugere. Desde 2011, instituições como a Universidade Estácio de Sá, Centro Universitário Uniseb COC e a Faculdade Paulista de Pesquisa e Ensino Superior (Fappes) adotaram modelos de educação baseados em tablets para distribuir material didático. O projeto mais ambicioso é realizado pela Estácio, que prevê investir até o final deste ano R$ 40 milhões para distribuir as “pranchetas digitais” com o sistema Android a seus alunos e oferecer material didático de todos seus cursos em formato ePUB ou PDF, extensões digitais mais comuns para leitura de textos digitalizados. Como adiantou a revista Ensino Superior em reportagem na edição 151 em abril do ano passado, os benefícios imediatos da adoção de tablets pelas as instituições de ensino são livrar os alunos do peso (físico) dos grandes livros didáticos e encontrar uma forma simples e rápida de disseminar o material didático. Além disso, o modelo permite, por exemplo, negociar licenças de publicação em larga escala com as editoras e baixar o custo dos livros, que passam a vir em formato digital. Outra vantagem é poder distribuir um livro para todos os alunos de uma só vez, por meio de download, ao invés de obrigar que cada aluno, individualmente, vá até uma livraria para comprar o material didático.


Via Luciano Sathler
more...
No comment yet.
Rescooped by Michele Possignolo from Inovação Educacional
Scoop.it!

Exercício de futuro

Quando se deu o início da popularização dos computadores, no começo de 1990, os gestores das instituições de ensino hão de lembrar do contorcionismo financeiro que se precisou fazer para montar laboratórios de informática, licenciar software e criar soluções digitais de ensino. Na época, não havia um especialista que contestasse a importância dos computadores no meio universitário. Uma década depois, o boom dos notebooks e, logo depois, dos netbooks (menores e mais portáteis que seus antecessores) fizeram instituições reverem seus planos em relação às novas plataformas digitais. Agora, mais uma vez, a criação e disseminação dos tablets, dispositivos ainda mais portáteis e adequados ao uso educacional, quebra a cabeça de gestores a respeito da sua implantação e uso nas instituições de ensino superior. Na opinião de Silvio Oliveira, pesquisador de mídias digitais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), tentar prever qual será o próximo gadget a reunir material didático é uma tarefa inglória, mas as instituições de ensino que criarem soluções capazes de se adaptar a qualquer novo hardware que apareça devem levar vantagem sobre as demais. “Hoje, todo o mercado discute como o iPad poderá ser aproveitado na sala de aula e já há uma indústria de aplicativos educacionais para explorar as possibilidades desse tablet”, reflete Oliveira. Ele lembra, no entanto, que em poucos anos o dispositivo da Apple pode perder sua hegemonia no segmento dos tablets para um sistema operacional mais aberto, como o Android. “Ou simplesmente deixar de existir porque vão inventar algum novo dispositivo mais eficiente, como um computador de baixo custo que pode projetar imagens na mesa ou na parede ou ainda um gadget com tela dobrável que possa ser guardado dentro da carteira”, sugere. Desde 2011, instituições como a Universidade Estácio de Sá, Centro Universitário Uniseb COC e a Faculdade Paulista de Pesquisa e Ensino Superior (Fappes) adotaram modelos de educação baseados em tablets para distribuir material didático. O projeto mais ambicioso é realizado pela Estácio, que prevê investir até o final deste ano R$ 40 milhões para distribuir as “pranchetas digitais” com o sistema Android a seus alunos e oferecer material didático de todos seus cursos em formato ePUB ou PDF, extensões digitais mais comuns para leitura de textos digitalizados. Como adiantou a revista Ensino Superior em reportagem na edição 151 em abril do ano passado, os benefícios imediatos da adoção de tablets pelas as instituições de ensino são livrar os alunos do peso (físico) dos grandes livros didáticos e encontrar uma forma simples e rápida de disseminar o material didático. Além disso, o modelo permite, por exemplo, negociar licenças de publicação em larga escala com as editoras e baixar o custo dos livros, que passam a vir em formato digital. Outra vantagem é poder distribuir um livro para todos os alunos de uma só vez, por meio de download, ao invés de obrigar que cada aluno, individualmente, vá até uma livraria para comprar o material didático.


Via Luciano Sathler
more...
No comment yet.
Rescooped by Michele Possignolo from Inovação Educacional
Scoop.it!

UFU lança curso de especialização em mídias e educação a distância

Nesta segunda-feira (22), foi lançado o primeiro curso de especialização em mídias e educação à distância da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). O curso será realizado nos polos em Uberlândia e Uberaba, no Triângulo Mineiro, Patos de Minas e Araxá, no Alto Paranaíba, e Campinas, no interior de São Paulo. Serão 50 vagas para cada cidade, o edital será publicado na sexta-feira (26) e poderá ser conferido no site.

De acordo com a coordenadora do curso, Mirna Tonus, a especialização é direcionada para pessoas formadas em comunicação ou em educação, incluindo licenciaturas. "O curso vai tratar de como usar as mídias em vídeo, áudio e multimídia dentro da educação", contou.


Via Luciano Sathler
more...
No comment yet.
Rescooped by Michele Possignolo from Inovação Educacional
Scoop.it!

A evolução do caderno

A evolução do caderno | A informática na educação | Scoop.it

Esqueça a caneta, os cadernos e livros. Didática, a nova ferramenta da Estácio para adequar o uso dos tablets ao novo modelo de ensino digital, estabelece uma nova relação de alunos e professores com o conteúdo pedagógico. O aplicativo, lançado no dia 4 de outubro, no Rio de Janeiro, dá um novo sentido à forma de organização do material didático, permitindo a integração de alunos e professores de toda a rede Estácio na produção e acompanhamento do estudo. O projeto Didática foi desenvolvido em parceria com o Instituto Eldorado, de Campinas, com um investimento que chegou a R$ 1 milhão.

A criação da rede de compartilhamento de conteúdo on-line é o segundo passo de um plano iniciado há cerca de um ano, quando a Estácio resolveu adotar o uso de tablets como forma de substituir o volume físico do material pedagógico impresso e disponibilizado para os alunos pertencentes à rede em todo o Brasil. A distribuição do equipamento ocorre de forma gradual. Atualmente 20 mil tablets já foram entregues aos alunos. “A gente sabe que a evolução das tecnologias passa pelo compartilhamento, passa pelo envolvimento de todos, então esse é o início de uma segunda fase que vai trazer muitas outras oportunidades”, disse o diretor de marketing da Estácio, Pedro Graça, durante o lançamento da plataforma.

De acordo com o presidente da Estácio de Sá, Rogério Melzi, a criação da plataforma digital vem ao encontro da missão do grupo de oferecer ensino superior de qualidade e acessível a um maior número de estudantes. Com diversos recursos disponíveis para anotação, marcação e compartilhamento do conteúdo, o Didática vem tornar o uso da tablet mais interessante do que lidar com textos em papel. “É uma nova forma de ver e usar o conteúdo didático. Estamos trazendo a inovação para dentro da sala de aula”, comenta Melzi.

Uma vez compartilhado na rede, o material poderá ser complementado e enriquecido por todos os outros estudantes do fórum, com inserção de notas multicoloridas, links, vídeos, marcação de página e de texto, entre outras funcionalidades. Para os alunos que quiserem disponibilizar o material apenas para um grupo, haverá o ícone “cola”, que restringirá o acesso ao conteúdo. “O objetivo é que o aluno possa consumir todo o conteúdo que está em forma digital de forma mais eficiente do que ele faz hoje no papel. Então o primeiro desafio foi fazer com que ele pudesse marcar, anotar comentários, inserir imagens, links e interagir de forma a criar conteúdo sobre o próprio conteúdo disponível no material didático”, comentou a gerente de Inovação da Estácio, Érika Justo, durante o evento de lançamento do Didática.

Presente no evento, o economista e professor Eduardo Giannetti, falou sobre os desafios da educação no século 21 e a importância da capacidade de inovação das instituições de ensino nesta realidade. “Vivemos um momento muito especial da economia brasileira, quando a sociedade se propõe a investir mais em educação. A Didática é uma mudança na postura passiva da educação, ao estimular o aluno a pensar por conta própria e em rede. Esse é um passo que será fundamental na construção de uma sociedade próspera”, destacou o economista.


Via Luciano Sathler
more...
No comment yet.