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Notícias e dicas escolhidas por Wine & Shine sobre marketing de vinhos: wine marketing design, label design, packaging, wine advertising, branding,  digital wine marketing. Sobre como criar marcas de vinho,  rótulos,  websites, comunicação de adegas, vídeo e estratégias para  brilhar no mercado em Portugal e na exportação. Mais em www.wine-shine.com
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John Hegarty: visão polémica sobre o futuro das marcas de vinho

John Hegarty: visão polémica sobre o  futuro das marcas de vinho | Notícias escolhidas | Scoop.it

O WSTA - Wine & Spirit Trade Association desafiou o guru da 
publicidade (e também produtor de vinho) John Hegarty para fazer o discurso inaugural da sua conferência anual.  O fundador da Bartle Bogle Hegarty foi responsável por alguns dos anúncios mais emblemáticos dos últimos 30 anos, dos jeans Levi's 501, Audi ao Johnny Walker #Keep walking".  O tema central da conferência foi "novas oportunidades em indústrias tradicionais" - como as empresas vitivinícolas podem  comunicar melhor com seu público-alvo. 

 

John Hegarty afirmou que nunca se deparou com um setor "tão terrível" pois "não tem marcas líderes" e luta constantemente  contra o facto de 90% dos consumidores não entenderem a qualidade. 

"A maioria das pessoas acha que pagar mais de £ 6 por garrafa é de loucos. A maioria das empresas acha que vinho a menos £ 6 é uma m.... Então é isso que estamos a vender: m... "

 

A solução? "Abrir mão do mistério, mas manter a magia". "

 

O problema da indústria é que, para o consumidor médio o vinho é um completo mistério". Precisamos de simplificar a mensagem e começar a falar das pessoas como "público" em vez de "consumidores".  As pessoas não estão à espera que lhes vendam algo como há 30 a 40 anos.. É uma mudança importante. Implica respeito, temos de envolver e entreter-los, porque isso é o que o público quer.

 

Rita M.'s insight:

Esta visão desencadeou polémica, com David Boyer, um blogger de vinhos do blog.classof1855.com a responder. "Será que a fidelidade à marca de vinho existe?" John está correto em dizer que a maioria das pessoas considera uma garrafa de vinho a $10 uma proposta louca. "Perder o mistério, manter a magia" é uma piada memorável, mas no final, a magia é apenas fumaça e espelhos. Infelizmente, para a maioria dos consumidores o gatilho para a compra resume-se a responder afirmativamente a três perguntas: a) posso inebriar-me rapidamente com isto, b) está dentro do meu orçamento e c) é bebivel? Para a grande maioria dos consumidores não há tal coisa como a fidelidade à marca, nenhum marketing irá obrigar um bebedor de vinho a comprar um vinho em detrimento de outro. Se a fidelidade à marca existe, é só porque alguns consumidores são avessos ao risco, alternando marcas, apenas para descobrir que o vinho novo  que prometia ser optimo (porque a "história" da garrafa disse que era), na verdade mostrou-se apenas potável. Se uma adega quer vender  simplesmente deve produzir melhor vinho do que a concorrência. Só temos uma chance de criar fidelidade à marca, e é a partir do primeiro gole. 

Além disso, o conceito de marca de vinhos de 'ocasião' é falho porque impõe limitações. Basta perguntar a qualquer château em Sauternes, que estão atrelados a ser apenas vistos como vinho de sobremesa. O Champagne para uma ocasião especial provavelmente iria reduzir as vendas em vez de expandi-las. Como sabe, Champagne é extremamente versátil. Por quê colocar as coisas numa caixa que iria levar a um esforço monumental para tirá-las? Mais uma vez, Sauternes está nessa posição nada invejável... Se quiser um maior mercado concentre-se em fazer melhor vinho, envolvendo os seus clientes experimentalmente, e promova mais oportunidades educacionais para aqueles que estão interessados em aprender mais"

 

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Pensar global e preservar a identidade do Dão

Pensar global e preservar a identidade do Dão | Notícias escolhidas | Scoop.it

Durante a 4ª edição do “Dão Primores”, iniciativa  da Comissão Vitivinícola Regional (CVR) do Dão dirigida à Imprensa e a profissionais do setor Rafael del Rey, diretor-geral do Observatório Espanhol do Mercado do Vinho, foi convidado a intervir no evento e aproveitou o momento para alguns alertas aos produtores da região:

 

os vinhos europeus podem e devem ser competitivos no mercado global; quem produz vinho deve fazê-lo sempre com o intuito de o vender; os vinhos devem ser elaborados a pensar no perfil de um determinado mercado ou, por contraponto, devem ser encontrados nichos de mercado onde o vinho produzido seja bem aceite;

 

o mercado do vinho está fortemente segmentado; as denominações de origem aportam qualidade e notoriedade ao produto vinho; o enoturismo, a venda direta e a colocação de vinhos em lojas especializadas são oportunidades de negócio, muito em especial para os produtores de menor dimensão.

 

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Austrália, Douro, Vinho do Porto e reputação

Austrália, Douro, Vinho do Porto e reputação | Notícias escolhidas | Scoop.it

... Penfolds, um dos gigantes australianos, casa que acabou de lançar o Penfolds 50 Years Old Rare Tawny, edição rara e limitada de 330 garrafas. O vinho, um lote de diferentes anos com assumidamente uma ou outra pinguinha de um vinho de 1915 a que se juntaram vinhos dos anos 1940, 1945, 1959, 1960, 1961, 1965, 1969, 1971 e 1994, é proposto ao preço de 3.550 dólares australianos que equivalem aproximadamente a 2.350€.

Nada mau para um vinho que assume uma idade média de 50 anos e que nasce longe do vale do Douro, o berço do estilo. O que é menos compreensível é que as grandes, prestigiadas e históricas casas portuguesas sintam uma enorme dificuldade em vender vinhos bem mais velhos, de enormíssima qualidade, a metade do preço a que este Old Rare Tawny é proposto. O que é ainda menos compreensível é que alguns em Portugal critiquem esta política de elitizar as categorias especiais do Vinho do Porto, que censurem as casas por vender caro os grandes vinhos da região, vinhos que em muitos casos estiveram parados durante século e meio.

Por isso é tão importante que o sector aposte também nestes vinhos excepcionais e que os venda a preços condignos com a sua raridade e qualidade ímpar, vinhos como o Andresen 1900, Niepoort VV, Pintas 5G, Taylor’s Scion, Vallado Tributa ou Wiese & Krohn 1863, estandartes daquilo que o Douro faz de melhor.

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Jorge Monteiro explica as opções na promoção da marca Wines of Portugal

Jorge Monteiro explica as opções na promoção da marca Wines of Portugal | Notícias escolhidas | Scoop.it

Num artigo publicado 29 de Dezembro no jornal Público, Jorge Monteiro, presidente da Viniportugal, explica as opções tomadas pela Viniportugal na promoção dos vinhos portugueses através da marca - país Wines of Portugal.

 

Lembra a criação da marca Wines of Portugal na sequência de um inquérito realizado em 2008 no Reino Unido e Estados Unidos  "o qual claramente demonstrava que nestes dois mercados Portugal não possuía nenhuma imagem enquanto país produtor de vinho. Nenhuma imagem: nem boa, nem má.", sendo a utilização de uma marca país um instrumento de promoção frequente, como no Wines of Chile, Wines of California, Wines of Áustria ou Wines of Spain. Mas considera uma dificuldade a elevada fragmentação da produção, com pequenos produtores

 

"Se, por um lado, estimula a inovação e introduz irreverência no sector, por outro lado, torna-se num forte travão...  conduz a que as empresas dificilmente gerem meios suficientes que lhes permitam grandes investimentos de promoção no mercado" Segundo Jorge Monteiro "nestes mercados emergentes ganha importância o marketing assente em acções de relações públicas e de educação dos diferentes actores intervenientes."

 

E conclui  "... nenhuma campanha genérica trará resultados positivos se não estiver acompanhada por acções no mercado da parte das empresas detentoras das respectivas marcas."

 

(clique no título para ler o artigo)

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Factor decisivo na compra de vinhos: amigos

Factor decisivo na compra de vinhos: amigos | Notícias escolhidas | Scoop.it
Pesquisa mostra que mais de 80% das pessoas confiam nas indicações de familiares ou amigos na hora de comprar um vinho
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Os seis maiores erros no marketing de vinhos (segundo Paul Wagner)

Os seis maiores erros no marketing de vinhos (segundo Paul Wagner) | Notícias escolhidas | Scoop.it

"Estas são receitas para o desastre a longo prazo. Veja se se aplicam a si e procure corrigi-los. Não somos nós que dizemos. É Paul Wagner*, autor do bestseller Wine Marketing & Sales, Strategies for a Saturated Market...."  (clique na imagem para saber quais são)

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10 razões porque o consumidor pagará mais por um vinho

10 razões porque o consumidor pagará mais por um vinho | Notícias escolhidas | Scoop.it

O consumidor quer sempre pagar o mínimo possível, certo? Errado. As pessoas fazem decisões de compra com base em mais do que o preço baixo. Muitas estão dispostas a pagar mais, mesmo quando podem comprar um vinho equivalente por menos. Geoffrey James, autor do blog sobre vendas mais lido do mundo, explicou recentemente na revista Inc as razões que podem levar a pagar mais por um produto (clique na foto para saber quais são)

Rita M.'s insight:

(actualizado)

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Encurtar a distância entre produtores e consumidores

Encurtar a distância entre produtores e  consumidores | Notícias escolhidas | Scoop.it

A Snooth, uma das maiores comunidades online do mundo do vinho, publicou um artigo que despertou paixões ao levantar questões pertinentes sobre a relação entre adegas e consumidores.

 

O autor Philip James compara a  indústria do vinho com a indústria da música ... nos bons velhos tempos. "Compramos uma garrafa de vinho não apenas pelo produto, mas pela a história por trás. Assim como um adolescente compra um disco, não só pela música, mas para alimentar o seu amor não correspondido por Justin Bieber. A loja é apenas o meio pelo qual adquirimos o produto. A associação à marca, a obsessão e a identificação é com o artista ele próprio"

Nos EUA, a grande maioria dos vinhos (mais de 90%) é vendida por retalhistas. O produtor vende o vinho aos retalhistas, que, de seguida, irão vendê-lo aos consumidores. Neste triângulo, a ligação mais ténue é entre o produtor e o consumidor, embora seja aquela que o consumidor quase sempre deseja ver mais forte. O produtor é que transmite a paixão, a emoção e a imagem, enquanto a maioria das lojas só disponibiliza preço e conveniência.

Felizmente nunca como hoje houve tantos meios de estreitar esta relação entre produtores e consumidores: Internet, Facebook, provas, lojas online...cada vez mais produtores os usam com sucesso.

 

(Para ler o artigo completo clique no título. Para saber como aproximar mais a sua adega dos seus clientes, fale com a Wine & Shine  http://www.wine-shine.com/contactos.php)

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Estratégia: criar o "oceano azul" onde a sua marca ganha fôlego

Estratégia: criar o "oceano azul" onde a sua marca ganha fôlego | Notícias escolhidas | Scoop.it

Num mercado saturado de marcas de vinho, os produtores vinícolas disputam acirradamente entre si quotas de mercado e margens de lucro cada vez menores. Em 2005 dois Professores de Estratégia e Gestão do INSEAD questionaram esta estratégia convencional.

 

Após estudar mais de  30 indústrias, os autores W. Chan Kim e Renée Mauborgne afirmam que o sucesso duradouro não vem da luta entre concorrentes, mas da capacidade de criar o que chamam um  “oceano azul”: um nicho de mercado inexplorado onde, sem concorrentes, a marca fica livre para crescer.  

 

A estratégia do Oceano Azul fundamenta-se em casos do mundo do vinho, como o do incrível sucesso da marca australiana Yellow Tail. E dá ferramentas que qualquer empresa pode usar (clique no título para ver quais).

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"Value wine" penso que não quer dizer o que vocês pensam que quer dizer

"Value wine" penso que não quer dizer o que vocês pensam que quer dizer | Notícias escolhidas | Scoop.it

Ryan Opaz, do blog Catavino - uma referência na divulgação dos vinhos de Portugal e de Espanha nos EUA - critica a forma de promover os vinhos portugueses. Divulgá-los como "value wines", expressão usada para referir uma boa relação qualidade/preço, acaba por significar "vinhos baratos". Observando a diversidade e dificuldade em achar um posicionamento abrangente para os vinhos portugueses propõe uma nova abordagem... (clique no título para ler o artigo original )

 

Rita M.'s insight:

Segundo Ryan Opaz:

 

"A maioria dos consumidores que conheço não quer beber vinho barato. O que quer é beber o melhor vinho que pode pagar"



"Pergunte a qualquer fanático do vinho quais são os melhores vinhos franceses e aposto que dá pelo menos um par de respostas Rothschild, Krug, RDC. Nos grandes vinhos espanhóis pode ter os clássicos da Rioja: Muga, López de Heredia e outros. No entanto, pergunte para nomear os melhores vinhos portugueses e terá sorte se a resposta não for Mateus Rosé. Não porque esses vinhos não existam, mas não são falados ou ligados a uma identidade "vinho português"... Os profissionais do vinho nos EUA lembram as muitas casas do Vinho do Porto, mas isso é inútil para os produtores de vinhos tranquilos."

"Eu sei que alguns dos meus amigos portugueses vão logo gritar Barca Velha, Barca Velha! ... fora de Portugal nem Barca Velha é um nome bem conhecido."

No final, ficamos com apenas um grupo de pessoas que concordam que o Douro faz alguns dos melhores vinhos, o Dão é incrível mas ainda a florescer, o Alentejo é "a nossa California / Austrália" e o "vinho verde "é diversão de verão. Sem mencionar os defensores de vinho do Porto, Madeira, Trás-os-Montes, Bairrada, Beira Interior, Tejo, Colares, Algarve ...

"Infelizmente, ninguém será capaz de me dar a lista definitiva dos vinhos ícones portuguese, e  todos os anos ouvimos que Portugal oferece "grande valor". Qual é o grande valor do vinho Português?

Portugal tem excelentes vinhos. Mas precisamos ter certeza que as pessoas os conhecem e cobiçam. Sem esse desejo, a ideia de "valor" perde-se....Porque a verdade é que o vinho Português é melhor do que isso.

A solução, penso eu, é simples.

Um novo nome. Um conceito novo. Portugal para mim não é um país de vinhos de bom "valor", como um desconto de armazém. Não é um lugar de saldos e promoções. Para mim, Portugal é todo um país a fazer "vinhos de boutique".

Hoje a palavra "boutique" é usada em todo o mundo para destacar os exclusivos, lugares únicos a visitar, onde comprar. Locais onde obtemos experiências únicas, não comparação de preços.


Precisamos colocar Portugal no mapa. Precisamos dar-lhe um lar no mundo do vinho. Além do Porto e Madeira (dois vinhos que adoro) ... Os portugueses precisam de parar de se contentar com o suficientemente bom e exigir que aos seus vinhos seja dado um lugar na prateleira de cima das lojas de vinho em todo o mundo. Não mais relegado para a camada inferior da área espanhola, na parte de trás da loja, entre as promoções de outros países.

Vinhos de boutique, de um país de vinhos boutique. Compre enquanto pode.

Gosto da forma como soa."

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Vinhos de conceito: há mais mundo para além do terroir e das castas

Vinhos de conceito: há mais mundo para  além do terroir e das castas | Notícias escolhidas | Scoop.it

"Criar uma marca centrada no terroir ou nas castas pode ser tradição, mas não é uma obrigação. Há cada vez mais vinhos que se afirmam através de “ideias” originais. E têm boas razões para isso.

 

Criar a marca para um vinho – do nome ao design do rótulo – tem sido um passo mais ou menos previsível e simples. Na Europa a maioria dos produtores usa o nome da quinta ou herdade, vendo o terroir como fonte de autoridade. Já no Novo Mundo, com uma tradição vinícola recente, e sem herdades e palácios históricos, a maioria baseia-se nas castas e nomes dos produtores.

Mas há mais mundo para lá das quintas e castas. Cada vez mais marcas encaixam numa nova categoria: a das marcas que não se centram nem na origem, nem nas castas, mas sim numa ideia - os chamados vinhos “de conceito”.

 

(clique na imagem para saber mais)

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Fernando Guedes «O segredo do Mateus foi o meu pai querer ser diferente»

Fernando Guedes «O segredo do Mateus foi o meu pai querer ser diferente» | Notícias escolhidas | Scoop.it
Entrevista ao patriarca da Sogrape, a mais medalhada de sempre no Concurso Mundial de Vinhos de Bruxelas.
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Tendências do marketing de vinhos em 2014

Tendências do marketing de vinhos em 2014 | Notícias escolhidas | Scoop.it

"Para começar o novo ano, fomos espreitar os desafios que nos reserva. Os números dizem que o mundo está a beber mais vinho do que nunca, graças especialmente ao entusiasmo nos EUA, China e Rússia - pode conhecer os números na análise de Jancis Robinson no Finantial Times, aqui.

Mas, mais do que os números interessam-nos a tendências dos consumidores. Porque “a melhor maneira de prever o futuro é fazê-lo”, como disse um dia Peter Drucker, cá estaremos nos próximos 365 dias para aproveitar estas pistas a seu favor…" ( para as conhecer clique no título)

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10 dicas para criar uma marca de vinho premium

10 dicas para criar uma marca de vinho premium | Notícias escolhidas | Scoop.it

 

Não há nenhum método comprovado para construir uma marca de bebidas de luxo, mas há certos passos que pode dar para facilitar o caminho. Na edição de Dezembro dedicada ao luxo, a Drinks Business consultou Gregor Jackson, sócio da GPstudio, consultora britânica de design premium. Estes são os seus conselhos para criar uma marca de luxo, capaz de captar a atenção dos consumidores e reter o seu interesse. Siga-as se está a pensar criar um vinho premium.

Rita M.'s insight:

1. Defina claramente o DNA da sua marca. Este deve incorporar os valores, história e visão de futuro a comunicar de forma clara aos seus clientes e parceiros.

2.Escolha criteriosamente os  canais de venda e parceiros, para garantir que estão alinhados com a marca e seus objectivos. Assim manterá o controlo do posicionamento de marca -  a forma como é visto pelos seus clientes .

 

3. Da loja aos canais online, garanta que todos os aspectos da experiência do seu cliente estão ligados. É vital.

 

4. Impulsione a sua marca com associações ou parcerias com outras marcas aspiracionais  ou personalidades inspiradoras que ressoem no seu público-alvo.

 

5. Crie merchandising visual original e interessante - mas não se inspire noutras marcas de bebidas de luxo: veja mais além, entre as marcas de luxo em geral.

 

6. Ilumine bem o ponto de venda. Nas marcas de bebidas em particular, a iluminação correta faz uma enorme diferença na forma como os produtos são vistos, no sentido de expressar seu estatuto premium.

 

7. Eduque. Defina o seu público-alvo e comunique no tom de voz adequado - mas certifique-se de que fala numa linguagem clara. Que apela aos conhecedores, mas fale com os outros 95%!

 

8. Crie "embaixadores da marca" entre os seus consumidores. Esta é uma das maneiras mais eficazes para vencer no mercado de luxo. Incentive os seus clientes a tornarem-se embaixadores, por exemplo com programas de fidelidade ou clubes.

9. Surpreenda e encante. Na esfera do luxo isso é extremamente importante - os consumidores são habituados ao melhor.Pense em melhorar o serviço, embalagem, assistencia e entrega ao domicílio. E considere um calendário de iniciativaso, como sugestões personalizadas ou eventos exclusivos na loja que mostram o quanto os clientes são apreciados.

 

10. Não pare. Re-invente-se! Deve sempre apresentar algo novo e excitante para que os seus clientes mantenham o interesse, razões convincentes para continuarem a comprar.

 

(para ler o artigo original, clique na foto)

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40% das compras de vinhos são feitas por mulheres

Brancos frutados e tintos leves são os preferidos. Na lista dos menos consumidos, estão os vinhos doces, o vinho do Porto e os espumantes
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Estratégias de internacionalização dos maiores produtores de vinho portugueses

Estratégias de internacionalização dos maiores produtores de vinho portugueses | Notícias escolhidas | Scoop.it

As principais produtoras de vinhos nacionais estão de corpo e alma nos mercados internacionais. E o Diário económico apresenta as suas estratégias. Clique na imagem para ler o que fazem a Sogrape, Adega Mayor, JMF, Talor's, Symington, Aveleda, Herdade do Esporão, Bacalhoa, Adega de Borba e Douro Boys...

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Como se faz o preço de um vinho?

Como se faz o preço de um vinho? | Notícias escolhidas | Scoop.it

O preço é uma componente essencial no marketing do vinho. Mas como  determiná-lo? O que justifica a diferença entre um Bordeaux Lafite de 2.000€ e um qualquer vinho de mesa de 3€? 

 

Recentes estudos académicos têm mostrado à saciedade que tanto consumidores amadores como júris de especialistas nem sempre conseguem diferenciar vinhos premium de vinhos baratos em provas cegas. Se vinhos de de 3€, 12€, 100€ ou 1000€ podem ter o mesmo resultado num teste cego, como se justificam os preços diferentes?

 

A Priceonomics, o guia de preços sedeado nos EUA, analisou a fundo o "pricing" na indústria do vinho, da produção à distribuição. E conclui:

 

A maioria dos vinhos bebidos no mundo são baratos, de produção eficiente. Neste segmento o preço é determinado principalmente pelos custos de produção e de distribuição. O preço de uma garrafa entre 2€ e 10€ cobre, de alguma forma, o custo de produção, impostos, taxas de importação e várias margens.

 

De 10€ a 50€, as regras são menos claras. Os custos de produção tornam-se marginais, o preço é quase independente dos custos de produção. A região de origem impacta significativamente preço. Vinhos de Napa, por exemplo, são 61% mais caro do que outros vinhos californianos, tudo o resto sendo igual.

 

Nesta faixa, o que afeta drasticamente o preço é a marca: o mesmo vinho com marcas diferentes pode ter preços muito distintos. É discutível se um Lafite Rothschild 1982 tem o preço adequado. A verdade é que as pessoas gostam do status de marcas premium a preços obscenos.

 

Parte significativa do valor de um vinho nasce da romantização da marca. Um produtor com notoriedade e um investimento na comunicação de marketing ganha vantagem. Mas qualquer pequeno produtor pode acrescentar magia ao seu vinho através da construção de uma marca. Com ajuda especializada como encontra na www.wine-shine.com

 

(clique no título para ler o artigo completo)

 

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Setor vitivinícola precisa de comunicar melhor, conclui a Fenadegas

Setor vitivinícola precisa de comunicar melhor, conclui a Fenadegas | Notícias escolhidas | Scoop.it
É preciso comunicar o vinho como um alimento crucial numa dieta saudável e equilibrada. Esta é a conclusão retirada pela Fenadegas, Federação Nacional das Adegas e Cooperativas de Portugal, após a participação em dez Fóruns Regionais promovidos pela AMPV – Associação de Municípios Portugueses do Vinho. A AMPV promove agora o Congresso “Vinho e Mundo Rural”, no dia 11 de junho pelas 09H30, no âmbito da 50ª edição da Feira Nacional de Agricultura em Santarém, onde  levará a debate o tema “Vinho e Comunicação”, abordando a necessidade de adotar novos paradigmas na comunicação do setor.
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"Os profissionais conhecem o vinho português. Mas nós sabemos que a imagem do vinho não se faz com profissionais, faz-se com o consumidor"

João Pires, único Master Sommelier da Península Ibérica, coordenou os júris do Concurso Nacional de Vinhos e deu ao PÚBLICO a sua visão sobre os vinhos portugueses: "A nossa posição no contexto internacional, devo confessar, não é famosa. Com a excepção do vinho do Porto e, possivelmente, do Mateus Rosé, não são conhecidos. Agora, devo também dizer que neste aspecto estamos melhor que nunca. ... os profissionais conhecem relativamente bem o vinho português. Mas nós sabemos que a imagem do vinho não se faz com profissionais, faz-se com o mercado, com o consumidor normal. E isso não tem nada a ver com a qualidade, que é hoje muito boa, mas antes com uma certa forma de posicionar a imagem...

"O sucesso passa pelos vinhos de lote, diferenciados e com mais visibilidade externa.. Nós sabemos que temos muitos nomes de castas que os próprios portugueses dificilmente reconhecem. Pelo menos para o mercado internacional é preciso restringir um pouco. Não sei o número, mas talvez pegar em seis, sete, dez castas com maior potencial."

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