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Ladrões levam inúmeras peças históricas de prédio público. Prefeitura não sabe nem dizer o que foi roubado
SOROCABA - A história de Sorocaba recebeu um duro golpe. Peças arqueológicas e da reserva técnica dos museus da cidade foram furtadas de um prédio administrado pela Secretaria da Cultura (Secult), situado na rua Paes de Linhares, no bairro Brasilândia, onde fica o antigo Matadouro Municipal. A lista contém praticamente todo o acervo do Casarão de Brigadeiro Tobias, que inclui arreios e utensílios do tropeirismo dos séculos 19 e 20. Roupas e fragmentos da maquinaria referentes à Estrada de Ferro Sorocabana também sumiram. Os bandidos retiraram ainda urnas e ossos indígenas datados de aproximadamente mil anos, encontrados na região e legalmente pertencentes à União.
A ação dos assaltantes foi descoberta ontem à tarde pela chefe da divisão de Patrimônio Histórico de Sorocaba, Sônia Paes, durante uma visita de rotina ao local. O governo municipal não sabe dizer o quanto foi levado, pois não havia uma catalogação dos objetos. Segundo a funcionária da Secult, cerca de metade das peças guardadas no prédio foram furtadas. "Não sabemos a quantidade e o que foi levado, por isso será difícil mensurar o tamanho da perda para a história de Sorocaba", diz Sônia.
As peças levadas pelos bandidos eram aquelas não expostas nos museus de Sorocaba. Elas ficavam guardadas e, temporariamente, eram colocadas para a visitação pública no Museu Ferroviário, no Museu Histórico Sorocabano - situado no Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros - e no Casarão de Brigadeiro Tobias - atualmente fechado para reforma.
A Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal compareceram ao local e presenciaram a porta de ferro do prédio arrombada e retorcida na parte inferior. Os vidros foram quebrados, provavelmente com pedras. O mesmo ato de vandalismo foi feito nas demais janelas da fachada da construção. Até duas pias de banheiro, presas nas paredes, foram furtadas.
Os objetos históricos haviam sido transferidos ao prédio situado na rua Paes de Linhares em setembro do ano passado. No local está instalado o antigo Matadouro Municipal, além de uma área usada pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) para a estocagem de areia. Antes dessa mudança, as peças históricas eram guardadas no anexo da antiga Estação Ferroviária de Sorocaba - atualmente em reforma para a instalação do futuro Museu de Arte Contemporânea.
As peças históricas ficavam organizadas e distribuídas pelo prédio em caixas de papelão. Objetos maiores, como estantes e mesas, estavam sem qualquer tipo de embalagem. Ontem, após a descoberta do furto, o cenário era diferente. O material que sobrou na área da Secult estava jogado no chão e todo misturado. Quepes dos antigos funcionários da Sorocabana eram vistos junto com arreios dos tropeiros.
Falta segurança
Os policiais militares presentes no local produziram um boletim de ocorrência e acionaram a perícia técnica. Eles estudam as possibilidades de o furto ter sido feito em vários dias e até por uma quadrilha especializada em peças antigas. Provavelmente um caminhão tenha passado pelo portão e entrado na área para a retirada dos objetos.
O Saae informa que mantém apenas um vigia no local, funcionário da autarquia, durante o horário comercial. No período da noite, a área fica fechada e sem qualquer tipo de segurança.
A autarquia, por meio de uma nota, diz não ter responsabilidade pelo ocorrido, uma vez que o espaço do antigo Matadouro foi cedido à Secretaria da Cultura. O local era utilizado para a manutenção do seu departamento de drenagem, que hoje foi desativado e está devidamente instalado no Centro Operacional. A autarquia também comenta desconhecer o caso de invasão. "Cabe à Prefeitura e, em especial, à Secretaria da Cultura tomar as devidas providências com relação à segurança no local", diz.
O presidente do Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Alberto Streb, por telefone, lamentou o furto ocorrido na área do antigo Matadouro. "São peças importantes, que representam a história de Sorocaba, e esse fato traz uma perda material que empobrece os nossos museus", diz.
A Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), unidade da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA), republicou, com pequenos ajustes, nesta quinta-feira, 16 de fevereiro, o edital do Calendário das Artes, novo mecanismo de incentivo a projetos artísticos e culturais de pequeno porte na Bahia, que objetiva estimular o desenvolvimento das artes nos Macroterritórios do estado. Com isso, as inscrições para a 1ª Chamada do Calendário das Artes são reabertas nesta sexta-feira, 17 de fevereiro, com encerramento estendido até 2 de abril, recebendo propostas de ações para serem iniciadas entre os dias 1º de junho e 31 de agosto deste ano.
A Secretaria da Cultura da Bahia (Secult) lançou um edital, que regula o processo seletivo simplificado para contratação de representante territorial de cultura. Porém, o edital traz um critério de desempate que beneficia quem tem atuação em partidos, sindicatos e organizações da sociedade civil. De acordo com esse aditivo, militantes de partido político poderão ter dez pontos acrescidos em sua análise de currículo.
A discussão sobre o financiamento da cultura no Brasil, e em específico dos museus, é um tema que tem me chamado a atenção desde quando iniciei minha carreira no setor, em 2006. Recentemente tive a oportunidade de participar do VI Encontro de Museus de Países e Comunidades de Língua Portuguesa, em Lisboa, e por lá a crise no velho continente levou-os a buscarem novas formas de financiamento das instituições senão aquelas antes centradas, quase que integralmente, nas mãos dos governos e da União Europeia. Criatividade e cooperação foram apontadas como caminhos à saída dos investimentos públicos.
Desde então, por meio de uma breve análise pudemos perceber que o modelo de financiamento do setor deixou de ser inteiramente responsabilidade governamental. Sem entrar no mérito da discussão sobre as políticas públicas, constatamos a entrada de novos atores: empresas privadas patrocinadoras diretas em implantação e manutenção que não usam leis de incentivo e iniciativas empreendedoras que enxergam nos museus e em seu ecossistema produtivo oportunidades de geração de negócios. E é sobre esse último que queremos falar aqui.
Durante décadas, o ensino fornecido pelas instituições de ensino brasileiras centrou-se, predominantemente, em perspectivas puramente mecanicistas, tecnicistas e tradicionais (SANTOS, 2002). Com isso, as práticas pedagógicas concediam primazia ao uso exclusivo dos livros didáticos. Excluia-se, assim, uma gama de recursos didáticos e de múltiplas linguagens. Consoante Albuquerque (2006) e Albuquerque et al (2008), nos anos 80, tem início uma serie de estudos de inúmeros campos de investigação, tais como, das Ciências da Educação [Pedagogia], das Ciências da Linguagem [Linguística], das Ciências Psicológicas [Psicologia, Psicologia Cognitiva e Psicolinguística], da Filosofia e da Sociologia. Tendo como pano de fundo esse contexto paradigmático, eclode uma nova concepção de ensino sociointeracionista, que prima por uma nova perspectiva de aprendizagem, focando, sobretudo, na produção de sentido (KOCH & ELIAS, 2006) e elaboração de significados/ significação. Destaca-se, sobretudo, o fato de surgir uma serie de mudanças didáticas nos processos de ensino e de aprendizagem, buscando, assim, romper com práticas tradicionais de escolarização, conforme evidencia Albuquerque (2006).
Quem mostrasse a carterinha do PT, PCdoB ou algumas “organizações da sociedade civil”, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), teria enorme vantagem na seleção pública promovida pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult) para preenchimento de nove vagas de “representante territorial da Cultura”, com vencimento mensal de R$ 1,98 mil mais auxílio alimentação.
Recursos destinados ao projeto são de R$15,7 milhões O presidente da Fundação Nacional de Artes (FUNARTE), Antonio Grassi chega a Salvador no dia 1º de fevereiro para lançar o Edital de Microprojetos da Bacia do São Francisco. O edital é voltado a atividades artísticas e culturais das populações da região da Bacia do Rio São Francisco. O lançamento acontecerá no dia 1º, às 19h, no Salão Nobre do Palácio da Aclamação. Quem também estará presente ao lançamento é a ministra da Cultura, Anna de Holanda, que permanecerá em Salvador para acompanhar a Festa de Iemanjá. De caráter nacional, o edital irá atingir, somente na Bahia, um total de 115 municípios. Os recursos destinados ao projeto são de quase R$17 milhões. O Edital Mais Cultura – Microprojetos Rio São Francisco é voltado a atividades artísticas e culturais das populações da região da Bacia do Rio São Francisco, e vai contemplar trabalhos de artes cênicas, artes e expressões populares, artes visuais, audiovisual, literatura, moda e música. Para Antonio Grassi um dos maiores desafios da Funarte é poder atuar em todas as regiões do país. Nesse sentindo ele destaca a importância de ações como o Edital de Microprojetos para a Bacia do Rio São Francisco. Ele lembra a frase de São Francisco de Assis, santo que dá nome ao rio: “Quando o ser humano trabalha só com as mãos, é um trabalhador braçal, quando trabalha com as mãos e a cabeça é um artesão, quando trabalha com tudo isso e o coração, é um artista”. Novidade
O programa abrange 504 municípios que integram a Bacia do Rio São Francisco (segundo dados adotados pela Codevasf) dos estados da Bahia, Alagoas, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco e Sergipe, onde vivem cerca de 15 milhões de pessoas. A ação representa uma continuidade dos Microprojetos realizados anteriormente pelo Mais Cultura na região do Semiárido e na Amazônia Legal. Entre suas principais metas, estão o apoio a projetos artísticos e culturais de baixo orçamento, fixando a mão de obra local; a sustentabilidade econômica das populações, através de produtos culturais; a descentralização da política de fomento para a produção artística e sociocultural; e o estímulo à cidadania cultural.
SERVIÇO
O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic), retoma as oficinas presenciais do Programa de Capacitação em Projetos Culturais. Estão abertas as inscrições para participar da 1ª etapa do Programa – o curso de nivelamento a distância – destinada àqueles que desejarem participar da seleção para as oficinas presenciais (2ª etapa), a serem realizadas nas cidades de Natal (RN), Petrolina (PE), Ilhéus (BA), Campina Grande (PB), Santarém (PA), Manaus (AM), Palmas (TO), Macapá (AP) e Florianópolis (SC). As inscrições podem ser efetuadas pelo link “Inscrições”, na página do Programa www.fgv.br/fgvonline/minc.
Mesmo com projetos aprovados em leis de incentivo fiscal, como a Lei Rouanet e a Lei do Audiovisual, que permitem a captação de recursos, tendo como contrapartida para os investidores descontos no imposto de renda, produtores deparam-se com um gargalo no momento de encontrar empresas para investir em seus projetos. Tainan Franco produz projetos culturais no Estado de São Paulo por meio de leis de incentivo fiscal desde 2005. Segundo ela, grande parte dos projetos propostos para aprovação pela Lei Rouanet são aprovados. “Este nem é o grande desafio de um produtor cultural; a parte de captação é considerada vital para a realização dos projetos”, diz. Tainan observa ainda que as empresas, em geral, preferem investir em projetos de grande visibilidade. “Existe essa prática do marketing cultural, o que dificulta a captação de projetos de artistas regionais ou de menor projeção”, comenta a produtora.
O Festival Latino-americano e Africano de Arte e Cultura (Flaac) lançou convocatória para seleção de propostas artísticas que irão participar de projetos locais, nacionais e internacionais. O objetivo é criar um diálogo entre os saberes africanos e latino-americanos e assim ampliar o caráter democrático do evento. A seleção será coordenada pela Casa da Cultura da América Latina da UnB e o festival acontecerá entre 21 de abril e 10 de agosto deste ano. As inscrições podem ser feitas até 23 de fevereiro por meio do formulário virtual disponível no endereço www.flaac2012.com.br. Todas as linguagens artísticas, tradicionais ou contemporâneas poderão se inscrever nas quatro categorias existentes: Caminhos da África, Caminhos da América Latina, Caminho Conexões Flaac e Exposição 50 anos UnB. Essas categorias compõem os “caminhos temáticos” do Festival. As propostas selecionadas devem estar de acordo com uma das três faixas orçamentárias, de acordo com a categoria: até R$ 40 mil, até R$ 80 mil e até R$ 200 mil. Apesar da seleção também contemplar as inscrições estrangeiras, ao menos um dos membros deve ser brasileiro ou residente do país. A programação do festival terá projetos selecionados internamente com a comunidade acadêmica da UnB e artistas convidados pela organização, além de ter shows, exposições, teatro, performances, seminários, conferências e debates acadêmicos. A programação do Flaac será realizada em diversos pontos de Brasília e as atrações selecionadas na convocatória serão divulgadas entre 25 de maio e 13 de junho. *Com informações do site da Rede Candanga e Cultura e Mercado
Está em análise na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 2671/11, do deputado Newton Lima (PT-SP), que obriga beneficiários de patrocínio para produção cultural a doar exemplares de livros, obras cinematográficas ou videofonográficas a União, quando essa manifestar interesse sobre o assunto. A proposta altera a Lei Rouanet (8.313/91). Atualmente, a União paga pelas obras patrocinadas com esses recursos como qualquer outro consumidor. “Tratam-se de impostos que, ao invés de serem recolhidos aos cofres públicos, são diretamente destinados à promoção cultural. Entretanto, quando a União pretende que livros ou obras cinematográficas e videofonográficas sejam disponibilizadas, por exemplo, a estudantes, o Poder Público deve arcar com novos gastos para a aquisição das mesmas. Em outras palavras, a União paga duas vezes pelas mesmas obras: primeiro, no financiamento; segundo, na sua aquisição”. A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será examinada pelas comissões de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. *Com informações ada Agência Câmara de Notícias
Verbas dobram de valor e incluem novos imóveis; propostas devem ser enviadas até o dia 31 Quase um mês após o prefeito Eduardo Paes anunciar que iria manter o modelo de ocupações para a gestão e programação dos teatros da prefeitura, a secretaria municipal de Cultura abriu, anteontem, a concorrência para uma nova versão do edital de Ocupações da Rede Municipal de Teatros para os próximos dois anos. Os pretendentes têm até o dia 31 de janeiro para enviar suas propostas.— É o mesmo modelo, mas com modificações e correções — diz o secretário de Cultura, Emilio Kalil. — Espero divulgar os resultados em março. Entre as modificações está a inclusão de três novas salas no modelo de ocupação: os teatros do Jockey e Gonzaguinha (já da prefeitura, mas que só agora integram o modelo de ocupação) e o Ipanema, que acaba de ser comprado pela prefeitura por R$ 4 milhões — o contrato foi assinado na última sexta-feira. — No ano passado, a prefeitura anunciou que havia comprado o espaço, mas só começamos a negociar mesmo recentemente — diz Carlos Ribeiro, um dos herdeiros do Teatro Ipanema. Além da inclusão de teatros, as verbas para a gestão de cada sala vão dobrar. Entre outras novas cláusulas estão: o compromisso trimestral de prestação de contas para os gastos dos recursos públicos e a exigência de que os gestores compartilhem informações e planos de programação artística com a prefeitura antes de fecharem suas agendas. As cooperativas de produtores teatrais agora também poderão concorrer no edital, e a prefeitura irá subsidiar as produções do programa Domingo a R$ 1.
O objetivo do Fundo Brasil de Direitos Humanos é promover os direitos humanos no Brasil e sensibilizar a sociedade brasileira para que apoie iniciativas capazes de gerar novos caminhos e mudanças significativas para o país. Nosso compromisso é disponibilizar recursos para apoio institucional e às atividades de organizações da sociedade civil e de defensores e defensoras de direitos humanos em todo o território nacional, priorizando aqueles(as) que disponham de poucos recursos ou que tenham dificuldades de acesso a outras fontes. A seleção de projetos em 2012 Em 2012, o Fundo Brasil de Direitos Humanos irá doar até R$ 800.000,00 (oitocentos mil reais) para apoio a projetos. O Fundo Brasil prioriza o apoio a projetos institucionais, mas poderá oferecer bolsas individuais, desde que as propostas apresentadas por indivíduos atendam aos mesmos requisitos deste edital. Que tipo de projetos o Fundo Brasil de Direitos Humanos vai apoiar em 2012? - Os que tenham por objetivo combater a violência institucional* e a discriminação.
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SOROCABA - Oito pinturas mural a óleo do artista plástico italiano Bruno Di Giusti estão em mau estado de conservação no interior da Catedral Metropolitana de Nossa Senhora da Ponte, em Sorocaba. Os trabalhos feitos em 1948 nas paredes laterais apresentam manchas brancas e rachaduras visíveis aos frequentadores do local.
Cada uma das oito obras de Giusti tem aproximadamente 10 metros quadrados de área. Quatro delas estão ao lado direito da nave e retratam cenas de São Vicente de Paula, Maria, São Tarcisio e do Sagrado Coração de Jesus. Na parte oposta estão pintadas passagens de São Pedro, Maria Madalena, São José e de Nossa Senhora Aparecida.
Todas as pinturas estão deterioradas, mas as manchas brancas aparecem mais concentradas na parte inferior das obras. A mais danificada é o que retrata Nossa Senhora Aparecida, localizada próxima à porta lateral da igreja, que dá acesso à rua Carlos Gomes, situada ao lado da Catedral - prédio tombado pelo Patrimônio Histórico de Sorocaba. O padre Tadeu Rocha Moraes, pároco da igreja da Catedral Metropolitana de Nossa Senhora da Ponte, pretende se manifestar sobre o assunto na próxima terça-feira. A Arquidiocese de Sorocaba também não comentou os problemas relacionados com as obras de Giusti, pois o caso é de responsabilidade da paróquia.
A chefe da divisão de Patrimônio Histórico de Sorocaba, Sônia Paes, conhece o problema relacionado com as pinturas de Giusti na Catedral. Segundo ela, a umidade tem sido a causa da deteriorização das obras. "As placas de granito colocadas na parte de fora da igreja não deixam as paredes "respirarem" e isso tem provocado o aparecimento das manchas", diz.
O caso foi registrado e encaminhado ao Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico. O presidente da entidade, Alberto Streb, afirma que a responsabilidade da manutenção e do restauro das pinturas é do padre Tadeu Rocha Moraes - responsável pela paróquia.
De acordo com Streb, nenhum pedido de revitalização das obras foi entregue recentemente ao conselho. A última reunião entre os membros da entidade ocorreu em 15 de fevereiro. O padre Tadeu Rocha Moraes é um dos integrantes.
Para as pinturas de Giusti serem revitalizadas, o pároco da Catedral precisa elaborar um documento descritivo de restauro e entregá-lo ao conselho. "Tudo precisa estar detalhado e, depois de aprovado, a obra pode ser feita", comenta Streb.
O artista plástico Sérgio Prata Garcia, especialista em arte sacra e em técnicas de pintura pela Escola Superior Nacional de Belas Artes de Paris (Ensb-A), conhece as oito obras de Giusti na Catedral de Sorocaba. Ele esteve em 2007 no local para restaurar a pintura da cúpula da igreja e disse que, há 5 anos, os trabalhos do italiano estavam em boas condições.
Garcia explica que essa técnica usada por Giusti nas paredes da Catedral não é a ideal, pois a sua degradação é considerada normal com o tempo. "O Giusti foi um dos grandes artistas de nossa época, mas esse trabalho feito com tinta a óleo em Sorocaba tende com o tempo a descolar", relata.
A última grande reforma da igreja da Catedral Metropolitana de Nossa Senhora da Ponte terminou em 2007. Os trabalhos envolveram a restauração da cúpula e dos vidros, além da execução de uma nova pintura de arte sacra na ábside (parede curvada no teto, acima do altar).
Operação especial foi iniciada dia 17; foram 6,1 mil fiscalizações em cinco dias
Balanço da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que 79 estabelecimentos paulistas foram multados durante o Carnaval por desrespeitarem a lei antiálcool para menores. O índice de cumprimento foi de 98,7% do total de locais visitados.
Entre sexta-feira, 17, e terça, dia 21, uma operação especial da campanha "Álcool para menores é proibido" foi realizada em todo o Estado. Em cinco dias foram feitas 6,1 mil inspeções, com foco em bailes de Carnaval, casas noturnas, bares e outros estabelecimentos situados em ruas por onde passavam blocos, cordões e trios elétricos. Os fiscais atuaram, em sua maioria, à paisana.
Na capital houve quatro multas. A região com maior número de autuações foi a Baixada Santista: 37. A venda, permissão de consumo de bebida alcoólica por menores de idade ou não comprovação da maioridade dos clientes respondeu por cerca de 30% das multas. As demais foram por ausência da placa indicativa da lei e mistura de bebidas alcoólicas com sucos e refrigerantes na mesma gôndola ou geladeira.Durante a operação os fiscais também aplicaram 44 multas por descumprimento da Lei Antifumo no Estado.
Além de fiscais da Vigilância Sanitária Estadual e do Procon-SP, a Secretaria mobilizou as vigilâncias sanitárias municipais visando à intensificação das blitze nos cinco dias de folia. Todos os quatro mil agentes de vigilância dos municípios já foram capacitados para reforçar a fiscalização antiálcool pelo Estado.
No último mês, a vigilância estadual priorizou a fiscalização da lei antiálcool para menores nos ensaios de escolas de samba. Cerca de 100 fiscalizações foram feitas nas agremiações, e uma tradicional escola da capital foi multada por vender bebidas alcoólicas a jovens com aparência de serem menores de 18 anos, sem solicitação de documento de identidade.
Pela nova lei, vigente desde 19 de novembro de 2011, bares, restaurantes, lojas de conveniência e baladas, entre outros locais, não podem vender, oferecer e nem permitir a presença de menores de idade consumindo bebidas alcoólicas no interior dos estabelecimentos, mesmo que acompanhados de seus pais ou responsáveis maiores de idade. Os estabelecimentos infratores estão sujeitos a multas de até R$ 92,2 mil, interdições e até perda da inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS.
Da Secretaria da Saúde
Tão logo a indústria fonográfica percebeu que a internet poderia se tornar seu algoz, outras fontes de renda para os artistas passaram a ser mais cogitadas. Uma delas, as apresentações ao vivo, é vista por muitos como uma parte do mercado da música que ainda rende dinheiro.
Seguindo a lógica, o ex-cantor e atual empresário Evan Lowestein lançou o Stageit. O site mistura concertos com algo parecido com uma versão pay-per-view do Skype. Um artista liga uma “webcam” e toca ao vivo por 30 minutos em um cenário intimista, como a cozinha de sua própria casa. Ele próprio controla os preços – geralmente cerca de US$ 5 – e estipula quantas pessoas podem assistir. “É como um acampamento virtual”, diz Lowenstein.
A maioria das apresentações envolve apenas um cantor e um violão diante de um laptop, mas Lowenstein já assinou contratos com alguns grandes nomes, como Jackson Browne, as Indigo Girls e Jason Mraz. O Stageit cuida da cobrança, certifica que haverá amplitude de banda suficiente e inclui um bate-papo com o artista para que os fãs possam fazer perguntas ou requisitar músicas.
Em tempos de repetida criminalização da pirataria e dos downloads, é importante recuperar alguns momentos, histórias e anedotas na história da arte em que a apropriação criativa (e “ilegal”) rolou solta e gerou produtos variados – algo que mais ou menos temos tentado por aqui com as três edições da série Pequenos Grandes Momentos Ilustrados da História da Recombinação (detournement, machinima e cut-up).
Uma fotografia por dia... nº 2528. MFC - Pé de meia. Bragança, Castelo, 2011. A guerra era feita em nome da paz. A guerra era feita para defender a fé de quem a não atacava. A guerra era feita em nome da santidade.
Literatura Sobre Lampião e o Cangaço; Revista em Quadrinho Igapó: o Ataque Desastrado de Lampião e Seu Bando a Cidade de Mossoró RN. Sobre o Suicida Comando do Ambicioso Masilon.
Essa semana foi aniversário de Tom Jobim, que completaria 85 anos. A Teia Cultural preparou um especial com um apanhado de notícias, vídeos e imagens sobre o maestro. Mas, como bem observado pelo jornalista Igor Férva, ficou faltando a nossa visão. O que a Teia sente com essa comemoração?
Termina na próxima terça-feira (31/1) o prazo para inscrições para o Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa (FESTin), que acontece em Lisboa, entre os dias 9 e 16 de maio. A concovocatória é para curtas e longas-metragens, que irão participar da Seleção Oficial Competitiva de Cinema de Expressão Portuguesa. A 3ª edição do evento vai homenagear a cinematografia brasileira, no âmbito das comemorações do Ano do Brasil em Portugal. A partir de agora, o festival passa a integrar também a Mostra de Cinema Brasileiro, anteriormente produzida pela Fundação Luso-Brasileira. Os filmes devem ser exclusivamente em língua portuguesa e terem sido finalizados entre janeiro de 2010 e 31 de janeiro de 2012. A lista dos selecionados será divulgada no site oficial do FESTin, no dia 1º de abril. O regulamento e outras informações sobre o FESTin 2012 estão disponíveis no site www.festin-festival.com. *Com informações do site da revista de Cinema e Cultura e Mercado
O Ministério da Cultura (MinC) publicou hoje (27), no Diário Oficial da União (Seção 3, páginas 13 a 17), o Edital nº 1/2012 do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural, desenvolvido pela Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic). Com investimentos de R$ 3,3 milhões, a seleção contempla viagens que ocorrerão entre abril e setembro de 2012. As inscrições para viagens no mês de abril vão até o dia 12 de março.Com recursos do Fundo Nacional da Cultura (FNC), o Programa consiste na concessão de auxílio financeiro para o custeio de despesas relativas à participação de artistas, técnicos, agentes culturais e estudiosos em atividades culturais, promovidas por instituições brasileiras ou estrangeiras. Para o secretário da Sefic,Henilton Menezes, a iniciativa é imprescindível para o desenvolvimento do setor cultural brasileiro porque promove a possibilidade de vivências dos artistas no Brasil e no exterior. “É uma iniciativa que promove a difusão e o intercâmbio da cultura brasileira em todas as áreas culturais, desde as artes cênicas, a memória, o movimento social negro e o patrimônio museológico, até as novas mídias, o design, os serviços criativos e a diversidade cultural”, disse Menezes. As inscrições são realizadas exclusivamente por meio do Sistema SalicWeb, disponível no site do MinC www.cultura.gov.br. Os participantes devem ter uma das seguintes finalidades: apresentação de trabalho próprio; residência artística e de gestão; cursos de capacitação; ou participação em evento de reconhecimento ao trabalho próprio desenvolvido, como premiações e homenagens.
Estão abertas as inscrições para a 5ª edição do Fundo Comgás de Patrocínio Sócio Cultural. Neste ano serão destinados R$ 2 milhões para projetos socioculturais que “gerem aprendizado transformador capaz de promover relações sustentáveis”, desenvolvidos na área de concessão da Comgás (Região Metropolitana de São Paulo, Baixada Santista, Vale do Paraíba e Região Administrativa de Campinas). Podem ser inscritos projetos socioculturais das mais diversas áreas, enquadrados no artigo 18 da Lei Federal de Incentivo à Cultural (Lei Rouanet), que tenham como objetivo fomentar empreendimentos que gerem aprendizado transformador capaz de promover relações sustentáveis. O processo seletivo é composto por quatro fases: habilitação, onde são conferidos a documentação e os impedimentos previstos no regulamento; análise técnica pela área de Responsabilidade Social da Comgás; seleção pelo Comitê de Comunicação da Comgás e pela Comissão de Patrocínios Incentivados; e, por fim, os projetos selecionados são apresentados para o conhecimento da Diretoria da Comgás. No ano passado, o Fundo contou com 288 projetos inscritos, dos quais 10 receberam R$ 1,5 milhão para realizarem suas atividades ao longo do ano, beneficiando mais de 800 mil pessoas. Para ler o regulamento e fazer sua inscrição, acesse o site www.fundocomgas.com.br. *Com informações do site Sóciocultural Em Rede
Foi prorrogado o prazo para as inscrições do Prêmio Agente Jovem de Cultura: Diálogos e Ações Interculturais. Agora os interessados tem até 29 de fevereiro para inscrever seus projetos culturais, já realizados e concluídos. O prêmio vai reconhecer 500 jovens entre 15 e 29 anos, em todo o Brasil, que atuam e trabalham em suas comunidades com ações culturais nas categorias de comunicação, articulação e mobilização cultural; cultura e tecnologia; pesquisa, acervo e diálogos intergeracionais; formação cultural; produção e expressão artística e cultural; intercâmbios e encontros culturais; cultura e sustentabilidade. Podem participar brasileiros natos ou naturalizados e estrangeiros que residam no país há mais de três anos. Ao todo, serão investidos R$ 5 milhões para concessão de prêmios de R$ 9 mil para cada iniciativa selecionada. Para mais informações, acesse a página do prêmio. *Com informações do site do MinC
O Programa de Valorização de Iniciativas Culturais (VAI) oferece apoio financeiro para atividades artístico-culturais, principalmente de jovens de baixa renda, que tenham entre 18 e 29 anos. Interessados(as) devem comparecer em algum dos locais de inscrição (veja a lista abaixo) de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h – nos dias 30 e 31 de janeiro, excepcionalmente, das 10h às 18h. Podem se inscrever pessoas físicas e jurídicas sem fins lucrativos.
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