Reflexões sobre Educação
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Educação financeira nas escolas deve levar em conta universo infantil

Educação financeira nas escolas deve levar em conta universo infantil | Reflexões sobre Educação | Scoop.it
Analisar as contas de energia de casa e elaborar um plano de redução de consumo e gastos para discutir com os pais são um exemplo de atividade proposta em livros de educação financeira usado nas escolas. A disciplina não faz parte do currículo oficial das instituições de ensino, mas vem ganhando espaço na rede privada de educação. A intenção é que os pequenos se tornem adultos que saibam lidar com o dinheiro, planejar os gastos dentro do orçamento disponível, ficar longe de dívidas e ter reservas financeiras.

"O estímulo não é para que as crianças queiram ser ricas, mas para que elas saibam lidar com o dinheiro no seu dia a dia. Isso fará com que elas tenham menos problemas financeiros, logo terão menos estresse e assim terão mais qualidade de vida", explica o autor de livros de educação infantil para o ensino médio e especialista no tema, Álvaro Morelli.


Via Luciano Sathler
Daniela Padovan's insight:

Muito interessante ensinar economia para crianças. Em geral, elas tem muita dificuldade de entender o valor do dinheiro. Outro dia, meu filho de 7 anos ofereceu 50 reais para a irmã fazer uma liçãozinha simples para ele, estilo cópia, e num outro dia, ofereceu 50 reais por uma garrafa meio cheia de refrigerante, garrafa pela qual ele pagaria aproximadamente 3 reais, cheia.

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'O ensino não está pronto para receber superdotados', diz professor

'O ensino não está pronto para receber superdotados', diz professor | Reflexões sobre Educação | Scoop.it

A Organização Mundial da Saúde estima que de 3% a 5% da população mundial pode ser chamada de “superdotados”. No Paraná, de acordo com a Secretaria de Educação (Seed), o número de alunos com essa condição, entre o 6º ano do ensino fundamental e o 3º ano do ensino médio, pode chegar a 39 mil pessoas.

Para o professor André Ribas, que há quase nove anos cuida da primeira sala de recursos destinada ao atendimento desses alunos no Paraná, um dos problemas que dificulta a identificação desses alunos está no próprio ensino. "A escola ainda é a mesma que eu frequentava há 20 anos, que meus pais frequentavam há 40. O ensino não está pronto para recebê-los”, acredita Ribas.

A preocupação dele é compartilhada pela Secretaria da Educação. Segundo a técnica pedagógica Denise Matos Lima, que trabalha no Departamento de Educação Especial e Inclusão Educacional, um dos motivos para o atendimento ainda não ter alcançado números maiores é a dificuldade de identificação dos alunos e a novidade que o atendimento diferenciado a eles representa na pedagogia. "As universidades ainda não formam os professores para identificar os alunos que possuem altas habilidades. Eles costumam receber formação justamente para o contrário, ajudar os alunos que têm dificuldades", diz.


Via Luciano Sathler
Daniela Padovan's insight:

É verdade, a escola ainda tem muita dificuldade em reconhecer e ajudar, tanto os alunos com altas habilidades, como os alunos com problemas de aprendizagem. Os professores são capacitados para lidar com alunos de desempenho médio, principalmente, e não para lidar com os extremos, os diferentes.

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