psicopatologia
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Psicopatologia é uma área que engloba abordagens psicolágiacas e filosóficas dos distúrbios sem, no entanto, desvalorizar o estudos médico/farmocolágicos frequentemente usados no tratamento destas patologias.
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Os benefícios da musicoterapia

Os benefícios da musicoterapia | psicopatologia | Scoop.it

Musicoterapia é uma técnica terapêutica não verbal que usa a música ou seus componentes (ritmo, compasso, melodia, harmonia, etc.) com objetivos de prevenção, tratamento ou reabilitação de portadores das mais diversas patologias. Além disso, também é usada para melhorar a capacidade de comunicação, aprendizado, expressão e organização. Problemas motores, emocionais, sociais e cognitivos são beneficiados com a musicoterapia.

 

O trabalho de musicoterapia se baseia na história do paciente, nas experiências que formaram sua personalidade e nos traumas físicos e emocionais que determinaram limitações ou condutas inadequadas. A terapia se baseia na comunicação analógica, que é o conjunto das posturas, gestos, expressões faciais, tom de voz, sequência, ritmo e cadência das palavras.

 

O musicoterapeuta pode trabalhar em consultório, isolado, ou em equipes multidisciplinas, coadjuvando o trabalho de psicólogos, psiquiatras, pedagogos, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. A musicoterapia é indicada para pacientes com mobilidade reduzida, autistas, portadores de deficiências mentais, distúrbios emocionais graves, paralisia cerebral, gestantes, idosos e pessoas com inadequação social.

 

O uso da música para fins terapêuticos é bastante antigo. O mais antigo registro vem da Grécia, no período pré-socrático (antes do século IV a.C.). no entanto, a sistematização da musicoterapia como profissão liberal só ocorreu depois da Segunda Guerra Mundial, a partir de estudos realizados nos EUA. O primeiro curso acadêmico foi oferecido pela Universidade Estadual de Michigan.

Em geral, o processo musicoterapêutico é ativo. Apenas casos graves, que limitam o contato adequado com o paciente, obrigam o método receptivo. No processo ativo, o paciente toca os instrumentos musicais, canta e dança, supervisionado pelo terapeuta, que pode interagir na sessão, de acordo com os resultados pretendidos.

 

Alguns profissionais gravam a performance dos pacientes, para que ela seja ouvida e discutida na sessão seguinte. Em casos de introspecção e inadequação social, apenas elementos da música são utilizados.

 

Para ser musicoterapeuta, é preciso dominar um instrumento, para controlar os procedimentos terapêuticos. Os mais utilizados são violão, teclados e percussão. Além de tocar um instrumento, a formação do musicoterapeuta inclui noções de psicologia, teoria musical e canto.

 

O número de musicoterapeutas formados no Brasil ainda é relativamente pequeno, razão por que o mercado de trabalho apresenta grande demanda. O profissional pode atender individualmente em consultório, ou trabalhar em hospitais, clínicas de reabilitação fisioterápica e de dependentes químicos e atendimento a pacientes em estado terminal. Em escolas, o profissional auxilia estudantes que apresentam dificuldades de aprendizado e, em empresas, auxilia nas atividades de integração dos funcionários.


Via Clínica de Musicoterapia Délia Matos
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Musicoterapia

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Musicoterapia e Alzheimer

Musicoterapia e Alzheimer | psicopatologia | Scoop.it
A musicoterapia estimula o sistema o sistema nervoso através do som, ritmo, harmonia e melodia facilitando o aprendizado, a comunicação e a memória

 

Muitos ainda não conhecem, mas a Musicoterapia é um tratamento que utiliza a música para facilitar e promover a comunicação, relação, aprendizagem, expressão e o bem-estar do indivíduo.
De acordo com uma pesquisa realizada pela Cleveland Clinic Foundation, nos Estados Unidos, e divulgada pelo Journal of Advanced Nursing, comprova que ouvir música pode ter efeitos benéficos no tratamento de dores crônicas, o que acontece nas fases mais avançadas do Alzheimer. Os cientistas testaram à utilização de música em 60 voluntários. O índice dos que sentiam depressão em conseqüência da dor crônica diminui 25%.

 

“Os elementos da música como som, ritmo, melodia e harmonia auxiliam os velhinhos a melhorar o seu quadro clínico e prevenir o agravamento de algumas patologias. Além disso, essa atividade tem o intuito de aumentar a disposição física e mental do idoso, integrá-los com as pessoas que estão no ambiente em que passam a maior parte do dia e, consequentemente, melhorar sua qualidade de vida”, afirma a musicoterapeuta Carolina Hipólito.

 

“A musicoterapia para pacientes com demência é possível porque a percepção, a sensibilidade, a emoção e a memória para a música podem sobreviver até muito tempo depois de todas as outras formas de memória terem desaparecido.” (Sacks, 2007:320)

 

Até hoje não foi encontrada uma cura para essa doença neurodegenerativa e a musicoterapia não reverte completamente os seus efeitos destruidores, todavia permite ao doente revisitar vivências até então perdidas e relembrar histórias até então esquecidas, deitando por terra os muros impostos pelo Alzheimer. São memórias que lhes cantam aos ouvidos.

 

Na prática musicoterapêutica utiliza-se como recursos o aparelho de som, as fitas, os discos e CDs, instrumentos musicais como pandeiros, agogôs, chocalhos, maracas, atabaques, guizos e outros que forem do agrado dos pacientes. Usam-se objetos que facilitem a movimentação rítmica, como bastões, arcos, bolas. No atendimento aos idosos dá-se ênfase ao uso da voz e do corpo como objetos intermediários da comunicação.

 

Perder a memória significa ser privado do patrimônio afetivo-cultural que se construiu durante toda a vida. Na intervenção musicoterapêutica, utiliza-se do repertório melódico, afetivo e cultural do paciente, objetivando devolver-lhe, naquele momento, o enlevo das melodias e a possibilidade de uma comunicação gratificante. Utiliza-se o repertório das músicas e sonoridades que lhe são significativas buscando estimular a memória, a produção de reminiscências, a consciência do movimento corporal e a orientação espaço-temporal.


Via Clínica de Musicoterapia Délia Matos
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Musicoterapia e doença de Alzheimer

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Processo seletivo de professores substitutos para a UFRR

Inscrições para concorrer a 26 vagas vão até 30 de abril

A Universidade Federal de Roraima (UFRR) está com as inscrições abertas, até 30 de abril para o processo seletivo de professores substitutos. São 26 vagas distribuídas entre as seguintes áreas: ciência da computação, matemática, arquitetura e urbanismo, secretariado executivo, economia, contabilidade, história, ciências sociais, relações internacionais, pedagogia, psicologia, artes visuais, letras, direito, antropologia, zootecnia e medicina veterinária.

Para realizar a inscrição, o candidato deve apresentar curriculum vitae, diploma de graduação, histórico escolar, identidade e CPF no respectivo departamento didático, que podem ser conferidos no edital.

A seleção vai ocorrer no dia 2 de maio. O resultado final será publicado até o dia 3 de maio no site da UFRR.


Via Luciano Sathler
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Testar aprendizagens

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Casos de diabetes e hipertensão crescem entre a população indígena

Casos de diabetes e hipertensão crescem entre a população indígena | psicopatologia | Scoop.it

Os casos de diabetes e hipertensão têm crescido entre a população indígena em Mato Grosso. As patologias são reflexos da falta de assistência médica adequada às aldeias, afirma o coordenador regional do Conselho Missionário Indigenista (Cimi), Gilberto Vieira.
Nesta semana, o secretário especial de Saúde Indígena, Antônio Alves, citou aumento dos diagnósticos de tuberculose. Enquanto em populações de não-índios o número de ocorrências é de 37,9 para cada gruo de 100 mil habitantes, entre os índios a quantidade é de 102 casos.
Entre os motivos citados pelo secretário para o crescimento da doença, está a falta de infraestrutura. Pelo menos 70% das unidades de saúde indígena no país precisam passar por reformas ou ampliação.


Via José Maurício Arruti
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Distúrbios psicopatológicos da terceira idade

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O poder da hipnose

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Entrevista ao psiquiatra Mário Simões sobre uma terapia que é hoje um aliado no combate à obesidade e dor, entre outras patologias

Via www.Hipnose.Pro
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Musicopterapia aplicada a doentes autista

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“Novas tecnologias com velhas pedagogias não servem para nada”

“Novas tecnologias com velhas pedagogias não servem para nada” | psicopatologia | Scoop.it

Professor da Universidade de Málaga, na Espanha, defende uma mudança radical nos currículos e metodologias para adequar as escolas à era digital

Ou as escolas mudam ou vão desaparecer em pouco tempo, diz Angel Pérez Gómez, professor da Universidade de Málaga, na Espanha. Em suas pesquisas sobre inovação digital, ele procura responder a uma pergunta fundamental para a educação: como adequar as instituições às exigências da era digital? Muito mais do que equipá-las com aparatos tecnológicos, Gómez sugere a reformulação total dos currículos e das metodologias de ensino. “O mais importante é a pedagogia. Novas tecnologias com velhas pedagogias não servem para nada.”

O foco do ensino, defende o pesquisador, deve passar da transmissão de informações para o desenvolvimento de competências, incluindo até o trabalho com atitudes, emoções e valores. Para isso, Goméz propõe uma inversão pedagógica: os alunos devem assistir em casa a vídeos com informações e conceitos e ir à escola para debater, resolver problemas, tirar dúvidas e trabalhar com projetos.

Preocupado com temas de currículo, didática e formação de professores, Angel Pérez Gómez é autor e coautor de 18 livros e mais de 100 artigos acadêmicos. É pedagogo e licenciado em psicologia e filosofia e ciências da educação. Além da docência, também atua como gestor de pesquisas no Ministério da Educação espanhol. Ele virá ao Brasil nesta semana para debater suas propostas com professores e outros especialistas na 20ª Feira Educar, em São Paulo. Em entrevista a ÉPOCA, ele adiantou as principais ideias que levará para o encontro.

ÉPOCA – Que tipos de aprendizagem são essenciais para a era digital? Eles são muito diferentes dos que ensinamos hoje?

Angel Pérez Gómez – Sim, são muito diferentes, porque os sistemas escolares que temos hoje são do século XIX, adaptados às exigências de uma sociedade que não tem nenhuma relação com a atual. A aprendizagem exigida hoje é de ordem superior, e a escola que temos é dedicada a transmitir informação e pedir que os alunos acumulem, retenham e reproduzam informação. Na era digital, a informação é inabarcável e pode ser acessada por qualquer pessoa. É preciso saber processar, reconstruir, organizar e utilizar a informação de maneira crítica e criativa para resolver os problemas de um mundo tão complexo. A evolução é tão rápida e crucial que ou as escolas se adaptam às novas exigências ou vão desaparecer em pouco tempo. Surgirão outras instituições que cumpram esse papel. As escolas têm que se flexibilizar.

ÉPOCA – A memorização perdeu importância?

Gómez – Ela tem importância. Ainda é preciso memorizar dados e códigos básicos usados frequentemente. Por exemplo, no caso da linguagem, temos de memorizar um vocabulário extenso. Mas, em outras situações, isso não faz sentido. Na Espanha, as aulas de geografia ainda cobram os nomes dos rios que passam pelas capitais europeias. Se há necessidade de saber isso, vamos a uma enciclopédia digital. O desafio da escola atual é formar mentes que saibam pensar, orientar-se, tomar decisões e atuar.

ÉPOCA – De que maneira a escola pode ajudar a formar esse pensamento crítico e criativo?

Gómez – A melhor maneira de fazer isso é substituir um currículo fragmentado em disciplinas por um currículo centrado em problemas. O que temos que trabalhar são os problemas da vida cotidiana. O importante é recorrer a conceitos da matemática, da física, da geografia, entre outros, para entender e resolver problemas. Um currículo do tipo requer um ensino interdisciplinar e muito mais ativo. O aluno tem que ir à escola para fazer coisas – não apenas escutar e repetir. Ele tem que fazer projetos, debater, pensar, criar. É preciso inverter a metodologia didática. O professor pode gravar vídeos com informações e conceitos e colocá-los na internet, para que o aluno lhes assista em casa, quando quiser e quantas vezes quiser. Depois, na escola, ele vai tirar dúvidas e trabalhar em grupos.


Via Luciano Sathler
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Aprendizagem e memória

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Rodrigo Carneiro's curator insight, May 25, 2013 11:03 AM
“Novas tecnologias com velhas pedagogias não servem para nada”   será ??