Projeto Alexandria
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Projeto Alexandria
Este projeto é baseado no filme Alexandria e está conceituado na disciplina de inglês. Foi feito pelas alunas do 2º F, Joyce Lima nº 20; Larissa Dominik nº 45; Mylena Almeida nº 47; Talita de Carvalho nº 38.
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Introdução.

Introdução. | Projeto Alexandria | Scoop.it

Cartaz do filme.

Mylena Almeida's insight:

Este projeto apresenta várias discussões e opiniões sobre o filme Alexandria (Ágora) relacionadas a disciplina de Inglês. O filme foi dirigido por Alejandro Amenábar e lançado na Espanha em 9 de outubro de 2009.

 

Sinopse: Alexandria, 391 D.C.. Hypatia ensina astronomia, matemática e filosofia. Seu aluno Orestes está apaixonado por ela, assim como Davus, seu escravo pessoal. À medida que o Cristianismo da cidade, chefiado por Ammonius e Cyril, ganha poder político, as grandes instituições de aprendizagem e administração podem não sobreviver. 20 anos depois, Orestes, o prefeito da cidade, tem uma paz intranquila com os Cristãos, chefiados por Cyril. Os Cristãos forçam a moralidade pública; primeiro, vêm os Judeus como seu obstáculo, depois as mulheres. Hypatia não tem interesse na fé; está interessada no movimentos dos corpos celestes e na irmandade de todos. Que lugar haverá para ela?

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Comparação entre a legenda e a dublagem.

Trailer do filme em inglês com legenda em português.

Mylena Almeida's insight:

Ao comparar a dublagem e a legenda é possível concluir que elas são bem parecidas. E, por mais que seja possível perceber que houve algumas mudanças de palavras, isso não interfere no entendimento do filme. 

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Conclusão:

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Mylena Almeida's insight:

Naquela época, havia um grande conflito entre a ciência e a religão e, até mesmo, entre as próprias religiões. No filme, podemos conhecer a história de Hipátia (ou Hipácia), uma filósofa, matemática e astrônoma que lutava para defender tudo aquilo em que acreditava. Ela era um tanto diferente, pois se interessava apenas com seus estudos sobre o universo, deixando de lado questões como religião ou casamento. Porém, o Cristianismo começou a ser imposto, mas por Hipátia acreditar apenas na filosofia foi morta como bruxa e atéia. O filme é interessante pois nos faz pensar e criticar a religião, filosofia, etc.

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Bibliografia:

Bibliografia: | Projeto Alexandria | Scoop.it
Mylena Almeida's insight:

Todas as imagens e pesquisas contidas neste projeto foram retiradas dos sites abaixo:

 

http://splitscreen-blog.blogspot.com.br/2009/11/passatempo-agora.html&gt

http://www.cineplayers.com/filme.php?id=9458&gt

http://omundodasnuvens.wordpress.com/2011/03/08/agora-e-a-biblioteca-de-alexandria/&gt

http://www.dihitt.com/barra/curiosidades-ingles-arcaico&gt

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Áudio Original.

O vídeo acima mostra os primeiros minutos do filme com o áudio original (inglês).

Mylena Almeida's insight:

Ao assistir o filme com o áudio original, concluímos que não temos conhecimento suficiente da língua inglesa para compreendermos tudo o que eles estão dizendo. Mesmo assim, conseguimos entender algumas cenas com a ajuda das imagens e de palavras que já conhecíamos.

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Estruturas do inglês encontradas nos diálogos do filme.

Estruturas do inglês encontradas nos diálogos do filme. | Projeto Alexandria | Scoop.it
Mylena Almeida's insight:

O inglês falado naquela época não é igual ao que falamos nos dias de hoje. Ele é chamado de inglês arcaico (ou Middle English) e durou aproximadamente entre os séculos XII e XVI. Este tipo de inglês tem várias diferenças do nosso atual, entre elas, o uso dos pronomes (a palavra you era thou) e a conjugação dos verbos. 

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Outras informações sobre o filme.

Outras informações sobre o filme. | Projeto Alexandria | Scoop.it
Mylena Almeida's insight:

1. A época e o lugar em que se passa a história. Informe-se sobre o lugar a que corresponde na atualidade.

 

A história se passa na cidade de Alexandria (Grécia, Egito), inicialmente no ano 391 d.C..

 

2. A configuração político-religiosa do período retratado (os grupos existentes em conflito). Compare com os conflitos político-religiosos no mundo atual. Atente principalmente quanto a questão da intolerância.

 

O momento histórico do filme remonta ao período em que o cristianismo deixava de ser uma religião perseguida para se tornar uma religião perseguidora. A Biblioteca de Alexandria funcionava junto a um templo pagão conhecido como Serapeum, dedicado aos deus Serápis, uma divindade egípcia que era uma fusão dos deuses Ápis e Osíris. O cristianismo, que recebera liberdade de culto alguns anos antes, aumentava cada vez mais seu número de fiéis, entrando em choque com a religião e cultura pagã. Esses conflitos levaram à destruição do Serapeum e da Biblioteca que ali existia. Alguns anos mais tarde, o alvo passou a ser a própria Hipátia, que representava a cultura pagã e ainda por cima era uma mulher e exercia certa influência na política local, o que era inadmissível aos líderes cristãos da época. Aparentemente, o filme chegou a enfrentar algumas críticas e dificuldades de distribuição por conta da polêmica envolvendo a imagem dos cristãos e da religião em geral, o que talvez explique sua ausência nos cinemas brasileiros. Resposta pessoal, comparação: Hoje em dia esse aspecto de religião e política é mais tranquilo, não existe tanta guerra quanto antes, para definir quem é nosso Deus, em que devemos acreditar, no homem ou em Deus. Ainda ocorre muito preconceito, quem segue uma certa religião, normalmente não aceita a religião do próximo. Porém, não resolvemos mas isso com guerras.

 

3. A composição social da sociedade descrita (classes socioeconômicas e suas expressões religiosas e culturais; a diversidade étnica do lugar e suas causas políticas).

 

4. Os aspectos culturais da sociedade descrita (instituições como a Biblioteca de Alexandria, figuras sociais como a de filósofos, cientistas, políticos sacerdotes, etc) Pesquise a história da Biblioteca de Alexandria e sua existência na atualidade.

 

Polêmicas à parte, o filme é uma rara oportunidade de ver uma reconstituição do que poderia ter sido a Biblioteca de Alexandria. Não existem muitas certezas em relação à famosa Biblioteca, a maior da Antiguidade. Sua fundação remontaria ao reinado de Ptolomeu I, sucessor de Alexandre e fundador da Dinastia Ptolomaica, que governou o Egito de 305 a 30 a.C. Acredita-se que funcionava junto a Academia (ou Museu) de Alexandria, mas não há unanimidade quanto a sua localização física, se ela ocupava um edifício à parte ou se era um conjunto de estantes nas dependências do próprio Museu. Posteriormente, teria surgido outra biblioteca, localizada junto ao Serapeum e que seria a que aparece no filme “Agora”.

Os livros que constituíam o acervo da Biblioteca eram rolos d
e papiro. O papiro era o principal suporte de escrita na época, originado a partir de uma planta de mesmo nome e fabricado no Egito, desde cerca de 3.000 a.C. Acredita-se que, em seu apogeu, a Biblioteca chegou a ter cerca de 700.000 rolos de papiro, embora haja discrepâncias quanto a este número, e ele não corresponda o total de obras, pois muitas delas ocupavam mais de um rolo. O autor Luciano Canfora, em seu livro A Biblioteca Desaparecida, fala em 400.000 rolos de obras em diversos rolos e 90.000 rolos de obras em rolo único. O Serapeum guardava cerca de 40.000 rolos. O filme reconstrói com grande beleza a imagem de diversos conjuntos de estantes repletas de rolos de papiro.

 

5. As formas de expressão artísticas retratadas e suas relações com as religiões.

 

Ironicamente, uma das representações mais conhecidas de Hipátia encontra-se hoje justamente no Vaticano, mais especificamente na Stanza della Segnatura, no afresco A Escola de Atenas, pintado pelo artista renascentista Rafael Sanzio, em 1509. Nessa obra, Rafael representa as principais figuras da filosofia grega antiga, nomes como Platão, Aristóteles, Sócrates, Pitágoras, entre muitos outros. É um lugar onde Hipátia certamente merece estar.

 

6. Os valores morais retratadas, especialmente os relacionados à mulher. Compare com os valores morais atuais e analise a condição da mulher nos dias de hoje.

 

O momento histórico do filme remonta ao período em que o cristianismo deixava de ser uma religião perseguida para se tornar uma religião perseguidora. Porém, alguns anos depois o alvo passou a ser a própria Hipátia, que representava a cultura pagã e ainda por cima era uma mulher e exercia certa influencia na política local, o que era inadmissível aos líderes cristãos da época. Nesse caso, o filme deixa bem claro que por ela ser mulher, o preconceito com tal religião era maior. Hoje em dia não muda muito, ainda existem pessoas q acreditam que mulheres sabem menos que os homens, e que por isso, não podem ter sua própria opinião. Não é mais como antes, pois hoje a mulher é independente e isso graças á mulheres como Hipátia. Mas este preconceito continua grande.

 

7. A relação entre filosofia e religiões, as concepções de mundo debatidas pelos personagens (religião e ciência); as noções de verdade em questão nesse debate. Pesquise as concepções de mundo que prevaleceram no decorrer da história).

 

Após a destruição do Serapeum, a história avança alguns anos para mostrar o destino de Hipátia. Antes de seu trágico final, no entanto, vale destacar o processo pelo qual Hipátia desenvolve a hipótese das órbitas elípticas dos planetas. Convencida da perfeição da forma do círculo, Hipátia acredita que a órbita dos corpos celestes descreve este formato. No entanto, isso não explicaria o comportamento irregular e mudanças de tamanho verificados no movimento dos astros. Para explicar esse fenômeno, ela se vale da teoria do astrônomo Ptolomeu que estabelecia os epiciclos, mas essa explicação tampouco parecia ser satisfatória. Hipátia chega a uma encruzilhada e, contrariando seu desejo e preferência, ela abandona a teoria das órbitas circulares e, assim, desenvolve a teoria das órbitas elípticas, que seria confirmada pelo astrônomo Johannes Kepler, séculos mais tarde. O filme é muito feliz em destacar esta mudança de orientação na pesquisa de Hipátia, realçando a diferença entre a visão científica, eternamente questionadora e que não se apega a uma verdade absoluta, e a visão religiosa predominante naquele momento, que exigia a adesão a uma fé e a seus dogmas imutáveis. Ao ser pressionada para aderir à fé cristã, Hipátia se revela incapaz de fazer tal coisa, pois ela precisava questionar, precisava investigar. Assim, ela acaba sendo acusada de heresia e é brutalmente assassinada pelos cristãos em 415 d.C.

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