Projeto Alexandria Artística
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Projeto Alexandria Artística
Esse projeto fala sobre as artes, concepções religiosas das pessoas, a línguagem cinematográfica do filme Ágora e o significado de errantes da época.

2º G
Fernanda Dornelas nº13

Jonathas nascimento nº 21

Kelvin Freitas nº 24

Suellen Roque nº37

Wendel Santos nº 42
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Os errantes

Errantes eram pessoas que andavam sem destino, assim caracterizando – se como alguém que erra e vive a vaguear, não possuindo localização fixa.

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O motivo da destruição da biblioteca de Alexandria

    No ano de 646 d.c., a majestosa biblioteca de Alexandria, no Egito, foi queimada pelos invasores árabes por ordem de Amr ibn-el-As, um fanático muçulmano recém convertido para a religião de Maomé. Para ele, o “Alcorão”, o livro sagrado escrito por Maomé, era a única obra que deveria existir na face da Terra. “O livro de Deus é-nos suficiente”, brandava o fanático contemplando a chama de mais de 532 mil e 800 rolos de papiro e pergaminho queimados, o número aproximado de obras existentes naquela famosa biblioteca que existiu por volta de 900 anos.

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A arte influencia a religiosidade das pessoas

    Houve um tempo em que os cristãos entraram em conflito com os pagãos. Os pagãos adoravam vários deuses, diferente dos cristãos. No filme Ágora podemos perceber que haviam muitas esculturas de deuses espalhadas pelas praças e nas frente dos "templos", os cristão acreditavam num Deus único e assim começou um conflito entre eles.

    As estatuas dos deuses nas praças, passavam uma "soberania", para mostrar ao povo que eles eram importantes, e que não era qualquer um que teria uma escultura em meio a praça, e isso fazia o povo acha-los dignos de adoração.

 

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Os judeus de Alexandria

     Os papiros de Elefantina nos informam a comunidade judia que se instalou no Egito depois da tomada de Jerusalém em 586 a.C. por Nabucodonosor II, já que existem dados de assentamento na época de Moisés.

    Desde os reis ptolomaicos, os judeus da Diáspora se estabeleceram na cidade atraídos pelo Museu, protegidos pela tolerância do mundo pagão em matéria de diversidade religiosa, e criaram um foco intelectual ativo com um centro de estudos hebraicos.

   Os judeus gozavam de todos os direitos civis, como qualquer cidadão grego, mas mantinham as prerrogativas concedidas pelos reis persas, e constituíam uma comunidade política independente e autónoma, limitada apenas pela subordinação aos Ptolomeus primeiro e aos romanos depois. À sua frente tinham os cargos das comunidades da diáspora: arcontes, que regiam os assuntos administrativos e judiciais, e o arquisinagogo a quem correspondia tudo o referente ao culto, além de um etnarca com grandes poderes civis que lhe permitiam tratar com os funcionários do Egito ou do Império Romano. Constituíram assim um grupo étnico apartado da população de Alexandria, com um isolamento linguístico, económico e cultural que lhes permitiu conservar a sua raça e religião, fiéis à lei e às tradições ancestrais.

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Alexandria Romana

   Júlio César tomou a cidade em 46 a.C., para colocar fim à guerra dinástica entre Cleópatra e o seu irmão e co-regente Ptolomeu XIII, e durante a batalha no mar ocorreu o incêndio de Alexandria, no qual arderam alguns sítios de armazenamento de livros no porto, mas não a Grande Biblioteca. Depois de assegurar que Cleópatra estava no trono egípcio e casada com o seu irmão mais novo, Ptolomeu XIV, Júlio César regressou a Roma. Durante a guerra que surgiu depois da morte de César, Marco António viajou para o Egito para convencer a rainha-faraó a apoiá-lo. A entrada do Egito na guerra implicou a tomada da cidade em 30 a.C. por Augusto, que converteu o Egito em propriedade particular sua, acabando assim com a independência do país.

     Durante o período romano, Alexandria sofreu numerosos desastres: em primeiro lugar, a chamada Guerra Bucólica (172-175); depois foi saqueada por um capricho de Caracala (215), e destruída por Valeriano em 253, pelas tropas de Zenóbia, rainha de Palmira, em 269, e por Aureliano em 273. Este último saqueou e destruiu completamente o Bruchion, desastre que danificou o "Museu" e a biblioteca. Diz-se que naquela ocasião os sábios gregos se refugiaram no Serapeu, que nunca sofreria com tais desastres, e outros emigraram para Bizâncio. Finalmente, em 297, a revolta do usurpador Domitius Domitianus acabou com Alexandria tomada e saqueada pelas tropas de Diocleciano, ao fim de um cerco de oito meses (vitória comemorada pelo chamado "Pilar de Pompeu").

 

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Os planetas

    Um planeta, é um corpo celeste que orbita uma estrela ou um remanescente de estrela, com massa suficiente para se tornar esférico pela sua própria gravidade, mas não a ponto de causar fusão termonuclear.

 

    O termo planeta é antigo, com ligações com a história, ciência, mitologia e religião. Os planetas eram vistos por muitas culturas antigas como divinos ou emissários de deuses. À medida que o conhecimento científico evoluiu, a percepção humana sobre os planetas mudou, incorporando diversos tipos de objetos. Em 2006, a União Astronômica Internacional (UAI) adotou oficialmente uma resolução definindo planetas dentro do Sistema Solar, a qual tem sido elogiada e criticada, permanecendo em discussão entre alguns cientistas.

 

    Ptolomeu imaginava que os planetas orbitavam a Terra, em movimentos do epiciclo e círculo deferente. Embora a ideia de que os planetas orbitavam o Sol tivesse sido sugerida muitas vezes, somente no século XVII esta visão foi suportada por evidências pelas primeiras observações telescópicas, realizadas por Galileu Galilei. Através da cuidadosa análise dos dados das observações, Johannes Kepler descobriu que as órbitas dos planetas não são circulares, mas elípticas. À medida que as ferramentas de observação foram desenvolvidas, os astrônomos perceberam que os planetas, como a Terra, giravam em torno de eixos inclinados e que alguns compartilhavam características como calotas polares e estações do ano. Observações mais próximas por meio de sondas demonstraram que a Terra e os outros planetas também compartilham características como vulcanismo, furacões, tectônica e até mesmo hidrologia.

 

    Os planetas são geralmente divididos em dois tipos principais: os grandes e de baixa densidade planetas gigantes gasosos e os menores e rochosos planetas terrestres. Há oito planetas no Sistema Solar: em ordem crescente de distância do Sol, são os quatro planetas terrestres Mercúrio, Vênus, Terra e Marte, e depois os quatro gigantes gasosos Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Seis dos planetas são orbitados por um ou mais satélites naturais.

 

    Além disso, o Sistema Solar possui também pelo menos cinco planetas anões e centenas de milhares de corpos menores do Sistema Solar.

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Linguagem cinematográfica na interpretação do filme Alexandria

    As grandes batalhas entre Cristãos e Parabolanos são perfeitamente diagnosticadas porém, mal interpretadas e direcionadas, mas o uso de espadas e escudos pequenos faz com que realmente pareça ser de brinquedo, contudo o áudio da lâmina da espada está muito fraco, outro ponto importante é a ausência de arcos e flechas em pleno século em que o filme se passa.

 

    O cenário é extraordinário e fascinante, os produtores conseguiram explorar atentamente a mensagem do ambiente para o público com a combinação do figurino que também ajudou um pouco, mas podia ser melhor.

 

    O primeiro aspecto da nova produção do genial Alejandro Amenábar que impressiona é a sua reconstrução histórica. Há tempos eu não assisto a um épico como este, tão rico em detalhes e no resgate de cenários, vestimentas e objetos de uma época – em lugar do cada vez mais costumeiro uso de efeitos CGI, ou seja, da apresentação de cenários e outros detalhes através da computação gráfica.

 

    Em Ágora tudo é feito do “jeito antigo”. Um trabalho excepcional de reconstrução de época comandado por Amenábar e com o talento decisivo de pessoas como o diretor de fotografia Xavi Giménez; o design de produção impecável de Guy Dyas; a direção de arte incrível de um time de profissionais comandado por Frank Walsh; a decoração de set de Larry Dias e o figurino de Gabriella Pescucci. Vale citar ainda a trilha sonora de Dario Marianelli e a edição de Nacho Ruiz Capillas. Como no caso de filmes como Spartacus, Ben-Hur, entre outros, Ágora é, sobretudo, um trabalho de equipe.

 

    Depois do impacto inicial do “ambiente” perfeitamente resgatado da Alexandria do século 4, o espectador mergulha fundo na história contada pelo roteiro de Amenábar e do premiado Mateo Gil. Ágora é destes filmes com muitas leituras e significados. Os mais evidentes, logo no início, se referem ao fim de uma era e ao início de uma outra. A disputa entre diferentes religiões, formas de poder e, principalmente, maneiras de encarar o mundo e a vida estão no foco dos roteiristas. Além disto, seguindo parte dos manuais das histórias clássicas, Ágora ainda abre espaço para romances, histórias de traições, disputas pelo poder e a queda de braço entre “heróis” e “vilões”.

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O primeiro cristão a chegar em Alexandria

      Uma tradição muito antiga assegura que o primeiro cristão que chegou a Alexandria para predicar a nova religião foi São Marcos. Este sucedia no ano 61 de nossa era. A mesma tradição conta que o primeiro cristão convertido foi Aniano, de ofício, sapateiro. São Marcos curou-lhe a ferida de uma mão e ao mesmo tempo falou-o do significado do cristianismo. Desde esses tempos de predicação, os cristãos de Alexandria e do resto do Egito mantiveram uma grande tradição evangélica. São Marcos foi perseguido sob o mandato do imperador Nero que no ano 62 foi martirizado e morto. Desde então até a época do imperador Trajano (começo do século II), os cristãos tiveram que ocultar suas crenças, ameaçados pelas perseguições. A partir deste momento se permitiu com tolerância estender-se por toda a cidade de Alexandria e pouco a pouco, ao longo de todo o vale do Nilo.

 

    No século II, Panteno e, posteriormente, Clemente de Alexandria e seu discípulo Orígenes estabeleceram nesta cidade um verdadeiro seminário de teólogos, até tal ponto que o resto da cristandade os olhava com certo receio. É o que se conhece como Escola Catequética de Alexandria. Ao chegar o século IV, com o imperador Constantino I o Grande; existiam graves dissenções cristãs no Norte da África e em Alexandria. As tensões com o resto da comunidade cristã conduziram ao cisma com a aparição demasiada do presbítero Ário e sua doutrina o arianismo. Por esta razão, o imperador convocou o concílio de Niceia, onde se estabeleceram as bases do credo (declaração resumida da fé cristã).

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Introdução

       Alexandria é uma cidade do Egito; com uma população de cerca de 4,1 milhões de pessoas, é a segunda maior cidade do Egito, e o maior porto do país, servindo 80% das importações e exportações da cidade. Além disso, é um grande ponto turístico.

Alexandria se estende por 32 quilômetros na costa mediterrânica do centro-norte do Egito. É o local onde fica a famosa Biblioteca de Alexandria e é um importante centro industrial por causa do gás natural da cidade e dos poços de petróleo em Suez, uma outra cidade egípcia. Alexandria também foi um grande ponto de encontro entre a Europa, a África e a Ásia, porque a cidade beneficiou da ligação entre o mar Mediterrâneo e o mar Vermelho.

     Nos tempos antigos, Alexandria foi uma das cidades mais importantes do mundo. Foi fundada em torno de um pequeno "vilarejo" em 331 a.C. por Alexandre, o Grande. Permaneceu como capital do Egito durante mil anos, até à conquista muçulmana do Egito, quando a capital passou a ser Futsat (que foi depois incorporada no Cairo).

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