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Como conclusão da trilogia não está nada mal. Tem até uma qualidade superior aos outros dois livros. A escrita está melhor, a gestão das linhas narrativas, as descrições de acção, a rarefacção de "AHAHAHAHAH" e afins... Mas falha em pontos essenciais que me impedem de o achar um bom livro e, consequentemente, de achar que esta é uma boa trilogia. Nomeadamente na gestão das linhas narrativas, que é aquilo que para mim esteve pior. Eu disse que estava melhor, não disse que estava propriamente boa.
Via Jorge Candeias
The Iron Dream, obra consagrada com o Prix Apollo para melhor novela publicada em França em 1973, é um dos mais originais jogos literários de ficção científica moderna. Apresenta um Adolf Hitler, escritor de Ficção Científica, vencedor do Hugo; obra a que não falta a biografia e a bibliografia adequada e indispensável, transporta o enredo para uma Terra futura, na qual um tal Feric Jaggar
Via Jorge Candeias
Emphyrio é uma das novelas mais ambiciosas do autor. Nela se revela Ghyl Tarvoke, um humilde gravador de madeira que se identifica com o mítico Emphyrio. Para libertar o seu povo da tirania, cometerá delitos e viajará por vários planetas e mundos exteriores
Via Jorge Candeias
Como todo noir que se preze, Osama abre com uma femme fatale adentrando o escritório de um investigador particular. A missão que ela traz também é típica: encontrar o autor recluso dos romances da série Osama bin Laden: Vigilante, da qual nada se sabe exceto o seu pseudônimo, Mike Longshott. Estamos em um mundo um pouco diferente do nosso, como se pode ver: um século XXI alternativo onde o terrorismo global não existe exceto como literatura barata.
Via Jorge Candeias
Leviatã é um livro gostoso de ler, mas complexo de explicar em poucas palavras. Antes de conhecer a obra em si, você precisa saber um pouco sobre o gênero do qual ela faz parte. O Steampunk mistura o passado com o futuro, a realidade com a ficção. Steam (vapor), remete às máquinas introduzidas na Revolução Industrial. Punk representa a quebra com a forma tradicional de ilustrar a Era Vitoriana e o passado como um todo.
Via Jorge Candeias
"Antes de me debruçar sobre qualquer um dos contos reunidos neste antologia, quero mencionar 2 coisas. Não se deixem enganar pelo nome do autor que vem escarrapachado na capa. Mensagens do Futuro não é um livro de Isaac Asimov, ainda que contribua com um conto, mas sim uma colectânea de contos editada por ele, Martin Greenberg e Joseph Oladner"
Via Jorge Candeias
"Dentro da pouca notabilidade da ficção científica soviética, Que Difícil é ser Deus! pode considerar-se uma obra mestra. Plena de subtil ironia e enquadrada na temática especulativa, a acção desenrola-se num planeta distante habitado por homens idênticos aos da Terra, mas que, pelo desenvolvimento técnico e científico, mesmo histórico, estão ainda na idade da pedra."
Via Jorge Candeias
"Em suma, esta antologia pecou um pouco em termos de qualidade e diversidade. Vários temas se repetiram e isso nem teria sido muito problemático se os enredos fossem verdadeiramente originais e interessantes, bem explorados e na dose certa. Infelizmente, muitos dos contos não o fizeram. Apesar de ter gostado de alguns contos, não adorei nenhum e isso é raro acontecer-me em antologias (há sempre ou que se destacam e são diferentes de leitor para leitor)."
Via Jorge Candeias
"Gigantesco com 528 páginas, 20.000 léguas submarinas é certamente o livro de Jules Vernes mais famoso para a atual geração de leitores de quadrinhos por ter dado origem a, no mínimo, dois personagens chave da série League of Extraordinary Gentleman do inglês Alan Moore. "
Via Jorge Candeias
"Li este livro pois será o próximo a ser discutido no Clube de Leitura Bertrand de Lisboa e não gosto de ir sem ter as coisas lidas se não depois não percebo nada do que se está a falar. É um livro interessante que se passa em três linhas temporais: século XVIII, 2006 e 2032, tendo como centro o Brasil. Vamos acompanhando as várias personagens, como vão evoluindo e a forma como as diferentes linhas temporais acabam por se completar umas às outras."
Via Jorge Candeias
"É impossível começar esta opinião sem referir o trabalho do Luís Filipe Silva. Nota-se um esmero neste trabalho (desculpando, em parte, a demora do seu lançamento). As introduções de cada autor, escrito pelo próprio organizador, estão uma delícia! E por si só já são contos."
Via Jorge Candeias
"Pobre Mary Shelley, escreveu um romance que se transformou numa das histórias de terror mais conhecidas através do cinema e hoje muitos andam a ler ao engano. Este não é um livro de terror. Ponto final. Agora que temos isto esclarecido (algumas alminhas ainda pensam que o livro é igual ao filme *facepalm*) vamos lá ao que interessa."
Via Jorge Candeias
Embora seja Cientista Político hoje, minha primeira formação foi como Historiador. Mas sempre tive um ou mesmo os dois pés atrás com a História o que me leva a pensar que, de certa forma, sempre tive um pé atrás com a Ciência, embora ela seja uma excelente amante, ao contrário da Metafísica, algo particular que um dia, dadas as condições positivas, eu talvez venha a “filosofar”. Mas estou escrevendo esse post, para o Cabaré das Idéias e para o Ao Sugo, para homenagear o talvez mais perturbador e impressionante livro de autoria de Philip K. Dick: “O Homem do Castelo Alto”.
Via Jorge Candeias
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Philip K. Dick explorou duas questões filosóficas básicas em sua ficção científica: o que é a realidade? O que é um ser humano? Há na sua obra outro tema recorrente: a paranoia constante de quem vive sob um Estado policial, repressivo, que espiona e manipula seus cidadãos. O livro/filme "O Homem Duplo" ("A Scanner Darkly", 1977/2006) é um bom exemplo.
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Nightwinds são três relatos interligados pelo tema comum, que mereceu o Hugo para novela curta. A acção decorre entre as cidades mais importantes na época Roum, Perris e Jorslem, que se identificam com Roma, Paris e Jerusalém, em clima puramente feudal, no qual as profissões estão agrupadas em corporações e grémios restritos.
Via Jorge Candeias
Não sabia que este livro existia até começar a promoção do filme baseado nele. No final do ano passado, antecipando a estreia do filme em portugal, vários conhecidos cujas opiniões valorizo o começaram a ler, e perante opiniões unânimes de aprovação, resolvi começar a ler a edição inglesa. Confesso que desisti ao fim de algumas páginas, para pegar na edição portuguesa uns meses mais tarde, porque a escrita densa e repleta de peculiaridades geográficas e de época me desarmou logo no primeiro capítulo.
Via Jorge Candeias
Editada pelo Colectivo Fénix, a fénix fanzine é uma publicação que aposta em autores portugueses de ficção-científica. Autores com algum reconhecimento e outros que o estão agora a ganhar, o que é sempre uma mais-valia em antologias. De um modo geral o fanzine está bem conseguido, diverte a ler e cria fascínio. O nível dos contos apresentados é variado, há contos muito bons e outros não tanto, e penso que não houve um que me arrebatasse completamente. Espaço relevante também para o artigo sobre o autor Romeu de Melo e o período em que ele vivia e ainda a entrevista com o autor José Manuel Morais.
Via Jorge Candeias
Quando este livro foi publicado originalmente em Portugal, em 2007, chamou-me moderadamente a atenção. Ficou naquela categoria de livros “se um dia o apanhar a bom preço sou capaz de lhe dar oportunidade”. O tempo foi passando e tinha-me praticamente esquecido dele, mas a adaptação cinematográfica que estreou recentemente renovou e empolou o meu interesse. Apareceu uma nova edição do livro pela Presença (capa alusiva ao filme, mesma tradução), mas quando vi a edição da D. Quixote à venda por 9,90€ não deixei escapar a oportunidade e comecei a lê-lo quase de imediato.
Via Jorge Candeias
"Contos e romances de fantasia, história alternativa, ficção científica cyberpunk e retrofuturismo steampunk constituíram a maioria dos lançamentos de ficção especulativa brasileira dos últimos dois anos. Mas a coletânea Space Opera (Draco, 272 págs., R$ 49,90) mostra que continua a haver interesse pelo tipo de temática e ambientação que a maioria das pessoas tem em mente quando pensa em ficção científica – a saber, aventuras com naves interplanetárias e batalhas espaciais com invasores alienígenas."
Via Jorge Candeias
"Às vezes temos uma ilusão que é passageira, mas nem sempre. Com este livro tenho a ilusão de que as pessoas deveriam ler obrigatoriamente dois livros na vida: o texto base de sua religião e a trilogia A revolta de Atlas de Ayn Rand. "
Via Jorge Candeias
"Arvies. Adam-Troy Castro. Não costumo falar sobre os contos de autores já consagrados, porque só me poderia repetir. Não quero andar aqui às voltas com as palavras. Apenas quero dizer que apreciei muito o conto e congratulo quem o escolheu para colocar na revista. Foi uma grande aposta. Já vos tinha dito que aprecio estes enredos futuristas, de dominados, dominadores, seres superiores e inferiores, robôs e inteligência artificial?"
Via Jorge Candeias
"Trata-se efectivamente de uma leitura viciante, se não fosse por mais nada, o simples facto do nosso filho mais velho (de 15 anos) os ter "devorado", era para mim já algo importante. Este segundo livro da série "Jogos da Fome" passa-se após o fim dos jogos, com as personagens no seu ambiente normal, mas sem nenhuma normalidade nas suas vidas. "
Via Jorge Candeias
"Esta fanzine é dedicada à divulgação da Fantasia, Ficção Científica e do Horror, constituída por contos e artigos de variados autores portugueses. Este número foi organizado pelo Roberto Mendes e a belíssima capa é da autoria de Hauke Vagt"
Via Jorge Candeias
"Este livro delicado consegue aliar aventura, fantástico e ficção científica numa narrativa de surrealismo poético. Um náufrago por vontade própria arriba a uma ilha misteriosa no oceano pacífico, onde se vê rodeado de pessoas que passam por ele como se um fantasma se tratasse. Apaixona-se por uma das mulheres que vive na ilha, um amor impossível pela distância não no espaço mas no tempo."
Via Jorge Candeias
O livro, narrado sob a ótica particular de Xochiquetzal, uma princesa asteca que foi educada na corte lisboeta, tem início com a viagem de Dom Vasco da Gama, seu esposo, à frente da Esquadra da Vingança, uma grande força naval que foi enviada por El-Rei Dom Manuel contra Calicute para vingar a morte de Fernão de Magalhães, que havia sido capturado e morto pelo Samorim, a suprema autoridade local.
Via Jorge Candeias
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