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Nos dias 12 e 13 de abril, aconteceu em Porto Alegre a segunda edição da Odisseia de Literatura Fantástica. O evento nasceu da ideia dos autores e editores Duda Falcão, Cesar Alcázar e Christopher Kastensmidt. A premissas dos criadores foi a concepção de um espaço de exposição e discussão focado em literatura fantástica fora do eixo Rio de Janeiro-São Paulo.
Via Jorge Candeias
Dystopia é uma antologia que reúne contos ambientados em universos distópicos, anacrônicos, pós-apocalípticos ou no mínimo caóticos e que narram as histórias de anti-heróis bastante peculiares que habitam estes mundos.
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Gerson Lodi-Ribeiro (@gersonlodi) publicou duas noveletas na versão brasileira da Asimov’s: a FC hard “Alienígenas Mitológicos” e a história alternativa “A Ética da Traição” que abriu as portas do subgênero no fantástico lusófono. Autor da noveleta de FC premiada “A Filha do Predador”, das coletâneas Outras Histórias…, O Vampiro de Nova Holanda, Outros Brasis, Taikodom: Crônicas e Histórias de Ficção Científica por Carla Cristina Pereira, e dos romances Xochiquetzal: uma Princesa Asteca entre os Incas (história alternativa) e A Guardiã da Memória (FC erótica).
Via Jorge Candeias
Como todo noir que se preze, Osama abre com uma femme fatale adentrando o escritório de um investigador particular. A missão que ela traz também é típica: encontrar o autor recluso dos romances da série Osama bin Laden: Vigilante, da qual nada se sabe exceto o seu pseudônimo, Mike Longshott. Estamos em um mundo um pouco diferente do nosso, como se pode ver: um século XXI alternativo onde o terrorismo global não existe exceto como literatura barata.
Via Jorge Candeias
A Editora Draco está com inscrições abertas para a submissão de contos para a antologia Space Opera III, terceiro volume que visa a publicação de contos de ficção científica, do sub gênero space opera, de autores brasileiros ou portugueses. A boa repercussão dos dois volumes anteriores Space Opera – Odisseias Fantásticas Além da Fronteira Final (2011) e Space Opera – Jornadas Inimagináveis em uma Galáxia não muito Distante (2012), abriram as portas para uma terceira publicação do gênero.
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Há alguns anos, no maior evento de literatura especulativa do país, o Fantasticon, discutíamos qual seria o verdadeiro valor de uma publicação impressa para o currículo de um autor. Nas entrelinhas, nos perguntávamos se sair em papel era mais importante do que escrever em um blog, por exemplo. Não era uma questão de qualidade, e sim de status, e nós sabíamos disso.
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Escritores das mais diferentes estirpes, gêneros e nacionalidades rivalizam com seus colegas de ficção científica e fazem antecipações dignas de Júlio Verne (1828-1905). Não se trata de predições futuristas, como as de Verne, ou a idealização de cenários imaginários, como os de Arthur C. Clarke ou Aldous Huxley. Mas de criações que falam de conflitos concretos de personagens mundanos, imaginados por autores sem intenção deliberada de fazer sci fi.
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Publicado originalmente em janeiro/fevereiro de 1991 sob a organização de Marcello Simão Branco, volta a estar disponível o histórico fanzine Megalon número 14, agora em formato virtual capturado a partir dos originais do editor.
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Edição do Somnium especial de Natal! Dessa vez, temos contos de Orson Scott Card, Tibor Moricz e Flávia Côrtes. Todos dentro do espírito natalino…:) Atendendo a pedidos, o Somnium 105 está disponível nas versões PDF, MOBI e EPUB. Tem Somnium para todos os gostos! Baixem, leiam, compartilhem!
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Há alguns dias, falei aqui sobre duas revistas portuguesas dedicadas à literatura fantástica, a Bang! e a Dagon. Agora é a vez de duas outras revistas publicadas nesse animado mercado transatlântico.
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Jorge Luiz Calife ascendeu ao mapa da ficção científica mundial em 1985 com o agradecimento de Arthur C. Clarke às suas sugestões para a continuação de 2001: Uma Odisséia no Espaço, tornadas concretas com o romance 2010: Uma Odisséia no Espaço II: “Agradeço ao Sr. Jorge Luiz Calife, do Rio de Janeiro, por uma carta que me fez pensar seriamente numa possível continuação [de 2001: Uma Odisséia no Espaço].”
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"Atenção, Steamers! Exploradores, cientistas malucos, damas ousadas, piratas dos ares, caçadores de vampiros, engenheiros e autômatos! O Conselho Steampunk – Loja SP anuncia a SteamCon 2013! Serão mais de 24 horas de evento em um dos lugares mais fantásticos do Brasil: a Vila Ferroviária de Paranapiacaba!"
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Projeto Portal foi uma revista de contos de ficção científica com periodicidade semestral, editada durante entre anos 2008 e 2010, com pequena tiragem, distribuída somente entre acadêmicos, jornalistas e formadores de opinião, contando com seis números. O título de cada revista homenageou uma obra célebre do gênero: Portal Solaris, Portal Neuromancer, Portal Stalker, Portal Fundação, Portal 2001 e Portal Fahrenheit.
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Philip K. Dick explorou duas questões filosóficas básicas em sua ficção científica: o que é a realidade? O que é um ser humano? Há na sua obra outro tema recorrente: a paranoia constante de quem vive sob um Estado policial, repressivo, que espiona e manipula seus cidadãos. O livro/filme "O Homem Duplo" ("A Scanner Darkly", 1977/2006) é um bom exemplo.
Via Jorge Candeias
A primeira revista do estilo foi a norte-americana Argosy Magazine, de Frank Munsey, lançada em 1896. Tinha 192 páginas e nenhuma ilustração na capa ou internamente. Antes desse lançamento, ninguém havia agregado impressão a papel barato e escritores idem. O preço era acessível às classes mais pobres. Resultado: em seis anos, Argosy já vendia quase meio milhão de cópias mensais.
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á é possível baixar a edição 20 do histórico fanzine de ficção científica e horror Megalon, editado por Marcello Simão Branco e Renato Rosatti, publicado originalmente em março/abril 1992 e agora digitalizado em formato pdf. A capa traz uma ilustração de R. S. Causo ilustrando o próprio conto "Capacetes azuis, verdes e amarelos", e também apresenta contos de Decio One, Luiz Zatar e Cesar Silva (um dos meus favoritos).
Via Jorge Candeias
Leviatã é um livro gostoso de ler, mas complexo de explicar em poucas palavras. Antes de conhecer a obra em si, você precisa saber um pouco sobre o gênero do qual ela faz parte. O Steampunk mistura o passado com o futuro, a realidade com a ficção. Steam (vapor), remete às máquinas introduzidas na Revolução Industrial. Punk representa a quebra com a forma tradicional de ilustrar a Era Vitoriana e o passado como um todo.
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A discussão FC x Fantasia não é nova, mas é sempre produtiva. O que vemos hoje no Brasil é uma quantidade de publicações de livros de Fantasia que ultrapassa a de Ficção Científica em muito (10 para 4, segundo estatísticas que me foram fornecidas por Cesar Silva, editor do Anuário Brasileiro de Literatura Fantástica). Mas, onde está a questão?
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Há alguns dias, publiquei aqui o necrológico de Maria Helena Bandeira, escritora de fc&f muito querida no fandom. A autora publicou em muitas antologias e até na extinta Isaac Asimov Magazine, mas não teve em vida nenhum livro individual no país, exceto dois volumes da Coleção Nave Profana. Mas, que coleção é essa?
Via Jorge Candeias
Já há quase 200 resultados em "ficção científica" na loja kindle da Amazon Brasil.
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No que se refere à literatura estrangeira, relevância para A Companhia Negra, de Glen Cook (Record), com uma versão barra-pesada para a geralmente solene fantasia heróica a qual estamos habituados, e A máquina diferencial, de Willian Gibson & Bruce Sterling (Aleph), obra seminal da ficção científica que inaugurou a estética steampunk.
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Foi com o paulista Jeronymo Monteiro (1908-1970) que a “ficção científica brasileira” passou a existir como universo literário à parte da literatura, criando regras e métodos próprios, além de formar um público específico. Em 1947, Monteiro publicou, “Três Meses no Século 81” e, em 1948, “A Cidade Perdida“. Antes disso, até o final da década de 30, não existia no Brasil um movimento literário em prol da ficção científica, envolvendo escritores e leitores
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Levei uma mochila carregada de livros. Pois, mesmo sem muita esperança de concretizar vendas, por insistência de minha amiga, Ana Cristina Rodrigues, levei oito exemplares da antologia Como Era Gostosa a Minha Alienígena! (Ano-Luz, 2002) e da coletânea Histórias de Ficção Científica da Carla Cristina Pereira (Draco, 2012). Minha perspectiva se revelou realista. Ninguém se interessou pelos livrinhos.
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"Para começar, mostrei aos amigos o livro Nós, Ciborgues, que Fátima Regis lançou na semana passada na Blooks. Aproveitei o ensejo e mostrei também o romance de Samuel L. Clemens (mais conhecido como Mark Twain), A Connecticut Yankee in the King Arthur’s Court, que estou lendo agora."
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"Contos e romances de fantasia, história alternativa, ficção científica cyberpunk e retrofuturismo steampunk constituíram a maioria dos lançamentos de ficção especulativa brasileira dos últimos dois anos. Mas a coletânea Space Opera (Draco, 272 págs., R$ 49,90) mostra que continua a haver interesse pelo tipo de temática e ambientação que a maioria das pessoas tem em mente quando pensa em ficção científica – a saber, aventuras com naves interplanetárias e batalhas espaciais com invasores alienígenas."
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