"Quando Miguel foi buscar o filho ao terminal do submaglev, deu com ele lavado em lágrimas e carrancudo. Encheu-o de perguntas mas a única resposta que o miúdo lhe deu foi virar-se para a janela, de bochecha encostada ao punho e cotovelo apoiado no braço do banco, observando com olhos baços os prédios decrépitos do centro histórico enquanto a velha carripana da família era lentamente conduzida até casa pelo serviço central de controlo de tráfego."


Via Jorge Candeias