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Observatorio do Conhecimento
O jeito de fazer as coisas na era do conhecimento
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A História Das Redes Sociais Ao Longo dos Tempos - AllTwitter

A História Das Redes Sociais Ao Longo dos Tempos - AllTwitter | Observatorio do Conhecimento | Scoop.it
The History Of Social Networking Through The Ages [INFOGRAPHIC]
José Antônio Carlos - O Professor Pepe's insight:

Excelente Infográfico produzido por Shea Bennett, publicado no All Twitter. Nele, vemos que o ato e, mais que isso, a necessidade de se comunicar é inererente ao ser humano. A tecnologia apenas expande os limites.

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Que Tal Um Cafezinho Aleatório?

Que Tal Um Cafezinho Aleatório? | Observatorio do Conhecimento | Scoop.it
José Antônio Carlos - O Professor Pepe's insight:

Uma nova forma de conversa entre pessoas de uma mesma organização para fazer fluir o conhecimento e romper silos. Este blog mostra como a NESTA está promovendo estes encontros.

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Mudando para o do Pensamento do Século XXI

José Antônio Carlos - O Professor Pepe's insight:

Vasto material sobre as habilidades e atitudes necessárias para sobreviver no fluido mercado de trabalho pós industrial.

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10 Dicas para Tirar a Gestão do Conhecimento e da Inovação do Papel

10 Dicas para Tirar a Gestão do Conhecimento e da Inovação do Papel | Observatorio do Conhecimento | Scoop.it

Sair de ambientes hierarquizados e muito burocratizados não é fácil. Eles têm mais de 100 anos de tradição no mercado e têm o medo e a desconfiança como importantes aliados.

 

Tal realidade não deve, entretanto, nos deixar paralisados. Já se percebe que estes ambientes tendem a perder status conforme avancemos século XXI adentro. Aos poucos se tornarão uma espécie de controle remoto quebrado. Você aperta daqui, aperta dali, e nada acontece. Uma hora você o joga no lixo.

 

A substituição de ambientes organizacionais que inibam a colaboração e a criatividade por outros que estimulem a geração e a circulação de conhecimento não cairão do céu. Ao contrário, dependerão de iniciativas concretas, que só agora começam a ser melhor compreendidas, e que serão indispensáveis para transformar o discurso inovador em prática inovadora. Para ajudar o movimento “inovação já”, me permiti alinhavar 10 dicas indispensáveis para tirar a gestão do conhecimento e da inovação do papel. Está claro que elas não esgotam o assunto.São antes disso um convite à reflexão.

 

1. Seja transparente

 

O conhecimento tácito, o mais importante deles, ao perceber que tem mutreta no ar, volta para dentro da cabeça de seu proprietário e dificilmente dará as caras novamente.

 

2. Tenha a ética como valor inegociável

 

A inovação valoriza a experimentação e a negociação. Jamais ultrapasse a fronteira da ética.

 

3. Valorize a transdisciplinaridade

 

Os problemas do mundo contemporâneo não são passíveis de tratamento por uma só disciplina. A ideia de que só nós sabemos das coisas e o resto é bobagem está cada dia mais desacreditada.

 

4. Monte um layout inclusivo Não adianta, no entanto, ter quadros profissionais com diversos saberes se os mantivermos fechados em suas salinhas. Problemas complexos demandam ambientes abertos que permitam juntar as peças de um quebra cabeça, que vistas isoladamente nada significam.

 

5. Use a tecnologia como elemento inovador

 

Já ficou para traz a época que computador era só para aumentar a produtividade manual. Embora ainda haja um amplo espaço para automação nestes moldes, ela deverá ficar condicionada ao aumento da produtividade intelectual. Se assim não for, corremos o sério risco de fazermos mais rápido, coisas que não interessam.

 

6. Use métodos e técnicas gerenciais que estimulem a inovação

 

A sensação de que o jeito tradicional de trabalhar está fazendo água, tem levado um número crescente de estudiosos a propor alternativas mais ajustadas a era do conhecimento. Neste blog, em particular, e na Rede Paulista de Inovação, (http;// www.igovsp.net) como um todo, temos apontado diversas dessas iniciativas que instiguem o pensamento crítico, a visão compreensiva dos fenômenos e o trabalho em rede.

 

7. Estimule a criatividade

 

O processo de aprendizagem criado pela sociedade industrial nos levou a pensar que a criatividade era coisa para poucos. Esta visão, felizmente, está perdendo força. Criatividade se aprende, sim, basta usar métodos pedagógicos adequados. Recomendo, aos nossos leitores, para aprofundar essa questão, que assistam ao vídeo do professor Ken Robinson.( http://tvinovatorio.blogspot.com.br/2010/11/httpwwwtedcomtalkslangporbrkenrobinsons.html)

 

8. Capacitação é rotina

 

Entenda que a capacitação, doravante, fará parte da “folha de produção” de qualquer organização, seja ela privada ou governamental. Incorpore-a todos os trabalhos que fizer. Se negligenciarmos este fato, montaremos equipes que tenderão a tratar problemas novos com remédios vencidos.

 

9. Evite reuniões sem propósito

 

Estimular a troca de experiência não significa viver em reunião. Reuniões devem ser muito bem estruturadas com clareza de propósito, tempo de duração bem definido, que desaguem em “lições de casa” muito bem identificadas. Lembrem-se, reuniões de equipe são muito importantes para serem avacalhadas por um blá, blá, blá, sem fim.

 

10. Crie prazos para transformar ideias em produtos ou serviços concretos

 

Inovar não significa descompromisso com prazos. Ao contrário, o mundo contemporâneo demanda por produtos e serviços concretos que possam sair da prancheta à jato. O design thinking, por exemplo, auxilia a internalização desta visão.

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6 maneiras para repensar o compartilhamento do conhecimento corporativo

The quest to effectively share knowledge within a company is one that still appears elusive. How do you keep on top of your competitors’ developments? How do you monitor articles that mention your brand? How do you make sure your teams get the information they need to make decisions and to learn? 

While we never had more ways to disseminate intelligence and knowledge within companies, it's easy to feel overwhelmed so that we're still often perceiving a lack of communication in the corporate world.


Via Guillaume Decugis
José Antônio Carlos - O Professor Pepe's insight:

O uso da curadoria para auxiliar a gestão do conhecimento corporativo.

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Guillaume Decugis's curator insight, March 18, 5:10 PM

Because content curation is a new form of communication, it makes sense to look at both external and internal communication when looking at its application within the corporate world. As the same information overload that plagues our social network and digital media is hurting our productivity too, here's how to leverage content curation for corporate knowledge sharing.

malek's curator insight, March 19, 7:22 AM

How to move from knowledge hoarding to knowledge sharing in  organizations?

Terry Yelmene's curator insight, March 20, 5:05 AM

This is a simple breakdown of the problem-prospective solution mechanics involved in organizational information sharing - nice!

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GURTEEN KNOWLEDGE

GURTEEN KNOWLEDGE | Observatorio do Conhecimento | Scoop.it
Document: Home Page
José Antônio Carlos - O Professor Pepe's insight:

Está no ar mais uma edição do "Gurteen Knowledge", provavelmeente a mais ampla base de dados sobre gestão do conhecimento. Fundamental para quem quer ficar atualizado na matéria.

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Storytelling nas Organizações

Storytelling nas Organizações | Observatorio do Conhecimento | Scoop.it
José Antônio Carlos - O Professor Pepe's insight:

Este endereço abriga as transcrições das falas de alguns dos mais importantes pensadores sobre storytelling em evento patrocinado pela Smithsonian Associates realizado em 2001 e 2003. Leitura muito recomendada para quem quer entender o tema em sua verdadeira dimensão. Alguns dos palestrantes: John Seely Brown, Steve Denning, Katalina Groh, Larry Prusak, Seth Kahan, Alicia Korten, Rob Creekmore e Madelyn Blair.

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Innovators Dilemma Author Clayton Christensen Discusses Disruption via Startup Grind [Video]

Innovators Dilemma Author Clayton Christensen Discusses Disruption via Startup Grind [Video] | Observatorio do Conhecimento | Scoop.it
I recently found this great interview that Mark Suster did with Clayton Christensen, who is without argument, the master of disruption.

Via Jenny Pesina, Martin (Marty) Smith
José Antônio Carlos - O Professor Pepe's insight:

Grande site e grande entrevista com Clayton Christensen.

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Martin (Marty) Smith's curator insight, May 6, 2013 4:11 PM

Disruption In BSchool Education

Most of this talk is about disruption in education, but Christensen is the "master of disruption" and this conversation with Mark Suster is fascinating for Internet marketers.

Lack of technological core means an industry can't be disrupted. Education was in this boat for a long time. Online learning brings to education a "technological core" matched with pricing that has lost touch with reality means disruption is possible and likely.

Online learning and corporate learning programs are killing Harvard Business School. Christensen says half of the University business schools are in trouble and will be forced to get with it or close in ten years.

Apple Computer
Fascinating discussion of Apple & proprietary architecture at 10:33. The inevitable opening of a once proprietary operating system means prices fall and the money is made in "sophisticated manufacturing". "It really is scary," says Christensen about the loss of sophisticated manufacturing.

He goes on to blame business school for looking to layoff costs because of the way we teach people to measure things.

Freemiums
Another fascinating conversation about Fremiums at 14:30. "As a general rule if you have a product that doesn't get the job done you have to offer it for free," with Suster weighing in on charging for services. Modularity drives commoditization and that drives profit out.

Crowdfunding
Free usually means there is money to be made, "Above and below and you can invest or be an entrepreneur there and you can make money". Suster then talks about Venture Capital disruption and crowdfunding at 19:50.

Royalty Capital
Royalty Capital = movement in Boston to license capital as a way around limitations of venture capital at 24:00. When revenue starts there is a royalty rate returned to the capitalists. Fascinating alternative financing experiment going on in Boston.