Gonçalo Mabunda traz-nos um surpreendente trabalho de reciclagem: despojos de guerra, materia-prima de Morte é transformada num positivo sinal de afirmação de vida y reflexão inescapável sobre esta. O Homem que mata, que teima no matar para edificar a sua posição no mundo está presente todos os dias no nosso horizonte ... mas um homem que se furta a tal afirmação irrompe o nosso horizonte com surpresa "Cada bala que uso é uma vida salva". Balas metamorfoseadas em arte, em afirmação de vida , em ajuste assertivo com as narrativas que se assomam, ao mais alto nível, em perspectiva de uma libertação humana pela guerra. Gonçalo Mabunda vai ter o seu trabalho em exposição na Galeria Bonzart, em Lisboa. Ide ver.



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