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Observações de como as redes estão transformando o mundo em que vivemos.
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‘O maior problema é a mudança de mentalidade’

‘O maior problema é a mudança de mentalidade’ | Networked World | Scoop.it

Quais os conceitos do jardim de infância que poderiam ser levados para a educação em geral?

Quando penso sobre o aprendizado, penso em um processo: primeiro a criança imagina algo, digamos um prédio, e logo ela começa a materializar o que imaginou com os objetos disponíveis. Criando. Com isso, elas aprendem sobre estabilidade, o que faz as coisas ficarem em pé ou caírem. Então elas brincam e colaboram – outra crianca pode vir e fazer uma estrada na frente do prédio original. Talvez o prédio caia e, se isso acontecer, a criança vai pensar no porquê e no que fazer para que ele não desmorone mais, trazendo conceitos de estabilidade. Esse processo cria uma ideia melhor que será construída na próxima vez. As crianças podem se aperfeiçoar brincando. Precisamos construir ferramentas e métodos que levem esse processo em conta.

Como as crianças deveriam aprender no século 21? Qual é o maior desafio para a reinvenção da sala de aula?

Não acredito na divisão estrita de conhecimento por disciplinas e muito menos no método em que o professor apenas dita como tudo deve ser feito e o aluno apenas segue. Muitos diriam que uma das maiores dificuldades é educar os professores sobre as novas tecnologias que podem ser usadas em sala de aula, mas eu pessoalmente acho que o maior problema é a mudança de mentalidade no ensino. Hoje o método mais comum de ensino é o professor apenas entregando informação e o aluno apenas recebendo. Mas eu acredito que uma verdadeira mudança aconteceria com o professor funcionando como um guia e com as crianças aprendendo juntas, em colaboração. Vejo isso acontecendo no software que eu idealizei, o Scratch. Naquela plataforma, é muito comum que as crianças ensinem umas às outras a evoluir no uso do programa e que remixem as animações alheias.

Além dos seus próprios projetos, quais outras iniciativas do setor você destacaria?

Tenho grande interesse no fortalecimento do chamado movimento “maker”, que traz muito da lógica do faça-você-mesmo para a criação de objetos e tecnologias. Acredito que isso pode ser muito bem adaptado para o ensino infantil, como mostram conceitos como Makey Makey, que realmente abre as portas para a criatividade, e Little Bits, outro um produto muito bem desenhado para esse público. Ao serem expostas a ferramentas deste tipo, as crianças aprendem seguindo a própria paixão e intuição.


Via Luciano Sathler
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Facebook | The Things That Connect Us

Chairs, doorbells, bridges, airplanes. These are things that people use to get together and connect. Facebook is also something that over a billion people ar...
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Uma visão antropológica das redes sociais

Uma visão antropológica das redes sociais | Networked World | Scoop.it

Cada vez mais discursadas no repertório da administração moderna, na prática, as redes informais continuam sendo mal compreendidas e, pior, mal gerenciadas, sendo entendidas, na maioria das vezes, como antiestruturas desestabilizantes do status quo, mais do que uma face fundamental do pulso organizacional.

Nas redes informais, a posição estrutural dos indivíduos é dinâmica, pois está definida pelas relações em constante evolução. Neste caso, a função que o indivíduo desempenha já não está determinada pela sua função formal, mas pela sua localização estratégica na rede. Algumas das funções recorrentes dos nossos mapeamentos são:

Influenciador: mesmo sem ser necessariamente um líder formal, possui muitos vínculos diretos com outros indivíduos, podendo influenciá-los nas suas ideias e comportamentos.

Construtor de pontes: chave na inovação e integração organizacional, transcende silos funcionais criando pontes entre subculturas organizacionais diversas (por exemplo, conectando a área de engenharia com a de marketing). Com acesso a informações estratégicas e não redundantes, o construtor de pontes pode aumentar drasticamente a capacidade de inovação da organização, reduzindo o “time to market”.

Gargalo: gera uma alta dependência ao concentrar e controlar o fluxo das informações, tornando a comunicação ineficiente e mantendo sua equipe na periferia da rede. A descentralização das suas atividades não prioritárias costuma ser uma solução a este sintoma, comum nas lideranças sobrecarregadas de tarefas.

Periférico subutilizado: não consegue integrar-se à cultura organizacional (e suas redes de relacionamentos), seja por uma fraca socialização ou por incompatibilidades com a cultura dominante. Alinhar os valores e objetivos da organização com os processos de contratação e posterior socialização, torna mais eficiente a qualidade e o timing da integração, ao mesmo tempo que reduz a rotatividade e aumenta o rendimento do trabalho em rede.

Periférico intencional: por sua especialidade ou escolha de vida possui mais relações fora do que dentro da organização. Geralmente são pesquisadores, vendedores ou representantes, cujo foco está fora dos limites porosos da empresa. Saber respeitar o foco das suas relações com o ambiente externo, sem deixar de estimular as conexões com pessoas-chave do ambiente interno, é o que este tipo de perfil precisa para um melhor desempenho em rede.

Revelar a importância estratégica das redes informais não significa tornar obsoletos os organogramas formais, pois estes atingem uma função normalizadora importante. Ao contrário, acreditamos que a chave está no alinhamento e sinergia que estas duas estruturas devem gerar para o desenvolvimento da organização como um organismo vivo.

Momentos traumáticos de reestruturação deveriam considerar a relação que se estabelece dialeticamente entre as redes formais e informais, pois esta impacta fortemente a perenidade organizacional.

 


Via Luciano Sathler
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Redes sociais atrapalham ou melhoram a produtividade? - Info Online

Redes sociais atrapalham ou melhoram a produtividade? - Info Online | Networked World | Scoop.it
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Redes sociais atrapalham ou melhoram a produtividade?
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São Paulo - Redes sociais são vilãs ou mocinhas quando o assunto é produtividade? Para muitas empresas elas atrapalham o rendimento dos funcionários.
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Distributed Weather Network On Smartphones Crowdsources Data ...

Distributed Weather Network On Smartphones Crowdsources Data ... | Networked World | Scoop.it
Distributed Weather Network On Smartphones Crowdsources Data Meteorologists. pressureNET banner. Smartphone makers continue to pack more chips and sensors into mobile devices, but at some point one must ask: do ...
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Aprender brincando é a proposta do Institute of Play

Aprender brincando é a proposta do Institute of Play | Networked World | Scoop.it

O Institute of Play é uma instuição norte-americana que pensa na educação como um jogo, no qual o aluno adquire conhecimentos a cada etapa. É o que explica Brian Wanieski, responsável por estruturar as operações que apoiam visão, missão, valores e trabalho do instituto.

O instituto é um estúdio de design sem fins lucrativos, formado por designers de jogos, estrategistas e educadores, que criam novos modelos de ensino e aprendizado. A organização é responsável pela escola pública Quest 2 Learn, de Nova York, que integra a rede pública de ensino da cidade. Nesse modelo de aprendizado, os estudantes aprendem de forma inovadora através de jogos e desafios.

Para Wanieski, o que atrai as crianças naturalmente hoje em dia (jogos e seriados, por exemplo) não representa um desafio à escola, mas é um ponto de partida de experiências que ele considera poderosas. “Os jogos são um espaço interessante, em que o jogador tem metas e regras claras, subdivido em pequenas etapas. Não pode ser muito fácil, senão fica enfadonho, e nem muito difícil, para não estimular a desistência. A criança deve pensar estrategicamente em como chegar chegar até o resultado, e isso é ótimo em um ambiente de aprendizagem.”

A base da escola consiste na colaboração de três elementos fundamentais: o professor, que sabe o que funciona em aula; o designer do game, que torna o jogo atrativo e irresistível para o aluno; e o designer de aprendizagem, que elabora estratégias de como transmitir o conhecimento.

Além disso, Wanieski considera fundamental inserir o conhecimento num contexto significativo na vida do aluno, algo que o estimule a querer saber mais. “Não queremos que eles aprendam porque estamos mandando.”

Ao final do curso, o aluno passa por um teste final, o Boss Level, como um chefão de videogame mesmo. A atividade integra todos os alunos e analisa se o estudante aprendeu de fato e se correspondeu a todo conhecimento transmitido durante os jogos.


Via Luciano Sathler
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Especialistas abordam a colaboração e o uso das redes sociais ...

Especialistas abordam a colaboração e o uso das redes sociais ... | Networked World | Scoop.it
O autor de do livro "De onde vem as boas ideias" e o fundador do Green Futurist, Steven Johnson e Gerd Leonhard, participam do 5º Congresso Internacional de Inovação da Fiergs.
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50+ Tools for Web Based Collaboration

50+ Tools for Web Based Collaboration | Networked World | Scoop.it

The following is a highlight of a competitive analysis the author did earlier this year when he was involved in designing software that would allow remote research teams to work together. While software is still a long way from replacing all in-person collaboration it’s becoming easier for remote or mobile workers to stay productive and communicative with their team. Certainly the tools we have available today are a vast improvement over what he used when Ihefirst tried telecommuting 12 years ago!


Via The Learning Factor
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David Hain's curator insight, April 1, 2013 4:05 AM

Some new ones to me here.

ProjectManager.com's curator insight, April 17, 2013 12:33 AM

#collaboration

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A New World: Proximity Redefined

A New World: Proximity Redefined | Networked World | Scoop.it
It used to be that proximity drove everything. The ability to take that call, from your land line. Your capability to make a living, through learning a trade that your town had a need for. Even you...

Via Cendrine Marrouat - cendrinemarrouat.com
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Cendrine Marrouat - cendrinemarrouat.com's curator insight, April 7, 2013 2:56 AM

In this day and age, technology allows us to communicate with people around the world. As such, the concepts of "neighbours" and "proximity" have changed quite a bit.

 

Great article by Bryan Kramer!