NATO
26 views | +0 today
Follow
Your new post is loading...
Your new post is loading...
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

O que é a NATO?

O que é a NATO? | NATO | Scoop.it
An introduction to NATO that provides basic information on what NATO is, member countries, the Alliance's key activities and how it functions. NATO's general evolution is shown in video and links to more in-depth information are provided throughout.
Paulo Ricardo Cruz's insight:

Fundada após a II Grande Guerra, com o intuito de criar alguma estabilidade aos países e de deter qualquer excesso que pudesse ser cometido pelas potências vencedoras, esta Organização tem vivido fases de sucesso e fases de alguma estagnação, tendo-se posto em causa a sua existência.

Em resposta à criação desta Organização, que tinha como objetivo travar a União Soviética e a expansão do comunismo pelo mundo, foi criado pela URSS e países da Europa do Leste o Pacto de Varsóvia.

 

 

more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

60 Anos em fotos

Since the birth of NATO 60 years ago, there has been a number of key events in its history. This photostory provides a brief snapshot of some of those moments.
Paulo Ricardo Cruz's insight:

Após a Guerra Fria, muitos entendiam que o papel da NATO estava feito e nada mais havia a fazer. No entanto , a NATO tem vindo a desenvolver-se e a alargar o seu âmbito de atuação, não só agindo em tempo de guerra, como contribuindo para diversas missões de manutenção da paz, de resposta a crises, a catástrofes naturais, e de luta contra a pirataria e o terrorismo.

more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

Assinaturas de adesão

Paulo Ricardo Cruz's insight:

O principal objectivo da NATO, como aliança politica e militar, foi o de assegurar a defesa coletiva contra qualquer forma de agressão e manter o ambiente seguro para o desenvolvimento da democracia e para o crescimento económico. Os estados signatários comprometeram-se a cooperar de forma estratégica em tempo de paz e contraíram uma obrigação de auxílio mútuo em caso de ataque a qualquer dos países membros (art. 5º do Tratado).

more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

ISAF - Força Internacional de Assistência para a Segurança

ISAF - Força Internacional de Assistência para a Segurança | NATO | Scoop.it
Paulo Ricardo Cruz's insight:

A Força Internacional de Assistência para a Segurança   (International  Security Assistance Force) é uma missão de segurança liderada pela NATO no Afeganistão, estabelecida pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas em 20 de Dezembro de 2011. Esteve envolvida na Guerra do Afeganistão e ainda se encontra no terreno.

A ISAF foi inicialmente encarregada da segurança de Kabul e em áreas circundantes, de modo a permitir o estabelecimento da Administração Transicional Afegã liderada por Hamid Karzai. Em Outubro de 2003, o Conselho de Segurança autorizou a expansão da missão da ISAF em todo o Afeganistão, e posteriormente a ISAF expandiu a missão em quatro estágios principais ao longo de todo o país. Desde 2006, a ISAF tem estado envolvida em operações de combate mais intensas no sul do Afeganistão, uma tendência que continuou em 2007 e 2008. Ataques à ISAF noutras partes do Afeganistão também são frequentes.

As tropas contribuintes incluem desde os EUA, Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Alemanha, França, Itália, Espanha, Turquia, Dinamarca, Portugal, Bélgica e muitos outros membros da União Europeia e alguns outros não-membros da NATO. A intensidade dos combates enfrentados pelas nações que contribuem varia muito, com os Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Dinamarca sustentando baixas substanciais em intensivas operações de combate.

more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

O que é a NATO Response Force? Explicação do Major General Michel Yakovleff

The NATO Response Force is the spearhead of the Alliance. It is a rapid-reaction force on land, sea and in the air. But when is it used? Who decides? To do w...
more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

A luta contra o Terrorismo

A luta contra o Terrorismo | NATO | Scoop.it
NATO A-Z
Paulo Ricardo Cruz's insight:

O terrorismo é uma das mais graves ameaças assimétricas, porquanto é difícil de identificar ou relacionar um grupo terrorista com um Estado, dificultando a aplicação por exemplo do artigo 5.º que pressupõe um ataque de um Estado contra um Estado. Se se deseja por um fim no terrorismo, é necessário trabalhar-se numa boa rede de contra terrorismo. Neste sentido, a NATO afigura-se como a organização capaz de desempenhar esse papel de forma permanente.

more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

Portugal e a Nato

Portugal e a Nato | NATO | Scoop.it
Os Estados promotores da NATO, após análise profunda das suas potencialidades e necessidades defensivas da futura organização, numa reflexão  conveniente convidam a ser co-signatários fundadore
Paulo Ricardo Cruz's insight:

A posição de Portugal na NATO é considerada desde a formação do Pacto, em 1949, por um desajustamento contínuo. Era o único aliado cujo regime nunca escondeu a admiração pelos regimes depostos na II Guerra Mundial e cuja esteira político- filosfica  não se quadonava com a das democracias ocidentais. Foram questões de ordem geopolítica e estratégica que ditaram o convite à adesão de Portugal.

more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

Novo Conceito Estratégico

VNATO Homepage: http://www.nato.int

Paulo Ricardo Cruz's insight:

Em 2010, na Cimeira da Nato realizada em Lisboa, foi aprovado o novo Conceito Estratégico da Nato. O documento aprovado, com 11 páginas, diz que a NATO se mantém como uma aliança nuclear, que o princípio da defesa colectiva é o seu principal objectivo e que a organização vai continuar com a política de porta aberta a novos membros.

As principais linhas no novo Conceito Estratégico da Nato:

- Confirma o princípio de defesa colectiva. Esta permanece a primeira e maior responsabilidade da NATO
- Afirma o compromisso com a prevenção de crises, a gestão de conflitos e a estabilização pós-conflito, trabalhando mais de perto com a ONU e UE
- A Aliança mostra abertura a trabalhar com parceiros em todo o mundo
- A NATO compromete-se com o objectivo de criar condições para um mundo livre de armas nucleares, mas ao mesmo tempo a NATO mantém-se como uma aliança nuclear
"Enquanto existirem armas nucleares, a NATO permanece uma aliança nuclear"
- O documento refere que a organização mantém a sua política de porta aberta a futuros membros
- A Aliança compromete-se a fazer reformas e a tornar-se mais eficaz e flexível, para que os contribuintes tenham o máximo de segurança pelo dinheiro que investem em Defesa.

 

O documento, com 11 páginas, identifica as principais ameaças:

- proliferação de mísseis balísticos e de armas nucleares
- terrorismo e o uso de armas nucleares, biológicas e químicas por grupos extremistas
- tráfico de armas, droga e de seres humanos
- Ciber-ataques
- ameaças à segurança energética e ao abastecimento energético
- alterações climáticas, escassez de água, escassez energética.

 

No conceito estratégico, os países da Nato aceitam a extensão de um sistema de defesa anti-míssil às suas populações e territórios:

"Vamos desenvolver a capacidade de defender as nossas populações e territórios contra ataques com mísseis balísticos como um elemento central da nossa defesa colectiva, que contribui para a segurança indivisível da Aliança. Vamos procurar activamente a cooperação da Rússia e de outros parceiros euro-atlânticos na defesa anti-míssil".

No capítulo das parcerias o conceito diz o seguinte sobre a Rússia:

"A cooperação NATO-Rússia é de importância estratégica porque contribui para a criação de um espaço de segurança comum, estabilidade e segurança. A NATO não é uma ameaça à Rússia. Pelo contrário: queremos ver uma verdadeira parceria estratégica entre a NATO e Rússia e agiremos em concordância, com a expectativa de que haja reciprocidade da parte da Rússia".

more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

Qual o futuro da NATO?

Partilhe os seus vídeos com amigos, familiares e com o mundo
Paulo Ricardo Cruz's insight:

A NATO  terá um grande papel no que ao ciberterrorismo diz respeito, sendo que para este novo “tipo” de guerra, o seu papel será e continuará a ser bastante relevante, não se vislumbrando no futuro qualquer “adormecimento” desta organização, ao contrário do que muitos críticos pretendem indicar.

more...
Ricardo Costa's comment, May 19, 2014 6:03 AM
Excelente tirada..
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

A história da NATO - Timeline

Keeping the NATO Response Force at a high level of readiness: that is the goal of Exercise Steadfast Jazz, set to run from 2 to 9 November in Poland and the ...
more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

NATO - Estados Membros

Estados membros

Paulo Ricardo Cruz's insight:

Desde 1949 até 2009 foram 28 as Nações que aderiram à Aliança. Curiosamente, muitas são provenientes do anteriormente denominado Bloco de Leste.

more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

NATO - Texto oficial do Tratado de Washington

NATO - Texto oficial do Tratado de Washington | NATO | Scoop.it
Paulo Ricardo Cruz's insight:

A assinatura do tratado permitiu a criação de um grupo aliado pese embora não haver uma estrutura militar que pudesse coordenar as ações desta aliança

more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

Missões Nato

Missões Nato | NATO | Scoop.it

A missão da Aliança durante os seus primeiros 40 anos de existência foi a de assegurar a defesa do território NATO contra a ameaça representada pelos países que constituíam o Pacto de Varsóvia. Devido à instabilidade que se fazia sentir em algumas zonas da Europa, as primeiras operações NATO só ocorreram após o fim da Guerra Fria.

De entre as muitas operações executadas pela Aliança, destacam-se as seguintes, pela sua importância:

- Operação ANCHOR GUARD: após o Iraque ter invadido o Kuwait em 2 de agosto de 1990, a NATO destacou uma força para se fixar em Konya, na Turquia com o objetivo de monitorizar a crise e dar cobertura à zona sudoeste da Turquia em caso de novo ataque Iraquiano, durante a guerra do Golfo;

- Operação Deadeye e Deliberate Force (1995): após um ataque mortal que causou inúmeros mortos num mercado em Sarajevo, as Nações Unidas solicitaram a intervenção da NATO contra os meios de defesa aéreas pertencentes aos sérvios da Bósnia. Quando um cessar-fogo exigido pelas Nações Unidas foi violado pelos sérvios da Bósnia, entrou em vigor a Operação Deliberate Force, que atacou as instalações de comando e controlo dos sérvios da Bósnia e os seus armazéns de munições. Este ataque foi a chave que levou os sérvios a negociarem e a terminarem a guerra na Bósnia.

- Operação Joint Endeavou (1995) – foi a primeira missão de manutenção da paz levada a cabo pela NATO, que teve como objetivo a implementação dos aspetos militares que resultaram do acordo de paz na Bósnia.

- Operação Eagle Eye (1998) – A pedido do Conselho das Nações Unidas, foram iniciadas monitorizações aéreas sobre a situação no Kosovo para verificar se os sérvios cumpriam as resoluções das Nações Unidas relativamente ao cessar-fogo e se cumpriam os acordos estabelecidos com a própria NATO, relativamente à redução das forças no terreno, no Kosovo. Os sérvios não cumpriram e esta operação apenas terminou quando o conflito no Kosovo se iniciou;

-Operação Joint Guard (1999) – A KFOR (A Força NATO destacada para o Kosovo) foi destacada no Kosovo para implementar o acordo de Paz, que incluía o Acordo Técnico e Militar assinado pela Sérvia e o compromisso do Exército de Libertação de Kosovo para desmilitarizar e transformar-se;

-Operação Active Endeavour (2001) – Após os ataques terroristas do 11 de setembro de 2001 o NAC decidiu que se o ataque tinha sido efetuado a partir do estrangeiro, então seria considerado um ato coberto pelo artigo 5 do Tratado. Foi então solicitada a presença da NATO no Mediterrâneo Oriental para demonstrar a sua determinação em resolver a crise.

- Operação sem nome da NATO - ISAF (2003) – Foi autorizada pelo Conselho das Nações Unidas o estabelecimento to de uma Força Internacional de Segurança e Assistência (ISAF) no Afeganistão, após a queda do regime Talibã em 2001.

- Operação Ocean Shield (2009) – Operação aprovada pelo Conselho do Atlântico Norte (NAC) contra a pirataria. A NATO vem nesta operação assistir os estados que se situem nas regiões mais problemáticas de forma a melhorarem as suas capacidades para combaterem a pirataria.

Tendo todas as operações grande importância, estas foram aquelas que decidimos dar mais destaque pela visibilidade que tiveram, no entanto ressalva-se a existência de inúmeras missões não referidas aqui, de apoio à paz e de assistência a países após catástrofes naturais.

more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

NATO - The NATO Response Force

NATO - The NATO Response Force | NATO | Scoop.it
NATO A-Z
Paulo Ricardo Cruz's insight:

A ideia da criação da NATO Response Force (NRF) surgiu em 2002 e foi proposta pelos Estados Unidos da América ao Conselho do Atlântico Norte (NAC). Esta proposta surge de forma inesperada mas acaba por se tornar na primeira prioridade da estrutura militar da Aliança.

Num contexto de guerra contra o terrorismo, a existência desta Força veio trazer algum crédito à estrutura militar da Aliança. No entanto esta proposta surgiu uma fase em que se propunha a criação de uma Força Europeia.

De qualquer forma, a NRF acabou por ser aprovada por altura da Cimeira de Praga em 2002. A França. Munida de uma forte cultura de projeção da Força, abraçou de imediato este projeto, virando a página de uma estrutura militar estática herdada ainda da Guerra Fria.

A NRF é uma força que tem uma natureza dupla. Por um lado trata-se de uma força de resposta baseada num comando e estrutura de força renovados, com o objetivo de adaptar os sistemas de defesa das nações NATO e os processos de decisão, ao novo ambiente do século XXI. Por outro lado, é entendida como uma força de reserva sempre disponível para enfrentar as deficiências nas capacidades em operações que se encontrem a decorrer. Daí que o seu lema seja “first in, first ou”, na medida em que eles apenas vêm colmatar as falhas existentes e retiram-se assim que as condições o permitam.

Trata-se de uma Força composta por quase 30.000 homens e mulheres que podem ser escalados para estas missões que terão um prazo previsível de 5 a 30 dias, dependendo das condições em causa.

Os elementos que constituem esta Força vêm da NFS (NATO Force Structure) e têm de estar certificados. No entanto a NRF está disponível a receber outros elementos, especialmente aqueles que tenham capacidades que eles não possuem.

As missões que podem ser atribuídas à NRF diferem, quer se trate de um ataque autónomo (operações de resposta a uma crise) quer se trate da entrada inicial num teatro de operações antes do destacamento mais a sério chegue ao local.

more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

NATO Response Force em ação

Keeping the NATO Response Force at a high level of readiness: that is the goal of Exercise Steadfast Jazz, set to run from 2 to 9 November in Poland and the ...
more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

NATO Response Force

Documentary on the NATO Response Force concept. Produced in 2007. This video was awarded a 'Silver Screen' at the US International Film & Video Festival in H...
more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

NATO Cyber Defense

NATO nations are the target of up to half a dozen serious cyber attacks each day, and the video demonstrates that one of their first common lines of defense ...
more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

Riscos de segurança na Europa aumentaram, mas NATO está preparada - JN

Riscos de segurança na Europa aumentaram, mas NATO está preparada - JN | NATO | Scoop.it
O líder da Aliança Atlântica considerou, esta segunda-feira, que o nível de segurança
na Europa é "menos previsível e mais perigoso", lembrando que a
organização reforçou a presença militar no leste europeu e está
preparada para responder a qualquer ataque.
Paulo Ricardo Cruz's insight:

Se durante a Guerra Fria, existia um inimigo comum, contra o qual os países deviam manter-se unidos e ajudarem-se, deixando de lado as suas diferenças e conflitos, hoje estes mesmos países deixaram de partilhar as mesmas razões para se manterem unidos, deixou de existir uma ameaça comum. Ao invés disso, passaram a existir ameaças assimétricas, que não tendo a mesma força do que as ameaças comuns continuam a constituir-se como ameaças validas para a manutenção da união dos países em torno da segurança e progresso no mundo.

more...
No comment yet.
Scooped by Paulo Ricardo Cruz
Scoop.it!

NATO exorta Rússia a não fomentar o separatismo na Crimeira

Paulo Ricardo Cruz's insight:

O secretário-geral da NATO, Anders Fogh Rasmussen, defendeu que a intervenção de Moscovo na Crimeia faz parte de uma "estratégia global" da Rússia, que poderá também intervir no leste da Ucrânia.

"A nossa maior preocupação agora é saber se ele [o Presidente russo, Vladimir Putin] irá além da Crimeia, se a Rússia intervirá nas regiões orientais" da Ucrânia, disse Rasmussen num discurso proferido em Washington.

Segundo Rasmussen, a reanexação da Crimeia à Rússia constitui "a mais grave" ameaça para a estabilidade da Europa desde a Guerra Fria.

"Isso constitui um sinal de alarme para a comunidade euro-atlântica, para a NATO e para todos aqueles que estão empenhados na defesa de uma Europa inteira, livre e em paz", sustentou.

"Conhecemos outras crises na Europa nos últimos anos: os Balcãs nos anos 1990, a Geórgia em 2008... Mas esta é a mais grave ameaça à segurança e à estabilidade da Europa desde o fim da Guerra Fria", considerou.

O secretário-geral da Aliança Atlântica criticou mais uma vez a Rússia, cuja "agressão militar" violou a soberania ucraniana.

Como na terça-feira, o responsável advertiu que a NATO não reconhecerá a "anexação ilegal e ilegítima" da Crimeia pela Rússia após o referendo de domingo, instando novamente Moscovo a cessar todas as ações militares contra a Ucrânia e a tentar alcançar um diálogo pacífico com aquele país vizinho.

"Se continuar nesta direção, a Rússia estará a escolher isolar-se na cena internacional", acrescentou, sem fazer, contudo, qualquer ameaça militar a Moscovo.

"Não há meios rápidos e fáceis para deter os tiranos do mundo, porque as nossas democracias debatem, deliberam e pesam as opções antes de tomar decisões; porque a transparência nos é cara e porque utilizamos a força não em primeiro lugar mas como último recurso", frisou.

A NATO decidiu no início de março reforçar a sua cooperação com a Ucrânia e reanalisar a que mantinha com a Rússia.

O Conselho NATO-Rússia (COR) foi criado em 2002 para fomentar a cooperação entre os dois parceiros "nas questões de segurança" e "em toda uma série de áreas de interesse comum", como a gestão de crises ou o combate ao terrorismo e à pirataria.

more...
No comment yet.