Metodismo no mundo
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Novo portal da Rede Metodista de Comunicação está no ar

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Rede Metodista de Comunicação - Acesse e conheça a história da Igreja Metodista no Brasil, a biografia dos bispos e bispa da Igreja. Leia na íntegra a edição de outubro do Expositor Cristão. Curta a página no facebook!

José Geraldo Magalhães Jr.'s insight:

Igreja Metodista lança novo portal nessa madrugada. Conheça a história da Igreja Metodista, os bispos/a, a edição atual do Expositor Cristão, estudos e reflexões e muito mais!

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Igreja Metodista - Portal Mundo Cristão

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O metodismo é de origem anglo-americana, organizado pelo reverendo inglês John Wesley que enfatizou o estudo metódico da Bíblia, e busca a relação pessoal entre o indivíduo e Deus. Iniciou-se com a adesão de ...
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Anivaldo: Igreja colaborou com golpe de 1964 - Diário do Grande ABC

Anivaldo: Igreja colaborou com golpe de 1964 - Diário do Grande ABC | Metodismo no mundo | Scoop.it
Integrante da Comissão da Verdade revela direcionamento dos sermões protestantes

 

“Aprendi a fazer distinção entre a instituição e a comunidade cristã. A instituição é podre como qualquer outro setor da sociedade, mas a comunidade não”, explicou Anivaldo.

José Geraldo Magalhães Jr.'s insight:

Integrante da Comissão da Verdade, Anivaldo Padilha afirmou que as igrejas protestantes preparam o clima político para o golpe militar no Brasil em 1964. As instituições religiosas usavam os sermões para propagar o discurso anticomunista em consonância com o pensamento norte-americano. A declaração ocorreu durante palestra na Universidade Metodista de São Paulo, ontem pela manhã. O cientista social é pai do ministro da Saúde e virtual candidato ao Palácio dos Bandeirantes no ano que vem, Alexandre Padilha (PT).

 

O pesquisador sustentou que os pastores e bispos sofriam forte influência dos Estados Unidos desde a década de 1950, quando a Guerra Fria já era uma realidade. “A Igreja foi responsável pela preparação do clima político na justificativa do golpe militar e na consolidação do poder”, disse.

Para criar instabilidade no governo do presidente João Goulart (1961–1964), os líderes protestantes contavam com a colaboração do Ipes (Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais), entidade financiada pelos norte-americanos para criar campanhas que criassem atmosfera de insatisfação popular. As transmissões ocorriam em cinemas e indústrias. 

 

Passado 1º de abril de 1964, dia do golpe, a relação entre militares e instituições religiosas se estreitou, enquanto frequentadores dos cultos, principalmente a juventude, se engajavam no movimento contra o regime.

Anivaldo é metodista e foi denunciado pelos irmãos José Sucasas Júnior e Isaías Fernandes Sucasas, pastor e bispo da igreja, segundo a ficha dele no Dops (Departamento de Ordem Política e Social).

 

Ele cuidava do jornal que circulava na igreja e que, segundo os líderes, tinha conteúdo subversivo. “Durante uma sessão de tortura queriam que eu admitisse que era comunista. O torturador me disse que um pastor havia me denunciado”, contou.

 

Depois da denúncia, ficou um ano preso, passou seis meses na clandestinidade e 13 anos de exílio – Chile, Uruguai, Argentina, Estados Unidos e Suécia. Apesar da situação em que líderes metodistas o colocaram, Anivaldo negou que sua fé tenha abalado. “Aprendi a fazer distinção entre a instituição e a comunidade cristã. A instituição é podre como qualquer outro setor da sociedade, mas a comunidade não”, explicou. Atualmente, ele frequenta a Igreja Metodista do bairro da Vila Mariana, na Capital.

 

O cientista social destacou que, com o fim do regime militar, as igrejas criaram a cultura do silêncio. Ele defendeu que o trabalho de apuração dos episódios ocorridos nos anos de chumbo tornou-se essencial para evitar que as lideranças eclesiásticas cometam os mesmos erros do passado. “O resgate da memória é fundamental para compreender o que ocorre hoje no Brasil. Só assim teremos condições de construir nosso futuro”, avaliou.

Por conta disso, Anivaldo defendeu que cada igreja protestante instaure uma comissão da verdade. “As igrejas adotam a práticas ditatoriais que continuam até hoje. É preciso que cada uma crie sua comissão”, ressaltou.

A professora da Faculdade de Teologia na Metodista Magali Cunha, que também integra a Comissão da Verdade, reforçou a tese do colega. “Temos um passado mal resolvido que deixou marcas e feridas que ainda não foram cicatrizadas. O passado ainda está em nós”, reiterou.


‘Pressão levará militares ao banco dos réus’

Anivaldo afirmou que somente a pressão popular pode fazer com que os torturadores sejam levados ao banco dos réus. Baseado na lei de anistia, o Judiciário não acata denúncias contra pessoas que cometeram crimes durante a ditadura militar.

 

O cientista social declarou que os juízes não se sensibilizam com os relatos apresentados pelo Ministério Público e que embasam o pedido de julgamento. “O Judiciário é o poder mais conservador que tem entre as três instâncias da República. É o poder mais insensível às necessidades políticas sociais e é o mais elitista, mas ele vai ter que debruçar sobre isso (julgamento de torturadores)”, analisou.

 

A vontade de Anivaldo é de que os militares participantes das sessões de tortura sejam analisados pela Justiça comum, como ocorreu na Argentina e no Chile. “Claro que queremos a condenação de torturadores, mas quero que seja punido por corte judicial no estado de direito com amplo direito de defesa. Não fazer com eles o que fizeram conosco”, destacou. As práticas de tortura utilizadas na América Latina eram todas similares e são enquadradas como crime contra a humanidade.

 

Quando a Comissão da Verdade foi criada, em novembro de 2011, muito se discutiu sobre o caráter não-punitivo do grupo. Anistiados políticos alegaram que o trabalho poderia ficar prejudicado justamente porque não teria a missão de apontar culpados. “A controvérsia em torno da comissão e da lei que criou era que muita gente queria o poder de punição. Eu mesmo pensava que devia ser o poder de investigar e propor indiciamento, mas percebi que nenhuma comissão da verdade teve esse poder. A punição compete ao Judiciário.”

 

Anivaldo traçou um paralelo com o Tribunal de Nuremberg, na Alemanha. O júri setenciou nazistas que teriam ferido o direito internacional durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Em quatro anos foram julgados 199 homens, sendo 21 deles líderes nazistas.


‘Ditadura está presente no sistema eleitoral’

Pai do possível candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes no ano que vem, Anivaldo disparou contra o sistema político-eleitoral brasileiro. Segundo o cientista social, a política não dá abertura para participação popular, o que é uma forma ditatorial.

 

“A ditadura continua presente na forma como Estado se relaciona com a sociedade. Ela está presente na estrutura político-eleitoral. O sistema que foi criado para impedir mudanças e para possibilitar poder absoluto, o poder econômico nas eleições”, criticou. Ele não gosta de comentar sobre Alexandre, seu filho com projeção política.

 

A reforma política debatida no Congresso pretende acabar com o financiamento privado de campanha. O cientista social citou o exemplo da bancada ruralista no Congresso Nacional que, segundo ele, é financiada por latifundiários. “Os grandes empresários não representam nem 5% da sociedade e detêm quase 200 deputados. Eles não têm partido, eles têm bancada”, ressaltou.

 

Anivaldo defendeu a realização de plebiscito ou referendo para definir quais pontos da legislação eleitoral devem ser modificados. “É forma de superar esse entulho autoritário”, completou.

 

PRÁTICAS
O anistiado avaliou que a PM (Polícia Militar – sem citar Estado específico) dá sinais que as práticas cometidas nos porões da ditadura permanecem vivas na memória dos militares. “A PM não foi criada para servir à sociedade, mas para matar e servir o Exército. A ocultação de cadáver é atividade que é praticada até hoje”, disse. Ele citou como exemplo o movimento das Mães de Maio, que procuram seus filhos assassinados durante os ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital) em maio de 2006.

 

O caso do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza foi outro exemplo. Em julho, ele foi visto sendo levado por policiais da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da Rocinha e nunca mais apareceu. “A pergunta continua: onde está Amarildo?.”


Grupo de trabalho revela tortura aos índios

“Simplesmente inaceitável o que aconteceu com os indígenas.” Anivaldo não conteve as lágrimas após dar sua conclusão sobre o tratamento que os índios tiveram durante o regime militar.

 

A Comissão da Verdade foi surpreendida com diversas denúncias de abusos por parte dos militares. Existem indícios de aldeias que foram disseminadas com dinamites jogadas pelos repressores.

Os agentes treinavam indígenas e ensinavam técnicas de torturas para eles – existem relatos de formaturas de policiais índios, onde os cadáveres de colegas de aldeia eram carregados como forma de troféu. O grupo teve acesso aos vídeos produzidos pelo regime. “Os militares forçavam o índio a exercer papel de polícia”, afirmou.

 

O motivo de tanta violência era um só: a expansão do agronegócio, principalmente na Amazônia. “Há documentos que mostram conivência entre ditadura e o grande proprietário de terra, indústria do agronegócio. Nesta situação é difícil separar o agente de Estado e o latifundiário porque em grandes partes trabalham juntos.”

 

O cientista alegou que os índios foram disseminados por conta dos interesses empresariais, pois eles não tinham noção do que ocorria no Brasil. “Nós, que lutávamos contra a ditadura, tínhamos plena consciência do que estávamos fazendo. Os índios não sabiam nem o que era Estado”, declarou Anivaldo, não escondendo sua revolta.

 

Boa parte do relatório da Comissão da Verdade deve ser dedicada aos episódios com os indígenas. Anivaldo relatou a dificuldade no desenvolvimento do trabalho, principalmente pela falta de documentos, tendo em vista que a maioria dos índios na época não era alfabetizada. “Não estamos lidando com cultura letrada, somente oral. Temos que nos basear em relatos.”

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expositor_cristao_set2013.pdf

Jornal evangélico mais antigo em circulação - o Expositor Cristão com 127 anos - traz reflexão sobre o culto como fonte inspiradora da missio dei. Diante de tamanha importância, o periódico propõe uma análise. Quais são as características de um culto metodista? 

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Vencedores do Prêmio Mundial Metodista da Paz trabalharam no Brasil e Angola

Vencedores do Prêmio Mundial Metodista da Paz trabalharam no Brasil e Angola | Metodismo no mundo | Scoop.it

Marion (in memorian) e Anita Way, marido e mulher missionários conhecidos pelo trabalho em Angola e Brasil são os vencedores do Prêmio Mundial Metodista da Paz 2013. O prêmio será entregue nessa quinta-feira (12) na Capela de Wesley, em Londres, durante a reunião doConcílio Mundial Metodista.

José Geraldo Magalhães Jr.'s insight:

Como missionários em Angola e no Brasil, Marion e Anita Way ajudaram na luta contra a opressão política, racismo e outros obstáculos ao longo da sua carreira. Em 1958, o casal serviu como missionários em Angola durante o período que as igrejas metodistas eram rotineiramente acusadas de instigar o povo angolano a trabalhar para a independência de Portugal. Em 1961, Marion foi preso por duas semanas sendo acusado de conspiração; posteriormente foi transferido para Portugal onde permaneceu durante três meses sem acusação formal. Foi liberto e expulso do país. Em 1962 o casal foi enviado pela Junta de Ministérios Globais da Igreja como missionários no Instituto Central do Povo - ICP. (Confira a matéria na revista de Ação Social na página 7).


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DISK ORAÇÃO

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O Disk Oração é um projeto de atendimento telefônico às pessoas em momentos de angústia, dor, perda ou de necessidade de ser ouvido e acolhido pela graça divina. Você pode ligar para o Disk Oração e receber pessoalmente ou eletronicamente uma oração e uma mensagem. Também, você pode deixar seu nome e telefone para ser contatado posteriormente, bem como o seu pedido de oração. 

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Coordenadora do Departamento Nacional de Trabalho com Crianças toma posse

Coordenadora do Departamento Nacional de Trabalho com Crianças toma posse | Metodismo no mundo | Scoop.it

Departamento Nacional de Trabalho com Crianças (DNTC) da Igreja Metodista tem nova coordenadora. O ato de posse aconteceu durante o 21º encontro nacional que ocorreu na Faculdade de Teologia, em São Bernardo do Campo/SP no último domingo.

 

Os alvos da nova coordenadora nacional, Rogéria Valente (1ª Região), é somar esforços para que as crianças possam ser ainda mais beneficiadas. "Minha expectativa é que nossas crianças sejam percebidas nas comunidades de fé, reconhecidas como parte do rebanho, bem atendidas pelas pessoas que junto delas exercem os seus ministérios nas igrejas locais", disse a nova coordenadora.

 

Rogéria destacou também a importância de colaborar em todas as esferas da Igreja. "Quero contribuir com a caminhada dos ministérios regionais, distritais e locais de trabalho com crianças em cada uma de nossas regiões eclesiástics e missionárias", enfatizou.

 

O evento que acontece anualmente reuniu 70 pessoas de várias partes do país. A ex-coordenadora que esteve à frente do departamento por seis anos consecutivos, Elci Lima, abriu o evento seguido da palavra de boas vindas do Diretor Administrativo da Fateo, pastor Otoniel Ribeiro na noite de sexta-feira, 20. 

 

A palestra "O Compromisso da Igreja com as Crianças" foi à tônica do responsável pelo Programa de Vida Comunitária e de Ações Eclesiásticas da Fateo, pastor Jonadab Domingues. Ele ministrou na sexta-feira, dia 20. A palestra foi baseada na pesquisa para a dissertação de mestrado defendida em março deste ano.

 

Um dos pontos abordados foi à importância do trabalho do Projeto Meninos e Meninas de Rua (PMMR) de São Bernardo do Campo e a parceria da Igreja Metodista desde a fundação do PMMR. Uma dinâmica de integração dirigida pela Gláucia Dias e adolescentes da Igreja em Vila Pires uniu ainda mais o grupo na noite de sexta-feira.

 

O Coordenador Nacional de Educação Cristã (Conec), pastor Éber Borges, foi o responsável em dirigir a devocional de sábado que seguiu com várias oficinas e a palestra sobre o combate a pedofilia.


Oficinas e palestras - durante o encontro, quatro oficinas e duas palestras enriqueceram a programação. No sábado pela manhã, a subtenente Tânia Guerreiro falou sob o tema do "Combate a Pedofilia". Tânia é uma das maiores autoridades no assunto e esteve no último projeto evangelístico da 6ª Região - Julho Para Jesus -, onde ministrou sobre o mesmo tema.

 

A bispa designada pelo Colégio Episcopal para acompanhar o DNTC, bispa Marisa de Freitas Ferreira, deu posse à nova coordenadora e encerrou o encontro com a palestra"Crianças Unidas em Amor". Na fala da bispa, ela apontou a valorização da criança na bíblia desde o desenvolvimento infantil, tanto no Novo como no Antigo Testamentos.

 

Um apostila sob o tema Discipulado com Crianças foi distribuída aos participantes, além de desenvolverem trabalhos manuais para o Natal na oficina do projeto Sombra e Água Fresca. Música com vários materiais reciclados e o lançamento da Revista Crescer (0-3 anos) também tiveram seus espaços.


Trajetória - ao assumir a coordenação do Departamento Nacional de Trabalho com Crianças em setembro de 2007, Elci Lima, se sente realizada ao deixar a coordenação. "Foi um tempo muito proveitoso, de crescimento e compartilhar entre as regiões. Pude perceber junto às coordenadoras regionais que temos problemas comuns", disse.

 

Para Elci, os seis anos à frente do departamento mostrou que em diferentes realidades regionais e missionárias, os problemas são os mesmos, mas a conexionalidade faz toda a diferença. "A troca de experiências entre as regiões foi fundamental para que o departamento fosse adiante. É muito bom passar à frente essa responsabilidade para uma pessoa competente", finalizou.

José Geraldo Magalhães Jr.'s insight:

Mais uma metodista que assume a liderança junto às crianças. Parabéns!

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Rede Metodista de Comunicação - Artigo - A Escola Dominical e as Crianças

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Coordenador Nacional de Educação Cristã da Igreja Metodista traz reflexão sobre a Escola Dominical e as Crianças. "Todas elas precisam de cuidados e amor. Mas, há crianças que precisam mais. Essas, exigem mais trabalho, mais esforço, mais investimento, mais paciência e cuidado" disse, Para celebrar o Dia da Escola Dominical em sua comunidade, o Departamento Nacional disponibilizou um material de apoio.

 

Acesse o material aqui nesse link: aqui http://www.metodista.org.br/arquivo/CELEBRACAO_DA_ED_2013_a.pdf

José Geraldo Magalhães Jr.'s insight:

Eu acredito que, mesmo com todas as dificuldades institucionais, a Igreja ainda exerce um papel fundamental para a educação cristã formando pessoas com caráter e personalidade a luz da Bíblia.

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Rede Metodista de Comunicação - Portal Nacional - Mais de cem países representados no Concílio Mundial Metodista

Rede Metodista de Comunicação - Portal Nacional - Mais de cem países representados no Concílio Mundial Metodista | Metodismo no mundo | Scoop.it

Cerca de 300 pessoas representando mais de cem países estão reunidas na Capela de Wesley, em Londres, para a reunião do Concílio Mundial Metodista. Mais de 75 milhões de Metodistas estão representados. O encontro iniciou na terça-feira (10) e termina dia 13.

José Geraldo Magalhães Jr.'s insight:

A agenda da reunião vai ajudar a moldar os pontos focais e planos de ação para os próximos anos. O bispo Ivan Abrahams, o Secretário-Geral do Concílio Mundial Metodista disse que a meta é reunir a família metodista em todo o mundo, além de entender o que Deus quer do povo metodista. "Queremos discernir e tentar entender para o que Deus está nos chamando. Minha experiência de vir para o que John Wesley chamara ‘Conferência Santa - os cristãos que se reúnem em prol da verdade e que buscam a paz’ - que podemos encontrar uma maneira de avançar no mesmo propósito”, disse Abrahams.

Vários temas serão discutidos no evento, dentre eles, a justiça social, as relações ecumênicas, vida familiar, educação e evangelismo. Bispo Abrahams disse: "O mundo está mudando rapidamente e que a igreja precisa mudar com ele. Nós ouvimo-lo as surras dos tambores de guerra na Síria e as batidas dos corações de esperança na África. Vemos isso na Coréia do Sul, onde a Igreja Metodista está prosperando e crescendo, e nos Estados Unidos, onde uma mudança de geração está criando um debate empolgante sobre as questões da Igreja", concluiu.

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