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Não é só brinquedo - Ch cienciahoje

Não é só brinquedo - Ch cienciahoje | marcos0662 | Scoop.it
Não é só brinquedoCh cienciahojePesquisa avalia a resposta de crianças com paralisia cerebral a videogames que estimulam o movimento do corpo.

Via Ida Brandão
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Entornos Personales de Aprendizaje: Nuevos Ecosistemas de Aprendizaje

I Encuentro Topaketa AUKERA Bilbao (23/01/2015) Kristau Eskola

Via Luix Vargas
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Mapas, linhas do tempo e infográficos: 5 ferramentas para ilustrar suas matérias com visualizações interativas | Escola de Dados - Evidência é Poder

Mapas, linhas do tempo e infográficos: 5 ferramentas para ilustrar suas matérias com visualizações interativas | Escola de Dados - Evidência é Poder | marcos0662 | Scoop.it
Evidência é Poder

Via Déborah Araujo
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Data and visualization year in review, 2013

Data and visualization year in review, 2013 | marcos0662 | Scoop.it

Visualization continues to mature and focus more on the data first than on novel designs and size. People improved on existing forms and got better at analysis. Readerships seemed to be more ready and eager to explore more data at a time. Fewer spam graphics landed in my inbox.


Via Déborah Araujo
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Install Kali ARM on a Raspberry Pi | Kali Linux Official Documentation

Install Kali ARM on a Raspberry Pi | Kali Linux Official Documentation | marcos0662 | Scoop.it
The Raspberry Pi is a low end, low cost ARM computer. Despite its less-than-stellar specifications, its affordability makes it an excellent option for a tiny Linux system.

Via alexander knorr
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Inclusão digital e narrativas em rede

Inclusão digital e narrativas em rede | marcos0662 | Scoop.it
Entrevista realizada com Edvaldo Couto (UFBA) sobre narrativas em rede e com Marie Jane (UFRGS) sobre inclusão digital no âmbito do IV Seminário Internacional de Filosofia e Educação – UPF. E...

Via Luiz Carlos de Souza
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TICs e educação - Vídeos indicados

TICs e educação - Vídeos indicados | marcos0662 | Scoop.it

Nicholas Negroponte (10/1/2000) No primeiro programa da televisão brasileira transmitido on-line, via internet, o pesquisador do MIT, e autor do projeto de laptops com custo de 100 doláres, falou das transformações comunicacionais e das novas formas de aprendizagem

Pierre Lévy (8/1/2001) As teorias do filósofo francês sobre cibercultura e inteligência coletiva são os temas centrais desta entrevista

Manuel Castells (5/7/1999) O sociólogo espanhol faz uma análise da dinâmica social e econômica na nova era da informação

 

UNIVESP TV

Reginaldo Moraes O professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, fala sobre dois assuntos: Paradoxos do Ensino nos Estados Unidos e Ensino a distância em Madrid.

Renato Pavanello Professor fala sobre o projeto ConDigitais (Conteúdos Digitais) desenvolvido pela Unicamp para alunos do ensino médio, que centralizou as atenções do Fórum Permanente de Ciência e Tecnologia, sob o tema “Multimídia no ensino”.

Cacilda Augusto A pesquisadora da Unicamp escreveu uma tese de doutorado que constatou que 85% de uma amostra de 253 professores de ensino médio de escolas públicas estaduais de Campinas ainda não se sente confiante para utilizar tecnologias no ensino.

Adilson de Oliveira Professor fala sobre a redionovela Verdades Inventadas, transmitida pela Rádio UFSCar e produzida pelo Laboratório Aberto de Interatividade para a Disseminação do Conhecimento Científico e Tecnológico da instituição.

Klaus Schlünzen Junior O coordenador de mídias do curso de Pedagogia Unesp/Univesp fala sobre o credenciamento pleno recebido pela Unesp do MEC para oferta de cursos a distância a nível de graduação e pós-graduação.

Moira Toledo A professora e cineasta fala sobre os resultados da sua tese a respeito da educação audiovisual oferecida nas periferias no estímulo do pensamento científico.

José Fernando Modesto da Silva Professor do Departamento de Biblioteconomia e Documentação da USP fala da importância das bibliotecas físicas, digitais e do uso adequado da internet.


Via Luciano Sathler
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Redes sociais e Educação: Manuel Castells dá sua opinião

Redes sociais e Educação: Manuel Castells dá sua opinião | marcos0662 | Scoop.it

Manuel Castells: As redes sociais não são algo à parte na vida dos jovens. Os jovens vivem nas redes sociais, nas redes  familiares, nas redes pessoais. Quando minha geração desaparecer, todo  mundo viverá nas redes sociais. Ou seja, no fundo, as novas formas de  existência, que incluem... Eu sempre comparo a internet com a  eletricidade. Na história, houve momentos em que apenas algumas pessoas  tinham eletricidade. Mas, a eletricidade é fundamental para a sociedade  industrial. Na nossa sociedade, a internet é a forma de comunicar, de  existir, de fazer qualquer coisa. Portanto, a questão é: os jovens, nas redes sociais, qual é a  característica especial das redes sociais que favorece ou dificulta a  expressão dos jovens? Eu diria que há uma conexão entre a cultura da  autonomia, que é a cultura fundamental da sociedade atual e,  principalmente, dos jovens, em relação às instituições e aos poderes da  sociedade. A prática das redes sociais na internet que materializam essa cultura da autonomia. É o próprio meio dos jovens e, portanto, é também o meio de aprendizagem.


Via Luciano Sathler
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Pierre Lévy

Pierre Lévy | marcos0662 | Scoop.it

As tecnologias de comunicação, mesmo as mais avançadas, não são capazes de construir por si próprias novas formas de saber e de inteligência. Isso porque, seu impacto sobre as existências individuais e coletivas depende diretamente da habilidade das pessoas que as utilizam. A afirmação é do filósofo francês Pierre Lévy, celebrado como um dos pensadores de ponta da cibercultura. Afinal, defende o criador do conceito de inteligência coletiva, ao longo da história, os seres humanos vêm se adaptando a padrões estabelecidos pelos mais diversos tipos de equipamentos, dos telefones convencionais aos tablets, fazendo os mais diversos usos deles. É a habilidade demonstrada pelas pessoas na interação com os equipamentos que torna mais ou menos ricas a produção e a transmissão de informação mediada pela tecnologia e, consequentemente, o processo de produção do conhecimento. Leia, a seguir, a íntegra da entrevista coletiva concedida por Lévy recentemente em São Paulo e da qual a Pré-Univesp participou.


Via Luciano Sathler
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Navegando pelo (des)conhecido

Navegando pelo (des)conhecido | marcos0662 | Scoop.it

Tempo, conhecimento e loucura. Esses três temas são alguns daqueles que compõem o universo de indagações e descobertas do filósofo, médico-cirurgião e psiquiatra italiano Mauro Maldonato, que passou a ser figura frequente no Brasil depois de temporadas como professor visitante da Universidade de São Paulo (USP) e da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP).

Apontando a cisão entre instrução e educação como um grande fosso do universo escolar contemporâneo, Maldonato vê um descompasso entre um mundo fluido - o das possibilidades do conhecimento ancoradas, entre outras coisas, na tecnologia - e os saberes padronizados exigidos pelos sistemas educacionais.

Professor de psicologia da Universidade de Basilicata (sul da Itália) e autor do recém-lançado Passagens de Tempo (Sesc-SP, 2012), o pensador aposta numa mudança de paradigma cognitivo gestada pelas novas formas de circulação em rede dos saberes. E acredita que dela decorrerá um redesenho do papel dos poderes públicos. Leia, a seguir, a entrevista concedida via e-mail a Rubem Barros.

 

Em seu livro Passagens de Tempo, o senhor aponta como aspecto crítico dos sistemas educacionais contemporâneos o fato de eles serem por demais uniformizadores, agentes de um processo de achatamento do conhecimento na tentativa de socializá-lo. Enquanto a evolução social descortinou novas possibilidades de liberdade individual, o sistema de ensino e as organizações burocráticas - transformados agora em sistemas quantitativos, estatísticos e uniformizadores - estão degradando as descobertas e o conhecimento. Sua rigidez administrativa e seu papel não natural de 'agências de socialização' achatam o saber e o conhecimento tornando extremamente árdua a possibilidade de proceder a partir de uma indagação viva em direção a um propósito comum. A cisão entre educação e instrução - concebida originalmente para concentrar energia e recursos na instrução e evitar assim a subordinação da educação a um Estado ético - não só não resultou em melhoria visível da instrução, como provocou o seu gradual nivelamento-rebaixamento. Separada da instrução, a educação tornou-se uma 'terra de ninguém'.

Como lidar com o fato de que a escola deve ao mesmo tempo buscar transmitir uma herança simbólica comum, mas também incentivar a liberdade do pensamento? É cada vez mais urgente compreender que o conhecimento é um caminho ao mesmo tempo ordinário e extraordinário, de confirmação e de surpresa, de fascinação e de temor, de esforço e de felicidade. Aprender não é somente reconhecer aquilo que já é sabido. Não é tampouco transformar incógnitas em conhecimento. Aprender é a unidade entre reconhecimento e descoberta, a união do conhecido e do desconhecido. No "extraordinário problema" da relação entre mente e cérebro é que está a trama, insolúvel sob muitos aspectos, em torno da qual giram visões de mundo, problemas do homem e do conhecimento: um nó górdio que só pode ser desatado com um golpe preciso, porque isso diz respeito antes de tudo à liberdade do pensamento. As sociedades, cada vez mais, têm cobrado da escola a transmissão de saberes pragmáticos, utilitários, voltados ao mundo do trabalho. Até que ponto os educadores diferenciam, hoje em dia, as dimensões de saber e conhecimento? Como não enxergar que uma escola estruturada a partir de saberes técnico-utilitários é uma resposta débil aos problemas gigantescos que temos à frente? Que, enquanto tudo se modifica em uma velocidade sem precedentes, a exigência de um saber de base nivelado, uniforme, transforma-se num instrumento velho e inútil? Para poder enfrentar o desafio de um mundo em mutação constante, os saberes de base deveriam conter em si mesmos interrogações com sentido, capacidade de aprendizagem autônoma, possibilidades de autoeducação.

Educadores do mundo todo se veem perplexos ante o efeito de sedução que as tecnologias produzem sobre os jovens. Em sua opinião, o que os seduz tanto? Não me inscrevo no partido dos apocalípticos. A tecnologia liberta a vida de antigas escravidões: aquelas do espaço e do tempo. Isso já é realidade para bilhões de pessoas. A internet não é somente o maior espaço público que a humanidade conheceu, mas um lugar em que a vida muda de qualidade, onde são possíveis o anonimato e a multiplicação das identidades, o conhecimento e a ubiquidade, a liberdade plena e o controle total. Essa grande transformação tecnológica transforma não somente o quadro dos direitos civis e políticos, mas redesenha também o papel dos poderes públicos, muda as relações pessoais e sociais e incide sobre a antropologia das pessoas. Tudo isso é válido antes de tudo para os jovens.

Que tipo de impacto a velocidade das tecnologias pode provocar no modo como raciocinamos e em como buscamos o conhecimento no âmbito escolar? O nosso cérebro modifica a sua capacidade de elaboração cognitiva de acordo com as informações recebidas. A diversidade daquilo que é percebido em nosso sistema nervoso de elaboração da informação depende da modalidade e da capacidade de recepção dos dados. A operação primária de significação do nosso cérebro consiste em especificar a colocação espaçotemporal dos sinais percebidos em cada evento observado. Isto nos permite perceber de que modo as mudanças na estrutura cerebral, derivadas do processo de aprendizagem, podem interferir na elaboração mental do espaço e do tempo. Dito isto, é preciso acrescentar que a utilização cooperativa das redes poderá, num futuro imediato, responder a problemas de alta complexidade: antes de tudo, pela construção de uma mudança de paradigma cognitivo, por meio de uma ampla cooperação de pesquisa e inovação educativa em rede, entre centros de pesquisa e escolas. Isto nos dá esperanças, não obstante o fato de que, na nossa sociedade, o sistema educativo e cultural não encoraja o desenvolvimento criativo dos jovens.

As diversas formas de registro que usamos no mundo de hoje fizeram com que deixássemos de ver como um valor positivo a memorização. Podemos prescindir dessa faculdade que era um dos pilares da retórica clássica? A memória, desde sempre um objeto privilegiado da filosofia, é hoje objeto de uma atenção pluridisciplinar. No horizonte contemporâneo, são particularmente relevantes, de um lado, os estudos derivados das ideias de Freud, que evidenciam, sobretudo, os aspectos afetivos e significativos dos processos relativos à memória do indivíduo, pondo em relevo os mecanismos inconscientes de defesa. De outro lado, as pesquisas da psicologia experimental, que se concentram na mensuração das faculdades de lembrança e esquecimento, sobre a verificação da resposta de recordações pessoais, sobre a elaboração de modelos de funcionamento da memória. O pensamento científico recente costuma sublinhar o caráter seletivo e reconstrutivo dos processos mnêmicos. Ainda que às vezes conserve nos seus modelos a metáfora agostiniana da memória como depósito, o pensamento contemporâneo tende a concebê-la como um conjunto de atividades e como pluralidade inter-relacionada de funções. Disso não se pode prescindir.

Escola e educadores contemporâneos atribuem o insucesso escolar de muitos alunos a diversos transtornos de aprendizagem. Até que ponto eles estão ligados à velocidade da vida contemporânea? Não acredito que haja uma relação particular entre as dificuldades específicas de aprendizagem e outros problemas do desenvolvimento infantil e as questões derivadas da velocidade e da hipercomplexidade da vida contemporânea. Nos próximos anos se trabalhará muito para melhorar os diagnósticos em neuropsiquiatria infantil e talvez isto nos mostre cenários até aqui impensáveis.

Das diversas doenças mentais com que o senhor teve contato como psiquiatra, qual aquela que chamou sua atenção no que se refere a um tipo particular de relação ou percepção do tempo? No século 20, a questão do tempo foi objeto privilegiado de reflexão de pensadores como Husserl, Minkovski, Binswanger, Von ­Gebsattel, Lévinas, que trouxeram a questão da temporalidade para o campo de forças do vivido, das diferentes vivências no "face a face" do mundo. Com a fenomenologia, a figura do outro, estranha e inalcançável, é reinscrita no tempo. A análise fenomenológica da experiência do tempo mostra que a vivência humana se constitui de dois elementos irredutivelmente diferentes, que compartilham um mesmo horizonte: o polo do experimentar e aquele de temporalizar-se. Em todo caso, para lhe responder, o que me fascina são a esquizofrenia e a melancolia. Sondar os abismos intangíveis constitui uma imensa aventura.

Os índices de normalidade e loucura, ao que parece, são também construções sociais derivadas de interesses, posições morais etc. Sob esse aspecto, como o senhor descreveria os tempos atuais, de forma sucinta, levando em conta o que é considerado como doença mental hoje? Ainda que as fronteiras entre normalidade e loucura às vezes sejam frágeis, acredito que sempre se faça uma distinção clara. O tempo atual vê uma expansão de formas de sofrimento psíquico de natureza não necessariamente psiquiátrica, sob a forma de sociopatias, sofrimentos anímicos e não nominados. Todos nós devemos falar e ser vigilantes quanto aos riscos de tantas formas de ardis naturalizados que se fazem de contraponto à tentativa biopolítica e tecnocientífica de controle da nossa sociedade.


Via Luciano Sathler
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O direito à cidade nas manifestações urbanas: entrevista inédita com David Harvey

O direito à cidade nas manifestações urbanas: entrevista inédita com David Harvey | marcos0662 | Scoop.it
DO BLOG DA BOITEMPOEntrevista especial com David Harvey.
O geógrafo britânico David Harvey é um dos pensadores mais influentes da atualidade.

Via anisio luiz nogueira
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MEC disponibiliza mais de 60 títulos sobre educadores para download gratuito

MEC disponibiliza mais de 60 títulos sobre educadores para download gratuito | marcos0662 | Scoop.it

A série conta com 62 livros, voltados para professores, educadores e interessados em geral

O Ministério da Educação disponibilizou a Coleção Educadores para download gratuito.

A série conta com 62 livros, sendo 30 sobre pensadores brasileiros, 30 estrangeiros e dois manifestos: “Pioneiros da Educação Nova”, de 1932, e “Educadores”, de 1959.

Concluídas em novembro de 2010, as obras são voltadas para professores, educadores e interessados em geral.

Paulo Freire, Jean Piaget, Antônio Gramsci, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Florestan Fernandes, são apenas alguns dos pensadores abordados nos títulos da coleção.

Confira a coleção completa do portal Domínio Público.


Via Luciano Sathler
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62 obras sobre os principais pensadores da educação para download

62 obras sobre os principais pensadores da educação para download | marcos0662 | Scoop.it
O Mi­nis­té­rio da Edu­ca­ção, em par­ce­ria com a Unes­co e a Fun­da­ção Jo­a­quim Na­bu­co, dis­po­ni­bi­li­za pa­ra downlo­ad a Co­le­ção Edu­ca­do­res, uma sé­rie com 62 li­vros so­bre per­so­na­li­da­des da edu­ca­ção.

Via EUCLIDES SANTANA
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La cultura hacker, un mundo de película

La cultura hacker, un mundo de película | marcos0662 | Scoop.it
Norton ha producido un documental sobre la ciberdelincuencia parágrafo remarcar la importancia de la información Proteger. Este mundo también se ha visto reflejado en el cine anteriormente.

Via Luix Vargas
Marcos Ribeiro's insight:

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‘Aprendizado on-line é mais natural para o cérebro’

‘Aprendizado on-line é mais natural para o cérebro’ | marcos0662 | Scoop.it

Para especialista, a internet permite a multiconectividade, que é mais inerente ao jeito do ser humano pensar e aprender

Ler um livro ou uma história pode parecer uma atividade natural para boa parte das pessoas, mas para o nosso cérebro é questão de treino. Quando, no século 15, o livro passou a ser um instrumento difusor de informação, as pessoas tiveram que ensinar o cérebro a se desconectar do mundo ao redor e mergulhar neste outro universo, senão muito do conteúdo não seria absorvido. É esse o argumento que Jolanta Galecka, especialista em marketing on-line na editora europeia Young Digital Planet, usa para explicar porque a internet entrou com tanta facilidade na vida moderna ­– principalmente entre as crianças. “A internet permite que nosso cérebro funcione do jeito que ele mais gosta”, defende.

De acordo com a especialista, que esteve nesta semana na Contec Brasil, conferência sobre educação, conteúdo de mídia infantil e tecnologia, o cérebro sempre se desenvolveu em movimento, prestando atenção em tudo que está ao redor. “É assim que aprendemos com mais facilidade e a internet é um ambiente disperso de aprendizagem, é mais natural para nosso cérebro”, argumenta. Até por isso, a introdução desse novo universo é muito difícil em escolas com modelos de ensino tradicional, que não fomentam nos alunos a multiconexão entre conteúdos, informações e experiências de vida.

“Se o conteúdo não é ensinado de maneira interativa, o aluno não aprende. O cérebro absorve informações quando constrói seus próprios modelos mentais de conexões. Armazenamos a informação por meio dessas conexões, e elas vão ser feitas de acordo com o conhecimento prévio de cada um”, explica a especialista, que completa: “Por isso que conexões não podem ser ensinadas, ou mesmo forçadas, da mesma maneira que não se pode dar conhecimento. Podemos dar informação, para que ela seja absorvida. Com base nela é que se constrói o conhecimento”.

Entender como o nosso cérebro aprende e como ele responde a estímulos é um grande passo para melhorar a qualidade do processo de ensino e aprendizagem, defende a especialista. “É aí que o professor estará usando por completo sua habilidade pedagógica, todo o seu potencial. Incitando discussões, instigando a curiosidade, mostrando caminhos para relacionar os conteúdos ao mundo real e a vida fora da escola”, afirma Galecka.


Via Luciano Sathler
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Lévy: “O que acontece aqui não é por democracia, mas contra a corrupção"

Lévy: “O que acontece aqui não é por democracia, mas contra a corrupção" | marcos0662 | Scoop.it
O filósofo francês diz que os protestos foram importantes para a evolução da sociedade brasileira e que os governantes ainda não ouviram a voz das ruas

Via Déborah Araujo
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Déborah Araujo's curator insight, November 11, 2013 1:06 PM

"A recente onda de manifestações no Brasil empolgou o filósofo, que participou delas pela internet, divulgando informações e palavras de ordem."

 

"Para Lévy, a multiplicidade de expressões na internet enriquece a política e permite a formação de uma esfera pública mundial. “O monopólio das expressões públicas não existe mais. Todo mundo está se expressando pelas redes sociais. Essa é a verdadeira liberdade de expressão.” Mesmo com a ampla divulgação de textos e vídeos feitos por pessoas não ligadas aos grandes grupos de mídia, o filósofo não crê que os meios tradicionais de comunicação desaparecerão. “As coisas se tornam mais complexas.”"


"ÉPOCA – A profissão de jornalista também está ameaçada?
Lévy – No século XVIII, o trabalho de milhares de pessoas era, unicamente, carregar água. Então, porque eu quero proteger o trabalho dessas pessoas, vou deixar de instalar encanamentos nas casas? No futuro, iremos precisar de pessoas que são muito competentes em comunicação em geral. Nós sempre vamos precisar delas."

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Lightworks for Linux Alpha test applications reopen for very limited period. At RedShark News

Lightworks for Linux Alpha test applications reopen for very limited period. At RedShark News | marcos0662 | Scoop.it

Posted by RedShark News Staff on January 10, 2013 • 


Editshare yesterday announced that they are re-opening the Lightworks for Linux Alpha program, so anyone that missed the original window for applications is now able to re-apply (important details below)


Lightworks Product Manager Matt Sandford said:

"The original Alpha test program has been extremely successful and has moved us forward immensely. We now need more people testing the software at this stage, before we move towards the public Beta phase before the end of Q1 this year".

...

 

RedSharkNews.com


Watch also Lightworks Technology: 64-bit Lightworks and Lightworks for Linux (Rick Young video 09:05):

vimeo.com/47851754


Via Thierry Saint-Paul
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Inclusão digital e narrativas em rede « Abordagem Cognitiva em ...

Inclusão digital e narrativas em rede « Abordagem Cognitiva em ... | marcos0662 | Scoop.it
Entrevista realizada com Edvaldo Couto (UFBA) sobre narrativas em rede e com Marie Jane (UFRGS) sobre inclusão digital no âmbito do IV Seminário Internacional de Filosofia e Educação – UPF. Edvaldo discute a ...

Via Luiz Carlos de Souza
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Retro-futurismo, Neo-vitorianismo e Steampunk: algumas discussões

Retro-futurismo, Neo-vitorianismo e Steampunk: algumas discussões | marcos0662 | Scoop.it

Dois posts do blog da Boing Boing essa semana lançam discussões sobre um dos assuntos que mais me interessam – e que andam novamente sendo repensados -em termos de sci-fi e de cibercultura: neo-vitorianismo, retro-futurismo e steampunk (tenho falado bastante em todos esses termos nas aulas de Estudos Interdisciplinares com as turmas de Design de Produto e Design Gráfico)


Via Jorge Candeias
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Manuel Castells analisa as manifestações em São Paulo

Manuel Castells analisa as manifestações em São Paulo | marcos0662 | Scoop.it

Leia a análise do sociólogo espanhol Manuel Castells sobre as manifestações na cidade de São Paulo


Via Antonio Bucci
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Manuel Castells: O povo não vai se cansar de protestar

Manuel Castells: O povo não vai se cansar de protestar | marcos0662 | Scoop.it

Para o sociólogo catalão Manuel Castells, boa parte dos políticos é de burocratas preguiçosos. Ele é um dos pensadores mais influentes do mundo, com suas análises sobre os efeitos da tecnologia na economia, na cultura e, principalmente, no ativismo. Conhecido por sua língua afiada, o espanhol falou ao GLOBO por e-mail sobre os protestos.


Via Luciana Viter
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TV Câmara exibe documentário sobre Rubem Alves

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Rubem Alves é hoje uma das figuras mais respeitadas no Brasil quando se fala em educação. Pedagogo, filósofo, escritor, psicanalista e teólogo, o mineiro é autor de mais de 30 livros sobre assuntos de diferentes campos do pensamento. Sua produção é partidária das ideias de Paulo Freira e está em constante diálogo com pensadores e poetas como Nietzsche, Bachelard e Robert Frost.

A trajetória do pensador nascido em 1933, repleta de desafios e mudanças, é apresentada ao público no documentário “Rubens Alves – O Professor de Espantos”, dirigido por Dulce Queiroz. Integrante da “Série Memórias”, da TV Câmara, que traz a biografia de grandes personalidades brasileiras, a produção será lançada em uma série de exibições no canal entre sábado, 19, e quarta-feira, 23.

Do sonho de ser pianista, passando pela ocupação como pastor da Igreja Presbiteriana durante regime militar, a ampliação do contato com o mundo acadêmico, até à reinvenção mais recente por meio da literatura e poesia, o documentário apresenta um retrato detalhado de um grande comunicador de novas ideias em nosso tempo.


Via Luciano Sathler
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O bê-a-bá dos códigos

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Escola em Londres coloca em prática o que teóricos dizem ser o futuro da educação: o ensino de programação e linguagem computacional para crianças

No final de 2012, em uma atividade anual que reúne pais, filhos e professores na escola primária St. Saviours, no centro de Londres, o tradicional cantinho de contação de histórias – no qual os alunos ouviam contos de monstros, fadas e bruxas – se voltou para algo completamente diferente: a programação e aprendizado de código computacional. “Queríamos dar às crianças as ferramentas para que elas pudessem contar as próprias histórias”, explica Lindsey Woodford, diretora do colégio.

A ideia saiu da cabeça de Nick Corston, empresário e pai de dois alunos, preocupado porque seus filhos poderiam se tornar meros usuários de tecnologia em vez de pensadores críticos da era digital em que nasceram e viverão. “A intenção é mostrar para as crianças que elas podem se tornar produtoras de conteúdo em vez de desperdiçarem todo o tempo delas com joguinhos ao estilo Angry Birds. Se elas forem direcionadas da maneira correta e mostrarem esforço, podem criar os próprios jogos e, com isso, se tornarem pessoas mais criativas e preparadas para o futuro”, afirma Corston.

Durante o dia livre, as crianças puderam se familiarizar com o Raspberry Pi, um computador do tamanho de um cartão de crédito que custa US$ 25 e que propositalmente deixa suas “entranhas” de circuitos à mostra, permitindo entender melhor como funciona a parte interna de um computador. Pelo preço acessível e alta possibilidade de customização, o computador criado por uma fundação inglesa tem sido usado no mundo todo para dar vida a uma infinidade de projetos – de máquinas de pinball a helicópteros.


Via Luciano Sathler
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Pierre Lévy, o filósofo da cibercultura

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Reportagem sobre os principais conceitos da obra de Pierre Lévy, da série “Pensadores da Tecnologia e da Educação

Para o professor da Universidade de Paris e um dos principais pensadores mundiais das relações entre desenvolvimento humano e internet, vivemos uma quarta revolução na comunicação que altera o modo como aprendemos e consumimos informação.

O volume de informações produzido no planeta em meios digitais já é de 1,8 zettabyte (para se ter ideia, 1 zettabyte é igual a 1.000.000.000.000.000.000.000 bytes). Para lidar com tanta informação, foi preciso criar uma série de soluções tecnológicas como o Big Data, que permite analisar e fazer relações entre quaisquer informações digitais e em tempo real.
Um estudo da University of Southern California, divulgado em 2011, indica que cada um de nós recebe, por dia, uma quantidade de informações equivalente a 174 jornais – cinco vezes mais informações do que recebíamos em 1986.
E foi justamente nos anos 1980 que o filósofo Pierre Lévy concluiu seu mestrado em História da Ciência na Universidade de Sorbonne, em Paris, e lançou sua primeira obra, A Máquina Universo – Criação, Cognição e Cultura Informática (1987), que falava sobre o computador e os desdobramentos da informatização do mundo, no contexto das culturas ocidentais.
De lá para cá, Lévy, um dos nomes mais influentes quando o assunto é o uso da tecnologia na educação e no desenvolvimento humano, encontrou seu campo de estudo. Lançou Inteligência Coletiva: Por uma Antropologia do Ciberespaço em 1994; O que é o Virtual? em 1995; e Cibercultura em 1997 – item essencial na biblioteca, a obra ainda é atual para refletirmos sobre as relações sociais e o universo virtual.
Para o filósofo tunisiano e naturalizado francês, vivemos, hoje, a “quarta revolução da comunicação” (as três anteriores para Lévy foram a invenção da escrita, do alfabeto e da imprensa), que nos permite o amplo acesso às informações graças à cultura digital instaurada nas últimas décadas. Não à toa, iniciativas como o crowdlearning, o crowdsourcing e o crowdfunding – focadas na ação coletiva – têm ganhado força com o advento das redes sociais. Aprender a produzir conhecimento coletivamente é, aliás, uma habilidade que deve ser ensinada na escola em tempos de cultura digital, assim como orientar os alunos para que saibam selecionar as informações que têm ou não qualidade em meio à avalanche de dados que recebemos diariamente. “É diferente você acessar uma informação ou ser capaz de resolver um problema a partir desta informação. E é este um dos papeis dos educadores hoje, possibilitar que os alunos pensem criticamente e estrategicamente com o que a internet oferece”, pontua César Nunes, professor de Filosofia na Educação na Universidade de Campinas (UNICAMP). 
Como se vê, a obra de Lévy provoca reflexões sobre as mudanças irreversíveis na cultura e na comunicação que impactam a educação ocidental. Se aprofundarmos a discussão, ela nos ajuda a pensar como o acesso às tecnologias impacta a sala de aula contemporânea – a sua sala de aula.
Por isso, esta é a primeira de uma série de reportagens sobre cada um dos pensadores da Tecnologia e da Educação. Depois de entender os principais conceitos desenvolvidos por Pierre Lévy, vamos explicar, ainda, o que pensam profissionais como Howard Gardner, Edgar Morin, Manuel Castells, Philippe Perrenoud, a brasileira Martha Gabriel, entre outros. A ideia é aproximar a visão dos grandes pensadores ao cenário educacional brasileiro e às principais tendências de ensino e de aprendizagem.
Assista aos documentários produzidos pelo SESC TV sobre o filósofo:


Via Luciano Sathler
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Howard Gardner e a Teoria das Inteligências Múltiplas

Howard Gardner e a Teoria das Inteligências Múltiplas | marcos0662 | Scoop.it

Leia a reportagem sobre Howard Gardner, da série Pensadores TIC, e entenda a Teoria das Inteligências Múltiplas

Na segunda reportagem da série sobre Pensadores da Tecnologia e da Educação, você aprende mais sobre a Teoria das Inteligências Múltiplas e  entende como as ideias do educador norte-americano podem transformar o ensino.

Tentar diferenciar as pessoas e taxá-las de acordo com os níveis de inteligência não é uma ideia recente. Nos anos 400, os orientais inventaram testes que se propunham a medir a inteligência dos indivíduos para separá-los em castas. Mas foi apenas no início do século XX que essa ideia de “diagnosticar inteligências para melhorar o ensino” foi sendo incorporada, principalmente pelo trabalho do psicólogo francês Alfred Binet, que aprimorou os testes orientais e criou os famosos testes de QI (Quociente de Inteligência), que tinham como objetivo inicial identificar os alunos que precisavam de reforços extras nos estudos.
Durante décadas, compreendeu-se que a inteligência humana poderia ser medida de acordo com os resultados deste tipo de teste, mas hoje se sabe que os exames de QI avaliam, basicamente, nossa capacidade de raciocínio lógico. Além disso, nas últimas três décadas, a ideia de inteligência única começou a mudar graças aos conceitos desenvolvidos pelo psicólogo e professor norte-americano Howard Gardner, que lançou a Teoria das Inteligências Múltiplas na obra Frames of Mind, de 1983.
Gardner é autor de cerca de 20 livros sobre a teoria de que o ser humano possui mais de um tipo de inteligência e que, portanto, os processos de aprendizagem também devem ser individualizados. Suas ideias causaram grande impacto nos anos 1980, justamente por apresentar um caminho contrário ao do padrão de avaliação de inteligência mais aceito até então, o QI. “Poucos gênios são gênios em tudo. Einstein era um gênio matemático, Shakespeare era um gênio linguístico. Nós temos todos os potenciais, mas alguns são mais desenvolvidos”, exemplifica Celso Antunes, geógrafo, especialista em inteligência e cognição.
Howard Gardner e sua teoria das inteligências múltiplas são o tema desta que é a segunda reportagem da série Pensadores da Tecnologia e da Educação, elaborada pelo Instituto Claro.

 


Via Luciano Sathler
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