Logistica - Mercosul - Aliança do Pacifico - China
42 views | +0 today
Follow
Your new post is loading...
Your new post is loading...
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Finlandesa Wartsila anuncia início de obras no Porto do Açu

Finlandesa Wartsila anuncia início de obras no Porto do Açu | Logistica - Mercosul - Aliança do Pacifico - China | Scoop.it
Por Denise Luna
RIO DE JANEIRO, RJ, 4 de setembro (Folhapress) - Em meio a ...
Rogerio P Assis's insight:

Por Denise Luna


RIO DE JANEIRO, RJ, 4 de setembro (Folhapress) - Em meio a uma série de más notícias para o grupo EBX, a finlandesa Wartsila anunciou hoje que iniciou as obras para a construção da sua primeira unidade no Brasil no Porto do Açu, de Eike Batista, dando apoio ao projeto da LLX, empresa de logística do empresário. 


Os inúmeros problemas enfrentados pelo grupo, que passa por uma forte reestruturação, inclusive com a venda de parte da LLX para a americana EIG, trouxe dúvida ao mercado sobre a continuidade dos projetos no entorno do porto, que teve sua entrada em operação confirmada para este ano. 


Segundo a Wartsila, o investimento previsto é de R$ 50 milhões e deverá gerar entre 200 e 300 empregos diretos. A previsão é de conclusão da fábrica em um ano.

 
A Wartsila é líder global no fornecimento de motores e prestação de serviços para navios e usina termelétricas. A empresa escolheu o TX2 (Terminal 2 do porto) para instalar uma planta de montagem e produção de grupos geradores e motores de navio. Esta é a primeira unidade industrial brasileira da companhia, após décadas de atuação no Brasil. 


A unidade no Porto do Açu ocupará uma área de 29.300 metros quadrados no canal do TX2 e também irá oferecer soluções e serviços nas áreas de energia e propulsão marítima. O contrato terá a duração de 30 anos, renováveis por mais 30 anos. 


A empresa tem 600 funcionários no Brasil e já projetou e construiu 25 usinas térmicas no país, ultrapassando a marca de 2,4 gigawatts de potência instalada. Na área naval, a companhia tem no Brasil base instalada com capacidade superior a 800 megawatts, em mais de 200 navios e embarcações. 


Além da Wratsila, estão confirmadas no porto a norueguesa NOV, terceira maior fabricante de tubos flexíveis do mundo, e a francesa Technip, líder mundial em gerenciamento de projetos, engenharia e construção para a indústria de óleo e gás. Ambas irão produzir tubos flexíveis para apoio a indústria offshore e a previsão é que comecem a operar ainda neste ano. 


A americana InterMoor, líder global no fornecimento de serviços de ancoragem, fundações e serviços subaquáticos, também já começou a construção da sua unidade, que fica pronta este ano, segundo a LLX. Outras prestadoras de serviço como a Vallourec, Asco e a BP Marine (joint venture da BP com a EBX), também vão atuar no porto, que terá como cliente a Anglo American, que pretende movimentar 26,5 milhões de toneladas de minério de ferro por ano a partir do segundo semestre de 2014. O minério será transportado, da mina em Minas Gerais até o Superporto, por um mineroduto com 525 quilômetros de extensão, já em construção pela Anglo. 


Desde o início do desenvolvimento do Porto do Açu, em 2007, até o segundo trimestre de 2013, a LLX já investiu R$ 2,8 bilhões, sendo R$ 2,313 bilhões na LLX Açu. A previsão é que, ainda neste segundo semestre de 2013 sejam investidos mais R$ 600 milhões pela LLX no porto.  

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Amorim: Brics são contraponto à ordem econômica

Amorim: Brics são contraponto à ordem econômica | Logistica - Mercosul - Aliança do Pacifico - China | Scoop.it
O ministro da Defesa, Celso Amorim, afirmou nesta terça-feira (27) que o grupo de países que formam o acrônimo Brics (Brasil, Rússia, China e
Rogerio P Assis's insight:

O ministro da Defesa, Celso Amorim, afirmou nesta terça-feira (27) que o grupo de países que formam o acrônimo Brics (Brasil, Rússia, China e África do Sul) "é um contraponto muito importante" à ordem econômica internacional, que é marcada em várias ocasiões pelos pontos de vista das economias avançadas. "Temos de construir a multipolaridade", afirmou. "Os Brics hoje tem um peso real no FMI (Fundo Monetário Internacional)", disse Amorim, acrescentando que não é fácil que o Fundo adote uma determinada posição se esses cinco países estiverem contra ela.

Amorim não concorda com a recente avaliação de Jim O'Neill, criador do então acrônimo Bric, quando era executivo do Goldman Sachs, segundo a qual o único país do grupo que está bem, do ponto de vista econômico, é a China. Segundo o ministro, o Brasil está dando bom encaminhamento ao aprofundamento das relações econômicas entre essas nações. Ele também destacou que o gigante asiático tem boas oportunidades de relacionamento comercial com seus parceiros na medida em que aprofundar o tratamento de temas relevantes, como as questões ambientais.

Na área da Defesa, o ministro destacou que a integração entre os Brics não é uma tarefa fácil e que é mais viável que ela ocorra no curto prazo através de acordos bilaterais. Embora ele não tenha manifestado o que há por trás da dificuldade sobre esse tema, há questões geopolíticas importantes envolvendo a China e a Índia.

O ministro também fez uma defesa da Unasul e do Mercosul, pois, segundo ele, permitiram que os países da região consolidem o processo de paz, afastando cada vez mais eventuais disputas bélicas e viabilizaram a integração econômica. Amorim também destacou que "não teme" a formação da Aliança do Pacífico, bloco comercial que reúne México, Colômbia, Peru e Chile, pois pode representar boas oportunidades econômicas para o Brasil, dado que o país já tem acesso ao oceano por via rodoviária.

Amorim falou em conferência na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo. O ministro se recusou a responder perguntas sobre o deslocamento do senador boliviano Roger Pinto Molina de La Paz à cidade brasileira de Corumbá (MS). Nesta terça-feira, o Ministério da Defesa divulgou uma nota sobre a atuação dos fuzileiros navais na viagem do político.

Fonte: Gazeta do Povo (PR)/Agência Estado

Compartilhar
more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Lei doida

Lei doida | Logistica - Mercosul - Aliança do Pacifico - China | Scoop.it
Parte da imprensa e muitos juristas consideram que a Lei dos Portos vai atravancar os tribunais. Foi mal feita e, por isso, irá gerar muitos
Rogerio P Assis's insight:

Parte da imprensa e muitos juristas consideram que a Lei dos Portos vai atravancar os tribunais. Foi mal feita e, por isso, irá gerar muitos questionamentos. Contou com 645 emendas, sendo que o relator, da base aliada, aceitou 150 mudanças no texto inicial. Na Câmara houve acusação de corrupção, igualmente partida de um parlamentar ligado ao governo, Anthony Garotinho (PR-RJ). No Senado, foi, vergonhosamente, aprovada em uma tarde, sem tempo de ser ler o texto final.

A norma, que poderia ter sido assinada por Tiririca ou pelos trapalhões, ampliou a obrigação de terminais existentes contratarem pessoal sindicalizado – além da estiva, incluiu capatazia – e, para os novos terminais, deu liberdade total de contratação no mercado. Essa disparidade, sem dúvida, irá parar na justiça.

E a temporada de rejeição já começou. Os usuários reclamaram de editais para terminais em Santos (SP) e Belém (PA). Afirmam que trazem preços altos, riscos para as empresas, falta de regras claras, baixa competitividade e possível repasse de custos. Há casos de aumento de 11 vezes nos valores cobrados.

Até a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), presidida pela senadora Kátia Abreu – da base aliada – criticou as novas normas.

Fonte: Monitor Mercantil/Sergio Barreto Motta

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Galpões logísticos ganham tecnologia

Galpões logísticos ganham tecnologia | Logistica - Mercosul - Aliança do Pacifico - China | Scoop.it
A incorporação de galpões logísticos avança em Curitiba e região metropolitana. O segmento, considerado incipiente há cerca de cinco anos, agora
Rogerio P Assis's insight:

A incorporação de galpões logísticos avança em Curitiba e região metropolitana. O segmento, considerado incipiente há cerca de cinco anos, agora oferece imóveis com recursos tecnológicos e certificação ambiental, o que vai ao encontro das exigências de grandes empresas. Embora a oferta da região ainda seja muito tímida com relação a outras cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, o que é oferecido tem rápida absorção e o valor do aluguel alcança preços compatíveis com a média nacional.

A média nacional do valor do metro quadrado para locação, em abril desse ano, foi de R$ 13,15, segundo a pesquisa Real Estate Report 2013, da EY. Em Curitiba, a média foi ligeiramente mais elevada – de R$ 13,79 por m⊃2;, valor 9% superior ao de agosto de 2012.

Mas esse aumento não representa tendência de escalada de preços, segundo Viktor Andrade, diretor da consultoria. “Foi uma movimentação normal, já que as últimas entregas têm mais aspectos tecnológicos e estão sendo locadas por preços um pouco mais altos que os galpões mais velhos”, explica Andrade.

O que pode influenciar o preço de forma mais intensa, segundo ele, é o crescimento do consumo ou o câmbio mais alto, que pode favorecer as exportações. “Mas qualquer mudança nesse segmento é muito lenta, e os números mais recentes do desempenho da economia do país não terão reflexos agora. Os preços e o produto ofertado em Curitiba estão perto da realidade das outras regiões, e não deve haver mudança abrupta”, comenta.

A capital paranaense oferece 617 mil m⊃2; de galpões logísticos para locação, ao custo médio de R$ 16,50 por m⊃2;, de acordo com dados da consultoria Cushman & Wakefield. Segundo o mesmo levantamento, em São Paulo há 35,5 milhões de m⊃2; disponíveis, a R$ 20,60 o metro. Outra pesquisa, da consultoria EY, mostra valores ligeiramente diferentes, de R$ 13,79 em Curitiba e R$ 13,15 na média nacional (leia mais nesta página).

“Curitiba tem valores de venda e locação desse tipo de imóvel abaixo do resto do país. Isso porque a oferta era muito simples: galpões com pé direito baixo, sem docas, sem recursos que geram economia para as empresas. Agora, os preços se adequaram e, aos poucos, tanto preço quanto produto ficam mais perto daquilo que é oferecido em outras capitais”, comenta Mário Sergio Gurgueira, diretor de Representação de Proprietários da Cushman & Wakefield.

As empresas querem espaços nos quais os produtos tenham uma boa acomodação e que, a isso, esteja aliada a redução de custos. Itens como reúso da água e iluminação natural, mais barata, pesam na hora de decidir qual armazém alugar.

O executivo da Cushman argumenta que a construção de novos armazéns, entregues com alto padrão de qualidade e tecnologia, tem a ver com a entrada de empresas estrangeiras no Paraná, principalmente do setor farmacêutico e alimentício – cujos produtos exigem condições mais rigorosas de armazenamento.

Mesmo que o ambiente esteja menos acanhado, o comportamento do estoque e do preço não deve passar por mudanças bruscas. “O que está sendo construído é suficiente para suprir a procura e não significa um aquecimento do mercado ou tendência para o futuro”, diz Viktor Andrade, diretor da consultoria EY (antiga Ernst & Young).

Interesse

Localização de Curitiba facilita distribuição no Sul, diz imobiliária

A primeira fase do condomínio logístico EcoPark, em construção na Cidade Industrial de Curitiba, será entregue em outubro. Os primeiros 54 mil m⊃2; – dos 144 mil m⊃2; totais que futuramente estão disponíveis para locação – devem ser negociados por cerca de R$ 20 por m⊃2;.

A imobiliária responsável pelas transações afirma que já há interessados. “Temos algumas conversas com empresas. Com o aumento do consumo e a expansão da economia, nos últimos anos, muitas indústrias buscaram Curitiba como um novo local para estoque, a fim de facilitar a distribuição para os estados do Sul”, diz Jaime Galperin, diretor da Top Imóveis. Segundo ele, a localização de Curitiba facilitou o crescimento desse mercado. “Estamos em um local de fácil acesso a varias regiões do país”, diz.

Paulo Henrique Ivanski, da ESSEX, empresa que construiu o EcoPark, diz que entre os recursos do galpão estão reúso da água, pé direito de 12 metros, piso com grande capacidade, formato de condomínio e outros. “É um novo estágio de desenvolvimento logístico, e o cenário é muito otimista: as empresas estão migrando dos galpões antigos para os novos e a expansão do mercado, embora mais lenta, é contínua.”

Fonte: Gazeta do Povo (PR)/Taiana Bubniak

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Hidrovias enfrentam encruzilhada da falta de investimentos em logística

O desenvolvimento das hidrovias no Brasil está em uma encruzilhada. Para parte dos empresários e especialistas em logística, os rios são boas
more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Petrobras avalia arranjos para pré-sal

Do Rio - A Petrobras avalia a formação de consórcios para a participação no leilão do prospecto de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. A área
Rogerio P Assis's insight:

Do Rio - A Petrobras avalia a formação de consórcios para a participação no leilão do prospecto de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos. A área será ofertada na primeira rodada de licitação no modelo de partilha, em 21 de outubro. "Existem vários arranjos que podem ser feitos na hora da formação do negócio visando à participação", disse ontem o diretor de Exploração e Produção (E&P) da Petrobras, José Miranda Formigli, na assinatura dos contratos da 11ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que completou 15 anos.

Segundo Formigli, a Petrobras já está fazendo contas e simulações sobre a atratividade econômica da minuta do contrato e do edital de partilha. Uma das possibilidades, segundo o diretor, seria a atração de um sócio que poderia "carregar" a Petrobras em parte dos investimentos. A prática, comum no segmento de óleo e gás, consiste em um sócio entrar no investimento de forma mais representativa no início, até que os primeiros resultados comecem a aparecer. "Essa é uma solução que praticamos em outras áreas, não precisa ser [apenas] no pré-sal", disse.

Wagner Freire, ex-diretor de exploração e produção da Petrobras na década de 90 e consultor, não vê possibilidade de um acerto como esse. Ele observou que a estatal é, por lei, operadora de todas as áreas oferecidas no regime de partilha de produção no pré-sal com participação mínima de 30% em qualquer consórcio. Freire não vê como ela poderia fugir dessa obrigação.

Questionado, Hélder Queiroz, diretor da ANP atualmente responsável pela área licitações, disse que não haveria problema de isso acontecer desde que a área em que a Petrobras fosse "carregada" fosse adicional aos 30% obrigatórios. O diretor garantiu que a produção de petróleo da companhia terá uma tendência crescente no segundo semestre. (MN, RP e CS)

Fonte: Valor Econômico

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

CSN prevê duplicar Casa de Pedra até o fim de 2014

Um dos maiores projetos em andamento dentro da Cia Siderúrgica Nacional (CSN), a mina Casa de Pedra deverá ter sua duplicação concluída até o fim de
Rogerio P Assis's insight:

Um dos maiores projetos em andamento dentro da Cia Siderúrgica Nacional (CSN), a mina Casa de Pedra deverá ter sua duplicação concluída até o fim de 2014, atingindo 40 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, informou ontem a empresa na teleconferência com analistas. "A obra já está bem avançada", afirmou um dos diretor da siderúrgica.

Ao mesmo tempo, a siderúrgica está ampliando linhas de produção e de beneficiamento da Namisa, na qual tem 60% do capital, controlada em parceria com sócios asiáticos. "Temos duas linhas já na fase final, quase prontas para entrega, que duplicarão sua produção atual", informou. Além disso, vai iniciar a recuperação de material em barragens de rejeitos. Com os atuais preços, na faixa de US$ 110 a US$ 130 a tonelada no mercado internacional, esse produto que era descartado ganha competitividade, afirmou.

O terminal portuário, em Itaguaí (RJ), também teve a expansão para embarque de 45 milhões de toneladas por ano completada recentemente, segundo a empresa. Em 2014, a CSN quer iniciar uma nova fase, que elevará a capacidade a 60 milhões de toneladas por ano. Concluídas as expansão de Casa de Pedra e Namisa, mais a expansão do porto, a CSN espera a partir de 2015 estar produzindo minério nesse patamar. A produção atual é de pouco mais de 30 milhões de toneladas.

Segundo a empresa, o preços do minério de ferro deverão ficar estáveis nos próximos três a cinco anos, flutuando entre US$ 100 e US$ 130 a tonelada. "A queda de preço do minério será bem mais lenta que o estimado pelo mercado", afirmou um diretor. A avaliação é que a China, maior consumidor da matéria-prima no mundo, continuará ampliando sua produção de aço (hoje no ritmo de quase 800 milhões de toneladas ao ano) e perdendo competitividade nas suas próprias minas de ferro, com reservas se exaurindo e empobrecendo (perda de teor metálico)

A empresa informou também que as negociações com seus sócios asiáticos na Namisa estão em fase avançada. A empresa busca um novo modelo para o negócio, no qual uma tradings siderúrgicas do Japão, Coreia do Sul e Taiwan têm 40% de participação. Os sócios ameaçaram exercer cláusula de saída do capital da mineradora, na qual aportaram US$ 3,1 bilhões em 2008, porque a CSN não teria cumprido compromissos de investimentos.

A CSN prevê investir R$ 3 bilhões no ano, informou o diretor financeiro, David Salama. A maior parte - R$ 1,9 bilhão - vai ser alocada no segundo semestre. De acordo com o diretor, neste semestre cerca de R$ 800 milhões serão destinados ao projeto da ferrovia Transnordestina, que cruza Pernambuco, Ceará e Piauí. No ano, está previsto R$ 1 bilhão na ferrovia.

Um investimento complicado, a Transnordestina deverá ter em breve novo modelo societário e de investimentos, disse Salama. Há negociações na reta final com o governo federal, dependendo de assinatura de documentação.

Sobre as negociações para assumir o controle da siderúrgica CSA, da ThyssenKrupp, no Rio, e de uma laminadora nos EUA, a empresa informou que não há nenhum acordo firmado.

Fonte: Valor Econômico/Ivo Ribeiro | De São Paulo

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Fundo da Marinha Mercante aprova R$ 17,3 bilhões em projetos

O Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM) concedeu prioridade a 75 projetos de embarcações e estaleiros, que totalizam investimentos de
more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

SEP e Antaq criam comissão para avaliar estudos técnicos para setor portuário - EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.

EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.
Rogerio P Assis's insight:

A Secretaria de Portos (SEP) e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) criaram uma comissão mista para selecionar projetos e estudos de viabilidade técnica, econômica, ambiental e operacional para o setor portuário. O ministro dos Portos, Leônidas Cristino, e o diretor interino da Antaq, Mário Povia, assinaram a Portaria Conjunta nº 91, que trata da criação da Comissão. O texto foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) no dia 25 de junho.

 

Os estudos servirão de base para a licitação dos arrendamentos portuários e serão analisados pela Antaq. Caberá à Secretaria de Portos a aprovação dos documentos. Mais informações no portal da Antaq.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Governo anuncia construção de 50 terminais de uso privado sob novo marco regulatório do setor portuário - EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.

EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.
Rogerio P Assis's insight:

Os primeiros 50 terminais de uso privado (TUPs) a serem construídos dentro do novo marco regulatório do setor portuário foram anunciados no dia 03 de julho pela presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Para elevar a concorrência e aumentar a capacidade portuária, investimentos privados da ordem de R$ 11 bilhões serão aplicados no setor.


Mais informações no portal daSecretaria de Portos.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

EPL e Artesp firmam parceria para unificar identificação eletrônica de veículos e cargas - EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.

EPL e Artesp firmam parceria para unificar identificação eletrônica de veículos e cargas - EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A. | Logistica - Mercosul - Aliança do Pacifico - China | Scoop.it
EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.
Rogerio P Assis's insight:

A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) firmou, no dia 12 de julho, uma parceria com a Empresa de Planejamento e Logística (EPL) para expandir em territótio nacional o sistema de pedágio de cobrança automático e o sistema Ponto a Ponto (por trecho percorrido). A partir da experiência paulista, novos produtos e serviços de transporte e logística poderão ser desenvolvidos com base na tecnologia de radiofrequência RFID 915 MHz. A ideia é integrar o mesmo padrão de chip de radiofrequência modais rodoviário, marítimo, aéreo e ferroviário.

 

A medida, pioneira não só no Brasil, mas no mundo irá fomentar o uso da mesma tecnologia e do mesmo padrão em diversas aplicações. Com um único chip para uso em veículos, cargas ou produtos, será possível integrar serviços como a cobrança de pedágio, pesagem de veículos comerciais, rastreamento de cargas e acompanhar a origem e destino de um produto dentro do programa Brasil ID ajudando, inclusive, no combate ao contrabando de mercadorias e fraudes ao compartilhar as mesmas informações com várias entidades fiscalizadoras.

 

O processo acelera a adoção dos serviços por várias entidades governamentais e preserva investimentos realizados pelo compartilhamento de uma mesma infraestrutura. Também poderão ser ampliadas as aplicações já em uso hoje como pagamentos de estacionamentos e abastecimento de veículos.

 

Os termos do protocolo definem que ambos os órgãos prestem suporte a empresas usuárias, fornecedores de equipamentos, governos estaduais e prefeituras no desenvolvimento de produtos e serviços de transporte e logística baseados na tecnologia RFID 915 Mhz.

 

Fonte: Artesp

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

ANTT dá início à audiência pública para trecho ferroviário entre Estrela D Oeste e Dourados - EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.

EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.
Rogerio P Assis's insight:

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) deu início, no dia 29 de julho, à Audiência Pública 139. O objetivo é colher contribuições para as minutas de edital e contrato e estudos referentes à concessão do trecho ferroviário entre Estrela D’Oeste (SP) e Dourados (MS). As contribuições poderão ser enviadas até o dia 8 de agosto. Mais informações no portal da ANTT.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

EPL discute projetos ferroviários com empresa chinesa - EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.

EPL discute projetos ferroviários com empresa chinesa - EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A. | Logistica - Mercosul - Aliança do Pacifico - China | Scoop.it
EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.
Rogerio P Assis's insight:

O presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, recebeu, no dia 12 de julho, a delegação da empresa China Tunnel International (CTI). Na reunião, realizada na sede da EPL, foram discutidos projetos no setor ferroviário brasileiro. Figueiredo apresentou a palestra Estratégia Brasileira de Desenvolvimento Logístico e Oportunidades no Setor Ferroviário.

 

A visita da delegação da empresa, especializada na fabricação de máquinas para a perfuração de túneis e outros equipamentos para o setor ferroviário e rodoviário, foi coordenada pelo embaixador e ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Sergio Amaral. Também participou da reunião o chefe da Divisão de Investimentos do Departamento de Promoção Comercial e Investimentos do Itamaraty, Cristiano Berbert.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

China avalia cortar restrições para navios maiores; Vale pode se beneficiar

China avalia cortar restrições para navios maiores; Vale pode se beneficiar | Logistica - Mercosul - Aliança do Pacifico - China | Scoop.it

XANGAI, 29 Ago

(Reuters) 

 

Rogerio P Assis's insight:

A China estuda um plano para permitir que alguns dos seus portos recebam navios de maior porte, em um movimento que pode abrir o caminho para a brasileira Vale começar a entregar minério de ferro por meio de sua crescente frota de navios gigantes.

 

Proprietários de navios chineses têm se oposto fortemente ao acesso dos meganavios da Vale em meio a preocupações de que poderiam piorar o excesso de transporte e roubar participação de mercado. Mas, a sua utilização reduziria os custos de transporte das matérias-primas para as siderúrgicas chinesas.

 

Para a Vale, a aprovação para que seus navios "Valemax" entrem nos portos chineses iria ajudar a mineradora a cortar custos de transportes em um terço e permitir uma maior competição com as rivais australianas Rio Tinto e BHP Billiton, cujas minas estão mais próximas à China.

 

O Ministério dos Transportes da China barrou navios de grade porto dos portos do país no início de 2012, citando preocupações de segurança após o primeiro navio de 400 mil toneladas de porte bruto (tpb) Valemax atracar no porto de Dalian em dezembro de 2011.

 

Na ocasião, o ministério afirmou que os navios de petróleo e granéis sólidos não poderia exceder a capacidade nominal de um porto.

 

Porém, os portos chineses têm melhorado a infraestrutura nos últimos anos para atender a forte demanda por commodities, colocando a verdadeira capacidade acima do número aprovado



Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/economia/china-avalia-cortar-restricoes-para-navios-maiores-vale-pode-se-beneficiar-9737713.html#ixzz2dPd1EjJn

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Reformas de mercado na China enfrentam oposição

Reformas de mercado na China enfrentam oposição | Logistica - Mercosul - Aliança do Pacifico - China | Scoop.it
Uma iniciativa que a China lançou em meados de julho para aumentar o poder do mercado no setor bancário foi um passo significativo na reforma do modelo
Rogerio P Assis's insight:

Uma iniciativa que a China lançou em meados de julho para aumentar o poder do mercado no setor bancário foi um passo significativo na reforma do modelo econômico do país. Ela pode também ter sido a última decisão tomada com facilidade pelos novos líderes chineses, cujo programa de reforma deve enfrentar oposição ferrenha dentro do Partido Comunista.

O presidente, Xi Jinping, e o primeiro-ministro, Li Keqiang, vêm defendendo um papel mais limitado do governo. Agora, estando os economistas convencidos de que o modelo chinês de crescimento baseado num alto nível de investimento já está exaurido, o governo deu sinais de que pretende reequilibrar a economia colocando mais peso na demanda doméstica.

Em julho, o governo eliminou o limite mínimo para taxas de juros de empréstimos bancários. Mas outras propostas para aumentar a força do mercado na economia estão passando por um processo de revisão pouco promissor. Isso provavelmente vai diluir as medidas e pode até deixá-las de fora da agenda da reunião de líderes do Partido Comunista no fim do ano.

A reunião, chamada de "Terceira Plenária", será imbuída de um significado histórico. Foi no Terceira Plenária de 1978 que Deng Xiaoping passou à frente do sucessor escolhido pelo líder revolucionário Mao Tse-tung, Hua Guofeng, e colocou o país no caminho da economia de mercado. Em 1993, a mesma reunião estabeleceu as bases do enxugamento das estatais, uma decisão impopular que tirou o emprego de milhões de pessoas.

Desta vez, Liu He (chefe do grupo interno do partido que cuida do setor financeiro e conhecido por sua inclinação reformista e pró-mercado) vai liderar pequenas equipes de trabalho na elaboração de propostas econômicas específicas, segundo Cheng Li, analista do centro de estudos americano Brookings Institution.

"Liu He tem uma formação muito sólida", disse Li. "Ele trabalhou em finanças por 15 ou 20 anos. É um talentoso tecnocrata econômico". A questão principal é se essas habilidades bastarão para superar a enorme oposição às reformas.

Espera-se que os líderes ponham um fim no modelo de desenvolvimento que serviu bem à China por décadas. Esse modelo se baseou em grandes volumes de investimentos na indústria e em infraestrutura, subsidiados por juros artificialmente baixos, e num exército de migrantes rurais que trabalhavam nas fábricas das cidades chinesas sem colher os benefícios urbanos, como acesso às escolas locais e programas de saúde.

As mudanças sendo estudadas incluem acabar com as restrições à posse da terra e à residência em cidades, ajustar o sistema de impostos para repassar mais recursos aos empobrecidos governos locais e relaxar o controle sobre o preço dos combustíveis, disse Yiping Huang, economista que deu consultoria ao governo no passado. As reformas financeiras para liberar os juros sobre os depósitos bancários e permitir que o dinheiro entre e saia mais livremente do país também estão no topo da agenda.

Assim, muitas reformas potenciais reduziriam o controle do Estado. Os bancos estatais seriam forçados a remunerar os depósitos dos correntistas a taxas mais competitivas. Autoridades locais poderiam ter que elevar gastos sociais em cidades cada vez mais populosas, e não está claro se a reforma fiscal compensaria esse gasto.

"As pessoas estão alimentando muitas expectativas sobre a reforma fiscal, mas duvido que haverá um progresso substancial nisso. É difícil equilibrar os interesses dos governos central e locais", disse Yao Yang, professor de economia da Universidade Pequim.

Uma questão fundamental é a meta do premiê Li de trazer mais chineses para as cidades, o que, segundo ele, geraria crescimento e consumo privado. Num exemplo dos obstáculos pela frente, a equipe de planejamento do governo que delineou esse programa de urbanização teve suas propostas esvaziadas por outros ministérios e departamentos, segundo um pesquisador próximo da equipe.

Permitir que os 260 milhões de trabalhadores migrantes que já estão nas cidades da China tenham acesso aos benefícios dos residentes poderia acirrar a competição por moradia e educação, elevando a pressão sobre as já sobrecarregadas finanças dos governos locais.

Segundo os poucos detalhes divulgados até agora do plano de urbanização do governo, as mudanças começariam nas cidades menores - deixando num limbo a situação dos milhões de trabalhadores migrantes das cidades maiores.

"As autoridades em geral preferem promover a migração para as cidades menores, mas isso é uma abordagem equivocada", disse Yukon Huang, ex-diretor do Banco Mundial para a China e que hoje está na Fundação Carnegie para a Paz Internacional. "Os ganhos de produtividade com a migração da mão de obra são maiores nas grandes cidades", acrescentou.

Com a cúpula do governo priorizando a urbanização, é possível que as propostas finais sejam mais abrangentes na extensão dos direitos de residência aos migrantes.

A difícil concepção dos planos reflete os obstáculos que os líderes enfrentam ao submeter reformas a um processo político que depende de consenso no Partido Comunista. Os excessos da era Mao levaram o partido a diluir o poder entre várias pessoas e departamentos, enquanto redes de patronagem garantem a antigos líderes, como o ex-presidente Jiang Zemin, manter o poder nos acordos políticos necessário para aprovar as medidas.

"Grandes projetos de reforma podem levar dois ou três anos para ser completados", diz Zhang Yansheng, economista da Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento da China que não está envolvido com as propostas de de urbanização. "É um longo processo." 

Fonte: Valor Econômico/The Wall Street Journal/Colaboraram Richard Silk, Yajun Zhang e Tom Orlik)

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Conaportos unifica Siscomex e porto sem papel

Conaportos unifica Siscomex e porto sem papel | Logistica - Mercosul - Aliança do Pacifico - China | Scoop.it
A Comissão Nacional das Autoridades nos Portos (Conaportos) anuncia que entra em funcionamento ontem, terça-feira (27/08), o primeiro nível de
Rogerio P Assis's insight:

A Comissão Nacional das Autoridades nos Portos (Conaportos) anuncia que entra em funcionamento ontem, terça-feira (27/08), o primeiro nível de integração dos sistemas de informações referentes a cargas do Fisco, do Departamento de Marinha Mercante (DMM) e da Secretaria de Portos (SEP).

A integração tem como objetivo impedir uma duplicidade na prestação de informações referentes a cargas inseridas nos sistemas Siscomex Mercante e Porto Sem Papel (PSP). Estas antes eram comuns aos dois sistemas (Manifestos de Carga, Conhecimentos de Embarques e Itens de Carga), mas com a unificação será informada uma única vez no Siscomex Mercante que as transmitirá automaticamente ao Porto Sem Papel.

A implementação das medidas e definição do cronograma é conduzida pela Conaportos. A Comissão foi instituída pelo Decreto 7.861 de dezembro de 2012 e tem a finalidade é de integrar as atividades desempenhadas pelas entidades e órgãos públicos nos portos e instalações portuárias.

Fonte: SEP/ Janaína Valadares

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Subúrbio solar pode alimentar cidades modernas - Notícias - Instituto Carbono Brasil

Subúrbio solar pode alimentar cidades modernas - Notícias - Instituto Carbono Brasil | Logistica - Mercosul - Aliança do Pacifico - China | Scoop.it
Expansão urbana pode não ser tão ruim para o meio ambiente quanto pensávamos - contanto que equipar cada lar com painéis solares e carros elétricos se torne a norma
Rogerio P Assis's insight:
12/08/2013   -   Autor: Paul Brown   -   Fonte: Climate News NetworkExpansão urbana pode não ser tão ruim para o meio ambiente quanto pensávamos - contanto que equipar cada lar com painéis solares e carros elétricos se torne a norma

Planejadores modernos estão construindo cidades compactas, acreditando que zonas firmemente controladas são melhores para o meio ambiente. Uma nova pesquisa sugere o oposto: a expansão urbana pode ser uma opção melhor, com a energia solar instalada em casas suburbanas e a adoção de carros elétricos transformando as necessidades de uma cidade.

 

A pesquisa feita em Auckland, Nova Zelândia – a maior área urbana no país e uma cidade construída para a era do automóvel – mostra que os painéis solares instalados em casas suburbanas médias podem produzir energia suficiente para a família, para carregar o veiculo elétrico, e ainda gerar watts suficientes para exportar um excedente para a rede.

 

Adotar uma abordagem em que toda a cidade instale painéis solares e fornecer pontos de carga para carros permitiria aos lares suburbanos fornecer a maior parte da energia para o centro da cidade, assim como manter o transporte funcionando, de acordo com o professor Hugh Byrd, da Escola de Arquitetura da Universidade de Lincoln, na Inglaterra.

 

Em colaboração com o Centro de Energia da Nova Zelândia e a Universidade de Auckland, Byrd e seus colegas descobriram que casas suburbanas típicas da cidade da era do automóvel são capazes de produzir dez vezes mais energia solar do que o possível a partir de arranha-céus e outros edifícios comerciais.

 

Os cálculos são baseados em um setor de Auckland, que tem arranha-céus em seu centro comercial, mas tem a maioria de seus lares espalhada na região circundante, uma expansão urbana.

 

Transformar o planejamento

Embora cada cidade seja diferente, o padrão de construção em Auckland é repetido em muitos centros urbanos pelo mundo. A ideia de Byrd é de que, se os planejadores insistirem para que painéis solares sejam instalados em propriedades e pontos de carga forem fornecidos para carros elétricos, então as cidades, consideradas prejudiciais ao meio ambiente, podem ser transformadas.

 

“Embora uma cidade compacta possa ser mais eficiente para veículos com motor de combustão interna, uma cidade dispersa é mais eficiente quando a geração distribuída de eletricidade por instalações fotovoltaicas é a principal fonte de energia e veículos elétricos são o principal modo de transporte”, diz Byrd.

 

“Essa pesquisa pode ter implicações tanto sobre as políticas urbanas quanto de energia. Longe de reagir procurando reconstruir nossas cidades, precisamos abraçar as áreas suburbanas dispersas e novas tecnologias inteligentes que nos permitirão alimentar nossas cidades de uma forma custo-efetiva, sem depender sempre das cada vez menores reservas de combustíveis fósseis.”

 

Expandir é bom

“Esse estudo desafia o pensamento convencional de que o subúrbio é energeticamente ineficiente, uma crença que se tornou consagrada nas políticas de arquitetura. Na verdade, nossos resultados revertem o argumento de uma cidade compacta baseada no uso de energia para o transporte, e mudam completamente a atual percepção de expansão urbana.”

 

Byrd admite que a única forma de suas ideias funcionarem é se as políticas de planejamento tornarem a instalação de painéis solares obrigatória. O planejamento também precisaria exigir a instalação de telhados fotovoltaicos, medidores inteligentes e instalações de carga apropriadas para veículos como padrão para cada residência.

 

As vantagens seriam uma enorme redução nas emissões de carbono e na poluição urbana, além da melhoria na segurança energética em longo prazo.

 

Traduzido por Jéssica Lipinski
Leia o original (inglês)
more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Pré-sal amplia o interesse dos investidores na cadeia

A extração de petróleo da camada de pré-sal abre oportunidades imensas para a indústria do setor em função dos fabulosos investimentos que serão
more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Fusão Antaq e ANTT

Fusão Antaq e ANTT | Logistica - Mercosul - Aliança do Pacifico - China | Scoop.it
O superintendente da CSN, Wellington Soares, sugeriu a unificação das duas agências de transporte: Antaq – da área aquaviária – com ANTT- de
Rogerio P Assis's insight:

O superintendente da CSN, Wellington Soares, sugeriu a unificação das duas agências de transporte: Antaq – da área aquaviária – com ANTT- de transportes terrestres. Pediu isso para ajudar a que a logística seja integrada.

 

Isso é razoável. De início, o Governo FHC queria criar apenas uma agência de transportes, mas o relator, Eliseu Resende (PFL-MG), optou pelo desmembramento. E o primeiro diretor-geral da ANTT foi justamente o engenheiro Alexandre, filho de Eliseu – este depois se tornou senador e faleceu.

 

Soares também critica a burocracia de duas entidades: da Receita Federal do Brasil e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Fonte: Monitor Mercantil/Sergio Barreto Motta

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Armador cobra regulação do prático

Os preços da praticagem, os serviços de manobra dos navios, voltam a ser alvo de polêmica. O Centro Nacional de Navegação (Centronave), entidade que
more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Folha de S.Paulo - Mercado - Empresa demite 30% dos seus funcionários após OSX cancelar encomendas - 31/07/2013

Folha de S.Paulo - Mercado - Empresa demite 30% dos seus funcionários após OSX cancelar encomendas - 31/07/2013 | Logistica - Mercosul - Aliança do Pacifico - China | Scoop.it
A multinacional ítalo-argentina Techint demitiu, na última semana, cerca de 900 funcionários de sua unidade em Pontal do Paraná, no litoral do Estado, depois de a OSX, estaleiro do grupo de Eike Batista, cancelar uma encomenda milionária à empresa.
more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

EPL discute investimentos ferroviários com comitiva de Santa Catarina - EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.

EPL discute investimentos ferroviários com comitiva de Santa Catarina - EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A. | Logistica - Mercosul - Aliança do Pacifico - China | Scoop.it
EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.
Rogerio P Assis's insight:

A construção do trecho ferroviário entre Maracaju (MS) e Mafra (SC) foi discutida, no dia 03 de julho, na sede da EPL, pelo presidente da empresa, Bernardo Figueiredo, e uma comitiva do Estado de Santa Catarina. Integraram a comitiva, além de deputados e senadores, o secretário executivo do governo catarinense, João Matos, o prefeito de Mafra, Roberto Scholze, e o representante da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Ricardo Saporiti.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

ANTT fará audiência pública das BRs 040 e 116 - EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.

EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.
Rogerio P Assis's insight:

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realizou, no dia 05 de julho, audiência pública para colher sugestões e contribuições às minutas de Edital e Contrato de Concessão das rodovias BR-040/DF/GO/MG, trecho Brasília - DF - Juiz de Fora/MG e BR-116/MG, trecho Além Paraíba-MG – Divisa Alegre/MG. Ambas integram a 3ª Etapa das Concessões Rodoviárias Federais - Fase I. Contribuições poderão ser enviadas até o dia 16 de julho de 2013. A sessão presencial será realizada no dia 11 de julho em Brasília. Orientações para participação da audiência estarão disponíveis, na íntegra, no portal da ANTT.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

ANTT publica no Diário Oficial ata de esclarecimentos sobre o TAV - EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.

EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.
Rogerio P Assis's insight:

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou no dia 26 de julho, no Diário Oficial da União, o comunicado relevante nº 11/2013. Trata-se da ata de resposta aos pedidos de esclarecimentos ao Edital de Concessão nº 001/2013 do Trem de Alta Velocidade (TAV), que ligará as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas. A ata de resposta aos pedidos de esclarecimentos com alterações está disponível no portal da ANTT.

more...
No comment yet.
Scooped by Rogerio P Assis
Scoop.it!

Consórcio concorrente a gerenciador de projetos do TAV é classificado para a fase de habilitação - EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.

EPL - Empresa de Planejamento e Logística S.A.
Rogerio P Assis's insight:
Consórcio concorrente a gerenciador de projetos do TAV é classificado para a fase de habilitaçãoConsórcio Geodata Italferr terá documentação analisada pela EPL

A Empresa de Planejamento e Logística (EPL) anunciou, no dia 16 de julho, o nome do consórcio classificado para a próxima fase da licitação que irá definir a gerenciadora e integradora dos trabalhos das empresas responsáveis pelo projeto executivo do Trem de Alta Velocidade (TAV).

Após análise de oito propostas por preço e técnica pelo RDC Presencial 003/2013, a comissão de licitação da EPL classificou o consórcio Geodata Italferr, formado pelas empresas Geodata do Brasil, Geodata Engineering e Italferr.

 

A fase de habilitação teve início no dia 18 de julho, às 9h30 da manhã, na sede da EPL. O resultado da análise da documentação será publicada no Diário Oficial da União, em data a ser definida. 

O projeto executivo da Estrada de Ferro EF-222, que tem 511 quilômetros e liga as cidades do  Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, será segmentado para a contratação de várias empresas projetistas. A empresa gerenciadora acompanhará o desenvolvimento dos projetos executivos de engenharia, como túneis, pontes, via permanente, estações, pátios de manutenção e de estacionamento, que serão desenvolvidos pelas empresas contratadas.

more...
No comment yet.