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Infográfico - E-Books: tecnologia a favor da leitura

Infográfico - E-Books: tecnologia a favor da leitura | livros digitais | Scoop.it
E-book ou livro eletrônico é uma mídia digital que traz o mesmo conteúdo de uma obra impressa. Conheça todos os detalhes e vantagens do aparelho! Confira!

Via Sandra Valéria Barbosa, Carla Troncho
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Biblioteca Conceição Pombeiro's curator insight, May 15, 2013 10:02 AM

O mundo dos livros digitais, como aceder aos seus conteúdos.

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Manuscritos de José de Alencar são digitalizados - 30/04/2013

Manuscritos de José de Alencar são digitalizados - 30/04/2013 | livros digitais | Scoop.it

Autor de alguns dos maiores clássicos da literatura nacional, como O Guarani e Iracema, José de Alencar (1829-1877) costuma ser reconhecido pelo grande romancista que foi. No entanto, a atuação do cearense nascido no sítio Alagadiço Novo – quando Messejana ainda era um município vizinho de Fortaleza – não se restringiu ao campo literário. Além de escritor, ele foi jornalista, dramaturgo, deputado, ministro da Justiça, crítico literário e um estudioso da língua portuguesa. “Ele é mais do que tem sido dito a seu respeito”, afirma Marcelo Peloggio, professor da Universidade Federal do Ceará (UFC), que se dedica a estudar a obra alencarina há dez anos.


Via Sandra V. Barbosa
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Arquivo Digital 7cv

Arquivo Digital 7cv | livros digitais | Scoop.it
livros portugueses digitalizados em formato pdf

Via manueladlramos
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EvoBooks cria livros didáticos interativos com tecnologia 3D

EvoBooks cria livros didáticos interativos com tecnologia 3D | livros digitais | Scoop.it

Aplicativos permitem fazer experiências de química e física em laboratórios virtuais e observar como corpo humano funcionando

Após dedicar um ano inteiro ao desenvolvimento de seus produtos, a EvoBooks, startup que desenvolve conteúdos didáticos no formato de aplicativos, inicia suas atividades. A meta da empresa é de ter pelo menos 100 mil alunos utilizando seus materiais nas escolas, até o fim do ano.
“Trabalhávamos fazendo consultoria para o mercado educacional”, diz Carlos Grieco, cofundador, diretor comercial e de marketing da EvoBooks. “Percebemos que era comum equipamentos, como notebooks, chegarem às escolas e não serem usados por falta de conteúdo adequado. Em outros casos, as escolas nem tinham capital para comprar esses aparelhos.” Grieco se uniu a Felipe Rezende no final de 2011 para a criação da EvoBooks, que também recebeu a participação de Guilherme Otranto e Gustavo Rahmilevitz. Para iniciar, a startup contou com investimentos dos próprios fundadores e de investidores anjos.
        A EvoBooks desenvolve aplicativos com conteúdos em 3D que se adéquam ao currículo do Ensino Básico e complementam os materiais didáticos tradicionais. Eles permitem, por exemplo, fazer experiências de química e física em laboratórios virtuais tridimensionais e observar como o corpo humano funciona por dentro. O ano de 2012 foi dedicado a pesquisa e desenvolvimento. Hoje a empresa tem um time de 22 pessoas, incluindo desenvolvedores e professores para dar vida aos produtos.


Via Luciano Sathler, Carla Troncho
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Exercício de futuro

Exercício de futuro | livros digitais | Scoop.it

Quando se deu o início da popularização dos computadores, no começo de 1990, os gestores das instituições de ensino hão de lembrar do contorcionismo financeiro que se precisou fazer para montar laboratórios de informática, licenciar software e criar soluções digitais de ensino. Na época, não havia um especialista que contestasse a importância dos computadores no meio universitário. Uma década depois, o boom dos notebooks e, logo depois, dos netbooks (menores e mais portáteis que seus antecessores) fizeram instituições reverem seus planos em relação às novas plataformas digitais. Agora, mais uma vez, a criação e disseminação dos tablets, dispositivos ainda mais portáteis e adequados ao uso educacional, quebra a cabeça de gestores a respeito da sua implantação e uso nas instituições de ensino superior. Na opinião de Silvio Oliveira, pesquisador de mídias digitais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), tentar prever qual será o próximo gadget a reunir material didático é uma tarefa inglória, mas as instituições de ensino que criarem soluções capazes de se adaptar a qualquer novo hardware que apareça devem levar vantagem sobre as demais. “Hoje, todo o mercado discute como o iPad poderá ser aproveitado na sala de aula e já há uma indústria de aplicativos educacionais para explorar as possibilidades desse tablet”, reflete Oliveira. Ele lembra, no entanto, que em poucos anos o dispositivo da Apple pode perder sua hegemonia no segmento dos tablets para um sistema operacional mais aberto, como o Android. “Ou simplesmente deixar de existir porque vão inventar algum novo dispositivo mais eficiente, como um computador de baixo custo que pode projetar imagens na mesa ou na parede ou ainda um gadget com tela dobrável que possa ser guardado dentro da carteira”, sugere. Desde 2011, instituições como a Universidade Estácio de Sá, Centro Universitário Uniseb COC e a Faculdade Paulista de Pesquisa e Ensino Superior (Fappes) adotaram modelos de educação baseados em tablets para distribuir material didático. O projeto mais ambicioso é realizado pela Estácio, que prevê investir até o final deste ano R$ 40 milhões para distribuir as “pranchetas digitais” com o sistema Android a seus alunos e oferecer material didático de todos seus cursos em formato ePUB ou PDF, extensões digitais mais comuns para leitura de textos digitalizados. Como adiantou a revista Ensino Superior em reportagem na edição 151 em abril do ano passado, os benefícios imediatos da adoção de tablets pelas as instituições de ensino são livrar os alunos do peso (físico) dos grandes livros didáticos e encontrar uma forma simples e rápida de disseminar o material didático. Além disso, o modelo permite, por exemplo, negociar licenças de publicação em larga escala com as editoras e baixar o custo dos livros, que passam a vir em formato digital. Outra vantagem é poder distribuir um livro para todos os alunos de uma só vez, por meio de download, ao invés de obrigar que cada aluno, individualmente, vá até uma livraria para comprar o material didático.


Via Luciano Sathler
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Análise do edital do MEC para livros didáticos digitais

Análise do edital do MEC para livros didáticos digitais | livros digitais | Scoop.it

Não serão aceitos livros digitalizados – PDFs e ePubs simples, sem recurso multimídia, ficam fora da seleção. A ideia é que o livro digital traga o conteúdo dos livros impressos “integrados a objetos educacionais digitais”, como “vídeos, imagens, áudios, textos, gráficos, tabelas, tutoriais, aplicações, mapas, jogos educacionais, animações, infográficos, páginas web e outros elementos”. Enfim, conteúdos que tirem proveito específico do suporte digital.

 

 


Via Palpi
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