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How to Publish Your eBook from Word to Kindle in under Ten Minutes

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How to Publish Your eBook from Word to Kindle in under Ten Minutes by Ed Ditto provides a detailed and illustrated walk through of this quick method for creating ebooks

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New Languages and Readings in Digital Contexts. Novas Linguagens e Leituras em Contextos Digitais.
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Rescooped by Luciana Viter from Inovação Educacional
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Inovação - Biblioteca versão 2.0

Inovação - Biblioteca versão 2.0 | Litteris | Scoop.it

Em todo primeiro dia de aula de sua turma de biblioteconomia na Universidade de Hamburgo, o professor Olaf Eigenbrodt, diretor do Departamento Central de Serviços e Atendimento ao Leitor da Biblioteca Estadual Universitária Carl von Ossietzeky, pergunta a seus alunos por que escolheram aquele curso de graduação. Ou seja, por que querem ser bibliotecários? Àqueles que respondem simplesmente que optaram pela carreira apenas porque gostam de livros, a réplica de Eigenbrodt causa espanto: "Digo para escolherem outra profissão". A justificativa para a recomendação radical esboça o perfil exigido do bibliotecário do século XXI.
É claro que o amor aos livros, destaca o professor, continua sendo um critério importante. A era informática, no entanto, revolucionou o conceito de biblioteca e passou a exigir daquele que trabalha com acervos - físicos ou digitais - habilidades cada vez mais sofisticadas. Os profissionais do setor, há muito tempo, estão conscientes dessa metamorfose e de tudo o que ela demanda de conhecimento de tecnologia. Mas os leitores - sobretudo os brasileiros, por causa da grande desigualdade entre as instalações das bibliotecas do país - muitas vezes ignoram as possibilidades da chamada biblioteca 2.0 (ou já seria 4.0?).
"A biblioteca tradicional era aquele símbolo da cidade, ficava na praça principal, mas hoje ela está nas redes sociais, está no Twitter, no Facebook, na infinidade de produção. E o conhecimento suscita perguntas frequentes para os quais muitas vezes não temos respostas. Assim, o desafio do bibliotecário é sair e buscar o nosso leitor, o nosso usuário nas redes e outros espaços digitais", resume a alemã Julia Bergman, consultora em bibliotecas digitais, que, ao lado de Eigenbrodt e outros especialistas estrangeiros, estiveram recentemente no Brasil para participar do Seminário Bienal do Livro para Bibliotecários e Profissionais de Informação, promovido pela Câmara Brasileira do Livro. "Precisamos oferecer ao leitor algo que ele nem esperava encontrar em uma biblioteca. Precisamos surpreendê-lo: olha, veja o que posso fazer por você", diz.

A biblioteca, explica Julia, segue a mesma megatendência de todo o setor comercial, de varejo, de turismo, que é proporcionar experiências. É a mesma filosofia das livrarias. Em tese, o consumidor poderia comprar qualquer coisa que necessitasse sem sair de casa, apenas com um clique no site certo. O mesmo ocorre com o conhecimento, os livros digitais ou físicos. Qualquer informação está disponível e, assim, a rigor, a biblioteca tradicional seria dispensável como espaço de acervo. Mas as bibliotecas, como as livrarias, enfrentam o desafio de ir muito além da oferta de livros. E o bibliotecário, assim como o livreiro, é um curador de programas, eventos, experiências e, acima de tudo, "desbravador do mundo digital". Ou, para usar a nomenclatura contemporânea, o cientista da informação.

Na Europa, as bibliotecas 2.0 começam a encantar com a arquitetura dos prédios, os espaços conceituais para eventos, "co-working", isto é, tudo muito além de sofás, wifi e cafezinho. Julia cita bibliotecas que seduzem com os dispositivos digitais interativos instalados já na entrada do prédio, nos quais com um toque em telas o usuário faz um tour pelo acervo e, em minutos, pode escolher atividades que vão de ler a conhecer edições raras ou participar de games com outros frequentadores. Ou ainda conhecer toda a história de sua rua, por exemplo, "folheando" telas com fotos e informações sobre a origem de sua cidade, seu bairro e até sua casa ou prédio. "A biblioteca 2.0 atende a um conceito de o espaço funcionar como um indutor da inclusão digital e de mediação do conhecimento na sociedade atual, seguindo o dizer do teórico americano Douglas Rushkoff, de que, hoje, ou você é um programador [do software] ou é programado."

A função da biblioteca seria transformar o indivíduo não apenas em leitor, mas programador do seu conhecimento, capacitá-lo para estabelecer conexões com a sociedade. Uma das experiências desenvolvidas em bibliotecas da Alemanha, um dos três países mais envelhecidos do planeta, por exemplo, é estimular a convivência intergeracional. Uma delas criou um campeonato de game (estilo quiz) no qual a dupla competidora já ganhava pontos quanto maior fosse a diferença de idade entre os dois participantes.

Os números da inclusão e do atual estágio dessa empreitada na Europa surpreendem. Na Catalunha, onde o Estado empenhou grande esforço para modernizar as bibliotecas por meio do programa Sistema Público de Leitura (SPL), metade da população da região tem uma carteirinha de usuário. São 3.368.603 carteirinhas. "Há dez vezes mais sócios de bibliotecas do que sócios dos primeiros cinco times de futebol da liga espanhola", compara Carme Fenoll, diretora do Serviço de Bibliotecas Públicas da Catalunha. O número de sócios cresce desde 2008. No ano passado, a rede de bibliotecas registrou mais de 16 milhões de exemplares emprestados. São 4.567 computadores em bibliotecas só na Catalunha. Esses dados são resultados de trabalho governamental envolvendo as bibliotecas com livreiros, editores e autores, entre outros profissionais da cadeia econômica do livro.

O programa iBiblio, destaca Carme, permite fazer a gestão de empréstimos de livros digitais e acesso a aplicativos de leitura em dispositivos Android e Apple iOs. Neste ano, o Ministério de Educação, Cultura e Desporto da Espanha está levando a experiência catalã para todo o país. O governo quer ampliar para todos os espanhóis os modelos dos 691 clubes de leitura da Catalunha e promover colaborações como a escolha dos leitores VIPs (são 13.500 catalães) que votam em livros para os editores reeditarem, promovem concursos literários e servem de pesquisa permanente para as editoras e sistemas de autoedição.

Em outra comunidade autônoma, Castilla y León, os espanhóis promovem uma ação de integração das bibliotecas de museus. Uma das iniciativas, conta Araceli Corbo, da Biblioteca do Centro de Documentação de Castilla y León, é atrair todo o conteúdo que moradores da região produzem sobre suas cidades. No Museu de Arte Contemporânea da comunidade, os visitantes são convidados a conhecer como era, séculos atrás, o lugar onde moram. "A curiosidade é imensa e são muitas descobertas. Por isso, o material produzido hoje, sem muita consequência, de brincadeira, pode ser um documento histórico no futuro e procuramos estimular as pessoas a disponibilizá-lo", afirma. A ação envolve ativistas digitais, promove reuniões para promoção de software livre e ainda estimula a participação de crianças nas atividades de registro histórico.

Em tempos de crise, a realidade das bibliotecas mundo afora também é marcada por restrição orçamentária e toda sorte de dificuldades para mobilizar recursos. No entanto, a mentalidade na Europa, nos Estados Unidos e em vizinhos latino-americanos, como Chile e Colômbia, sobre o papel que a biblioteca 2.0 pode desempenhar na sociedade possibilita um trabalho cada vez mais promissor. No Brasil, além da desigualdade abissal entre as bibliotecas públicas - poucas 2.0 e quase a maioria na era analógica -, os profissionais precisam vencer uma certa resistência dos governantes. "Já fiz muitas bibliotecas pelos municípios e, quando o projeto fica pronto, ouço do prefeito: olha ficou tão bom, tão bom que estou pensando em nem mais ser biblioteca! É uma visão que ainda impera no Brasil", testemunha Adriana Ferrari, presidente da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (Febab).

Responsável pela criação da Biblioteca São Paulo, no Parque da Juventude (onde funcionava o complexo prisional do Carandiru), Adriana enumera alguns problemas enfrentados pelas bibliotecas brasileiras por desequilíbrio nas políticas públicas, como a questão do livro digital - "que ainda sofre resistência das editoras" -, a visão dos governantes, a restrição de recursos. "Mas o maior problema é a filosofia, digamos assim, é entender o que esse países estão nos dizendo que uma biblioteca é e pode ser, que poder ela tem de transformação e sua função social. Como discutir biblioteca do futuro se não temos a biblioteca do presente?", questiona. Em sua opinião, o Brasil precisa desenvolver um sentimento de pertencimento da biblioteca na sociedade, nos municípios, para que ela seja defendida.

Um dos fatos para mostrar as possibilidades das bibliotecas brasileiras na construção da cidadania digital é uma experiência vivida por Adriana na Biblioteca São Paulo, onde recebe 30 mil pessoas por mês, muitas albergadas, desempregados e estudantes da periferia paulistana. Como forma de orientar o uso do acervo e mostrar aos usuários a melhor maneira de encontrar a informação de que precisavam, a biblioteca exibia um filmete de apresentação na entrada. Como a procura por jornais impressos era grande, alguém teve a ideia de incluir no filme a seção de empregos. O retorno foi imenso. Muitos conseguiram emprego depois de assistir ao filme. Casos como esses inspiraram uma "Agenda Cidadã" que Adriana Ferrari implementou em 36 municípios paulistas com o objetivo de transformar a biblioteca em uma "rede de informação" para a sociedade com a esperança de que assim possam surgir seus defensores. "Precisamos blindar as bibliotecas", concorda Renato Lessa, presidente da Biblioteca Nacional.

As bibliotecas brasileiras de maior sucesso tiveram grandes defensores. Um dos exemplos principais é o acervo de José e Guita Mindlin doado à Universidade de São Paulo. De uma casa particular no Brooklin, onde o acesso era restrito às possibilidades de atendimento de uma casa transformada em um dos maiores acervos históricos do país, a biblioteca dos Mindlin é hoje um ícone do modelo 2.0 no Brasil. Todo o acervo passou por avançado processo de digitalização cujo sistema de busca é capaz de reconhecer caracteres especiais de livros antigos. "A disponibilização dos arquivos permite ainda que o pesquisador possa realizar, com relativa facilidade, a comparação entre edições da nossa ou de outras bibliotecas digitais, do conforto de sua própria casa e da forma como mais achar conveniente. A possibilidade de realizar a pesquisa de qualquer lugar, não a limitando às paredes da própria biblioteca, é outro grande avanço, ainda mais atualmente em que a mobilidade é tão comum", afirma Giuliana Ragusa, vice-diretora da Biblioteca Brasiliana Mindlin.

A integração digital atualmente é um dos focos da Biblioteca Nacional, no Rio. Dois projetos serão iniciados em dezembro. O primeiro é considerado por Lessa o maior intercâmbio no âmbito cultural entre países de língua portuguesa. Consiste na Biblioteca Digital Luso-Brasileira, uma plataforma de troca de acervo que impedirá o retrabalho de digitalização de obras em português. "O que um digitaliza passa para o outro", explica Lessa. O segundo projeto é uma parceria com o Instituto Moreira Salles, detentor de um dos maiores acervos fotográficos do país. Em uma biblioteca digital fotográfica (um site) - a Brasiliana Digital de Fotografia - serão oferecidas para consulta as imagens dos dois bancos de dados.

"Os recursos digitais são complementares aos físicos, por isso o bibliotecário precisa ser quase um arqueólogo. Aqui na Biblioteca Nacional, nossos profissionais fazem descobertas fantásticas. Isso precisa ser tirado de um depósito morto para o usuário poder viver a experiência da biblioteca em sua plenitude, ou seja, ler, interpretar o conteúdo e elaborar para fortalecer sua existência e sua cidadania", resume Lessa. "As bibliotecas do século XXI não podem ser como as de [Jorge Luís] Borges, um mistério para si mesmas." A Biblioteca Nacional, por sua importância legal, tem um orçamento anual de R$ 50 milhões e cerca de 400 funcionários nas atividades fins e mais 300 terceirizados (limpeza, segurança etc.). "O orçamento é significativo, mas, claro, para chegarmos ao estágio de uma biblioteca do Congresso Americano ou a Biblioteca Nacional da França seria necessário o dobro", calcula.

Lessa é otimista. As recentes mudanças no organograma do Ministério da Cultura, segundo ele, são o primeiro passo para uma nova política do livro no Brasil. Até 2011, a política do livro e a das bibliotecas estavam acopladas em uma só instância. Agora serão desmembradas em duas, o Sistema Nacional de Bibliotecas e a Diretoria do Livro e Leitura. "Isso vai agilizar a política do livro, reduzir a burocratização de apenas ser um órgão de administração de convênios e passar a ser um elaborador de políticas públicas na área e é o primeiro passo para a recriação do Instituto do Livro, que cuidaria especificamente de políticas de estímulo à leitura." Um passo pequeno diante da desvantagem internacional. Mas pode ser um passo imenso para as bibliotecas brasileiras ingressarem no futuro.


Via Luciano Sathler
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Rescooped by Luciana Viter from The Funnily Enough
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What Makes Your Characters Uncomfortable?

What Makes Your Characters Uncomfortable? | Litteris | Scoop.it
Everyone has their hot buttons topics--the ones that get their blood boiling, or makes their skin crawl, or triggers an inappropriate response to the situation. While this isn't much fun to encounter in real life, it's a great way to create conflict and tension in a novel. Pushing someone's hot button (either accidentally or on purpose) can cause a character to act in ways they otherwise wouldn't.

Via mooderino
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Rescooped by Luciana Viter from 21st Century skills of critical and creative thinking
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Can Spatial Skills Actually Help Your Writing?

Can Spatial Skills Actually Help Your Writing? | Litteris | Scoop.it
An unwritten story isn't quite a puzzle, not at first. There's no picture of the whole, and there are no clear rules to tell me how to finish it. So it's a slow process of trial and error, coupled with bursts of inspiration and invention....

Via Debbie Northway, Lynnette Van Dyke
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Rescooped by Luciana Viter from Professional Learning for Busy Educators
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How writing really affects your brain - Daily Genius

How writing really affects your brain - Daily Genius | Litteris | Scoop.it
Do you love to write? Do you have any idea about how with the act of writing affects your brain? Well this visual is perfect for you then! According to this visual, you can really boost your brainpower by understanding the frontal lobe and the parietal lobe.

The frontal lobe is the part of the brain that is associated with speaking and writing. This area is also responsible for movement, reasoning, planning, and problem-solving.

Meanwhile, the parietal lobe is also important for writing. This is the part of the brain that interprets words and language. Some medical patients with damage to this part of their brain often have trouble spelling and writing by hand.

Via John Evans
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A linguagem é um patrimônio genético

A linguagem é um patrimônio genético | Litteris | Scoop.it
Novas tecnologias ajudam a ciência a mostrar que nossa carga genética define o modo como usamos o idioma
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Quem faz o livro?

Quem faz o livro? | Litteris | Scoop.it
Um blog sobre editores, autores e todo o processo que tira o texto do HD e o leva para seu leitor. Feito com carinho por uma editora para novos autores.
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Rescooped by Luciana Viter from digital divide information
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Online Fan Fiction Spaces as Literacy Tools

Online Fan Fiction Spaces as Literacy Tools | Litteris | Scoop.it
Online Fan Fiction Spaces as Literacy Tools
Reading Today Online
Much has been written about the youth experience of literacy learning when they create and share fanfiction online. Previous features ...

Via David W. Deeds, Bonnie Bracey Sutton
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David W. Deeds's curator insight, November 15, 8:01 AM

This is interesting stuff. 

Rescooped by Luciana Viter from Inovação Educacional
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4 ferramentas gratuitas para fazer e-books

4 ferramentas gratuitas para fazer e-books | Litteris | Scoop.it

E-book é uma abreviação de origem inglesa para electronic book, ou seja, “livro eletrônico”. Esse tipo de publicação tem diferentes formatos (.pdf, .epub, .doc, .odt, .txt etc) e pode ser lido por diversos programas que funcionam no computador, no tablet e no celular, ou ainda, em dispositivos específicos, como o Kindle e o Kobo, os chamados “eReaders” (abreviação de electronic readers ou leitores eletrônicos). Para os professores, o e-book pode ser um recurso interessante para compartilhar mais facilmente o trabalho da garotada com a família e a comunidade escolar. Foi o que fez a professora Ana Cláudia Santos, uma das vencedoras do Prêmio Educador Nota 10 em 2014. Ela desenvolveu um trabalho sobre contos populares com alunos do 6º ano da EE Padre Paulo, em Santo Antônio do Monte, Minas Gerais, usando a tecnologia flippage, que permite transformar arquivos PDF em publicações digitais. “Não teríamos dinheiro suficiente para fazer um livro e a tendência do momento é que eles sejam digitalizados. Assim, faríamos economia e, principalmente, poderíamos divulgar nossos textos e o talento de cada um”, diz a docente. Veja o vídeo abaixo:


Via Luciano Sathler
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Crowdfunding e a roda do mercado editorial

Crowdfunding e a roda do mercado editorial | Litteris | Scoop.it
Em artigo, Breno Barreto (Bookstorming) analisa o financiamento coletivo para livros e sua importância no desenvolvimento do atual mercado editorial.

Via Ricardo Lourenço
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Rescooped by Luciana Viter from Ficção científica literária
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Crônicas da FC Brasileira

Crônicas da FC Brasileira | Litteris | Scoop.it
Hoje começou a Primavera dos Livros Carioca 2014, uma feira do livro anual que, como as anteriores, acontece nos jardins do Palácio do Catete, de hoje até domingo. Como estamos no hemisfério sul, o evento se dá na primavera, ao contrário do que sói acontecer em Sampa, cidade do hemisfério oposto, onde, por mera questão de lógica geofísica, a Primavera dos Livros ocorre em abril

Via Jorge Candeias
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Digimarc Explains the Evolution of Social DRM in eBooks

Digimarc Explains the Evolution of Social DRM in eBooks | Litteris | Scoop.it

MThe European publishing industry has firmly embraced social DRM or digital watermark technology to protect and secure their eBook content. Many of the leading online bookstores in the Netherlands and Poland have been distributing books in this fashion for over five years.


Via booqlab
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Rescooped by Luciana Viter from The Funnily Enough
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How To Motivate Yourself As A Writer

How To Motivate Yourself As A Writer | Litteris | Scoop.it
So, how do you do it? How do you motivate yourself every day to drag your sluggy body up to the keyboard and headbutt the keys until a story is made? Day after day, one month, two month, six month, a year if that’s what it takes? As the actor is wont to ask the director:

“What’s my motivation?”

Via mooderino
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Rescooped by Luciana Viter from All Things Bookish
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Science Shows Something Surprising About People Who Love to Write

Science Shows Something Surprising About People Who Love to Write | Litteris | Scoop.it
Writers have a serious advantage over the rest of us.

Via Christi Krug, Sara Rosett
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Christi Krug's curator insight, September 30, 11:27 AM

Yes, writing can bring about emotional and even physical health. We writing coaches have known this for some time, without the official research. 

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The Science of Storytelling Visually Explained ~ Educational Technology and Mobile Learning

The Science of Storytelling Visually Explained ~ Educational Technology and Mobile Learning | Litteris | Scoop.it
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Scooped by Luciana Viter
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A literatura em dilema | Revista Língua Portuguesa

A literatura em dilema | Revista Língua Portuguesa | Litteris | Scoop.it
Para Alcir Pécora, a ficção contemporânea é genérica, pouco marcante
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Conheça os recursos dos autores de folhetim para mudar as histórias no meio do caminho

Conheça os recursos dos autores de folhetim para mudar as histórias no meio do caminho | Litteris | Scoop.it
Gênero por trás de seriados e telenovelas estabeleceu figuras de narrativa para autores terem a chance de mudarem de ideia no meio da história
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Jane Austen fashion history 200 years of cover designs in pictures

Jane Austen fashion history 200 years of cover designs in pictures | Litteris | Scoop.it
Its more than two centuries since Sense and Sensibility was first published, in three austere volumes. Things have grown rather more colourful since, with heaving bosoms, gilt-embossed curlicues appealing to different decades and demographics.

Via Pascual Pérez-Paredes
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The 'choose your own adventure' books were the first interactive games

The 'choose your own adventure' books were the first interactive games | Litteris | Scoop.it

"Since 1975 the Choose Your Own Adventure books have given millions of kids the chance to determine their own destinies (at least in a literary sense). Sadly, the author and publisher of those books ..."


Via Leona Ungerer
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Rescooped by Luciana Viter from EDUCACIÓN 3.0 - EDUCATION 3.0
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Excellent Tools, Apps, and Tips to Create Educational Book Trailers

Excellent Tools, Apps, and Tips to Create Educational Book Trailers | Litteris | Scoop.it
November 12, 2014
There are several ways to use technology to engage students and enhance their literacy skills and one of them is through creating video book trailers. Yes, they are similar to movie...

Via Javier Sánchez Bolado
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Mass Market Paperback: Not Dead Yet

Mass Market Paperback: Not Dead Yet | Litteris | Scoop.it
When sales of e-books doubled in 2011 over 2010, it seemed as if the mass market paperback format might quickly sink into oblivion.

Via Sara Rosett
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Sara Rosett's curator insight, November 3, 2:43 PM

Of course readers like paperback! There are still times when it's nice to have a paper book...like at the beach or while waiting for jury duty. :)

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Autopublicação: plataformas para lançar seu livro

Autopublicação: plataformas para lançar seu livro | Litteris | Scoop.it
Uma das maneiras que a internet alterou o mercado editorial foi retirar a exclusividade de publicaçã...
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The perks and perils of writing a 50,000 word novel in a month

The perks and perils of writing a 50,000 word novel in a month | Litteris | Scoop.it
We live in a culture obsessed with speed: fast-food, Twitter, overnight celebrity, instant make-overs and cutting edge techno-gadgets. We drive too fast, desperate to get ahead literally as well as metaphorically. And when we get home we surf TV, scroll through Facebook, eat, drink and talk on the phone. Apparently, the only thing we want to slow down in the modern world is the ageing process – and it’s no surprise that our solution to that problem is a quick injection of Botox or a lunch-time facelift.

Far from being an oasis of tranquillity, the world of books is not immune to the demands of 24/7 society. Publishers – keen to get a new writer’s name on the radar – are at the very least likely to commission a book a year from each author. Some want writers to work even more quickly. Six months is seen by some as a reasonable gestation period for a genre book; three months is not unknown. (Literary writers get more leeway, but the pressures are still there. Prizes must be won; the public must be satisfied.) After all, the aim is to get the book out there, in front of readers, on Amazon.

As for the wannabe writer, with that brilliant, world-changing novel as yet unwritten, the answer is surely to write one as soon as possible. Until the thing exists in tangible form, then the dream of being a writer will never become a reality. One solution is to sign up with NaNoWriMo, a global writing project which takes place every November. Writers log in, pledge to produce 50,000 words by the end of the month – and off they go. Some fall by the wayside, but the organisers report that last year more than 300,000 reached the target: “They started the month as auto mechanics, out-of-work actors, and middle-school English teachers. They walked away novelists.”


‘The first draft is shit anyway’.
Up to a point. Those NaNoWriMo completers have certainly written enough words to fill a novel – although a fairly short one in contemporary terms – but this is inevitably a process that privileges speed over quality. As Ernest Hemingway observed: “the first draft of everything is shit”. Equally, even if it’s accepted that these 50,000 words form a work in progress, the value of writing that much that quickly is unclear.

My own experience is that writing a first draft without reflection can in itself be a strange form of evasion – you keep writing in the vain hope that by producing lots of words the problems in your narrative will resolve themselves. But sometimes it is essential to stop and think – and question. Before I completed my first novel, I began two other novels that hit the wall at 30,000 words. I fell short of NaNoWriMo’s 50,000 goal, but wrote in that spirit, churning out words against the clock, smoking furiously. (I was young then, and thought this was part of the deal.)

There are pros and cons of writing under pressure. Every writer is different, and this applies to speed of production as much as it does to style. In the “speed” corner we have George Simenon, who would have been a NaNoWriMo natural, with an average novel production time of four weeks; and John Grisham, who wrote his bestseller The Pelican Brief in 100 days. One of the most notorious writers both at and on speed was Jack Kerouac who penned On the Road in three weeks, aided by Benzedrine. The result, produced on a 120-foot scroll manuscript, prompted Truman Capote’s killer put-down: “That’s not writing, it’s typing”.


The tortoise. Andy Butterton/PA
In the slow corner is Donna Tartt, whose career does not appear to have been damaged by producing a novel every decade. Then there’s Tom Wolfe, who took 11 years to write A Man in Full and J.R.R Tolkien, who began writing what was to be The Lord of the Rings in 1936 and finished in 1952. But the daddy of slow writing must be William H Gass, who took 30 years to write his masterwork, The Tunnel.

I’m not suggesting that one group is superior to the other, but it’s important to remember that along with their unique voice each writer found their natural speed. My last novel took four years to write and that seems to be my optimum pace. Some writers need to take their time. Writing a novel isn’t like going on The X Factor – itself a concept which is looking stale – and though impatience and dissatisfaction can fuel determination, they can also be a snare.

After all, the writing is the only phase of a novel’s life that is ours alone. If we do find an agent, a publisher, an audience, our book belongs to other people. Just as an artist is usually more at home in a studio than a gallery, we are in our element when we are sitting at our laptop, inventing worlds. There are no quick fixes if you want to write the best book that you can. And writing isn’t about endings; it is a way of life.

Via Charles Tiayon
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