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A indústria da música ressurge

A indústria da música ressurge | Cibereducação | Scoop.it

Uma das frases mais batidas do mundo da música, de uns anos para cá, é a seguinte: "A indústria musical morreu". A avalanche tecnológica que sobreveio com a chegada do formato MP3 e do site de compartilhamento de música Napster, em 1999, teria decretado o início do fim. Os acontecimentos que se seguiram mostram, de fato, um abalo considerável nas fundações do ramo, com fechamento de companhias, fusões, demissões, artistas desesperados e estúdios abandonados.

Mas, 17 anos depois, tateando pelos setores que negociam música no Brasil, é possível dizer que a frase não é mais verdadeira. Vivemos uma espécie de ressurreição da indústria. Atualmente, há cerca de 90 pequenas e médias empresas, como gravadoras e selos, que se dedicam ao negócio musical espalhadas pelo país. O varejo da música independente é fértil e dinâmico. A indústria de grande porte também cresceu: incremento de 3,2% no mundo no ano passado e de 10% no Brasil.

O ressurgimento do disco de vinil, que ganhou duas novas fábricas no país, gera uma circulação periférica da música e anima comerciantes: segundo dados da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), as vendas dos discos de vinil já dão mais lucro à indústria do que a receita proveniente dos direitos do YouTube. E os serviços de streaming, que se estima tenham 1 milhão de assinantes no país, movimentaram R$ 200 milhões no ano passado no Brasil e já representam 19% das receitas fonográficas.

De acordo com a Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD), o Brasil tem hoje um mercado de música gravada que movimentou aproximadamente R$ 520 milhões em 2015. O número inclui todos os formatos, mas se baseia principalmente na venda de música em suportes físicos. Três grandes áreas de negócio sustentam atualmente as companhias: a venda de música (física e digital); o chamado "business development" (busca de novos mercados, novas tecnologias, parceiros, produtos) e a música ao vivo.

No ápice, receita anual do mercado global de música era de US$ 40 bilhões; hoje, faturamento está por volta de US$ 15 bilhões

O velho CD segue caindo em desuso - houve queda de 19% nas vendas no ano passado. O suporte físico enfrenta não apenas o problema da obsolescência do formato, mas também o de não encontrar mais pontos de venda para sua distribuição. "Hoje, é difícil achar uma loja", diz Paulo Rosa, presidente da ABPD. "O fator que influiu na redução do número de lojas não foi o comércio on-line, ao contrário do que se pensa, mas a pirataria. Mas, há 16 anos, todo mundo também previa pouco mais de 5 anos de vida para ele, e ele segue sendo relevante", analisa, lembrando o caso do vinil, que hoje empolga os americanos. "Vendeu-se bastante vinil por lá no ano passado, e isso deve ser replicado em outros mercados."

Em agosto, será aberta no bairro da Barra Funda, em São Paulo, uma nova fábrica de discos de vinil com potencial para produzir até 30 mil discos por mês. "Até o fim do ano, poderemos produzir 100 mil discos por mês", diz o proprietário, Michel Nath. "Em um ano, se tivermos mercado para tanto, poderemos chegar a 250 mil discos por mês." Apesar do entusiasmo, Nath adverte que é um nicho de mercado, embora muito significativo. O preço do vinil (entre R$ 60 e R$ 100, em média, para o consumidor) ainda é um empecilho para que o segmento se desenvolva mais. "Eu sou só o ponto de partida do preço do disco. Temos que repensar os caminhos de distribuição e lembrar que a realidade econômica da gente é bem diferente dos Estados Unidos e da Europa."

Do ponto de vista do êxito comercial, foi a chegada das empresas de streaming que mudou o cenário - com efeitos colaterais, como o encolhimento do mercado do download de música (que praticamente estagnou). No streaming, o consumidor paga uma assinatura (há também serviços gratuitos), e ouve o que quiser do catálogo. Se abandonar o serviço, perde esse acesso. No download, álbuns e faixas são comprados e baixados para celulares e tablets. "Na pizza do digital, o streaming já é o maior pedaço", diz o presidente da gravadora Universal Music no Brasil, Paulo Lima.

Mal comparando, o streaming causou no download um estrago semelhante ao que o Netflix fez no pay-per-view, na televisão: para que o consumidor vai pagar R$ 9,90 por um produto (um filme, uma música) se já tem acesso a 40 milhões de produtos por um preço equivalente? O streaming abriu uma nova frente de faturamento em suas duas modalidades: além da remuneração por assinatura, existe a baseada em publicidade. Os grandes desse mercado, com tamanhos variados, são Apple Music (que cobra só em dólar), Google Play, Napster (em parceria com a Vivo) e Claro Música (um negócio da própria operadora). Os chamado "pure players" são Spotify e Deezer, ambos em crescimento acelerado - o Deezer, de origem francesa, cresceu 400% no Brasil em 2014.

"Antigamente, a gravadora tinha o poder de mudar a vida do artista; isso não existe mais", diz o português Paulo Junqueiro, presidente da Sony Music Brasil
Analistas veem a tendência de o mercado de música sob demanda continuar crescendo muito fortemente. Apontam duas razões: primeiro, o país ainda tem grande espaço para o crescimento do número de smartphones, essenciais para o streaming (quanto maior a base, mais espaço para crescimento); segundo, porque apesar de já ter se instalado há três anos no Brasil, a tecnologia ainda é pouco conhecida. Para as gravadoras, o barateamento progressivo dos smartphones no Brasil expande o consumo desse tipo para todas as classes sociais.

Segundo Henrique Fares Leite, diretor de relações do Deezer América Latina, o mundo atravessa uma transformação muito forte dos próprios produtores de conteúdo, artistas e empresários. "Há cada vez mais artistas fazendo esforço para trazer o público deles para o streaming. Quando o próprio produtor de conteúdo direciona, sabemos que isso tem um impacto", analisa. De olho nessa simbiose, o Deezer criou, com a Associação Brasileira de Música Independente, um prêmio para estimular o surgimento de novos talentos. É importante observar que a popularização do streaming traz em seu bojo significativas mudanças comportamentais. A mais evidente delas é a volta da cultura do "single", porque o streaming é voltado para a canção, não para o álbum.

Essas mudanças pressupõem uma cultura fonográfica também nova. O produtor e empresário José Roberto Verta, ex-executivo, em tempos áureos, das gravadoras BMG, Sony e Universal, vive atualmente de um negócio paralelo ao da música: cursos para ajudar os artistas a se situarem no novo mundo, a compreenderem a nova circunstância da indústria. "Os artistas querem uma maior participação no bolo. O mercado é bom. Poderia estar melhor, mas em função da circunstância econômica do país, é bom", considera Verta. Ele diz que procura, em seus cursos, desmitificar a ideia que ainda se tem da indústria, trazer os produtores para o mundo real. "Mesmo quem já trabalha nela, ainda não conhece de fato as novas regras, os novos mecanismos", afirma.

Claro que o que chamamos de mercado de música hoje não é nem de longe comparável com o que existia há 20 anos. Em seu auge, a indústria musical movimentava cerca de US$ 40 bilhões por ano no mundo. Hoje, a receita está em torno de US$ 15 bilhões. No ápice, vendia 100 milhões de unidades por ano; hoje, vende cerca de 20 milhões. O Brasil, que chegou a ser o 6º maior mercado do mundo em 1996, caiu para o 10º lugar. "Não chega a ser uma colocação vexaminosa. A nossa posição na economia mundial está condizente", diz Paulo Rosa, da ABPD.


A diversificação dos modelos de negócios parece estar na raiz dessa sobrevida. Mudou o conceito de "mercado" no âmbito musical: hoje em dia, é comum que as companhias de discos estimulem os artistas a produzirem seus próprios trabalhos e façam o marketing de suas obras pessoalmente, encarregando-se basicamente da distribuição. Os pontos nevrálgicos das disputas pela lucratividade do setor concentram-se na exploração de conteúdo e nas questões de recolhimento e pagamento de direitos autorais. Há alguns dias, a compositora e maestrina americana Maria Schneider escreveu um manifesto acusando o Google e o YouTube de estimularem a pirataria e drenarem recursos de direitos autorais de músicos para seus bolsos.

"É mais ou menos como há cem anos, quando a indústria começou. Não havia modelos de contratos, não havia legislação adequada, os valores estavam sendo negociados, fixados. Estamos na mesma situação hoje: não tem regras e há muitas fricções, que são públicas. Estamos todos procurando achar um modelo de negócios que seja confortável para todos", analisa Paulo Junqueiro, presidente da Sony Music Brasil - companhia que teve um dos maiores sucessos fonográficos recentes à velha moda, o desempenho do disco da cantora Adele.

O português Junqueiro, que assumiu a Sony Music Brasil há um ano, lembra sem nenhuma nostalgia do momento de maior opulência da indústria, entre os anos 80 e 90. Um momento em que se fretava avião para levar convidados para verem shows de artistas da casa. "Isso não existe mais, graças a Deus. Foi por isso que a indústria musical criou tantos anticorpos", ele pondera.

O executivo traça um paralelo entre os tempos áureos e o atual. "O mundo era muito maior; era muito mais difícil saber o que estava se passando musicalmente no Japão, por exemplo. Um número reduzido de artistas era ouvido, e um número mais reduzido ainda conseguia gravar; era muito caro. Pelo afunilamento, acabavam-se criando tendências. Hoje, isso é muito raro. Antigamente, a gravadora tinha o poder de mudar a vida do artista; isso não existe mais. Você grava em casa, é tudo muito mais democrático."

Além da música sertaneja, entre os gêneros mais consumidos no país estão os religiosos, o arrocha e o funk mais pop

Qual seria, então, o papel de uma gravadora nos dias de hoje, face a esse (para usar uma palavra da moda) empoderamento dos produtores de música? "Acho que a gravadora tem um papel importante na construção da carreira de um artista, providenciando suporte de marketing, know-how de gestão em todas as áreas: divulgação, marketing digital, 'business intelligence'", diz Paulo Lima, presidente da Universal - a líder em participação de mercado da indústria. As companhias de discos acumularam conhecimento de conteúdo, de compreensão de comportamentos no universo de consumidores, e usam isso para seguir crescendo.

Se o negócio da música voltou a ficar bom para os grandes jogadores, também não está tão ruim do outro lado, o dos pequenos. O músico e historiador Cacá Machado, professor de música da Unicamp, de Campinas (SP), ativista da Rede Música Brasil, uma organização não governamental, e diretor-presidente da Associação Amigos do Centro Cultural São Paulo, enxerga o seguinte cenário: o músico sobrevive basicamente dos shows, o fonograma não gera mais renda. "Por isso que o maior gargalo de hoje em dia é a circulação. Para escoar a imensa diversidade da música produzida são necessários circuitos de shows. E isso precisa da ajuda do Estado para fomentar e regulamentar. É como o cinema: o Estado precisa entrar para induzir alguns, fomentar outros e regular todos."

De olho nessa perspectiva, Cacá encabeçou uma série de debates, na Rede Música Brasil, que culminaram com o encaminhamento de uma proposta ousada, em abril, ao Ministério da Cultura: o projeto de criação de uma agência de fomento, a Agência Nacional de Música, nos mesmos moldes da Agência Nacional de Cinema (Ancine). Essa agência teria a possibilidade, entre outras, de gerar receita a partir da cobrança de direitos no ambiente digital. O então ministro da Cultura, Juca Ferreira, abraçou a ideia - mas seu afastamento dentro do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff lança esse projeto de novo no limbo.

A entrada do Estado no estímulo à cultura não é unânime. "Olha, eu acho que quanto menos envolvimento o Estado tiver em um setor econômico, mais saudável é. Nosso setor não precisa. Acho até que há alguns nichos que podem precisar, mas o mercado da música desenvolveu, ao longo das décadas, um sistema autossustentável. Passamos por uma crise, mas estamos encontrando nosso caminho", diz Paulo Rosa, da ABPD.

Mundo passa por transformação muito forte dos produtores de conteúdo, artistas e empresários, afirma Henrique Fares Leite, diretor de relações do Deezer América Latina
Em nova fase, após cinco anos com o catálogo desativado, a lendária gravadora Kuarup estabeleceu-se com um grupo de "empresas irmãs" em um casarão no bairro de Pinheiros, em Paulo. Coincidentemente, o lugar já tinha sido morada de um de seus principais contratados, o compositor, cantor e violeiro Renato Teixeira. Os vizinhos compõem uma rara interação de interesses: reformulada, a Kuarup lança música brasileira de excelência, além de livros, e realizaprojetos culturais diversos, principalmente audiovisuais; o estúdio IAID faz pós-produção em áudio; a Fliperama faz pós-produção em vídeo e animação; a Contente faz audiovisual; e a Inker faz assessoria de comunicação para artistas e realiza a Semana Internacional de Música (SIM), a maior convenção de música do país.

"O entretenimento é um negócio só, como nos ensinou a Disney há muitos anos", diz Alcides Ferreira, dono da Kuarup. "A revitalização da Kuarup, após sua retomada em 2011, seguiu esse direcionamento estratégico de buscar outras atividades dentro do entretenimento, além da música. Nos aliamos a outras companhias do setor e, agora, estamos atuando em várias frentes do entretenimento."

Tanto os artistas independentes quanto os do "mainstream" concordam numa coisa: a música nunca foi tão diversa e nunca se gravou tanto no Brasil. "A música atual é ao mesmo tempo radicalmente autoral e massificada. Há uma profusão vertiginosa de lançamentos", analisa Cacá Machado. Mas ao mesmo tempo em que a tecnologia digital permitiu que todos, em suas diferentes ambições e vocações, consigam gravar e lançar seus fonogramas, também amplificou uma angústia: a de receber adequadamente pelo seu trabalho.

Essa angústia dos artistas encontra unanimidade em todo o espectro produtivo. O balanço de mercado da ainda poderosa IFPI faz referência à situação. "[...] Há uma fraqueza fundamental sob essa recuperação", afirma a entidade. "Essa explosão de consumo não está retornando como remuneração justa para artistas e selos", prossegue.

"No futuro, se houver uma Lei dos Direitos Autorais moderna, que absorva as singularidades do mundo digital, o streaming poderá ser uma importante fonte de renda. Neste momento, comparado aos shows, é uma renda simbólica, mas real", afirma Machado.

Projeção é que serviços de streaming movimentaram R$ 200 milhões no Brasil em 2015, ou 19% das receitas do setor fonográfico

No mundo da música autoral, o mercado se dinamizou e não depende de companhias ou empresas. As gravações se viabilizam pelas parcerias com estúdios (como a YB Music em São Paulo) e nas campanhas de financiamento coletivos pela internet ("crowdfunding"), além de alguns editais públicos. Amparada por uma profusão de pequenas casas de shows, mais um circuito de festivais subvencionado, a música independente vive com relativa boa saúde.

Mesmo na ponta da música massificada, uma venda extraordinária só quer dizer faturamento excepcional se todas as plataformas estiverem ativadas comercialmente. Foi o que aconteceu com a cantora britânica Adele, a artista que teve o melhor desempenho discográfico em 2015, com mais de 15 milhões de cópias vendidas. A cantora comemorou, mas revelou que não é uma fã de todas as plataformas. "Eu não uso streaming. Faço download ou compro uma cópia física. Acho que o streaming é um pouco descartável, e eu acredito que a música deva ser um evento", afirmou.

No Brasil, o maior fenômeno de vendagem continua sendo a música sertaneja, mas também não está na venda de discos o segredo das fortunas que surgem temporada a temporada nesse gênero. Sua força está na profusão de shows, no público cativo e crescente. Entre os gêneros mais consumidos estão também os religiosos, o arrocha e o funk mais pop, como Ludmilla e Anitta. O conjunto disso forma parte importante do mercado, mas não é todo o mercado: é na diversificação que reside a força, dizem os executivos de gravadoras.

Outra mudança é que, hoje em dia, os espaços a serem ocupados estão mais em torno do que no centro da atividade criativa principal, a música. A divulgação de produtos e marcas dentro de um videoclipe, por exemplo, tornou-se um suculento filão de mercado - uma nova empresa do ramo, com apenas três meses de existência, a BR Music, já faturou cerca de R$ 3 milhões neste ano e espera duplicar essa cifra no ano que vem.

"Todos os artistas estão abertos a monetizar seus clipes musicais", afirma Danilo Basso, um dos diretores da empresa. "A gente não agencia artistas, apenas contratamos aqueles que mais se adaptam àquela marca", diz. Assim como uma marca compra espaço publicitário no intervalo de um programa de TV, também o faz dentro de um vídeo com potencial de "viralizar". "Sabemos a média de visualização de todos os artistas", afirma Bastos, que, para tanto, se vale de uma ferramenta criada pela própria empresa. Um dos clipes de sucesso no qual inseriram seu conceito é o mais recente da dupla Marcos & Belucci, que já contabiliza 30 milhões de visualizações.


Via Luciano Sathler
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Música Creative Commons para el aula

Música Creative Commons para el aula | Cibereducação | Scoop.it

Via Raúl Luna
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Raúl Luna's curator insight, August 25, 2013 7:11 PM

Muchos de los sitios que han aparecido ya en este scoop.it... yalgunos más en los que obtener música reutilizable en nuestras producciones.

Gumersindo Fernández's curator insight, August 26, 2013 2:22 AM

ccMixter

Free Music Archive

Jamendo

Magnatune

Simuze

BeatPick

CASH Music

SectionZ

Opsound

Podsafe Audio

AudioFarm

Internet Archive’s Netlabels Collection

Pamina's curator insight, August 27, 2013 4:28 AM

Música lliure per utilitzar a l'aula.

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Nueva versión de Weezic, el sitio web para tocar, buscar y compartir música clásica

Nueva versión de Weezic, el sitio web para tocar, buscar y compartir música clásica | Cibereducação | Scoop.it
Weezic te permite coger tu instrumento clásico (la lista de instrumentos para los que hay partituras es de más de 40: clarinete, contrabajo, cornete, flauta, órgano, percusiones, piano, viola, violín, etc.) y poder buscar todas las obras disponibles en la plataforma para poder tocarlas con éste. Ahora también podemos realizar la búsqueda por instrumento a tocar y también compositor de la obra y formas musicales.

Además, disponemos de un espacio personal (“My Space”) en el que podemos guardar todas nuestras interpretaciones (recordemos que Weezic permite grabarlas y compartirlas) así como las partituras que queremos guardar en favoritos.


Via Raúl Luna, Rui Guimarães Lima
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Raúl Luna's curator insight, February 24, 2013 4:29 PM

No es exactamente un recurso CC, pero al tratarse de una herrramienta colaborativa me pareció que podía incluirse en este scoop.

Rescooped by Luciana Viter from Inovação Educacional
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Professor ganha primeiro milhão vendendo DVD de aula de música

Professor ganha primeiro milhão vendendo DVD de aula de música | Cibereducação | Scoop.it

OO músico Heitor Castro, 45, é dono de três escolas de música no Rio de Janeiro (RJ) que somam cerca de 500 alunos, mas foi com a venda de aulas gravadas em DVD que ele faturou seu primeiro milhão ano passado.

Desde 2008, ele já vendeu mais de 80 mil DVDs que ensinam a tocar violão, guitarra, piano, bateria e a cantar.

A ideia de usar vídeos para ensinar música surgiu para complementar as aulas presenciais dadas nas escolas Mais que Música.

"Eram lembretes curtos, de onde colocar o dedo no instrumento, por exemplo, para quando o aluno praticasse em casa. Eu colocava o vídeo no YouTube que, naquela época, não permitia vídeos muito grandes", conta Castro.

A iniciativa fez sucesso entre alunos e não alunos e o professor resolveu gravar DVDs com aulas completas. Os DVDs eram vendidos junto com uma revista na banca de jornal e, por causa do sucesso na terceira edição, ele comprou a editora responsável pela publicação.


Via Luciano Sathler
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Para as Aulas de Música e Arte - Little Mozart 2

A Alegria de um Gênio Musical

A aplicação Pequeno Mozart permite criar músicas de forma intuitiva com a ajuda do Pequeno Mozart eos seus amigos músicos.

Podes tocar instrumentos como o piano, a flauta de bisel, o violino, a trompete e o xilofone.

 

O Pequeno Mozart é um software educativo da marca Imagina® que facilita o processo de composiçãode músicas, apenas é necessário escolher as notas e os tempos musicais! O génio da música ajudano resto.


Via Sandra V. Barbosa
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Sandra V. Barbosa's curator insight, January 10, 2013 7:38 PM

Mais em http://www.imagina.pt/produtos/software/o-pequeno-mozart-2/

                                               Sandra