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Educational Technology and Cyberculture. Tecnologias na Educação e Cibercultura.
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Modelo de consumo americano é inviável, diz cientista

Modelo de consumo americano é inviável, diz cientista | Linguagem Virtual | Scoop.it

Para o cientista canadense Vaclav Smil, só o avanço da tecnologia não basta para reduzir o impacto ambiental da indústria — precisamos mudar nosso hábito de consumo. Ideias como essa o tornaram um dos autores preferidos de Bill Gates.

O assunto era um dado do novo livro do cientista canadense Vaclav Smil — o de que a China consumiu mais cimento nos últimos três anos do que os Estados Unidos em todo o século 20.

Lançada em dezembro, sob o título Making the Modern World: Materials and Dematerialization (“Fazendo o mundo moderno: materiais e desmaterialização”, sem tradução para o português), a obra defende que o atual modelo de consumo impede que os avanços tecnológicos minimizem o impacto ambiental das indústrias no mundo.

Nos últimos anos, Gates ajudou Smil a sair do anonimato acadêmico. Dos 33 livros que já escreveu, 16 foram indicados pelo empresário em seu blog. “É um pensador original, que nunca dá respostas simples para questões complexas”, disse Gates. De sua casa no Canadá, Smil falou a EXAME. 

EXAME - O senhor defende que a inovação tecnológica não dará conta de diminuir o impacto ambiental gerado pelas indústrias. Por quê? 

Vaclav Smil - Todo o problema está no atual modelo de economia, baseado no crescimento. A quantidade total de materiais usados aumentou, embora a quantidade relativa tenha sido reduzida. Em termos relativos, somos mais criativos e eficientes. Em termos absolutos, com uma população consumidora crescente, estamos usando mais materiais e destruindo mais o meio ambiente.

EXAME - Qual é a solução? 

Vaclav Smil - Todo país quer e precisa crescer. Mas nenhuma nação quer crescer 1% ou 2%. A meta é chinesa, com dois dígitos. E, para conseguir isso, a maioria das economias se pauta peloconsumo. Nesse sentido, a eficiência e a inovação tecnológica na verdade acabam fazendo parte do problema no momento em que criam novas necessidades.

Antes, usávamos o mesmo aparelho telefônico por 20 anos. Agora temos um novo a cada seis meses. Jogamos fora bilhões de equipamentos todos os anos. E isso não faz sentido algum. Para tornar as coisas mais sustentáveis, precisamos ser mais radicais e reformular a forma como consumimos. 


Via Luciano Sathler
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Em busca de games pós-capitalistas

Em busca de games pós-capitalistas | Linguagem Virtual | Scoop.it
Extremamente populares, jogos de computador reproduzem relações de mercado e devastação. Mas há versões rebeldes -- e planejam-se ambientes não-mercantis...
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NSA infected 50,000 computer networks with malicious software

NSA infected 50,000 computer networks with malicious software | Linguagem Virtual | Scoop.it

The American intelligence service - NSA - infected more than 50,000 computer networks worldwide with malicious software designed to steal sensitive information.


Via Luca Baptista
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Democracia digital: internet e participação política - Política: notícias sobre deputados, governadores e mais - Zero Hora

Democracia digital: internet e participação política - Política: notícias sobre deputados, governadores e mais - Zero Hora | Linguagem Virtual | Scoop.it
Petições online, voto pela internet e fiscalização dos governos são novas formas de envolvimento dos cidadãos na administração do Estado

Via Pierre Levy
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Chomsky e as 10 Estratégias de Manipulação da Mídia:

 

 



O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranquilas')”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegar o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranquilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

Fonte: Bruno Toscano Franco.    Via Cíntia Rabello

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os limites da mobilização social | dia a dia, bit a bit

os limites da mobilização social | dia a dia, bit a bit | Linguagem Virtual | Scoop.it
Lá em junho, que já parece tão distante, este blog publicou uma série de 3 textos sobre as redes sociais e as ruas [neste link].
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“New York Times” faz reportagem relacionando os protestos aos altos preços praticados no Brasil

Fúria no país da pizza de queijo a US$ 30: matéria aponta abusos, como berço que custa seis vezes mais que nos EUA
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Feminismo para principiantes #ebook #ebookgratuito #libro #gratuito

Feminismo para principiantes  #ebook #ebookgratuito #libro #gratuito | Linguagem Virtual | Scoop.it

¿Quiénes eran las sufragistas? ¿De dónde sale el feminismo radical? ¿Por qué se habla de marxismo y feminismo como de un matrimonio mal avenido? El feminismo tiene una historia épica. Son ya tres siglos de hacer y deshacer el mundo, de alumbrar líderes fascinantes, un cuerpo teórico abrumador y una agitación social que ningún otro movimiento ha conseguido mantener tanto tiempo. El feminismo inventó la palabra “solidaridad”, la resistencia pacífica, las grandes manifestaciones. Hizo suya la protesta simbólica, le dio la vuelta a la revolución sexual, desarrolló la teoría del género y acuñó un nuevo significado para el patriarcado. Sin embargo, continúa siendo el gran desconocido.

Feminismo para principiantes propone un apasionante recorrido por la historia y por los temas que son objeto de su estudio. Sugiere colocarse unas gafas violetas para percibir mejor cómo se ve la vida con la mirada feminista y aspira a transmitir su espíritu: una teoría de la justicia que ha ido cambiando el mundo y trabaja día a día para conseguir que los seres humanos sean lo que quieren ser y vivan como quieran vivir, sin un destino marcado por el sexo con el que hayan nacido.


Via @crisgarme, Noemi Gomez-Mendoza, Alazne González
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Folha Política: Para o filósofo Pierre Lévy, os governantes brasileiros não ouviram as ruas

Folha Política: Para o filósofo Pierre Lévy, os governantes brasileiros não ouviram as ruas | Linguagem Virtual | Scoop.it

Via Pierre Levy
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A INTERNET TEM QUE ACABAR (The Internet Must Go)

A INTERNET TEM QUE ACABAR (The Internet Must Go) | Linguagem Virtual | Scoop.it
Em 2012, um pesquisador de mercado foi chamado pelos maiores Provedores de Serviços de Internet norte-americanas para analisar meios para a venda da internet...
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Profissões do Futuro: 10 Novidades e o que Estudar para Eles

Profissões do Futuro: 10 Novidades e o que Estudar para Eles | Linguagem Virtual | Scoop.it
10 Profissões do Futuro. Pesquisas recentes indicam que 65% dos alunos terão empregos que ainda não foram inventados, essas são as Profissões do Futuro.
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Lévy: “O filósofo francês diz que os protestos foram importantes para a evolução da sociedade brasileira"

Lévy: “O filósofo francês diz que os protestos foram importantes para a evolução da sociedade brasileira" | Linguagem Virtual | Scoop.it
O filósofo francês diz que os protestos foram importantes para a evolução da sociedade brasileira e que os governantes ainda não ouviram a voz das ruas

Via Pierre Levy
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Zygmunt Bauman: "Nos han impuesto que eres más feliz cuanto más consumes y más compites"

Zygmunt Bauman: "Nos han impuesto que eres más feliz cuanto más consumes y más compites" | Linguagem Virtual | Scoop.it
¿Están sexo y amor convirtiéndose en una hipoteca para la sociedad occidental? Todos estamos hechos para amar y ser amados y no nos sentimos plenos salvo que tengamos esa persona para amar y ser am...

Via Emma Lozano, juandoming
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Lia Goren's curator insight, October 21, 2013 9:10 AM

"... Cuando hablo de este término hipoteca me refiero a que para poder amar se necesitan ciertas obligaciones, un compromiso a largo plazo que puede implicar sacrificio para cuidar a la otra persona y de algún modo hipotecar tu futuro, arriesgarse. Y lo que ocurre en esta sociedad es que sobre todo los jóvenes están siendo animados a evitar un compromiso a largo plazo. La gente se junta para ver si funciona, pero si lo haces así, el más mínimo desacuerdo se convierte en un gran problema. Y esto también se refleja en las amistades, relaciones interpersonales, vecinos… Es parte también de la crisis."

MyKLogica's curator insight, October 22, 2013 2:54 AM

100% Recomendable esta entrevista a Zygmunt Bauman sobre la transformación por la que hemos de pasar para llegar a una sociedad mejor y más igualitaria.

Studeo Ideas's curator insight, October 22, 2013 5:59 AM

El problema real es reemplazar las lecciones de cómo vivir que nos han sido impuestas: primero, se nos ha enseñado que para ser más feliz hay que consumir más,... segundo nos han dicho que hay que ser mejor que el otro, que hay que competir constantemente.

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O quê as revoltas de 2013 têm em comum

O quê as revoltas de 2013 têm em comum | Linguagem Virtual | Scoop.it
Na Turquia, Brasil, Bulgária e Peru o que se assemelha não é ideologia – mas arquitetura de convocação das multidões
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Don Tapscott Em rede, podemos mais que os governos

O modelo de organização pela colaboração, como o que estimulou os protestos no Brasil, ataca problemas cada vez mais complexos. O consultor Don Tapscott quer incentivá-lo. O trabalho em rede contraria em quase tudo o que a maioria de nós faz no trabalho, no dia a dia. Nas redes, não há rigidez na hierarquia, nem nas obrigações nem nas recompensas. Mesmo assim, o efeito multiplicador e quase imprevisível dessas entidades produz resultados notáveis. Grupos de indivíduos interessados e organizados conseguem criar softwares de alta qualidade, abastecer de fundos empresas novatas que tenham bons projetos e resolver desafios tecnológicos propostos publicamente por grandes companhias. Nos negócios e na solução de problemas tecnológicos, as redes já provaram seu valor. Terão o mesmo efeito diante de problemas sociais e políticos, bem mais complexos?

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Bunker Roy | "Eu queria criar uma faculdade para os pobres" (The Barefoot College legendado) [TEDx]

Sanjit 'Bunker' Roy é um ativista social indiano que, em 1972, fundou a Organização Não Governamental "Universidade dos Pés Descalços" (Barefoot College) no ...
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Ativismo digital atingiu 94 milhões de brasileiros |

Ativismo digital atingiu 94 milhões de brasileiros | | Linguagem Virtual | Scoop.it
Entre os dias 19 e 21 de junho, as manifestações nas redes sociais relacionadas às ondas de protestos em todo o País impactaram 94 milhões de pessoas
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