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relação do leitor com os livros em diferentes suportes
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Os tablets na sala de aula

As universidades descobriram que o aparelhinho mais cobiçado do momento é um bom aliado para atrair alunos, e por isso fazem acordos para colocar conteúdo de livros didáticos nesses equipamentos.

Apesar de não saber exatamente quando essa estratégia será colocada em prática, de uma coisa o executivo não tem dúvida: é inegável o ganho de economia com conteúdo impresso que o mercado de educação superior terá com os tablets. No caso da Fappes,  estima-se que seus custos com compra de material em papel devam cair em até 40%. O uso mais abrangente da nova plataforma esbarra, no entanto, na falta de obras didáticas específicas para esse meio. É por isso que um consórcio, formado por 35 editoras ligadas à Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR), está adaptando trechos de livros para tablets.Em outras palavras, estão substituindo o velho expediente de tirar xerox de capítulos por uma roupagem mais tecnológica – e econômica. O projeto, batizado de Pasta do Professor, começou com a Universidade Estácio de Sá, do Rio de Janeiro. Em agosto, a instituição começará a distribuir seis mil tablets myPad, da Semp Toshiba, com e-books produzidos por essas editoras. O aparelho será utilizado pelo aluno e devolvido ao final da graduação. A iniciativa visa diminuir os custos com impressões, uma vez que a universidade utiliza apostilas em seus cursos. Em média, a Estácio imprime 240 milhões de páginas por ano. Para usar os materiais desenvolvidos por editoras como Saraiva, Atlas, Scipione, Moderna, Companhia das Letras e Ática, os alunos terão acesso à rede wi-fi da universidade e a um modem móvel da operadora Claro, gratuito apenas para uso de conteúdos educacionais da Pasta do Professor.

 


Via Luciano Sathler
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tablets - fundamentação com exemplos

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Ler poesia é mais útil para o cérebro que livros de autoajuda, dizem cientistas

Ler poesia é mais útil para o cérebro que livros de autoajuda, dizem cientistas | leituras 2 | Scoop.it

Ler autores clássicos, como Shakespeare, William Wordsworth e T.S. Eliot, estimula a mente e a poesia pode ser mais eficaz em tratamentos do que os livros de autoajuda, segundo um estudo da Universidade de Liverpool publicado nesta terça-feira (15)

Especialistas em ciência, psicologia e literatura inglesa da universidade monitoraram a atividade cerebral de 30 voluntários que leram primeiro trechos de textos clássicos e depois essas mesmas passagens traduzidas para a "linguagem coloquial".

Os resultados da pesquisa, antecipados pelo jornal britânico "Daily Telegraph", mostram que a atividade do cérebro "dispara" quando o leitor encontra palavras incomuns ou frases com uma estrutura semântica complexa, mas não reage quando esse mesmo conteúdo se expressa com fórmulas de uso cotidiano.

Esses estímulos se mantêm durante um tempo, potencializando a atenção do indivíduo, segundo o estudo, que utilizou textos de autores ingleses como Henry Vaughan, John Donne, Elizabeth Barrett Browning e Philip Larkin.


Via Luciano Sathler
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o poder de ler poesia

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Diogo Da Costa Leal's curator insight, April 12, 2013 9:13 PM

Estudo muito interessante: 

Ler poesia é mais útil para o cérebro que livros de autoajuda, dizem cientistas
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Como administrar tablets em sala de aula

Se uma escola decide optar pelo uso de tablets em sala de aula, deve considerar diversas questões, desde a metodologia de uso à forma como irão armazenar os equipamentos. Pensar nisso é muito importante, pois esses fatores influenciam diretamente o sucesso ou fracasso do investimento realizado. Além disso, alunos e educadores devem estar com objetivos e estratégias de ensino e aprendizado alinhados. Dessa forma, os regulamentos serão respeitados e aula poderá render com eficiência garantida. 

Conheça algumas dicas para o uso de tabletes em sala de aula:

 

Tablets em sala de aula: 1) Armazenamento Use gabinetes e armários seguros para guardar os aparelhos. Eles devem ser móveis, para que a sala tenha eficiência ao buscar os tabletes e eles possam ser transportados para outros locais. Se for possível, a escola pode disponibilizar dois armários para cada sala, assim os alunos não perdem tempo quando forem buscar os aparelhos.

 

Tablets em sala de aula: 2) Segurança Além de um armazenamento seguro, a escola deve expressar claramente quais são as normas e expectativas em relação ao uso dos tablets. Os alunos devem saber como usar os aparelhos, em quais situações e com que tipo de restrições e regras.

 

Tablets em sala de aula: 3) Preparação Não basta ter os aparelhos, é necessário saber utilizá-los. Para isso, deve haver a instrução de professores e alunos quanto ao uso dos tablets. Dessa forma, o investimento não será desperdiçado e sim, feito de maneira mais eficiente.

 

Tablets em sala de aula: 4) Outros recursos Além do aparelho, a escola deve pensar em outros recursos exigidos para a utilização dos tablets. Por exemplo, como as baterias serão recarregadas? Que tipo de sincronização será utilizada? O uso da internet será permitido? A rede da escola possui capacidade para suportar essa demanda? Todos esses questionamentos devem fazer parte da estratégia e decisão da escola sobre o uso de tablets em sala de aula.


Via Luciano Sathler
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tablets - organização. 

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Conteúdo diversificado atrai mais leitores digitais

Em meio à transição do consumo das informações para os meios digitais,  encontrar um novo modelo de negócios adequado é um tema que concentra a atenção  de empresas de mídia em todo o mundo. Um dos principais desafios nessa nova  realidade é definir uma estratégia que consiga equilibrar retorno financeiro com  a preservação da qualidade na produção do conteúdo jornalístico.

Nesse cenário, a cobrança pelo acesso ao conteúdo digital ganhou força nos  últimos dois anos, na esteira de iniciativas de veículos como "  The New York  Times " e o pioneiro " Financial Times ".

Diante das barreiras em convencer os leitores a incorporar esse novo modelo - especialmente com a profusão de oferta de conteúdo gratuito na internet -, grande parte dos veículos concorda que a saída é produzir um conteúdo  diferenciado, calcado em recursos como análises e o olhar de jornalistas  experientes e especializados. "Por outro lado, manter uma equipe capaz de  produzir esse tipo de conteúdo é caro e exige investimentos pesados em  tecnologia", afirmou Vera Brandimarte, diretora de redação do Valor, durante evento realizado ontem, na BM&F Bovespa, em  São Paulo.

"Existe um interesse crescente do leitor pelo conteúdo digital, mas as  receitas de publicidade nesse segmento ainda não acompanham essa procura na  mesma proporção", afirmou.

Na mesma direção, Pedro Doria, editor-executivo de plataformas digitais do  jornal " O Globo ", disse que a grande questão é descobrir alternativas para que  os veículos consigam sustentar redações de grande porte, com uma necessária  mescla entre novos profissionais e jornalistas mais experientes.

Para o editor, um caminho para que o conteúdo diferenciado se destaque nesse  ambiente fragmentado de informações é a oferta de conteúdos multimídia que  enriqueçam a experiência do usuário no consumo das informações. "O caminho para  convencer o leitor não se resume à informação, mas também a essa experiência. Já  temos indícios de que o bom jornalismo vai sobreviver. Tem gente disposta a  pagar por esse tipo de conteúdo", disse o executivo, ao citar exemplos  bem-sucedidos como a revista britânica " The Economist " e o jornal "The New  York Times", que encerrou 2012 com 640 mil assinantes digitais.

Reforçando essa visão, Doria citou o aplicativo "Globo a Mais", revista  verspertina criada pelo "O Globo" e que circula de segunda a sexta-feira, a  partir das 18h, com conteúdos multimídia, além de colunas e matérias exclusivas.  Segundo o executivo, a navegação diária dos leitores no aplicativo dura, em  média, hora e meia, índice bem superior ao verificado no conteúdo impresso e no  site do jornal. A base atual de assinantes digitais do jornal "O Globo" é de 30  mil usuários.

Mais do que oferecer conteúdos multimídia e análises que contextualizem os  acontecimentos, os participantes do evento ressaltaram outro fator que pode  diferenciar os jornais entre as diversas fontes de informação digital: "A função  do jornal é tirar o leitor da zona de conforto que a internet propicia, na qual  o leitor apenas reforça suas crenças e consome somente um tipo de informação.  Com a nossa curadoria, temos que produzir e oferecer conteúdos de uma forma que  esse leitor amplie seus interesses", afirmou Sérgio Dávila, editor-executivo da  "Folha de S. Paulo".

Com uma visão otimista sobre o futuro do jornalismo digital, Dávila ressaltou  alguns resultados obtidos pela "Folha" desde que implantou seu modelo de  cobrança pelo conteúdo digital, em junho de 2012. "Na época, tínhamos receio de  que a audiência do site cairia, assim como a receita de publicidade on-line, e  de que as pessoas não pagariam pelo conteúdo. Fomos surpreendidos", disse.  Segundo Dávila, desde o início da cobrança, o jornal triplicou sua base de  assinantes digitais, para 45 mil assinantes.


Via Luciano Sathler
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dos jornais tb importa

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