Josi Baioto
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Universidades corporativas ganham força no Brasil

No País, as empresas apostam cada vez mais em estruturas próprias para garantir formação e desenvolvimento de todos os níveis

No País, as empresas apostam cada vez mais em estruturas próprias para garantir formação e desenvolvimento de todos os níveis de colaboradores de maneira contínua. As universidades corporativas (UCs) são sistemas de educação direcionados ao trabalho.

Além de transmitirem aos funcionários suas filosofias, os conhecimentos e as competências necessárias para que atinjam os objetivos estratégicos, as companhias também buscam suprir as falhas do sistema educacional brasileiro.

"As empresas entendem que essa formação é um diferencial de competitividade. Por meio das UCs, as empresas se preparam para mudanças na economia global e volátil", diz Marcos Baumgartner, presidente da Associação Brasileira de Educação Corporativa (AEC Brasil).

De acordo com ele, embora não haja um levantamento oficial, estima-se que existam mais de 300 universidades corporativas no País. "Mas acho importante considerar que muitas empresas no Brasil, embora não tenham universidades corporativas, já mantêm sistemas educacionais corporativos muito bem organizados.

Porta aberta. De acordo com ele, as iniciativas têm se multiplicado no País em curto espaço de tempo. O Brasil, muito influenciado pela experiência dos Estados Unidos, vem adotando o conceito de UCs em grandes empresas há 15 anos.

Segundo Baumgartner, a situação mais comum é de universidades corporativas para capacitação do universo próprio de colaboradores, contudo, há estruturas que extrapolaram a atuação para toda a cadeia de produção. Existem ainda as universidades corporativas setoriais, que desenvolvem cursos para os colaboradores de pequenas e médias empresas com a mesma natureza de operações.

A pesquisa "Práticas e resultados da Educação Corporativa 2012", conduzida pela professora Marisa Eboli da Fundação Instituto de Administração (FIA), envolvendo 60 universidades corporativas, demonstra como se comportaram os orçamentos.

No ano passado, 55% das empresas ampliaram os recursos das UCs e 22% mantiveram no mesmo patamar de 2011. Apenas 23% tiveram reduções causadas por restrições financeiras internas, cenário econômico e mudanças no modelo de gestão.


Via Luciano Sathler
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Observatorio WeLearning: ¿Cometeremos los mismos errores en el e-learning educativo que en el corporativo?

Observatorio WeLearning: ¿Cometeremos los mismos errores en el e-learning educativo que en el corporativo? | Josi Baioto | Scoop.it
e-learning errores

Via Marta Torán
Josi Baioto's insight:

Talvez possam ser repetidos os mesmos erros sim. Mas um erro que ocorre na corporativa è que a aprendizagem é focada para o resultado. Ou seja, a objetividade pode inibir o processo de repensar e isso equivale, no largo prazo, à capacidade de inovar  em restrição pela limitação. Já no educativo, o excesso filosófico, não transpondo para a prática os conceitos, torna a aprendizagem relativamente significativa, pois objetiva-se apenas o resultado (titulo), sem colocar isso em grau de evidência no seu dia-a-dia.

 

No final das contas os erros se equivalem, não acham?

 

 

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Marta Torán's curator insight, April 3, 2013 2:30 PM

Un interesante artículo en el Observatorio WeLearning.

 

Analiza algunos de los errores con los que estamos familiarizados los que llevamos muchos años desplegando programas eLearning en formación a profesionales.

 

Ahora que la formación on line se ha extendido al ámbito educativo ¿seremos capaces de demostrar lo que hemos aprendido?

 

Muy bueno