Information in a New Social Era
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Information in a New Social Era
How Social Media is changing the scope of journalism...
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Sobre "Information in a New Social Era"

"Information in a New Social Era" foi criado no contexto da UC de Medias Participativos 2012-2013 do Programa Doutoral em Informação e Comunicação em Plataformas Digitais da Universidade de Aveiro e Faculdade de Letras da Universidade do Porto

Dressler Couto Lopes's insight:

Em "Information in a New Social Era" procuramos identificar experiências, projetos, casos, desenvolvimento de produtos e serviços que representem a nova esfera da Informação no espaço público e participativo online.

 

Interessam-nos os efeitos de mudança da Web participativa nos meios de comunicação social tradicionais, tanto quanto a emergência de iniciativas mais ou menos formais, mais ou menos estruturadas, de participação dos cidadãos através da comunicação e informação.

 

Interessam-nos as ferramentas de participação nessa nova paisagem informativa que estão ao dispor de todos, tanto quanto perceber os limites e as divisões que condicionam ou formatam o jornalismo participativo.

 

Criámos este espaço - também ele construído de forma colaborativa - como um mapa que nos guiará para conhecermos o que se faz, o que se pensa e até o que se imagina sobre a Informação do século XXI.

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Information in a New Social Era: Considerações em Portugal sobre a participação do cidadão

Information in a New Social Era: Considerações em Portugal sobre a participação do cidadão | Information in a New Social Era | Scoop.it
Dressler Couto Lopes's insight:

Ao que me parece teria percebido mal o conceito do trabalho. Já tudo corrigido, apenas num artigo com todas as considerações, possíveis até ao momento, sobre a participação do cidadão em Portugal. Foi anexo ao blog a versão final do artigo, presente no link acima.

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Information in a New Social Era: Do profissional ao amadorismo - As fronteiras dos Ciberjornalismos

Information in a New Social Era: Do profissional ao amadorismo - As fronteiras dos Ciberjornalismos | Information in a New Social Era | Scoop.it
Dressler Couto Lopes's insight:

Tendo em conta as possíveis discussões quer através do Scoop "Information in a Social Era", quer, mesmo no campo académico, pareceu importante, defenir os diversos ciber-conceitos, entre eles:

- Jornalismo profissional;

- Jornalismo Participativo;

- Jornalismo de Cidadão;

- Jornalismo Crowdsourcing;

 

;)

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Diário de Classe

Diário de Classe | Information in a New Social Era | Scoop.it
Eu Isadora Faber que tenho 13 anos, estou fazendo essa página sozinha, para mostrar a verdade sobre...
Dressler Couto Lopes's insight:

A comunidade do Facebook Diário de Classe, foi criada por uma estudante brasileira com o objetivo de divulgar problemas das escolas públicas brasileiras. Esta iniciativa teve grande repercussão no país, não somente na comunidade escolar como na imprensa nacional. Também serviu de inspiração a outros jovens que tomaram esta iniciativa como exemplo e passaram a colaborar com a jovem. Com a popularidade do Facebook, o fato da estudante não utilizar de uma plataforma mais adequada ao jornalismo online não foi empecilho para que mais de 540 mil “likes” fossem atribuídos à comunidade.

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Pedro Almeida's comment, January 23, 2013 2:40 PM
O jornalismo com acto de relatar factos e acontecimentos é, de alguma forma, independente das plataformas. Se as plataformas atuais como o Twitter ou facebook permitem chegar de forma mais rápida e eficiente aos "leitores" porque não? Claro está que se perdem alguns dos ingredientes que caraterizam os "jornais" - leads, destaques editoriais, etc. Mas os agregadores RSS, ou mesmo as plataformas com o scoop.it não têm também esse efeito disruptivo da tradicional "capa de jornal"?.
António Couto's comment, January 23, 2013 10:32 PM
A meu ver os agregadores vieram romper com as tradicionais capas de jornais que eram "impostas" pelos editores aos cidadãos, destruíndo-se toda a questão de hierarquia noticiosa criada quer num ciberjornal de um qualquer media tradicional, quer no seu respetivo homólogo de papel.
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Slashdot: News for nerds, stuff that matters

Slashdot: News for nerds, stuff that matters | Information in a New Social Era | Scoop.it
Dressler Couto Lopes's insight:

O site Slashdot se apresenta com o foco central em notícias e comentários dos usuários, sobretudo sobre tecnologia e open source. Nesta plataforma qualquer usuário pode enviar artigos (inclusive sem identificação). Mas nada garante a publicação do material. Os artigos passam pelo crivo dos editores que podem ou não aprovar e até modificar seus títulos.

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António Couto's comment, January 23, 2013 10:35 PM
Este parece-me sem dúvida um bom modelo de jornalismo participativo, porque embora possa ser produzido por amadores (jornalismo de cidadão) e mesmo em conjunto por várias pessoas (profissionais e não profissionais), tem sempre um crivo de editores, fazendo com que as questões de apurar os factos, princípio do contraditório e códigos ético-deontológico sejam respeitados.
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Proteção de fontes e jornalismo cidadão

Proteção de fontes e jornalismo cidadão | Information in a New Social Era | Scoop.it
Dressler Couto Lopes's insight:

A profissão de jornalista é particularmente sujeita a pressões que podem chegar à agressão física e ao assassinato. O Comitee to Protect Journalists (https://cpj.org/) assinala 70 mortes confirmadas em 2012, à escala mundial. Mas, sob a capa deste número aparentemente banal, passa uma torrente com todo o tipo de ameaças, concretizadas ou não, que incluem a coação social, legal e económica e que desponta mesmo no interior das próprias estruturas editoriais.

 

Os jornalistas gozam, na generalidade dos países de direito, de privilégios que lhes garantem alguma defesa contra os ambientes hostis e aquelas pressões, Um desses privilégios é a proteção do anonimato das fontes: tal direito, conferido a jornalistas credenciados, protege imediatamente a fonte mas também, por consequência, a própria investigação jornalística. Na prática, no entanto, não se trata de um direito absoluto, e não são raros os casos em que jornais e jornalistas o têm de defender em tribunal.

 

O jornalismo cidadão - na realidade, um exercício de cidadania muito mais do que de jornalismo - não usufrui desse privilégio, mas a sua crescente visibilidade tem começado a fazer com que o problema comece a ser aflorado.

 

A primeira face do problema é que, podendo ser já difícil para os jornalistas credenciados defender e exercer a proteção das suas fontes, formas não canónicas de jornalismo são ainda mais frágeis nessa obrigação, conexa ao seu direito. Uma das formas de estender o privilégio, de carácter estruturante para a liberdade de expressão, é a de considerá-lo como atribuível a todo e qualquer exercício de vigilância social. Quem poderia reclamar o estatuto de vigilante? O esforço de regulamentação, nesta área, terá de ser exigente e criativo e está longe ainda de se clarificar.

 

A segunda face do problema tem a ver com a perceção da identidade do jornalista cidadão enquanto jornalista já não perante as autoridades mas perante os outros cidadãos, que podem muito compreensivelmente associar o exercício do jornalismo - de qualquer tipo de jornalismo - à imediata proteção do seu anonimato, quando está longe de ser o caso. A educação e formação do jornalismo cidadão, capaz de identificar muito bem os seus direitos e deveres legais e de os comunicar a terceiros, especialmente as suas fontes, é o passo mais robusto para que esta situação de vazio legal não venha a causar danos significativos à causa da livre expressão da comunicação social.

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António Lopes's comment, January 21, 2013 1:18 PM
Filipa, vamos continuar a divergir mas não faz mal! O crowdsourcing baseia-se na especificação de um problema ou de uma tarefa por um proponente, e cuja resolução é entregue à comunidade de voluntários (aberta ou fechada) que deve satisfazer as condições da proposta. Até pode ser competitivo - algumas iniciativas de crowdsourcing assentam precisamente num sistema de recompensa e premiação da melhor solução; mas não é o esquema que seguem o Guardian ou o AtlanticWire, de que já se falou neste scoop, Apesar do seu aspeto "2.0", o crowdsourcing tem a ver sobretudo com a organização do trabalho e da produção (situamo-lo bem se o pusermos ao lado do outsourcing, por exemplo).
Pedro Almeida's comment, January 23, 2013 2:48 PM
Hum, uma discussão interessante sobre os limites dos conceitos. Isto leva-me a questionar se poderemos considerar os assigments da CNN (ex. http://ireport.cnn.com/topics/911378) como uma forma de crowdsourcing jornalístico? Basicamente temos uma proposta, pessoas que se candidatam a contribuir para ela e uma peça jornalística final que resulta do trabalho colaborativo.
António Lopes's comment, January 23, 2013 9:31 PM
A minha opinião é que, no jornalismo, o conceito de crowdsourcing aplica-se mais adequadamente a esse tipo de relação (os 3 vetores "proponente - tarefa - comunidade" encontram-se presentes). No AgoraVox existe também um esquema semelhante (desde 2007) de "investigação coletiva" que parte da definição de um tema de investigação delimitado, cujo desenvolvimento é coordenado por um jornalista, recolhidas as contribuições da comunidade de redatores.
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Citizen Media Law Project

Citizen Media Law Project | Information in a New Social Era | Scoop.it
Dressler Couto Lopes's insight:

Um dos grandes problemas que o jornalismo cidadão enfrenta - tal como, em parte, os novos modelos de jornalismo independente - é a desadequação legislativa, aliada à impreparação ou incapacidade para fazer valer direitos e conhecer responsabilidades legais. O Citizen Media Law Project tem por objetivo esclarecer as questões de caráter legal que enquadram os jornalistas cidadãos no espaço americano, e é um modelo de serviço público que teria enormes vantagens em se replicar em outros espaços - como o português!

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António Couto's comment, January 17, 2013 11:52 AM
Os processos de maturação de legislação nesta área, aliada ao facto de os cidadãos estarem cada vez mais envolvidos no processo de produção noticiosa (de forma participativa ou a solo) levar-nos-ão a uma nova realidade que será, certamente, interessantíssima de estudar!
Filipa Rodrigues's comment, January 17, 2013 1:01 PM
Boas notícias nesta área. Como já referi, não sou contra este fenómeno, antes pelo contrário. Os cidadãos vivem os problemas de perto, é mais fácil para eles relatar a situação. Só considero importante que exista uma regulação para tal. Parece que começa a fazer-se luz nesse sentido.
Karine Dressler's comment, January 17, 2013 9:33 PM
Interessante a velocidade com que os fenômenos ocorrem na rede e o fato de que a legislação (em diversos países...) ainda segue insuficiente na regulamentação desses fenômenos. Infelizmente a burocracia torma morosa esse processo...
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AgoraVox le média citoyen

AgoraVox le média citoyen | Information in a New Social Era | Scoop.it
AgoraVox constitue l'une des premières initiatives européennes de journalisme citoyen à grande échelle complètement gratuite. AgoraVox est (...)
Dressler Couto Lopes's insight:

O AgoraVox é um projeto de jornalismo cidadão que nasceu e se desenvolveu com a preocupação do respeito pela liberdade de expressão num contexto participativo, moldada num quadro estrito de independência tecnológica e económica. Assenta num modelo editorial de submissão-moderação-publicação e a sua sustentabilidade é assegurada por uma fundação (sediada na Bélgica, apesar do projeto ser originário de França, por causa das imposições legais francesas que questionariam a independência financeira).

 

Será muito interessante avaliar estes três eixos: modelo participativo, modelo de sustentabilidade, modelo tecnológico. Um interesse acessório: a ideia e a concretização do projeto é quase um spin-off da investigação académica de um dos seus principais mentores, Carlo Revelli (http://www.agoravox.fr/auteur/carlo-revelli).

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Pedro Almeida's comment, January 10, 2013 3:55 PM
Interessante também como este projeto tem evoluido com a versão TV ou a versão Natura, para além da versão italiana
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Best Journalist in Social Media - The Shorty Awards

Best Journalist in Social Media - The Shorty Awards | Information in a New Social Era | Scoop.it
Leaderboard for Journalists award in the 5th Annual Shorty Awards, the award show for the best of social media.
Dressler Couto Lopes's insight:

E para os jornalistas que estão sempre em contacto com os seus públicos, através das mais diversas redes sociais... votações abertas ;)

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Meporter: The beat on the street

Meporter: The beat on the street | Information in a New Social Era | Scoop.it
Welcome to the mobile newsdesk. Say goodbye to next day stories. Help share breaking news with the world on location.
Dressler Couto Lopes's insight:

O Meporter surge como um aplicativo para dispositivos móveis (iPhone e Android) que utiliza a geolocalização para criar conteúdos multimédia. Da mesma forma que o Blottr anexo a este aplicativo encontra-se uma plataforma web, no entanto o aplicativo para dispositivos móveis funciona em duplo sentido, permitindo aos utilizadores publicarem os seus conteúdos e verem os de outros.

 

Quando é feito o upload da estória os conteúdos podem ser atualizados por todos os utilizadores, funcionando este como “testemunhas oculares”. Esta plataforma não funciona por hashtags, mas sim por temáticas pré-definidas, como crime, negócios, vida noturna, entretenimento, entre outros.

 

O Meporter tratando-se de uma rede social para cidadãos-jornalistas vai atribuindo Press Passes aos seus contribuintes, numa dinâmica semelhante de badges como no Foursquare.

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António Couto's comment, January 17, 2013 11:56 AM
Tentei utilizar o Meporter, mas com sucesso reduzido. Ao que me parece a plataforma ou está em atualizações, ou foi deixada um pouco ao abandono. Nem sequer consigo fazer um upload de foto para configurar o meu user. No entanto, consigo fazer upload de "estórias"... personalização não, mas alimentar a plataforma aí já se pode:|
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Jornalismo cidadão no contexto de convergência tecnológica: O caso diário de classe - KarineDressler

Dressler Couto Lopes's insight:

Abordamos um caso de estudo que gerou bastante repercursão nos media tradicionais, Diário de Classe, produzida pela estudante Isadora Faber (Brasil). Analisamos como a convergência, a inteligência coletiva e os meios colaborativos se relacionam com o caso e, com base no seu histórico, observamos mudanças necessárias para aumentar a credibilidade das informações, bem como o resguardo pessoal da jornalista cidadã.

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Aux claviers, citoyens! : notas de aproximação ao passado, presente e futuro do AgoraVox

Dressler Couto Lopes's insight:

Um estudo de revisão de literatura sobre a história, os modelos editoriais e de sustentabilidade, balanço e perspetivas do AgoraVox.

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CNN iReport - Share your story, discuss the issues with CNN.com

CNN iReport - Share your story, discuss the issues with CNN.com | Information in a New Social Era | Scoop.it
View the latest news, videos, and photo iReports
Dressler Couto Lopes's insight:

O iReport surge como o expoente máximo no campo do jornalismo participativo a nível mundial.

 

A CNN é uma das primeiras empresas de media a disponibilizar na sua plataforma digital uma iniciativa que permite aos cidadãos-jornalistas de todo o mundo partilharem vídeos e fotografias de breaking news, visto que os media tradicionais se tornaram lentos no que toca a conseguirem estar no sítio certo à hora acertada.

 

Os contributos não são editados, ou os factos verificados, sendo a responsabilidade dos conteúdos lá colocados da responsabilidade dos seus autores. A CNN apenas disponibiliza esta plataforma que foi lançada em Agosto de 2006.

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Pedro Almeida's comment, January 23, 2013 2:34 PM
Este modelo já evoluiu e adquiriu uma maturidade muito impressionante. Apesar da liberdade para enviar conteúdos, é curioso o desenvolvimento dos modelos quase profissionais do jornalismo de cidadão. Refiro-me aos assigments, trabalhos jornalísticos propostos pela CNN a que se juntam os iReports que entenderem colaborar. Será o modelo do open-source adaptado ao jornalismo?
António Couto's comment, January 23, 2013 10:30 PM
Chamemos-lhe open-source ou crowdsourcing. A Plataforma e os "seus editores" criam determinadas tarefas/lançam temáticas para que os colaboradores possam contribuir para um determinado tema. No limite, poder-lhe-íamos chamar jornalismo colaborativo, visto que, imagens e vídeos poderão ser de alguma forma reutilizados por jornalistas profissionais na preparação de peças para a Plataforma, ou mesmo Canal CNN!
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Wikinotícias

Wikinotícias | Information in a New Social Era | Scoop.it
Dressler Couto Lopes's insight:

O padrão de interface do Wikinews segue o mesmo padrão da Wikipédia. Nesses canais não existe a figura de um chefe ou mediador que edite o material publicado e qualquer membro pode intervir e alterar os dados. Entretanto há uma série de regras de edição para as notícias publicadas. Neste site o usuário é livre para interagir com o conteúdo.

Os artigos são freqüentemente ilustrados e, ao longo de suas páginas, os textos e categorias se apresentam em caixas de link.

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António Couto's comment, January 23, 2013 10:38 PM
Este poderá ser encarado, embora a plataforma não seja portuguesa (originalmente), como um dos casos de jornalismo crowdsourcing em Portugal!
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Information in a New Social Era: Como é que a Web 2.0 tem vindo a moldar o Jornalismo?

Information in a New Social Era: Como é que a Web 2.0 tem vindo a moldar o Jornalismo? | Information in a New Social Era | Scoop.it
Dressler Couto Lopes's insight:

Vivemos num período em que a imediatez da informação é cada vez mais importante e numa sociedade em que o comum cidadão gosta de ter voz ativa. Nesse sentido pareceu relevante contextualizar o jornalismo à luz da Web 2.0

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Karine Dressler's comment, January 21, 2013 12:18 PM
A Web 2.0 tem dentre suas características a construção coletiva do conhecimento e o compartilhamento de informações. A participação da sociedade de forma mais ativa no Jornalismo onLine, mediante as ofertas da tecnologia, pode ser percebida como uma consequência do processo de convergência tecnológica e como uma mudança cultural advinda deste processo.
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Knight Community News Network: Helping citizens and journalists amplify community news

Knight Community News Network: Helping citizens and journalists amplify community news | Information in a New Social Era | Scoop.it
The Knight Community News Network is a self-help portal that guides both citizens and traditional journalists in launching and responsibly operating community news and information sites and that assembles news innovations and research on community...
Dressler Couto Lopes's insight:

A Knight Community News Network reúne um conjunto de recursos essenciais para a operação de iniciativas locais e comunitárias de comunicação social, dirigida a jornalistas e a cidadãos empenhados na voz pública.

 

Para além de ligações a documentos de caráter muito prático, compreende um conjunto sistematizado de tutoriais que guiam jornalistas, cidadãos, comunidades e organizações na construção de estruturas informativas. Incorpora ainda estudos e relatórios sobre o jornalismo cidadão e participativo.

 

Um diretório de iniciativas, cobrindo todo o território americano, espelha a importância do fenómeno, aqui enquadrada pelo Institute for Interactive Journalism, de nível universitário.

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Filipa Rodrigues's comment, January 17, 2013 12:55 PM
Em parte concordo contigo António, no entanto, ainda há muita resistência por parte de alguns autores em assumir essa necessidade de colaboração por parte do cidadão. Não sei se por não ser tão profissional ou mesmo por negação do fenómeno. Para mim parece-me bem, sendo que, numa primeira fase deve haver algum controlo em relação aos conteúdos e à própria forma de escrita.
Filipa Rodrigues's comment, January 17, 2013 1:04 PM
Conhecem o projeto SeeclickFix? Na ótica do seu criador, é um projeto que funciona como crowdsourcing na medida em que se recorre a um “estilo popular de fazer jornalismo", pois é a partir dos dados dos cidadãos que se divulgam e denunciam os factos de uma comunidade.
Pedro Almeida's comment, January 17, 2013 2:24 PM
Nice... Apesar de me parecer que não tem muitos adeptos, mas foi uma consulta rápida.
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Open Wire - open-wire - The Atlantic Wire

Open Wire - open-wire - The Atlantic Wire | Information in a New Social Era | Scoop.it
The Atlantic Wire covers news, opinion and aggregates content on business, politics, entertainment, technology, global and national on the official site of The Atlantic Wire
Dressler Couto Lopes's insight:

Uma forma de modelo parasitário do espaço participativo a funcionar como uma espécie de shoutbox que uma redação tradicional avalia, filtra e aproveita. Não é claro / visível que a atividade da comunidade de participantes resulte em conteúdo concreto.

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António Couto's comment, January 11, 2013 6:23 AM
Parasitário? Em que sentido @António Lopes? Parece-me que este tipo de modelo poderá ajudar as redações tradicionais a conseguirem novas (possíveis) fontes de informação. E consegue "dar voz" ao cidadão comum, que, a meu ver, em pleno séc. XX-XXI, fortemente influenciado pela blogosfera e pelas redes sociais, tem necessidade de um papel mais ativo, fazendo-se ouvir.
António Lopes's comment, January 15, 2013 7:21 AM
Empreguei "parasitário" porque o retorno de valor (para o "cidadão comum") não é claro e o esforço da construção de valor (por parte da "redação tradicional") é mínimo: não vamos atrás da história, vamos esperar que a história venha até nós. Como é um espaço de participação pública, mesmo a triangulação de fontes / opiniões e a métrica de interesse na história pode começar sem sequer qualquer sinal ou necessidade de atividade jornalística.
Pedro Almeida's comment, January 15, 2013 7:04 PM
Uma idea interessante sem dúvida. Por um lado é interessante perceber que há bastante atividade, e, por aí, já afirma a pertinência do espaço. Mas concordo que a solução técnica para a concretizar não será a melhor. A discussão é apresentada numa wall pouco estruturada o que, a quem chega e entra numa discussão a meio, limita o conteúdo que se possa apreender desta discussão.
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News sites need a major mobile-friendly overhaul | Zombie Journalism

News sites need a major mobile-friendly overhaul | Zombie Journalism | Information in a New Social Era | Scoop.it
Like most journalists, I consume a fair amount of media. I routinely get the majority of my news links from contacts on social media, email newsletters and alerts from a few select sources and communities like Reddit.
Dressler Couto Lopes's insight:

E ainda bem que devido à proliferação de dispositivos móveis como tablets e smart phones já se está a pensar quer na usabilidade, quer nos hábitos de consumos que se vão mudando... Venham lá esses estudos, académicos de preferência ;)

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Mobile Devices Promote News Consumption ~ Tech News 24h

Mobile Devices Promote News Consumption ~ Tech News 24h | Information in a New Social Era | Scoop.it
Mobile Devices Promote News Consumption. Read all About It, Online. The rise of mobile devices is self-evident. In America, 44% of adults own a smartphone, and the number of tablet users has increased 50% since 2011 ...
Dressler Couto Lopes's insight:

E não é que o consumo noticioso tem vindo a aumentar devido à proliferação dos dispositivos móveis? Estar informado em todo o lado e a qualquer hora...

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António Couto's comment, January 17, 2013 11:59 AM
Aliás quantos de nós não têm neste momento já um Smart Phone (Androids e iPhones) ou um Mobile Device (tablets e iPads)? O facto as ligações à internet estarem cada vez mais rápidas e facilitadas faz com que o cidadão comum ande, nos dias de hoje, mais informado... informado ao minuto! ;)
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Breaking news 24 7 - UK news - Blottr

Breaking news 24 7 - UK news - Blottr | Information in a New Social Era | Scoop.it
Blottr.com is a breaking news service that enables anyone to capture and report news happening around them. Become a citizen journalist with Blottr today.
Dressler Couto Lopes's insight:

Para além de um ciberjornal colaborativo, o Blottr surge, também, como uma plataforma, para iPhone e Android, onde jornalistas e eu-repórteres (jornalista-cidadão) podem fazer upload de texto, fotos, e vídeos geolocalizados. 

 

O seu user-generated content é catalogado pelos seus utilizadores aquando do upload atavés de hashtags de forma a indexar os conteúdos produzidos.

 

O conteúdo pode ser atualizado pelos mais diversos membros em casos de notícias em desenvolvimento numa dinâmica wiki. No entanto, existem contribuidores (colonistas regulares) em que os seus posts não são editáveis.

 

Embora tenha surgido para servir o Reino Unido, nos dias de hoje, o Blottr já existe em França e na Alemanha.

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Luis Pedro's comment, January 16, 2013 6:18 PM
Este é um projeto que me parece ser muito promissor, sobretudo pela facilidade de upload de conteúdos e pelo crowdsourcing na catalogação e verificação desse conteúdo!