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aprendizagem sobre interação, cocriação, convivência, conectividade, redes, mídia social, o imaterial.
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‘A ideia de felicidade ocidental, baseada no individualismo, falhou’

‘A ideia de felicidade ocidental,  baseada no individualismo, falhou’ | in.fluxo | Scoop.it
‘A ideia de felicidade ocidental, baseada no individualismo, falhou’
Vivianne Amaral's insight:

Entrevista com Roman Krznaric, fundador da School  of Life, analisa a insatisfação contemporânea com o trabalho.

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61% dos paulistanos deixariam o carro em casa se o transporte público fosse melhor: e você? | Metro Jornal

Segundo pesquisa sobre mobilidade urbana realizada pela Rede Nossa São Paulo e pelo Ibope, 61% dos paulistanos deixariam o carro em casa se o transporte (61% dos paulistanos deixariam o carro em casa se o transporte público fosse melhor: e...
Vivianne Amaral's insight:

Se o transporte público fosse melhor...

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Lúcia Santaella comenta sobre DNA das redes sociais

As novas teorias de comunicação que rondam as mesas de debates dos atuais comunicólogos contêm a ideia de que não há separação entre natureza e cultura. Ao c...
Vivianne Amaral's insight:

Inconsútil: adorei essa palavra, um fluxo contínuo, sem costuras. Um mundo sem fronteiras. Derivas recombinantes.

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Outros valores, além do frenesi de consumo

Outros valores, além do frenesi de consumo | in.fluxo | Scoop.it
Viveiros de Castro dispara: iludido por noção ultrapasada de progresso, Brasil pode desperdiçar oportunidade única de propor novo modelo civilizatório
Vivianne Amaral's insight:

O Brasil profundo, desvelado por Viveiros de Castro, que fala de coisas que costumamos jogar embaixo do tapete. 

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✌ A Practical Utopian’s Guide to the Coming Collapse | David Graeber | The Baffler

What is a revolution? We used to think we knew. Revolutions were seizures of power by popular forces aiming to transform the very nature of the political, social, and economic system in the country in which the revolution took place, usually according to some visionary dream of a just society. Nowadays, we live in an age when, if rebel armies do come sweeping into a city, or mass uprisings overthrow a dictator, it’s unlikely to have any such implications; when profound social transformation does occur—as with, say, the rise of feminism—it’s likely to take an entirely different form. It’s not that revolutionary dreams aren’t out there. But contemporary revolutionaries rarely think they can bring them into being by some modern-day equivalent of storming the Bastille.


Via jean lievens
Vivianne Amaral's insight:

Para o autor, a maioria das inovações econômicas dos últimos 30 anos fazem mais sentido politicamente do que economicamente. De fato, eliminar os empregos estáveis e substituí-los por contratos precários de trabalho  tem um sentido  mais político do que econômico.A medida não cria uma força de trabalho mais eficaz, mas é extraordinariamente eficaz na destruição de sindicatos e  contribui para despolitizar o trabalho. O incrivel é que acolhemos tudo isso como transformações muito positivas. Mas, se analisarmos o impacto em nossas vidas, veremos que estamos num regime de escravidão produtiva,  

O mesmo pode ser dito do aumento das horas de trabalho. Qualquer trabalhador autônomo, independente, trabalha atualmente mais de 40 horas por semana para manter  seus contratos temporários. Desta forma, ninguém tem muito tempo para a atividade política e cidadania. Tudo isso acontece com o suporte  das tecnologias de conectividade intensiva que nos colocam à disposição dos patrões o tempo todo.  A escravidão da fábrica se estende agora pelas 24 horas.

 

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ISTOÉ Independente - "Vivemos tempos líquidos. Nada é para durar"

ISTOÉ Independente - "Vivemos tempos líquidos. Nada é para durar" | in.fluxo | Scoop.it
 O sociólogo polonês radicado na Inglaterra Zygmunt Bauman é um dos intelectuais mais respeitados
Vivianne Amaral's insight:

Nada é para durar. No entanto, gostamos de saber/ sentir que estamos construindo coisas e relações duradouras. 

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Fórum Mundial de Mídia Livre divulga Declaração final de Tunes - Observatório do Direito à Comunicação

Fórum Mundial de Mídia Livre divulga Declaração final de Tunes - Observatório do Direito à Comunicação | in.fluxo | Scoop.it
Observatório do Direito à Comunicação

 

Junto com o lançamento do processo de construção da Carta Mundial de Mídia Livre, a comissão organizadora do III FMML divulgou esta semana a Declaração final de Tunes, aprovada pela Assembleia de Convergência pelo Direito à Comunicação do Fórum Social Mundial 2013. O documento, entre outros pontos, destaca a importância da mídia livre nas lutas pela transformação social na Tunísia e das rádios comunitárias para o exercício da liberdade de expressão nos países africanos.

Declaração de Tunes
Documento aprovado pela Assembleia de Convergência pelo Direito à Comunicação do Fórum Social Mundial 2013.

Tunes, 29 de março de 2013.
Nós, participantes, protagonistas e ativistas (s) da informação alternativa, que utilizamos a comunicação como ferramenta para a mudança social e defendemos o direito à comunicação e a liberdade de expressão, reunidos(as) em Tunes de 24 a 29 março de 2013, no III Fórum Mundial de Mídia Livre (III FMML), consideramos essa reunião altamente simbólica, pois foi realizada no país onde as mídias livres têm desempenhado um papel importante na mudança social.

Durante esse Fórum, que deu atenção especial às rádios comunitárias e associativas, ferramentas indiscutíveis para a democratização, mas não são reconhecidas legalmente em países da região,  diferentes temas foram discutidos: o processo do FMML, o direito à comunicação e informação como bens comuns, a apropriação tecnológica, as condições para uma internet livre, a regulação e principalmente as condições para promoção deste o setor de interesse público como elemento essencial do desenvolvimento e da democracia.

Considerando:
– Que a informação e o conhecimento são bens comuns o direito à comunicação é um direito fundamental e inalienável;
– Que todo campo midiático, que é parte estruturante da democratização do Estado e da sociedade, deve ser regido em observância ao Artigo 19 da Declaração dos Direitos Humanos, assim como referenciado na ética e na deontologia da comunicação, tal como consignado pelas cartas adotadas mundialmente e promovidas regional e internacionalmente pelos profissionais da área. 

Constatando: 
– O estrangulamento da comunicação pelos poderes político, econômico e industrial
– A instrumentalização e a mercantilização da informação pelos Estados e os grandes grupos de mídia;
– O aumento da concentração de poder e dos grupos de mídia;
– A incompatibilidade entre os velhos marcos  legais e os sistemas de mídia que evoluem  junto com os avanços tecnológicos;
– Uma ausência quase total de leis em favor do acesso da cidadania à informação pública;
– A falta de apoio à cidadania para a produção e disseminação de informação plural, diversificada e crítica;
– Liberdades de expressão e de imprensa minadas por leis repressivas;
– Uma repressão violenta contra a cidadania interessada na informação;
– A importância da inclusão digital para destravar o exercício do direito à comunicação;
– As ameaças à proteção de dados pessoais na internet;
– A falta de acesso aos meios de comunicação pela maioria das populações economicamente desfavorecidas;
– A criminalização, pela grande imprensa, da maioria das vozes sociais que desafiam a concentração de poder político, militar ou econômico;
– A invisibilização, pela grande imprensa, das ideias e os debates voltados à transformação da sociedade, em particular os que ocorrem no processo do Fórum Social Mundial;  
– A emergência de mídias livres e cidadãs que contribuem às mudanças sociais e políticas, como demonstrado pela Primavera Árabe.

Observando mais particularmente no Maghreb-Machrek e na África:
– A necessidade de um campo midiático diversificado e democrático, alimentado por uma participação efetiva e pelo exercício legítimo e protegido da liberdade de expressão pela cidadania; 
– A luta pelo reconhecimento legal das rádios comunitárias e associativas, como uma alavanca decisiva para o futuro das sociedades e seus modos de governança em a todos os níveis e em todas as áreas da vida comunitária. 

Lançamos um chamado pelo/a:
– Acesso livre e democrático à informação, de acordo com os princípios universais dos direitos humanos;
– Implementação do direito à comunicação de acordo com as normas e convenções internacionais;
A defesa de marcos regulatórios que garantam o acesso à informação e  liberdade de expressão para todos;
– Criação de autoridades reguladoras para a radiodifusão, que sejam verdadeiramente independentes de autoridades políticas e poder financeiro;
– Acesso ao espectro de rádio pelas mídias associativas e comunitárias, especialmente na região do Maghreb-Machrek, com o reconhecimento legal das rádios comunitárias que formam o terceiro setor de radiodifusão, ao lado dos setores público e privado, e a atribuição de frequências estas rádios, de forma justa;
– Implementação de políticas públicas de apoio à diversidade e pluralidade dos meios de comunicação;
– Acesso gratuito e universal à conectividade com a Internet ;
– Defesa de uma Internet livre e  governada democraticamente;
– Descentralização e apropriação de infraestrutura e software livre (Mesh P2P);
– Promoção de criptografia para proteger o anonimato nas comunicações;
– Promoção da cultura livre, da banda larga livre, do acesso gratuito à Internet, do conceito de bens comuns e a defesa da filosofia do software livre, para garantir a soberania tecnológica.

Nos comprometemos a:
– Aprofundar o diálogo entre a mídia livre e movimentos sociais em torno dos direitos à comunicação e ao conhecimento e da violação desses direitos;
– Apoiar iniciativas ativistas voltadas à efetivação do direito à comunicação;
– Estabelecer uma rede para coordenar campanhas voltadas a proteger e reforçar o direito à comunicação;
– Refletir sobre um modelo que garanta a viabilidade, sustentabilidade e independência dos meios de comunicação livres;
– Criar um grupo de redes de compartilhamento entre países do Norte e do Sul para promover a utilização de hardware e software livres para democratização e difusão massiva dos saberes tecnológicos;
– Construir e desenvolver alternativas livres para reforçar o universo das redes sociais livres;
– Refletir sobre o impacto ambiental da utilização de novas tecnologias;
– Defender que os eventos do Fórum Social Mundial sejam precedidos de um diagnóstico dos direitos, liberdades e garantias de comunicação no país sede, e do grau de acesso dos(as) habitantes aos meios de comunicação;
– Desenvolver a Carta Mundial de Mídia Livre, que elenque valores,  princípios e um código de ética comuns aos ativistas das mídias livres;
– Continuar a construção do processo do Fórum Mundial de Mídia Livre.


Via paula ugalde
Vivianne Amaral's insight:

As ações propostas: 
– Aprofundar o diálogo entre a mídia livre e movimentos sociais em torno dos direitos à comunicação e ao conhecimento e da violação desses direitos;
– Apoiar iniciativas ativistas voltadas à efetivação do direito à comunicação;
– Estabelecer uma rede para coordenar campanhas voltadas a proteger e reforçar o direito à comunicação;
– Refletir sobre um modelo que garanta a viabilidade, sustentabilidade e independência dos meios de comunicação livres; 

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Marshall McLuhan's 4 Laws of Media Applied to Innovation

Marshall McLuhan's 4 Laws of Media Applied to Innovation | in.fluxo | Scoop.it
"You know nothing of my work" by DANIEL HONAN   -   JULY 10, 2013 In the whimsical movie line scene in Woody Allen's film Annie Hall, Allen's character Alvy Singer is stuck in front of a pontificat...
Vivianne Amaral's insight:

Eu ainda não tinha percebido e, de fato,  esta lei é muito importante em sociedades de economias que dependem da inovação permanente. A hegemonia da ideia de inovação permanente e acelerada como uma necessidade  social deriva da presença cultural dos sistemas de mercado que precisam de consumo constante. Não uma necessidade humana. Diferente da criatividade, uma capacidade humana. 


" Inovação ao longo do tempo torna-se anti-inovação"


"Isto é muito importante, porque uma inovação é apenas uma inovação em um momento no tempo. Então torna-se algo como uma commodity, ou algo velho. Pense no e-mail. O email ia libertá-lo. Mas, então, todo mundo começou enviando-lhe uma mensagem. Sua caixa de entrada ficou cheia de spam e as pessoas enviam coisas que você não quer ver."

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A banalidade de Dilma - opiniao - Estadao.com.br

A banalidade   de Dilma   - opiniao - Estadao.com.br | in.fluxo | Scoop.it
Ao sair do filme Hannah Arendt, a filósofa judia descrita na tela por Margarethe von Trotta, muitas ideias me vieram à mente. Lembranças da ditadura,
Vivianne Amaral's insight:

Artigo de Gabeira fazendo boas conexões entre fatos e gerando reflexões pertinentes sobre o momento brasileiro

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O poder das folhas artificiais contra o aquecimento global

O poder das folhas artificiais contra o aquecimento global | in.fluxo | Scoop.it
Cientistas da Califórnia estão criando folhas artificiais capazes de imitar a fotossíntese.
Vivianne Amaral's insight:

O ser humano, cada vez mais cyborg. Mas não deixo de me perguntar: Se temos folhas vivas e que se reproduzem e fazem a mesma coisa porque destruí-las e passar a produzí-las industrialmente?

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Muitas tags - algumas se movem

Muitas tags - algumas se movem | in.fluxo | Scoop.it
Vivianne Amaral's insight:

Nessa nota de facebook há muitas portas para as conversas que aconteceram no período das manifestações em junho. Mapeamento de tags, hastags.

Convite do Carlos Diego: 

"Estou (estamos:) listando tags que marcaram estes dias e não necessariamente estão bombando. Consegui dividi-las mais ou menos assim, não tenho vontade de categorizá-las.

Quem viu mais uma? pode ser útil para os amigos..."

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rodAda hacker | oficina de programação para meninas e mulheres

Vivianne Amaral's insight:

Uma oficina para meninas e mulheres que querem aprender a programar projetos web, além de trocar, compartilhar e construir projetos incríveis na rede. Um dia inteiro de mão-na-massa para quem quer aprender fazendo e se divertindo!

2a RodAda Hacker São Paulo
Quando: Sábado, 27 de julho de 2013, das 9h às 19h
Onde: No bairro do Pacaembu (a confirmar)

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Cidades para pessoas

Cidades para pessoas | in.fluxo | Scoop.it
(por ana catarina)
Vivianne Amaral's insight:

O projeto Cidades para Pessoas é uma rede de conteúdo e conexões urbanas.

A proposta é gerar repertório, por meio de reportagens e ilustrações, sobre como melhorar as cidades e fazer conexões entre os setores que as moldam, como iniciativa privada, academia, poder público e sociedade civil, para que deixem um bom legado urbano em sua atuação.

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A revolução do trabalho – Cidades Para Pessoas

A revolução do trabalho  –   Cidades Para Pessoas | in.fluxo | Scoop.it
A revolução do trabalho
Vivianne Amaral's insight:

A importância de praticar para aprender. A cidade e o cotidiano como plataformas de aprendizagem, assim como o tatame...

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Rescooped by Vivianne Amaral from La Mejor Educación Pública
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Disruptions: More Connected, Yet More Alone

Disruptions: More Connected, Yet More Alone | in.fluxo | Scoop.it
A YouTube video about pervasive smartphone use may have landed at a moment when people start questioning if something has gone too far and start doing something about it.

Via KilianCD
Vivianne Amaral's insight:

A presença é condição para a qualdade dos vinculos e das interações. Aparentemente estamos perdendo (ou esquecendo) essa habilidade nos dedicando ao que está ausente, produzindo uma digitalização constante do presente. 

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KilianCD's curator insight, September 3, 2013 2:17 AM

The two-minute video, which has been viewed more than 15 million times, begins with a couple in bed. The woman, played by the comedian and actress Charlene deGuzman, stares silently while her boyfriend pays no mind and checks his smartphone.

 
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“Hay que trabajar menos horas para trabajar todos”

“Hay que trabajar menos horas para trabajar todos” | in.fluxo | Scoop.it
El economista aboga por una sociedad que produzca y consuma menos
Vivianne Amaral's insight:

Sim, distribuindo as oportunidades e ter tempo para uma vida mais plena.

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VIVA O FORA: Considerações extemporâneas sobre Ruidocracia e a Descentralização das Redes

VIVA O FORA: Considerações extemporâneas sobre Ruidocracia e a Descentralização das Redes | in.fluxo | Scoop.it
Pedro Paulo Rocha_Attraktor Zero
(1)
BinGo! Ruidokracia Vive! POW!!
Errátykos X Integrados X Reversos X Ruidokráticos X todos inversos X pedra X vidraça X água X Estratos X versus contra Versus X IN X...
Vivianne Amaral's insight:

Uma leitura não dilemática e crítica do caso Fora do Eixo

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Rescooped by Vivianne Amaral from Cooperation Theory & Practice
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The Quiet Realization of Ivan Illich's Ideas in the Contemporary Commons Movement | David Bollier

The Quiet Realization of Ivan Illich's Ideas in the Contemporary Commons Movement | David Bollier | in.fluxo | Scoop.it

"Many Americans have not heard of the commons except in connection with the word “tragedy.”  We’ve all heard the famous tragedy of the commons parable.  It holds that any shared resource invariably gets over-exploited and ruined.  Since the “tragedy meme” appeared in a famous 1968 essay by Garrett Hardin, it has been drummed into the minds of undergraduates in economics, sociology and political science classes.  It serves as a secular catechism to propagandize the virtues of private property and so-called free markets. 

Thanks to the tragedy smear, most people don’t realize that the commons is in fact a success story – that it is a durable artifact of human history, that it is a way to effectively manage shared resources, and that it lies at the heart of a growing political and cultural movement."


Via Howard Rheingold
Vivianne Amaral's insight:

A presença de Ivan Illich nas novas formas de viver e produzir. 

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Howard Rheingold's curator insight, August 5, 2013 1:47 PM

Elinor Ostrom won her economics Nobel Prize for her work on "governing the commons" -- demonstrating that "tragedy" was not inevitable when groups of people are faced with managing common pool resources. She also pointed out that neither socialism-style State ownership nor unregulated privatization were necessarily the only or best routes to well-managed commons. David Bollier has done a service by making this argument, and for reminding us of the pioneering work of Ivan Illich, who was mentor to California governor Jerry Brown, Stewart Brand, and many others.

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Don Tapscott: "Em rede, podemos mais que os governos" - Revista Época

Don Tapscott: "Em rede, podemos mais que os governos" - Revista Época | in.fluxo | Scoop.it
Don Tapscott: "Em rede, podemos mais que os governos"
Revista Época
Tapscott participou, na semana passada, da Conferência Crowdsourcing – Colaboração e Cocriação, em São Paulo.
Vivianne Amaral's insight:

Está nascendo uma nova forma de democracia.

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Café Filosófico CPFL | Caos e trauma no mundo contemporâneo, com Joel Birman | cpfl cultura

Café Filosófico CPFL | Caos e trauma no mundo contemporâneo, com Joel Birman | cpfl cultura | in.fluxo | Scoop.it
Vivianne Amaral's insight:

Na sexta feira, acredito que será interessante: Joel Birman é psiquiatra e psicoterapeuta. Birman escreveu vários livros no Brasil e na França sobre psicanálise. Atualmente ele é professor de Psicologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Instituto de Medicina Social na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).Está construindo, no Collège International de Philosophie, em Paris, uma linha de pesquisa interdisciplinar em psicanálise e filosofia em torno da questão das 'Novas condições do mal-estar na civilização'.

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Janelas enviam publicidade diretamente para o cérebro

Janelas enviam publicidade diretamente para o cérebro | in.fluxo | Scoop.it
"Janelas falantes" é o nome da campanha, em que as janelas do comboio emitem vibrações de alta frequência que transmitem publicidade diretamente para o cérebro dos passageiros, no momento em que descansam a cabeça contra a janela. E mais ninguém consegue ouvir a publicidade que está a passar na mente do passageiro encostado à janela.
Vivianne Amaral's insight:

Imagino que na primeira vez que vc usa isso deve sentir um grande estranhamento. 

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Folha de S.Paulo - Opinião - "Anota aí: eu sou ninguém" - 19/07/2013

Folha de S.Paulo - Opinião - "Anota aí: eu sou ninguém" - 19/07/2013 | in.fluxo | Scoop.it
Vivianne Amaral's insight:

Reflexão de Peter Pál Pelbart sobre as manifestações, politica: "Tornar cada vez mais comum o que é comum --outrora chamaram isso de comunismo. Um comunismo do desejo. A expressão soa hoje como um atentado ao pudor. Mas é a expropriação do comum pelos mecanismos de poder que ataca e depaupera capilarmente aquilo que é a fonte e a matéria mesma do contemporâneo --a vida (em) comum."

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'Nem todos precisam da escola', diz jovem que criou programa para autodidatas

'Nem todos precisam da escola', diz jovem que criou programa para autodidatas | in.fluxo | Scoop.it
Ele chocou a família ao deixar a escola aos 12 anos de idade. Agora, quer reunir talentos no Vale do Silício e ajudá-los a aprender por conta própria Dale J.
Vivianne Amaral's insight:

Dale J. Stephens, com 21 anos, é um autodidata convicto, além de um entusiasta da causa. Lançou um livro, Hacking Your Education (algo como “Hackeando sua educação”), e fundou o UnCollege (que, com o prefixo inglês “un”, ostenta a própria negação da escola), site dedicado a pesquisar a autoaprendizagem. 

Eu também sou autodita em muitas coisas que me interessam e só me diplomei na Universidade aos 52 anos. O caminho do autodidatismo e do alterdidatismo (aprender com o outro, na verdade é isso que acontece nas duas formas) depende de vc aprender a aprender, sem necessitar de mediações. Um aspecto a ser melhor desenvolvido  é que vc corre o risco de um saber muito instrumental , pois só estuda ou pesquisa aquilo que precisa ou deseja, o que está na sua demanda presente. As vezes, conhecimentos aparentemente periféricos criam contexto para uma compressão mais completa ou profunda dos fenômenos. 

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ENTREVISTA / TOBIAS ANDERSSON, Facebook deveria ser substituído por outra rede social

ENTREVISTA / TOBIAS ANDERSSON, Facebook deveria ser substituído por outra rede social | in.fluxo | Scoop.it
Cofundador de um dos sites mais longevos e populares da internet, o The Pirate Bay, de compartilhamento de arquivos, Tobias Andersson, 35, acredita que uma nova rede social, “totalmente independente de governos e empresas”...
Vivianne Amaral's insight:

Tobias Andersson, sobre o Facebook: "Eles têm sido muito bons em conectar pessoas, companhias e veículos de comunicação em um só local”, disse o sueco, que esteve nesta semana no Brasil, à Folha. Segundo ele, porém, políticas frágeis de privacidade e a necessidade de monetização do negócio tornaram a rede social uma ameaça à liberdade da internet.

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