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VIVA O FORA: Considerações extemporâneas sobre Ruidocracia e a Descentralização das Redes

VIVA O FORA: Considerações extemporâneas sobre Ruidocracia e a Descentralização das Redes | in.fluxo | Scoop.it
Pedro Paulo Rocha_Attraktor Zero
(1)
BinGo! Ruidokracia Vive! POW!!
Errátykos X Integrados X Reversos X Ruidokráticos X todos inversos X pedra X vidraça X água X Estratos X versus contra Versus X IN X...
Vivianne Amaral's insight:

Uma leitura não dilemática e crítica do caso Fora do Eixo

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aprendizagem sobre interação, cocriação, convivência, conectividade, redesl, mídia social, o imaterial.
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Um diálogo sobre infância, ética e amor - Humberto Maturana e Ximena Davila - YouTube

"Como estamos fazendo o que estamos fazendo?" Essa foi uma das perguntas que permeou o diálogo entre Humberto Maturana e Ximena Davila, no Instituto Alana. P...
Vivianne Amaral's insight:

O futuro da humanidade não são as crianças. Ele é decido por nós, os adultos de hoje. Como vivemos, como fazemos as coisas, é que definirá o futuro. Só existe o presente. E no presente, nós adultos podemos influir e mudar nossas atitudes que vão gerar um futuro mais amoroso e sustentável para que nossas crianças sejam pessoas adultas mais felizes.

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Compartilhar em vez de ter

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Estimulada por startups e entusiastas de tecnologia, surge uma nova cultura de consumo, que prefere alugar, pegar emprestado ou compartilhar a comprar

Cento e vinte mil turistas viajaram pelo Brasil sem um hotel onde ficar durante a Copa do Mundo, segundo o Airbnb, site de hospedagens americano. Dois deles, um torcedor argentino e outro inglês, se hospedaram no apartamento de Débora Lourenço e do marido, o engenheiro colombiano Mauricio Barrera, em Pinheiros, São Paulo. "Foram experiências bastante tranquilas. Gostamos de receber pessoas", diz Débora. A estada, como no caso dos outros turistas, não foi acertada pela rede hoteleira, mas justamente por meio do Airbnb, que opera no Brasil desde 2012.

Esquemas de compartilhamento como o Airbnb criaram uma economia em áreas que pouco haviam sido monetizadas antes. Nas sombras da economia formal, transações de pessoa para pessoa, chamadas de P2P (sigla em inglês para de pessoa para pessoa), já movimentam US$ 3,5 bilhões por ano nos Estados Unidos, segundo a consultoria americana Gartner. No país, envolvem não apenas hospedagem como compartilhamento de carros, pequenos trabalhos e aluguel de ferramentas, roupas e praticamente qualquer objeto.

Em essência, essa economia de pequenos serviços não é muito diferente do que ocorria quando alguém oferecia serviços em um mural ou emprestava algo a conhecidos. Mas o surgimento dos smartphones, combinado com a internet, tornou mais fácil contratá-los. Mapas e GPS permitem encontrar um táxi, uma furadeira ou um apartamento para alugar. Redes sociais e recomendações dos usuários ajudam a estabelecer confiança e os pagamentos on-line evitam calotes.

"Juntos, esses três serviços criam confiança entre estranhos, um elemento crucial quando se aluga algo para outra pessoa", afirma o pesquisador holandês Marco Böckmann, da Universidade de Twente, autor de um estudo sobre a economia compartilhada. O resultado é uma explosão de serviços numa escala nunca vista, envolvendo uma multidão de anônimos.

Não apenas eles. Frederic Larson, conhecido fotógrafo com uma carreira no jornal "San Francisco Chronicle", foi uma das vítimas, em 2009, das demissões no jornalismo americano. Com dois filhos e aos 63 anos, hoje dá aulas na Academy of Art University e palestras eventuais, obtendo uma pequena parcela do antigo salário. Sua renda mais estável são os US$ 3 mil mensais que ganha alugando a casa no Airbnb e usando o próprio carro, um Toyota Prius, como táxi do serviço de compartilhamento de veículos Lyft nas terças à noite. "Eu tinha produtos que podia compartilhar: meu Prius e minha casa. São minhas duas fontes de renda", disse. Larson agora procura sites para alugar seu equipamento.

A ideia de que tudo pode ser compartilhado contesta o conceito de sociedade de consumo do século XX. Possuir algo foi visto como a base do capitalismo até a década passada, principalmente nos Estados Unidos. "Quanto mais propriedade há na América, mais vitalidade há na América", defendeu o ex-presidente George W. Bush no mote econômico de sua reeleição, em 2004. Mas, ainda que Bush tenha saído vencedor, a cultura da posse estava sendo, de alguma forma, comprometida.

Primeiro, foram os serviços de troca de arquivos e a digitalização da música que esvaziaram para sempre as estantes de CDs, convertidos em arquivos MP3 que podiam ser baixados e compartilhados. Sites de "torrents", como o Pirate Bay, e mais tarde os serviços de "streaming", como o Netflix, fizeram o mesmo com os DVDs. Foi então, em 2008, que a arquitetura financeira que sustentava o consumo desenfreado - a bolha imobiliária nos EUA - entrou em colapso. A taxa de desemprego americana subiu a quase 10% e as famílias endividadas tiveram que reduzir o consumo.

Nos escombros, estimulada por startups e entusiastas de tecnologia, surgiu uma nova cultura de consumo, que prefere alugar, pegar emprestado ou compartilhar a comprar. A ideia está ligada ao movimento minimalista, que descarta a posse de bens, exceto os essenciais. Também casa com o estilo de vida dos "millenials", a geração nascida a partir dos anos 1980, na qual é mais forte a cultura digital e também o grupo mais atingido - perto de 20% - pelo desemprego nos EUA.

A base dessa economia alternativa é San Francisco, nos Estados Unidos. Ao sul da cidade fica o Vale do Silício, que abriga as sedes de gigantes como Google, Apple e Facebook. San Francisco é a base do Getaround, TaskRabbit, Venuetastic, DogVacay, Liquid, Zaarly e Lyft, serviços que dominam no país a economia do compartilhamento. E também dos seus dois maiores ícones: o Uber e o Arbnb.

Lançado em 2009 por Garrett Camp e Travis Kalanick, uma dupla de empreendedores por trás de serviços como o Stumble Upon, plataforma de descobertas na internet que foi razoavelmente popular até ser comprada pelo eBay, em 2007, o Uber, inicialmente chamado Ubercab, começou conectando passageiros e motoristas em 15 cidades americanas. Hoje, atua em 37 países e 138 cidades. Em maio, começou a operar no Rio e, no mês passado, chegou a São Paulo.

Funciona como um serviço de táxi comum. Por meio de um aplicativo, motoristas cadastrados podem localizar um passageiro em busca de transporte e o levam a seu destino, com pagamento debitado no cartão de crédito. Os valores são parecidos com os cobrados por táxis, mas há um gasto mínimo. Também existe uma taxa de cancelamento. O Uber fica com 20% do valor e o resto é repassado ao motorista.

"O Uber é uma oportunidade poderosa para o empreendedorismo", diz Jamie Moore, diretora de comunicações do serviço. "Os motoristas podem fazer mais dinheiro e com maior flexibilidade do que em qualquer outra opção disponível."

Apesar de ser o mais conhecido, o Uber não é o único serviço de compartilhamento de carros no Brasil. No Zaznu, aplicativo nacional lançado em março no Rio, o pagamento é opcional. Ao fim de cada corrida, a plataforma apenas recomenda um valor de 80% do valor do que seria cobrado por um táxi. Já no Amigo Carona não há pagamento formal. O serviço une um aplicativo e uma página do Facebook em que motoristas podem divulgar seus trajetos e combinar caronas com outras pessoas. Deixa a critério dos usuários a negociação e não cadastra cartão de crédito. Tem 15 mil cadastrados.

Com outra ideia, o site brasileiro Caronetas, no ar desde 2012, já tem 1 milhão de cadastrados e 20 mil viagens. Permite que colegas de trabalho ou de um mesmo prédio deem caronas, também pagas por cartão. Mas, para evitar problemas com a legislação, o serviço não repassa o dinheiro. O serviço conta com uma moeda própria, a caroneta, comprada pelos caronas para pagar as viagens, que pode ser trocada pelos motoristas por telefones celulares e outros produtos na própria plataforma - sites parceiros disponibilizam produtos para o programa de pontos. "Se eu permitir que as pessoas transacionem dinheiro, é transporte pago. É um táxi sem bandeira. Não haveria diferença para um serviço de vans", diz Marcio Nigro, criador e CEO do Caronetas, startup com sede em São Paulo.

Serviços já estabelecidos no exterior dão uma ideia de como o compartilhamento pode mudar o uso dos carros. O aplicativo francês BlaBlaCar ajuda motoristas com espaço vazio no carro a encontrar passageiros para rachar as despesas de uma viagem. Um veículo pode ser alugado de outra pessoa por um dia, uma semana e até uma viagem inteira no site Getaround. Não tem onde estacionar? Pelo site britânico ParkatmyHouse é possível encontrar alguém com uma vaga ou uma garagem disponível. Serviços que permitem a retirada de veículos elétricos numa parte da cidade e a entrega em outra já são comuns na Coreia do Sul, França e Canadá.

Antes do Facebook, em 2003, o Couchsurfing, uma rede social de hospedagem, começou a atrair usuários em busca de um sofá durante viagens. As estadas não envolviam dinheiro, mas não demorou para alguém pensar em transformar a ideia em um negócio. O Airbnb entrou no ar em 2008, conectando pessoas com um quarto vago e os interessados em alugá-lo, em várias cidades americanas. Hoje está em 196 países, com 600 mil anúncios que incluem, além de quartos e apartamentos, barcos, castelos e casas na árvore.

"A gente se vê como uma empresa que está criando uma nova indústria", observa o alemão Christian Gessner, "country manager" da empresa no Brasil. "Não é nada novo. O jeito como as pessoas viajam hoje pelo Airbnb é como viajavam antigamente. Até um século atrás, as pessoas procuravam abrigo nas comunidades e sempre achavam uma porta aberta. Havia mais confiança."

Confiança e reputação são valores quase tão importantes quanto dinheiro nesse tipo de economia. Enquanto serviços de hotelaria ainda não digerem as críticas em sites de resenhas de hospedagem como TripAdvisor, o Airbnb estimula que os viajantes e hospedeiros confiram a reputação uns dos outros antes de acertar a estada. Um apartamento com problemas de higiene, por exemplo, logo acaba denunciado aos outros usuários. Comentários apontam os melhores locais. Proprietários e hóspedes podem recusar um ao outro, a depender da reputação.

Trata-se de uma ideia recuperada do passado. No século XI, entre os mercadores do Magreb, comerciantes judeus que operavam no norte da África muçulmano, os contratos eram regidos por um sistema de reputação baseado mais nas punições informais do que nas leis. Os comerciantes adquiriram fama de honestos. Também em Veneza, durante a Renascença, a reputação foi solução para os negócios entre mercadores do Mediterrâneo, pois não havia sequer sistema legal.

Estabelecer confiança era o desafio esperado dos serviços que começaram a operar no país. "Todo mundo dizia que o conceito não iria funcionar, que o brasileiro é muito desconfiado. Mas a gente chegou rapidamente aos mesmos casos de sucesso de outros países", comenta Geissner, do Airbnb. A Serttel, startup do Recife responsável pelos sistemas Bike de aluguel de bicicletas, descobriu também ser falso outro estereótipo - de que o brasileiro não cuida do patrimônio alheio.

"Em Paris e Barcelona, 12% das bicicletas precisam ser trocadas todo ano por causa do vandalismo. Aqui, nossos índices são insignificantes", afirma Peter Cabral, diretor-executivo da empresa. Hoje com 1 milhão de cadastrados em 12 cidades, inclusive capitais como Porto Alegre, São Paulo, Recife e Salvador, o serviço disponibiliza 5 mil bicicletas para aluguel em estações com o pagamento de uma mensalidade de R$ 10. Um aplicativo para smartphone libera as bicicletas, que podem ser usadas por até uma hora de cada vez.

"Temos indícios de que as bicicletas 'públicas' não são mais só uma opção de lazer, mas estão sendo usadas no dia a dia. Em Porto Alegre, 70% do uso ocorre nos horários de rush."

No geral, no entanto, o país ainda tem pouca presença na economia compartilhada. Muita regulamentação, burocracia e impostos altos são reclamações das empresas. Em compensação, há as vantagens nacionais - o governo federal e as prefeituras costumam ser amigáveis à cultura digital. Enquanto tribunais e governos no exterior perseguem os novos serviços, o Ministério do Turismo brasileiro estimulou a hospedagem compartilhada durante a Copa.

"Também tem uma coisa: nós somos lentos, mas temos uma relação interpessoal mais informal, mais fácil", diz Evaldo Lopes, professor da Escola de Administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV) de São Paulo. "O encantamento dos estrangeiros na Copa com os brasileiros passou por isso."

No livro "A Riqueza das Redes", o israelense-americano Yochai Benkler, professor da Escola de Direito da Universidade de Harvard, aponta que a internet criou uma estilo alternativo de produção: em rede e auto-organizada, mais do que gerenciada por alguém no comando, sem presidentes, chefes e diretores a determinar tarefas, como ocorre nas empresas. A economia nascida do processo, com milhões de novos pequenos empreendedores, seria capaz de compensar a perda dos empregos fechados pela tecnologia.

Compartilhar em vez de ter redefiniria o valor de um produto não com base no desejo, mas na necessidade, com reflexos no meio ambiente e no uso de recursos naturais. Por último - um argumento que quase todos os autores consideram central -, há o valor de cada negócio ser feito de pessoa para pessoa. Aproximar as pessoas, argumenta Brian Chesky, fundador do Airbnb, levaria a sociedades mais tolerantes, criando laços que às vezes se tornam novas amizades.

"Gostamos de receber as pessoas", confirma Débora, a anfitriã do Airbnb do início deste texto. "Claro que alguns hóspedes interagem mais que outros, mas todo mundo que recebemos até hoje eram pessoas bacanas e interessantes."

Apesar de todo o otimismo, o impacto da economia compartilhada ainda é pequeno. Nos Estados Unidos, o Airbnb dispõe de 50 mil quartos, ante 4 milhões da rede hoteleira - são 20 mil no Brasil, ante 2,3 milhões dos hotéis e pousadas. Mesmo assim, um estudo da Universidade de Boston estima que o Airbnb reduziu o lucro da rede hoteleira em 5% nas cidades onde está estabelecido há mais tempo - esse número deverá subir para 10% em 2016.

O impacto da transformação também pode ser medido pelas reações. Em junho, taxistas fecharam ruas em Londres e Madri e motoristas de limusine fizeram o mesmo no caminho do Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, para pressionar o governo a agir contra o Uber. O serviço está proibido pela Justiça de concorrer com os táxis em Bruxelas, em Berlim e na cidade americana de Pittsburgh, sob a alegação de ser um risco para a segurança. Em Paris, carros do Uber são atacados nas ruas.

O Sindicato dos Motoristas Autônomos de Táxi de São Paulo também ameaça com protestos, caso a prefeitura não proíba aplicativos como o Uber. "Agora que a Copa passou, queremos nos reunir com a prefeitura e cobrar uma atitude", diz Natalício Bezerra da Silva, presidente do sindicato. "Para a categoria, não há diferença entre esses motoristas e os de vans".

O Airbnb enfrenta a reação da indústria hoteleira. Nos Estados Unidos, as cidades de Portland e San Francisco aprovaram leis proibindo hospedagens residenciais por menos de 29 dias. Nova York estuda lei semelhante e multou um usuário do Airbnb por atuar ilegalmente como um hotel. Outra face do fenômeno: proprietários americanos usam o site para caçar inquilinos com contratos antigos e despejá-los por sublocar o imóvel.

"Nós combatemos o Airbnb. As restrições precisam ser as mesmas e também os impostos", diz Enrico Fermi, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, que pressiona o governo a exigir do serviço as mesmas regras da hotelaria. "Não concordamos com a postura do Ministério do Turismo de apoiar esses serviços. Primeiro, disseram que iria faltar hotel. Nós entregamos mais do que o solicitado e teve quarto sobrando."

Numa previsão pessimista, um estudo da empresa americana de estratégia financeira ConvergEx projeta: uma tendência de longo prazo do hábito de compartilhamento poderia lançar a economia mundial numa depressão. "Ajustar-se a um consumidor que não necessariamente compra, mas aluga, exige uma mudança na produção, nas vendas e até mesmo nas estruturas de emprego. Se um consumidor opta por alugar um apartamento ou compartilhar um carro, em vez de comprar, então a demanda por novas casas e carros cai."

"Todo ciclo de grandes mudanças provoca um desemprego fantástico e cria oportunidades de emprego", contemporiza Evaldo Lopes, da FGV-SP. "Quando começou o primeiro ciclo da área agrícola, 80% da população trabalhava no campo. A população rural ficou em 10%. Isso não fez que esse pessoal ficasse desempregado. Foram para a indústria. Agora é a indústria em crise. Volta-se ao conceito de ter uma coisa mais adequada."

Em meio à histeria há uma discussão necessária: que critérios aplicar à economia compartilhada? Em algumas cidades americanas, o Airbnb desconta das transações o imposto de hotelaria. Mas, e quanto às legislações sobre higiene e segurança? E se um vizinho se incomodar com o movimento de estranhos, sem falar no uso de prédios residenciais como hotel? A reputação vale tanto quanto a regulamentação?

O economista Arun Sundararajan, professor da Escola de Negócios da New York University, acha que sim: "Regulações foram coisas certas no seu tempo e contribuíram para a segurança e eficiência de serviços ao longo do século passado", afirma. "Mas as instituições digitais que estão emergindo já começaram a torná-las obsoletas."

Por seis dias, este repórter se hospedou em um apartamento via Airbnb. O anfitrião foi muito correto, ofereceu o que prometia: um quarto tranquilo em um bairro bom de São Paulo, uma companhia tranquila e uma cama confortável. A experiência se localiza entre ficar na casa de um conhecido e um hotel. A convivência depende da disposição à interação. Durante a apuração para esta reportagem, foi preciso também resistir à tentação de ganhar um martelo no Doabox, site brasileiro de doações. Durante três semanas, o repórter acompanhou pessoas doando e outras ganhando objetos, que vão de álbuns de figurinhas a lanternas, entre outros. O martelo continuou lá. Ao fim de 22 dias, foi dado a outra pessoa. Mesmo assim, decidi doar uma caixa de livros.




Via Luciano Sathler
Vivianne Amaral's insight:

Possuir deixa de ser importante; ter acesso e usufruir  são as novas formas de relação com objetos e serviços. 

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Más allá del medioambiente: volver a enamorarnos de la Madre Tierra | Beyond environment: falling back in love with Mother Earth

Más allá del medioambiente: volver a enamorarnos de la Madre Tierra | Beyond environment: falling back in love with Mother Earth | in.fluxo | Scoop.it
Thich Nhat Hanh explains why mindfulness and a spiritual revolution rather than economics is needed to protect nature and limit climate change

Via Lia Goren
Vivianne Amaral's insight:

Via Lia Goren. O caminho  da sustentabilidade é um caminho de reconexão com a natureza.l

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Lia Goren's curator insight, April 29, 9:28 PM

Excelente nota que refleja el pensamiento del maestro zen Thich Nhat Hann. Me llega vía la página fcb de David Suzuki's Queen of Green. Confieso que he leído un poco más de la mitad, en inglés, y mañana seguiré con lo que falta. Son las veces en que me alegra ir avanzando en mi comprensión del idioma.

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PROTESTOS

PROTESTOS | in.fluxo | Scoop.it
Vivianne Amaral's insight:

Importante relatório realizado pela ong Artigo 19 sobre as violações à liberdade de expressão e manifestação realizadas pelo Estado nas manifestações de 2013 

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emdefesadademocracia

emdefesadademocracia | in.fluxo | Scoop.it

Manifesto em defesa da democracia e das liberdades

Vivianne Amaral's insight:

A democracia e as liberdades existem e resistem ali, onde pessoas praticam seus direitos. Junte-se a nós!

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novas profissões, novas possibilidades | com silvio meira

as novas relações entre trabalho e vida e as profissões que vão surgindo configuradas pela tecnologia e conectividade criam um novo panorama profissional e oferecem…
Vivianne Amaral's insight:

Vídeo da apresentação do Silvio Meira no Café Filosófico " As novas formas de produzir a vida", em abril de 2014

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Silvio Meira - Novas profissões novas possibilidades | Facebook

Silvio Meira - Novas profissões novas possibilidades | Facebook | in.fluxo | Scoop.it
Vivianne Amaral's insight:

Dia 23, a palestra de Silvio Meira, no Café Filosófico " As novas formas de produzir a vida" falando sobre as novas profissões, empreendedorismo inovador, novas relações de trabalho. Pode ser a vivo , no Instituto CPFL, em Campinas ou pela web. No evento do Face estão as informações para acesso via web.

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Pulitzer: um tapa na cara do Estado de vigilância

Pulitzer: um tapa na cara do Estado de vigilância | in.fluxo | Scoop.it
Maior prêmio jornalístico do mundo concedido a vazamentos de Edward Snowden -- o homem que Washington persegue em toda parte
Vivianne Amaral's insight:

O prêmio premia a coragem de Edward Snowden e valoriza a produção jornalística de qualidade  e a liberdade da imprensa, num contexto de produção onde textos são encomendados  por lotes, com preços nivelados por baixo valor, em sites que degradam o trabalho profissional de produção jornalística. 

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Um 8 de março para homens

Um 8 de março para homens | in.fluxo | Scoop.it
Não dê rosas, nem presentes: não é celebração comercial. Leia, assista a filmes, reflita. Participe de uma experiência de inversão
Vivianne Amaral's insight:

Já passou! Não, no ano que vem tem  mais. Bom texto para inspirar atitudes para além das rosas e dos jantares de celebração.

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“Não é a ideia. É a execução"

“Não é a ideia. É a execução" | in.fluxo | Scoop.it
O criador do centro de inovação do Recife critica o ambiente empreendedor no Brasil
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Lia Goren's curator insight, March 3, 7:09 PM

"Não aguanto mais conhecer empreendedores. Eles não entendem que um negócio inovador não é feito de idéias, mas de execução. "

Ricardo Rocha's curator insight, March 20, 7:25 PM

Uma fera o Silvio Meira...um monstro! Bem legal as palestras dele.

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Vivianne Amaral - Entrevistas-base do filme Hierarquia: conversas depois do fim de um mundo.

Vivianne fala sobre sua experiência em organizações que se pensavam redes mas acabaram caindo nas armadilhas da verticalização. Ela faz, também, uma interessante…
Vivianne Amaral's insight:

Entrevista para o  Mário Salimom quando fazia o filme Hierarquia: conversas depois do fim de mundo:. 

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Seven Lessons for Leaders in Systems Change

Seven Lessons for Leaders in Systems Change | in.fluxo | Scoop.it
A report from the field. The first guiding principle of the Center for Ecoliteracy's framework for schooling for sustainability — Smart by Nature™ — is "nature is our teacher."
Vivianne Amaral's insight:

 "Você nunca pode dirigir um sistema vivo. Você só pode perturbá-lo."  Humberto Maturana e Francisco Varela,

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A Shift from Online to Offline: Adolescence, the Internet and Social Participation

A Shift from Online to Offline: Adolescence, the Internet and Social Participation | in.fluxo | Scoop.it
Participants described their enhanced social self-esteem through positive peer feedback via online comments and 'likes' which reiterates their desire to ultimately seek social validation.

Via Adelina Silva
Vivianne Amaral's insight:

Pesquisa muito interessante sobre a relação jovens&internat pois vai além das abordagens comuns, sem moralismo.

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O manifesto contra a inquisição na PUC-SP

O manifesto contra a inquisição na PUC-SP | in.fluxo | Scoop.it
Toni Negri, Jacques Rancière, José Miguel Wisnik, Tarso Genro, Marilena Chauí e outros intelectuais denunciam perseguição de professores e obscurantismo na Universidade  Uma carta disparada semana ...
Vivianne Amaral's insight:

Abaixo assinado contra aperseguição de professores na PUC-SP.

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La biologia della gestalt

La biologia della gestalt | in.fluxo | Scoop.it
Conferenza di Claudio Naranjo sulla biologia della gestalt, tenuta presso l'Università Gestalt di Città del Messico, in occasione del premio Honoris Causa
Vivianne Amaral's insight:

Claudio Naranjo faz uma conexão esclarecedora sobre três temas: Biologia da Gestalt,Por que sofremos? e Mente patriarcal. Fala sobre amor, intuição  e castração ."Amor é a função plena de nossa mente mamífera".

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O centro do Antropoceno

O centro do Antropoceno | in.fluxo | Scoop.it
Burj Dubai, Dubai Projetos artísticos com produção simples e forte significado, mas que ainda conseguem transmitir um aspecto estético relevante sempre me chamou muito a atenção. Principalmente se ...
Vivianne Amaral's insight:

as imagens produzidas provocam a reflexão sobre a complexidade das estruturas que compõem os centros capitalistas globais, transformando as paisagens aéreas em epicentros associados a indústrias como o petróleo, metais preciosos, cultura de consumo e excesso, refletindo a ordem de estruturas tão complexas.

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Want to be happy? Be grateful

Want to be happy? Be grateful | in.fluxo | Scoop.it
A única coisa que todos os seres humanos têm em comum é que cada um de nós quer ser feliz, diz o irmão David Steindl-Rast, um monge e estudioso ecumênico. E felicidade, ele sugere, nasce da gratidão. Uma lição inspiradora sobre desacelerar, olhar para onde você está indo, e acima de tudo, ser grato.
Vivianne Amaral's insight:
A felicidade e alegria estão relacionadas à capacidade de encantar-se. Para isso é preciso desacelerar a vida e permitir-se a sentir gratidão.
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a nova composição do trabalho | giuseppe cocco

o que acontece quando a imaterialidade chega à economia? o valor se torna intangível (é produzido nas interações entre pessoas) e o trabalho se torna imaterial.…
Vivianne Amaral's insight:

Video da apresentação do Giuseppe Cocco no Café Filosófico " As novas formas de produzir a vida" , em abril de 2014.

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Augusto de Franco: viver em rede e viver da rede | Facebook

Augusto de Franco: viver em rede e viver da rede | Facebook | in.fluxo | Scoop.it
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Dia 25, a palestra de Augusto de Franco no Cafe Filosófico " As novas formas de produzir a vida". Uma conversa sobre  as experiências de convivência e de criação de uma economia inspirada na abundância e na colaboração. Pode ser a vivo , no Instituto CPFL, em Campinas ou pela web. No evento do Face estão as informações para acesso via web.

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Marco Civil da Internet: a batalha no Senado

Marco Civil da Internet: a batalha no Senado | in.fluxo | Scoop.it
Um articulador das lutas pela liberdade na rede expõe conquistas e limites do projeto aprovado na Câmara e antecipa tática dos conservadores para revertê-lo
Por Sergio Amadeu, entrevistado na IHU...
Vivianne Amaral's insight:

Democracia e vigilância permanente dos direitos: Segundo dados do Portal de Notícias do Senado, o texto que foi enviado pela Câmara dos Deputados já recebeu 41 emendas. “Elas (as companhias de telecomunicações) já estão organizando o lobby das operadoras com o Senado numa tentativa de alterar a redação da neutralidade. Por isso nós estamos nos preparando para uma batalha, porque se o projeto de lei for mudado no Senado, ele volta para a Câmara, e não volta para ser melhorado, volta para ser piorado”, destaca o entrevistado.

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Giuseppe Cocco: A nova composição do trabalho | Facebook

Giuseppe Cocco: A nova composição do trabalho | Facebook | in.fluxo | Scoop.it
Vivianne Amaral's insight:

Começa dia 11, as 19:00, no Instituto CPFL, a série de eventos do Café Filosófico "As novas formas de produzir a vida", sob minha curadoria. Inicia com uma apresentação de Giuseppe Cocco, professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autor, entre outros, de GLOBAL - Biopoder e luta em uma América Latina globalizada (Record, 2005), escrito em conjunto com Antonio Negri.
Porque convidei o Giuseppe Cocco?
Porque, nessa mirada sobre o contemporâneo, desejo ir além do fetichismo das redes, dos pós tudo e do fim da história. O pensamento vivo de Cocco contribui para pensarmos criticamente as formas contemporâneas de produção de existência.

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Noticing New York: Internet Guru Clay Shirky Speaking At Brooklyn Heights Association Annual Meeting Says We Need Libraries Because Of Holes In The Internet

Noticing New York: Internet Guru Clay Shirky Speaking At Brooklyn Heights Association Annual Meeting Says We Need Libraries Because Of Holes In The Internet | in.fluxo | Scoop.it

Last week the Brooklyn Heights Association introduced Clay Shirky, the“author/digital thought leader/NYU professor/Brooklyn Heights area resident” as its featured speaker at its annual meeting, to talk about“what the internet does to culture.”  There are plenty who suspected that in selecting Shirky as its speaker for the meeting the BHA was attempting to convey that the BHA is technologically hip and therefore qualified and even prescient in supporting the sale and shrinkage of the neighborhood’s library.


Via jean lievens
Vivianne Amaral's insight:

Os meios e suportes de comunicação,  são simultâneos, complementares e não excludentes  entre si.. 

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Engajamento, web social, colaboração, excedente cognitivo

Vivianne Amaral's insight:

Fiz este mapa dos conceitos apresentado por Clay Shirky, em Cultura da Colaboração, uma síntese de recomendações relativas ao engajamento na web social. Gostei do livro, e do conceito de excedente cognitivo conectado como a matéria prima da cultura de colaboração. Este mapa é relativo ao último capítulo do livro. 

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Aquecimento global é inevitável e 6 bi morrerão, diz cientista

Aquecimento global é inevitável e 6 bi morrerão, diz cientista | in.fluxo | Scoop.it
James Lovelock, renomado cientista, diz que o aquecimento global é irreversível - e que mais de 6 bilhões de pessoas vão morrer neste século
Vivianne Amaral's insight:

Uma visão pessimistas. Será que podemos dizer que não é realista? 

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Mujica, teórico da transição pós-capitalista?

Mujica, teórico da transição pós-capitalista? | in.fluxo | Scoop.it
Em entrevista inédita no Brasil, ele debate causas do fracasso do "socialismo real" e afirma: para superar sistema, é preciso começar pelo choque de valores Cada vez mais popular tanto nas redes so...
Vivianne Amaral's insight:

A energia da mudança flui onde se experiencia criar novas formas de convivência e produção. Depois de tantos anos de obediência, escassez, controle e competição é preciso vivenciar situações de interação nãos seja dominadas por estas condutas. É uma mudança ao mesmo tempo interna e externa."Mujica mantém-se convicto de que o sistema em que estamos mergulhados precisa e pode ser superado. Mas será um processo lento, como toda a mudança de mentalidades, e precisa priorizar o choque de valores: tornar cada vez mais clara a mediocridade da vida burguesa e apontar modos alternativos de convívio e produção."

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Lia Goren's comment, January 25, 6:46 PM
Muito boa! li a nota original em espanhol! no tinha visto. Obrigada!