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UNIVERSO HQ | QUADRINHOS | Super-herói da vida real encerra a carreira

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Super-herói da vida real encerra a carreira

Por Marcus Ramone (16/01/06)

O enredo é bastante familiar a qualquer leitor de quadrinhos: um super-herói cheio de boas intenções vive entre uma parte da população que o admira e outra que o odeia, quando um ardil perpetrado por um repórter de jornal revela a todos sua identidade secreta e destrói sua carreira de vigilante.

Neste caso, porém, a história é real e aconteceu na cidade de Jackson, Michigan, nos Estados Unidos, com o "super-herói" Capitão Jackson, um paladino da justiça fantasiado que durante anos ajudou a encontrar vítimas de assassinato e bichinhos de estimação perdidos, mobilizou empresários da cidade para criar uma espécie de banco de alimentos para a população carente, e ainda encontrava tempo para aparecer em eventos sociais.

A cruzada do pretenso herói teve início há cinco anos, com suas primeiras patrulhas regulares nas ruas de Jackson, sob a anuência das autoridades locais. Pouco depois, juntaram-se a ele as "super-heroínas" Crimefighter Girl (Garota Combatente do Crime) e Queen of Hearts (Rainha dos Corações), formando a equipe Crimefighter Corps.

Mas, apesar do sucesso daquela figura folclórica, com direito a site oficial na internet, ainda havia pessoas que não queriam seus filhos tendo um homem mascarado como exemplo a ser seguido, e a imprensa local fomentava a desconfiança com ocasionais reportagens depreciativas.

Até que, há algumas semanas, o pacato Capitão Jackson se viu obrigado a encerrar a carreira. "Meus dias de patrulha terminaram. Agora eu tenho medo", disse o operário de fábrica Thomas Frankini, 49 anos, o homem por trás da máscara do super-herói, numa entrevista concedida ao jornal Detroit Free Press.

O ocaso do herói começou em outubro do ano passado, quando, em seus trajes civis, foi parado e autuado por policiais ao dirigir bêbado e teve a carteira de motorista suspensa por seis meses.

No mês de dezembro, veio o golpe final. O repórter Steven Hepker, do jornal Jackson Citzen Patriot, descobriu a identidade secreta do Capitão Jackson, investigou o passado do herói e escreveu uma matéria com o título "Combatente do crime é preso por dirigir embriagado". No texto, ainda foi revelado que Crimefighter Girl e Queen of Hearts são, respectivamente, filha e namorada de Thomas Frankini.

Sobre ter arruinado a carreira do vigilante da cidade, Hepker foi enfático: "Eu faria a mesma coisa se ele fosse um oficial da polícia. Mas, no fundo, havia o desejo de desmascarar um super-herói".

"Tudo o que eu queria era fazer a diferença, diminuir o buraco sempre crescente entre a polícia e o cidadão comum. Sou realmente um super-herói? Por definição, sim. Eu desfruto deste título? Não. Sempre preferi ser conhecido como combatente do crime", disse Frankini em um artigo para o seu site.

Essa é a conturbada história do único cruzado de capa conhecido do mundo real, com um desfecho digno das aventuras em quadrinhos do Homem-Aranha. O pobre Capitão Jackson, definitivamente, pendurou o colorido traje e agora tentará viver anônimo pelo resto de sua vida. Ou retornar quando a cidade clamar por ajuda.

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Símbolo dos protestos no Rio, Batman vibra com gol da Croácia - Brasil - Estadão

Símbolo dos protestos no Rio, Batman vibra com gol da Croácia - Brasil - Estadão | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Sob flashes de jornalistas de todo o mundo, ativista disse que não tem nada contra a seleção brasileira
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'Batman' volta à Câmara Municipal do Rio para apoiar professores em greve

'Batman' volta à Câmara Municipal do Rio para apoiar professores em greve | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Desta vez, o 'paladino da Justiça' se acorrentou em protesto.
Após desocupação, professores acampam no entorno do prédio.
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'Batman' luta por justiça social no Rio de Janeiro - Terra Brasil

'Batman' luta por justiça social no Rio de Janeiro - Terra Brasil | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Eron Morais de Melo usa a fantasia, produzida por ele mesmo, desde os protestos que tomaram conta do país no ano passado
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'Tenho síndrome de herói', diz Batman do Leblon

'Tenho síndrome de herói', diz Batman do Leblon | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Eron Morais de Melo, protético que sai às ruas para protestar como o superherói, fala sobre o bate-boca no bairro carioca que virou viral na internet
Mooby Emerson's insight:

O protético Eron Morais de Melo está acostumado aos holofotes. Desde junho do ano passado, ele diz ter ido a mais de vinte manifestações no Rio de Janeiro vestido de Batman, o que atrai a atenção da imprensa e até de alguns manifestantes ilustres, como o ator Marcelo Serrado, que posou para uma foto ao seu lado numa passeata. Com o fim da onda de manifestações pelo país, o carioca resolveu aderir ao evento da moda, os chamados "rolezinhos" em shoppings centers organizados por adolescentes funkeiros.

 

Porém, como os "rolezinhos" não têm a mesma aprovação popular – nem bandeiras muito claras – que os protestos de 2013, Batman acabou se envolvendo em uma confusão no último final de semana. Com diálogos inusitados e roteiro de comédia, o bate-boca com o cineasta Dodô Brandão, morador do Leblon, na Zona Sul do Rio, virou hit na internet, com milhares de visualizações no Youtube. Passada a confusão, o "Batman do Leblon", como ficou conhecido nas redes sociais, explicou ao site de VEJA porque sai às ruas fantasiado aos 32 anos: "Sou um idealista, tenho síndrome de herói".

 

Como começou a confusão? A discussão foi antes de começar o rolezinho, parei para dar uma entrevista na calçada e aquele senhor veio para cima. Eu não sei de onde aquele pessoal veio e em qual teoria de conspiração acredita, mas agora, vendo o vídeo, eu até acho engraçado. No momento foi tenso, quase rolou uma agressão. A gente não foi lá para roubar, causar confusão, foi um ato simbólico, uma oportunidade de fazer uma crítica social para mostrar a desigualdade social e o preconceito. Rico que vai à favela é turista, agora favelado que vai ao shopping de luxo é vândalo.

 

Por que sai às ruas para protestar vestido de Batman? Eu sou um idealista, acredito que podemos mudar o mundo. O objetivo é chamar atenção. Se eu fosse [sic] de Eron, nem seria notado, mas de Batman, as pessoas vão sempre querer saber o porquê da fantasia. É a minha chance de denunciar tudo que está errado. É uma arte performática que tem dado certo.

 

Você fez a fantasia? Fiz tudo menos a máscara, que eu comprei de um colega meu, que comprou na internet. Antes das manifestações, eu usava só no Carnaval e em alguns eventos nerds de cosplay. No primeiro protesto, até tirei foto com o ator Marcelo Serrado e nem sabia que era ele, depois que eu fui ver em um site. Pensei: Pô, legal, vou guardar para a minha coleção.

 

Por que escolheu o Batman? Eu sempre gostei dele. O Batman é um herói humano, ele não tem poderes especiais, o maior poder dele é a mente e a persistência. É um cara comum que decidiu lutar contra o sistema. Outro motivo foi o prefeito Eduardo Paes ter aparecido, logo nas primeiras manifestações de junho, em montagens nas redes sociais fantasiado de Coringa. Se ele é o Coringa, o inimigo público, eu vou chamar o Batman. Dei uma de Latino [cantor de funk], chamei o Batman para resolver isso aí.

 

Você se sente diferente quando veste a roupa do Batman e vai às manifestações? O Batman faz parte da cultura ocidental e é um símbolo muito forte de heroísmo, de luta pela justiça. Quando eu visto o manto do morcego, sinto o peso da responsabilidade. Até tomo cuidado com as minhas atitudes e com o que eu falo quando estou vestido de Batman. Eu encarno uma missão. Fui pacífico até durante a minha detenção. Adoto uma postura pacífica, mas nunca passiva.

 

Você consegue conciliar a agenda das manifestações e o seu trabalho? Eu trabalho em casa, sou protético, meu laboratório é em casa. Se vou a manifestação em um dia, trabalho dobrado no outro. Viro a noite, depois no dia seguinte eu estou arrasado, mas tudo bem.

 

Seus clientes sabem que você é o Batman ou você preserva sua identidade secreta? No geral, os meus clientes sabem. Algumas pessoas que passam por aqui não sabem, algumas levam na gozação e outras apoiam.

 

O que sua mulher pensa disso? Ela diz que ainda não temos filhos porque eu sou marido e filho ao mesmo tempo. Quando fui preso, ela quase enfartou, me xingou de tudo quanto era nome. Fiquei com medo de voltar para casa e apanhar, tive que esperar ela dormir para voltar. Ela apoia, mas tem medo de eu sofrer alguma agressão. Ela sabe que eu tenho síndrome de herói.

 

Você se considera um manifestante profissional? Não é um trabalho, é um dever. Eu cansei de só reclamar e fui para a rua. Não dá para ficar nos domingos, com a família, reclamando que o político roubou e a lei é errada. Se não cobrar, sufocar governante, não vai rolar. Para mim é um dever, uma missão. 

 

Veja mais: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/tenho-sindrome-de-heroi-diz-batman-do-leblon

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Real life Super Heroes are among us! Could you be one? | The ...

Real life Super Heroes are among us! Could you be one? | The ... | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Can Super Heroes really exist in the real world and not just in Comic Books, Cartoons, and Movies? I certainly think ... Honestly I think it is really cool to know that a real life Super Hero could be out there watching out for us other mere mortals.
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Seattle Needs to Shame the "Real Life Superheroes" Into Retirement

Seattle Needs to Shame the "Real Life Superheroes" Into Retirement | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
start a campaign to recognize real life superheroes, the unmasked folks who help others and don't stand by when people are in need. Could even just be those who call the cops or fire department. That would take the cachet ...
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Super-heróis da vida real: movimento cresce e vira tema de estudos

Super-heróis da vida real: movimento cresce e vira tema de estudos | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Psicólogos e sociólogos estudam o fenômeno que já dura quase duas décadas e se espalhou pelo mundo.
Mooby Emerson's insight:

No início da década passada, quando o simpático e não menos folclórico Capitão Jackson ficou famoso na cidade de Michigan, nos Estados Unidos, tudo levava a crer que o suposto primeiro super-herói da vida real era apenas um divertido caso de maluquice inofensiva protagonizado por um desocupado de meia-idade. O que veio depois disso saiu do campo da curiosidade e se transformou em um fenômeno social que passou a perturbar as autoridades dos EUA e de vários outros países, em que pessoas comuns se travestem de super-heróis criados por elas próprias e assumem a missão de combater o crime ou – como reza a cartilha dos supertipos fantasiados dos quadrinhos – ajudar os fracos e oprimidos. Se nos últimos anos vinham sendo destaques somente em reportagens de jornais, revistas e canais de TV, graças ao apelo midiático que carregam, os super-heróis da vida real já se tornaram alvos de sérios estudos nas áreas de sociologia e psicologia, ao ponto de teses de mestrado e artigos em publicações científicas estarem disponíveis para quem deseja se aprofundar no assunto. De acordo com o documentário Superheroes, produzido e exibido pela HBO, havia cerca de 300 super-heróis registrados nos Estados Unidos, em 2011 – nem todos fazem parte do Real Life Super Heroes Project, entidade que confere ao movimento o status de organização ativista. Atualmente, esses dados estão defasados, pois somente na Califórnia, desde então, já surgiram 18 novos vigilantes. E outras dezenas se espalharam pelo mundo, como pode ser visto no site World Superhero Registry, que reúne superequipes ou heróis solitários de vários países – como Canadá, Japão, Porto Rico, França, Argentina e outros -, com direito a biografia, relação de armamentos, especialidades de combate e até arqui-inimigos. Super-Heróis da vida real Loucos, compulsivos, abnegados ou simplesmente nerds, sejam quais forem as definições para esses homens e mulheres, a verdade é que o vigilantismo não é mais privilégio de personagens dos gibis e ganha cada vez mais a atenção da sociedade, muito além dos risos que desperta. Robin S. Rosenberg, psicóloga clínica e membro da American Academy of Clinical Psychology, na Califórnia, lançou recentemente o livro Our Superheroes, Ourselves (Nossos Super-heróis, Nós Mesmos), em que analisa o fascínio dos heróis fantasiados nas crianças e como elas são moldadas – ou mudadas – por eles, carregando consigo, até a idade adulta, desejos, frustrações ou traumas que podem levá-las a quererem ser como os (quase) imbatíveis ídolos de papel e tinta. Para ela, a maioria dos Real-Life Superheroes – como é chamado o movimento dos vigilantes urbanos fantasiados – é fruto disso. “Quando perguntei por que fazem isso, a resposta frequente era que sentiam que a polícia, o sistema legal ou o serviço social não faziam o suficiente e eles queriam preencher essa lacuna”, escreveu em um artigo publicado na revista The Psychologist, editado pela The British Psychological Society, da Inglaterra. Rosenberg afirma que vários super-heróis da vida real lhe revelaram ter algum tipo de experiência traumática no passado. “E, como Bruce Wayne (Batman), após testemunhar o assassinato dos seus pais, encontraram uma fresta de esperança na sua experiência traumática e deram um significado a ela, dedicando suas vidas a ajudar os outros.” Superheroes Anonymous Há os que ajudam sem oferecer riscos a si mesmos ou aos outros, como o grupo Superheroes Anonymous, que distribui alimentos e roupas aos moradores de rua de Nova York. E na mesma cidade, a jovem Gatuna recolhe e cuida de animais abandonados. Mas a maioria se presta às patrulhas noturnas e, se a oportunidade surgir, aos confrontos diretos com criminosos. A partir daí, tudo vira caso de polícia.

Em 2011, o herói Phoenix Jones, do Arizona, nos EUA, quebrou o nariz ao levar um soco de um assaltante. No ano seguinte, George Zimmerman (sem codinome), da Califórnia, matou um adolescente negro e gerou protestos antirracistas nos Estados Unidos – o fato de ele ter sido inocentado, pois teria apenas reagido a um assalto, não amenizou a desconfiança contra os vigilantes. Em Ciudad Juárez, no México, a polícia local procura a vigilante (ou anti-heroína) Diana, autointitulada Caçadora de Motoristas de Ônibus. No ano passado, ela matou – com tiros na cabeça – dois motoristas, assumindo a autoria do crime e alegando “vingança pelo estupro brutal e tortura de mulheres na área”. Segundo testemunhas, a assassina andava trajada de roupa colante preta, mas sem máscara. Muitos motoristas da rota que leva até a fronteira com a cidade americana de El Paso, no Texas, foram acusados de, durante o percusso noturno, assediar sexualmente, estuprar e assassinar mulheres. Não é preciso fazer grande esforço para entender por que razão uma boa parte do público feminino demonstrou simpatia por Diana e aprovou suas ações. É para esses e muito mais exemplos semelhantes que os estudiosos se convergem para analisar um possível caráter patológico que envolve os vigilantes da vida real.

A psicóloga Nathalie Rodrigues, de Recife/PE, aponta traços distintos no comportamento dos super-heróis da vida real. “É preciso averiguar os objetivos de cada ato”, disse ela ao Universo HQ. “Se essas pessoas põem em risco a própria integridade e a de terceiros, isso pode ser algo patológico. Mas também pode ser uma fantasia para satisfazer o ego, um desejo de fazer coisas que, enquanto estiverem sob a própria identidade, não teriam coragem ou não conseguiriam fazer.” Z Na visão do sociólogo Sérgio Coutinho, de Maceió/AL, o ego também estaria por trás das ações dos vigilantes mascarados. “Os heróis da vida real pouco têm feito de heroico, mas ‘carregam’ no caráter espalhafatoso de seus uniformes. É preciso dar mais atenção a eles como expressão do culto à celebridade em nossos dias. O que fica evidente nas reportagens de TV sobre o assunto, bem como nos vídeos que os próprios divulgam, é que eles querem ser famosos, como uma compensação pelas frustrações da ‘identidade secreta’. Isso fica mais flagrante com a negligência que quase todos têm com a preservação da identidade secreta.” Coutinho salienta que, nos Estados Unidos, existe a cultura da vigilância de bairro, feita por moradores de uma mesma rua saindo em patrulhas para prevenir pequenos delitos e informar irregularidades às autoridades. “Se isso for feito com um uniforme de super-herói, não haverá qualquer risco maior ao cidadão, mas parecerá que ele age de modo diferente dos demais.” Ele diz que “é necessário observar as práticas culturais de cada estado dos EUA onde eles atuam, quais são as formas comuns de ação comunitária voluntária de lá, para saber se, de fato há super-heróis da vida real envolvidos ou apenas ‘quase famosos’”. O sociológo finaliza fazendo uma comparação com o Batman do Rio de Janeiro. “Ele tem aparecido em diversas manifestações. Sabe-se seu nome e, para evitar problemas com a polícia, ele divulga até seu RG. Já foi preso, ridicularizado por grupos de direita, apenas fala com a imprensa sobre os ideais que defende – não sobre a própria vida pessoal – e, portanto, está mais próximo de um herói do que a média dos equivalentes norte-americanos.” Seriam os super-heróis da vida real uma moda efêmera, um engodo ou o despertar de uma nova consciência social? Para essa pergunta, a resposta de Robin S. Rosenberg ao UHQ foi comedida. “Só o tempo dirá”, disse ela, sem arriscar um desfecho para esse fenômeno que, em breve, completará duas décadas e continua angariando adeptos.

Marcus Ramone é fascinado por super-heróis do mundo real e já escreveu mais de 15 artigos sobre o tema. Durante a noite, faz rascunhos em seu caderno, tentando bolar uma identidade heroica para combater o crime.

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Identidade de "Batman da vida real" é revelada na Inglaterra

Identidade de "Batman da vida real" é revelada na Inglaterra | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
O homem que, vestido com uma fantasia do personagem Batman, surpreendeu a polícia de Bradford, na Inglaterra, ao deter um suspeito de roubo, teve sua ...
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O homem que, vestido com uma fantasia do personagem Batman, surpreendeu a polícia de Bradford, na Inglaterra, ao deter um suspeito de roubo, teve sua identidade revelada. Seu nome é Stan Worby, 39, segundo o jornal inglês "The Telegraph".

Segundo sua versão, Worby acompanhava seu amigo Daniel Frayne, de 27 anos, à delegacia, depois que este último foi intimado pelas autoridades acusado de crimes de fraude e manipulação de objetos roubados.

"Obviamente se tratava de uma piada. Algo entre Daniel e mim", assegurou Worby em uma entrevista que deu à à emissora britânica "ITV" para dar sua versão do incidente. O entregador aceitou acompanhá-lo à 1h30 após o jogo, e ambos acordaram que se disfarçasse do super-herói.

O intrépido inglês trabalha como entregador de um restaurante de comida chinesa em Bradford e disse que conhece o amigo há 15 anos. O suspeito foi preso pela polícia, acusado de roubo e fraude, e deve se apresentar ao tribunal dia 8 de março.

A polícia de West Yorkside publicou uma mensagem em sua página do Facebook para encontrar o misterioso justiceiro, que unicamente disse "capturei isso para vocês" antes de "desaparecer na noite para lutar contra o crime e o medo em Bradford", segundo as autoridades.

Repercussão mundial

Chamado de "super-herói da vida real", Worby apareceu em noticiários no mundo todo após imagens de circuito interno, divulgadas pelas autoridades na segunda-feira (4), mostrarem ele detendo o amigo antes de entregá-lo aos plantonistas de uma delegacia da cidade. O fato aconteceu dia 25 de fevereiro.

"Estou surpreso. Não esperava isto" afirmou Worby, que se sente especialmente incomodado por ter sido definido como um "justiceiro rechonchudo". "Eu usava um moletom debaixo. Não posso usar só isto [a fantasia], é muito fino", explicou sobre o frio do inverno inglês.

E vale notar: a roupa usada por Worby estava mais para o herói no seriado de TV dos anos de 1960 do que para o Cavaleiro das Trevas vivido no cinema pelo ator Christian Bale. (Com Efe)

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Dupla mascarada interrompe assalto e mata bandido na Zona Sul de Natal

Bandidos tentavam roubar uma mulher quando foram surpreendidos.
Fato aconteceu na noite desta terça-feira (4), no bairro Pitimbu.

 

Uma tentativa de assalto terminou em morte na noite desta terça-feira (4), na rua Abreu e Lima, no conjunto Pitimbu, Zona Sul de Natal. Segundo informações da Polícia Militar, três homens tentaram realizar um roubo e foram surpreendidos por outros dois homens encapuzados, que atiraram contra o trio.
Macelion da Silva Frazão, de 22 anos, apontado pela PM como motorista dos assaltantes, foi baleado e morreu no local. Durante as diligências, os policiais conseguiram prender um dos suspeitos, chamado Denis Toger Dantas Rocha, de 20 anos. O terceiro envolvido conseguiu escapar.
Ainda de acordo com informações repassadas pela polícia, uma mulher chegava em casa quando foi abordada pelo trio em um Gol branco. Armados, os três homens ordenaram que a vítima entrasse no imóvel. Porém, antes que pudessem concluir o roubo, foram surpreendidos por dois homens encapuzados que saíram de um matagal próximo ao local. A dupla começou a atirar contra os assaltantes.
A polícia não tem informações a respeito dos homens que, de certa forma, impediram o assalto. Também não há pistas sobre o paradeiro dos mascarados.

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"Rosto" do movimento, super-herói é considerado confuso e tem desafetos

"Rosto" do movimento, super-herói é considerado confuso e tem desafetos | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Indubitavelmente o mais conhecido da nova onda de super-heróis da vida real, Phoenix Jones está longe de ser uma unanimidade. Tem por volta de 23 anos, é novo e cheio de entusiasmo, o que já o meteu em alguns problemas. Costuma dizer que já levou tiros e facadas, embora seja difícil provar a veracidade de tais histórias.

Segundo o próprio Jones, sua história começa quando seu filho pisou em cacos de vidro, um "presente" do assaltante que arrombou seu carro. No local, o criminoso deixou uma máscara de esqui. O choro de seu filho foi o que bastou para Phoenix decidir que impediria crimes, não importa o custo.

Em suas rondas noturnas por Seattle, o herói usa um uniforme preto e amarelo e costuma carregar um tubo de spray de pimenta - o que já lhe causou problemas com a lei (leia mais sobre isso abaixo). Além disso, é acompanhado por uma equipe de vídeo, que registra suas façanhas e as divulga em sites como Youtube e Vimeo.

Uma das gravações mais recentes mostra Phoenix removendo sua máscara para brigar na rua com um rapaz que usou insultos racistas contra ele. Ex-lutador de MMA, Phoenix leva a melhor sobre seu oponente.

A máscara de Jones caiu pela primeira vez em outubro de 2011, quando o herói foi ao tribunal para explicar por que atacou um grupo com spray de pimenta, e por que carrega consigo uma quantidade do líquido muito acima do permitido para a defesa pessoal. As acusações contra ele foram retiradas. Ao sair da corte, fantasiado, o próprio Jones escolheu remover o adereço que escondia seu rosto. Foi quando revelou sua identidade secreta: Benjamin Fodor, ex-lutador de MMA.

 

Leia mais: http://noticias.uol.com.br/tabloide/ultimas-noticias/tabloideanas/2012/11/21/rosto-do-movimento-super-heroi-e-considerado-confuso-e-tem-desafetos.htm

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Fantasiados, justiceiros viram super-heróis da vida real e combatem problemas das ruas

Fantasiados, justiceiros viram super-heróis da vida real e combatem problemas das ruas | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
magine a cena: sujeito adulto, perambulando pelas ruas durante a madrugada atrás de traficantes, prostitutas ou moradores de rua. Retrato de um viciado, serial killer ou decerto alguém mal-intencionado, certo? Agora, acrescente dois elementos ao personagem: sacola repleta de sanduíches em uma das mãos e panfletos com estatísticas sobre violências cometidas contra prostitutas e riscos do vício em drogas na outra. Ah, e uma máscara e trajes de super-herói. Onde está seu maníaco agora?

A cena acima é parte da rotina de um microcosmo de pessoas a que se convencionou chamar de super-heróis da vida real.

 

Continua em: 

 

http://noticias.uol.com.br/tabloide/ultimas-noticias/tabloideanas/2012/11/20/herois-da-vida-real-ganham-as-ruas.htm

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Black Dispatches: Real-Life Superheroes in the Age of Steam(funk) | Tor.com

Black Dispatches: Real-Life Superheroes in the Age of Steam(funk) | Tor.com | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Black Dispatches: Real-Life Superheroes in the Age of Steam(funk)...

 

Information of every kind has its own value depending on who wants it and why. Industrial espionage can alter the wealth of a nation and thus its capacity to compete commercially and wage war. A single act of industrial espionage elevated the United States to international economic eminence in less than 50 years. All it takes is one person to alter history, if they are in the right place, at the right time, with the right kind of information.

Having people in the right place at the right time was vital to both the Union and the Confederate armies during the American Civil War. Units of spies and scouts reported directly to the commanders of armies in the field. They provided details on troop movements and strengths.

The most useful military intelligence of the American Civil War, however, was provided to Union officers by “Black Dispatches” – a common term used among Union military men for intelligence on Confederate forces provided by black people. Let’s look at a few Black Dispatches and their invaluable contributions and acts of derring-do.

For a more in-depth look, check out Black Dispatches: The Original Spooks Who Sat by the Door in the Age of Steam. However, since the title of this article is “Black Dispatches: Real-Life Superheroes in the Age of Steam(funk),” it demands an explanation of just what steamfunk is.

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” LAY DOWN ” ON STEET CAR TRACKS TO PROTEST VIOLENCE; HOMELESSNESS & HUNGER!

” LAY DOWN ” ON STEET CAR TRACKS TO PROTEST VIOLENCE; HOMELESSNESS & HUNGER! | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it

( NEW ORLEANS ):Cap Black, local anti crime activist ( self-described ” Black life superhero in the tradition of Medgar Evers; Fannie Lou Hamer & Yes! even Daymon Wayan’s Blankman lol ) is seriously considering this high profile act of civil disobedience to high light suffering inflicted by area violence; homelessness & hunger.
SPECIFICALLY: MURDER VICTIMS ( INCLUDING DISPROPORTIONATELY KILLED BLACK YOUTH & ABORTED BABIES ); HOMELESS & HUNGER VICTIMS ( DISPROPORTIONATELY BLACK DURING THIS LAST TERM )

 

NADRA ENZI AKA CAP BLACK, BLACK LIFE SUPERHERO FOR EVERYBODY! promotes creative crime prevention. (504) 214-3082.

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Um dia após ser detido, Batman volta às ruas para apoiar professores no RJ

Um dia após ser detido, Batman volta às ruas para apoiar professores no RJ | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Em ato de professores, ele teve 'Saci-Pererê' e 'Jack Sparrow' como aliados.
'Batman não é um anonimato, é um símbolo de luta'; veja entrevista ao G1.
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Cineasta do Leblon e 'Batman' se surpreendem com sucesso na web

Cineasta do Leblon e 'Batman' se surpreendem com sucesso na web | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Vídeo de discussão no domingo (19) teve mais de 120 mil acessos.
Cena foi registrada no Leblon, na Zona Sul, onde foi feito 'rolezinho'.
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“Bat-boca”: Batman e morador do Leblon discutem por causa de rolezinho - Notícias - R7 Rio de Janeiro

“Bat-boca”: Batman e morador do Leblon discutem por causa de rolezinho - Notícias - R7 Rio de Janeiro | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it

Morador disse que Batman é símbolo do capitalismo e manifestante se disse desrespeitado

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Psychablog: Superheroes To The Rescue--For Real

Psychablog: Superheroes To The Rescue--For Real | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Embodying a superpower in virtual reality may prime players to 'think like superheroes' and thus facilitate subsequent helpful behavior in the real world. Alternately, participants who could fly in the game may have felt like ...
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Fiction and Non-Fiction Superhero Anthology | Timid Pirate Publishing

Fiction and Non-Fiction Superhero Anthology | Timid Pirate Publishing | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Real life superheroes, you can submit your finest/most exciting/most hilarious/most interesting blogs, notes, or Facebook updates. All net proceeds will go to the Foundation for Sustainable ...
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Kick-Ass 2 and Real-Life Superheroes in Films—Angry Nerd with Chris Baker—WIRED

With films like Kick-Ass, and now, Kick-Ass 2, cosplay vigilantes have become the new superheroes—in Hollywood's bizarro world! Angry Nerd explains why these...
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'Batman inglês' que virou herói após entregar amigo à polícia é preso por roubo

'Batman inglês' que virou herói após entregar amigo à polícia é preso por roubo | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Menos de dois meses depois de ganhar fama internacional após, fantasiado de Batman, entregar um amigo à polícia, o britânico Stan Worby, 39, viu sua moral ...
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Homem fantasiado de Batman entrega suspeito de roubo para a polícia na Inglaterra

Homem fantasiado de Batman entrega suspeito de roubo para a polícia na Inglaterra | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Um super-herói da vida real surpreendeu a polícia de Bradford, na Inglaterra. Fantasiado de Batman, ele deteve e entregou um suspeito de roubo para os plan...
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O fato aconteceu dia 25 de fevereiro, mas a imagem foi divulgada pelas autoridades nesta segunda-feira (4).

A identidade do homem -- cuja roupa estava mais para o herói no seriado de TV dos anos de 1960 do que para o Cavaleiro das Trevas vivido no cinema pelo ator Christian Bale --, é desconhecida, de acordo com o jornal.

O suspeito foi posteriormente preso pela polícia, acusado de roubo e fraude, e deve se apresentar ao tribunal dia 8 de março.

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Atirador e vigilantes armados preocupam super-heróis da vida real

Atirador e vigilantes armados preocupam super-heróis da vida real | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Só neste ano, dois episódios caíram como uma bomba de efeito moral sobre a comunidade de super-heróis da vida real. Em 26 de fevereiro, o vigilante George Zimmerman, 28, matou a tiros o adolescente Trayvon Martin, 17, negro, durante sua ronda em Sanford, na Califórnia. Acusado de assassinato em segundo grau, Zimmerman alegou que apenas reagiu ao ser atacado. O caso Trayvon, como ficou conhecido, é um marco moderno nas discussões sobre crime racial e a lei da Flórida, que permite assassinato sob a alegação de legítima defesa.

Caso número 2: pouco depois da meia-noite de 20 de julho passado, o ex-estudante de neurociências James Holmes, 24, abriu fogo contra a plateia de um cinema em Aurora, no Estado americano do Colorado. Inicialmente, o público pensou que fosse um golpe publicitário, já que o filme na tela, O Cavaleiro das Trevas Ressurge, era o último da trilogia do homem-morcego, Batman. Ao fim do tiroteio, 12 pessoas morreram e 58 ficaram feridas. Holmes tinha o cabelo pintado de laranja, mesma cor de peruca usada pelo vilão Coringa em uma cena do filme O Cavaleiro das Trevas (2008).

 

A paranoia decorrente de tais tragédias deixou parte dos super-heróis da vida real com o receio de que seria o início do fim para o movimento. Pouco importa que Holmes fosse considerado mentalmente instável ou Zimmerman fosse um vigilante, o que é um pouco diferente de um super-herói. Para alguns deles, a opinião pública nem sempre faz essa distinção.

"O atirador de Colorado se vestia com uma roupa semelhante à de alguns super-heróis da vida real, o que me deixou receoso de que acontecessem mais prisões em seguida", diz Knight Hood, um dos primeiros super-heróis da vida real.

Foi o que aconteceu duas semanas após o tiroteio no cinema, quando a histeria ainda rondava o inconsciente coletivo.

 

No dia 1º de agosto, o super-herói Beast (Fera, em tradução livre do inglês) foi preso no estacionamento de um shopping, após testemunhas acharem sua máscara semelhante à de Batman e chamarem a polícia, por medo de outro tiroteio. Foi o segundo caso de super-herói preso em 2012, mas não teve grande repercussão.

Até o momento, a prisão de um super-herói que mais repercutiu na comunidade foi a de Phoenix Jones, que patrulhava Seattle. Não foi a única, contudo. Desde 2011, ao menos cinco super-heróis da vida real foram detidos em ação.

Vigilante, herói e anti-herói
No caso Trayvon, a atenção se voltou contra os chamados vigilantes, que costumam andar armados e às margens da lei - algo que os super-heróis da vida real dizem ser contra.

De um dos fóruns de internet frequentados por super-heróis da vida real, surgiu uma definição geralmente aceita de três tipos de protetores comunitários: o vigilante, o super-herói e o anti-herói.

1)O herói combate o crime sempre na legalidade. Como sua ideia é ser um modelo e inspirar outros a fazer o bem, ele assume responsabilidade por todos os seus atos (pense em Superman)

2)O anti-herói combate o crime do jeito que julgar necessário, mesmo que isso signifique agir às margens da lei, mas assume responsabilidade por seus atos (Batman)

3)O vigilante age como um "mal necessário", desrespeitando a lei (como a que regula o uso de armas, por exemplo), e se negando a assumir responsabilidade por seus atos (O Justiceiro)

O temor de alguns super-heróis da vida real é que, pro grande público, a linha que separa um de outro não é tão tênue, e, dependendo do caso, inexiste. Daí a apreensão do caso Trayvon. Para muitos, não há diferença entre o vigilante e outros super-heróis da vida real.

Segundo o jornalista Tea Krulos, que tem um blog e prepara para 2013 um livro sobre o movimento dos super-heróis da vida real, episódios como os do atirador do cinema e o caso Trayvon tendem a deixar os verdadeiros heróis mais cautelosos com a forma como se apresentam. "Se você vê alguém vestido como ninja correndo por aí, seu primeiro pensamento talvez não seja 'ah, este cara é um super-herói'", disse ele ao UOL Tabloide.

As autoridades desaconselham qualquer pessoa a combater o crime com as próprias mãos ou se meter em situações potencialmente arriscadas.

 

 

 

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Heróis da vida real são ativos na web, onde trocam dicas e se atacam

Heróis da vida real são ativos na web, onde trocam dicas e se atacam | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it

Outro traço importante para entender o movimento é o papel da internet nesta geração de super-heróis. Muitos deles têm Facebook, Myspace ou similar, postam suas ações no Twitter e participam ativamente de fóruns de discussões e outras redes sociais. Online, trocam dicas sobre como ajudar melhor suas comunidades, pedem ajuda para divulgar tragédias e formas de ajudar, e relatam situações pelas quais passaram. Além disso, comentam casos de grande repercussão, como o desamparo trazido pela passagem do furacão Sandy em Nova York ou a má repercussão provocada pelo tiroteio em uma cinema do Colorado, na estreia do último filme do Batman.

 

Leia o resto em: 

 

http://noticias.uol.com.br/tabloide/ultimas-noticias/tabloideanas/2012/11/21/herois-da-vida-real-sao-ativos-na-web-onde-trocam-dicas-e-se-atacam.htm

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Há 22 anos, super-herói se disfarça de mendigo para ajudar moradores de rua

Há 22 anos, super-herói se disfarça de mendigo para ajudar moradores de rua | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
Em 1989, sua mulher morreu vítima de um problema pulmonar; a casa e tudo mais que tinha ele perdeu logo depois, num incêndio. Vivendo em sua van e sem nada que o prendesse a este mundo, teve a cabeça rodeada por pensamentos autodestrutivos e, sem nada a perder, veio a ideia: por que não realizar o sonho de criança de ser um super-herói? E daí se morresse? Um homem sem nada a perder, pensou, é um homem sem medo.

Vinte e dois anos depois, o que começou como uma missão suicida se tornou a razão de viver de Knight Hood (Cavaleiro Encapuzado, em uma tradução livre do inglês). "Sou incapaz de olhar para o outro lado e fingir que não vejo os crimes e o sofrimento dos outros", conta.

Em sua longa jornada de herói, porém, ele descobriu que o crime não é tão simples de combater. E por um motivo diferente do que geralmente aparece nos quadrinhos. "Embora roubos, arrombamentos e estupros aconteçam toda noite nas cidades, a vida real não é como os quadrinhos", afirma. Após meses sem uma ocorrência digna de socorro, Knight Hood via os mesmos personagens se repetirem em suas rondas: moradores de rua, garotas de programa, usuários de drogas e traficantes. Ao se tocar disso, decidiu focar seu trabalho nestas três categorias.

 

http://noticias.uol.com.br/tabloide/ultimas-noticias/tabloideanas/2012/11/20/ha-22-anos-super-heroi-se-disfarca-de-mendigo-para-dar-comida-a-moradores-de-rua.htm

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The 12 Greatest Real-Life Superheroes of All Time

The 12 Greatest Real-Life Superheroes of All Time | Heróis fantasiados da vida real | Scoop.it
The LAPD has performed a bltizkreig assault on the real Superheroes of Hollywood Blvd ( http://ow.ly/1Wsch ). Just in front of the world famous Grauman's Chinese Theater, dozens of Real-Life people who dress as superheroes on a daily basis were rounded up in a raid. In a sinister government plot not seen since "Heroes., Police jailed members of the" X-Men," Batman, Edward Scissorhands, Bumblebee, Mr. Incredible and Catwoman for loitering.

 

The Incredible Hulk and Superman were just two of the iconic loiterers who outsmarted the fuzz and returned to panhandle another day. Unlike these classic, renowned panhandlers, here are 12 people who really make a difference with their superhero costumes.

 

Read more at http://www.ranker.com/list/the-12-greatest-real-life-superheroes-of-all-time/davehoward#IPtW8Vk3zASFlT3e.99

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