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#Geoprocessamento em Foco
Notícias, novidades, tutoriais abordando #Geoprocessamento
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Arcgis 10. Georeferencing (Georeferenciacion)

Como georeferenciar imagenes con el programa Arcgis 10...
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ArcGIS 10: Layout de Impressão - parte 01

ArcGIS 10: Layout de Impressão - parte 01 | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it

Nova série de tutoriais para o ArcGIS 10. Vamos dedicar uma dezena de tutoriais com dicas para montagem de mapas para impressão. você possa conhecer as principais ferramentas este módulo. Vamos falar sobre a barra de escala, legenda, grid de coordenadas, linhas guia, etc. Decidir iniciar o tutorial pela escolha do papel. Através deste post, você vai conhecer mas medidas indicadas para construção de Carta Imagem. No tópico seguinte vamos instalar uma impressora virtual para que o ArcGIS 10 possa reconhecer os formatos A0 e A1......

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Corrección de problemas de drenaje con r.fill.dir de GRASS

Corrección de problemas de drenaje con r.fill.dir de GRASS | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it
El procedimiento toma una capa de elevación (DEM) como input e inicialmente llena todas las depresiones cruzando la capa ráster de lado a lado. A continuación, el algoritmo de dirección de flujo trata de encontrar una dirección única para cada celda. Si el programa detecta áreas con depresiones delinea esta zona del resto del área y rellena nuevamente las depresiones usando la técnica de los vecinos más próximos usada por la rutina de dirección de flujo. La salida final será una capa sin depresiones y con direcciones de flujo única.

 

La ejecución del módulo r.fill.dir requiere en su sintaxis el archivo de dirección de flujo pero si se usa con la flag -f encontrará todas las áreas con problemas y suministrará un DEM corregido con muy pocas modificaciones con relación al original. Para el área de trabajo de los artículos anteriores, la ejecución en línea de comando fue la siguiente:


r.fill.dir -f input=N09W068_UTM19N_canoa elevation=N09W068_UTM19N_canoa.elev direction=N09W068_UTM19N_canoa.asp areas=N09W068_UTM19N_canoa.areas

 

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GEOSABER: PostgreSQL 9.1.5

GEOSABER: PostgreSQL 9.1.5 | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it

Foi lançada hoje (17/07/2012) a atualização do Serviço Gerenciador de Banco de Dados (SGDB) aberto, PostgreSQL. Quem está rodando uma versão 9.1.X não necessita fazer dump/restore.
O PostgreSQL tem um manual de 'apenas' 2.549 páginas que pode ser baixado em formato PDF.


Este update corrige falhas de segurança associados com libxml2 e libxslt, similares ao que está afetando outros projetos Open Source. À todos os usuários é recomendável com urgência, que atualizem suas instalações na primeira oportunidade que tiverem.

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Hilos y gvSIG (4 de 4): Interactuando con el usuario

Hilos y gvSIG (4 de 4): Interactuando con el usuario | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it
En el articulo anterior “Hilos y gvSIG: Estructura de nuestro proceso (3 de 4)” vimos cómo podíamos estructurar la lógica de nuestro proceso. En este ultimo articulo vamos a ver cómo podríamos hacer para interactuar con la interface gráfica desde él.

 

Cuando estamos trabajando en java con swing y múltiples hilos de ejecución tenemos que tener algo de cuidado al interactuar con el interface de usuario. En una aplicación swing el acceso a los elementos gráficos debe realizarse desde el hilo que controla el manejador de eventos de swing. Si desde otro hilo intentamos acceder a los elementos graficos podemos tener resultados inesperados. La librería de swing aporta varias funciones de utilidad para poder sincronizar nuestras operaciones con las que swing hace en su hilo de ejecución. Nos vamos a quedar con tres de ellas:

 

* SwingUtilities.isEventDispatchThread, que nos dice si ya estamos ejecutándonos en el hilo de swing

 

* SwingUtilities.invokeLater(Runnable action) que se encarga de encolar la ejecución de “action” en el hilo de swing para que se

ejecute cuando este pueda.

 

* SwingUtilities.invokeAndWait(Runnable action) que se encarga de encolar la petición en el hilo de swing y esperar a que esta se ejecute.......

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Como escolher o melhor sensor para cada tipo de aplicação? | MundoGEO

Como escolher o melhor sensor para cada tipo de aplicação? | MundoGEO | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it

Mesmo com o uso cada vez mais frequente e acessível de imagens orbitais, muitas companhias optam pelo aerolevantamento para suprir suas necessidades. Mas com diversas opções de sensores, como saber qual o melhor para cada tipo de aplicação e detalhamento?


Qual o melhor sensor, entre radar, ópticos, digitais e laser, para a sua demanda? Quais as principais vantagens, alcance e limitações de cada opção?


Para tentar responder a questões como estas, o MundoGEO#Connect LatinAmerica 2013 convida a comunidade a colaborar na solução de alguns desafios que se impõem ao setor geoespacial. O evento vai acontecer de 18 a 20 de junho em São Paulo (SP) e já conta com um novo site exclusivo sobre o encontro.
Entre os destaques desta nova plataforma está uma área dedicada aos “desafios” que o evento propõe, baseados no tema “Novas ideias, grandes soluções”. A partir das ideias recebidas de toda a comunidade de geotecnologia, serão elaborados os conteúdos dos cursos, seminários e fóruns.

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Tecnologia agiliza processo de elaboração de mapas - EXAME.com

Tecnologia agiliza processo de elaboração de mapas - EXAME.com | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it
Mapeamento Digital de Solos ajuda pedólogos, diminuindo o tempo e o custo necessário para se elaborar um mapa...

 

São Paulo - A aplicação de tecnologias pode reduzir o tempo e os recursos utilizados na obtenção de mapas de solos, por meio de técnicas de Mapeamento Digital de Solos (MDS). A conclusão é de um estudo que comparou os mapas obtidos pelos métodos convencional e digital, realizado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, pelo engenheiro agrônomo Osmar Bazaglia Filho.

 

área analisada foi uma fazenda de 182 hectares cultivados com cana-de-açúcar, no município de Rafard, região de Piracicaba. Bazaglia se baseou em dados de pesquisas anteriores e do próprio estudo para passar informações da região para os pedólogos, cientistas do solo que produzem mapas pelo método convencional. “A área foi escolhida por não apresentar uma grande variação no solo, dando condições de comparar os mapas gerados”, diz.

 

Bazaglia pediu para que quatro pedólogos diferentes produzissem mapas de solo de nível detalhado (escala 1:10.000) da fazenda. “Levei-os um a um, individualmente, à área e forneci as mesmas informações a todos”. As informações dadas consistiam em fotografias aéreas coloridas e mapa planialtimétrico da área (ambos escala 1:10.000) e mapa geológico e de solos da região....

 

 

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Hilos y gvSIG (2 de 4): TaskStatus

Hilos y gvSIG (2 de 4): TaskStatus | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it
En el articulo anterior, “Hilos y gvSIG (1 de 4)“, vimos una introducción a lo que podían ser la herramientas que nos ofrece gvSIG para crear nuestros propios procesos sin que estos bloqueen la interface de usuario de gvSIG.
Vamos a continuar con ello viendo las utilidades relacionadas con el TaskStatus.

 

Para gestionar el estado y progreso de tareas o procesos en gvSIG disponemos del mecanismo de TaskStatus, que se encuentra implementado en la librería de org.gvsig.tools. Las principales entidades relacionadas con este mecanismo que nos encontraremos serán:.......

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Google Maps Coordinate

Google Maps Coordinate | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it
á conhecem a nova solução da Google para a Gestão de Operações e Equipas no Terreno?

 

Google Maps Coordinate é uma ferramenta de gestão de operações que melhora a eficiência e a eficácia das equipas móveis da sua organização (próprias ou em regime de outsourcing). As equipas são apresentadas num mapa Google, tornando mais fácil a atribuição de tarefas para o os elementos mais próximos da ocorrência. Ao receber, em tempo real, a localização dos locais onde as equipas estão a actuar e o que estão a fazer, as operações podem ser programadas de uma forma mais inteligente e mais eficiente. O Google Maps Coordinate pode estar integrado com os sistemas operacionais da sua empresa (CRM, CSS, Ticketing, OSS, etc.) para uma melhor optimização dos fluxos de informação e comunicação. Na área de reporting e análise do Google Maps Coordinate tem acesso a um dashboard para análise detalhadas das operações e do seu histórico.

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Usando o OpenLayers

Usando o OpenLayers | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it

O OpenLayers (OL) é uma biblioteca JavaScript que possibilita agilidade no desenvolvimento na construção de soluções webmapping, com integração com serviços online de mapeamento como o OpenStreetMap (OSM), Google Maps e Bing Maps através de uma API bastante amigável. Conheça agora um interessante material interativo que pode ajudar você a começar a usar o OL.

 

INTRODUÇÃO AO OPENLAYERS

 

Peter Robins disponibilizou em seu site uma seção onde aborda o uso ao OpenLayers. É um interessante material introdutório, baseado na versão 2.11. Acesse:

 

Using OpenLayers: Introduction


Após uma breve apresentação, Robins descreve a estrutura de funcionamento do OL, estruturas de classes em seu código, objetos e suas opções, propriedades e métodos da API. Também são explicados conceitos cartográficos aplicados ao uso do OL, por exemplo, projeções, resoluções e escala.

 

O conteúdo, todo em inglês, também inclui dicas como a indicação de como realizar o processo de simplificação de geometrias, mudar visibilidade da camada, alterar estilos, entre outras características de sua aplicação construída com OL. Ao longo das páginas dosite, você encontrará muitos códigos de exemplo e aplicações demo, como a que pode ser acessada clicando-se na imagem abaixo.

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Aplicativos de smartphones turbinam GPS com ferramentas sociais « GEOeasy – Geotecnologias & Meio Ambiente

Aplicativos de smartphones turbinam GPS com ferramentas sociais « GEOeasy – Geotecnologias & Meio Ambiente | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it

Navegadores de GPS convencionais costumam mostrar o trajeto mais curto, mas nem sempre exibem o mais rápido.

 

Fatores como engarrafamentos, obras e acidentes recém-ocorridos podem ser mais relevantes para quem tem pressa do que a distância a ser percorrida.

 

Um aplicativo de GPS para iOS e Android, o Waze, com cerca de 20 milhões de usuários no mundo, calcula as rotas mais rápidas com base em dados de tráfego enviados pelos próprios usuários, constantemente atualizados.

 

Ele tende a desviar de vias em que usuários acusam tráfego intenso quando há alternativas mais viáveis.

“É o equivalente a uma Wikipédia para o trânsito”, diz Uri Levine, criador do app.

 

O Waze, que chegou ao Brasil em junho com um mapa completo do país, é um de vários aplicativos que integram recursos sociais às funcionalidades comuns do GPS.

 

Há alguns dias, foi lançado nos EUA o Twist, para iOS. Desenvolvido por Mike Belshe, um dos criadores do browser Chrome, ele é semelhante ao Glympse, app para Android, iOS e Windows Phone (fora do Windows Marketplace brasileiro, por enquanto)......

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Classificação Supervisionada no ArcGIS 10.1 - VANT - UAV - Angola - Sinfic 2012

Extração automática de Edificado com a ferramenta Image Classification - ArcMap através da recolha e Processamento de Mosaico criado com um veículo Aéreo não...
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ArcGIS 10: Modo de Edição Clássico

ArcGIS 10: Modo de Edição Clássico | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it
ArcGIS 10: Modo de Edição Clássico

As inovações implementadas no Modo de Edição do ArcGIS 10 foram tão profundas que conseguiram dividir o público em dois grupos: os que amaram e os que odiaram. Particularmente, o vovo “Snapping” ficou mais legal, mas a edição em si não achei muito legal.

 

Barra de Edição Clássica 

 

Para restaurar a barra de edição clássica do ArcGIS 10, clique no caminho abaixo:

 

C:\Program Files\ArcGIS\Desktop10.1\Utilities

 

Se sua máquina for 64 Bits:

 

C:\Program Files (x86)\ArcGIS\Desktop10.1\Utilities ......

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Novo satélite Galileo chega à Guiana Francesa para lançamento | MundoGEO

Novo satélite Galileo chega à Guiana Francesa para lançamento | MundoGEO | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it

Os próximos dois satélites do sistema de navegação Europeu Galileo já estão no local de lançamento, na Guiana Francesa. Os aparelhos estão agora sendo preparados para o envio em órbita, que deverá ocorrer nos próximos meses.


O quarto satélite Galileo chegou ao aeroporto de Cayenne, na Guiana Francesa, na sexta-feira (17/8), a bordo de uma aeronave Ilyushin, que partiu de Roma, capital da Itália. Protegido dentro de uma camâra especial com refrigeração, o satélite foi então levado para a instalação de preparação no Centro Espacial Europeu na Guiana, para se juntar ao terceiro satélite Galileo, que chegou 10 dias antes.


Estes terceiro e quarto satélites Galileo fazem parte da fase de validação em órbita (IOV em inglês) e deverão ser lançados a bordo de um veículo Soyuz ST-B, em outubro. Estes novos satélites vão juntar-se os dois primeiros satélites Galileo, lançados no ano passado, em uma órbita média a 23 222 km.


Segundo a Agência Espacial Europeia (ESA), este é passo significativo para o programa, pois vai concluir a implantação da infraestrutura necessária para a fase IOV e permitirá, pela primeira vez, um cálculo de posição em solo baseado unicamente em satélites Galileo. A fase IOV está sendo seguida pela implantação de satélites adicionais e segmento terreno, necessários para alcançar a plena capacidade operacional (FOC em inglês), permitindo a prestação de serviços.


Os 22 satélites da fase FOC estão sendo construídos atualmente na Alemanha, pela empresa OHB e pela Surrey Satellite Technology.

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Principais elementos para a leitura cartográfica ~ Geotecnologias Luís Lopes

Principais elementos para a leitura cartográfica ~ Geotecnologias Luís Lopes | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it

Para prosseguirmos nosso dialogo sobre a importância da cartografia em nossas atividades, é necessário conhecermos os principais elementos para a leitura cartográfica, pois, apesar de os mapas serem amplamente utilizados nos dias de hoje, os principais elementos que compõem um mapa, muitas vezes, ficam em segundo plano.

 

Desse modo, é evidente que, na atualidade, não apenas o geógrafo utiliza e elabora mapas para o uso em suas atividades, mas também diversos outros profissionais vêm se capacitando nas ferramentas “geotecnológicas”, e, para viabilizar o manuseio dessas ferramentas (softwares de geoprocessamento, processamento e manuseio de imagens de sensores remotos etc.), esses profissionais optaram pela democratização da informação, disponibilizando-a com alta qualidade, em variados idiomas em blog’s, sites, livros e revistas. Assim, surgiu uma gama de materiais em formato digital e analógico que vêm subsidiando a aprendizagem de cada vez mais usuários da cartografia.

 

Contudo, é importante que o usuário entenda que o entendimento da cartografia e o manuseio dessas geotecnologias é fruto direto de trabalhos de campo e de reflexões teóricas/conceituais, que transitam pela produção acadêmica sobre os mais diversos assuntos trabalhados na concepção do espaço geográfico, realizada desde há muitos anos atrás, e que culminou no que se tem hoje em meio digital, sendo a principal representação expressa por meio de mapas.

 

Assim, devemos considerar o mapa como um meio de comunicação, contendo objetos definidos por pontos, linhas e polígonos, permeados por uma linguagem composta de sinais, símbolos e significados. Sendo a sua estrutura formada por uma base cartográfica, relacionada diretamente a objetos e fenômenos observados ou percebidos no espaço geográfico.

 

Essa base cartográfica é composta pelos chamados elementos gerais do mapa, que são pelo menos cinco componentes que contribuem para a leitura e interpretação do produto cartográfico. São eles: o título, a orientação, a projeção, a escala e a legenda, sendo que a ausência e erros em mapas, na maioria das vezes, ocorre quando um desses elementos é apresentado de forma incompleta ou distorcida, não seguindo as normas da ciência cartográfica, o que pode contribuir para a apreensão incorreta das representações do espaço geográfico pelos leitores. Então, vamos aqui procurar entender cada um deles de forma resumida:

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Delimitación de áreas de drenaje, mediante un script de python en GRASS, con base en los sumideros

Delimitación de áreas de drenaje, mediante un script de python en GRASS, con base en los sumideros | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it
En un artículo anterior se intentó delimitar las áreas de drenaje de una zona combinando en un sólo ráster todos los individuales para la salida (con values secuenciales; flag n) de r.drain. Como los ráster individuales abarcan toda la zona de GRASS, pero sólo tienen valores distintos de null en las líneas de flujo, es conveniente convertir los null en ceros para facilitar el álgebra de mapas en su incorporación en un ráster de valor constante (-1) que abarca toda el área de trabajo de GRASS. El producto final refleja, además del área barrida, los diferentes sumideros hacia los cuales se dirige el flujo. No obstante la estrategia seguida, es difícil la delimitación precisa de las áreas de drenaje.

 

Sin embargo, al observar el ráster resultado, donde quedan claramente establecidos los sumideros, se intuye que si existe la manera de obtener las coordenadas de estos lugares, donde un grupo de celdas tienen un punto de encuentro común, está sería la manera ideal de delimitar las zonas de drenaje. Después de probar varias estrategias, la que resultó más prometedora fue aquella en la cual el ráster de líneas de flujo se convirtió en un vectorial de puntos donde la mayor categoría correspondía al sumidero. Con v.extract se convirtió el vectorial multipunto en un vectorial de un sólo elemento basando la extracción en la categoría máxima para luego filtrar sólo la coordenada x con v.to.db en modo print (flag p) e incorporarlo en un arreglo matricial de n filas x n columnas.......

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GEOSABER: Cartas Topográficas

GEOSABER: Cartas Topográficas | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it

Nova redação do Decreto n° 89.817 (Normas Técnicas da Cartografia Nacional), com as alterações efetuadas pelo Decreto 5334/2005:


ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/geodesia/projeto_mudanca_referencial_geodesico/legislacao/decreto_89817_nova_redacao.pdf

 

Resolução do Presidente do IBGE Nº 1/2005 (Altera a caracterização do Sistema Geodésico Brasileiro):

 

ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/geodesia/projeto_mudanca_referencial_geodesico/legislacao/rpr_01_25fev2005.pdf

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Zonas de drenaje con r.drain y GRASS Script en Python

Zonas de drenaje con r.drain y GRASS Script en Python | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it
En el artículo precedente se calculó la longitud del terreno (λ de la RUSLE), según enfoque CALSITE, mediante un script de Python con GRASS Script y empleando como insumo un ráster DEM para un área de 225 Has. Cada cálculo individual involucraba la determinación del área acumulada de drenaje a través de un ráster que representaba una línea de flujo, que posteriormente se eliminaba, y que había sido generada con el módulo r.drain.

 

Dependiendo de las flags usadas con el comando, los values de cada celda del ráster de salida (línea de flujo) serán todos unos, los valores del DEM, los registros acumulados del DEM o el orden secuencial de celdas en la dirección del flujo. En el artículo precedente se usó la primera (valor default) porque es la que permitía una salida más compacta y por ende más fácil de manipular a la hora de obtener el área acumulada de drenaje. Sin embargo, usando la flag de orden secuencial, se podría pensar que ésta podría segregar zonas de drenaje si se combinaban todos los ráster individuales de líneas de flujo en uno sólo. Con ello en mente se produjo el siguiente código python para efectuar tal procedimiento:........

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CARTA GEOGRÁFICA™: Percentual de aumento dos focos de queimadas no Pantanal

CARTA GEOGRÁFICA™: Percentual de aumento dos focos de queimadas no Pantanal | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it

Seguem abaixo os mapas com as localizações dos focos de incêndio no bioma Pantanal, de acordo com os dados em formato shapefile, disponibilizados pelo serviço BD QUEIMADAS, para o período 1 a 15 de Julho de 2011 e de 2012. Os dados foram coletados pelo satélite MODIS AQUA, da NASA, e são uma cortesia do MODIS Rapid Response Team - NASA GSFC. Desde 22 de agosto de 2011 o Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE) mudou o satélite de referencia para contabilização das queimadas para o AQUA-UMD – Tarde. Maiores informações neste link......

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SandroGeo: Explorando a ferramenta de seleção espacial

http://sandrogeotecnologia.blogspot.com.br...
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Determinación del sub factor L, longitud del terreno (USLE-RUSLE), a partir de un DEM con GRASS-QGIS

Determinación del sub factor L, longitud del terreno (USLE-RUSLE), a partir de un DEM con GRASS-QGIS | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it

En el artículo anterior se señaló un procedimiento para la determinación del sub factor S, (topografía del terreno USLE-RUSLE), a partir de un DEM con GRASS-QGIS. En éste, para complementar la determinación del factor topográfico (LS), se plantea el cálculo del subfactor longitud del terreno L. Sin embargo, a diferencia del subfactor pendiente del terreno (S), su estimación puede hacerse empleando varios enfoques y es, en consecuencia, algo más complicado establecer en algunos casos la variabilidad espacial del mismo. Por ello, en esta primera entrega se establecerá el cálculo empleando el caso más sencillo, es decir, asumiendo una longitud del terreno (λ) constante: 50 y 100 m; respectivamente......

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Camada WMS do GeoServer no Open Layer

Camada WMS do GeoServer no Open Layer | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it
WMS – Web Map Service – é um protocolo para disponibilizar imagens de mapas georreferenciadas na internet. O objetivo deste post é a inserção de uma imagem de fundo de um serviço criado pelo GeoServer e uma sobreposição de um mapa vetorial GeoJSON sobre ela.

 

O serviço do GeoServer foi criado no post anterior “Como Adicionar uma Camada de Mapa no GeoServer” , tem como serviço a seguinte URL: http://localhost:8080/geoserver/Brasil/wms e tem como imagem o mapa do Brasil .

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ArcGIS 10: Modo de Edição Clássico

ArcGIS 10: Modo de Edição Clássico | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it
ArcGIS 10: Modo de Edição Clássico

 

As inovações implementadas no Modo de Edição do ArcGIS 10 foram tão profundas que conseguiram dividir o público em dois grupos: os que amaram e os que odiaram. Particularmente, o vovo “Snapping” ficou mais legal, mas a edição em si não achei muito legal.

 

Barra de Edição Clássica

 

Para restaurar a barra de edição clássica do ArcGIS 10, clique no caminho abaixo:

 

C:\Program Files\ArcGIS\Desktop10.1\Utilities

 

Se sua máquina for 64 Bits:

 

C:\Program Files (x86)\ArcGIS\Desktop10.1\Utilities

 

Execute o arquivo AdvancedArcMapSettings.exe:..............

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GPS de Precisão para dispositivos móveis

GPS de Precisão para dispositivos móveis | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it

O GLO é um GPS portátil e recetor GLONASS que permite colocar à disposição dos dispositivos móveis a tecnologia GPS da Garmin.

Este novo produto liga-se facilmente a qualquer equipamento da Apple e Android através da tecnologia Bluetooth, oferecendo não só uma localização muito mais precisa a atualizada do utilizador, mas também um sistema completo com uma qualidade muito superior àquela garantida pelas soluções de localização mais comuns, que vêm integradas nos dispositivos móveis atuais.

 

A precisão e fiabilidade garantida pelo GLO deve-se à taxa de atualização, de até 10 vezes por segundo, (podendo sofrer alterações devido a limitações do dispositivo anfitrião): Uma velocidade aproximadamente 10 vezes superior àquela proporcionada pelos tradicionais sistemas internos de GPS que estão presentes nos terminais móveis. A bateria que dispõe de uma autonomia até 12 horas de uso assegura um uso contínuo, sem falhas.

 

Sempre que os satélites GPS e GLONASS forem usados em simultâneo, o reconhecimento do posicionamento é, em média, 20% mais rápido, do que aquele conseguido com o uso exclusivo do sistema GPS. Para além disto, sempre que GPS for usado ao mesmo tempo que o GLONASS, o recetor terá acesso a mais 24 satélites, ou seja, o alcance oferecido será significativamente maior, mesmo em zonas onde o sinal é tipicamente mais fraco. O GLO suporta uma grande variedade de apps, com especial relevo para a solução Garmin StreetPilot, que oferece instruções turn by turn.........

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Panorama Espacial: Imagens do Resourcesat-1 em uso pelo INPE

Panorama Espacial: Imagens do Resourcesat-1 em uso pelo INPE | #Geoprocessamento em Foco | Scoop.it

Imagens do Resourcesat-1 em uso pelo INPE

 

Satélite indiano avalia seca em áreas do Nordeste

 

Segunda-feira, 06 de Agosto de 2012

 

Avaliar a extensão de fenômenos como estiagem é uma das principais aplicações do sensoriamento remoto por satélites. No Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), imagens recentes e outras gravadas em meados de 2010 foram comparadas para mostrar os efeitos da seca em regiões do Ceará e da Bahia.

 

Foram utilizadas imagens do sensor LISS-3, a bordo do ResourceSat-1, satélite indiano cujos dados são recebidos no Brasil pelo INPE, que os distribui gratuitamente aos usuários pela internet: http://www.dgi.inpe.br/CDSR/

 

Segundo os pesquisadores da Divisão de Sensoriamento Remoto do INPE, as imagens mostram que a Bahia foi mais afetada pela estiagem do que o Ceará.

 

“Na Bahia, a imagem de julho de 2012 mostra que o verde praticamente feneceu e as águas superficiais sumiram, enquanto na imagem de 2010 a verdura é muito perceptível. Já no Ceará observa-se que os açudes não se alteraram significativamente na imagem de julho de 2012 em comparação a 2010”, comenta Paulo Roberto Martini.

 

Disponibilidade

 

O ResourceSat apresenta características muito semelhantes ao LandSat, programa pioneiro de sensoriamento remoto dos Estados Unidos que enfrenta problemas técnicos. Com o LandSat-5 em manutenção, as imagens do satélite indiano têm sido fundamentais para acompanhar as secas no Nordeste e outras transformações no território que dependem do sensoriamento remoto orbital.........

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