"A autora corrobora, pelos interstícios, o lugar grande, infinito, que o homem – enquanto um criador – ocupa no universo e, a um só tempo, o lugar pequeno, limitado, de criado, porque servo do que sempre haverá de mais nobre: tudo isto que não controla, não comanda, não fundamenta, não explica e, naturalmente, põe a palavra de Maria Dolores no hiato entre a arte e a ciência"