Educação no Brasil
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Educação no Brasil
O que deveria ser uma prioridade, acaba sendo assunto somente para discussão entre educadores.
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Novos nomes, velhos verbos?

"Novos métodos para fazer coisas velhas não são o suficiente para melhorar a educação; fazer isso é como rearranjar as cadeiras no convés do Titanic afundando", diz o nova-iorquino Marc Prensky, conquistando sorrisos, ainda que contidos, da plateia já cansada no palco principal da Campus Party, em São Paulo. Com uma apresentação de slides cheia de cores, fotos e tópicos, como aquelas vistas com frequência nas aulas expositivas de escolas e universidades, o especialista em tecnologia relacionada à educação propôs durante sua palestra, na noite desta terça-feira (29), uma mudança nas salas de aula de todo o mundo. Não algo que envolva essencialmente a inserção em peso dos mais novos aparatos e recursos tecnológicos nas escolas, mas, sim, uma mudança na postura de formuladores de políticas, gestores e educadores. "Não adianta colocar tablets na sala, vídeos, Khan Academy (...), porque todas essas coisas mudam toda hora, enquanto continuamos dividindo nossa educação básica em várias matérias", critica Prensky, fazendo referência à falta de interdisciplinaridade e ao pouco incentivo à criatividade dos alunos dentro das escolas, o que, em sua avaliação, não são exclusividades brasileiras, mas características do ensino oferecido em toda parte. "Nós estamos limitados no tempo; essa é a melhor maneira de fazer um currículo? E se combinarmos isso de um modo melhor? Estamos avaliando as crianças pelo que nós precisávamos no passado e não pelo que elas precisarão no futuro", questiona.


Via Luciano Sathler
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Escolas do século 19, alunos do século 21

Escolas do século 19, alunos do século 21 | Educação no Brasil | Scoop.it
Como escolas, professores, alunos e pais se entenderão diante dos novos meios de comunicação? A educação deve acompanhar as mudanças de comportamento
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Professor na Europa ganha quase 10 vezes mais que no Brasil

Professor na Europa ganha quase 10 vezes mais que no Brasil | Educação no Brasil | Scoop.it

Um professor do ensino fundamental na Europa lida com uma sala com menos alunos e recebe, no fim do mês, quase 10 vezes mais que um docente brasileiro.

 

http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/professor-na-europa-ganha-quase-10-vezes-mais-que-no-brasil

 


Via Luciano Sathler
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Novas chamadas incluem vagas na Suécia, Hungria e Noruega para 2013

O Programa Ciência sem Fronteiras lançou novas chamadas para graduação-sanduíche para o ano que vem. Pela primeira vez, instituições na Suécia, Hungria e Noruega abrirão vagas. Os interessados também poderão se inscrever para bolsas na Austrália, Alemanha, Canadá, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália, Japão, Portugal e Reino Unido. As inscrições vão de 27 de novembro até às 23h59 (horário de Brasília) de 14 de janeiro de 2013. Nesta chamada foi definida uma lista de cursos específicos, únicos elegíveis à concessão da bolsa. Anteriormente, eram consideradas somente áreas temáticas. Caso algum curso de graduação não esteja contemplado na lista, não será possível realizar a inscrição nas chamadas. Os bolsistas selecionados que farão curso de idioma iniciarão suas atividades no exterior a partir de meados de 2013. Nestes casos, a bolsa será de 15 meses. O restante irá em setembro de 2013, com duração de 12 meses. Para a Austrália, os estudantes poderão se inscrever em universidades tradicionais ou nas tecnólogas. Também para os Estados Unidos estão disponíveis duas chamadas: uma para as instituições tecnólogas e outra para as universidades e instituições comunitárias historicamente negras. Neste último caso, não é preciso ser negro.


Via Luciano Sathler
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45 maneiras de melhorar a educação no Brasil - EXAME.com

45 maneiras de melhorar a educação no Brasil - EXAME.com | Educação no Brasil | Scoop.it
Alunos vão para escola e não aprendem, o governo gasta bilhões e a educação no Brasil não decola. Veja 45 sugestões para mudar esta realidade no país
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Professores analfabetos digitais?

O ministro da Educação Aloizio Mercadante anda tão encantado pela alta tecnologia, que pode colocar os alunos brasileiros em risco de completa imbecilização.

A tecnologia é obviamente fascinante e tem o poder de hipnotizar as multidões, quanto mais seus autoassumidos líderes. Mercadante, cuja formação não é em Pedagogia e sim em Economia (seria, então, um "ignorante pedagógico"?), parece ser mais uma presa da narcose e a alienação tecnológicas que assolam o Brasil e o mundo. Isso tem sido rotina no campo das artes e dos espetáculos: ninguém escapa de usar os novos aparelhos e de mergulhar nos smartphones, feito o personagem Gollum eletrizado (e destruído) pelo precioso anel que achou por acaso. No entanto, quando se trata da formação de jovens, eleger a tecnologia como a panaceia universal afigura-se como o mais deprimente desastre.

Vou tentar analisar as novas ideias do ministro e assim demonstrar que ele está fadado a cometer o maior equívoco de sua carreira: tomar os professores por ignorantes e jogar os alunos no poço dos leões da tecnologia da informação, confundindo-a com a solução final da educação. Por fim, vou aconselhar o ministro (que pretensão, mas não posso evitar) a adotar uma estratégia menos devastadora para capacitar os professores e seus alunos. Não que isso pareça preocupar o ministro. Ele, pelo jeito, só quer brilhar com um discurso que pensa ser “inovador”.

Comecemos pelo discurso que Mercadante fez na terça-feira em São Paulo. Ele afirmou que os professores brasileiros não passam de “analfabetos digitais”. Ele argumenta que os professores precisam aprender o abecedário da informática para acompanhar a nova geração - esta, sim. formada em tecnologia da informação e, por conseguinte, mais apta a conhecer e interpretar o mundo contemporâneo. Baseado nessa “verdade”, anunciou que, para começar o processo, seu ministério irá distribuir dezenas de milhares de tablets aos professores da rede pública de todo o Brasil para solucionar o “déficit digital” das hordas autóctones de educadores que infelizmente povoam o Brasil com sua falta de conhecimento.


Via Luciano Sathler
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Especialista: formação do professor é investimento, não custo

Especialista: formação do professor é investimento, não custo | Educação no Brasil | Scoop.it

O futuro das transformações educacionais no mundo está na inovação, na inclusão e na incorporação de tecnologias digitais no aprendizado - mas a importância do professor em sala de aula não diminui. A avaliação é do professor de Educação Andrew Hargreaves, da Lynch School of Education da Boston College, nos Estados Unidos.Consultor de organizações como o Banco Mundial, Unesco e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e autor de livros que são referência no assunto, Hargreaves vê na dinâmica adotada em alguns países desenvolvidos um modelo para resgatar a qualidade da educação. Essa mudança passa por uma formação mais rigorosa dos educadores, bem como políticas de incentivo à profissão.

Hargreaves discute também como a ideia do design thinking pode aproximar professores e alunos, além de promover um aprendizado adaptado às necessidades particulares de cada estudante - fugindo, assim, dos padrões utilizados tradicionalmente. "O design thinking trata de aproximar mudanças ou inovações de uma organização por meio da ideia de que todos os esforços têm um design ou uma arquitetura implícitos, baseados em suposições sobre como as pessoas se comportam, o que as motiva e como eles mudam", explica.

No livro The Fourth Way: The Inspiring Future for Educational Change(O Quarto Caminho: o futuro inspirador para mudar a educação, em tradução livre), discutiu o termo fourth way para descrever os fatores comuns e os princípios que caracterizam países e escolas com alto desempenho educacional.

"Em economias desenvolvidas, o first way das décadas de 1960 e 1970 (os anos de Paulo Freire no Brasil) tiveram excelentes ideais progressistas de justiça social e inovação, mas sem meios para alcançá-los. O second way de (Margaret) Thatcher, (Ronald) Reagan e (Augusto) Pinochet impôs uma forma de ampliação dessa mudança através da padronização, do controle e da competição de mercado. O third way de (Bill) Clinton e (Tony) Blair tentou encontrar um meio-termo entre o mercado e o Estado e proporcionando mais apoio e formação aos professores", explica. Fourth way trata de um modelo mais democrático, com mais envolvimento da comunidade e professores com mais autonomia em relação ao governo e corresponsabilidade sobre os alunos.

Confira, em entrevista concedida ao Terra, as principais observações do professor em relação à educação no mundo e no Brasil:


Via Luciano Sathler
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Quanto custa estudar nas 10 melhores escolas do Enem - EXAME.com

Quanto custa estudar nas 10 melhores escolas do Enem - EXAME.com | Educação no Brasil | Scoop.it
Apenas uma escola pública figura entre as líderes do ranking e as mensalidades chegam a custar mais de 3.200 reais
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