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Cortella: ‘A escola passou a ser vista como um espaço de salvação’

Cortella: ‘A escola passou a ser vista como um espaço de salvação’ | Educação & ensino de línguas | Scoop.it

As expectativas das famílias em relação às escolas e o que elas oferecem - ou são, de fato, capazes de ofertar - está em descompasso. De um lado, há adultos cada vez menos presentes, seja pelo excesso de trabalho, pelos longos deslocamentos nas megalópoles ou até pela falta de paciência, que esperam que a escola ensine o conteúdo obrigatório e eduque os seus filhos. Do outro, as instituições se desdobram para dar conta de uma infinidade de disciplinas regulares e ainda são cobradas a disciplinar os alunos e abordar temas considerados pertinentes. Tudo em quatro horas diárias.


Via Luciano Sathler
Willians R. Ferreira's insight:

Acúmulo de papéis da escola?

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Universidades federais serão avaliadas com testes de inglês - 430 mil testes

Universidades federais serão avaliadas com testes de inglês - 430 mil testes | Educação & ensino de línguas | Scoop.it

MEC vai aplicar 430 mil testes de inglês; objetivo é fazer um diagnóstico da proficiência da língua na rede

Alunos, professores e funcionários das universidades federais, passarão por teste de certificação em inglês. As avaliações serão aplicadas pelo Ministério da Educação (MEC) para 430 mil pessoas. O objetivo do teste é fazer um diagnóstico da proficiência da língua na rede para subsidiar políticas de internacionalização, como o Ciência Sem Fronteiras (CsF). A primeira etapa deve ser aplicada entre 13 de maio e 9 de junho, docentes das instituições consideram prazo "apressado".
Os certificados para os alunos serão emitidos pela empresa Mastertest, certificadora do Toefl (teste internacional aceito nas universidades estrangeiras). O MEC não informou o custo dos certificados, mas revelou que o valor será inferior ao teste convencional de R$ 260.
Na primeira etapa, as universidades que forem responsáveis pela organização dos exames, deverão priorizar os alunos. De acordo com o MEC, ainda haverá um aplicação no segundo semestre.
O teste será de nivelamento, mas os participantes poderão ser priorizados nas matrículas de cursos presenciais de inglês. O MEC orienta às instituições que contabilize as certificações como atividade extracurricular ou de extensão como forma de incentivo à participação dos estudantes.
O diagnóstico também servirá de base para alocação de recursos a partir de 2015. Na última sexta-feira (25), o governo enviou um comunicado às instituições de ensino, dizendo que devem fazer o cadastro e definir esquema de aplicação até o dia 6 de maio. Entretanto, um docente da instituição disse que foi avisado em cima da hora e, vai ser complicado para organizar tudo.


Via Luciano Sathler
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Em tempo!

 

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Linguagens de computador são o idioma do futuro

Linguagens de computador são o idioma do futuro | Educação & ensino de línguas | Scoop.it
Saber a linguagem de códigos de computador é para muitos jovens igual ao inglês: o segundo idioma que faz a diferença na vida
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Tão importante quanto o inglês!

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Escola de programação para crianças abre em SP

Escola de programação para crianças abre em SP | Educação & ensino de línguas | Scoop.it

Com aulas em português e inglês, a SuperGeeks ensina a linguagem dos códigos e robótica para crianças a partir de 7 anos

Imagine um garoto de sete anos deixando de lado o videogame para desenvolver o seu próprio jogo. Agora, pense em um espaço repleto de meninos e meninas, todos unidos por um único objetivo: dominar a linguagem das máquinas. Essa é a ideia da SuperGeeks, uma escola de programação e robótica para crianças e adolescentes que inicia a sua primeira turma no dia 12 de abril, na Vila Mariana, São Paulo.

Com aulas semanais, a escola irá ensinar desde os conceitos mais básicos de programação até a elaboração de games em 3D e aplicativos para dispositivos móveis. No decorrer do curso, os alunos também aprenderão noções de robótica e técnicas para desenvolver pequenos sistemas de automatização residencial, que permitem apagar e acender as luzes com simples comandos, por exemplo. Pode parecer complexo, mas de acordo com o pesquisador brasileiro Silvio Meira, especializado no impacto da tecnologia da informação na sociedade, esses conhecimentos se fazem cada vez mais importantes no século 21, já que “quem não aprender a programar será programado” (veja entrevista sobre o tema que o professor deu ao Porvir).


Via Luciano Sathler
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As crianças tiram de letra!

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Escolas brasileiras começam a preparar para a carreira

Escolas brasileiras começam a preparar para a carreira | Educação & ensino de línguas | Scoop.it

Aproximar os estudantes do ambiente de trabalho pode ser um caminho para formar profissionais mais produtivos — e algumas escolas brasileiras já começaram a pôr essa ideia em prática

Nos últimos meses, executivos da área de recursos humanos de empresas como IBM, Stefanini e Natura passaram a visitar a Escola Sesc de Ensino Médio, no bairro carioca da Barra da Tijuca. O objetivo deles é conhecer como funciona a instituição, na qual estudam 500 alunos oriundos de colégios públicos e de famílias com renda de um a cinco salários mínimos.

A escola seleciona 165 estudantes por ano entre mais de 8 000 candidatos de todos os estados, que veem ali uma oportunidade de concluir o ensino médio com uma formação de qualidade — está entre as dez melhores escolas do Rio de Janeiro. “Queremos que os alunos saiam daqui prontos para os desafios da vida e da carreira”, diz Claudia Fadel, diretora da escola.

Na prática, as disciplinas tradicionais são ensinadas na Escola Sesc de forma que os alunos compreendam como aplicar o conhecimento no dia a dia. Os estudantes mantêm, por exemplo, uma miniagência de publicidade para produzir o material usado na comunicação interna.

Um laboratório para fabricar biodiesel serve de apoio às aulas de física e química. Uma vez ao ano, as turmas excursionam para conhecer parte do conteúdo do currículo na vida real — como história em Outro Preto, geografia e urbanismo em São Paulo e biologia no Pantanal.

Nessas atividades, os alunos desenvolvem habilidades como autonomia, criatividade e trabalho em equipe. Os resultados têm chamado a atenção das empresas. “Fiquei impressionada com os alunos”, afirma Luciana Camargo, diretora de recursos humanos da IBM, que já visitou a escola. “Eles parecem mais preparados para o mercado de trabalho do que a maioria dos adolescentes.”


Via Luciano Sathler
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Bela iniciativa!

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José Pacheco: "Brasil despreza seus educadores geniais"

José Pacheco: "Brasil despreza seus educadores geniais" | Educação & ensino de línguas | Scoop.it
Criador da Escola da Ponte, em périplo pelo país, afirma: "além de Paulo Freire, outros brasileiros poderiam revolucionar ensino; burocracia estatal os sufoca"

Por Simone Harnik, no Uol Educação...

Via Daniel Caixeta
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Triste constatação.

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Diploma não dá dinheiro

olSéculo 21, Era do Conhecimento. Nunca a educação foi tão importante para as pessoas. Quem não tiver qualificação dificilmente terá oportunidades no mercado de trabalho. Corra para a universidade. O discurso faz sentido: está por trás das políticas públicas que influenciaram a explosiva expansão do ensino superior no Brasil e no mundo nos últimos 15 anos. Só faltou combinar com o mercado... Na vida real, as profissões de nível universitário não cresceram o suficiente para sustentar a multidão que tomou de assalto o banco das faculdades. O telemarketing, por outro lado, cresceu. Como cresceram outros empregos que exigem pouca especialização. Não dão tanto dinheiro, mas são uma opção melhor que o desemprego. Fuja da universidade. A idéia de que o canudo atrai grana é uma furada.

A defensora da polêmica tese é a inglesa Alison Wolf, professora de educação do King’s College, de Londres. A autora do livro Does Education Matter? (“A Educação É Importante?”, sem tradução para o Brasil) explica por que desconfia da necessidade de tanta gente com diploma universitário. Depois de estudar diversos países, ela aponta que melhores níveis educacionais são provavelmente resultado – e não causa – do crescimento econômico.

Por que hoje, no Brasil e no mundo, as pessoas vão mais à universidade?

O principal motivo para essa expansão é o aumento da demanda dos estudantes, e não do mercado. As pessoas acham muito arriscado não ter um diploma universitário. A idéia básica é que, se você não tiver curso superior, não estará competindo pelos melhores empregos.

Há vagas para todos esses formados?

Não. E há um outro problema: a massificação do ensino superior mudou o comportamento dos empregadores. Vários trabalhos que não precisavam dessa qualificação agora precisam, simplesmente porque as empresas consideram que quem nem se deu ao trabalho de fazer faculdade não está preparado para o mercado. O diploma não serve mais para abrir portas profissionalmente, mas, sim, para não fechá-las.

Onde estão os empregos no mundo atual?

Basicamente, nos setores que não necessitam de tanta especialização. O chamado telesserviço ou telemarketing, por exemplo, é uma das atividades que mais crescem no mundo e que não requer experiência anterior. Na Inglaterra, existe mais gente empregada nesse setor hoje do que nas indústrias tradicionais de carvão, aço e automóveis juntas. Apenas 10% dos empregados do setor, em todo o mundo, têm curso superior.


Via Luciano Sathler
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Polêmica afirmação, para refletir!

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Philippe Perrenoud e as novas competências do ensino

Philippe Perrenoud e as novas competências do ensino | Educação & ensino de línguas | Scoop.it

Uma sala de aula hoje e há cem anos não é muito diferente. Apesar das novidades em equipamentos e dos avanços na gestão dos espaços escolares, uma ‘classe’ ainda é, na maioria das vezes, caracterizada pela homogeneização. Cadeiras iguais, devidamente organizadas, com alunos uniformizados e sentados, muitas vezes em ordem alfabética, como se aprendessem todos ao mesmo tempo e da mesma forma. 
Nas últimas décadas, no entanto, pesquisadores da área da educação estão desmistificando este tipo de prática. Cada vez mais, termos como “diversidade” e “heterogeneidade” povoam os planejamentos escolares e os projetos político-pedagógicos das instituições de ensino. Ideias e conceitos como o da pedagogia diferenciada e as novas competências para ensinar, desenvolvidos pelo sociólogo suíço Philippe Perrenoud, tomam as salas de aula e os espaços de formação. A aprendizagem escolar acontece de diferentes formas para diferentes pessoas e não há como pensar na sala de aula contemporânea sem pensar naquilo que é diverso.
Na série de reportagens Pensadores da Tecnologia e da Educação foi comum perceber este senso de diversidade nas teorias dos pesquisadores estudados. O espanhol César Coll e o americano Howard Gardner, por exemplo, defendem que é preciso olhar para os alunos de maneira especial. Pierre Lévy nos mostra a amplitude do conceito de cibercultura, e a brasileira Martha Gabriel coloca em jogo a ideia de cibridismo e a extensão do nosso cérebro para os meios digitais. 
Desta vez, apresentamos um pouco mais do pensamento de Perrenoud, professor da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Genebra. O sociólogo suíço é autor do livro Dez Novas Competências para Ensinar e discute o que deve ser transformado na formação dos educadores para que a sala de aula tradicional possa, enfim, mudar. 
“Nós passamos anos formando professores com base no pressuposto de que o aluno aprende de determinada forma”, afirma Karina Pagnez, Professora Doutora em Psicologia da Educação da Universidade de São Paulo. “Mas a própria formação foi mostrando que o aluno seria um sujeito epistêmico. Perrenoud joga na nossa cabeça uma centelha ao dizer ‘gente, vamos parar para pensar nas possibilidades e desconstruir a ideia de professor detentor de saber’”, explica. 
Para o suíço, o professor precisa dedicar mais energia e atenção aos alunos com mais dificuldades de aprendizagem. Assim se faz uma pedagogia diferenciada, que ajuda a desenvolver métodos para que a aprendizagem aconteça para todos os alunos. “Cinquenta alunos de uma mesma turma não aprendem da mesma forma. Isso depende de condições sociais, biológicas e psicológicas. Eu não diria que é possível você detectar todas as diferenças, mas a partir da formação e do estudo é possível entender novas formas e utilizar diferentes recursos para ensinar”, defende Karina.
Para que essa transformação realmente aconteça e as habilidades dos alunos comecem a ser enxergadas separadamente, Perrenoud indica que o educador deve ser detentor de uma série de competências trabalhadas desde o início da sua formação. “Nós precisamos de uma formação de professores que discuta o processo de ensino e aprendizagem profundamente, uma formação de um indivíduo que seja capaz de pensar, construir e desconstruir práticas a partir da teoria que aprendeu”, indica Karina, da USP. 
Confira as 10 novas competências para ensinar

Organizar e dirigir situações de aprendizagem – Planejar projetos didáticos, envolver os alunos nessas atividades e saber lidar com erros e obstáculos.Administrar a progressão das aprendizagens – Conhecer o nível e as possibilidades de desenvolvimento dos alunos, além de acompanhar sua evolução e estabelecer objetivos claros de aprendizagem.Conceber e fazer evoluir os dispositivos de diferenciação – Trabalhar com a heterogeneidade, oferecer acompanhamento adequado a alunos com grande dificuldade de aprendizagem e desenvolver o trabalho em equipe.Envolver os alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho – Instigar o desejo da aprendizagem nos alunos, integrá-los nas decisões sobre as aulas e oferecer a eles atividades opcionais.Trabalhar em equipe – Elaborar projetos em equipe com a turma e com outros professores, trocar experiências e colaborar com outras atividades promovidas pela escola.Participar da administração da escola – Elaborar e disseminar projetos ligados à instituição, além de incentivar os alunos a também participarem dessas atividades.Informar e envolver os pais – Conversar, promover reuniões frequentes e envolver as famílias na construção do saber.Utilizar as novas tecnologias – Conhecer as potencialidades didáticas de diferentes recursos tecnológicos.Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão – Lutar contra preconceitos e discriminações, prevenir a violência e desenvolver o senso de responsabilidade.Administrar sua própria formação continuada – Estabelecer um programa pessoal de formação continuada e participar de grupos de debate com colegas de profissão.
Via Luciano Sathler
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Leitura obrigatória para todo educador.

 

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Universidade ensina analfabetos a tornarem-se engenheiros e médicos

Universidade ensina analfabetos a tornarem-se engenheiros e médicos | Educação & ensino de línguas | Scoop.it

Em Rajasthan, na Índia, uma escola extraordinária ensina mulheres e homens do meio rural – muitos deles analfabetos – a tornarem-se engenheiros solares, artesãos, dentistas e médicos nas suas próprias aldeias. Chama-se Universidade dos Pés-Descalços, e o seu fundador, Bunker Roy, explica como funciona no vídeo abaixo.


Via Luciano Sathler
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Incrível.

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825 cursos online universitários disponíveis de graça

825 cursos online universitários disponíveis de graça | Educação & ensino de línguas | Scoop.it
Os cursos universitários online grátis são ministrados em grandes universidades, geralmente através de vídeos das aulas presenciais. São 36 áreas do conhecimento.

Via Daniel Caixeta
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Cursos gratuitos.

 

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Aluno 'aprende' em casa e faz exercícios na aula; conheça a sala de aula invertida

Aluno 'aprende' em casa e faz exercícios na aula; conheça a sala de aula invertida | Educação & ensino de línguas | Scoop.it

A sala de aula invertida (flipped classroom) é uma metodologia de ensino que inverte o processo de aprendizagem tradicional do aluno: a aquisição do conhecimento não acontece apenas em aulas expositivas na escola, mas também fora dela, com a ajuda de recursos tecnológicos. Antes da aula, o estudante pode ter contato com o conteúdo em casa. Assim, o tempo na escola é usado para aprofundar conceitos, tirar dúvidas e realizar exercícios e atividades práticas. Veja como você pode aproveitar algumas práticas desse conceito para aprimorar seus estudos              


Via Luciano Sathler
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Tendência na área de educação.

 

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Xangai: qualidades e falhas do melhor sistema educacional do mundo

Assim como outros sistemas de ensino asiáticos, o chinês (representado no relatório desde 2009 por Xangai, dadas as fortes diferenças socioeconômicas das diferentes zonas do imenso país oriental) tende a privilegiar o cálculo e a memorização sobre a criatividade, a análise e a capacidade de expressão.

Ao lado deste sistema de ensino se acrescenta na China uma grande pressão dos pais, professores e da sociedade em geral, para que os jovens, quase sempre filhos únicos, alcancem o sucesso acadêmico que lhes permita competir por um bom trabalho no país mais povoado do mundo.

Essa pressão, combinada com um grande número de horas de estudo tão intenso que não deixa tempo livre para qualquer outra coisa, pode prejudicar o desenvolvimento saudável da sua personalidade e de suas habilidades sociais, uma crítica constante do Ocidente a esse sistema educacional, que o professor de psicologia Sun Shijin qualifica como "razoável".

"É verdade que na Ásia se costuma promover mais o cálculo e a memorização de conteúdos ao invés de habilidades analíticas, a imaginação e a iniciativa pessoal", admitiu à Agência Efe Sun, professor da Universidade de Fudan em Xangai, uma das mais famosas da China.

"Que Xangai tenha tirado os melhores resultados nas provas do PISA é uma boa notícia, mas por outro lado, os alunos chineses estão dedicando mais tempo estudando do que os de outras partes do mundo, e estão fazendo um grande sacrifício", disse ele.

Os cerca de 6.400 estudantes de 155 escolas de Xangai que participaram da prova alcançaram os melhores resultados mundiais em matemática (613 pontos de média sobre mil), ciências (580) e compreensão de leitura (570). Eles costumam dedicar 13,8 horas semanais estudando e fazendo deveres, em comparação com as 4,9 horas da média mundial.

Os estudantes chineses se veem obrigados a serem muito bons em cálculo e na memorização de conteúdos, mas não são ensinados a se expressar, comunicar suas ideias ou raciocinar em equipe.

"Essas críticas são razoáveis, embora a opinião da sociedade esteja começando a mudar, mas ainda não o suficiente", disse Sun.

"As provas do PISA fazem sentido para uma sociedade em desenvolvimento industrial, mas não para uma sociedade informatizada e de serviços como começa a ser a chinesa", explicou.

Em uma sociedade contemporânea desenvolvida é claramente muito mais importante desenvolver as habilidades de criatividade e comunicação que as de cálculo e memorização de conteúdos, disse Sun, que acredita que a sociedade chinesa está tomando consciência disso.

"É bom ver que nossos estudantes nos representaram tão bem (no PISA), mas vale a pena questionar se necessitamos de tantos alunos tão bons em Matemática", disse à imprensa local, Zhang Minxuan, presidente da Universidade de Professores de Xangai.

Via Luciano Sathler
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Falta melhor equilíbrio no desenvolvimento de habilidades.

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‘A escola precisa preparar os alunos para programar’ | PORVIR

‘A escola precisa preparar os alunos para programar’ | PORVIR | Educação & ensino de línguas | Scoop.it
Para o engenheiro e pesquisador Silvio Meira, a tecnologia da informação possibilita que se aprenda o tempo todo
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Via Daniel Caixeta
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"Programação" já é uma disciplina como "história", "geografia", "matemática" para crianças pequenas em algumas escolas particulares...

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Como o brasileiro planeja e investe na educação dos filhos

Como o brasileiro planeja e investe na educação dos filhos | Educação & ensino de línguas | Scoop.it

Para 79% dos brasileiros, a educação dos filhos é o melhor investimento que se pode fazer, maior percentual do mundo

Os pais brasileiros estão entre os que mais se preocupam com a educação dos filhos em todo o mundo. Segundo a pesquisa global “O valor da educação”, do HSBC, 79% dos pais brasileiros consideram que o melhor investimento que podem fazer é pagar pela educação dos filhos. Trata-se do maior percentual dentre todos os 15 países pesquisados.

Em grande parte, isso decorre da visão que os brasileiros têm em relação à educação no país: 66% dos pais entrevistados acreditam que as escolas particulares são melhores que as públicas e 79% consideram que o ensino brasileiro não é tão bom quanto a melhor educação oferecida em outros países.

Além disso, as expectativas dos pais brasileiros em relação aos filhos são altas: 97% deles desejam que os filhos cursem uma graduação na Universidade, e 84% querem que eles também façam pós-graduação.

Percentuais altos para esses quesitos foram encontrados em outros países emergentes. Entre os outros países onde os pais consideram a educação o melhor investimento estão a China (77%), a Indonésia (75%) e a Turquia (75%).

Esse percentual é muito menor em países desenvolvidos com educação pública tradicionalmente de qualidade, como o Reino Unido (35%), França (36%) e Austrália (37%), ainda que nem sempre a visão dos pais desses países em relação ao sistema de ensino local seja positiva.

Veja a seguir seis dados que mostram como os brasileiros custeiam e planejam financeiramente a educação dos filhos:

 


Via Luciano Sathler
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Investimento em educação e línguas é o melhor caminho.

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Por falta de proficiência em inglês, 110 bolsistas do Ciência sem Fronteiras vão voltar para o Brasil

Por falta de proficiência em inglês, 110 bolsistas do Ciência sem Fronteiras vão voltar para o Brasil | Educação & ensino de línguas | Scoop.it
Estudantes que viajaram para Canadá e Austrália não conseguiram aprender o idioma. As bolsas são do programa Ciência sem Fronteiras e custaram mais de 2,6 milhões de reais aos cofres públicos
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Triste realidade!

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Michaelis Dicionário de Erros Comuns do Inglês – introdução | G1real

Michaelis Dicionário de Erros Comuns do Inglês – introdução | G1real | Educação & ensino de línguas | Scoop.it
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Você já conhece? Eu recomendo...  ;)

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Plataforma de EAD quer ensinar inglês para profissionais de TI

A baixa proficiência em inglês é um problema profissional. Principalmente em uma área tão internacionalizada como TI (tecnologia da informação).

Uma pesquisa com profissionais de negócios feita em 2013 pela GlobalEnglish apontou que os brasileiros tem o sétimo pior nível de inglês do mundo, e o sexto pior da América Latina. No Brasil, outro número lançou um alerta: um levantamento feito pela consultoria Michael Page com executivos mostrou que, na área de TI, apenas 45% desses profissionais dominam a língua inglesa.

Para melhorar a proficiência de inglês - especificamente entre profissionais de TI - um grupo de empresários norte-americanos (Mais Unidos) e o MEC lançaram uma plataforma online de ensino do idioma. É o Brasil Mais TI.

"A deficiência do inglês existe sim e não só em TI. Mas nessa área, dependendo do projeto, o profissional tem que trazer conceitos de fora e interagir com outros profissionais, técnicas e negócios que estão na língua inglesa. Além disso, hoje o suporte técnico de empresa estão centralizados em algumas partes do mundo, e o Brasil é um desses países. Então profissionais com bom inglês são cada vez mais requisitados", diz Fabiana Nakazone, especialista em RH.


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Grande oportunidade!

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Site disponibiliza 1.000 livros grátis sobre programação

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Site mantido por mais de 200 pessoas que contribuem frequentemente adicionando novos livros grátis relacionados com o mundo da programação.
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"Programação", tão ou mais importante que as matérias tradicionais da escola.

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Ensino a distância é mais barato, mas exige disciplina

Ensino a distância é mais barato, mas exige disciplina | Educação & ensino de línguas | Scoop.it

Escolher o ensino a distância é cada vez mais comum. Muitas são as vantagens, além de ser mais barato

E mais, depois de concluído o ensino a distância, os recém-formados podem cursar pós-graduação, mestrado e doutorado.

O segredo para estudar fora da sala de aula é disciplina.

— Escolha um horário para estudar e cumpra sua meta;

— Reserve um local da casa que seja isolado e tranquilo;

— Se for estudar após sair do trabalho, relaxe um pouco antes de iniciar o estudo;

— Certifique-se que seu computador esteja funcionando bem para não interromper a aula;

— Aproveite bem os plantões de dúvidas, são muito úteis;

— Busque material didático extracurso para acelerar seu aprendizado;

— Não estude com TV ligada ou música, isso atrapalha a concentração;

— Desligue o celular. Cada toque de mensagem roubará sua atenção;

— Deixe água perto de sua mesa para não ter de parar para buscá-la.

Lembre-se: o fato de estar em casa exigirá mais de você.


Via Luciano Sathler
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Qual é o seu perfil?

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Sem enrolar a língua – Época São Paulo

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Guia de lazer, cultura e gastronomia
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Currículo+: plataforma REA da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo

O Projeto Currículo+ é uma iniciativa integrante do Programa Novas Tecnologias – Novas Possibilidades da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEE/SP). A plataforma traz sugestões de conteúdo digital (vídeos, animações, jogos digitais, simuladores, infográficos e áudios) como recurso pedagógico complementar, selecionados segundo o Currículo do Estado de São Paulo.

A SEE/SP, a partir de desenvolvimento do projeto Currículo+, foi parceiro na construção da plataforma Escola Digital e no âmbito da estrutura física das plataformas,  o Currículo+ é uma “obra adaptada” da “obra original” Escola Digital  (uma vez que a licença “aberta” da plataforma Escola Digital permite que esta ação seja realizada).

Todos os conteúdos mapeados pela equipe responsável pela seleção e sugestão de conteúdos do Currículo+ são continuamente compartilhados com o Escola Digital, e vice-versa.  Dessa forma, quem ganha são os professores e alunos do Estado de São Paulo e do todo o Brasil.



Via Luciano Sathler
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Currículo+     Conteúdo Digital

 

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‘Aprendizado on-line é mais natural para o cérebro’

‘Aprendizado on-line é mais natural para o cérebro’ | Educação & ensino de línguas | Scoop.it

Para especialista, a internet permite a multiconectividade, que é mais inerente ao jeito do ser humano pensar e aprender

Ler um livro ou uma história pode parecer uma atividade natural para boa parte das pessoas, mas para o nosso cérebro é questão de treino. Quando, no século 15, o livro passou a ser um instrumento difusor de informação, as pessoas tiveram que ensinar o cérebro a se desconectar do mundo ao redor e mergulhar neste outro universo, senão muito do conteúdo não seria absorvido. É esse o argumento que Jolanta Galecka, especialista em marketing on-line na editora europeia Young Digital Planet, usa para explicar porque a internet entrou com tanta facilidade na vida moderna ­– principalmente entre as crianças. “A internet permite que nosso cérebro funcione do jeito que ele mais gosta”, defende.

De acordo com a especialista, que esteve nesta semana na Contec Brasil, conferência sobre educação, conteúdo de mídia infantil e tecnologia, o cérebro sempre se desenvolveu em movimento, prestando atenção em tudo que está ao redor. “É assim que aprendemos com mais facilidade e a internet é um ambiente disperso de aprendizagem, é mais natural para nosso cérebro”, argumenta. Até por isso, a introdução desse novo universo é muito difícil em escolas com modelos de ensino tradicional, que não fomentam nos alunos a multiconexão entre conteúdos, informações e experiências de vida.

“Se o conteúdo não é ensinado de maneira interativa, o aluno não aprende. O cérebro absorve informações quando constrói seus próprios modelos mentais de conexões. Armazenamos a informação por meio dessas conexões, e elas vão ser feitas de acordo com o conhecimento prévio de cada um”, explica a especialista, que completa: “Por isso que conexões não podem ser ensinadas, ou mesmo forçadas, da mesma maneira que não se pode dar conhecimento. Podemos dar informação, para que ela seja absorvida. Com base nela é que se constrói o conhecimento”.

Entender como o nosso cérebro aprende e como ele responde a estímulos é um grande passo para melhorar a qualidade do processo de ensino e aprendizagem, defende a especialista. “É aí que o professor estará usando por completo sua habilidade pedagógica, todo o seu potencial. Incitando discussões, instigando a curiosidade, mostrando caminhos para relacionar os conteúdos ao mundo real e a vida fora da escola”, afirma Galecka.


Via Luciano Sathler
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Este é o caminho!

 

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G1 > Vestibular e Educação - NOTÍCIAS - 'Melhores professores de inglês não são britânicos nem americanos', diz linguista

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  Ao contrário do senso comum, o melhor professor de idiomas não é o nativo, mas aquele que fala também a mesma língua do aluno. A vantagem desse profissional está na capacidade de interpretar signif...
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Para refletir!

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Criamos uma geração sem foco, diz Daniel Goleman

Criamos uma geração sem foco, diz Daniel Goleman | Educação & ensino de línguas | Scoop.it

O americano Daniel Goleman afirma que estímulos constantes criaram uma geração sem foco, com dificuldade de desenvolver o raciocínio lógico e criativo. A boa notícia: é possível aprender a se concentrar.

Nela, Goleman defende que — num momento em que a tecnologia e o excesso de informação geram distrações a cada minuto — criou-se uma geração sem foco, com dificuldade­ de desenvolver a capacidade de concentração. Mas, para ele, a atenção é como um músculo que pode ser treinado. E quem consegue chegar lá tem ideias melhores e mais criativas.

É o que fazia Bill Gates quando presidia a Microsoft, nos anos 90. Em períodos que chamava de “think weeks” (numa tradução livre, “semanas para pensar”), ele passava uma quinzena numa casa no campo para pensar sem interrupções.

Jack Welch, o lendário presidente mundial da multinacional americana General Electric, reservava uma hora por dia para simplesmente olhar pela janela. Em entrevista a EXAME, o autor fala mais sobre seu mais recente trabalho.

 


Via Luciano Sathler
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Mundo conectado = muitas distrações = pouco foco

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Pisa 2012: a aberração de sempre

Pisa 2012: a aberração de sempre | Educação & ensino de línguas | Scoop.it
A conclusão é inescapável: pioramos. Mas nossos dirigentes estão mais preocupados em torcer dados para ver o lado bom de resultados decepcionantes
Willians R. Ferreira's insight:

Decepcionante!

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