Inovação Educacional
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Inovação Educacional
Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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Globo lança plataforma de educação

Globo lança plataforma de educação | Inovação Educacional | Scoop.it

Educação será abordada no entretenimento, jornalismo e comunicação. Fundação Roberto Marinho e Unicef são parceiras do projeto.

As Organizações Globo, a Fundação Roberto Marinho e o Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) assinaram nesta quarta-feira (22), em São Paulo, uma parceria para criação da plataforma Globo Educação, que vai reunir diversas ferramentas e ações para tratar o tema educação dentro da Globo.

O Globo Educação conta com três eixos de atuação: televisão, internet e fóruns presenciais. "O Globo Educação é na verdade a educação na Globo, é um projeto que vai abordar o tema nas ferramentas e na atuação da Globo, seja no entretenimento, no jornalismo ou na comunicação", diz Sérgio Valente, diretor de comunicação da TV Globo. "A educação tem de estar na agenda das pessoas e vamos usar nossas ferramentas para isso. A partir de hoje as pessoas vão ver o tema proliferando e frutificando na nossa programação."

Para Gary Stahl, representante do Unicef no Brasil, a parceria é muito importante para o futuro do Brasil. “O Brasil ainda tem um grande desafio na área da educação. Há 1,5 milhão de alunos entre 15 e 17 anos fora da escola. É bem importante trabalharmos juntos para resolver a questão."

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'Jovem não desistiu de aprender, mas escola deve se reinventar', diz diretora

'Jovem não desistiu de aprender, mas escola deve se reinventar', diz diretora | Inovação Educacional | Scoop.it

 A educação é responsabilidade da escola? Este foi um dos temas debatidos na segunda edição do seminário “Educação: Mitos x Fatos”, promovido pela Globo, em parceria com o Unicef e a Fundação Roberto Marinho, nesta quinta-feira (18), em São Paulo. Também foram abordadas questões como se a escola parou no tempo, se a educação é valorizada pelos jovens e se dá votos.

O evento contou com a participação da cientista Mayana Zatz, do diretor do Observatório das Favelas Jailson de Souza e Silva, do especialista em educação Mozart Neves Ramos e da educadora e diretora de escola Eliane Ferreira, sob a mediação da jornalista Miriam Leitão. Veja alguns pontos abordados:

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Brasil arrecadará US$ 2,8 bilhões com exportação de tecnologia de defesa

O Brasil faturará em 2014 US$ 2,8 bilhões advindos de exportação de produtos tecnológicos da indústria nacional de defesa. O montante, que é maior em 8% dos números apresentados no ano passado, foi apresentando no dia 2 de setembro, em Brasília (DF), pelo ministro da Defesa, Celso Amorim.
"São dados importantes, não apenas para a própria defesa do País, como para a balança comercial do Brasil. Além disso, mostra o desenvolvimento da indústria nacional e os esforços para consolidar a base tecnológica brasileira", afirmou Amorim, durante a abertura da 3ª edição da Mostra da Base Industrial de Defesa, mais conhecida como BID-Brasil.
Os dados foram entregues ao ministro pela Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), que reuniu na Mostra da Base Industrial 84 empresas do setor. Munições, armamentos e equipamentos tecnológicos foram apresentados para visitantes de vários países.
"Ao todo, serão 230 produtos tecnológicos em vários setores e dos mais variados tipos, como veículos aéreos não tripulados, submarinos convencionais e com motor de propulsão nuclear, aeronaves, munições, até mesmo produtos na segurança alimentar", informou o vice-presidente executivo da Abimde, Carlos Pierantoni.
Ainda segundo Pierantoni, é esperado que o crescimento de 8% se repita na exportação em 2015. "Isso é muito bom, mas sempre temos que pensar em melhorar. O mercado de defesa mundial gira em torno de U$ 1,7 trilhão, e o Brasil ainda está com U$ 2,8 bilhões", apontou o vice-presidente.

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Cursos de graduação a distância de serviço social têm fragilidades, diz conselho

Um estudo lançado hoje (18) pelo Conselho Federal de Serviço Social aponta fragilidades nos cursos de graduação a distância de serviço social. O documento indica problemas principalmente na supervisão do estágio obrigatório dos estudantes com o número excessivo de estagiários por professor e supervisão acadêmica feita a distância.
Outros problemas relatados no segundo volume do estudo, intitulado Incompatibilidade entre Graduação à Distância e Serviço Social, são a supervisão acadêmica e de campo exercidas pelo mesmo profissional, supervisores acadêmicos com registro em outros estados e até mesmo a ausência de supervisão. O primeiro volume do estudo, lançado em 2011, relatou problemas como falta de bibliotecas, de infraestutura física e de equipamentos adequados nos pólos dos cursos. Os estudos foram baseados em informações coletadas pelos conselhos regionais de serviço social.
Na avaliação da professora da Escola de Serviço Social da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisadora na área de educação a distância, Larissa Dahmer, o ensino a distância precariza a formação do profissional da assistência social. “Como você gradua um profissional que vai trabalhar com questões extremamente complexas sem o embasamento teórico maior, sem ter uma vivência com pesquisa, com extensão, com diversos professores?”, questiona. Segundo ela, a formação deficiente compromete o serviço prestado à população.
A pesquisadora defende ainda a oferta de educação pública presencial de qualidade para todos como forma de evitar que os estudantes busquem a educação a distância.
A coordenadora do Conselho Federal de Serviço Social, Juliana Melim, disse que representantes do Conselho Federal de Serviço Social e dos conselhos regionais pretendem agendar reuniões com o Ministério da Educação, o Conselho Nacional de Educação (CNE) e Ministério Público Federal para apresentar a pesquisa e pedir mais rigor na fiscalização do ensino a distância e a garantia do direito a educação pública de qualidade.
O CNE discute atualmente um novo marco regulatório para a educação à distância. Entre as mudanças previstas está a elaboração de uma nova avaliação para a modalidade que levará em conta as especificidades de cada instituição e a qualidade ofertada, de acordo com o conselho. Para o funcionamento dos cursos, o projeto institucional, a inovação, a estrutura, o corpo docente e a interdisciplinaridade da instituição deverão ser valorizado para o credenciamento e recredenciamento pelo Ministério da Educação.

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Fundação Joaquim Nabuco oferece cursos sobre educação a distância

A Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), por meio da Diretoria de Formação e Desenvolvimento Profissional (Derby), abriu nesta quinta-feira (18) as inscrições para cursos gratuitos de capacitação de curta duração sobre educação a distância. 
Para participar, os interessados devem encaminhar um e-mail, até o dia 24 de setembro, para o endereço eletrônico ead.difor@fundaj.gov.br com as seguintes informações: nome do curso, nome do interessado, CPF, matrícula, ramal e e-mail para contato. As inscrições são gratuitas. 

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Mensalidade escolar terá reajuste de até 12% em SP

As mensalidades das escolas particulares do Estado terão alta de até 12% em 2015, índice acima da inflação prevista pelo governo federal para o ano que vem --de 4,5%.
A afirmação é do Sieeesp (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo). Em todo o Estado, desde 2010 o aumento das mensalidades da rede privada supera a inflação.
A orientação do sindicato, que vem sendo seguida nos últimos anos pelas escolas, é que o reajuste seja de 9% a 12%.
Segundo Benjamin Ribeiro da Silva, presidente da entidade, o cenário incerto das eleições deste ano, aliado a fatores econômicos --como recomposição de impostos e fim do subsídio às tarifas de energia-- justificam o reajuste.
Também pesam as previsões de inflação alta --o sindicato acredita que será de quase 7% -- e de reajuste real de 2,5% para os professores.
Com o temor de alta na taxa de inadimplência, o sindicato, que tem feito reuniões no interior desde a segunda-feira (15), está orientando as escolas para que freiem novos investimentos, como grandes obras ou reformas.
Em julho, o índice de inadimplência foi de 7,31% no Estado. É inferior aos 8,05% do mesmo mês de 2013, mas supera os 6,20% de janeiro.
O Procon e o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) afirmam que as escolas devem apresentar uma planilha aos pais que comprove a necessidade do reajuste acima da inflação. "Sem comprovação, o reajuste é ilegal", diz Cláudia Pontes Almeida, advogada do Idec.
Para Alexandre Nicolella, professor da faculdade de economia da USP em Ribeirão Preto, o cenário econômico para 2015 não é positivo e é possível que haja aumento de devedores. "O problema é que os salários crescem menos [que a mensalidade]."
Para tentar evitar que a inadimplência suba, o sindicato está orientando escolas a barrarem matrículas de alunos cujos pais ou responsáveis financeiros estejam com o nome "sujo". A recomendação já foi feita em anos anteriores, mas está sendo reforçada.
Em Ribeirão Preto, por exemplo, há dois anos escolas estão pedindo a declaração de quitação escolar de novos alunos no ato da matrícula, segundo Márcia de Pádua, diretora de escola. O documento comprova que não há débitos com o colégio anterior.
A escola de Márcia reajustará a mensalidade em 12%. Já a Waldorf João Guimarães Rosa, também em Ribeirão, deve adotar 9%, diz o tesoureiro Adilson Defendi. A Folha procurou escolas na capital paulista, mas elas não quiseram se manifestar.
Com o impacto do reajuste, pais já se preparam para adotar medidas como corte de gastos supérfluos. "A gente tem que priorizar os pagamentos e deixar de lado outros gastos, como passeios", diz o ourives Daniel Franc, 39.
Já o vendedor de veículos André Barrufini Neto, 42, pretende negociar com a direção da escola das filhas o pagamento à vista do ano letivo, visando um desconto.

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Coursera fala português e terá USP e Unicamp

Coursera fala português e terá USP e Unicamp | Inovação Educacional | Scoop.it

O Coursera, plataforma de ensino on-line que oferece MOOCs  (Cursos On-line Abertos Massivos, na sigla em inglês) de 110 universidades do mundo, começa neste mês a falar português e anunciou nesta quarta-feira (17) uma parceria com a USP (Universidade de São Paulo) e a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) para marcar presença no Brasil. Os primeiros cursos com a grife das instituições estarão disponíveis no começo de 2015, uma novidade que vai ao encontro do que o Porvir publicou no início do mês de agosto.
O Brasil superou recentemente a marca de 300 mil usuários no site, o que o coloca como quinta maior base de usuários, atrás apenas de Estados Unidos, Índia, China e Reino Unido. “Queremos derrubar barreiras para o ensino de qualidade, porque os empregos que vão existir amanhã no Brasil e ao redor do mundo não são aqueles de hoje, e aquilo que as pessoas aprenderam na faculdade há 15 anos atrás já não é suficiente”, disse Daphne Koller, cofundadora e presidente do Coursera, em evento realizado em São Paulo. Koller afirmou que a empresa pretende se situar estrategicamente no novo cenário em que a personalização do ensino ganha força (Veja aqui o especial do Porvir sobre o tema) e o ambiente virtual aparece integrado com as aulas presenciais. “O conhecimento básico será adquirido on-line, no ritmo e na hora em que o aluno desejar, até que domine habilidades básicas para que chegue na aula e o professor o ajude a solucionar problemas, debater e argumentar”, explicou.

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Jogo on-line ajuda aprender inglês com músicas

Jogo on-line ajuda aprender inglês com músicas | Inovação Educacional | Scoop.it

O que é melhor: aprender inglês com um jogo on-line ou com a música da sua banda favorita? A startup brasileira Backpacker, que oferece soluções para o aprendizado de idiomas em ambiente virtual, uniu os dois métodos no Feel The Music (Sinta a Música, em livre tradução), um game que permite treinar habilidades de compreensão textual e auditiva de língua inglesa, ao mesmo tempo em que o jogador se diverte com os hits do momento.
No game, o usuário pode jogar sozinho ou na opção multiplayer, desafiando outros participantes. O objetivo de cada partida é preencher os trechos que aparecem em branco durante a música. Conforme as palavras são preenchidas corretamente, o jogador recebe pontos que podem ser utilizados para comprar novos hits. Ao finalizar uma música, ele recebe um relatório sobre o seu desempenho, apontando a quantidade de expressões distintas que foram acertadas.

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Conheça os vencedores do Prêmio Educador Nota 10 edição 2014

Conheça os vencedores do Prêmio Educador Nota 10 edição 2014 | Inovação Educacional | Scoop.it

A 17ª edição do Prêmio Educador Nota 10, realizado pela Fundação Victor Civita, em parceria com a Globo e a Abril, divulgou a lista dos dez educadores vencedores de 2014. Criado para incentivar as boas práticas de educação no Ensino Infantil e Fundamental, o concurso tem como objetivo promover as iniciativas pedagógicas de professores, diretores, coordenadores pedagógicos e orientadores educacionais. De um total de 3.500 inscritos, foram selecionados 50 dos quais saíram 20 finalistas, e em seguida, os 10 vencedores.
O Prêmio Educador Nota 10 já reconheceu o trabalho de mais de 180 educadores no Brasil e é o mais importante da categoria na América Latina. Visa contribuir para a qualidade do ensino nas escolas, evidenciando a importância da educação das crianças e jovens. A edição deste ano teve como tema “Conhecimento é o maior valor”.

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Brasil ainda tem 13 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais

Brasil ainda tem 13 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais | Inovação Educacional | Scoop.it

Em 2013, o Brasil registrou 13 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais -- contingente de pessoas que supera a população da cidade de São Paulo (11,8 milhões) e representa 8,3% do total de habitantes do país.
A taxa de analfabetismo caiu por um período de 15 anos, mas estagnou no levantamento divulgado no ano passado. O índice de 2013 (8,3%) é 0,4 ponto percentual menor que o registrado em 2012.
Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada, nesta quinta-feira (18), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas).
Aos 15 anos, um indivíduo deveria estar entre o final do ensino fundamental e o início do ensino médio, antigo colegial. É considerado analfabeto quem não é capaz de ler nem de escrever um bilhete simples.

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Confira os novos cursos de Ensino a Distância (EaD) da FIA

Confira os novos cursos de Ensino a Distância (EaD) da FIA | Inovação Educacional | Scoop.it
Um dos aspectos mais importantes nos dois cursos é sua metodologia com foco na aplicação de ferramentas e técnicas úteis para a realização das atividades em nosso trabalho
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As 22 melhores universidades brasileiras, segundo o QS

As 22 melhores universidades brasileiras, segundo o QS | Inovação Educacional | Scoop.it
8. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
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Ser bilíngue faz bem ao cérebro e previne demências, diz pesquisadora

Ser bilíngue faz bem ao cérebro e previne demências, diz pesquisadora | Inovação Educacional | Scoop.it

A psicóloga Ellen Bialystok, professora da Universidade de York, no Canadá, descobriu, em uma série de pesquisas, que as pessoas bilíngues têm vantagens cognitivas em comparação aos monolíngues. De acordo com a pesquisadora, quem fala duas línguas em seu cotidiano tem mais facilidade de focar sua atenção naquilo que é relevante, ignorando as distrações.
Além disso, o bilinguismo pode retardar o aparecimento de demências, segundo estudos conduzidos por ela. A cientista esteve no Brasil na semana passada para participar do evento “Bilingual Institute for Advancements”, organizado pela Escola Cidade Jardim/Play Pen, de São Paulo, quando conversou com o G1. Leia os principais trechos da entrevista:

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O que faz uma universidade ser top mundial?

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O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) lidera o ranking das melhores universidades do mundo, que tem a Universidade de São Paulo (USP) como a instituição brasileira mais bem colocada, na 132ª posição. É o terceiro ano que a universidade americana, famosa por suas pesquisas em ciência e tecnologia, lidera o respeitado ranking mundial QS. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na 206ª posição, e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na 271ª, são as outras duas instituições brasileiras entre as 300 melhores.

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Unicamp integra programa internacional de cooperação universidade-empresa

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) uniu-se a outras seis universidades ibero-americanas para integrar o RedEmprendia-Solutions, programa de cooperação entre a iniciativa privada e instituições de ensino superior promovido pela RedEmprendia, grupo de universidades que atuam nas áreas de inovação e empreendedorismo.
Além da Unicamp, participam da iniciativa a Universidad Politécnica de Madrid, da Espanha, o Instituto Politécnico Nacional, do México, a Universidad de Antioquía, da Colômbia, a Pontificia Universidad Católica de Chile, a Universidade de Coimbra e a Universidade do Porto, ambas de Portugal.
Organizado pela RedEmprendia, que agrega 24 universidades de sete países ibero-americanos, o programa visa a promoção, nos próximos três anos, de projetos nas universidades participantes em parceria com empresas que possibilitem soluções para desafios da sociedade e do mercado.
O objetivo é aproximar a pesquisa desenvolvida nas universidades das demandas sociais e envolver a iniciativa privada na promoção da formação de novos talentos.
O programa é resultado de acordo assinado pelas instituições em julho, durante o 3º Encontro Internacional de Reitores da Universia, no Rio de Janeiro, com a participação de reitores das 24 universidades que fazem parte da RedEmprendia e de representantes dos parceiros institucionais do grupo, a Universia e o Banco Santander.
Mais informações em www.redemprendia.org.

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Inscrições abertas para Missão Anpei ao Reino Unido

A Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei) e o governo do Reino Unido se únem para promover a colaboração entre empresas inovadoras brasileiras e universidades e empresas britânicas, com foco em pesquisa colaborativa, transferência de tecnologia e inovação aberta. Em novembro, acontece a segunda missão Anpei ao Reino Unido, cujas inscrições estão abertas e que tem como diferencial uma visita ao Innovate UK, um dos maiores eventos de inovação do mundo, realizado em Londres, dias 5 e 6 de novembro, organizado pelo Technology Strategic Board (TSB).

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Banco Central e Esaf lançam curso de Educação Financeira gratuito

O Banco Central e a Escola de Administração Fazendária (Esaf) lançaram o curso a distância de Educação Financeira – Gestão de Finanças Pessoais.
O curso é gratuito e a carga horária são dez horas, distribuídas no período de um mês, de 23 de setembro a 23 de outubro, de acordo com a disponibilidade de cada aluno. Para participar basta um computador conectado à internet.
Segundo o BC, além de básico e didático, o curso tem caráter lúdico, pois se utiliza de personagens que têm questões comuns a milhares de pessoas – buscam utilizar o dinheiro de modo consciente e otimizar gastos.
Entre os objetivos do curso estão: compreender a relação cotidiana das pessoas com seus recursos financeiros; reconhecer o orçamento como ferramenta para a compreensão dos próprios hábitos de consumo; identificar o crédito como fonte adicional de recursos que não são próprios e que ao ser utilizado implica o pagamento de juros; entender as causas e consequências do endividamento excessivo e identificar os caminhos para reverter a situação; entender as vantagens e dificuldades de planejar o consumo; compreender a importância do hábito de poupar como forma de melhorar a qualidade de vida; e entender os riscos financeiros e quais as medidas de prevenção e proteção adequadas para cada situação.

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MEC lança portal da Educação Integral

O Ministério da Educação (MEC) lançou hoje (18) o Portal da Educação Integral. A página, que já está no ar, reúne informações e notícias sobre o tema, permite o acesso rápido ao Programa Dinheiro direto na Escola - por meio do qual as escolas recebem os recursos para as atividades - e oferece espaço para conferências pela internet.
O ensino em tempo integral é uma das apostas para melhorar a educação básica. Durante o período em que estão na escola, os estudantes, além das aulas, recebem acompanhamento pedagógico e participam de outras atividades, como prática de esportes, atividades culturais e de comunicação. A jornada da educação integral deve ser, no mínimo, de sete horas diárias ou 35 horas semanais. Com recursos do Programa Mais Educação, o MEC financia a implementação da jornada integral em escolas com baixo desempenho, de regiões vulneráveis.
"Estamos analisando cada escola, para ver o que podemos ajudar para que possam melhorar a performance", disse o ministro da Educação, Henrique Paim. De acordo com o presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Romeu Caputo, o governo investiu neste ano mais de R$ 1 bilhão no programa, o que corresponde a execução em dia dos valores previstos no Orçamento.
A oferta de educação integral está também no Plano Nacional de Educação (PNE), que estabele metas para o setor nos próximos dez anos. Segundo o plano, a educação integral, que atualmente chega a aproximadamente 35% das escolas públicas, deve atingir 50% pelo menos. Além do programa federal, alguns estados e municípios oferecem os próprios programas.

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Curso trata dos dispositivos móveis na educação

Curso trata dos dispositivos móveis na educação | Inovação Educacional | Scoop.it

De vilão para aliado. Passou o tempo em que o uso de aparelhos móveis era considerado um problema dentro da sala de aula. De acordo com o estudo Mobile Learning Week, divulgado pela Unesco, os professores podem ter pelo menos 13 bons motivos para usar o celular como ferramenta educacional. Entre eles, a otimização do tempo e a aproximação entre o aprendizado formal e informal. Para capacitar o educadores que desejam aproveitar essa tecnologia a seu favor, a Fundação SM e a Fundação Vanzolini estão com inscrições abertas para o curso on-line “Escola com Celular – O uso de dispositivos móveis na educação”, focado em temas ambientais.
Com duração total de 40 horas, o curso é voltado para professores de todo o Brasil. A ideia é fomentar o protagonismo docente para trabalhar conteúdos curriculares com o uso dos dispositivos móveis, incentivando a discussão entre estudantes e professores. Para essa formação, serão contemplados diversos temas que auxiliam o educador a desenvolver um projeto sobre sustentabilidade com o apoio dos recursos tecnológicos.

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Curso de autoconhecimento ajuda jovens a tomar decisões | PORVIR

Curso de autoconhecimento ajuda jovens a tomar decisões | PORVIR | Inovação Educacional | Scoop.it

Durante a vida, os momentos de transição, como a fase após colégio e antes da faculdade, ou mesmo, após o fim da graduação, são difíceis e decisivos. Para ajudar jovens que estão enfrentando esse desafio e

buscando um caminho pessoal e profissional, um grupo de amigos teve a ideia de criar o GPX (Globlal Project Experience), um curso informal de aprendizado experimental e imersivo.
O programa foi desenhado para que jovens de 18 a 24 anos vivenciem, ao longo de um semestre, novos conteúdos, conhecimentos e oportunidades que os preparem para suas futuras escolhas

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Proggy, ensino de lógica de programação

Proggy, ensino de lógica de programação | Inovação Educacional | Scoop.it

A Proggy é uma plataforma online que conta com uma coletânea de projetos e desafios para você apurar sua lógica de programação e tirar suas dúvidas com vídeos curtos e focados em temas específicos.

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Mais da metade da população tem acesso à internet, aponta a Pnad

Mais da metade da população tem acesso à internet, aponta a Pnad | Inovação Educacional | Scoop.it

O número de brasileiros que usa internet já ultrapassa a metade da população, segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2013. Pela primeira vez, a proporção de internautas chegou a 50,1%, de acordo com o material divulgado nesta quinta-feira (18)

pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), superando os 49,2% de internautas registrados em 2012.
A Pnad aponta ainda que cerca de 86,7 milhões de pessoas com mais de dez anos de idade acessaram a internet no período de referência da pesquisa, em 2013.
A professora aposentada Anita Barros, 78, é uma das que resolveu investir em tecnologia para ocupar o tempo. "Diariamente estou conectada, seja pelo computador ou pelo celular. Já arrumei até uns paqueras na internet, mas minhas filhas não gostaram. Hoje, converso só com amigos e familiares, pois conversar com desconhecidos pode causar surpresas desagradáveis", disse a moradora de Maceió, que apesar da idade, aprendeu a usar computador sozinha.
"Nunca frequentei curso de informática. Comprei o computador e quando um neto chegava eu perguntava uma coisa ou outra, mas foi mexendo sozinha que eu descobri o mundo da internet", contou.
A pesquisa do IBGE mostra ainda que as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste superaram a média nacional, com 57,7%, 54,8% e 54,3%, respectivamente. Já as regiões Norte e Nordeste atingiram puxam os números para baixo, com 38,6% e 37,8%

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Universidade e mercado de trabalho fora de sintonia

Enquanto muitos universitários formados em Direito acabam transformando-se em taxistas, o país importa médicos e técnicos especializados na indústria do Petróleo e Gás, por exemplo. A equação entre oferta de emprego e mão de obra especializada não se resolve — afirmam estudiosos — e revela o descompasso entre as carreiras escolhidas pelos universitários e os postos onde o desenvolvimento demanda pessoal.
As argumentações foram apresentadas por dirigentes do setor privado durante o 7º Encontro de Instituições de Ensino Superior do Estado do Rio de Janeiro. Promovido, no último dia 12, pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado do Rio de Janeiro (Semerj), na Universidade Candido Mendes (Ucam), no Centro do Rio, o evento teve como tema “Os cenários para o ensino superior e sua integração com o ensino médio”.
Neste encontro, Candido Mendes, reitor da Ucam e presidente do Semerj, observou que uma parcela expressiva de jovens brasileiros conseguiu concretizar, somente na última década, o sonho de cursar o ensino superior. No entanto, as carreiras escolhidas estão na contra-mão das carências do mercado.
“Hoje, quem tem uma formação superior tem um salário 2,3 vezes maior do que quem tem apenas o ensino médio. Porém, a noção de prestígio superior do ensino está defasada no Brasil. As classes C e D, no entanto, ainda buscam o prestígio obsoleto de determinadas profissões, como ocorre em Direito, por exemplo”, explicou o acadêmico.
Ao embasar sua proposição, o reitor da Ucam apresentou dados do último Censo do Ensino Superior, divulgado na semana passada. Segundo o Ministério da Educação (MEC), há 7,3 milhões de universitários no país, em cursos de graduação presencial e a distância, divididos em 32.049 cursos. Eles estão distribuídos por 2.391 instituições de ensino superior, públicas e privadas. O levantamento apontou a existência de mais de 1,2 mil cursos de educação a distância — que concentram 15% do total de matrículas.
“Em dez anos, passamos de 5,3 milhões para 7,3 milhões de estudantes, o que representa um dinamismo altamente gratificante. Mas esses números representam 17% do contingente na população entre 14 e 24 anos. Temos a metade do acesso universitário do Chile, um terço do acesso na Indonésia”, observou o especialista.
Dentro desse contexto, o acadêmico chamou atenção para o desequilíbrio entre os setores público, que concentra os estudantes mais abastados, e o setor privado, que ainda precisa se capacitar para atender as classes C e D.

“Elogio o presente governo que fez inumeráveis esforços para assegurar que as classe C e D ingressem na universidade. Há  políticas como o Fies, o ProUni. Mas apenas 31% dos candidatos a esse ensino conseguem chegar ao ensino público. O ensino público é cada vez mais disputado pelas elites brasileiras. Temos 62% do acesso ao ensino público assegurado para quem tem o limite da mais alta renda e não para o jovem carente e necessitado”, completou o reitor da Ucam.
Candido Mendes chamou a atenção para necessidade de integração entre as instituições de ensino superior e de educação básica. E, no evento, informou que as reuniões entre representantes dos sindicatos de educação básica do estado do Rio de Janeiro (Sinepe) e o Semerj acontecerão regularmente. “Um erro que ainda existe é a falta de  orientação vocacional para as oportunidades de emprego nos currículos regulares”, acrescentou o intelectual.

Instituições de outros  estados “invadem” o interior - Presidente do Instituto de Pesquisas e Administração da Educação (Ipae), João Roberto Moreira Alves prosseguiu na apresentação de dados sobre o ensino superior. O educador chamou atenção para o fato boa parte do mercado no interior do estado estar sendo ocupada por instituições de ensino superior com mantenedoras situadas em outros estados.
“Cidades de médio porte estão sendo ‘invadidas’ por instituições de fora do Rio de Janeiro. Temos hoje 21 universidades de outros estados que não participam da realidade do Rio de Janeiro, mas que estão presentes e trazem competição. Estamos perdendo alunos que originariamente seriam de instituições do Rio para instituições que se implantam no estado, às vezes com condições precárias, mas com preços baixos”, explicou o especialista.
Outro dado salientado pelo presidente do Ipae foi a presença de educação a distância no Rio de Janeiro bem superior a média nacional, especialmente em cursos de pós-graduação. Segundo João Roberto Moreira Alves, o Brasil já registra 27 mil cursos de pós-graduação em funcionamento, sendo que 2.800 são de EAD e 24 mil na modalidade presencial, o que representa aproximadamente 10,67% na oferta em EAD. Porém, acrescentou o educador, no Rio de Janeiro, há 3.300 cursos de pós-graduação, sendo 926 em EAD, o que equivale a um quantitativo de 28% dos cursos de pós-graduação.
“Esses dados distorcem o cenário de Brasil. No Rio, 28% dos cursos de pós são oferecidos em EAD, enquanto que a média nacional é de 10,67%. Quem tem curso de pós-graduação presencial deve ingressar na EAD ou vai perder mercado”, alertou o presidente do Ipae.
Ao estudar os números do Censo do Ensino Superior, João Roberto Moreira Alves informou que há 121 instituições de ensino superior no estado, sendo que 29 oferecem cursos a distância e 21 são de outros estados. Além disso, também há registro de forte presença de universidades corporativas, que são mais de 30 no Rio, e as chamadas “Escolas de Governo”.

“Existem mais de 30 universidades corporativas no estado do Rio de Janeiro, como a Universidade da Petrobras, a Universidade dos Correios. Elas registram um crescimento significativo do número de alunos. E também existem as ‘Escolas de Governo’, que são as Escolas de Magistratura, Escolas de Advocacia, que oferecem cursos de pós-graduação”, pontuou o presidente do Ipae.
Ensino concentrado na Baía de Guanabara - Quem também participou das discussões foi José Raymundo Romêo, que hoje responde pela pró-reitoria de Articulação Regional da Ucam. Ex-reitor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e também da Universidade Gama Filho (UGF), o professor fez uma análise crítica sobre a oferta de ensino superior no Estado do Rio de Janeiro. Em sua apresentação, indicou que há municípios no estado, muitos deles com mais de 50 mil habitantes, onde não há nenhuma instituição de ensino superior, nem sequer um polo de ensino a distância.
“No estado do Rio de Janeiro, somos 16 milhões de habitantes e temos 400 mil universitários. Menos de 3% da população do estado cursa a educação superior. E nem todos se formam. A educação superior está praticamente concentrada na Baía de Guanabara. Temos a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), em Campos; algumas poucas universidades públicas no interior e a presença do setor privado”,  informou o especialista.
Segundo o ex-reitor da UFF, é preciso que haja vários modelos de instituições de ensino superior convivendo para que o país alcance o patamar de 30 milhões de universitários. “A educação superior não é apenas curso e formatura, é importante para formação da cidadania e discussão dos problemas da nação. Os jovens do interior vêm estudar no Grande Rio. Fazem seus cursos e acabam não retornando aos seus municípios de origem”, complementou o docente.
Em sua intervenção, o ex-reitor da Gama Filho cobrou, ainda, uma legislação específica para instituições privadas de ensino. Para o educador, a carga tributária para o setor precisa ser diferenciada. “A atividade particular é bem-vinda na educação superior brasileira. É preciso entender que uma empresa de educação não pode seguir a mesma legislação de uma empresa que fabrica parafusos ou móveis ou que explora petróleo. A educação privada precisa de uma legislação que a contemple inclusive com taxações diferenciadas que lhe permitam exercer o seu papel. Na década de 1990, a expansão do ensino superior se deu pelo setor privado, mas sem as condições necessárias para que ocorresse com qualidade”, finalizou.
Novos currículos para o ensino médio - A integração de ações entre as instituições privadas de educação básica e de ensino superior foi apontada por Cláudia Regina de Souza Costa, diretora do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado do Rio de Janeiro (Sinepe/RJ), com um dos procedimentos necessários para superar a crise enfrentada pelo ensino médio.
Além da queda nacional no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) desse segmento, o ensino médio, defendeu Cláudia Regina de Souza Costa, vive uma crise de identidade. Para a educadora, esse segmento foi transformado em passaporte para o ensino superior ou para a educação profissional. E com a possibilidade de obtenção de certificação por meio do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), esse nível de ensino, a cada dia, desfruta de menos apreço dos estudantes.
“Nós do Sinepe/RJ defendemos a proposta de mudança no ensino médio, apresentada pelo professor Roberto Boclin, presidente do Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro. Ele defende que o ensino técnico seja equivalente ao ensino médio e que, no ensino médio, no último ano, os estudantes sejam distribuídos em turmas das áreas de Humanas, Tecnológicas e Biomédicas”, explicou a diretora do Sinepe/RJ.
Na avaliação da professora, o ensino superior começa a sentir os impactos das deficiências do ensino médio, pois recebe alunos despreparados. Para tanto, ela sugere a articulação do setor privado para definir novos conteúdos curriculares do ensino, que contemplem as competências exigidas no ensino superior. “Está na hora de conversarmos. Precisamos saber com quais competências cognitivas esse aluno deve chegar ao ensino superior. Daí em diante, devemos construir esse novo currículo, propondo algo mais racional, mais objetivo e mais interessante para o aluno brasileiro”, concluiu a dirigente sindical.

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USP e Unicamp fazem parceria com plataforma de ensino a distância - Coursera

A Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) anunciaram hoje (17) a participação na Coursera - plataforma de ensino online, gratuito, lançada no Brasil com apoio da Fundação Lemann. O sistema, criado em 2012 na Universidade de Stanford (Inglaterra), disponibiliza gratuitamente mais de 700 cursos de instituições de ensino renomadas de todo o mundo. As videoaulas são acessadas por 9 milhões de usuários de diversos países. Segundo a fundadora e presidente do Coursera, Daphne Koller, o sistema se molda aos interesses dos estudantes e permite adaptações às realidades individuais. “É um sistema de aprendizado no qual o conteúdo é assimilado pelos alunos online, do jeito que eles preferem, na sua casa, ao seu tempo, praticando até que dominem as habilidades”, destacou. Além das aulas, a plataforma tem canais de interação entre alunos, que podem discutir os temas entre si, e com os professores. Também estão abertos testes que podem, inclusive, garantir certificados para os cursos. “Com uma plataforma como o Coursera, o professor passa a ser o criador de um ambiente no qual o aluno é o sujeito do seu processo de aprendizagem”, elogiou o pró-reitor de extensão da Unicamp, João Frederico Meyer.

Os resultados dos questionários e testes servem ainda como instrumento para aprimorar o sistema. “Olhando para os padrões de respostas corretas e incorretas dos alunos, sabemos exatamente que vídeos não estão funcionando, quais questões estão mal formuladas, e isso nos permite interagir com o professor para que ele melhore seu modelo de ensino”, ressaltou Daphne.

Para o pró-reitor de pesquisa da USP, José Eduardo Krieger, existem diversas possibilidades de uso da Coursera, como complemento para os cursos regulares ou para adquirir conhecimento em áreas fora da formação principal. Segundo ele, “pode-se utilizar essa ferramente para disseminação de conhecimento científico. Não propriamente um curso naquele formato que a gente tem, mas para ampliar conhecimento, ampliar a cultura”.

Kriger disse ainda que a USP pode usar a plataforma para estreitar laços acadêmicos com países vizinhos, uma das prioridades da instituição. “A oportunidade de você atingir centenas, milhares de pessoas ao mesmo tempo é única, e a USP não quer perder essa oportunidade. Isso é fundamental para o crescimento da universidade”, enfatizou.

Atualmente, existem 12 cursos na Cousera traduzidos para o português, apesar de o Brasil ser o quinto país em número de usuários, com 300 mil estudantes. Esse conteúdo está sendo ampliado pelo trabalho de 3 mil tradutores voluntários, e tem suporte da  Fundação Lemann.

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MOOCs 2.0: Scaling One-on-One Learning | WIRED

MOOCs 2.0: Scaling One-on-One Learning | WIRED | Inovação Educacional | Scoop.it
Part of the problem lies in the fact that education is a highly multi-dimensional process. People differ in why they learn in the first place. People differ in how they learn. People differ in what they learn. Yet MOOCs, coming from a specific higher education background, using basic web technology only, were somehow forced into the role of the great disruptor of all education. Thankfully, most of the discussions are much more nuanced these days, with a focus on finding ways to use online technology to provide everyone with the best environment for them to learn the things they need to learn.
But as a MOOC consumer and MOOC creator myself, I am nonetheless stuck by the somewhat limited technology on which most MOOCs are based. Here’s why. Any educational process has at least three essential phases: 1) exposure to content, 2) learning the content, 3) verifying that the content has been learned. MOOCs have made such a splash because they have provided an easy way to scale the first phase with technology, leveraging the fact that broadband internet is increasingly available anywhere on the globe. However, learning, as most educators would attest, is most often a social process. The most common social learning tool for peer interaction in a regular MOOC is a text-based forum, a tool developed in the dark, modem-based ages of the internet in the mid 1990ies.
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